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quarta-feira, 17 de junho de 2026

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 17/06/26

Bitcoin: R$ 329.286,00 Reais e US$ 64.296,00 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,1076
Dólar turismo: R$ 5,3010
Euro comercial: R$ 5,870
Libra: R$ 6,822

Dólar fecha em alta no Brasil após Fed indicar possível alta de juros em 2026

O dólar fechou ‌a quarta-feira em alta ante o real, acompanhando o fortalecimento da moeda norte-americana ante as demais divisas no exterior, após o Federal Reserve não alterar sua taxa de juros, mas indicar que um aumento pode ocorrer ainda em 2026.

O dólar à vista fechou o dia com alta de 0,41%, aos R$5,1104. No acumulado ⁠do ano, a divisa passou a acumular queda de 6,90% ante o real.  Às 17h03, ‌o dólar futuro para julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 0,36% na B3, aos R$5,1245.

Até a decisão do Fed, anunciada às 15h00, ‌o dólar exibiu perdas ante o real e outras ‌divisas da América Latina, como o peso chileno, o sol peruano ⁠e o peso mexicano. O ambiente mudou após o Fed manter a taxa de referência na faixa de 3,50% a 3,75%, como era largamente esperado, mas indicar que espera por um aumento ainda este ano. A perspectiva de juros mais altos nos EUA deu força aos rendimentos dos Treasuries e ao dólar ante todas as ‌demais divisas, incluindo o real.

"Na primeira reunião sob a gestão de Kevin Warsh, o ‌Fed não trouxe surpresas: manteve ⁠os juros inalterados, ⁠em um patamar que ainda pressiona a atividade econômica, mas reflete a cautela do novo presidente ⁠diante das incertezas geradas pelo conflito ‌no Oriente Médio", destacou Edson ‌Mendes, sócio-fundador da Private Investimentos, em referência ao fato de esta decisão ser a primeira com Warsh como chair do Fed.

"No curto prazo, a decisão tende a reforçar o dólar frente às moedas emergentes e pode continuar ⁠reduzindo o fluxo de capitais para esses mercados", acrescentou. Após atingir a cotação mínima de R$5,0511 (-0,75%) às 14h59 -- 1 minuto antes do anúncio do Fed -- o dólar à vista marcou a máxima de R$5,1225 (+0,65%) às 16h38, já após a decisão e à coletiva de imprensa de Warsh.

Agora, ‌investidores aguardam pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central sobre a taxa básica Selic, hoje em 14,50% ao ano, após as 18h30. Ainda ⁠que boa parte do mercado espere por novo corte de 25 pontos-base da Selic, os agentes estarão atentos ao comunicado, em busca de pistas sobre a decisão seguinte, em agosto.

O diferencial de juros entre Brasil e outros países -- como EUA e Japão, cujas taxas estão em níveis bem menores -- vinha sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, o que conduziu as cotações do dólar a patamares mais baixos ante o real nos últimos meses. No fim da manhã, o Banco Central vendeu 60.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de julho. À tarde, o BC informou que o Brasil registrou fluxo cambial total positivo de US$4,130 bilhões em junho até dia 12.

Ibovespa fecha em queda após Fed sinalizar alta de juros neste ano

O Ibovespa fechou em queda nesta quarta-feira, perdendo fôlego ‌após projeções de autoridades do banco central norte-americano apontarem uma alta na taxa de juros da maior economia do mundo ainda neste ano.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,7%, a 168.453,93 pontos, renovando mínima de fechamento desde janeiro. Durante a sessão, chegou a 167.915,71 pontos na mínima, após avançar a 171.878,23 pontos na máxima. O volume financeiro somou R$68,79 bilhões, em pregão também marcado pelo vencimento de opções sobre o Ibovespa e do contrato futuro do índice.

Bolsas de NY fecham em queda de cerca de 1%, após decisão do Fed e incertezas sobre EUA-Irã

As bolsas de Nova York fecharam em forte queda nesta quarta-feira, pressionadas pela manutenção de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e retirada de orientação futura na primeira decisão sob comando de Kevin Warsh. Ainda, relatos divergentes sobre o acordo entre EUA e Irã retomam temores sobre a fragilidade do acordo.

O Dow Jones fechou em queda de 0,98%, aos 51.492,55 pontos. O S&P 500 perdeu 1,21%, nos 7.420,10 pontos. E o Nasdaq recuou 1,34%, encerrando em 26.021,66 pontos. 

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,14%, a 10.508,61 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,08%, a 24.931,55 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,20%, a 8.430,79 pontos. 

Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,31%, a 52.595,23 pontos. 
Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,20%, a 19.392,90 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,76%, a 9.090,72 pontos. 

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira (17)

Sul-coreano Kospi avançou 1,58% em Seul, para o novo patamar inédito de 8.864,24 pontos, 
Nikkei subiu 0,72% em Tóquio, a 69.902,25 pontos, também em nível recorde.
Taiex teve ligeiro ganho de 0,15% em Taiwan, a 45.877,39 pontos, 
Hang Seng caiu 0,74% em Hong Kong, a 24.312,16 pontos.

Na China continental, o Shanghai Composto avançou 0,40%, a 4.108,08 pontos, 
e o menos abrangente Shenzhen Composto subiu 0,73%, a 2.838,35 pontos.

Na Austrália também, com alta de 0,54% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.966,30 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,25% em Wellington a 13.392,98 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,18% em Moscou a 2.485,99 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,45% em Bombaim a 77.155,62 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 17/06/26

As bolsas de Nova York fecharam em forte queda nesta quarta-feira, pressionadas pela manutenção de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e retirada de orientação futura na primeira decisão sob comando de Kevin Warsh. Ainda, relatos divergentes sobre o acordo entre EUA e Irã retomam temores sobre a fragilidade do acordo.

O Dow Jones fechou em queda de 0,98%, aos 51.492,55 pontos. O S&P 500 perdeu 1,21%, nos 7.420,10 pontos. E o Nasdaq recuou 1,34%, encerrando em 26.021,66 pontos.

A cautela contagiou Wall Street ao longo da tarde, levando todos os setores do S&P 500 a fecharem em queda. Comunicação (-2,98%) e consumo discricionário (-2,69%) lideraram perdas, mas até setores que começaram a sessão em alta, como tecnologia (-0,61%), perderam ímpeto. A primeira decisão do Fed sob Kevin Warsh reformulou o comunicado ao retirar perspectivas futuras e alterar a forma de classificar o desempenho da economia americana. Em coletiva de imprensa, o presidente do BC dos EUA sinalizou que há mais mudanças por vir e evitou comentários sobre trajetórias de juros. Em suas projeções e gráficos de pontos, contudo, os dirigentes elevaram expectativas de inflação e sinalizaram aumento dos Fed Funds nos próximos anos.

Bancos regionais firmaram queda após a decisão do Fed. O índice bancário KBW do Nasdaq caiu 0,36%, enquanto ações do Western Alliance cederam 3,74% e do Metropolitan Bank recuaram 2,89%. Entre grandes bancos, o Goldman Sachs (+0,78%) e o Morgan Stanley (+1,87%) avançaram, mas Wells Fargo (-1,46%) e Bank of America (-0,55%) caíram.

Esta também foi a primeira menção do Fed ao Oriente Médio como possível pressão inflacionária desde o início da guerra. Hoje, o presidente Donald Trump voltou a ameaçar o Irã com bombardeios se o memorando de entendimento não for assinado e um acordo final não for alcançado, em meio a um turbilhão de diferentes relatos da imprensa sobre as negociações entre ambos países e os termos do texto em questão. As petrolíferas Chevron (-1,40%) e ExxonMobil (-0,79%) recuaram. 

Parte das ações de tecnologia sucumbiu ao ambiente de cautela, com poucas exceções. A Micron subiu 2,20% e a Broadcom avançou 4,30%, após receberem elevação de preço-alvo e manutenção de recomendação de compra pelo Citi e pelo JPMorgan, respectivamente. Já a Intel avançou 3,46%, seguindo anúncio de testes de novo processo de produção de chips.

A Robinhood também divergiu do setor cripto ao saltar quase 9%, também por receber elevação de preço-alvo após cortar número de empregados em 10%. A AST Spacemobile teve alta de 3,87%, após sucesso em missão para colocar satélites em órbita, enquanto a rival SpaceX reverteu ganhos da abertura e caiu 4,95%.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

WhatsApp prepara recurso para gravar e mandar áudio sem abrir o app

O WhatsApp está desenvolvendo um widget para a tela inicial do Android que vai permitir gravar e enviar mensagens de voz sem precisar abrir o aplicativo. A novidade foi identificada pelo site especializado WABetaInfo na versão beta 2.26.24.2 do app para Android, disponível na Google Play Store, mas ainda não está liberada para testadores.

O widget tem tamanho padrão de 3x1 na tela inicial, mas pode ser redimensionado após a instalação. O visual é simples: um botão com ícone de microfone e o texto "Tap to record" ("Toque para gravar", em inglês). Ao tocar nele, a gravação começa imediatamente. Depois de concluída, o usuário escolhe para quem enviar o áudio, com a possibilidade de selecionar vários contatos ao mesmo tempo.
 

Hoje, mandar um áudio no WhatsApp exige abrir o app, localizar a conversa e, só então, gravar. Para enviar o mesmo áudio a mais de um contato, é preciso encaminhar a mensagem manualmente para cada chat.

Com o widget, esse processo é reduzido a dois passos: gravar e selecionar os destinatários, tudo a partir da tela inicial. Também será possível compartilhar o áudio diretamente nos status.

O recurso se junta a outro widget que o WhatsApp desenvolve em paralelo, um atalho para visualizar atualizações de status, anunciado na versão beta 2.26.18.5. Segundo o WABetaInfo, a empresa vem ampliando sua aposta em widgets para Android como forma de levar funções frequentes para fora do aplicativo.

 Por enquanto, o widget de mensagens de voz segue em desenvolvimento e não tem data confirmada para chegar aos testadores. 

A expectativa do WABetaInfo é de que o recurso apareça em uma atualização beta antes de ser liberado para todos os usuários na versão estável do app.

Fonte: WABetaInfo.

Cinemas Os lançamentos da semana: 18 a 24/06/26

Nesta semana, Toy story 5, Quinze dias,  A vida à parte*, estão entre as principais estreias dos cinemas brasileiros. Em suma, as duas novas produções devem ocupar grande parte das telonas do país nos próximos dias.

Vale destacar que os demais filmes que chegam ao país têm um número de salas reduzidas e, por essa razão, devem chegar apenas às principais capitais.

Lembrando que as estreias da semana nos cinemas estão sempre sujeitas a alterações e os filmes previstos para a exibição podem mudar dependendo do dia.
 
 Toy story 5

Título original: Toy story 5
Distribuição: Disney
País: Estados Unidos
Gênero: animação
Classificação: PG supervisão dos pais
Direção: Andrew Stanton

Sinopse
Buzz, Woody, Jessie e os demais brinquedos tradicionais são desafiados pela nova obsessão das crianças do século XXI: os dispositivos eletrônicos.


Quinze dias

Distribuição: Manequim Filmes
País: Brasil
Gênero: romance
Duração: 100 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Daniel Lieff
Elenco: Miguel Lallo, Diego Lira, Débora Falabella

Sinopse
Felipe é um garoto gordo e tímido que sofre bullying na escola e aguarda pelas férias de julho desde o início das aulas. Afastado dos colegas que o maltratam, Felipe finalmente vai poder se dedicar somente ao que gosta: livros e séries. No entanto, as coisas fogem do controle quando sua mãe informa que concordou em hospedar o vizinho Caio, que foi sua primeira paixãozinha na infância, por longos 15 dias.

 

A vida à parte*

Título original: La vita accanto
Distribuição: Imovision
País: Itália
Gênero: drama
Duração: 100 minutos
Classificação: 16 anos
Observação: *Exibição exclusiva no Reserva Cultural.
Direção: Marco Tullio Giordana
Elenco: Valentina Bellè, Sonia Bergamasco, Alessandro Bressanello

Sinopse
Nos anos 1980, uma família rica se vê devastada quando Rebecca nasce com uma mancha vermelha que desfigura seu rosto. A dor e o desespero tomam conta de todos, enquanto antigos segredos familiares começam a emergir.

 

 As correntes

Título original: Las corrientes
Distribuição: Filmes do Estação
País: Argentina, Suíça
Gênero: drama
Duração: 104 minutos
Classificação: 16 anos
Direção: Milagros Mumenthaler
Elenco: Isabel Aimé Gonzalez-Sola, Esteban Bigliardi, Claudia Sánchez

Sinopse
Lina, uma estilista bem-sucedida, volta de uma viagem internacional com um segredo, uma fobia e uma vida prestes a transbordar.

 

 Cinco da tarde

Distribuição: 3 Tabela Filmes
País: Brasil,Portugal
Gênero: drama
Duração: 125 minutos
Classificação: Livre 
Direção: Eduardo Nunes
Elenco: Bárbara Luz, Sharon Cho, Analu Prestes

Sinopse
Com a morte da avó, Anabel, uma jovem de 17 anos, aproxima-se de Meiko, uma tímida vizinha. Aos poucos, esta singela aproximação mostra-se reveladora de sentimentos escondidos e semelhanças improváveis.

Mercado financeiro Bolsas da Europa: 17/06/26

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira (17) em sessão marcada pela cautela antes da decisão de política monetária do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano) e pela expectativa em torno de mais detalhes sobre o acordo provisório entre Estados Unidos e Irã.

Investidores também repercutiram sinais mistos da inflação na Europa e no Reino Unido, enquanto avaliavam os possíveis impactos do conflito no Oriente Médio sobre o crescimento econômico e os preços de energia.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,14%, a 10.508,61 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,08%, a 24.931,55 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,20%, a 8.430,79 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,31%, a 52.595,23 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,20%, a 19.392,90 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,76%, a 9.090,72 pontos. As cotações são preliminares.

A inflação ao consumidor da zona do euro acelerou para 3,2% em maio, confirmando leitura preliminar da Eurostat e permanecendo acima da meta de 2% do BCE (Banco Central Europeu). Em paralelo, o dirigente do BCE Gediminas Simkus afirmou que ao menos mais uma alta de juros é mais provável do que a manutenção das taxas, diante da persistência das pressões inflacionárias.

No Reino Unido, o CPI ficou estável em 2,8% em maio, abaixo da expectativa do mercado. Para a Capital Economics, a inflação britânica ainda pode se aproximar de 4% nos próximos meses, mas a recente queda do petróleo reduz a necessidade de aperto monetário pelo BoE (Banco da Inglaterra, na sigla em inglês).

Já o ING prevê pico próximo de 3,5% em setembro, sem que isso justifique novas elevações de juros. Entre as ações, a BMW recuou 8,69% após cortar sua projeção anual de lucro, citando a deterioração do mercado chinês e os efeitos indiretos da guerra no Oriente Médio. O movimento pressionou todo o setor automotivo europeu, que cedeu 3,4%.

Em contrapartida, a suíça Straumann subiu 10,2% após elevar sua perspectiva de rentabilidade para o ano, beneficiada por tarifas menores do que o esperado e medidas de redução de custos. O setor de energia recuou 0,1%, apesar da alta do petróleo, enquanto investidores repercutiam os termos vazados do memorando entre Washington e Teerã.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Sia: Nostalgia do Presente trailer e pôster

Uma voz. Um espetáculo inesquecível.

Sia: Nostalgia do Presente - uma experiência ousada e inovadora que troca o glamour pop pela pura arte. Vocais inspiradores, coreografias de tirar o fôlego e performances icônicas, capturadas cinematograficamente e com uma trilha sonora incomparável de sucessos. Em 2016, Sia percorreu o mundo reproduzindo este filme ao vivo no palco, quadro a quadro. Remasterizado para o seu décimo aniversário, ele se apresenta pela primeira vez como uma obra-prima visual, não como um filme de concerto, mas como algo inédito na música desde então.

Sia: Nostalgia do Presente - uma experiência ousada que desafia gêneros e troca o glamour pop pela pura arte. Vozes inspiradoras, coreografias de tirar o fôlego e performances icônicas, capturadas cinematograficamente e com uma trilha sonora incomparável. 

Dirigido por Sia e Daniel Askill, Direção Criativa por Sia, Daniel Askill e Ryan Heffington, Coreografia por Ryan Heffington

Estrelando Maddie Ziegler, Nicholas Lanzisera, Stephanie Mincone e Wyatt Rocker. Com Paul Dano, Gaby Hoffman, Ben Mendelsohn, Tig Notaro e Kristen Wiig.

Um filme da Monkey Puzzle em associação com Serial Pictures, Radical Media e Collider.

Sia: Nostalgic For The Present, exclusivamente nos cinemas a partir de 23 de julho, por tempo limitado.


Homem-Aranha: Um Novo Dia - Novo Trailer

É UM NOVO DIA para Peter Parker. Combatendo o crime em tempo integral como Homem-Aranha em um mundo que não se lembra mais dele e lidando com a pressão de ver seus antigos amigos seguirem em frente sem sua presença.

Peter passa por uma mudança que talvez nem ele tenha o poder de controlar. Mas essa transformação também pode ser a única coisa capaz de deter uma surpreendente nova ameaça à cidade e às pessoas que ele ama: um poderoso vilão que ninguém sequer consegue enxergar.

O mundo pode ter se esquecido de Peter Parker, mas ele não se esqueceu do mundo.

Elenco: Tom Holland, Zendaya, Sadie Sink, Jacob Batalon, Jon Bernthal, Tramell Tillman, Michael Mando e Mark Ruffalo

Dirigido por: Destin Daniel Cretto

29 de julho exclusivamente nos cinemas.
 

Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 17/06/26

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira (17), com recordes no Japão e na Coreia do Sul, enquanto investidores aguardam a decisão de juros do Fed (Federal Reserve), sob a presidência de Kevin Warsh, e detalhes de um acordo provisório entre Estados Unidos e Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio.

Liderando os ganhos, o índice sul-coreano Kospi avançou 1,58% em Seul, para o novo patamar inédito de 8.864,24 pontos, enquanto o japonês Nikkei subiu 0,72% em Tóquio, a 69.902,25 pontos, também em nível recorde.

Em outras partes da Ásia, o Taiex teve ligeiro ganho de 0,15% em Taiwan, a 45.877,39 pontos, e o Hang Seng caiu 0,74% em Hong Kong, a 24.312,16 pontos.

Na China continental, o Shanghai Composto avançou 0,40%, a 4.108,08 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto subiu 0,73%, a 2.838,35 pontos.

Com o Fed amplamente esperado para manter sua taxa básica inalterada, entre 3,5% e 3,75%, os mercados financeiros devem concentrar a atenção no comunicado do FOMC (Comitê Federal de Mercado Aberto) e na divulgação do Sumário Trimestral de Projeções Econômicas, conhecido como "dot plot".

No ano passado, Warsh defendeu cortes de juros e foi escolhido para implementá-los, mas muitos dirigentes do Fed desde então passaram a pedir aumentos da taxa. Dados recentes da economia dos EUA sugerem que o emprego voltou a ganhar força e que a inflação está em alta. Mais adiante, investidores seguem otimistas de que EUA e Irã assinem, na sexta-feira (19), um acordo de paz preliminar que reabra o Estreito de Ormuz, por onde transita cerca de 20% do petróleo e do gás natural mundiais.

Na Oceania, a bolsa da Austrália também ficou no azul hoje, com alta de 0,54% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.966,30 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,25% em Wellington a 13.392,98 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,18% em Moscou a 2.485,99 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,45% em Bombaim a 77.155,62 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires.

A Morte de Robin Hood | Trailer Oficial Dublado | 13 de agosto nos cinemas

Heróis se vão. Lendas são para sempre. 

Atormentado pelas cicatrizes de uma vida marcada pelo crime, Robin Hood (Hugh Jackman) sobrevive por pouco àquela que acreditava ser sua batalha final. Gravemente ferido, ele é encontrado por uma mulher misteriosa que o recolhe das sombras e passa a cuidar de seus ferimentos. Com o corpo fora de combate, cada erro cometido no passado volta para assombrá-lo.

Estrelas: Hugh Jackman, Jodie Comer, Bill Skarsgård, Jade Croot, Katie Breen, Fintan Shevlin.

A Morte de Robin Hood 13 de agosto nos cinemas
 

WNBA Destaques dos Jogos: 16/06/26

Confira todos os resultados no link:
WNBA 16/06/26
 

Copa do Mundo de Futebol 16/06/26


 



Liga das Nações Vôlei Feminina: 17/06/26


 



terça-feira, 16 de junho de 2026

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 16/06/26

Bitcoin: R$ 334.660,50 Reais e US$  Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,0862
Dólar turismo: R$ 5,2976
Euro comercial: R$ 5,904
Libra: R$ 6,854

Dólar sobe a R$5,0894 após nova pesquisa eleitoral e antes de decisões sobre juros

O dólar fechou a terça-feira em ‌alta ante o real, ainda que no exterior a moeda norte-americana tenha cedido ante outras divisas de países emergentes, com investidores à espera das decisões sobre juros no Brasil e nos EUA e repercutindo nova pesquisa eleitoral CNT/MDA. O dólar à vista fechou o dia com alta de 0,45%, aos R$5,0894. No ano, a divisa passou a acumular baixa de 7,28% ante o real.  Às 17h03, o dólar futuro para ⁠julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 0,56% na B3, aos R$5,1040.

O acordo preliminar assinado ‌por Estados Unidos e Irã na segunda-feira seguiu permeando os negócios nesta terça-feira, mas não foi suficiente para segurar o dólar no território negativo no Brasil. "A tendência de alta (para o dólar) está sendo ‌percebida desde ontem por aqui. O mercado está confiante nos ‌anúncios de paz, mas está com o pé atrás. Este deve ter sido o décimo ⁠anúncio do (presidente dos EUA, Donald) Trump a respeito de um acordo", ponderou Nicolas Gomes, especialista de câmbio da Manchester Investimentos.

O viés de alta para a moeda norte-americana foi reforçado no fim da manhã, após divulgação de pesquisa mostrando que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu vantagem de 12,5 pontos sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma simulação de segundo turno da eleição presidencial de outubro. Lula ‌tem 49,3% das intenções de voto, ao passo que Flávio soma 36,8%, conforme pesquisa do instituto MDA, contratado ‌pela Confederação Nacional do Transporte (CNT).

No levantamento ⁠anterior, de abril, o ⁠atual presidente tinha 44,9%, ante 40,2% do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ainda que a campanha eleitoral não tenha começado ⁠oficialmente, os mercados no Brasil têm reagido negativamente a algumas ‌pesquisas que indicam chances maiores ‌de Lula vencer a eleição. Por trás disso está a leitura de uma parcela dos agentes de que o controle fiscal seria mais frouxo em um novo governo Lula.

Assim, após marcar a cotação mínima intradia de R$5,0478 (-0,37%) às 9h00, na abertura da sessão, o dólar à vista ⁠atingiu a máxima de R$5,1043 (+0,74%) às 11h41, após a divulgação da pesquisa eleitoral. O avanço da moeda norte-americana no Brasil ocorreu a despeito de no exterior o dólar ter sustentado perdas ante divisas emergentes como o peso colombiano e o peso chileno. Às 17h13, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de ‌seis divisas fortes - também estava em baixa, de 0,09%, aos 99,568.

Nesta terça-feira, investidores também se prepararam para a decisão de política monetária do Federal Reserve, na quarta-feira à tarde, e do Comitê de ⁠Política Monetária (Copom) do Banco Central, no início da noite. Enquanto a expectativa no caso do Fed é de manutenção dos juros na faixa de 3,50% a 3,75%, os agentes estão divididos em relação ao Copom, entre novo corte de 25 pontos-base da Selic ou manutenção da taxa em 14,50%.  No caso do Fed, mais do que a decisão em si, as atenções estarão voltadas para a primeira entrevista coletiva do novo chair da instituição, Kevin Warsh.

"Temos (na curva norte-americana) precificação de aumento de juros nos EUA (até o fim do ano), mas todo mundo está apreensivo para entender qual será o direcionamento que Warsh vai passar nesta reunião", ponderou Gomes. O diferencial de juros entre Brasil e outros países -- como EUA e Japão, cujas taxas estão em níveis bem menores -- vinha sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, o que conduziu as cotações do dólar a patamares mais baixos ante o real nos últimos meses.

Ibovespa recua e fecha abaixo de 170 mil pontos pressionado por Petrobras

O Ibovespa fechou com declínio modesto nesta terça-feira, ditado principalmente ‌pela queda das ações da Petrobras, em mais uma sessão de recuo dos preços do petróleo no exterior.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,45%, a 169.648,47 pontos, após marcar 169.121,31 pontos na mínima e 170.415,52 pontos na máxima do dia. O volume financeiro no pregão somou R$27,94 bilhões. 

As bolsas dos Estados Unidos fecharam mistas nesta terça-feira (16)

Dow Jones subiu 0,64% (51.999,67 pontos);
S&P 500 recuou 0,57% (7.511,35 pontos);
Nasdaq teve queda de 1,15% (26.376,34 pontos).

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira (16) 

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,61%, a 10.494,21 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,08%, a 24.914,76 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,75%, a 8.447,27 pontos.

Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,15%, a 52.432,56 pontos. 
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,61%, a 19.148,50 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,26%, a 9.022,42 pontos.

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta terça-feira (16)

O Nikkei subiu 0,13% em Tóquio, a 69.404,50 pontos, 
Kospi avançou 2,11% em Seul, a 8.726,60 pontos.
Taiex registrou ganho de 0,91% em Taiwan, a 45.809,19 pontos,
Hang Seng caiu 1,40% em Hong Kong, a 24.493,95 pontos.

Na China continental, o Shanghai Composto teve leve baixa de 0,11%, a 4.091,89 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 1,02%, a 2.817,80 pontos.

Austrália, com alta marginal de 0,04% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.917,70 pontos. 
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,49% em Wellington a 13.426,13 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,95% em Moscou a 2.493,35 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,71% em Bombaim a 76.808,48 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 16/06/26

As bolsas dos Estados Unidos fecharam mistas nesta terça-feira (16). Enquanto o setor bancário impulsionou o Dow Jones a um novo recorde de fechamento, as perdas em fabricantes de chips e empresas ligadas à inteligência artificial (IA) pressionaram o Nasdaq e o S&P 500.

O mercado também aguarda a decisão de juros do Federal Reserve (Fed), prevista para esta superquarta, além dos avanços nas negociações entre EUA e Irã para um acordo provisório de paz no Oriente Médio.

Dow Jones subiu 0,64% (51.999,67 pontos);
S&P 500 recuou 0,57% (7.511,35 pontos);
Nasdaq teve queda de 1,15% (26.376,34 pontos).

As ações do setor financeiro lideraram os ganhos nos EUA. O destaque ficou para o JPMorgan, que avançou 3,7% após relatos de que pretende ampliar suas operações na Europa. Outros grandes bancos também registraram alta, incluindo Goldman Sachs, Bank of America e Citi, que subiram mais de 1% cada.

Empresas de meios de pagamento e serviços financeiros acompanharam o movimento positivo. Visa avançou 2,9%, enquanto American Express ganhou 1,7%. As ações de tecnologia tiveram um dia de forte correção. Entre as maiores quedas estiveram: Intel (-8,5%), Marvell Technology (-9,8%), Broadcom (-4,4%), Micron Technology (-6,2%) e AMD (-7,3%).

A AMD recuou mesmo após anunciar um acordo de computação voltado à inteligência artificial com a Rackspace Technology, cujas ações subiram 5%.Na contramão do setor, a SpaceX avançou 4,8% após anunciar a compra da Anysphere por US$ 60 bilhões. Durante a manhã, os papéis chegaram a subir mais de 10%, levando a companhia de Elon Musk a ultrapassar momentaneamente Amazon e Microsoft em valor de mercado.

No setor de saúde, a Moderna avançou 6,3%. As ações reagiram a documentos divulgados pela Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, que indicaram a possibilidade de aprovação da vacina contra gripe desenvolvida pela companhia.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

Mercado financeiro Bolsas da Europa: 16/06/26

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira (16) com investidores mantendo expectativa para a formalização de um acordo de paz provisório entre Estados Unidos e Irã.

A perspectiva de reabertura do Estreito de Ormuz pressionou os preços do petróleo e reforçou o otimismo dos investidores, enquanto a atenção também começou a se voltar para as decisões de política monetária dos principais bancos centrais nos próximos dias.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,61%, a 10.494,21 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,08%, a 24.914,76 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,75%, a 8.447,27 pontos.

Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,15%, a 52.432,56 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,61%, a 19.148,50 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,26%, a 9.022,42 pontos. As cotações são preliminares.

Na Alemanha, o índice ZEW de expectativas econômicas avançou de -10,2 em maio para 10,5 em junho, superando a previsão de analistas, sob esperanças de resolução do conflito no Oriente Médio, segundo o Deutsche Bank.

O banco alemão avaliou que os mercados se estabilizaram após a forte onda de otimismo gerada pelo acordo anunciado entre EUA e Irã, mas ponderou que ainda há incertezas sobre sua implementação. A Generali Investments destacou que o foco dos investidores deve migrar para o Fed (Federal Reserve), argumentando que dados de inflação mais firmes tornam difícil sustentar uma perspectiva de corte de juros no curto prazo.

Entre as ações, o UniCredit avançou cerca de 4,3% em Milão, após o governo alemão rejeitar sua proposta para ampliar participação no Commerzbank (+0,3%). O setor bancário do Stoxx 600 também subiu cerca de 1,6%, favorecido pela melhora do sentimento global e pela queda dos preços da energia. O setor de petróleo caiu 0,3%.

Ainda na ponta negativa, a STMicroelectronics recuou por volta de 4% depois de anunciar planos para captar US$ 1,5 bilhão por meio da emissão de bônus conversíveis.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 16/06/26

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta terça-feira (16), com o índice japonês Nikkei chegando a superar brevemente a marca de 70 mil pontos pela primeira vez, antes de o BoJ (Banco do Japão) elevar sua taxa de juros em 25 pontos-base, para 1%, o maior patamar em três décadas.

O Nikkei subiu 0,13% em Tóquio, a 69.404,50 pontos, novo recorde de fechamento, enquanto o sul-coreano Kospi avançou 2,11% em Seul, a 8.726,60 pontos. Em outras partes da Ásia, o Taiex registrou ganho de 0,91% em Taiwan, a 45.809,19 pontos, e o Hang Seng caiu 1,40% em Hong Kong, a 24.493,95 pontos.

No Japão, a ação do aplicativo de transporte Go saltou 10% na estreia em Tóquio, após a maior IPO (oferta pública inicial) do país neste ano.

Na China continental, o Shanghai Composto teve leve baixa de 0,11%, a 4.091,89 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 1,02%, a 2.817,80 pontos.

Investidores na Ásia também seguem na expectativa de que Estados Unidos e Irã assinem até o fim da semana um acordo de paz provisório, anunciado no domingo (14), para encerrar a guerra no Oriente Médio, iniciada há três meses e meio.

A perspectiva de que o acordo leve à reabertura do Estreito de Ormuz - por onde transita cerca de 20% do petróleo mundial - mantém a commodity em baixa. No fim da madrugada, o Brent caía mais de 2%, para cerca de US$ 81 por barril.

Além do BoJ, que também decidiu reduzir as compras de títulos da dívida pública do Japão, o Fed (Federal Reserve) e o BoE (Banco da Inglaterra) anunciam decisões de juros nesta semana, amanhã e na quinta-feira (18), respectivamente.

Na Oceania, a bolsa da Austrália ficou praticamente estável, com alta marginal de 0,04% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.917,70 pontos. Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,49% em Wellington a 13.426,13 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,95% em Moscou a 2.493,35 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,71% em Bombaim a 76.808,48 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Twisted Metal escala Mark Hamill na 3ª temporada

De acordo com Deadline, Mark Hamill, vencedor do Emmy e mundialmente conhecido pela franquia Star Wars, foi confirmado no elenco recorrente da terceira temporada de Twisted Metal.

O ator interpretará Papa Charlie Kane, líder da organização Eastern Sovereignty (algo como Soberania Oriental) e pai afastado de Sweet Tooth.

A chegada de Hamill foi celebrada por Anthony Mackie, protagonista e produtor executivo da série.

“Ter Mark Hamill entrando nesse universo conosco é incrível. É alguém que admiro há muito tempo, uma verdadeira lenda que influenciou gerações de atores. Poder chamá-lo agora de colega de elenco é uma honra enorme, e estamos ansiosos para ver o que ele trará ao mundo de Twisted Metal”.

David Reed (The Boys) assumiu a função de roteirista-chefe, substituindo Michael Jonathan Smith.No Brasil, as duas primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.

Netflix estuda aquisição da Lionsgate

a Netflix está estudando a possibilidade de atacar um novo alvo: a produtora e distribuidora de cinema Lionsgate.

De acordo com o jornalista Rohan Goswami, a gigante do streaming é uma das várias empresas de mídia interessadas em comprar a Lionsgate Studios, embora ainda não tenha apresentado uma manifestação formal de interesse.

Fato é que a Netflix está aparecendo cada vez mais no mercado em busca de grandes negócios, mas não demonstra tanta disposição para gastar além da conta por eles.

Analistas de mercado acreditam que a Lionsgate é uma empresa que cabe perfeitamente dentro das pretensões da Netflix. Por enquanto, os executivos estão apenas estudando como fazer a abordagem, mas vale prestar atenção nos próximos capítulos.

A Lionsgate, caso não saiba, controla franquias como Jogos Vorazes, John Wick, Crepúsculo, Os Mercenários, Rambo e Truque de Mestre.
 

Star Trek: Strange New Worlds pôster

O serviço de streaming Paramount+ divulgou nesta terça-feira (16) um novo trailer para promover a quarta temporada de Strange New Worlds, que estreia no próximo dia 23 de julho, com um episódio — os demais vão ar nas nove quintas-feiras seguintes.

Para acompanhar, tivemos também a divulgação de um pôster desta que é a penúltima bateria de episódios da série. O texto do pôster faz menção à aproximação iminente com a Série Clássica, já que Strange New Worlds se passa imediatamente antes da versão original de Jornada nas Estrelas. Ele traz os dizeres “Audaciosamente vá um passo mais perto de onde tudo começou”.

 

Enfeitiçadas: Bem-vindos a Hexe | Trailer Oficial

Uma adolescente desajeitada e sua mãe perfeccionista descobrem que suas peculiaridades podem ser poderes mágicos, transformando suas vidas e revelando um reino mágico oculto.

Direção: Jason Hand, Josie Trinidad, Fawn Veerasunthorn

Elenco: Hailee Steinfeld, Rashida Jones, Jim Hanks.

Data de lançamento: 26 de novembro de 2026 (Brasil)
 

Shrek 5 | Trailer Teaser Oficial

Em 2026, a DreamWorks Animation convida o público para uma nova, emocionante e mágica aventura cômica de uma das franquias animadas globais mais amadas de todos os tempos:  Shrek 5.

As lendárias estrelas da comédia Mike Myers, Eddie Murphy, indicado ao Oscar, e Cameron Diaz retornam aos seus clássicos papéis de Shrek, Burro e Princesa Fiona. A superestrela vencedora do Emmy, Zendaya (A Odisseia, franquia Duna) integra o elenco como Felicia, filha de Shrek e Fiona, ao lado de Marcello Hernandez (Saturday Night Live, Um Maluco no Golfe 2) e Skyler Gisondo (Superman, Fora de Série) como os irmãos de Felicia, Fergus e Farkle.  

Shrek 5 tem direção dos prestigiados cineastas e veteranos da franquia Shrek, Conrad Vernon e Walt Dohrn. Vernon foi membro da equipe de direção de Shrek 2, indicado ao Oscar, de Madagascar 3: Os Procurados e Monstros vs. Alienígenas, da DreamWorks Animation, além de também dar a voz a um dos personagens favoritos dos fãs de Shrek, Biscoito, em todos os títulos do Universo Shrek. Dohrn foi roteirista e artista nos segundo e terceiro filmes de Shrek, e Chefe de História, além de dublar o personagem Rumpelstiltskin em Shrek Para Sempre. Dohrn foi também codiretor de Trolls e dirigiu Trolls 2: Turnê Mundial e Trolls 3: Juntos Novamente. 
 
Voltam à produção de Shrek 5 Gina Shay (Shrek Para Sempre, franquia Trolls), e o CEO da Illumination e indicado ao Oscar, Chris Meledandri (franquias Super Mario, Meu Malvado Favorito e Minions. O filme foi codirigido por Brad Ableson (Minions 2: A Origem de Gru, série Os Simpsons).

Nas últimas duas décadas, o público se encantou com as aventuras deliciosas e irreverentes de um ogro incompreendido e seu grupo caótico de personagens de contos de fadas incomuns, baseado no livro do aclamado autor William Steig. Desde 2001, com Shrek, o vencedor do primeiro Oscar de Melhor Animação, Shrek, Burro e Fiona (junto de seus amigos, familiares e algozes), tornaram-se ícones e parte indelével da cultura pop, lembrando ao público de todo o mundo que a beleza está nos olhos de quem vê. 

Os quatro filmes da franquia Shrek arrecadaram mais de US$ 2,9 bilhões em todo o mundo, e deram origem a uma turnê global ao vivo, um premiado musical da Broadway, indicado a 8 prêmios Tony e 12 prêmios Drama Desk, além de um disputado destino turístico imersivo em Londres, e eventos e atrações populares nos parques temáticos da Universal Destinations & Experiences em todo o mundo.
 

Star Trek: Strange New Worlds | Season 4 Official Trailer

Star Trek: Strange New Worlds retorna dia 23 de julho, exclusivamente no Paramount+.

A tripulação da U.S.S. Enterprise, liderada pelo Capitão Christopher Pike, embarca em uma série de aventuras emocionantes e comoventes pelas estrelas. Em sua jornada, eles enfrentarão demônios internos e ameaças externas, encontrarão novos personagens cativantes, reencontrarão rostos familiares e confrontarão alienígenas aterrorizantes. Acima de tudo, eles se esforçam para abraçar um futuro brilhante e esperançoso.
 

WNBA Destaques dos Jogos: 15/06/26

Confira todos os resultados no link:
WNBA 15/06/26
 

Copa do Mundo de Futebol 15/06/26


 



segunda-feira, 15 de junho de 2026

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 15/06/26

Bitcoin: R$ 335.791,00 Reais e US$ 66.141,94 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,0666
Dólar turismo: R$ 5,2708
Euro comercial: R$ 5,869
Libra: R$ 6,814

Dólar fecha perto da estabilidade ante real apesar de acordo entre EUA e Irã
 
Após recuar durante a manhã em meio às ‌notícias sobre o acordo de paz entre Estados Unidos e Irã, o dólar se recuperou ante o real e terminou a segunda-feira próximo da estabilidade, ainda que no exterior a moeda norte-americana tenha se mantido em baixa ante a maior parte das demais divisas.

O dólar à vista fechou o dia com variação positiva de 0,11%, aos R$5,0666. No ano, a divisa passou a acumular queda de 7,70% ante o real.  Às 17h04, o dólar futuro para julho -- atualmente o ⁠mais líquido no mercado brasileiro -- subia 0,02% na B3, aos R$5,0855.

As notícias sobre um acordo entre EUA e Irã foram ‌bem recebidas pelo mercado. No fim de semana, autoridades norte-americanas e iranianas afirmaram ter chegado a um entendimento para pôr fim ao conflito e reabrir o Estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% do petróleo e ‌do gás comercializados no mundo.  Nesta segunda-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, ‌o vice-presidente JD Vance e o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, assinaram um memorando de ⁠entendimento para encerrar a guerra. Uma cerimônia formal de assinatura deve ocorrer na sexta-feira, e a expectativa é de que o tráfego pelo Estreito de Ormuz aumente de forma gradual.

Neste cenário, o petróleo Brent voltou a ceder, para a faixa dos US$83 o barril, enquanto os rendimentos dos Treasuries recuaram. Nos mercados de moedas, o dólar emplacou perdas ante boa parte das divisas de países emergentes, marcando a cotação mínima de R$5,0267 (-0,68%) às 10h42 no Brasil.  "Não é surpresa ‌que a solução para Ormuz traga uma onda de otimismo: o Fomc (Comitê de Mercado Abrerto do Federal Reserve) terá menos argumentos ‌para subir os juros e o ⁠DXY (índice do dólar) tende a ⁠se enfraquecer, fatos que beneficiam os ativos de risco", disse pela manhã o diretor da consultoria Wagner Investimentos, José Faria Júnior, em ⁠análise enviada a clientes.

No início da tarde, porém, a moeda norte-americana ‌já havia zerado as perdas ante o ‌real, em paralelo à virada do Ibovespa para o território negativo, em uma aparente mudança de humor no Brasil.  "O câmbio está acompanhando a bolsa nessa virada", comentou à tarde o diretor da assessoria FB Capital, Fernando Bergallo. "O petróleo está desabando de forma consistente... Esse tombo de 5% no Brent derrubou como de costume a ⁠Petrobras, que puxa o índice (Ibovespa) inteiro", acrescentou.

Profissionais do mercado costumam lembrar que as ações da Petrobras são bastante negociadas pelos investidores estrangeiros. Assim, quando há um movimento consistente de venda dos papéis da petrolífera, é de se esperar que isso também sensibilize o câmbio, dando força ao dólar.

Às 16h13, já na reta final da sessão, o dólar à vista marcou a máxima de R$5,0747 (+0,27%), para depois se reaproximar ‌da estabilidade. Pela manhã, o boletim Focus divulgado pelo Banco Central mostrou que a mediana das projeções dos economistas do mercado reportadas até a semana passada para o dólar no fim de 2026 foi de R$5,15 para R$5,20. ⁠Já a inflação projetada para este ano saltou de 5,11% para 5,30% e para o próximo ano foi de 4,03% para 4,10%.

Também houve nova elevação da projeção de inflação para 2028, de 3,65% para 3,68%, com o Focus traduzindo uma deterioração das expectativas já percebida nos preços dos ativos nas últimas semanas. Com isso, a taxa básica Selic esperada para o fim de 2026 foi de 13,50% para 13,75% e para o encerramento de 2027 passou de 11,50% para 12,00%. Atualmente a Selic está em 14,50% ao ano. O diferencial de juros entre Brasil e outros países -- como EUA e Japão, cujas taxas estão em níveis bem menores -- vinha sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, o que conduziu as cotações do dólar a patamares mais baixos ante o real nos últimos meses.

No fim da manhã, o Banco Central vendeu 60.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de julho. No exterior, às 17h11 o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,17%, a 99,687.

Ibovespa fecha em queda pressionado por Petrobras após acordo entre EUA e Irã

Após operar em alta durante boa parte do ‌pregão, o Ibovespa devolveu os ganhos e fechou em queda nesta segunda-feira, pressionado pelo forte recuo da Petrobras devido à queda do petróleo no exterior motivada pelo anúncio de um acordo entre Estados Unidos e Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,42%, a 170.415,13 pontos, após ter alcançado 170.351,05 pontos na mínima e 174.228,27 pontos na máxima do dia.O volume financeiro somou ⁠R$29,19 bilhões.

Os principais índices de Wall ‌Street registraram alta nesta segunda-feira

S&P 500 subiu 123,80 pontos, ou 1,67%, fechando em 7.555,26 pontos, 
Nasdaq Composite subiu 797,79 pontos, ou 3,07%, para 26.686,64. 
O Dow Jones Industrial Average subiu 490,38 pontos, ou 0,96%, para 51.684,88.

As bolsas asiáticas fecharam em forte alta nesta segunda-feira (15)

O índice japonês Nikkei avançou 4,99% em Tóquio, a um patamar inédito de 69.317,50 pontos,
Kospi saltou 5,20% em Seul, a 8.545,98 pontos. 
Hang Seng teve ganho moderado de 0,50% em Hong Kong, a 24.842,67 pontos, 
Taiex subiu 2,78% em Taiwan, a 45.396,99 pontos.

Na China continental, o Shanghai Composto registrou alta de 1,61%, a 4.096,47 pontos,
menos abrangente Shenzhen Composto avançou 3,42%, a 2.789,36 pontos.

Na Oceania, a bolsa da Austrália subiu 1,25%, com o índice S&P/ASX 200 encerrando o pregão em Sydney a 8.914,00 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,25% em Wellington a 13.360,59 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,07% em Moscou a 2.542,20 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,97% em Bombaim a 76.264,33 pontos.

As bolsas da Europa fecharam sem direção única nesta segunda-feira (15)

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,39%, a 10.430 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX subiu 1,09%, a 24.903 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,40%, a 8.384 pontos. 

Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,66%, a 51.835 pontos. 
Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,45%, a 19.035 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,52%, a 9.046 pontos. 

O índice acionário europeu STOXX 600 renovou máxima recorde.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 15/06/26

Os principais índices de Wall ‌Street registraram alta nesta segunda-feira, com o Dow Jones marcando um recorde de fechamento após os Estados Unidos e o Irã chegarem a um acordo preliminar para pôr fim à guerra no Oriente Médio e reabrir o Estreito de Ormuz, o que levou a uma diminuição dos temores inflacionários com a queda dos preços do petróleo bruto.

A estrutura do ⁠acordo -- que deve ser formalmente assinada na Suíça na sexta-feira -- não abordou questões-chave, como o programa ‌nuclear de Teerã e o conflito entre Israel e o Líbano. Ainda assim, os futuros do petróleo bruto dos EUA fecharam em queda de 4,9% após a notícia e atingiram ‌seu nível mais baixo desde março, beneficiando as ações ‌de companhias aéreas e de cruzeiros e prejudicando as ações do setor de ⁠energia.

As ações de tecnologia, sensíveis às taxas de juros, subiram, com investidores se sentindo mais à vontade para assumir apostas de maior risco, com os preços mais baixos do petróleo aliviando os temores de inflação.

"Os mercados estão em alta devido a uma clássica recuperação de alívio. Temos um acordo entre os EUA e o Irã que está levando o petróleo ‌a uma queda acentuada. Isso está amenizando os temores de inflação e, basicamente, levando os investidores ‌de volta a ativos de ⁠risco, como os de ⁠tecnologia", disse Gene Goldman, diretor de investimentos da Cetera Investment Management, em El Segundo, Califórnia.

Os três principais ⁠índices registraram sua terceira sessão consecutiva de ganhos, ‌recuperando-se depois que as tensões ‌no Oriente Médio e uma retração nas ações relacionadas à IA haviam colocado a alta recorde de Wall Street em pausa há mais de uma semana.

De acordo com dados preliminares, o S&P 500 subiu 123,80 pontos, ou 1,67%, fechando em 7.555,26 pontos, ⁠enquanto o Nasdaq Composite subiu 797,79 pontos, ou 3,07%, para 26.686,64. O Dow Jones Industrial Average subiu 490,38 pontos, ou 0,96%, para 51.684,88.

Uma esperança entre os investidores é que a retomada do fluxo de petróleo do Oriente Médio e a queda nos preços do petróleo bruto possam dar ao Federal Reserve dos ‌EUA, que está lutando contra a inflação, margem para manter as taxas de juros estáveis, em vez de aumentar os custos dos empréstimos. Além do acordo com o Irã, outro ⁠grande foco da semana é a próxima atualização da política monetária do banco central dos EUA, prevista para quarta-feira, ao fim da primeira reunião de política monetária do presidente Kevin Warsh desde que ele assumiu o cargo de Jerome Powell no mês passado. A reunião vem após dados de inflação de maio terem mostrado que os custos mais altos da energia estão se refletindo nos preços ao consumidor.

Os operadores esperam que o Federal Reserve mantenha as taxas de juros inalteradas nesta semana, mas estão precificando uma probabilidade de 42% para um aumento de 25 pontos-base até o final do ano, de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group.As ações da SpaceX registraram forte alta no segundo dia de negociação após a oferta pública inicial (IPO) de grande sucesso da empresa liderada por Elon Musk ter elevado sua avaliação para mais de US$2 trilhões.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

Fox compra o serviço de streaming Roku

O serviço de streaming Roku foi comprado pela Fox Corporation em um trato avaliado em US$ 22 bilhões (em torno de R$ 111 bilhões, na cotação atual). A notícia é do THR.

Fundado em 2002, por um ex-executivo da Netflix (Anthony Wood), o Roku lançou em 2008 o seu primeiro dispositivo de conexão a televisores, se tornando o líder em aparelhos de streaming dessa espécie nos EUA e eventualmente expandindo os seus serviços ao redor do mundo. 

Hoje, estima-se que o Roku atinja mais de 90 milhões de residências mundialmente. Além dos dispositivos de streaming, a empresa também conta com canais próprios (o The Roku Channel e o Howdy), e faz parcerias com fabricantes de TVs para produzir aparelhos integrados ao serviço.

A compra pela Fox sinaliza uma mudança de trajetória para o Roku, que até então seguia independente dos grandes conglomerados de Hollywood. No anúncio da aquisição, a empresa fez questão de frisar que seguirá "amigável a outros parceiros" de conteúdo dentro do ecossistema audiovisual.

A Fox Corporation, que se separou da divisão de cinema 20th Century Fox após a compra desta última pela Disney em 2019, é dona do canal de TV aberta estadunidense Fox, além de seus "derivados" como Fox News, Fox Sports e Fox Business. Em 2020, a empresa adquiriu o serviço de streaming gratuito Tubi.

Mortal Kombat 2 ganha data para as plataformas digitais

A Warner Bros. acaba de anunciar que o filme Mortal Kombat 2 chegará às plataformas digitais, para compra e aluguel em 21 de junho, ou seja, você poderá ver o filme no conforto da sua casa, dublado ou legendado. O longa foi bastante bem recebido pelos fãs, transformando completamente a experiência que a audiência teve com o primeiro filme. 

A expectativa é que a continuação seja disponibilizada no catálogo de streaming da HBO Max em algum momento entre o final de julho e agosto.

O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum Anya Taylor-Joy é anunciada no elenco

Em comunicado oficial, a Warner Bros. Pictures e a New Line Cinema confirmaram que Anya Taylor-Joy se juntou ao elenco de O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum, ambientado no universo criado por J. R. R. Tolkien.

A atriz interpretará Seren, uma elfa Sindar do Reino da Floresta, descrita como “uma agente confiável e letal do rei Thranduil”, sugerindo que seu papel na trama será importante.

Taylor-Joy irá estender sua colaboração com a empresa, após Furiosa: Uma Saga Mad Max e a franquia Duna.Os outros recém-chegados são Kate Winslet (Titanic) como Marigol, Jamie Dornan (O Turista) como Strider e Leo Woodall (Tuner) como Halvard.

A trama é situada durante a era de A Sociedade do Anel, pouco antes de Frodo Bolseiro deixar o Condado para ir até Rivendell, e começa com Gandalf enviando Aragorn em uma missão para encontrar Gollum, que o mago teme que possa revelar informações sobre o Um Anel a Sauron.

Ou seja, não é exatamente um prelúdio, e acontece paralelamente ao clássico longa-metragem.

A estreia está agendada para 17 de dezembro de 2027.
 

Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 15/06/26

As bolsas asiáticas fecharam em forte alta nesta segunda-feira (15), com recorde no Japão, após Estados Unidos e Irã anunciarem um acordo provisório que prevê a reabertura do Estreito de Ormuz, derrubando os preços do petróleo e aliviando temores inflacionários.

O índice japonês Nikkei avançou 4,99% em Tóquio, a um patamar inédito de 69.317,50 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi saltou 5,20% em Seul, a 8.545,98 pontos. Em outras partes da Ásia, o Hang Seng teve ganho moderado de 0,50% em Hong Kong, a 24.842,67 pontos, e o Taiex subiu 2,78% em Taiwan, a 45.396,99 pontos.

Na China continental, o Shanghai Composto registrou alta de 1,61%, a 4.096,47 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 3,42%, a 2.789,36 pontos.

EUA e Irã chegaram ontem a um acordo preliminar, segundo o presidente americano, Donald Trump, e o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, um dos mediadores.A trégua abre caminho para novas negociações que podem, em última instância, encerrar definitivamente a guerra que já dura três meses e meio, matou milhares de pessoas e abalou a economia global.O Irã também confirmou o entendimento, mas indicou que a implementação só começará após a assinatura formal, que, de acordo com o Paquistão, deve ocorrer na sexta-feira, na Suíça.

No mesmo dia, está prevista a reabertura do Estreito de Ormuz - rota por onde, em condições normais, transita cerca de 20% do petróleo mundial. Negociações mais amplas - incluindo temas como o programa nuclear iraniano - devem prosseguir pelos próximos 60 dias.No fim da madrugada, o petróleo Brent - referência internacional - tombava mais de 5%, para cerca de US$ 83 por barril.O anúncio do acerto veio em uma semana marcada por decisões de juros do Fed (Federal Reserve), do Banco do Japão e do Banco da Inglaterra.

Na Oceania, a bolsa da Austrália subiu 1,25%, com o índice S&P/ASX 200 encerrando o pregão em Sydney a 8.914,00 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,25% em Wellington a 13.360,59 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,07% em Moscou a 2.542,20 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,97% em Bombaim a 76.264,33 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires.

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