sexta-feira, 16 de outubro de 2026
Duna - Parte 3: Timothée Chalamet e Anya Taylor-Joy surgem como Paul e Alia Atreides
O registro destaca Chalamet ao lado de Anna Taylor-Joy ('Sacrifício'), intérprete de Alia Atreides no longa, em um momento que sugere a tensão que acompanha a nova fase da história.
Ambientado quase duas décadas depois de assumir o controle do Império, o implacável Paul Atreides (Chalamet) enfrenta as consequências de seu reinado, enquanto antigos aliados retornam, novas ameaças surgem e a traição ronda cada passo. Assombrado por visões do colapso imperial e pelo reaparecimento de Chani (Zendaya), seu grande amor, o protagonista se vê envolvido no centro de uma rebelião, precisando enfrentar o verdadeiro custo do poder e o destino de seus entes queridos.
Além de Chalamet, Zendaya e Taylor-Joy, outros nomes de peso que marcaram presença nos filmes anteriores, como Rebecca Ferguson (Jessica Artreides), Léa Seydoux (Lady Margot), Josh Brolin (Gurney Halleck), Florence Pugh (Princesa Irulan), Jason Momoa (Duncan Idaho) e Javier Bardem (Stilgar), retornam para a sequência, reprisando seus respectivos papéis. Entre as adições ao elenco estão talentos como Robert Pattinson ('A Odisseia'), Ida Brooke ('Silo'), Isaach De Bankolé ('The Fence') e Nakoa Wolf-Momoa – filho de Jason.
"Duna: Parte 3" estreia em 15 de dezembro de 2026 no Brasil, exclusivamente nos cinemas.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 16/10/26
As ações da Samsung Electronics subiram 2,6%, enquanto as da SK Hynix, outra importante fabricante de chips de memória, avançaram 0,8%.
O Ministério das Finanças sul-coreano afirmou que a economia e o mercado acionário do país continuam fundamentalmente sólidos. Segundo o governo, a volatilidade recente está relacionada a fatores externos, como a alta dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano, as mudanças no setor de inteligência artificial e as tensões geopolíticas.
O principal destaque foi o índice Kospi, da Coreia do Sul, que avançou 2,05%, aos 5.668,05 pontos, após despencar 7,6% na sessão anterior. A queda havia sido tão intensa que provocou uma interrupção temporária das negociações.
No Japão, o índice Nikkei subiu 1,39%, aos 65.324,29 pontos. Entre as empresas de tecnologia, o SoftBank Group, investidor da OpenAI, ganhou 1,9%, enquanto a Tokyo Electron avançou 2,6% e a Kioxia Holdings teve alta de 3,8%.
Em Hong Kong, o Hang Seng fechou em alta de 0,52%, em 24.186,83 pontos. Em Taiwan, o Taiex avançou 0,30%, aos 47.111,26 pontos.
Na China continental, os ganhos foram mais modestos. O índice Xangai Composto subiu 0,24%, para 3.716,28 pontos, enquanto o Shenzhen Composto permaneceu estável, em 2.226,50 pontos.
Na Austrália, o S&P/ASX 200, teve alta de 1% em Sydney a 8.806,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o S&P/NZX 50, teve baixa de 0,57% em Wellington a 13.753,73 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,07% em Moscou a 2.427,44 pontos.
Na Índia, o BSE Sensex 30, teve alta de 0,56% em Bombaim a 74.729,27 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
WhatsApp prepara botão para pedir localização de amigos com um toque
O WhatsApp quer facilitar ainda mais a marcação de encontros. O aplicativo está testando um novo recurso que permite solicitar a localização de um amigo direto na conversa, sem que ele precise procurar onde fica a opção no aplicativo.
De acordo com o Android Authority, a novidade chamada “Pedir localização” ficará no mesmo menu onde hoje você já envia seu ponto atual ou sua localização em tempo real. Ao tocar na opção, o contato recebe um cartão no chat convidando-o a enviar o mapa exato com apenas um toque — acabando de vez com aquele endereço digitado de forma genérica.
A função lembra muito o sistema já usado no iMessage do iPhone. Durante os testes na versão de desenvolvimento para Android, o pedido já pôde ser enviado, mas a tela de resposta ainda está sendo ajustada pela equipe do app.
Como o recurso foi descoberto na análise do código do aplicativo (APK teardown), ainda não há data confirmada para o lançamento oficial — e existe a chance de a ferramenta passar por ajustes antes de chegar a todos os usuários.
Magalu e KaBuM! começam a vender produtos oficiais no Shopee
O Magazine Luiza e o KaBuM! iniciaram a venda de seus produtos de estoque próprio (modelo 1P) na Shopee, com entregas realizadas pela Magalog, operadora logística do grupo Magalu. Os itens estão disponíveis na seção de Lojas Oficiais, englobando categorias como eletrodomésticos, eletrônicos, móveis, games e informática.
A parceria visa alcançar os cerca de 90 milhões de usuários mensais da Shopee, com a expectativa de que mais de 75% dos compradores sejam novos clientes. Essa iniciativa consolida uma estratégia iniciada pelo Magalu em 2024 para expandir suas vendas via marketplaces concorrentes (como AliExpress, Americanas, Amazon e Mercado Livre) em resposta ao aumento dos custos com anúncios digitais.
De acordo com a empresa, esta deve ser a última parceria do tipo anunciada em 2026, com o foco voltado agora para otimizar as vendas nos canais integrados para a Black Friday e o Natal.
quinta-feira, 15 de outubro de 2026
Ramayana: O Nascimento de uma Lenda
Diretor: Nitesh Tiwari
Roteiristas: Shreyas Jain, Shridhar e Nitesh Tiwari
Elenco: Ranbir Kapoor, Yash, Sai Pallavi
em novembro nos cinemas.
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 15/10/26
Dólar comercial: R$ 5,087
Dólar turismo: R$ 5,280
Euro comercial: R$ 5,705
Libra: R$ 6,761
Dólar acelera alta com mercado ansioso antes de pesquisa Datafolha
O dólar ganhou força ante o real na reta final desta quinta-feira e fechou a sessão com alta superior a 1%, em meio à preocupação de investidores de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) possa ter se aproximado do senador Flávio Bolsonaro (PL) na pesquisa eleitoral do Datafolha.
O novo levantamento do Datafolha sobre as intenções de voto no segundo turno será divulgado no início da noite. Durante o dia, o dólar também reagiu em alta à pesquisa Quaest mostrando empate técnico entre os dois candidatos na disputa presidencial. O dólar à vista encerrou a sessão com elevação de 1,17%, a R$5,0885, o maior valor de fechamento desde 2 de outubro, dois dias antes do primeiro turno, quando era cotado a R$5,2173.
No ano, a divisa passou a acumular baixa de 7,30%. Às 17h15, o dólar futuro para novembro -- o mais negociado no Brasil -- subia 0,79% na B3, aos R$5,1040.
Pesquisa Quaest divulgada na noite de quarta-feira mostrou Flávio com 46% das intenções de voto no segundo turno, contra 44% de Lula. Como a margem de erro é de 2 pontos percentuais, os candidatos estão tecnicamente empatados. Os indecisos são 1%, enquanto 9% disseram que votarão em branco, nulo ou que não votarão. O levantamento revelou também que Flávio é rejeitado por 54% dos eleitores e Lula por 53%. Esse cenário de empate técnico trazido pela Quaest, já identificado pela pesquisa BTG/Nexus na terça-feira, voltou a impulsionar as taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) e o dólar ante o real nesta quinta-feira.
Isso porque no mercado boa parte dos agentes considera que com Flávio no Planalto cresceriam as chances de um maior controle das contas públicas -- ainda que o candidato e seus porta-vozes econômicos não tenham apresentado até o momento propostas concretas de ajuste. Também na noite de quarta-feira, o Senado aprovou o fim da escala de trabalho 6 x 1 e a redução da jornada de trabalho semanal, em uma vitória para o governo Lula em um dos principais temas da campanha eleitoral.
Flávio, que não discursou sobre o assunto durante os debates no Senado, votou pelo fim da escala, em uma mudança de posição sobre a proposta. Na terça-feira, o senador defendeu que o governo pague uma compensação às empresas, mas não abordou os eventuais impactos fiscais disso. Na reta final da sessão, o dólar atingiu novos picos em meio à expectativa que antecede a divulgação da nova pesquisa Datafolha. Às 16h30 -- meia hora antes do fechamento -- o dólar à vista atingiu a cotação máxima de R$5,0991 (+1,38%), para depois fechar perto disso.
Ibovespa fecha em queda com pesquisas eleitorais no foco
O Ibovespa encerrou a quinta-feira em queda, com investidores aguardando a publicação de nova pesquisa Datafolha sobre o segundo turno das eleições presidenciais, após sondagens recentes mostrarem o estreitamento da distância entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,06%, a 204.324,26 pontos, após marcar 203.110,43 na mínima e 206.520,28 na máxima do dia.O volume financeiro no pregão desta quinta-feira somou R$40,67 bilhões.
As bolsas americanas fecharam em alta
O S&P 500 subiu 0,33%, encerrando o pregão em 7.744,06 pontos.
O Nasdaq teve variação positiva de 0,08%, para 26.713,03 pontos.
Dow Jones Industrial Average registrou alta de 1,08%, para 52.177,69 pontos.
No Canadá, S&P/TSX Composite subiu 1,55%, em Toronto a 36,137.10 pontos.
As bolsas europeias ficaram sem direção única
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 1,08%, a 10.840,35 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,27%, a 25.368,04 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,78%, a 7.934,70 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,72%, a 49.397,55 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,18%, a 19.195,40 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,44%, a 9.373,82 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam em forte baixa
Em Seul, o Kospi desabou 7,57%, a 5.554,22 pontos.
Em Tóquio, o Nikkei recuou 4,90%, a 64.425,95 pontos.
Hang Seng caiu 1,03% em Hong Kong, a 24.062,72 pontos.
Em Taiwan, o Taiex tombou 3,41%, a 46.969,87 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto recuou 1,59%, a 3.707,48 pontos,
e o Shenzhen Composto cedeu 2,64%, a 2.226,48 pontos.
Na Austrália, o S&P/ASX 200, teve baixa de 0,09% em Sydney a 8.719,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o S&P/NZX 50, teve alta de 0,53% em Wellington a 13.832,80 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,22% em Moscou a 2.392,00 pontos.
Na Índia, o BSE Sensex 30, teve alta de 2,11% em Bombaim a 74.315,61 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 15/10/26
Várias ações do setor de tecnologia caíram, à medida que os investidores analisavam minuciosamente as empresas relacionadas à IA, cujo endividamento as deixa vulneráveis ao aumento das taxas de juros.
A farmacêutica Eli Lilly subiu mais de 3%, a UnitedHealth registrou alta de 2,8% e o Walmart subiu 1,4% após elevações nos ratings pelo Deutsche Bank. Essas três empresas contribuíram fortemente para o ganho do S&P 500 no pregão. A Nvidia recuou 1,8% depois que a fabricante de chips TSMC adotou um tom cauteloso em relação a 2027, apesar de ter divulgado o sexto lucro trimestral recorde consecutivo, impulsionado pela forte demanda alimentada pela IA.
A Dell Technologies tombou 6,9% e a Hewlett Packard Enterprise recuou 7,1%, com ambas as fabricantes de servidores ampliando as perdas acentuadas do pregão anterior, relacionadas a preocupações com empresas de IA expostas a custos de financiamento mais elevados. O rendimento dos títulos do Tesouro de 10 anos recuou, mas permaneceu próximo de máximas de vários anos, com os investidores preocupados com a inflação relacionada aos altos preços do petróleo.
"O custo para financiar tudo, seja uma nova casa ou um gigantesco data center, está subindo, e isso tem implicações para muitos setores no mercado de ações", disse Jed Ellerbroek, gestor de portfólio da Argent Capital Management, em St. Louis. "As ações com melhor desempenho hoje são as de empresas não cíclicas e defensivas." O índice de chips Philadelphia , caiu 0,9%, registrando queda pela sétima sessão consecutiva.
O S&P 500 subiu 0,33%, encerrando o pregão em 7.744,06 pontos.
O Nasdaq teve variação positiva de 0,08%, para 26.713,03 pontos, enquanto o Dow Jones Industrial Average registrou alta de 1,08%, para 52.177,69 pontos.
Oito dos 11 índices setoriais do S&P 500 subiram, liderados pelo setor de saúde, com alta de 1,84%, seguido por um ganho de 1,71% no setor de materiais.
Depois de atingir uma alta recorde na semana passada, o S&P 500 continua com alta de cerca de 13% em 2026, com a maior parte desse ganho impulsionado por ações relacionadas à IA. Dados divulgados nesta quinta-feira mostraram que os preços ao produtor nos EUA registraram o maior aumento em 4 anos e meio em setembro, em meio ao aumento dos custos de bens e serviços — o mais recente indício de que a inflação está se expandindo para além dos produtos energéticos.
Os dados de inflação ao consumidor, mais altos do que o esperado, divulgados na quarta-feira, alimentaram as expectativas de novos aumentos nas taxas de juros pelo Federal Reserve dos EUA, contribuindo para uma onda de vendas em Wall Street.
"Há uma pequena rotação ocorrendo entre as empresas de maior porte, mas já vimos isso antes. Parece que isso surge a cada dois meses e temos as preocupações com a IA", disse Joe Saluzzi, codiretor de operações com ações da Themis Trading em Chatham, Nova Jersey.
Os operadores de taxas de juros estão precificando uma chance de 67% de que o Fed aumente as taxas de juros em sua reunião de política monetária de dezembro, acima da probabilidade de 62% registrada na quarta-feira, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME. As ações da Rocket Lab tombaram 6,6% depois que a empresa espacial informou que o lançamento inaugural de seu novo foguete Neutron, de maior porte, foi adiado para o próximo ano. A FMC despencou mais de 30% depois que a empresa de agroquímicos reduziu drasticamente suas projeções para o terceiro trimestre.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 15/10/26
Dados de inflação dos Estados Unidos reforçaram o temor de novas altas de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), em meio à queda do petróleo. A produção industrial da zona do euro, por sua vez, caiu 0,5% em agosto, ante expectativa de alta de 0,1%. O subíndice tech do Stoxx 600 recuou 1,4%. Na Holanda, a ASML, maior empresa europeia em valor de mercado, caiu 4%. As também holandesas ASM International e BE Semiconductor recuaram 7,1% e 5,4%, respectivamente.
Na Alemanha, a Infineon cedeu 5,1%, e a STMicroelectronics perdeu 3,5%. A onda vendedora atingiu ainda a Siemens Energy, que recuou cerca de 2,1%, e a italiana Prysmian, com baixa de 2,7%, ambas ligadas à infraestrutura demandada por centros de dados.
Na contramão, a sueca Ericsson saltou 7,2% após divulgar lucro acima do esperado, impulsionando o setor de telecomunicações. Em Paris, a Pernod Ricard avançou 0,7%, após a companhia que tem a vodca Absolut e o whisky Ballantine's em seu portfólio de marcas reportar queda nas vendas menor que a prevista, sustentada em parte pelo crescimento de 19% na Índia.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 1,08%, a 10.840,35 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,27%, a 25.368,04 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,78%, a 7.934,70 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,72%, a 49.397,55 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,18%, a 19.195,40 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,44%, a 9.373,82 pontos. As cotações são preliminares.
Com informações da Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 15/10/26
Nesta quinta-feira, as gigantes de chips Samsung Electronics e SK Hynix despencaram 9,5% e 11%, respectivamente.
Após o tombo, autoridades sul-coreanas disseram que terão "tolerância zero" a ações que desestabilizem o mercado e que boatos, manipulação de preços e venda a descoberto ilegal serão punidos, segundo o jornal Chosun. A FSC (Comissão de Serviços Financeiros) convocou uma reunião emergencial para discutir medidas de resposta.
As quedas na Ásia vieram após perdas em Wall Street na quarta-feira, com ações ligadas à IA novamente sob pressão. Ontem, os EUA informaram que o CPI subiu 3,7% na comparação anual de setembro, acima dos 3,4% de agosto e do esperado, reacendendo temores de que os juros americanos permaneçam altos por mais tempo ou voltem a subir.
Em Seul, o Kospi desabou 7,57%, a 5.554,22 pontos, na maior queda diária desde 28 de julho. Em junho, o índice sul-coreano chegou a superar 9 mil pontos e renovar máxima histórica, embalado pelo otimismo com a onda da inteligência artificial.
Em Tóquio, o Nikkei recuou 4,90%, a 64.425,95 pontos, no pior pregão desde março, pressionado por perdas em empresas do setor de tecnologia e de semicondutores. O SoftBank Group caiu 9,3%, a Tokyo Electron recuou 7,8% e a Kioxia Holdings cedeu 12,3%.
Em outras praças, o Hang Seng caiu 1,03% em Hong Kong, a 24.062,72 pontos, com o subíndice de tecnologia recuando 2,7%, ao menor nível desde setembro de 2024.
Em Taiwan, o Taiex tombou 3,41%, a 46.969,87 pontos. A TSMC, maior fabricante de semicondutores por contrato do mundo, caiu 2% antes de divulgar seu balanço trimestral.
Na China continental, os mercados também fecharam no vermelho: o Xangai Composto recuou 1,59%, a 3.707,48 pontos, e o Shenzhen Composto cedeu 2,64%, a 2.226,48 pontos.
Na Austrália, o S&P/ASX 200, teve baixa de 0,09% em Sydney a 8.719,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o S&P/NZX 50, teve alta de 0,53% em Wellington a 13.832,80 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,22% em Moscou a 2.392,00 pontos.
Na Índia, o BSE Sensex 30, teve alta de 2,11% em Bombaim a 74.315,61 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Frisco King O Texas tem um novo dono! | Anúncio de Data
De Nova York ao Texas, Lee Washington quer trocar o passado no crime pelo próprio império! Mas será que ele vai conseguir?
Ex-com Russell Lee Washington Jr. faz amizade com Dwight na prisão. Enviado pela multidão para matá-lo em Tulsa, ele se inspira a construir seu próprio império criminoso em Frisco, Texas.
Criação: Taylor Sheridan
Estrelas: Isabella Ecklund, Joie Rettig, Cosette Abinante, Samuel L. Jackson, Sylvester Stallone.
Frisco King estreia dia 18 de dezembro, só no meu streaming Paramount+.
The Beekeeper 2 Sem Perdão trailer teaser
Diretor: Timo Tjahjanto
Roteiristas: Umair Aleem, Kurt Wimmer
Elenco: Jason Statham, Pom Klementieff, Jeremy Irons
Estreia: Estados Unidos da América, 15 de janeiro de 2027. Brasil ainda sem data definida.
12 12 12 — Trailer oficial | Apple TV
12 12 12 estreia em 13 de novembro no Apple TV
A série acompanha um agente desacreditado do FBI (Anthony Mackie) e um criminoso profissional (Jamie Dornan) em um implacável jogo de gato e rato pela Europa. No centro da trama está o audacioso assalto a um cofre bancário no subsolo de Zurique.
A Múmia 4 Brendan Fraser e Rachel Weisz surgem como Rick e Evelyn
Nos registros, Brendan Fraser ('A Baleia') e Rachel Weisz ('Minah Prima Raquel') aparecem caracterizados como Rick O'Connell e Evelyn Carnahan, respectivamente, retomando os papéis do casal protagonista da saga. As fotos também mostram que as filmagens do longa seguem em andamento em Londres, na Inglaterra.
O próximo longa será dirigido por Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett – dupla conhecida por seus trabalhos em "Casamento Sangrento" (2019) e "Pânico 5" (2002) - e contará com um roteiro assinado por David Coggeshall ('Órfã 2: A Origem').
Além da dupla protagonista, John Hannan novamente vive Jonathan Carnahan, o carismático tio Jonathan. Arnold Vosloo e Kevin K. O'Connor também retornam aos seus papéis como Imhotep e Beni Gabor, respectivamente.
O novo "A Múmia" tem estreia prevista para 15 de outubro de 2027, exclusivamente nos cinemas. Demais detalhes sobre o longa, como sinopse ou título oficial, ainda não foram revelados.
quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 14/10/26
Dólar comercial: R$ 5,028
Dólar turismo: R$ 5,227
Euro comercial: R$ 5,610
Libra: R$ 6,639
Dólar fecha com variação modesta ante o real apesar de avanço no exterior
O dólar fechou a quarta-feira com uma variação pequena ante o real, com investidores no Brasil à espera da divulgação de nova pesquisa eleitoral, enquanto no exterior a moeda norte-americana subiu ante boa parte das demais divisas.
O dólar à vista encerrou a sessão com variação positiva de 0,14%, a R$5,0298. No ano, a divisa passou a acumular baixa de 8,37%. Às 17h11, o dólar futuro para novembro -- o mais negociado no Brasil -- subia 0,08% na B3, aos R$5,0485.
Os EUA informaram que seu índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 0,6% em setembro, em linha com o projetado por economistas ouvidos pela Reuters. Imediatamente após a divulgação, os rendimentos dos Treasuries subiram e o dólar ganhou força ante boa parte das demais divisas, incluindo o real, em meio ao aumento das apostas de que o Federal Reserve poderá subir novamente os juros no curto prazo.
Às 10h20, já após o resultado do CPI, o dólar à vista atingiu a máxima intradia de R$5,0558 (+0,66%), em um momento em que a moeda norte-americana também acelerava ante outras divisas de países emergentes. Durante a tarde, porém, a moeda voltou a se aproximar da estabilidade ante o real.
No campo político, a expectativa girava em torno da nova pesquisa Quaest sobre a disputa pela Presidência, a ser divulgada após as 18h. Na terça-feira, outras pesquisas -- entre elas uma do BTG/Nexus -- mostraram empate técnico no segundo turno entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Pela manhã, Flávio disse que participará do debate eleitoral promovido pela Band no próximo domingo, após ter afirmado na terça-feira que não iria ao evento. Lula já havia confirmado sua participação.
Flávio segue como o nome favorito da Faria Lima, que vê em sua eleição a possibilidade de maior controle das contas públicas -- ainda que o candidato e seus porta-vozes econômicos não tenham apresentado propostas concretas de ajuste até o momento. Na visão de boa parte dos agentes do mercado, o equilíbrio das contas públicas abriria espaço para juros mais baixos, o que se refletiu na semana passada na redução de prêmios na curva de DIs e no recuo do dólar ante o real. Nesta semana, porém, o dólar já voltou a ser negociado acima dos R$5.
Pela manhã, sem efeitos no câmbio, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o setor de serviços recuou 0,1% em agosto ante julho e teve alta de 0,6% ante agosto do ano passado. Economistas ouvidos pela Reuters projetavam alta de 0,4% na margem e elevação de 1,1% na comparação anual.
À tarde, o Banco Central informou que o Brasil teve um fluxo cambial total positivo de US$3,214 bilhões em outubro até o dia 9, sendo que apenas na semana passada entraram no país US$2,415 bilhões líquidos, na esteira do resultado do primeiro turno da eleição presidencial. Após Flávio ficar à frente de Lula no primeiro turno, houve na semana passada um forte avanço da bolsa brasileira e uma demanda maior por títulos brasileiros, o que também se refletiu no câmbio.
Entre 5 e 9 de outubro, entraram no país US$4,127 bilhões pelo canal financeiro, que contabiliza investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.
Já o leilão de swap cambial programado para o fim da manhã, para rolagem dos vencimentos de 3 de novembro, foi cancelado pelo Banco Central por problemas técnicos. Na véspera, o BC também havia cancelado a operação por problemas técnicos. Às 17h10, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- subia 0,36%, a 102,550.
Ibovespa fecha em queda com exterior e de olho em pesquisas eleitorais
O Ibovespa encerrou a quarta-feira em queda, em linha com as perdas das bolsas de Nova York, após dados de inflação dos Estados Unidos elevarem temores de novos aumentos de juros pelo Federal Reserve. Localmente, investidores aguardam a divulgação de nova pesquisa Quaest sobre a disputa presidencial, prevista para esta quarta-feira.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,18%, a 206.505,98 pontos, após marcar 203.463,77 na mínima e 207.220,81 na máxima do dia. O volume financeiro no pregão desta quarta-feira somou R$45,37 bilhões.
As bolsas americanas fecharam majoritariamente em baixa
O S&P 500 recuou 1,11%, encerrando o pregão em 7.718,94 pontos.
O Nasdaq caiu 1,88%, para 26.692,87 pontos.
O Índice Dow Jones Industrial Average teve queda de 0,09%, para 51.621,48 pontos.
No Canadá, S&P/TSX Composite caiu 1,11%, em Toronto a 35,584.46 pontos.
As bolsas da Europa fecharam majoritariamente em alta
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,70%, a 10.724,86 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,25%, a 25.322,48 pontos.
Em Paris, o CAC 40 avançou 0,58%, a 7.873,11 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB caiu 0,61%, a 49.753,84 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 avançou 0,10%, a 19.230,50 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 teve alta de 0,38%, a 9.415,66 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa
Nikkei encerrou o pregão em queda marginal de 0,05% em Tóquio, aos 67.744,29 pontos.
Na Coreia do Sul, o Kospi recuou 0,44%, a 6.008,81 pontos.
O Hang Seng caiu 0,13% em Hong Kong, a 24.314,17 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto recuou 0,88%, a 3.767,23 pontos,
Shenzhen Composto cedeu 1,81%, a 2.286,87 pontos.
Taiex subiu 0,59% em Taiwan, a 48.625,83 pontos.
Na Austrália, o S&P/ASX 200, teve baixa de 0,64% em Sydney a 8.727,90 pontos.
Na Nova Zelândia, o S&P/NZX 50, teve alta de 0,078% em Wellington a 13.760,39 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,30% em Moscou a 2.411,55 pontos.
Na Índia, o BSE Sensex 30, teve baixa de 0,34% em Bombaim a 72.781,89 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 14/10/26
O aumento das apostas de que o Fed precisará de mais aumentos nas taxas para conter a inflação representou um duro golpe para algumas das empresas que mais valorizaram no mercado em 2026. A Oracle tombou 8,8%, enquanto as empresas de infraestrutura de IA CoreWeave e Nebius despencaram 15% e 10%, respectivamente. A Dell e a Hewlett Packard Enterprise caíram 11,4% e 8,2%, respectivamente, depois que o Barclays rebaixou a recomendação das fabricantes de servidores de IA de acima da média do mercado para neutro.
O Índice de chips da Philadelphia SE caiu 4,3%, registrando queda pela sexta sessão consecutiva — sua maior sequência de perdas desde maio de 2025. Os preços ao consumidor nos EUA aceleraram em setembro, à medida que o custo da gasolina disparou e as pressões sobre os preços se estenderam para além do setor de energia, segundo dados do Bureau de Estatísticas do Trabalho do Departamento do Trabalho.
Os operadores de taxas de juros estão precificando uma probabilidade de 37% de que os formuladores de política monetária do Fed aumentem as taxas neste mês, ante 22% na terça-feira, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME.
"Os investidores não estão satisfeitos com o relatório porque isso pressiona o Fed a aumentar as taxas para combater a inflação", disse Adam Sarhan, diretor executivo da 50 Park Investments, em Nova York. "A inflação continua sendo o inimigo público número um para o mercado e para o Fed."
O S&P 500 recuou 1,11%, encerrando o pregão em 7.718,94 pontos, sua maior queda em um único dia desde 29 de julho. O Nasdaq caiu 1,88%, para 26.692,87 pontos, sua maior queda diária desde 23 de julho. O Índice Dow Jones Industrial Average teve queda de 0,09%, para 51.621,48 pontos.
Oito dos 11 índices setoriais do S&P 500 registraram queda, liderados pelo setor de tecnologia da informação, com baixa de 2,6%, seguido por uma perda de 1,78% no setor de serviços de comunicação.
Depois de atingir uma alta recorde na semana passada, o S&P 500 continua com alta de quase 13% em 2026, com a maior parte desse ganho impulsionado por ações relacionadas à IA. A mediana das ações do S&P 500 subiu 4% em 2026, e mais de 200 dos componentes do índice estão em território negativo.
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O Bank of America caiu 4,8%. O lucro do banco diminuiu no terceiro trimestre, pois ele reservou US$1,2 bilhão para cobrir multas regulatórias por falhas na detecção de possíveis casos de lavagem de dinheiro. O Morgan Stanley caiu quase 3%, apesar de um aumento no lucro trimestral. O índice S&P 500 Banks recuou 0,7%, atingindo seu menor fechamento desde junho.
Antes da divulgação dos dados sobre a inflação, a vice-chair de Supervisão do Fed, Michelle Bowman, afirmou que o banco central tinha tempo para aguardar e observar como os mercados e a economia evoluiriam após o aumento da taxa de juros em setembro, antes de decidir sobre novas medidas. A Bending Spoons disparou 41% depois que a Berkshire Hathaway investiu mais US$330 milhões na proprietária do Vimeo e da AOL — um grande endosso do investidor de grande visibilidade, cujos movimentos são acompanhados de perto pelos operadores de mercado.
VisionQuest Quem é Lisa Molinari?
É o caso de Lisa Molinari (Lauren Morais) em VisionQuest. Ela aparece logo no primeiro episódio como parceira de Thomas Shepherd (Ruaridh Mollica) — jovem que possui uma ligação misteriosa com Tommy Maximoff, filho de Wanda e Visão.
À primeira vista, Lisa parece apenas uma garota comum que ajuda Thomas a aplicar pequenos golpes nas ruas de Londres. Contudo, quem acompanha as HQs dos Jovens Vingadores certamente reconheceu o nome. Presente nos quadrinhos desde 2009, ela tem habilidades incomuns, um histórico amoroso com Tommy e pode desempenhar um papel muito mais relevante do que sua introdução sugere.
Atenção: o texto a seguir contém spoilers do primeiro episódio de VisionQuest.
A estreia apresenta Lisa em uma sequência na qual Thomas entra em um pub à procura do suposto proprietário de um relógio. A garota convence um torcedor de futebol de que o objeto vale uma fortuna, levando o homem a comprá-lo. Ao saírem do local, descobrimos que tudo não passava de uma trapaça planejada pela dupla.
O golpe estabelece uma forte relação de confiança entre os dois, embora Thomas ainda não compreenda sua verdadeira identidade. Como revelado no final de Agatha Desde Sempre, a alma de Tommy Maximoff encontrou um novo corpo graças à intervenção de seu irmão, Billy.
Origem nas HQs: Quem é a Cota de Armas?
Nas HQs, Lisa estreou em Dark Reign: Young Avengers #1 (2009), durante a saga Reinado Sombrio. Na época, Norman Osborn (o Duende Verde) comandava sua própria versão dos Vingadores e exercia grande poder sobre a comunidade de super-heróis.
Com uma visão bastante peculiar sobre heroísmo e vilania, Lisa era fascinada por arte e decidiu transformar a atuação de seres superpoderosos em um experimento sobre os limites da moralidade. Sua trajetória muda radicalmente ao encontrar o Manto de Tiboro, um artefato místico que lhe concede capacidades extraordinárias — como voar e manifestar quatro braços adicionais —, além de permitir o uso de armas mágicas e um dispositivo gerador de campos de força.
Sob o codinome Cota de Armas (Coat of Arms), ela reúne um grupo de jovens com poderes e passa a usar o nome "Jovens Vingadores". O problema? Já existia uma equipe legítima com essa identidade.
O romance entre Lisa e Tommy
O inevitável confronto entre as duas formações trouxe à tona o passado de Lisa: ao encarar a equipe oficial, Tommy Shepherd (o Célere) a reconheceu imediatamente. Os dois haviam se conhecido anos antes em um centro de detenção juvenil e viveram um romance.
Mesmo em lados opostos, o reencontro reacendeu a atração mútua. Lisa tentou recrutar Tommy para sua equipe, enquanto ele propôs que ela se juntasse aos verdadeiros Jovens Vingadores. Como nenhum aceitou mudar de lado, despediram-se com um beijo.
Mais tarde, o grupo de Lisa adotou o nome de Jovens Mestres, mantendo uma postura ambígua. Ela chegou até a lutar contra as forças de Norman Osborn, unindo seus recursos mágicos aos poderes de Wiccano e Encantor para deter o Sentinela.
O papel de Lisa no futuro do MCU
Essa bagagem ajuda a explicar a escolha de Lisa para acompanhar Thomas em VisionQuest. Embora a escalação de Lauren Morais já tivesse sido anunciada, só agora o público compreende a dinâmica da dupla.
Até o momento, a versão do MCU não demonstra possuir o Manto de Tiboro nem habilidades especiais, atuando apenas em pequenos crimes urbanos sem demonstração de conhecimento sobre o passado de Thomas. Ainda assim, a Marvel raramente introduz uma figura tão específica por acaso.
Com integrantes como Kate Bishop (Hailee Steinfeld) e Billy Maximoff (Joe Locke) já apresentados — e a ideia da equipe sugerida ao final de As Marvels —, Lisa surge como uma candidata natural a esse universo em expansão. Ela pode se juntar aos novos heróis ou seguir sua trilha dos quadrinhos como uma antagonista ambígua.
Sem confirmação oficial de que ela se tornará a Cota de Armas ou de um projeto focado exclusivamente nos Jovens Vingadores, sua proximidade com Thomas vem no momento exato em que ele começa a descobrir a ligação com a família Maximoff. Com o Visão sendo caçado por mercenários e Thomas envolvido nessa trama, Lisa pode acabar arrastada para algo muito maior do que os golpes nas ruas de Londres.
Os dois primeiros episódios de VisionQuest já estão disponíveis no Disney+, e a temporada contará com oito episódios no total.
'Beekeper 2': sequência ganha cartaz, título nacional
O longa-metragem foi intitulado de "Beekeper 2: Sem Perdão", antecipando que a nova aventura deve trazer ainda mais combates e lutas para o protagonista. Na publicação, a distribuidora ainda anunciou que um trailer para o filme deve ser lançado em breve. Lançado em 2024, "Beekeeper: Rede de Vingança" arrecadou mais de US$ 150 milhões em bilheteria global, superando expectativas com um orçamento modesto, estimado em US$ 40 milhões. Dirigido por David Ayer, o filme conquistou o público com sua mistura de humor ácido e ação intensa.
Com um enredo repleto de conspirações e reviravoltas, a franquia acompanha o resiliente Adam Clay (Statham), um ex-agente da organização clandestina que intitula a produção. No primeiro filme, ele embarca numa jornada de combate a uma complexa operação de golpes financeiros.
"Beekeeper 2: Sem Perdão" promete esclarecer as lacunas deixadas em aberto no longa original, especialmente sobre o destino do personagem de Statham, além de se aprofundar no mundo obscuro dos Beekeepers. O novo longa será dirigido por Timo Tjahjanto ('Anônimo 2'), com roteiro assinado por Kurt Wimmer, responsável pelo primeiro filme. Já Ayer retorna como produtor.
"Beekeeper 2: Sem Perdão" estreia em janeiro de 2027 no Brasil, exclusivamente nos cinemas.

















































