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domingo, 6 de setembro de 2026

X-Men '97 Morte chocante da 2ª temporada é confirmada

O produtor executivo da série de animação X-Men '97, Eric Lewald, falou ao The Direct durante sua recente participação na MultiCon e esclareceu detalhes sobre uma morte avassaladora do episódio final da segunda temporada. 
 

Spoilers abaixo!

Ao ser questionado se a morte de Kurt Wagner, o Noturno, seria permanente, Lewald deu uma resposta que não deixou margem para dúvidas: "Sim, com certeza."

No último episódio da segunda temporada, Noturno se sacrificou no lugar de Vampira ao fazer um acordo com o Celestial Eson, o Buscador. 

A esposa de Lewald e produtora executiva da série, Julia Lewald, descreveu o momento como emotivo: "O final da segunda temporada é muito emotivo e merecido. É merecido porque são personagens que passamos 30 anos conhecendo, pensando sobre e amando."

Eric Lewald conclui dizendo que acredita que "fizemos a escolha perfeita."

As duas temporadas da série estão disponíveis no Disney+. Por enquanto, a terceira temporada de X-Men '97 está prevista para 2027, mas sem uma data definida.

Bilheterias EUA: 04 a 06/09/26

Homem-Aranha: Um Novo Dia acaba de superar a marca de US$ 2,4 bilhões na bilheteria global e segue na liderança nos EUA com mais US$ 18,0 milhões.

O longa-metragem, que atualmente ocupa a posição de terceira maior arrecadação da história do cinema, provavelmente não superará os US$ 2,7 bilhões de Vingadores: Ultimato para atingir o segundo lugar, mas chegará muito perto disso, o que por si só é impressionante. O orçamento da produção foi de cerca de US$ 225 milhões, sem considerar os custos adicionais com marketing.

A Odisseia em segundo com US$ 13,0 milhões e acaba de ultrapassar a marca de US$ 1,6 bilhão na bilheteria global. O épico de Christopher Nolan está prestes a superar Jurassic World, de 2015, como a maior bilheteria da história da Universal Pictures.

As projeções indicam que o longa-metragem terminará a sua janela de exibição cinematográfica com algo entre US$ 1,8 bilhão e US$ 1,9 bilhão na arrecadação. Os números são impressionantes para um filme com classificação indicativa para maiores de 18 anos, que ainda será lançado no Japão, considerado um mercado importante.

Coyote vs. ACME vem demonstrando um fôlego muito positivo nas bilheterias dos Estados Unidos e fica em terceiro.
Em seu segundo fim de semana em cartaz, o híbrido de live-action e animação arrecadou cerca de US$ 11,3 milhões, registrando uma queda de apenas 27% em relação à sua estreia. O recuo é bastante discreto, considerando que grandes lançamentos costumam perder quase 50% do público na segunda semana, mesmo quando bem recebidos.

Com esse desempenho, o longa-metragem já acumula quase US$ 34 milhões somente no mercado norte-americano. em quarto a estreia de No Limite da Justiça, com US$ 7,4 milhões e fechando o top cinco o terror Sobrenatural: Agora Entre Nós US$ 6,5 milhões.
 
1.(1) Homem-Aranha: Um Novo Dia - $18,0 M

2.(3) A Odisseia - $13,0 M

3.(2) Coyote vs. Acme - $11,3 M

4.(new) No Limite da Justiça - $7,4 M

5.(4) Sobrenatural: Agora Entre Nós - $6,5 M

6.(-) Carros: 20th Aniversario - $6,1 M

7.(6) Buddy - $5,7 M

8.(8) Patrulha Canina: Uma Aventura Dino - $3,3 M    

9.(7) O Fim da Rua - $2,9 M

10.(5) Ponto Sem Retorno - $2,7 M

1.(1) Spider-Man: Brand New Day - $18,0 M

2.(3) The Odyssey - $13,0 M

3.(2) Coyote vs. Acme - $11,3 M

4.(new) By Any Means - $7,4 M

5.(4) Insidious: Out of the Further - $6,5 M

6.(-) Cars: 20th Anniversary - $6,1 M

7.(6) Buddy - $5,7 M

8.(8) PAW Patrol: The Dino Movie - $3,3 M    

9.(7) The End of Oak Street - $2,9 M

10.(5) The Dog Stars - $2,7 M
 

Ops: Lioness Promo do episódio 3x07

Ops: Lioness, "Kiss the Girls" – Enquanto a operação escala para um conflito aberto, Kaitlyn e Westfield coordenam uma busca em larga escala.

» Assista a Special Ops: Lioness aos domingos no Paramount+

» Elenco: Zoe Saldaña, Nicole Kidman, Morgan Freeman, Michael Kelly, Laysla De Oliveira
 

Copa do Mundo Feminina de Basquete: 05/09/26


 



Brasil série A 26ª rodada: 05/09/26


 



Brasil série A Feminino 05/09/26


 



F1 Grande Prêmio da Itália Final 06/09/26

O GP da Itália da Fórmula 1 teve Pierre Gasly na pole, mas o francês aguentou apenas uma volta antes de ser superado por George Russell. O britânico não conseguiu segurar o companheiro de equipe porque não trocou os pneus durante a bandeira amarela e Andrea Kimi Antonelli cruzou a linha de chegada em primeiro.

Gasly conseguiu largar muito bem, mantendo-se à frente de George Russell, enquanto as duas Ferraris se encontraram na primeira curva, com Lewis Hamilton tomando um leve toque do companheiro e perdendo diversas posições. O incidente entre os carros #44 e #16 foi anotado, mas a FIA teve pouco tempo para fazer a investigação, pois na terceira volta, Charles Leclerc acabou batendo com força depois de perder o controle do carro na Parabólica.

A corrida precisou ser parada, com a direção de prova acionando a bandeira vermelha para limpar a pista e restaurar a barreira de proteção. Na relargada, Franco Colapinto conseguiu fazer uma ultrapassagem sobre Max Verstappen, mas na sequência escapou da pista e perdeu diversas posições, caindo para 15º. Gabriel Bortoleto também não conseguiu se manter no top 10, caindo diversas posições.

A McLaren enfrentou dificuldades para imprimir um bom ritmo, com os dois pilotos andando apenas no pelotão intermediário entre os 10 primeiros - inicialmente com Oscar Piastri em quinto e Lando Norris em sétimo. Andrea Kimi Antonelli é quem chamava a atenção, conseguindo se recuperar e ganhar posições.Na 12ª volta, Verstappen assumiu a ponta da corrida, fazendo a ultrapassagem na curva antes da reta principal. Na 17ª, o tetracampeão estava na terceira posição, sem conseguir disputar com as duas Mercedes.

Na 26ª volta, Piastri conseguiu voltar a atacar Hamilton pela quarta posição, enquanto o heptacampeão tentava se recuperar e se manter dentro da janela de um segundo.

Três voltas depois, Lance Stroll foi chamado para também retirar o carro e voltar para a garagem por problemas hidráulicos. Com uma bandeira amarela agitada, Antonelli e Verstappen foram chamados para o box e trocaram os pneus por duros. Norris enfrentou problemas ao longo de toda a prova com o freio, não conseguindo se defender das investidas dos rivais e ficou preso na região da sexta posição. Russell, que não parou durante o virtual safety car, reclamou algumas vezes sobre a condição dos pneus, sem conseguir imprimir ritmo contra Antonelli, que, na 39ª volta, já era o segundo colocado.

A dupla da McLaren conseguiu encontrar um ritmo melhor nas últimas voltas, com Piastri disputando a última posição do pódio ao longo das curvas e Norris conseguindo ultrapassar Hamilton e subir para o quinto. Na 46ª volta, Russell foi avisado que o pneu estava começando a ceder e perder ritmo contra Antonelli. Vale lembrar que o britânico não fez a troca durante a bandeira amarela e, por isso, tinha pneus duros de 44 voltas. Na 49ª volta, Antonelli tentou fazer a ultrapassagem sobre o companheiro de equipe na curva após a reta principal, mas escapou da pista, passando pela brita.

A ultrapassagem foi finalizada na volta 50, com o italiano assumindo a ponta, enquanto Norris e Piastri continuavam disputando mais para trás, com Verstappen conseguindo avançar e se livrar da briga. Antonelli cruzou a linha de chegada em primeiro, com Russell em segundo e Verstappen em terceiro. Norris conseguiu assumir a quarta posição na última volta.
 



sábado, 5 de setembro de 2026

Disney Quais são os próximos filmes live-action confirmados?

O lançamento mais recente foi o remake de Moana,que embora tenha fracassado nas bilheterias, não vai impedir o estúdio de continuar apostando no formato para levar nostalgia aos fãs. 

Mesmo que seja uma estratégia de altos e baixos, algumas produções extrapolaram as expectativas, como foi o caso de Lilo & Stitch (2025) e A Bela e a Fera (2017). Para o futuro, a ideia da casa do Mickey, pelo visto, é continuar investindo nesses remakes, com várias produções já confirmadas vindo aí. 

Para quem quer se preparar para os próximos lançamentos da Disney, veja a lista todos os remakes em live-action que já foram confirmados pelo estúdio e tudo que você precisa saber sobre eles.

1. Lilo & Stitch 2

O sucesso do remake live-action de Lilo & Stitch surpreendeu todo mundo em 2025, logo garantindo uma sequência para a produção. A data de estreia está prevista para 26 de maio de 2028 e contará com retorno do criador da franquia, Chris Sanders, como diretor e roteirista. 

Com poucos detalhes revelados, a grande novidade por enquanto é que a sequência vai apresentar Angel, a namorada de Stitch. A expectativa é que o filme tenha uma história original.

2. Enrolados

Mais um live-action da Disney bastante aguardado é o de Enrolados. Com estreia marcada para 31 de março de 2028 nos cinemas, o remake adapta a amada animação de 2010 sob comando do diretor Michael Gracey. Para dar vida ao casal de protagonistas, os escolhidos foram Teagan Croft e Milo Manheim, que vão interpretar Rapunzel e José Bezerra na trama. A atriz Kathryn Hahn será a intérprete da vilã Mamãe Gothel.

Por enquanto, pouco se sabe sobre o filme, mas ele deve seguir a mesma premissa da animação.

3. Hércules

A Disney também pretende lançar um remake em live-action de Hércules, uma das animações clássicas mais amadas do estúdio. Até o momento, o estúdio não revelou a previsão de estreia, tampouco confirmou o elenco da produção.

Sem muitas novidades a respeito, sabe-se que o diretor Guy Ritchie comandará a produção, com os irmãos Joe e Anthony Russo como produtores. O anúncio veio à tona depois da Disney optar por adaptar a história original da animação em vez de focar no vilão Hades, como a empresa planejava a princípio.

4. Cruella 2

Outro live-action confirmado pela Disney é Cruella 2, sequência do filme de 2021 com Emma Stone. Mas embora tenha sido oficializado há um tempo considerável, pouco se sabe sobre o status atual da produção, que segue em desenvolvimento. 

O motivo para a demora para tirar o projeto do papel pode ter relação com a agenda lotada de Emma Stone, que anda em uma frequência frenética em Hollywood com vários projetos na bagagem. A expectativa inicial era que o filme iniciasse suas filmagens neste ano, mas nada concreto foi divulgado até agora.

Silo O que aconteceu no final da temporada 3?

A terceira temporada de Silo chegou ao fim nesta sexta-feira (4) trazendo algumas revelações bombásticas e deixando outras pontas soltas intrigantes a serem respondidas no futuro. Entre os destaques estão informações sobre a construção dos abrigos subterrâneos e quem está por trás do intenso sistema de controle das pessoas que vivem nos silos. 

Com 10 episódios no total, o terceiro capítulo de Silo causou polêmica entre os fãs por tomar liberdades criativas mais incisivas em relação aos livros do escritor Hugh Howey, que inspiram a produção desde a primeira temporada. 

A mudança também refletiu na estrutura da trama do ano três, cuja narrativa foi dividida em duas linhas temporais: uma no passado, que explorou o que aconteceu antes da construção dos silos, e outra no presente, onde a protagonista Juliette (Rebecca Ferguson) segue com sua jornada para descobrir os segredos escondidos no subterrâneo.

Atenção: esta matéria contém spoilers da terceira temporada de Silo. 

Ao longo da terceira temporada de Silo, acompanhamos Juliette e companhia em busca de respostas a respeito dos abrigos subterrâneos onde vivem, por que eles foram construídos e por que milhares de pessoas ainda estão sendo mantidas ali. A boa notícia para quem não aguentava mais tanto mistério é que os capítulos finais da temporada finalmente começaram a elucidar alguns enigmas voltados ao passado dos silos, especialmente em relação à construção deles. 

À medida que Juliette recupera suas memórias, o clima de rebelião se intensifica na série, e somos bombardeados com algumas revelações sobre o destino do Silo 17, cujos habitantes foram brutalmente massacrados, e o surgimento dos bunkers, que foram financiados por um trilionário antes de uma explosão massiva no planeta. 

Logo no início do capítulo final da temporada, também são reveladas informações sobre o funcionamento interno do Silo 1, principalmente acerca de quem estava por trás do Algoritmo. Essa foi uma das maiores reviravoltas do capítulo, pois, até o momento, os personagens acreditavam que a voz misteriosa que se comunicava com os especialistas de TI não passava de uma inteligência artificial. O episódio revela, porém, que o Algoritmo é controlado por uma força humana. 

Enquanto isso, Juliette e os rebeldes do Silo 18 tentam impedir que o protocolo de Salvaguarda seja acionado e, consequentemente, elimine todos no local. Com a ajuda de Camille (Alexandria Riley), que tenta convencer a voz do Algoritmo a desativar o dispositivo de segurança, os rebeldes conseguem se livrar da morte, encontrando uma chance real de finalmente combater aquilo, ou melhor, quem está obrigando todos a permanecer ali. Juliette ainda revela ter um plano após a voz oferecer um acordo, aceitando-o como uma forma de tentar assumir o controle do Silo 1.
silo apple

No final do episódio, ainda temos mais uma revelação surpreendente: Daniel (Ashley Zuckerman), o congressista que protagoniza a trama do passado ao lado de Helen (Jessica Henwick), está mais vivo do que nunca depois de ter sido mantido em um sono criogênico, acordando com uma nova identidade: Troy. 

Envolvido no projeto de criação dos silos, Daniel/Troy foi forçado a entrar no Silo 1 quando um aparente ataque nanotecnológico praticamente dizimou a Terra. Com suas memórias apagadas, fazendo com que ele não se lembre de seu tempo ao lado de Helen, Daniel assumiu uma nova personalidade, mais empenhado em manter a ordem nos silos, até que uma mensagem deixada pelo Dr. Victor Crnkovich (Matt Craven), que comete suicídio no episódio, o desperta para seu verdadeiro eu. 

Por que os silos foram criados?

A pergunta que não queria calar ao longo de praticamente três temporadas inteira da série da Apple TV finalmente recebeu uma resposta no último episódio: afinal, por que os silos foram criados?

Pelo que a temporada revela na linha temporal do passado, sabe-se que os silos surgiram como uma forma de proteger os humanos de uma catástrofe nanotecnológica, que teria tornado a Terra inóspita. No entanto, tudo indica que o projeto deixou de ter uma função de salvamento, passando a ser usado como uma forma de controlar a população restante que se abrigou nos silos. 

Logo, é como se aquilo que deveria proteger os humanos tivesse se transformado em um mecanismo conspiratório para controlar a população, evitando que todos soubessem o que realmente aconteceu a partir do apagamento das memórias dos sobreviventes. Considerando que muita coisa ainda precisa ser explicada, a quarta temporada, já confirmada pela Apple TV, terá a missão de amarrar essas pontas soltas, concluindo um dos programas mais adorados do streaming da Maçã.

As três temporadas de Silo estão disponíveis na Apple TV. 

Silo O que esperar da temporada 4

O capítulo final da terceira temporada de Silo já está disponível na Apple TV com algumas revelações bombásticas sobre o que está por trás da construção dos abrigos subterrâneos, deixando ainda algumas dúvidas para o futuro. Com o quarto capítulo já confirmado como o último, a missão da série para o próximo ano é finalmente amarrar essas pontas soltas. 

Inspirada nos livros distópicos do escritor Hugh Howey, Silo chegou ao streaming da Maçã em 2023 para narrar a jornada de Juliette (Rebecca Ferguson), uma engenheira que vive debaixo da terra em um abrigo subterrâneo ao lado das 10 mil pessoas sobreviventes de uma catástrofe. 

Na terceira temporada, continuamos acompanhando os desdobramentos das investigações de Juliette, que passa a desconfiar do real propósito dos silos à medida que situações estranhas começam a se desenrolar no local.

Com uma estrutura narrativa dividida entre passado e presente, o capítulo três trouxe algumas respostas sobre o que realmente aconteceu antes da criação dos abrigos, além de mostrar quais eram as reais intenções por trás dessas construções. Mas o que esperar da temporada final?

Atenção: esta matéria contém spoilers da terceira temporada de Silo.
 

 Se você já assistiu ao capítulo final da terceira temporada de Silo, sabe que Juliette recuperou sua memória e assumiu a dianteira para iniciar uma rebelião no Silo 18 ao lado de outros sobreviventes. Em meio à descoberta de que a voz do Algoritmo no Silo 1 não era uma inteligência artificial, mas, sim, um ser humano de verdade, os rebeldes conseguem interromper o protocolo de Salvaguarda que pretendia eliminá-los, firmando um acordo com segundas intenções para, enfim, derrotar a força que controla todos os habitantes dos abrigos. 

Considerando que o episódio termina com Juliette determinada a executar um plano para assumir o controle do Silo 1, enquanto descobrimos que Daniel está vivo com um novo nome, a expectativa para o quarto capítulo da série é que a guerra finalmente se intensifique. Pelo menos, é o que o showrunner Graham Yost prometeu, em entrevista ao Collider. Segundo o produtor, o capítulo final da série vai questionar muitas decisões do passado, com os personagens se perguntando o porquê estão fazendo essas escolhas. 

    “[...] Qual é o porquê? Essa é a grande questão da quarta temporada, e grande parte do final da terceira temporada serve para preparar o terreno, para mostrar que a guerra está chegando”, explicou Yost.

O showrunner ainda antecipou que “ainda há algumas coisas para serem reveladas” até o final de Silo, afirmando que o quarto ano deve surpreender o público com novas reviravoltas. As três temporadas de Silo estão completas na Apple TV. 

Spider-Noir: Revelado por que o Prime Video cancelou a série

Na sexta-feira (4), foi anunciado na surdina que Spider-Noir foi cancelada pela Prime Video após apenas uma temporada. A notícia pegou os fãs de surpresa, pois a série teve críticas sólidas, bons números de audiência e ainda recebeu 11 indicações ao Emmy. Agora, finalmente sabemos o que levou o serviço de streaming da Amazon a tomar essa decisão.

Há um rumor de que o primeiro ano quebrou o teto dos US$ 400 milhões de orçamento com extensas refilmagens. A Amazon não confirma esse valor, mas o Deadline relata que o cancelamento foi uma decisão de custo-benefício. A série registrou bons índices de público, mas não teve a audiência de Off Campus e Reacher, por exemplo.

Aparentemente, só faria sentido para a Amazon continuar com Spider-Noir se ela fosse um dos maiores sucessos da história do Prime Video.

Bem, a boa notícia é que a série conta uma história com início, meio e fim. A equipe criativa, liderada por Oren Uziel e Steve Lightfoot, até tinha planos e acordos encaminhados para retornar para uma 2ª temporada com Nicolas Cage, mas deixaram pouquíssimos ganchos para serem explorados no futuro.

Você ainda pode assistir a todos os 8 episódios de Spider-Noir no Prime Video.

A Odisseia quebra importante recorde


 A Odisseia (2026) quebrou mais um importante recorde.

O longa da Universal se tornou o primeiro filme não pertencente a uma franquia a superar a marca de US$ 1 bilhão na bilheteria internacional — ou seja, sem contar com o principal mercado, que é a América do Norte.

“Desde a sua abertura recorde até este marco histórico, A Odisseia cativou públicos em todo o mundo”, afirmou Veronika Kwan Vandenberg, presidente de distribuição da Universal Pictures International, em comunicado. “Estamos incrivelmente orgulhosos de ter feito parceria com Christopher Nolan, Emma Thomas e todos da Syncopy para compartilhar essa experiência cinematográfica visionária com o público em todos os lugares.”

Em um quadro geral, o longa é o 17º a conseguir o feito, o que por si só já seria digno de nota. Ainda em exibição nos cinemas brasileiros, A Odisseia conta com US$ 1,59 bilhão arrecadado globalmente. A tendência é que o número continue subindo.

No longa, seguimos a história de Odisseu voltando para casa após a Guerra de Troia.

Copa do Mundo Feminina de Basquete: 04/09/26


 




F1 GP da Itália grid de largada

Pierre Gasly, da Alpine, surpreendeu e conquistou a pole position do GP da Itália de Fórmula 1, a primeira da carreira no Campeonato Mundial. Gabriel Bortoleto, brasileiro da Audi, ficou em 11º, mas irá largar em 10º pela punição de grid de Kimi Antonelli, da Mercedes.

George Russell, da Mercedes, e Oscar Piastri, da McLaren, completaram o top para a corrida de domingo em Monza.

Detalhes da corrida Data: amanhã, 10:00

Circuito: Circuito de Monza
 

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Balança comercial registra superávit de US$ 7,4 bi em agosto

A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 7,394 bilhões em agosto, segundo dados divulgados nesta sexta-feira, 4, pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/Mdic). O valor foi alcançado com exportações de US$ 33,158 bilhões e importações de US$ 25,764 bilhões.

Em agosto, as exportações registraram alta de 12,2% na comparação com o mesmo mês de 2025, com crescimento de 11,4% em Agropecuária, que somou US$ 7,388 bilhões; alta de 16,4% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 8,346 bilhões; e, por fim, crescimento de 10,2% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 17,174 bilhões.
As importações subiram 9,2% em agosto ante o mesmo mês de 2025, com alta de 7,4% em Agropecuária, que somou US$ 470 milhões; queda de 41,3% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 1,027 bilhão; e, por fim, crescimento de 13,4% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 24,118 bilhões.

Acumulado de 2026

A balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 55,318 bilhões no ano até agosto. O valor foi alcançado com exportações de US$ 250,855 bilhões e importações de US$ 195,538 bilhões e é 28,2% maior do que no mesmo período de 2025. No acumulado de 2026, comparado ao mesmo período de 2025, as exportações registraram alta de 10,3%, com crescimento de 9,5% em Agropecuária, que somou US$ 57,855 bilhões; alta de 19,6% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 62,137 bilhões; e, por fim, crescimento de 6,6% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 129,410 bilhões.

As importações subiram 6,1% de janeiro a agosto de 2026 ante o mesmo período de 2025, com queda de 12,3% em Agropecuária, que somou US$ 3,658 bilhões; queda de 5,5% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 8,249 bilhões; e, por fim, crescimento de 7,1% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 182,349 bilhões.

Estados Unidos

As exportações de produtos brasileiros para os Estados Unidos subiram 12,1% em agosto de 2026 (somando US$ 3,190 bilhões no mês, ante US$ 2,845 bilhões em agosto de 2025, quando os EUA aplicaram as primeiras tarifas ao Brasil). Pelo lado das importações, houve alta de 1,1% nas compras vindas dos EUA em agosto (totalizando US$ 4,014 bilhões, ante US$ 3,970 bilhões em igual mês do ano passado). Assim, a balança comercial com os EUA resultou em déficit de US$ 824 milhões em agosto. No entanto, no acumulado de janeiro a agosto de 2026, em relação ao mesmo período do ano anterior, as exportações para os Estados Unidos caíram 9,7% e atingiram US$ 24,105 bilhões. As importações recuaram 8,6% e totalizaram US$ 27,316 bilhões. Dessa forma, no período, a balança comercial com os Estados Unidos apresentou déficit de US$ 3,211 bilhões.

China

As exportações de produtos brasileiros para a China caíram 10,9% em agosto de 2026, somando US$ 8,340 bilhões, ante US$ 9,361 bilhões em agosto de 2025. Pelo lado das importações, houve crescimento de 21,3% nas compras vindas da China em agosto, totalizando US$ 6,609 bilhões no mês, ante US$ 5,449 bilhões em igual mês do ano passado. Com isso, o Brasil teve superávit de US$ 1,731 bilhão com o país asiático no oitavo mês deste ano. No período de janeiro a agosto de 2026, em relação a igual período do ano anterior, as vendas para China cresceram 15,0% e atingiram US$ 77,070 bilhões. As importações cresceram 9,5% e totalizaram US$ 51,561 bilhões. Consequentemente, neste período, a balança comercial com a China apresentou superávit de US$ 25,509 bilhões.

União Europeia

As exportações de produtos brasileiros para a União Europeia cresceram 46,4% em agosto deste ano e somaram US$ 5,824 bilhões, ante US$ 3,978 bilhões em agosto de 2025. As importações subiram 11,8% (somando US$ 4,725 bilhões, ante US$ 4,228 bilhões no mesmo mês do ano passado). A balança comercial com este bloco resultou em superávit de US$ 1,100 bilhão em agosto. No período acumulado de janeiro a agosto de 2026, em relação a igual período do ano anterior, as exportações para a União Europeia cresceram 15,0% e atingiram US$ 37,293 bilhões. As importações subiram 2,1% e totalizaram US$ 34,0 bilhões. Consequentemente, no período, a balança comercial com este bloco comercial apresentou superávit de US$ 3,293 bilhões.

Argentina

No caso da Argentina, as exportações caíram 9,6% e somaram US$ 1,479 bilhão. As importações cresceram 6,9% e totalizaram US$ 1,099 bilhão. Logo, a balança comercial com este parceiro comercial apresentou superávit de US$ 380 milhões. Nos oito meses do ano, as vendas para a Argentina caíram 17,5% e atingiram US$ 10,228 bilhões. As importações cresceram 4,2% e chegaram a US$ 8,647 bilhões. Com isto, no período, a balança comercial para este país apresentou saldo positivo de US$ 1,581 bilhão.

Argentina e UE, ao lado da China e dos Estados Unidos, são os principais parceiros comerciais do Brasil.

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 04/09/26

Bitcoin: R$ 410.277,50 Reais e US$ 79.801,35 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,130
Dólar turismo: R$ 5,329
Euro comercial: R$ 5,958
Libra: R$ 6,940

Dólar fecha em alta ante real após dados de emprego nos EUA

O dólar fechou a sexta-feira ‌em alta ante o real após dados do governo dos EUA indicarem geração de postos de trabalho acima do esperado no país em agosto, enquanto no Brasil a disputa pela Presidência seguiu no radar dos investidores.

O dólar à vista fechou a sessão com ganho de 0,50%, a R$5,1296, mas ainda assim encerrou a semana com queda acumulada de 1,28%. No ano, a ⁠divisa acumula baixa de 6,55%. Às 17h09, o dólar futuro para outubro -- atualmente o mais negociado no ‌mercado brasileiro -- subia 0,49% na B3, aos R$5,1565.

Relatório do Departamento do Trabalho dos EUA mostrou que a economia norte-americana criou 162 mil postos de trabalho em agosto, quase três vezes ‌a projeção de 56 mil vagas calculada por economistas ouvidos ‌pela Reuters. A taxa de desemprego no país ficou em 4,1% em agosto, em ⁠linha com o esperado.

Após a divulgação, os rendimentos dos Treasuries ganharam força -- em especial os de curto prazo, em meio às apostas de que o Federal Reserve poderá subir juros no curto prazo. O dólar também ganhou força ao redor do mundo, firmando-se em alta ante boa parte das demais divisas, incluindo o real. Após marcar a cotação mínima de R$5,1018 (-0,05%) às 9h01, logo ‌depois da abertura, o dólar à vista atingiu a máxima de R$5,1400 (+0,70%) às 9h30, após os dados ‌de emprego dos EUA.

No Brasil, ⁠porém, parte das atenções ⁠seguiu voltada para a corrida presidencial. A nova pesquisa do Datafolha, publicada na noite de quinta-feira, mostrou que ⁠o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem ‌46% das intenções de voto na ‌simulação de segundo turno, contra 44% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Os dois estão em empate técnico, já que a margem de erro é de 2 pontos percentuais. O resultado representa uma diminuição numérica da distância entre Lula e Flávio. No levantamento anterior, eles tinham ⁠47% e 43%, respectivamente.

Nos últimos dias, outras pesquisas mostrando o acirramento da disputa pelo Planalto trouxeram um viés de baixa para o dólar. De modo geral, Lula tem sido visto com desconfiança por boa parte do mercado, que enxerga sua reeleição como um empecilho para o controle das contas públicas e, consequentemente, da inflação. ‌Assim, notícias favoráveis a Flávio -- como a redução numérica da distância para Lula -- têm favorecido a queda do dólar ante o real.

Nesta sexta-feira, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson ⁠Fachin, afirmou que a corte dará uma resposta institucional firme e rigorosa sobre a crise por que passa, destacando que não haverá precipitação nem atalhos, mas tampouco omissão.

Essa foi a primeira declaração de Fachin após o embate que tem sido travado entre os ministros do STF André Mendonça e Alexandre de Moraes, em que cada um tem levantado suspeitas sobre o outro.  No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de outubro. Durante a tarde, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) informou que a balança comercial brasileira registrou superávit de US$7,394 bilhões em agosto, com as vendas para os EUA apresentando alta apesar das tarifas.

No exterior, às 17h16 o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,20%, a 99,161.

Ibovespa tem 2ª melhor semana do ano com estrangeiro e cena eleitoral

O Ibovespa fechou praticamente estável nesta sexta-feira, mas assegurou o segundo melhor desempenho ‌semanal do ano com o retorno de estrangeiros e a disputa presidencial no foco.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa terminou com variação negativa de 0,02%, a 185.147,15 pontos, tendo marcado 186.544,81 na máxima e 183.251,93 na mínima do dia. O volume financeiro somou R$25,06 bilhões, em pregão véspera de fim de semana prolongado pelo feriado do Dia da Independência no Brasil na segunda-feira.

Na semana, o Ibovespa acumulou uma valorização de 5,40%, chegando a rondar os 189 mil pontos no melhor momento. No ano, tal desempenho só perde para a alta de 8,53% registrada na semana encerrada em 23 ⁠de janeiro.
Setembro começou com o retorno do capital externo para as ações brasileiras, com os primeiros dois pregões do mês registrando um saldo positivo de R$2,2 ‌bilhões, segundo os dados da B3, o que apoiou um fôlego também embalado pelo "trade eleitoral".

Os índices de Wall Street encerram em baixa após o dado mais forte do payroll
    
Dow Jones: -0,51%, aos 53.414,25 pontos;
S&P 500: -0,38%, aos 7.718,60 pontos;
Nasdaq: +0,29%, aos 26.506,99 pontos.

Na semana: 
Dow Jones recuou 0,27%, 
S&P 500 teve leve alta de 0,09% 
Nasdaq teve ganho de 0,40%.

As bolsas asiáticas fecharam sem sintonia 

Em Tóquio, o índice japonês Nikkei subiu 1,3%, a 65.020.94 pontos.
O índice sul-coreano Kospi esticou seus ganhos com alta de 1,6% em Seul, para 6.687,21 pontos.
Em Hong Kong, o Hang Seng terminou com alta de 1,7%, a 25.650,87 pontos.
Já o Taiex, referencial de Taiwan, subiu 1,5% em Taiwan, para 46.551.13 pontos.

Na China continental, o Xangai Composto caiu 0,3%, aos 3.930,12 pontos, 
Shenzhen Composto cedeu 0,8%, aos 2.492,96 pontos.

Na Austrália, com queda de 0,16% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, para 9.005,90 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,92% em Wellington a 13.974,18 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,85% em Moscou a 2.255,75 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,48% em Bombaim a 76.515,43 pontos.

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda 

Em Londres, o FTSE 100 fechou estável, a 10.831,09 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,17%, a 26.048,38 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 recuou 0,09%, a 8.278,77 pontos. 

Em Milão, o FTSE MIB cedeu 0,28%, a 52.100,43 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,25%, a 20.050,60 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 recuou 0,14%, a 9.388,77 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 04/09/26

Os índices de Wall Street encerram em baixa após o dado mais forte do payroll de agosto reforçar as apostas em uma alta dos juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).
    
Dow Jones: -0,51%, aos 53.414,25 pontos;
    S&P 500: -0,38%, aos 7.718,60 pontos;
    Nasdaq: +0,29%, aos 26.506,99 pontos.

Na semana, o Dow Jones recuou 0,27%, enquanto S&P 500 teve leve alta de 0,09% e o Nasdaq teve ganho de 0,40%.

O relatório de empregos divulgado nesta manhã mostrou um crescimento do emprego nos EUA muito acima das projeções do mercado, reforçando a perspectiva de que o Fed poderá manter ou até aumentar as taxas de juros para conter a inflação.

A economia dos EUA abriu 162 mil vagas de emprego em agosto, segundo relatório divulgado nesta sexta-feira pelo U.S. Bureau of Labor Statistics (BLS). Apesar da robustez do número, a taxa de desemprego permaneceu estável em 4,1%. O resultado ficou bem acima das expectativas do mercado. Economistas projetavam a abertura de 55 mil postos de trabalho.

Na avaliação de Vinicius Flores, gestor de investimentos e sócio da Stratton Capital, o payroll reforça uma economia forte e resiliente que continua crescendo apesar de todos os eventos de volatilidade vivenciados nos Estados Unidos, como as tarifas de Trump e o choque no preço do petróleo causado pela guerra no Irã. 

“Acredito que o dado aumenta as chances de um aumento de 25 pontos-base na taxa de juros norte-americana na reunião de setembro, pois reforça que estamos em uma economia aquecida. Entretanto, o mercado de trabalho já estava estável desde o início do ano e com certeza o principal fator de decisão do Fed para setembro será os dados de inflação (CPI) que serão divulgados na próxima semana”, explica.

Com o dado, o dólar e os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries, ganharam força. Os rendimentos de 2 anos, mais sensíveis à política monetária, atingiram o nível mais alto desde janeiro de 2025. Já os índices operaram em baixa. Apenas os setores de tecnologia, utilities e indústria operaram em alta. Pela ferramenta Fed Watch, do CME Group, a probabilidade de uma alta nos juros em setembro ganhou força, saindo de 50,4% na véspera para 58% nesta sexta-feira.

Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse aos repórteres que os Estados Unidos podem atacar a Montanha Pickaxe, no Irã, muito em breve. A Montanha Pickaxe, localizada perto da instalação de enriquecimento de urânio de Natanz, que sofreu graves danos, é um local fortificado que abriga dois complexos de túneis profundamente enterrados.

O contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para novembro fechou com alta de 0,80%, a US$ 96,28 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 04/09/26

As bolsas asiáticas fecharam sem sintonia após as expectativas de aumento das taxas de juros nos EUA serem reduzidas na véspera por comentários de dirigente do Federal Reserve.

O mercado acionário japonês estancou a sequência de sessões em queda, com ações de tecnologia e fabricantes de componentes eletrônicos ajudando na recuperação em dia de queda dos juros projetados nos títulos japoneses.

Em Tóquio, o índice japonês Nikkei subiu 1,3%, a 65.020.94 pontos. Ganhos expressivos vieram de ações como as da Kioxia (5,4%), SoftBank (11,8%), Taiyo Yuden (6,4%) e Advantest (2,5%).

Ainda assim, o Nikkei recuou 2,08% na semana, uma vez que os preços elevados do petróleo e a recente alta nos rendimentos dos títulos globais pressionaram as ações no período. A Dynamic Map Platform marcou queda de 15,9%, após as ações da fornecedora japonesa de dados de mapas em 3D de alta precisão subirem 83% no último mês.

O índice sul-coreano Kospi esticou seus ganhos com alta de 1,6% em Seul, para 6.687,21 pontos. Avanço das ações de tecnologia ontem em Nova York ajudou a impulsionar a Samsung Electronics e a SK hynix, que fecharam em alta de 2,20% e 3,2%, respectivamente.

Em Hong Kong, o Hang Seng terminou com alta de 1,7%, a 25.650,87 pontos, após quatro quedas seguidas. A Shein continuou em liquidação e cedeu 9,2% no seu quarto dia de negociação no mercado acionário após Oferta Pública Inicial em Hong Kong.

Já o Taiex, referencial de Taiwan, subiu 1,5% em Taiwan, para 46.551.13 pontos.

Na China continental, o Xangai Composto caiu 0,3%, aos 3.930,12 pontos, e o Shenzhen Composto cedeu 0,8%, aos 2.492,96 pontos.

Na Oceania, a bolsa australiana fechou em baixa, com queda de 0,16% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, para 9.005,90 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,92% em Wellington a 13.974,18 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,85% em Moscou a 2.255,75 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,48% em Bombaim a 76.515,43 pontos.

(Com informações da Dow Jones Newswires)

Mercado financeiro Bolsas da Europa: 04/09/26

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda nesta sexta-feira (4) pressionadas pelo payroll dos Estados Unidos bem mais forte que o esperado e por sinais mistos da economia regional.

Enquanto o varejo da zona do euro decepcionou, encomendas à indústria alemã surpreenderam positivamente, em meio ainda à cautela com juros e aos preços elevados de energia.

Em Londres, o FTSE 100 fechou estável, a 10.831,09 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,17%, a 26.048,38 pontos. Em Paris, o CAC 40 recuou 0,09%, a 8.278,77 pontos. Em Milão, o FTSE MIB cedeu 0,28%, a 52.100,43 pontos.

Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,25%, a 20.050,60 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 recuou 0,14%, a 9.388,77 pontos. As cotações são preliminares.

Após os dados divergentes da economia europeia, o BNP Paribas avalia que a persistência do conflito no Oriente Médio, a pressão dos preços de energia e a resiliência da atividade reforçam o argumento por uma alta de 25 pontos-base pelo Banco Central Europeu (BCE) na semana que vem.

Em Frankfurt, Volkswagen saltou quase 6%, ajudando o DAX, após o conselho de supervisão aprovar plano para dobrar os cortes de empregos, a 100 mil, e reduzir pela metade o portfólio de modelos. Analistas do Deutsche Bank classificaram a decisão como uma "grande surpresa" e avanço importante na reestruturação, embora tenham alertado que a execução segue crucial.

Em Milão, bancos operaram no vermelho durante a maior parte do pregão, com Banco BPM (-1,3%) e Banca Mediolanum (-0,63%) fechando em baixa. Intesa Sanpaolo (-0,04%) e Mediobanca (+0,2%) ensaiaram recuperação no fim da sessão.

Em Paris, Dassault Systèmes (-0,4%) e TotalEnergies (-2,4%) recuaram, enquanto Legrand avançou cerca de 3,3%. Em Londres, Experian caiu perto de 4,5%. Anglo American (-0,12%) e Rio Tinto (+0,45%), que aprofundaram queda logo após a divulgação do payroll, que pressionou a cotação de metais, conseguiram se recuperar, ao menos parcialmente, no restante das negociações.

(Com informações da Dow Jones Newswires)

Copa do Mundo Feminina de Basquete: 04/09/26


 



O Rastreador 4ª temporada ganha teaser

A 4ª temporada de O Rastreador (Tracker), série estrelada por Justin Hartley, ganhou seu primeiro trailer. A produção retorna nos Estados Unidos em 4 de outubro, na CBS, com Colter Shaw enfrentando um novo caso no Porto de Los Angeles: o desaparecimento de um pai solteiro que teria sido sequestrado.

A principal novidade da temporada está por trás das câmeras: após três anos de gravações em Vancouver, no Canadá, a série transferiu sua produção para Los Angeles, mudança que também será incorporada à história.

No Brasil, O Rastreador é transmitida pelo Disney+. A nova temporada deve ter 22 episódios e também contará com o retorno de Jensen Ackles como Russell Shaw. A data no Brasil ainda não foi confirmada.
 

Silo 4ª e última temporada primeiro trailer e data de estreia

Apple TV divulgou o primeiro trailer da 4ª temporada e última temporada de Silo, série de ficção científica estrelada por Rebecca Ferguson. A prévia mostra Juliette se preparando para o confronto que deve encerrar os mistérios envolvendo os silos e o mundo exterior. A temporada final estreia em 9 de julho de 2027 na Apple TV.

Baseada nos livros de Hugh Howey, Silo acompanha os últimos sobreviventes da humanidade vivendo em uma gigantesca estrutura subterrânea, onde ninguém sabe por que os silos foram construídos ou o que realmente aconteceu com o mundo do lado de fora. Após o encontro das duas principais tramas no final da 3ª temporada, a última leva de episódios promete finalmente responder as principais perguntas da série.
 

Resident Evil Reboot de Zach Cregger deve ter estreia recorde para a franquia

O reboot de Resident Evil, dirigido por Zach Cregger, tem uma prévia empolgante de bilheteria para a estreia e pode estabelecer um novo recorde para a franquia. Segundo projeções repercutidas pelo Deadline, o filme deve arrecadar cerca de US$ 35 milhões em seu primeiro fim de semana nos Estados Unidos, mas o desempenho das vendas antecipadas e do primeiro dia pode elevar a estimativa para até US$ 50 milhões.

Caso alcance US$ 35 milhões, o novo Resident Evil já terá a maior estreia doméstica da franquia, superando os US$ 26,6 milhões de Resident Evil 4: Recomeço (2010).

O interesse pelo reboot também é impulsionado pelo sucesso de Cregger com A Hora do Mal, que arrecadou US$ 151,5 milhões nos EUA e US$ 270 milhões mundialmente. O filme estrelado por Austin Abrams e Paul Walter Hauser lidera atualmente a preferência do público masculino com menos de 25 anos, mas o principal desafio será conquistar espectadores além dos fãs mais dedicados da franquia.

A nova versão de Resident Evil chega aos cinemas em 17 de setembro.

Star Wars: Com detalhes, filme de Dave Filoni recebe atualização

Os planos para o futuro de Star Wars ainda são nebulosos, mas atualizações recentes garantem que o “filme evento” comandado por Dave Filoni, atual presidente da Lucasfilm, ainda deve acontecer, contrariando os rumores de um possível cancelamento.

Agora, conforme noticiou o Screen Rant, o site Production Weekly informou que o projeto, anunciado com o título provisório de Herdeiro do Império, pode ter recebido sinal verde para iniciar sua produção. Embora não se trate de um anúncio oficial, a atualização pode indicar que a Lucasfilm estaria se preparando para publicar novidades sobre o longa-metragem, que deve ser uma culminação dos eventos do “Mandoverso”.

De acordo ainda com a sinopse compartilhada pelo site: “A história se concentrará na Nova República e encerrará as narrativas interligadas contadas em The Mandalorian, O Livro de Boba Fett, Ahsoka e outras séries do Disney+.”

O projeto, como indica a sinopse compartilhada pelo site, deve encerrar a narrativa interligada entre as séries que estão ambientadas anos após os eventos do Ep. VI: O Retorno de Jedi (1983). Lars Mikkelsen reprisaria o papel do Grão Almirante Thrawn, o vilão central do megaevento, embora detalhes adicionais permaneçam em segredo.

Uma data de lançamento para o filme permanece indefinida até o momento.

Fonte: Screen Rant.

Netflix supera auge da TV paga

A Netflix já reúne mais de 35 milhões de pessoas ativas mensalmente no Brasil em seu plano com anúncios, número que supera com folga o auge da TV por assinatura no país. A modalidade mais barata da plataforma também movimenta centenas de milhões de reais por mês e se tornou uma peça importante da estratégia comercial da empresa.

O dado foi apresentado pela Netflix durante o evento Behind The Streams, realizado na quarta-feira (2), em São Paulo, para o mercado publicitário. Segundo a companhia, cerca de 60% dos novos assinantes brasileiros escolhem atualmente o plano com publicidade. A comparação com a televisão paga ajuda a dimensionar esse alcance. O setor brasileiro atingiu seu pico em 2014, quando chegou a aproximadamente 20 milhões de assinantes. Dados da época mostram que a base chegou a 19,8 milhões em novembro daquele ano.

Os números não representam exatamente a mesma métrica. A Netflix informa 35 milhões de pessoas ativas por mês no plano com anúncios, enquanto a Anatel contabilizava assinaturas ou pontos de TV por assinatura. Ainda assim, a diferença dá uma dimensão da escala alcançada pelo streaming. O público mensalmente ativo da modalidade com publicidade equivale a cerca de 1,8 vez o maior número de assinantes registrado pela TV paga brasileira.

O comportamento desse público também interessa ao mercado publicitário. De acordo com a Netflix, 52% dos usuários do plano com anúncios acessam a plataforma diariamente e o consumo médio chega a 54 horas de conteúdo por mês. A modalidade foi lançada no Brasil em 2022 e se tornou uma alternativa para consumidores que aceitam assistir a publicidade em troca de uma mensalidade menor. O plano atualmente custa R$ 21,90.

O tamanho da audiência também criou uma nova fonte de receita para a Netflix. Em cálculo publicado pela coluna Outro Canal, da Folha, a modalidade pode representar cerca de R$ 547,5 milhões por mês em pagamentos no Brasil, considerando o plano mais barato. O valor é uma estimativa da coluna e se refere à receita das mensalidades. A Netflix ainda recebe dinheiro dos anunciantes que compram espaço dentro do serviço, portanto o faturamento associado ao plano não se limita ao pagamento feito pelos usuários.

A empresa também pretende ampliar a participação da publicidade em seus resultados. Segundo a Netflix, a meta é fazer com que os anúncios respondam por aproximadamente 10% da receita total até 2030. No segundo trimestre de 2026, a companhia registrou US$ 12,56 bilhões em receita global e afirmou que a publicidade estava entre os fatores que contribuíram para o resultado. A estratégia ganha escala fora do Brasil. Globalmente, o plano com anúncios já alcança 250 milhões de pessoas ativas mensalmente, segundo a Netflix, enquanto a companhia prevê levar a modalidade a outros 15 países em 2027.

O movimento aproxima o streaming de uma lógica que durante décadas esteve associada à televisão tradicional: reunir uma grande audiência em uma mesma plataforma e transformar o tempo de consumo em inventário publicitário. A diferença está na possibilidade de combinar esse modelo com uma mensalidade paga pelo próprio espectador.
 

O Mandaloriano e Grogu se passa 10 anos após O Retorno de Jedi

A posição de Din Djarin e Grogu na cronologia de Star Wars sempre pareceu relativamente simples: as aventuras da dupla acontecem depois da queda do Império e muito antes da ascensão da Primeira Ordem. O que nunca esteve tão claro era quanto tempo realmente havia passado dentro desse período.

Essa conta ficou mais interessante depois da estreia de Star Wars: O Mandaloriano e Grogu. O longa dá continuidade à história iniciada em The Mandalorian, mas a Lucasfilm não havia colocado um número preciso na distância temporal entre o começo da série e a aventura nos cinemas.

Agora, Jon Favreau finalmente deu uma resposta. A informação aparece em Star Wars O Mandaloriano e Grogu: O Podcast Oficial, produção de dois episódios lançada nesta quinta-feira (3) no Disney+.

Ao falar sobre o período em que o filme acontece, o diretor e criador de The Mandalorian confirmou que “O Mandaloriano e Grogu se passa cerca de 10 anos após os acontecimentos de O Retorno de Jedi“. E esse número revela um detalhe importante sobre quanto tempo Din Djarin e Grogu já passaram juntos.
Cerca de cinco anos separam o início da série e o filme

Quando The Mandalorian estreou em 2019, sua posição na cronologia foi estabelecida em aproximadamente cinco anos após Star Wars: O Retorno de Jedi (Episódio VI). Esse período da linha do tempo começa depois da derrota do Império e acompanha os primeiros anos da Nova República. Se a primeira temporada acontece cerca de cinco anos depois do Episódio VI e Favreau agora coloca Star Wars: O Mandaloriano e Grogu aproximadamente dez anos depois do mesmo filme, a conta indica que cerca de cinco anos transcorreram dentro do universo de Star Wars entre o começo de The Mandalorian e o longa.

Há, porém, uma diferença importante nessa interpretação. Isso não significa que exista um salto de cinco anos entre o final da terceira temporada e o filme. A declaração de Favreau estabelece a distância entre O Retorno de Jedi e a aventura cinematográfica. Portanto, os cinco anos são uma comparação com o ponto inicial da primeira temporada. O intervalo exato entre o episódio final da terceira temporada e os acontecimentos de O Mandaloriano e Grogu continua sem uma confirmação específica.

O dado também deixa claro que as aventuras exibidas nas três temporadas de The Mandalorian, além dos acontecimentos envolvendo Din e Grogu em O Livro de Boba Fett, cobrem um período maior do que uma simples sequência de acontecimentos ocorridos em poucos meses.

Filme e podcast já estão no Disney+

'Três Horas Para Viver' ganha pôster explosivo


 Diamond Films divulgou um novo pôster de "Três Horas Para Viver", novo longa de ação estrelado por Alan Ritchson ('Reacher'), Owen Wilson ('Marley & Eu') e o brasileiro Rodrigo Santoro ('O Último Azul'). 

A trama do longa acompanha Ritchson e Wilson na pele de Hank Malone e Ben Bishop, respectivamente, dupla encarregada pelo transporte de um órgão essencial para a sobrevivência de uma garotinha de sete anos. No entanto, a missão aparentemente simples passa a ser ameaçada pelo criminoso Damián Zaldívar (Santoro), desencadeando uma corrida contra o relógio para salvar uma vida. 

Além do trio principal, o elenco ainda conta com a presença de diversos outros talentos conhecidos, como Leila George, Kate Box, Peta Sergeant, Goran D. Kleut, Geraldine Hakewill, Salomé Chandler, Jacob Hohua, Thomas Larkin, Cecilia Toussaint e Callie Brutnell.

Com direção de Scott Waugh ('Projeto Extração'), comandada a partir de um roteiro assinado por Miles Hubley e Tommy White, "Três Horas Para Viver" estreia em 8 de outubro no Brasil, exclusivamente nos cinemas.


Angry Birds 3 novo pôster, inspirado em 'Duna'


 "Angry Birds 3: O Filme" divulgou, em suas redes sociais, uma nova arte promocional da animação, inspirada no pôster de "Duna – Parte 3".

A trama de "Angry Birds 3: O Filme" acompanha uma nova fase na vida do rabugento Red, que agora precisa equilibrar os desafios da paternidade enquanto embarca em mais uma missão para salvar o mundo. 

Distribuído pela Paramount Pictures, a direção do novo filme a cargo de John Rice, responsável pelo longa anterior, a partir de um roteiro assinado por Thurop Van Orman ('Hora da Aventura').

O elenco de vozes original conta com o retorno de Jason Sudeikis como Red, Rachel Bloom como Silver e da dupla Danny McBride e Josh Gad, que voltam a interpretar Bomba e Chuck, respectivamente. Já entre os novos nomes estão Walker Scobell ('Percy Jackson e os Olimpianos'), Emma Myers ('Wandinha') e Psalm West, que interpretam Gilder, June e Olly, respectivamente, os filhos do casal de pássaros.

"Angry Birds 3: O Filme" tem estreia marcada para 1º de janeiro de 2027 no Brasil, exclusivamente nos cinemas.


 

Supergirl | Trailer Oficial | HBO Max

Hora de encontrar seu lugar no universo.

Não perca a estreia de Supergirl. Dia 10 de setembro, só aqui na HBO Max!
 

Copa do Brasil: 03/09/26


 



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