O título não veio, ainda, mas a vitória, sim! Kimi Antonelli fez uma corrida tranquila e dominadora e venceu o GP dos Estados Unidos de Fórmula 1.
Charles Leclerc e Max Verstappen completaram o pódio. Gabriel Bortoleto, que largou de 21º, cruzou a linha de chegada em 14º.
Para ser campeão, o italiano precisava que Hamilton fosse 5º ou pior e George Russell 9º ou pior que isso, mas ambos terminaram em 4º e 8º, respectivamente.
domingo, 25 de outubro de 2026
Bilheterias EUA: 23 a 25/10/26
Cara-de-Barro estreou com bons números de bilheteria ao redor do mundo neste fim de semana, ainda que o desempenho inicial tenha ficado levemente abaixo das projeções do mercado. O filme de terror corporal da DC Studios alcançou uma abertura global de US$ 43 milhões, com cerca de US$ 24,0 milhões arrecadados apenas nas salas de cinema dos Estados Unidos.
Analistas do setor apontam que Cara-de-Barro registrou uma trajetória de crescimento constante na venda de ingressos ao longo dos primeiros dias de exibição. Com esse ritmo positivo nas bilheterias, o resultado consolidado que o estúdio divulgará amanhã (26) pode apresentar uma arrecadação ainda maior. Os números iniciais representam uma largada sólida para Cara-de-Barro, que contou com um orçamento de produção estimado em US$ 44 milhões. Para atingir o ponto de equilíbrio financeiro e gerar lucro para a DC Studios, o longa precisa acumular aproximadamente US$ 110 milhões na bilheteria mundial.
Logo atrás o Documentário Biografico Você Pode Ver Tudo. Trinta e quatro dias antes de ser presa, a famosa fundadora do Vale do Silício, Elizabeth Holmes, convida uma equipe de filmagem cética para documentar cada movimento seu, arrecadando US$ 19,5 milhões, na sequência a estreia da animação O Bosque Selvagem as aventuras de Prue McKeel enquanto ela parte para as florestas nos arredores de Portland para encontrar seu irmão sequestrado, US$ 11,0 milhões.
Caindo da liderança para a quarta posição, baseado no icônico videogame Street Fighter arrecadando US$ 8,6 milhões.
A Pescadora Solitária estreia fechando o top cinco, Uma pescadora condenada ao ostracismo contrata o fabricante de cestos local de criar um marido para ela, mas quando sua criação de vime se mostra inesperadamente extraordinária, a presença dele desperta ciúmes e agitação que ameaçam sua pacata vila, com US$ 5,7 milhões.
1.(new) Clayface - $24,0 M
2.(2) You Can See Everything - $19,5 M
3.(new) Wildwood - $11,0 M
4.(1) Street Fighter - $8,6 M
5.(new) Wicker - $5,7 M
6.(3) Other Mommy - $3,8 M
7.(5) Sense and Sensibility - $3,4 M
8.(4) Whalefall - $3,2 M
9.(6) Verity - $3,1 M
10.(7) Resident Evil - $3,0 M 1.(new) Cara-de-Barro - $24,0 M
2.(2) Você Pode Ver Tudo - $19,5 M
3.(new) O Bosque Selvagem - $11,0 M
4.(1) Street Fighter - $8,6 M
5.(new) A Pescadora Solitária - $5,7 M
6.(3) Outra Mamãe - $3,8 M
7.(5) Razão e Sensibilidade - $3,4 M
8.(4) Dentro da Baleia - $3,2 M
9.(6) Verity - $3,1 M
10.(7) Resident Evil - $3,0 M
Analistas do setor apontam que Cara-de-Barro registrou uma trajetória de crescimento constante na venda de ingressos ao longo dos primeiros dias de exibição. Com esse ritmo positivo nas bilheterias, o resultado consolidado que o estúdio divulgará amanhã (26) pode apresentar uma arrecadação ainda maior. Os números iniciais representam uma largada sólida para Cara-de-Barro, que contou com um orçamento de produção estimado em US$ 44 milhões. Para atingir o ponto de equilíbrio financeiro e gerar lucro para a DC Studios, o longa precisa acumular aproximadamente US$ 110 milhões na bilheteria mundial.
Logo atrás o Documentário Biografico Você Pode Ver Tudo. Trinta e quatro dias antes de ser presa, a famosa fundadora do Vale do Silício, Elizabeth Holmes, convida uma equipe de filmagem cética para documentar cada movimento seu, arrecadando US$ 19,5 milhões, na sequência a estreia da animação O Bosque Selvagem as aventuras de Prue McKeel enquanto ela parte para as florestas nos arredores de Portland para encontrar seu irmão sequestrado, US$ 11,0 milhões.
Caindo da liderança para a quarta posição, baseado no icônico videogame Street Fighter arrecadando US$ 8,6 milhões.
A Pescadora Solitária estreia fechando o top cinco, Uma pescadora condenada ao ostracismo contrata o fabricante de cestos local de criar um marido para ela, mas quando sua criação de vime se mostra inesperadamente extraordinária, a presença dele desperta ciúmes e agitação que ameaçam sua pacata vila, com US$ 5,7 milhões.
1.(new) Clayface - $24,0 M
2.(2) You Can See Everything - $19,5 M
3.(new) Wildwood - $11,0 M
4.(1) Street Fighter - $8,6 M
5.(new) Wicker - $5,7 M
6.(3) Other Mommy - $3,8 M
7.(5) Sense and Sensibility - $3,4 M
8.(4) Whalefall - $3,2 M
9.(6) Verity - $3,1 M
10.(7) Resident Evil - $3,0 M 1.(new) Cara-de-Barro - $24,0 M
2.(2) Você Pode Ver Tudo - $19,5 M
3.(new) O Bosque Selvagem - $11,0 M
4.(1) Street Fighter - $8,6 M
5.(new) A Pescadora Solitária - $5,7 M
6.(3) Outra Mamãe - $3,8 M
7.(5) Razão e Sensibilidade - $3,4 M
8.(4) Dentro da Baleia - $3,2 M
9.(6) Verity - $3,1 M
10.(7) Resident Evil - $3,0 M
sábado, 24 de outubro de 2026
FÓRMULA 1: Grande Prêmio dos Estados Unidos Grid de largada
Pole para o líder do campeonato Andrea Kimi Antonelli no GP dos Estados Unidos de Fórmula 1! Mesmo abortando a última tentativa, o italiano que vive seu primeiro 'match point', tirou um coelho da cartola e garantiu a pole.
Max Verstappen e Isack Hadjar completam os três primeiros colocados. Gabriel Bortoleto fez trocas na unidade de potência e, por isso, tem uma punição de 60 posições no grid. O brasileiro larga da última fila, mas se classificou em 14º.
Detalhes da corrida Data: amanhã, 17:00
Circuito: Circuito das Américas
Max Verstappen e Isack Hadjar completam os três primeiros colocados. Gabriel Bortoleto fez trocas na unidade de potência e, por isso, tem uma punição de 60 posições no grid. O brasileiro larga da última fila, mas se classificou em 14º.
Detalhes da corrida Data: amanhã, 17:00
Circuito: Circuito das Américas
sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 23/10/26
Bitcoin: R$ 405.850,50 Reais e US$ 81.279,00 Dólares.
Dólar comercial: R$ 4,993
Dólar turismo: R$ 5,190
Euro comercial: R$ 5,589
Libra: R$ 6,668
Dólar cai abaixo dos R$5 com apostas de vitória de Flávio sobre Lula
Após se manter próximo da estabilidade durante a maior parte da sessão, o dólar fechou a sexta-feira em queda de quase 1% e abaixo dos R$5, com investidores operando sob a perspectiva de vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no próximo domingo, no segundo turno da eleição.
O dólar à vista encerrou com baixa de 0,97%, a R$4,9896. Na semana, a divisa acumulou queda de 1,64% e, no ano, recuo de 9,10%. Às 17h06, o dólar futuro para novembro -- o mais negociado no Brasil -- cedia 1,21% na B3, aos R$5,0010. A moeda norte-americana passou a maior parte do dia oscilando em margens estreitas, com os investidores mantendo posições antes do segundo turno da eleição presidencial.
Ainda que o levantamento do Datafolha divulgado na noite de quinta-feira tenha mostrado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) empatados com 50% dos votos válidos, boa parte do mercado seguiu posicionado para uma vitória de Flávio. A percepção de muitos agentes era de que, apesar do acirramento da disputa nos últimos dias, Flávio se mantém à frente de Lula e haveria pouco tempo para uma virada. Durante a tarde, o dólar perdeu força ante o real e passou a ser negociado abaixo dos R$5, com alguns agentes já antecipando operações sob a perspectiva de vitória de Flávio.
"O mercado está apostando na vitória de Flávio, por mais que seja apertadíssima, e isso já era comentado desde a manhã", disse à tarde o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik. "O mercado sempre tem uma leitura antecipada dos fatos para operar, mas às vezes ele erra também", acrescentou.
Após marcar a cotação máxima de R$5,0565 (+0,36%) às 9h01, logo após a abertura, o dólar à vista atingiu a mínima de R$4,9882 (-1,00%) às 16h53, minutos antes do fechamento. O recuo do dólar na reta final dos negócios esteve em sintonia com o fortalecimento do Ibovespa e a perda de força das taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros). Em segundo plano durante o dia em função da corrida eleitoral, o exterior viu o dólar avançar ante boa parte das demais divisas, incluindo as de países emergentes como o peso chileno e o rand sul-africano.
Às 17h13, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- subia 0,23%, a 101,800.
Ibovespa fecha em alta modesta à espera de resultado de eleição
O Ibovespa fechou em alta nesta sexta-feira, firmando o sinal positivo à tarde, com investidores fazendo as últimas apostas para o segundo turno da eleição presidencial.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,47%, a 205.082,56 pontos. Na máxima do dia, marcou 205.757,04 pontos. Na mínima, registrou 203.428 pontos. Na semana, acumulou decréscimo de 0,17% após os ajustes finais.
O volume financeiro no pregão somou R$45,52 bilhões, mantendo o ritmo forte de um mês com volume médio diário de R$58,11 bilhões até a véspera. O último pregão antes do desfecho da corrida presidencial fechou com um cenário ainda acirrado entre os candidatos para o Palácio do Planalto.
As bolsas dos Estados Unidos fecharam em queda
Dow Jones caiu 1,23% (52.215,16 pontos);
S&P 500 recuou 0,52% (7.623,68 pontos);
Nasdaq teve queda de 0,21% (25.955,34 pontos).
Na semana:
Dow Jones acumulou alta de 0,41%,
S&P 500 recuou 0,47% e o Nasdaq caiu 0,71%.
No Canadá, S&P/TSX Composite baixa de 0,52%, em Toronto a 35.788,18 pontos.
No México, S&P/BMV IPC baixa de 0,01%, na Cidade do México a 69.879,62 pontos.
As bolsas europeias fecharam sem direção única
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,32%, a 10.690,36 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,86%, a 25.152,31 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,36%, a 7.782,82 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,36%, a 48.558,86 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,23%, a 18.957,30 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,07%, a 9.244,62 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta
O índice sul-coreano Kospi subiu 0,30% em Seul, para 5.550,30 pontos.
Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 0,69%, para 23.093,37 pontos.
Já em Tóquio, o Nikkei caiu 0,34%, para 62.693,16 pontos.
Na China continental, alta de 0,89% do Xangai Composto, para 3.690,48 pontos,
e de 2,44% do Shenzhen Composto, para 2.212,99 pontos.
Em Taiwan, o mercado não operou devido a feriado.
Na Austrália, o S&P/ASX 200, teve alta de 0,02% em Sydney a 8.795,20 pontos.
Na Nova Zelândia, o S&P/NZX 50, teve baixa de 0,094% em Wellington a 13.733,93 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,51% em Moscou a 2.466,21 pontos.
Na Índia, o BSE Sensex 30, teve baixa de 0,17% em Bombaim a 73.123,83 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Dólar comercial: R$ 4,993
Dólar turismo: R$ 5,190
Euro comercial: R$ 5,589
Libra: R$ 6,668
Dólar cai abaixo dos R$5 com apostas de vitória de Flávio sobre Lula
Após se manter próximo da estabilidade durante a maior parte da sessão, o dólar fechou a sexta-feira em queda de quase 1% e abaixo dos R$5, com investidores operando sob a perspectiva de vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no próximo domingo, no segundo turno da eleição.
O dólar à vista encerrou com baixa de 0,97%, a R$4,9896. Na semana, a divisa acumulou queda de 1,64% e, no ano, recuo de 9,10%. Às 17h06, o dólar futuro para novembro -- o mais negociado no Brasil -- cedia 1,21% na B3, aos R$5,0010. A moeda norte-americana passou a maior parte do dia oscilando em margens estreitas, com os investidores mantendo posições antes do segundo turno da eleição presidencial.
Ainda que o levantamento do Datafolha divulgado na noite de quinta-feira tenha mostrado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) empatados com 50% dos votos válidos, boa parte do mercado seguiu posicionado para uma vitória de Flávio. A percepção de muitos agentes era de que, apesar do acirramento da disputa nos últimos dias, Flávio se mantém à frente de Lula e haveria pouco tempo para uma virada. Durante a tarde, o dólar perdeu força ante o real e passou a ser negociado abaixo dos R$5, com alguns agentes já antecipando operações sob a perspectiva de vitória de Flávio.
"O mercado está apostando na vitória de Flávio, por mais que seja apertadíssima, e isso já era comentado desde a manhã", disse à tarde o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik. "O mercado sempre tem uma leitura antecipada dos fatos para operar, mas às vezes ele erra também", acrescentou.
Após marcar a cotação máxima de R$5,0565 (+0,36%) às 9h01, logo após a abertura, o dólar à vista atingiu a mínima de R$4,9882 (-1,00%) às 16h53, minutos antes do fechamento. O recuo do dólar na reta final dos negócios esteve em sintonia com o fortalecimento do Ibovespa e a perda de força das taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros). Em segundo plano durante o dia em função da corrida eleitoral, o exterior viu o dólar avançar ante boa parte das demais divisas, incluindo as de países emergentes como o peso chileno e o rand sul-africano.
Às 17h13, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- subia 0,23%, a 101,800.
Ibovespa fecha em alta modesta à espera de resultado de eleição
O Ibovespa fechou em alta nesta sexta-feira, firmando o sinal positivo à tarde, com investidores fazendo as últimas apostas para o segundo turno da eleição presidencial.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,47%, a 205.082,56 pontos. Na máxima do dia, marcou 205.757,04 pontos. Na mínima, registrou 203.428 pontos. Na semana, acumulou decréscimo de 0,17% após os ajustes finais.
O volume financeiro no pregão somou R$45,52 bilhões, mantendo o ritmo forte de um mês com volume médio diário de R$58,11 bilhões até a véspera. O último pregão antes do desfecho da corrida presidencial fechou com um cenário ainda acirrado entre os candidatos para o Palácio do Planalto.
As bolsas dos Estados Unidos fecharam em queda
Dow Jones caiu 1,23% (52.215,16 pontos);
S&P 500 recuou 0,52% (7.623,68 pontos);
Nasdaq teve queda de 0,21% (25.955,34 pontos).
Na semana:
Dow Jones acumulou alta de 0,41%,
S&P 500 recuou 0,47% e o Nasdaq caiu 0,71%.
No Canadá, S&P/TSX Composite baixa de 0,52%, em Toronto a 35.788,18 pontos.
No México, S&P/BMV IPC baixa de 0,01%, na Cidade do México a 69.879,62 pontos.
As bolsas europeias fecharam sem direção única
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,32%, a 10.690,36 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,86%, a 25.152,31 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,36%, a 7.782,82 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,36%, a 48.558,86 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,23%, a 18.957,30 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,07%, a 9.244,62 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta
O índice sul-coreano Kospi subiu 0,30% em Seul, para 5.550,30 pontos.
Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 0,69%, para 23.093,37 pontos.
Já em Tóquio, o Nikkei caiu 0,34%, para 62.693,16 pontos.
Na China continental, alta de 0,89% do Xangai Composto, para 3.690,48 pontos,
e de 2,44% do Shenzhen Composto, para 2.212,99 pontos.
Em Taiwan, o mercado não operou devido a feriado.
Na Austrália, o S&P/ASX 200, teve alta de 0,02% em Sydney a 8.795,20 pontos.
Na Nova Zelândia, o S&P/NZX 50, teve baixa de 0,094% em Wellington a 13.733,93 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,51% em Moscou a 2.466,21 pontos.
Na Índia, o BSE Sensex 30, teve baixa de 0,17% em Bombaim a 73.123,83 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 23/10/26
As bolsas dos Estados Unidos fecharam esta sexta-feira (23) em queda, pressionadas pela alta dos preços do petróleo, em meio à escalada das tensões no Oriente Médio, e pela continuidade das preocupações com os investimentos em inteligência artificial (IA).
O movimento ocorreu após uma semana de perdas nas ações de tecnologia, diante das dúvidas sobre os custos de expansão da infraestrutura de IA e a capacidade das empresas de transformar esses investimentos em receitas e lucros.
Dow Jones caiu 1,23% (52.215,16 pontos);
S&P 500 recuou 0,52% (7.623,68 pontos);
Nasdaq teve queda de 0,21% (25.955,34 pontos).
Na semana, o Dow Jones acumulou alta de 0,41%, enquanto o S&P 500 recuou 0,47% e o Nasdaq caiu 0,71%.
O Nasdaq chegou a ensaiar uma recuperação das perdas recentes no início da sessão, mas voltou a cair. A Meta recuou 0,96%, ampliando as perdas depois de despencar quase 7% na quinta-feira (22), quando investidores reagiram ao aumento das projeções de despesas de capital da companhia. A CoreWeave, empresa de computação em nuvem voltada à inteligência artificial, também perdeu mais de 2%, após cair cerca de 10% na sessão anterior.
A alta do petróleo beneficiou o segmento de energia do S&P 500, que subiu 2,51%. As ações da Chevron avançaram 2,88%, enquanto a ExxonMobil ganhou 2,79%.
As ações da SpaceX subiram 1,89% após notícias de que a empresa de Elon Musk negocia acesso a cerca de 80 mil torres de telefonia. A iniciativa representa mais um movimento da companhia no mercado de telecomunicações. Na contramão, empresas tradicionais do setor registraram perdas. A AT&T caiu 7,94%, enquanto a Verizon recuou 1,26%.
Entre as empresas que divulgaram balanços, a American Express perdeu quase 4%, apesar de apresentar lucro acima das expectativas. Os investidores reagiram ao volume de transações, que ficou abaixo das projeções. Na sua estreia no mercado acionário dos EUA, a Lycia Therapeutics disparou 66%. A companhia de biotecnologia realizou uma oferta pública inicial de ações (IPO) ampliada, com preço definido no limite superior da faixa prevista, arrecadando US$ 317,5 milhões.
O movimento ocorreu após uma semana de perdas nas ações de tecnologia, diante das dúvidas sobre os custos de expansão da infraestrutura de IA e a capacidade das empresas de transformar esses investimentos em receitas e lucros.
Dow Jones caiu 1,23% (52.215,16 pontos);
S&P 500 recuou 0,52% (7.623,68 pontos);
Nasdaq teve queda de 0,21% (25.955,34 pontos).
Na semana, o Dow Jones acumulou alta de 0,41%, enquanto o S&P 500 recuou 0,47% e o Nasdaq caiu 0,71%.
O Nasdaq chegou a ensaiar uma recuperação das perdas recentes no início da sessão, mas voltou a cair. A Meta recuou 0,96%, ampliando as perdas depois de despencar quase 7% na quinta-feira (22), quando investidores reagiram ao aumento das projeções de despesas de capital da companhia. A CoreWeave, empresa de computação em nuvem voltada à inteligência artificial, também perdeu mais de 2%, após cair cerca de 10% na sessão anterior.
A alta do petróleo beneficiou o segmento de energia do S&P 500, que subiu 2,51%. As ações da Chevron avançaram 2,88%, enquanto a ExxonMobil ganhou 2,79%.
As ações da SpaceX subiram 1,89% após notícias de que a empresa de Elon Musk negocia acesso a cerca de 80 mil torres de telefonia. A iniciativa representa mais um movimento da companhia no mercado de telecomunicações. Na contramão, empresas tradicionais do setor registraram perdas. A AT&T caiu 7,94%, enquanto a Verizon recuou 1,26%.
Entre as empresas que divulgaram balanços, a American Express perdeu quase 4%, apesar de apresentar lucro acima das expectativas. Os investidores reagiram ao volume de transações, que ficou abaixo das projeções. Na sua estreia no mercado acionário dos EUA, a Lycia Therapeutics disparou 66%. A companhia de biotecnologia realizou uma oferta pública inicial de ações (IPO) ampliada, com preço definido no limite superior da faixa prevista, arrecadando US$ 317,5 milhões.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 23/10/26
As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta sexta-feira, 23, pressionadas por balanços corporativos e pelo avanço do petróleo, em meio ao temor de nova escalada das tensões no Oriente Médio. Indicadores mistos de atividade, a crise política na França e preocupações com investimentos em inteligência artificial (IA) também pesaram no sentimento dos investidores.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,32%, a 10.690,36 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,86%, a 25.152,31 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,36%, a 7.782,82 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,36%, a 48.558,86 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,23%, a 18.957,30 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,07%, a 9.244,62 pontos. As cotações são preliminares.
O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro caiu a 51,9 em outubro, menor nível em quatro meses. Para a Capital Economics, o dado ainda aponta crescimento resiliente, embora a energia mais cara pressione a indústria. Já o ING vê a França como principal foco de fraqueza na região, após o PMI francês recuar a 48,4, nível que indica contração.
Em Paris, a Kering tombou 16%, após a dona da Gucci registrar queda nas vendas da marca no terceiro trimestre. A Safran recuou 10,3%, apesar de divulgar crescimento de quase 15% na receita e manter suas projeções anuais.
Em Estocolmo, a Volvo Car despencou 23,6%, após reportar retração de quase 50% nas vendas na China e ampliar seu plano de cortes de empregos. Em Frankfurt, SAP (-0,5%) e Mercedes-Benz (-1,6%) foram pressionadas, enquanto, em Londres, a Rolls-Royce caiu 7,2%. No setor de semicondutores, ASML (-1,1%), ASM International (-2,3%) e Infineon (-2,8%) cederam. O subíndice tech no Stoxx 600 caiu 0,9%
Na contramão, petroleiras se beneficiaram do Brent acima de US$ 110 por barril. Eni subiu 6,1% em Milão, enquanto Repsol avançou 4,7% em Madri e Galp ganhou 3,6% em Lisboa, ajudando a sustentar os índices.
Dow Jones Newswires.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,32%, a 10.690,36 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,86%, a 25.152,31 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,36%, a 7.782,82 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,36%, a 48.558,86 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,23%, a 18.957,30 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,07%, a 9.244,62 pontos. As cotações são preliminares.
O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro caiu a 51,9 em outubro, menor nível em quatro meses. Para a Capital Economics, o dado ainda aponta crescimento resiliente, embora a energia mais cara pressione a indústria. Já o ING vê a França como principal foco de fraqueza na região, após o PMI francês recuar a 48,4, nível que indica contração.
Em Paris, a Kering tombou 16%, após a dona da Gucci registrar queda nas vendas da marca no terceiro trimestre. A Safran recuou 10,3%, apesar de divulgar crescimento de quase 15% na receita e manter suas projeções anuais.
Em Estocolmo, a Volvo Car despencou 23,6%, após reportar retração de quase 50% nas vendas na China e ampliar seu plano de cortes de empregos. Em Frankfurt, SAP (-0,5%) e Mercedes-Benz (-1,6%) foram pressionadas, enquanto, em Londres, a Rolls-Royce caiu 7,2%. No setor de semicondutores, ASML (-1,1%), ASM International (-2,3%) e Infineon (-2,8%) cederam. O subíndice tech no Stoxx 600 caiu 0,9%
Na contramão, petroleiras se beneficiaram do Brent acima de US$ 110 por barril. Eni subiu 6,1% em Milão, enquanto Repsol avançou 4,7% em Madri e Galp ganhou 3,6% em Lisboa, ajudando a sustentar os índices.
Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 23/10/26
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira (23), recuperando-se de perdas registradas mais cedo, mas preocupações persistentes com investimentos em inteligência artificial e a alta do petróleo limitaram os ganhos.
O índice sul-coreano Kospi subiu 0,30% em Seul, para 5.550,30 pontos, após chegar a recuar para perto de 5.300 pontos, o menor nível em mais de seis meses. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 0,69%, para 23.093,37 pontos. Já em Tóquio, o Nikkei caiu 0,34%, para 62.693,16 pontos.
Na China continental, o pregão foi positivo, com alta de 0,89% do Xangai Composto, para 3.690,48 pontos, e de 2,44% do Shenzhen Composto, para 2.212,99 pontos. Em Taiwan, o mercado não operou devido a feriado.
Ações ligadas à IA seguem voláteis, com receios de que o custo mais alto de financiamento prejudique investimentos em data centers e chips. Ontem, o Nasdaq recuou 2,6% em Nova York, após balanços da Meta e da Tesla reforçarem esse sentimento.
O avanço do petróleo, sustentado por tensões no Oriente Médio, também restringiu o apetite por risco. No fim da madrugada, o WTI avançava 0,50%, para US$ 100 o barril.
Na Austrália, o S&P/ASX 200, teve alta de 0,02% em Sydney a 8.795,20 pontos.
Na Nova Zelândia, o S&P/NZX 50, teve baixa de 0,094% em Wellington a 13.733,93 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,51% em Moscou a 2.466,21 pontos.
Na Índia, o BSE Sensex 30, teve baixa de 0,17% em Bombaim a 73.123,83 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
O índice sul-coreano Kospi subiu 0,30% em Seul, para 5.550,30 pontos, após chegar a recuar para perto de 5.300 pontos, o menor nível em mais de seis meses. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 0,69%, para 23.093,37 pontos. Já em Tóquio, o Nikkei caiu 0,34%, para 62.693,16 pontos.
Na China continental, o pregão foi positivo, com alta de 0,89% do Xangai Composto, para 3.690,48 pontos, e de 2,44% do Shenzhen Composto, para 2.212,99 pontos. Em Taiwan, o mercado não operou devido a feriado.
Ações ligadas à IA seguem voláteis, com receios de que o custo mais alto de financiamento prejudique investimentos em data centers e chips. Ontem, o Nasdaq recuou 2,6% em Nova York, após balanços da Meta e da Tesla reforçarem esse sentimento.
O avanço do petróleo, sustentado por tensões no Oriente Médio, também restringiu o apetite por risco. No fim da madrugada, o WTI avançava 0,50%, para US$ 100 o barril.
Na Austrália, o S&P/ASX 200, teve alta de 0,02% em Sydney a 8.795,20 pontos.
Na Nova Zelândia, o S&P/NZX 50, teve baixa de 0,094% em Wellington a 13.733,93 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,51% em Moscou a 2.466,21 pontos.
Na Índia, o BSE Sensex 30, teve baixa de 0,17% em Bombaim a 73.123,83 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Ahsoka enfrenta ameaça desconhecida em nova imagem da 2ª temporada
Ahsoka, está recebendo uma nova imagem com a Togruta em ação.
Revelado pela Variety em um relatório inédito, o vislumbre coloca a personagem central interpretada por Rosario Dawson em um cenário desconhecido e diante de uma ameaça não revelada.
Sabemos que, quando o show retornar, veremos a guerreira ainda presa em Peridea, planeta de outra galáxia, enquanto enfrenta o desconhecido em uma aventura que pode estar profundamente ligada aos Deuses de Mortis e segredos do lado místico da saga.
Do outro lado da galáxia, o Grão Almirante Thrawn prepara seu exército para iniciar uma nova guerra em nome do Império, enquanto Hera Syndulla prepara a Nova República para a ameaça que pode mudar o rumo do universo.
Dave Filoni, criador da série, escreveu todos os 8 novos episódios, enquanto o elenco ainda conta com Hayden Christensen (Anakin Skywalker), Natasha Liu Bordizzo (Sabine Wren), Eman Esfandi (Ezra Bridger), Lars Mikkelsen (Grão Almirante Thrawn) e entre outros.
Ahsoka retorna com os episódios de sua 2ª temporada a partir de 20 de janeiro de 2027 no Disney+, contando com um cronograma de lançamento semanal no streaming.
Revelado pela Variety em um relatório inédito, o vislumbre coloca a personagem central interpretada por Rosario Dawson em um cenário desconhecido e diante de uma ameaça não revelada.
Sabemos que, quando o show retornar, veremos a guerreira ainda presa em Peridea, planeta de outra galáxia, enquanto enfrenta o desconhecido em uma aventura que pode estar profundamente ligada aos Deuses de Mortis e segredos do lado místico da saga.
Do outro lado da galáxia, o Grão Almirante Thrawn prepara seu exército para iniciar uma nova guerra em nome do Império, enquanto Hera Syndulla prepara a Nova República para a ameaça que pode mudar o rumo do universo.
Dave Filoni, criador da série, escreveu todos os 8 novos episódios, enquanto o elenco ainda conta com Hayden Christensen (Anakin Skywalker), Natasha Liu Bordizzo (Sabine Wren), Eman Esfandi (Ezra Bridger), Lars Mikkelsen (Grão Almirante Thrawn) e entre outros.
Ahsoka retorna com os episódios de sua 2ª temporada a partir de 20 de janeiro de 2027 no Disney+, contando com um cronograma de lançamento semanal no streaming.
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