quinta-feira, 10 de setembro de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 10/09/26
Dólar comercial: R$ 5,103
Dólar turismo: R$ 5,299
Euro comercial: R$ 5,924
Libra: R$ 6,903
Dólar fecha em baixa, na contramão do exterior, após nova pesquisa eleitoral
O dólar fechou a quinta-feira em baixa após uma nova pesquisa eleitoral mostrar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa pelo Planalto, ainda que em empate técnico. O recuo do dólar ante o real ocorreu na contramão do exterior, onde a moeda norte-americana subiu ante a maior parte das demais divisas.
O dólar à vista encerrou a sessão com queda de 0,20%, a R$5,1013. No ano, a divisa passou a acumular baixa de 7,06%. Às 17h05, o dólar futuro para outubro -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- cedia 0,04% na B3, aos R$5,1260.
O dólar chegou a subir ante o real mais cedo, acompanhando o avanço da moeda norte-americana ante outras divisas no exterior, mas no fim da manhã a divisa perdeu força em meio a especulações no mercado de que uma nova pesquisa mostraria o avanço de Flávio na disputa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Após marcar a máxima de R$5,1472 (+0,70%) às 10h59, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,0824 (-0,57%) às 11h58, antes mesmo da divulgação da pesquisa. Às 14h30 a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg foi finalmente divulgada e mostrou Flávio com 46,4% das intenções de voto em um segundo turno, contra 46,2% de Lula. Ainda que os dois estejam em empate técnico, já que a margem de erro é de 1 ponto percentual, o fato de Flávio estar numericamente à frente de Lula foi bem recebido.
Isso porque Lula ainda é visto com desconfiança por boa parte do mercado, que enxerga sua reeleição como um empecilho para o controle das contas públicas e, consequentemente, da inflação. Assim, notícias favoráveis a Flávio têm favorecido a queda do dólar. No mercado de predição Polymarket, sediado nos Estados Unidos, Flávio também passou a superar Lula, com 53% das apostas de vitória neste fim de tarde, contra 44% do petista.
No exterior, a moeda norte-americana avançou ante a maior parte das demais divisas, em um dia marcado pela disparada dos rendimentos dos Treasuries e pelo avanço do petróleo Brent para acima dos US$107 o barril. Nesta quinta-feira, os houthis, alinhados ao Irã, assumiram o controle do porto iemenita de Mocha, o que representa uma ameaça adicional ao tráfego no Mar Vermelho. Já o tráfego no Estreito de Ormuz permaneceu restrito, devido à intensificação dos ataques a petroleiros na região nos últimos dias.
Ibovespa descola do exterior e fecha em alta com eleição e petróleo sob holofote
O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira, voltando a superar os 188 mil pontos, sustentado principalmente pelas ações de bancos, com nova pesquisa eleitoral corroborando o cenário disputado para a eleição presidencial de outubro.
Os papéis da Petrobras também forneceram um apoio relevante, com o barril do petróleo disparando mais de 6% no mercado internacional, na esteira da escalada de ataques a petroleiros no Oriente Médio.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,42%, a 188.268,59 pontos, tendo marcado 188.538,85 na máxima. Na mínima, no começo do dia, recuou a 184.601,20 pontos. O volume financeiro no pregão somou R$30,94 bilhões.
As ações nos Estados Unidos fecharam em baixa
O S&P 500 recuou 0,58%, encerrando o pregão em 7.591,75 pontos.
O Nasdaq perdeu 0,65%, para 26.081,73 pontos,
Dow Jones Industrial Average caiu 0,60%, para 52.064,10 pontos.
O S&P 500 perdeu 2% nas últimas quatro sessões, sua maior queda em quatro dias desde junho.
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,57%, a 10.608,92 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,69%, a 25.401,23 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,49%, a 8.116,76 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,13%, a 51.807,40 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,09%, a 19.663,38 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,11%, a 9.455,72 pontos.
As bolsas da Ásia encerraram mistas
Na Coreia do Sul, o índice Kospi fechou em baixa de 0,25%, aos 7.033,92 pontos, após alta de 1,4% na véspera.
No Japão, o Nikkei subiu 0,2% em Tóquio, a 65.270,95 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto teve baixa de 0,4%, a 3.934,40 pontos,
Shenzhen composto cedeu 0,95%, a 2.502,04 pontos.
Em Taiwan, o Taiex caiu 0,5%, a 46.940.49 pontos.
Em Hong Kong, o Hang Seng cedeu 1,3%, a 24.954,47 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana terminou em baixa de 1,03%, com o S&P/ASX 200 recuando a 8.819,40 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,78% em Wellington a 13.711,01 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,77% em Moscou a 2.303,99 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,19% em Bombaim a 74.902,59 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 10/09/26
Com as rotas de abastecimento tanto pelo Estreito de Ormuz quanto pelo Mar Vermelho afetadas pela guerra dos EUA e de Israel contra o Irã, o petróleo Brent subiu 6%, para US$107 o barril, agravando as preocupações com a inflação e alimentando as expectativas de que o Fed aumentará as taxas de juros em sua reunião de política monetária na quarta-feira. Os rendimentos dos títulos do Tesouro de 10 anos subiram para o nível mais alto em quase três anos, enquanto os rendimentos dos títulos de 30 anos atingiram o maior nível em mais de 19 anos e os de 2 anos alcançaram o maior nível em mais de dois anos.
"Os rendimentos estão subindo na parte curta da curva porque o Fed provavelmente aumentará as taxas nos próximos meses. Os rendimentos estão subindo na parte longa da curva devido a questões relacionadas à dívida e ao déficit, além da inflação persistente", disse Ross Mayfield, analista de estratégia de investimentos da Baird em Louisville, Kentucky.
"Rendimentos mais altos são um fator negativo para o mercado de ações. Eles reduzem as valorizações e tornam mais caro administrar uma empresa, além de encarecer o custo de vida para os consumidores."
Dados divulgados nesta quinta-feira mostraram que o índice de preços ao produtor (PPI) dos EUA subiu em agosto, em linha com as expectativas, em comparação mensal, em meio a uma recuperação no custo dos produtos energéticos. Os investidores estarão atentos aos dados de preços ao consumidor de agosto, a serem divulgados nesta sexta-feira.
O S&P 500 recuou 0,58%, encerrando o pregão em 7.591,75 pontos.
O Nasdaq perdeu 0,65%, para 26.081,73 pontos, enquanto o Dow Jones Industrial Average caiu 0,60%, para 52.064,10 pontos.
O S&P 500 perdeu 2% nas últimas quatro sessões, sua maior queda em quatro dias desde junho.
Nove dos 11 índices setoriais do S&P 500 registraram baixa, liderados pelo setor de materiais, com queda de 1,45%, seguido por uma perda de 0,91% no setor de tecnologia da informação.
Os operadores agora estimam uma probabilidade de 70% de que o Federal Reserve aumente as taxas de juros em pelo menos 25 pontos-base na próxima semana, ante cerca de 64% antes do relatório desta quinta-feira, segundo a ferramenta CME FedWatch. Após recentes quedas, o S&P 500 está quase 3% abaixo de seu fechamento recorde em 13 de agosto, mas continua com alta de 11% em 2026.
A recente baixa do S&P 500, aliada a uma forte perspectiva de lucros, faz com que o índice de referência seja negociado a 19 vezes os lucros esperados — seu nível mais baixo desde abril de 2025, quando os anúncios de tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump, no "Dia da Libertação", jogaram os mercados globais em uma espiral descendente.
Nas negociações desta quinta-feira, a Macy's tombou 4,7%. A operadora de lojas de departamento, que vem enfrentando dificuldades, elevou suas previsões anuais, mas não o suficiente para impressionar os investidores. A American Eagle Outfitters desabou 14%, atingindo seu nível mais baixo desde outubro, à medida que a fabricante de roupas reiterou sua previsão anual de vendas comparáveis em meio a gastos discricionários instáveis.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 10/09/26
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,57%, a 10.608,92 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,69%, a 25.401,23 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,49%, a 8.116,76 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,13%, a 51.807,40 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,09%, a 19.663,38 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,11%, a 9.455,72 pontos. As cotações são preliminares.
O BCE apontou nesta quinta, em sua decisão que apertou a política monetária em 25 pontos-base, que o conflito entre os EUA e o Irã continua a gerar pressões inflacionárias e que os preços devem permanecer "bem acima" da meta por um período prolongado. Segundo a presidente do BC da zona do euro, Christine Lagarde, a decisão foi unânime e "muito fácil", com os dirigentes concordando sobre os perigos da alta da inflação. O BCE ainda revisou para cima sua projeção de inflação para os próximos dois anos.
A Capital Economics avalia que a decisão teve viés mais hawkish do que o esperado e reforçou a perspectiva de uma nova alta de juros ainda este ano. Fontes da Bloomberg apontam que as autoridades observam um aumento possível já no próximo mês. As ações de tecnologia apresentaram maior recuo hoje, com o índice do setor caindo 1,79%. A mineradora de cobre e prata Antofagasta cedeu mais de 5% com possível recuo dos EUA em novas tarifas.
Já a Associated British Food tombou quase% em Londres após o grupo anunciar que planeja lançar um serviço de entrega em domicílio no Reino Unido, quatro anos após sua estreia no comércio eletrônico. Na ponta positiva, as ações de energia europeias operaram em alta, à medida que o Brent ultrapassou US$ 105 por barril. A britânica BP ganhou 1,2%, a espanhola Repsol subiu 0,38% e a francesa TotalEnergies teve alta de 0,22%.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 10/09/26
Na Coreia do Sul, o índice Kospi fechou em baixa de 0,25%, aos 7.033,92 pontos, após alta de 1,4% na véspera. As ações da SK hynix caíram 0,16% e as da Samsung Electronics perderam 0,19%.
Em relatório divulgado nesta quinta-feira, o BC sul-coreano afirmou que aumento nos investimentos em fundos negociados em bolsa (ETFs) alavancados, vinculados a gigantes da tecnologia, provocou volatilidade significativa no mercado de ações doméstico. O BC salientou que decidirá o momento e o ritmo de aumentos adicionais das taxas de juros, ao mesmo tempo em que monitora atentamente a inflação, a evolução da economia e as condições de estabilidade financeira.
A HD Hyundai Heavy Industries planeja investir cerca de US$ 800 milhões em negócios de motores de energia e pequenos reatores para atender à crescente demanda por eletricidade de centros de dados de inteligência artificial. As ações da empresa cederam 3,8% na Coreia do Sul.
No Japão, o Nikkei subiu 0,2% em Tóquio, a 65.270,95 pontos. A Albis marcou alta de 23%. A AirTrip ganhou 19% e a Dynamic Map Platform avançou 14%.
O Banco do Japão continuará a aumentar sua taxa básica de juros para garantir que a tendência de alta dos preços não ultrapasse 2%, afirmou o membro do conselho Kazuyuki Masu, em comentários que corroboram as expectativas generalizadas de que o banco aumentará os custos de empréstimo na próxima semana.
Na China continental, o Xangai Composto teve baixa de 0,4%, a 3.934,40 pontos, e o Shenzhen composto cedeu 0,95%, a 2.502,04 pontos. Em Taiwan, o Taiex caiu 0,5%, a 46.940.49 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng cedeu 1,3%, a 24.954,47 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana terminou em baixa de 1,03%, com o S&P/ASX 200 recuando a 8.819,40 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,78% em Wellington a 13.711,01 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,77% em Moscou a 2.303,99 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,19% em Bombaim a 74.902,59 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Avatar: Os Sete Refúgios | Trailer Oficial
E agora ela e sua irmã gêmea precisam descobrir de onde vieram enquanto inimigos humanos e espirituais as caçam.
Depois de uma catástrofe global, uma jovem Mestre da Terra descobre que ela é a Avatar depois de Korra. Vista como uma precursora da destruição, ela foge com sua irmã gêmea pelos Sete Abrigos, caçada por mortais e espíritos.
Estrelas: Dee Bradley Baker, Darren Barnet, Dianne Doan.
Avatar Os Sete Refúgios estreia 9 de outubro, só no meu app!
Profundezas | Trailer oficial e pôster
Tem alguma coisa na água. Josh Hartnett, Charlie Heaton e Mackenzie Davis estrelam "Profundezas", o novo thriller de suspense ambientado na costa de Terra Nova, no Canadá.
Quando uma criatura marinha misteriosa começa a aterrorizar uma cidade costeira, um pescador precisa lutar para proteger a família e sua comunidade.
Estreia em 8 de outubro, só na Netflix.
American Horror Story: 13 | Official Trailer
*American Horror Story* (FX), o fenômeno global que conquistou mais de 100 indicações ao Emmy desde sua estreia em 2011, retorna para uma 13ª temporada inigualável, que fará jus ao número mais temido de todos. Reunindo um elenco estelar, com muitos atores reprisando papéis favoritos dos fãs, *AHS: 13* dá continuidade ao legado de décadas da antologia, que já soma mais de 700 milhões de horas de streaming em todo o mundo e conquistou uma legião de fãs dedicados.
Criada e produzida por Ryan Murphy e Brad Falchuk, *American Horror Story* redefiniu o gênero com temporadas que apresentaram uma casa de assassinatos sinistra, um coven de bruxas, um circo de horrores itinerante, um hotel mal-assombrado e o próprio apocalipse.
Quais horrores icônicos retornarão para assombrar os corredores da 13ª temporada e que novos terrores nos aguardam? Acenda suas velas, desenhe seus pentagramas e prepare-se para uma surpresa suprema.
*American Horror Story* é uma franquia premiada, pioneira no formato moderno de minisséries e a série de uma hora de duração há mais tempo em exibição na história do FX. A série é produzida pela 20th Television.
O calendário completo de American Horror Story: 13 já está definido e termina em 30 de outubro, às 1:00 da manhã, pouco antes do Halloween.
Dentro Da Baleia | Trailer Oficial Dublado
Segue um mergulhador que, enquanto procura os restos mortais de seu pai, é engolido por um cachalote de 80 pés e 60 toneladas e tem apenas uma hora para sair antes que seu oxigênio acabe.
Dentro Da Baleia, com Austin Abrams e Josh Brolin, em 15 de outubro nos cinemas.
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 09/09/26
Dólar comercial: R$ 5,112
Dólar turismo: R$ 5,310
Euro comercial: R$ 5,945
Libra: R$ 6,923
Dólar fecha em alta no Brasil com acirramento das tensões no Oriente Médio
O dólar fechou a quarta-feira em alta ante o real, em uma sessão marcada pelo acirramento da guerra no Oriente Médio, enquanto no Brasil os investidores estiveram atentos aos desdobramentos da crise no Supremo Tribunal Federal (STF).
O dólar à vista encerrou a sessão com alta de 0,44%, a R$5,1114. No ano, a divisa passou a acumular queda de 6,88%. Às 17h09, o dólar futuro para outubro -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- subia 0,43% na B3, aos R$5,1350.
O dólar havia cedido ante o real em cinco das seis sessões anteriores, influenciado pelo avanço do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas pesquisas eleitorais mais recentes, ainda que ele permaneça em empate técnico com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pelo Planalto. Por trás do movimento está a percepção de parte do mercado de que a saída de Lula da Presidência seria um fator favorável ao ajuste fiscal.
Nesta quarta-feira, no entanto, o dia foi de certa recomposição de posições em dólar após os recuos mais recentes.
Pela manhã, o ministro do STF Flávio Dino determinou a reintegração de Andrei Passos Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal, um dia após o colega da corte, André Mendonça, ter ordenado o afastamento dele do cargo. Leandro Almada, diretor de Inteligência da PF afastado por Mendonça, também foi reintegrado.
Mendonça está no centro de uma disputa com o ministro do STF Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito do Banco Master. Moraes, por sua vez, é um dos principais alvos de Flávio na disputa eleitoral com Lula.
No exterior, as atenções se voltaram novamente para o Oriente Médio. O Irã informou nesta quarta-feira ter atacado dez navios no Estreito de Ormuz, depois que os EUA afundaram cinco petroleiros iranianos. Já o presidente norte-americano, Donald Trump, opinou que a guerra com o Irã irá terminar apenas depois das eleições norte-americanas de novembro, já que Teerã estaria tentando influenciar a votação.
Neste cenário, o petróleo Brent superou os US$100 o barril e os rendimentos dos Treasuries avançaram, em meio às preocupações com o efeito inflacionário da guerra. Nos mercados de moedas, o dólar ganhou força ante o real e outras divisas de países emergentes, como o rand sul-africano, a rupia indiana e o peso chileno.
"Novos ataques no Golfo Pérsico levam o petróleo para cima com força, reacendendo o temor de pressão inflacionária global às vésperas de decisões de política monetária na zona do euro, no Japão e nos EUA", disse Vitor Kayo, economista sênior da Nomad, em comentário escrito.
"Parte do movimento (do dólar) também reflete um ajuste técnico depois da forte queda recente da moeda americana por aqui. A proximidade das eleições no Brasil segue no radar dos investidores como fonte de incerteza, o que ajuda a conter um avanço ainda maior do dólar", acrescentou.
No fim da manhã, sem efeito nas cotações, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 1º de outubro. À tarde, o BC informou que o Brasil teve fluxo cambial total negativo de US$6,693 bilhões em setembro até o dia 4.
Às 17h16, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,05%, a 98,829.
Ibovespa fecha em queda com exterior
O Ibovespa fechou em queda nesta quarta-feira, contaminado pelo viés mais negativo no exterior, com o barril do petróleo superando os US$100.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,93%, a 185.629,04 pontos, tendo marcado 187.362,44 na máxima e 184.810,27 na mínima do dia. O volume financeiro no pregão somou R$26,7 bilhões.
As bolsas dos Estados Unidos fecharam em queda
Dow Jones caiu 0,77% (52.380,66 pontos);
S&P 500 recuou 0,48% (7.636,36 pontos);
Nasdaq teve queda de 0,64% (26.253,34 pontos).
As bolsas europeias fecharam em queda
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 1,31%, a 10.670,06 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 1,74%, a 25.554,28 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 1,94%, a 8.156,67 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,58%, a 51.875,24 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,53%, a 19.691,33 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,38%, a 9.445,17 pontos.
As bolsas da Ásia encerraram sem coesão
No Japão, o Nikkei perdeu 0,2% em Tóquio, a 65.142,78 pontos.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi fechou em alta de 1,4%, a 7.051,64 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto teve alta de 0,28%, a 3.951,51 pontos,
e o Shenzhen composto ficou estável, em 2.526,15 pontos.
Em Taiwan, o Taiex ganhou 0,2%, a 47.183,36 pontos.
Em Hong Kong, o Hang Seng cedeu 0,2%, a 25.274,96 pontos.
Na Austrália terminou em baixa de 0,11%, com o S&P/ASX 200 recuando a 8.911,40 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,19% em Wellington a 13.819,43 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,40% em Moscou a 2.265,08 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 1,08% em Bombaim a 74.764,23 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 09/09/26
As bolsas dos Estados Unidos fecharam esta quarta-feira (9) em queda, pressionadas pelo avanço do petróleo Brent acima de US$ 100 pela primeira vez desde julho e pelo aumento dos rendimentos dos Treasuries, que reforçaram temores inflacionários.
O movimento ocorre em meio à escalada do conflito entre EUA e Irã. Com isso, o petróleo Brent subiu 3,36%, a US$ 101,21 o barril, maior nível desde julho. O rendimento do Treasury de 10 anos atingiu o maior nível desde o final de 2023, após decepção com o programa de recompra de títulos do Tesouro. O juro de curto prazo, de 2 anos, também avançou.
A alta do petróleo e dos juros alimentaram a expectativa de que o Federal Reserve (Fed) possa elevar os juros em sua próxima reunião, com traders precificando 60% de chance de alta, conforme mostrou a Valor Econômico.
Dow Jones caiu 0,77% (52.380,66 pontos);
S&P 500 recuou 0,48% (7.636,36 pontos);
Nasdaq teve queda de 0,64% (26.253,34 pontos).
A Apple recuou 1,17% antes do evento de lançamento do iPhone, conduzido pela nova CEO. Já Intel e Qualcomm avançaram 9,05% e 3,17%, respectivamente, após fecharem acordos com a Amazon para o desenvolvimento de chips de inteligência artificial (IA). A Tesla subiu 3,98%, enquanto a Nvidia caiu 2,01%. Com isso, o setor de energia subiu nos EUA, com ganho de 1,1%. Na outra ponta, os setores industrial e de consumo caíram 1,5% e 1,4%, respectivamente.
Duna: Parte 3 ganha datas para sessões antecipadas e início de pré-venda de ingressos
Os brasileiros vão poder garantir seus lugares nas salas IMAX e PLF a partir de amanhã, dia 10 de setembro. A grande notícia é que receberemos por aqui também as sessões antecipadas, e é justamente para elas que os ingressos serão vendidos neste primeiro momento.
Duna: Parte 3 só estreia oficialmente em 17 de dezembro, mas o público brasileiro vai poder assistir a partir do dia 15 de dezembro.
A pré-venda para as salas PLF de Doutor Destino, vale destacar, começa no dia 15 de setembro.
Ambientado 17 anos após os eventos do segundo filme, Duna: Parte 3 conta a história de como Paul Atreides se consolidou como um tirano.
The Mosquito Bowl | Teaser oficial
Estrelado por Nicholas Galitzine, Bill Skarsgård, Ray Nicholson e Tom Francis.
Estreia em 25 de novembro, só na Netflix.
Carrie: A Estranha – Trailer Oficial
Carrie: A Estranha, nova série de Mike Flanagan, baseada no icônico romance de estreia de Stephen King.
Chega dia 7 de outubro ao Prime Video.
'Digger' ganhou trailer final
Na trama, Cruise interpreta Digger Rockwell, um poderoso industrialista que entra em uma missão frenética para se provar como salvador da humanidade ao tentar reverter um desastre ambiental global causado por suas próprias empresas.
O elenco ainda conta com a presença de diversos outros talentos conhecidos, como Jesse Plemons, Sandra Hüller, Riz Ahmed, John Goodman, Robert John Burke e Emma D’Arcy.
“Digger” estreia em 1º de outubro no Brasil, exclusivamente nos cinemas.
Ancelotti convoca Seleção com várias novidades
Dos três goleiros convocados, nenhum jogou a Copa: Hugo Souza (Corinthians), Pedro Morisco (Coritiba) e Otávio (Cruzeiro). A conta das novidades não inclui o lateral Wesley, que estava na convocação original para o torneio, mas acabou cortado por lesão.
Ancelotti também promoveu o retorno de jogadores que estiveram em listas anteriores à Copa do Mundo, mas não foram ao torneio. São os casos de Hugo Souza, Vitor Reis, Andrey Santos, Estêvão e João Pedro, além de Pedro e Lino. O Brasil inicia a Data FIFA com dois jogos contra a Austrália, na casa da adversária, em 25 e 29 de setembro. Ambos serão às 7h (horário de Brasília). Na sequência, a Seleção visita a Índia em 3 de outubro, às 9h (de Brasília).
Na contramão das novidades, há 10 remanescentes da convocação para a Copa do Mundo: Douglas Santos, Wesley, Gabriel Magalhães, Marquinhos, Bruno Guimarães, Danilo Santos, Endrick, Raphinha, Rayan e Vinícius Júnior.
Convocados do Brasil para amistosos contra Austrália e Índia
Goleiros:
• Otávio (Cruzeiro)
• Hugo Souza (Corinthians)
• Pedro Morisco (Coritiba)
Laterais:
• Douglas Santos (Zenit)
• Matheuzinho (Corinthians)
• Mauro Júnior (PSV)
• Wesley (Roma)
Zagueiros:
• Arthur Dias (Athletico-PR)
• Gabriel Magalhães (Arsenal)
• Jair Cunha (Nottingham Forest)
• Marquinhos (PSG)
• Vitor Reis (Manchester City)
Meias:
• Andrey Santos (Manchester United)
• Breno Bidon (Corinthians)
• Bruno Guimarães (Arsenal)
• Danilo Santos (Botafogo)
• Douglas Luiz (Juventus)
• Gabriel Bontempo (Santos)
Atacantes:
• Endrick (Real Madrid)
• Estêvão (Chelsea)
• João Pedro (Chelsea)
• Pedro (Flamengo)
• Raphinha (Barcelona)
• Rayan (Bournemouth)
• Samuel Lino (Flamengo)
• Vinícius Júnior (Real Madrid)
26 CONVOCADOS! 🇧🇷
— brasil (@CBF_Futebol) September 9, 2026
A Seleção está pronta para novos desafios: dois jogos contra a Austrália e o primeiro confronto da história contra a Índia.
25/09 | Austrália
29/09 | Austrália
03/10 | Índia
ISSO É BRASIL! 🇧🇷#BateNoPeito pic.twitter.com/Yht5SuOHjr
Cinemas Os lançamentos da semana: 10 a 16/09/26
Vale destacar que os demais filmes que chegam ao país têm um número de salas reduzidas e, por essa razão, devem chegar apenas às principais capitais.
Lembrando que as estreias da semana nos cinemas estão sempre sujeitas a alterações e os filmes previstos para a exibição podem mudar dependendo do dia.
Código: Vingança
Título original: Mutiny
Distribuição: Paris
País: Reino Unido, Estados Unidos
Gênero: ação, suspense
Duração: 95 minutos
Classificação: 16 anos
Direção: Jean-François Richet
Elenco: Jason Statham, Annabelle Wallis, Adrian Lester
Sinopse
Após testemunhar o assassinato de seu chefe bilionário e ser injustamente incriminado pelo crime, Cole Reed embarca em um navio cargueiro em uma cruzada solitária para vingar a morte do chefe. No entanto, à medida que avança em sua missão, ele descobre que está no centro de uma perigosa conspiração internacional.
Da magia à sedução: Feitiço de amor
Título original: Practical magic 2
Distribuição: Warner
País: Estados Unidos
Gênero: romance
Classificação: 12 anos
Direção: Susanne Bier
Elenco: Nicole Kidman, Sandra Bullock, Joey King
Sinopse
O tempo passou, mas Sally e Gillian ainda são assombradas pela maldição do clã Owen: todos que amam acabam morrendo. Agora, as duas devem confrontar poderes que ameaçam acabar com sua família de uma vez por todas.
A maravilhosa árvore encantada
Título original: The magic faraway tree
Distribuição: Diamond
País: Reino Unido
Gênero: aventura, fantasia
Duração: 110 minutos
Classificação: 6 anos
Direção: Ben Gregor
Elenco: Andrew Garfield, Claire Foy, Rebecca Ferguson
Sinopse
Uma família se muda para o campo em busca de recomeço e uma nova oportunidade de conexão entre pais e filhos. Sem wi-fi e longe das telas, as crianças passam a explorar o mundo ao seu redor e descobrem algo extraordinário: uma árvore mágica que os leva a mundos fantásticos.
Espermagedom
Título original: Spermageddon
Distribuição: Clube Filmes
País: Noruega
Gênero: animação
Duração: 80 minutos
Classificação: 18 anos
Direção: Rasmus A. Sivertsen, Tommy Wirkola
Sinopse
Enquanto dois adolescentes tímidos, Jean e Lisa, estão tendo sua primeira experiência sexual, Sêmerson, o espermatozoide, parte com seus companheiros em direção ao grande objetivo: alcançar o óvulo.
Viva Marília
Distribuição: Mapa Filmes/Bretz Filmes
País: Brasil
Gênero: documentário
Duração: 87 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Zelito Viana
Sinopse
A partir de entrevistas, cenas de filmes, novelas, espetáculos, programas de televisão, fotografias e registros raros de seu acervo, o documentário recupera a trajetória de Marília Pêra, que fez da profissão uma forma de existência.
Oasis: Don't look back in anger
Título original: Oasis: Don't look back in anger
Distribuição: Disney
País: Reino Unido
Gênero: documentário, show
Classificação: 12 anos
Direção: Dylan Southern, Will Lovelace
Sinopse
Registro da Oasis Live ‘25, turnê que reuniu os irmãos Liam e Noel Gallagher nos palcos novamente.
PRK-30 - O rádio pelo avesso
Distribuição: Urca Filmes
País: Brasil
Gênero: documentário
Duração: 76 minutos
Classificação: 12 anos
Direção: Eduardo Albergaria
Sinopse
Documentário que resgata a história do icônico programa humorístico de rádio brasileiro PRK-30, sucesso por duas décadas a partir de 1944. O programa era uma paródia sobre os costumes da época e os clichês das próprias emissoras, transformando o cotidiano através de imitações, radionovelas e quadros musicais.















































