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sexta-feira, 19 de junho de 2026

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 19/06/26

Bitcoin: R$ 326.917,50 Reais e US$ 63.268,82 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,1652
Dólar turismo: R$ 5,3543
Euro comercial: R$ 5,928
Libra: R$ 6,831

Dólar fecha sessão em leve baixa ante o real com Oriente Médio no radar 

Após subir nas quatro sessões anteriores, o dólar fechou a sexta-feira em leve baixa ante o real, acompanhando o recuo da moeda norte-americana ante boa parte das demais divisas no exterior, com investidores atentos às articulações de paz no Oriente Médio.

O dólar à vista fechou o dia com baixa de 0,20%, aos ?R$5,1643. Na semana, a divisa acumulou alta de 2,04% e, no ano, queda de 5,92%.  Às 17h06, o dólar futuro para julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 0,06% na B3, aos R$5,1780, mas com apenas cerca de 130 mil contratos negociados até esse horário.

Em função do feriado de Juneteenth, não houve negociações nas bolsas dos Estados Unidos nesta sexta-feira, o que reduziu a liquidez nos mercados globais de moedas, incluindo o brasileiro.

No exterior, o foco das atenções dos investidores globais seguiu voltado para a guerra no Oriente Médio. Após a Suíça informar que as negociações dos EUA com o Irã para encerrar o conflito não ocorreriam nesta sexta-feira, como era esperado, Teerã minimizou o adiamento, afirmando que já estão em andamento preparativos para as conversas nos próximos dias. Além disso, Israel e o grupo Hezbollah, apoiado pelo Irã, chegaram a um acordo de cessar-fogo, após uma escalada dos combates no Líbano que ameaçava as negociações de paz.

Em meio ao cenário ainda nebuloso no Oriente Médio, o petróleo oscilava em alta nesta tarde, na faixa dos US$80 o barril, mas o dólar recuava ante divisas como o euro , a libra e o iene , além de moedas emergentes como o peso mexicano e o real. O recuo da moeda norte-americana, ainda que contido, ocorreu após duas sessões de ganhos globais, na esteira da decisão de política monetária do Federal Reserve na tarde de quarta-feira. Na ocasião, o Fed manteve sua taxa de juros na faixa entre 3,50% e 3,75%, mas deu indicações de que um aumento pode ocorrer ainda em 2026.

Já o Banco Central do Brasil promoveu o terceiro corte seguido de 0,25 ponto percentual e, em comunicado considerado confuso por alguns membros do mercado na noite de quarta-feira, deixou a porta aberta para mais cortes da Selic, hoje em 14,25%.

O diferencial de juros entre Brasil e outros países -- como EUA e Japão, cujas taxas estão em níveis bem menores -- vinha sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, o que conduziu as cotações do dólar a patamares mais baixos ante o real nos últimos meses. No fim da manhã, o Banco Central vendeu 60.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de julho.

Ibovespa fecha estável em sessão de liquidez reduzida e vencimento de opções

O Ibovespa fechou estável nesta sexta-feira, após uma sessão marcada pela menor liquidez por conta do feriado nos Estados Unidos e pelo vencimento de opções sobre ações na bolsa, ao mesmo tempo em que os agentes monitoravam o noticiário sobre o Oriente Médio.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,03%, a ?168.333,61 pontos, tendo marcado 167.657,53 pontos na mínima e 168.786,54 pontos na máxima do dia. Na semana, o Ibovespa registrou queda de 1,64%. O volume financeiro somou R$27,49 bilhões.

A sessão foi marcada pela ausência de negociações em Nova York devido ao feriado de Juneteenth nos Estados Unidos.

Sem a referência dos índices norte-americanos, os investidores adotaram uma postura mais cautelosa após as decisões de política monetária divulgadas na chamada “superquarta”, quando ocorreram as reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) e do Federal Reserve (Fed).

As bolsas da Europa fecharam sem direção única nesta sexta-feira (19)

Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 0,41%, a 10.356,90 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX ficou estável, a 25.026,61 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,55%, a 8.421,14 pontos. 

Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,31%, a 52.848,93 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,16%, a 19.373,40 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 teve alta de 0,69%, a 9.102,60 pontos. 

As bolsas da Ásia fecharam em direções opostas nesta sexta-feira (19)

O índice japonês Nikkei subiu 0,28% em Tóquio, ao patamar recorde de 71.250,06 pontos,
O sul-coreano Kospi recuou 0,13% em Seul, a 9.052,42 pontos.

Os mercados da China continental, de Hong Kong e de Taiwan permaneceram fechados devido ao feriado do Barco-Dragão.

Na Austrália ficou no vermelho hoje, com baixa de 0,92% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.828,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,99% em Wellington a 13.495,63 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,04% em Moscou a 2.415,77 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,78% em Bombaim a 76.802,90 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

Gatos Guerreiros: Disney vai lançar série

Gatos Guerreiros o que começou como uma saga sobre clãs de gatos selvagens virou um universo com dezenas de livros, jogos, e uma comunidade que acompanha cada novo lançamento com atenção.

Agora, esse mundo está a caminho da animação pelas mãos da Disney.

A empresa adquiriu a adaptação animada de Gatos Guerreiros (Warrior Cats no origianal em inglês), baseada na série de livros assinada por Erin Hunter, pseudônimo usado por um grupo de autoras. A produção tem estreia prevista para 2028 no Disney+ e no Disney Channel, segundo o Deadline.

A notícia chama atenção não apenas pelo tamanho da franquia, mas também pelo momento da Disney no setor infantil e familiar. Recentemente, a companhia passou a usar a marca Disney Kids & Family no lugar de Disney Branded Television.

Gatos Guerreiros acompanha quatro clãs de gatos selvagens que lutam para sobreviver em uma floresta, com disputas internas, códigos de honra, alianças e traições. No primeiro livro, Gatos Guerreiros: Na Floresta, o leitor conhece Ferrugem, um gato doméstico que deixa a vida confortável com humanos e entra para o Clã do Trovão.

A adaptação será dirigida por Rodrigo Blaas, nome ligado a produções como Procurando Nemo, Ratatouille, WALL-E e Os Incríveis. Ele também comandou trabalhos em Caçadores de Trolls: Contos de Arcadia e escreveu e dirigiu Sith, curta de Star Wars: Visions disponível no Disney+.

A série é tratada como a primeira adaptação animada oficial para TV da franquia, com previsão de lançamento em 2028 também para China e Sudeste Asiático. Gatos Guerreiros chega à Disney já com um universo estabelecido, personagens reconhecidos pelos leitores e material suficiente para muitas temporadas. Ainda não foram divulgados detalhes sobre elenco de voz, número de episódios ou data exata de estreia.

Liga das Nações Vôlei Feminina: 19/06/26


 




Mercado financeiro Bolsas da Europa: 19/06/26

As bolsas da Europa fecharam sem direção única nesta sexta-feira (19) enquanto investidores ponderam o real cumprimento do acordo de paz entre os EUA e o Irã e avaliam os reflexos do conflito nas economias.

Em Londres, incertezas sobre o governo do primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, diante da cadeira conquistada por Andy Burnham no Parlamento pesaram nas negociações. O feriado de Juneteenth nos EUA reduziu a liquidez nos mercados.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 0,41%, a 10.356,90 pontos. Em Frankfurt, o DAX ficou estável, a 25.026,61 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,55%, a 8.421,14 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,31%, a 52.848,93 pontos.

Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,16%, a 19.373,40 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve alta de 0,69%, a 9.102,60 pontos. As cotações são preliminares.

Apesar da assinatura do memorando de entendimento entre Washington e Teerã, banqueiros centrais ainda digerem as consequências do conflito para a trajetória dos juros. O economista-chefe do BCE (Banco Central Europeu), Philip Lane, ponderou que a economia da zona do euro passa por um choque inflacionário "de médio porte", o que exige uma resposta moderada da política.

Já o dirigente Pierre Wunsch (Bélgica) vê um novo aperto monetário em julho, caso a pressão inflacionária se espalhe. Na Alemanha, o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) subiu 2,2% em maio na comparação anual. Paralelamente, no Reino Unido, além da macroeconomia, o foco segue na política. Ministros planejam pedir à Starmer que ele defina um cronograma para sua saída, na sequência da vitória de Burnham na eleição suplementar em Makerfield.

O prefeito trabalhista da Grande Manchester irá a Londres para tomar posse como parlamentar já na segunda-feira. Entre os destaques no mercado acionário, em Paris, a Sanofi fechou em alta de 0,3% depois do Japão aprovar a formulação subcutânea de um medicamento oncológico da biofarmacêutica. Em Copenhague, a Vestas Wind Systems saltou 5,3%, após o JPMorgan incluir a fabricante dinamarquesa de turbinas eólicas no seu radar de catalisadores positivos.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 19/06/26

As bolsas do Japão e da Coreia do Sul fecharam em direções opostas nesta sexta-feira (19), em meio a um feriado na China, enquanto investidores avaliavam a implementação do acordo de paz preliminar entre os Estados Unidos e o Irã.

O índice japonês Nikkei subiu 0,28% em Tóquio, ao patamar recorde de 71.250,06 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi recuou 0,13% em Seul, a 9.052,42 pontos.

No fim da madrugada, o petróleo operava em alta modesta, após o adiamento de uma nova rodada de negociações entre Teerã e Washington, na Suíça, e novos ataques de Israel no sul do Líbano reforçarem as incertezas sobre as chances de o acordo provisório se tornar um acerto duradouro.

Os mercados da China continental, de Hong Kong e de Taiwan permaneceram fechados devido ao feriado do Barco-Dragão.

Na Oceania, a bolsa da Austrália ficou no vermelho hoje, com baixa de 0,92% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.828,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,99% em Wellington a 13.495,63 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,04% em Moscou a 2.415,77 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,78% em Bombaim a 76.802,90 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires.

X-Men ’97: 2ª temporada vai estrear com 3 episódios

A 2ª temporada da série vai estrear com 3 episódios sendo lançados de uma vez.

A estreia, vale ressaltar, está marcada para 1º de julho no Disney+. Essa é uma forma de recompensar os fãs pela espera de dois anos.

A 2ª temporada de X-Men ’97 continua acompanhando a heroica equipe de mutantes dos X-Men, agora dividida e espalhada por diferentes eras temporais enquanto lutam para encontrar o caminho de volta para casa.

Os novos episódios estão sendo aclamados pela crítica. A aprovação no Rotten Tomatoes está em 100%.

LBF Resultados: 18/06/26


 



Copa do Mundo de Futebol 18/06/26


 





WNBA Destaques dos Jogos: 18/06/26

Confira todos os resultados no link:
WNBA 18/06/26
 

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 18/06/26

Bitcoin: R$ 325.286,50 Reais e US$ 62.770,54 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,1740
Dólar turismo: R$ 5,3819
Euro comercial: R$ 5,927
Libra: R$ 6,848

Dólar sobe a R$5,1745 com Fed vendo alta de juros e Copom sugerindo nova baixa

O dólar emplacou nesta quinta-feira a ‌quarta sessão consecutiva de ganhos ante o real, com as decisões sobre juros da véspera, nos Estados Unidos e no Brasil, justificando o aumento das cotações.

Enquanto o Federal Reserve passou indicações de que sua taxa de referência vai subir ainda em 2026, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central preparou terreno para mais cortes de juros.  O dólar à vista fechou o dia com alta de ⁠1,25%, aos R$5,1745. No ano, a divisa passou a acumular queda de 5,73% ante o real. Às 17h06, ‌o dólar futuro para julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 1,17% na B3, aos R$5,1820.

As decisões de política monetária do Fed e do BC na véspera, cada uma a sua ‌maneira, atuaram para o avanço do dólar ante o real.
 No ‌caso do Fed, a instituição manteve na tarde de quarta-feira sua taxa de juros na ⁠faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, mas passou indicações de que um aumento pode ocorrer até o fim do ano. Com isso, os investidores globais elevaram as apostas de pelo menos um aumento de juros pelo Fed, possivelmente já em agosto.

Em reação, o dólar exibiu ganhos ante a maior parte das demais divisas nesta quinta-feira, incluindo divisas de países emergentes como o real, o peso chileno, ‌a lira turca e o peso mexicano. O real esteve durante todo o dia entre as moedas que ‌mais perdiam valor, com o mercado ⁠também reagindo negativamente ao ⁠anúncio da véspera do Copom.

O colegiado cortou a taxa básica Selic em 25 pontos-base, para 14,25% ao ano, e ⁠adotou na visão de alguns analistas uma postura "dovish" (mais suave ‌no combate à inflação), ao estender ‌o horizonte relevante para que a inflação possa convergir à meta de 3%.

Na prática, o BC "adiou" o atingimento da meta de 3% do quarto trimestre de 2027 para o primeiro trimestre de 2028, reforçando a percepção de que pode haver novo corte da Selic em agosto. "O ⁠grande destaque ficou por conta justamente da rolagem do horizonte relevante em um trimestre à frente, sinalizando que o comitê... opta por buscar uma justificativa que sustente um corte de juros, mostrando uma postura mais propensa a riscos inflacionários", avaliou a equipe da Genial Investimentos em análise publicada após a decisão.

Assim, a perspectiva de juros mais altos nos ‌EUA, somada à possibilidade de novo corte no Brasil, torna o diferencial de juros brasileiro menos atrativo ao investimento estrangeiro, o que em tese pode prejudicar o fluxo de dólares para o ⁠país. Em reação, o dólar à vista se reaproximou dos R$5,20 durante a sessão desta quinta-feira. Às 13h19, a divisa atingiu a cotação máxima de R$5,1909 (+1,58%). "Recentemente, a moeda americana vinha acumulando quedas impulsionadas pelo diferencial de juros favorável ao Brasil. Agora, com a perspectiva de juros mais altos nos Estados Unidos, ocorre uma pequena realocação de recursos", comentou Leonardo Santana, especialista em investimentos e sócio da casa de análise Top Gain.

"Parte do capital deixa a bolsa brasileira e até mesmo a renda fixa local para buscar oportunidades no mercado americano", acrescentou.

No exterior, o dólar também se mantinha em alta ante as demais divisas neste fim de tarde. Às 17h17, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- subia 0,44%, a 100,790. No fim da manhã, sem efeito sobre as cotações, o Banco Central vendeu 60.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de julho.

Ibovespa fecha com queda modesta após BC deixar em aberto próximas decisões sobre a Selic

O Ibovespa fechou com uma queda modesta nesta quinta-feira, um ‌dia após o Banco Central cortar a taxa Selic para 14,25% e deixar em aberto os próximos movimentos de política monetária. 

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,1%, a 168.277,55 pontos, após marcar 169.542,37 pontos na máxima e 167.910,63 pontos na mínima do dia. O volume financeiro no pregão somou R$26,3 bilhões.

Os índices de Wall Street ‌fecharam em alta nesta quinta-feira

O índice Dow Jones Industrial Average subiu 72,15 pontos, ou 0,14%, para 51.564,70,
S&P ‌500  ganhou 80,48 pontos, ou 1,08%, para 7.500,58 
Nasdaq Composite ganhou 496,28 pontos, ou ‌1,91%, para 26.517,93.

As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta quinta-feira (18)

Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 1,04%, a 10.399,70 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,37%, a 25.028,06 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,44%, a 8.467,98 pontos.

Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,18%, a 52.688,22 pontos. 
Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,09%, a 19.404,10 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,55%, a 9.040,40 pontos.

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quinta-feira (18).

Kospi avançou 2,25% em Seul, para 9.063,84 pontos
Nikkei subiu 1,65% em Tóquio, a 71.053,49 pontos - ambos em máximas históricas.
Taiex registrou alta de 1,28% em Taiwan, a 46.465,20 pontos
Hang Seng caiu 1,59% em Hong Kong, a 23.924,81 pontos.

Na China continental, o Shanghai Composto recuou 0,43%, a 4.090,48 pontos, 
Shenzhen Composto subiu 0,53%, a 2.853,37 pontos.

Na Austrália fechou em baixa hoje, de 0,62% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.911,10 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,22% em Wellington a 13.363,31 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,96% em Moscou a 2.436,27 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,33% em Bombaim a 77.409,98 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 18/06/26

Os índices de Wall Street ‌fecharam em alta nesta quinta-feira, impulsionados pelas ações do setor de semicondutores e pela diminuição dos temores em relação à inflação, embora os investidores ainda tenham precificado aumentos nas taxas de juros pelo Federal Reserve neste ano.

O índice de semicondutores da Filadélfia apresentou desempenho significativamente superior ao do restante do mercado, à medida que as ações da Intel atingiram uma alta recorde. O ⁠presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a fabricante do iPhone, a Apple, concordou em trabalhar ‌com a Intel para projetar e fabricar seus chips nos EUA. No início do pregão, os preços do petróleo caíram para seus níveis mais baixos desde o início de março, depois ‌que os EUA e o Irã assinaram um acordo provisório ‌que prorroga o cessar-fogo de abril por mais 60 dias, a fim de dar ⁠tempo às partes para chegarem a um acordo definitivo.

Embora Trump tenha ameaçado retomar os ataques caso o Irã não honre seus compromissos, os primeiros navios começaram a navegar pelo Estreito de Ormuz, onde o transporte de petróleo, gás, fertilizantes e outras cargas estava interrompido desde o início da guerra.

O índice Dow Jones Industrial Average subiu 72,15 pontos, ou 0,14%, para 51.564,70, o S&P ‌500  ganhou 80,48 pontos, ou 1,08%, para 7.500,58 e o Nasdaq Composite ganhou 496,28 pontos, ou ‌1,91%, para 26.517,93.

Todos os três ⁠principais índices de Wall ⁠Street caíram na sessão anterior, à medida que os investidores precificaram a probabilidade de aumentos nas taxas de ⁠juros pelo Fed, depois que o novo presidente ‌do banco central, Kevin Warsh, ressaltou ‌a necessidade de conter a inflação e outros formuladores de política monetária sinalizaram custos de empréstimos mais altos no futuro.

"Os mercados ficaram assustados com a promessa feita ontem por Warsh de conter a inflação", disse Tony Welch, diretor de investimentos da SignatureFD, mas ⁠ele destacou a queda nos preços do petróleo e a recente solidez nos resultados financeiros e nos dados econômicos. "O conjunto de dados ainda é favorável, independentemente de o Fed ter se tornado um pouco mais 'hawkish' ou não."

Os operadores apostavam em uma chance de cerca de 50% de um aumento de 25 pontos-base da taxa básica ‌de juros já em setembro e em uma probabilidade de cerca de 20% para um aumento de 50 pontos-base, de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group. Os investidores ainda ⁠estavam avaliando a indicação de Warsh de que o Fed fornecerá menos orientações sobre futuros movimentos de política monetária e seu foco declarado na estabilidade de preços. Eric Johnston, estrategista-chefe de ações e macroeconomia da Cantor, disse: "A conclusão de hoje é que o Fed tem mais credibilidade em relação à inflação."

No que diz respeito aos dados, informações do Departamento do Trabalho mostraram que o número de norte-americanos que solicitaram auxílio-desemprego caiu na semana passada.

As ações da SpaceX, de Elon Musk, caíram pelo segundo dia consecutivo, depois que a empresa de tecnologia espacial e IA registrou forte alta nos primeiros dias de negociação após sua estreia na bolsa na última sexta-feira. A quinta-feira também marcou o vencimento simultâneo, que ocorre uma vez por trimestre, de contratos de derivativos vinculados a ações, opções sobre índices e futuros — também conhecido como "triple witching" —, o que pode impulsionar o volume de negociações e agravar a volatilidade.

 Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

Fallout 3ª temporada: Manny Jacinto e mais entram para o elenco

O Prime Video está convocando uma seleção potente para a 3ª temporada da série de Fallout. Manny Jacinto (The Acolyte) é o mais novo nome de peso a se juntar ao elenco.

Não só ele. Emily Mortimer e Thomasin McKenzie também foram escaladas. Os papéis dos três ainda estão mantidos sob sigilo.

Aaron Paul, de Braking Bad, também é uma das novidades do elenco, que terá os retornos de Ella Purnell, Aaron Moten, Walton Goggins, Kyle MacLachlan, Moisés Arias, Frances Turner, Annabel O’Hagan e Dave Register.

Fallout retorna a Los Angeles ainda este mês para dar início às filmagens da 3ª temporada.

 

Moana pode superar US$ 85 milhões em estreia nos EUA

A versão em live-action de Moana já começa a chamar atenção antes mesmo da estreia. De acordo com as primeiras projeções compartilhadas pelo Deadline, a produção da Walt Disney Studios deve arrecadar cerca de US$ 85 milhões em sua abertura na América do Norte.

O site observa que, embora seja um número expressivo, acabou ficando abaixo de algumas expectativas para uma das principais apostas do estúdio.Analistas destacam, porém, que ainda é cedo para previsões definitivas, especialmente porque enfrentará forte concorrência nas semanas anteriores.

Entre os principais rivais estão Toy Story 5, que atualmente tem projeções entre US$ 140 milhões e US$ 150 milhões, e Minions & Monstros, da Illumination, que pode abrir com pelo menos US$ 95 milhões.

Para efeito de comparação, a animação original, lançada em 2016, arrecadou US$ 82 milhões nos cinco primeiros dias de exibição, se aproveitando do feriado de Ação de Graças.

Moana chegará aos cinemas em 9 de julho.

Homem-Aranha: Um Novo Dia registra maior abertura de pré-venda dos últimos anos

Produzido em colaboração entre Sony Pictures e Marvel Studios, Homem-Aranha: Um Novo Dia começou demonstrando grande força comercial.

De acordo com relatório do Deadline, a abertura da pré-venda dos ingressos nos Estados Unidos foi a maior dos últimos cinco anos.

Além disso, é o melhor desempenho de pré-venda de qualquer lançamento de 2026 até agora.O último a atingir números tão expressivos em vendas antecipadas foi Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa. Na ocasião, acumulou cerca de US$ 78 milhões em pré-venda antes de chegar aos cinemas e acabou registrando a segunda maior abertura da história da bilheteria norte-americana, com US$ 260,1 milhões.

Analistas consultados pelo site apontam que Um Novo Dia também ficou acima da pré-venda de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, que estreou em 2022 arrecadando US$ 187,4 milhões.

A direção fica por conta de Destin Daniel Cretton (Shang-Chi), e a estreia nos cinemas brasileiros está marcada para 29 de julho.

Homem-Aranha: Um Novo Dia se passa vários anos após os acontecimentos de Sem Volta Para Casa, quando Peter Parker toma a difícil decisão de apagar as memórias de todos sobre sua identidade secreta.

A pré-venda para o live-action de ‘Moana’ já está aberta no Brasil

O mar acaba de completar seu chamado: a pré-venda para “Moana”, novo live-action da Disney, já está aberta no Brasil.

Agora, por meio do site ou aplicativos da Ingresso.com, já é possível garantir os melhores lugares nas primeiras sessões do filme, que estreia nos cinemas nacionais em 8 de julho. 

“Moana” é inspirado na animação de 2016, que conquistou público e crítica ao combinar visuais vibrantes e uma trilha sonora marcante com a valorização da cultura polinésia - o que lhe rendeu um Grammy pela canção “How Far I’ll Go” e indicações ao Oscar, BAFTA e Globo de Ouro. Em 2024, a franquia teve seu sucesso significativamente ampliado com uma sequência, que elevou a arrecadação global de bilheteria para cerca de US$ 1,7 bilhão, e consolidou de vez a jovem exploradora como uma das princesas mais populares.

Com direção de Thomas Kail (‘Hamilton’), a partir de um roteiro assinado por Jared Bush e Danna Miller - responsáveis pelo segundo capítulo da animação -, a versão em live-action promete seguir a história original, acompanhando a jornada da protagonista ao deixar a ilha de Motunui em uma missão para salvar seu povo.

Catherine Laga’aia é quem interpreta a personagem-título, ao lado de diversos outros nomes de peso que compõem o elenco, como John Tui (‘Han Solo: Uma História Star Wars’), Frankie Adams (‘Máquinas Mortais’), Rena Owen (‘Refém de Uma Mentira’) e Dwayne “The Rock” Johnson na pele do semideus Maui.

WNBA Destaques dos Jogos: 17/06/26

Confira todos os resultados no link:
WNBA 17/06/26
 

Liga das Nações Vôlei Feminina: 18/06/26


 




Copa do Mundo de Futebol 17/06/26


 


Mercado financeiro Bolsas da Europa: 18/06/26


 As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta quinta-feira (18) em sessão marcada pela avaliação dos desdobramentos do acordo provisório de paz entre EUA e Irã, pela decisão de política monetária do BoE (Banco da Inglaterra) e pela repercussão do tom mais duro adotado pelo Fed (Federal Reserve). A queda dos preços do petróleo favoreceu setores ligados ao consumo e à indústria.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 1,04%, a 10.399,70 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,37%, a 25.028,06 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,44%, a 8.467,98 pontos.Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,18%, a 52.688,22 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,09%, a 19.404,10 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,55%, a 9.040,40 pontos. As cotações são preliminares.

O BoE manteve sua taxa básica e reiterou que seguirá monitorando os impactos do conflito no Oriente Médio sobre a inflação. A autoridade monetária destacou que os preços de energia continuam elevados e voláteis, enquanto o presidente Andrew Bailey afirmou que o banco está pronto para reagir caso surjam efeitos inflacionários de segunda rodada mais fortes.

O ING avaliou que a decisão reforça a perspectiva de uma pausa prolongada nos juros britânicos e que um eventual corte pode ficar para 2027.Já o economista-chefe do BCE (Banco Central Europeu), Philip Lane, afirmou que a inflação da zona do euro deverá permanecer acima da meta por um período prolongado e defendeu a alta de juros promovida na semana passada, ressaltando que a instituição continua preparada para agir novamente, se necessário.

Entre as ações, a holandesa BE Semiconductor subiu cerca de 1,6% após elevar suas metas de receita e rentabilidade de longo prazo com o avanço da demanda relacionada à inteligência artificial (IA). Em Londres, a Tesco recuou 1,2% após divulgar crescimento das vendas comparáveis no trimestre. Em Paris, a L'Oréal avançou perto de 0,5% depois de anunciar a aquisição de uma participação majoritária na indiana Innovist.

Já as petroleiras europeias limitaram ganhos ou operaram em queda ao longo da sessão, refletindo o recuo do petróleo diante das perspectivas de normalização dos fluxos pelo Estreito de Ormuz. O setor cedeu 1,5%.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 18/06/26

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quinta-feira (18). Os índices do Japão e da Coreia do Sul atingiram novos recordes após Estados Unidos e Irã assinarem um acordo preliminar para encerrar a guerra no Oriente Médio.

Ontem, porém, Wall Street sofreu perdas generalizadas depois de o Fed sinalizar que pode elevar os juros antes do fim do ano.

Liderando os ganhos na região, o Kospi avançou 2,25% em Seul, para 9.063,84 pontos, e o Nikkei subiu 1,65% em Tóquio, a 71.053,49 pontos - ambos em máximas históricas. Em outras partes da Ásia, o Taiex registrou alta de 1,28% em Taiwan, a 46.465,20 pontos, enquanto o Hang Seng caiu 1,59% em Hong Kong, a 23.924,81 pontos.

Na China continental, o Shanghai Composto recuou 0,43%, a 4.090,48 pontos, mas o Shenzhen Composto subiu 0,53%, a 2.853,37 pontos.

Líderes dos EUA e do Irã assinaram um acordo para encerrar permanentemente as hostilidades e reabrir o Estreito de Ormuz - por onde transita cerca de 20% do petróleo mundial -, iniciando um prazo de 60 dias de negociações para alcançar um entendimento final sobre o futuro do programa nuclear iraniano. Até lá, o texto prevê que Teerã dilua seu estoque de urânio altamente enriquecido.

Segundo detalhes divulgados por ambos os governos, o acordo também suspende sanções com apoio dos EUA, permitindo que o Irã volte a vender seu petróleo livremente, em uma concessão significativa de Washington.No fim da madrugada, o petróleo Brent recuava 2%, para menos de US$ 78 por barril.O comportamento misto dos mercados asiáticos também veio após as bolsas de Nova York caírem ao menos 1% ontem, depois de o Fed deixar os juros inalterados, como esperado, mas indicar que pode elevá-los ainda neste ano.

Na Oceania, a bolsa da Austrália fechou em baixa hoje, com queda de 0,62% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.911,10 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,22% em Wellington a 13.363,31 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,96% em Moscou a 2.436,27 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,33% em Bombaim a 77.409,98 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires.

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 17/06/26

Bitcoin: R$ 329.286,00 Reais e US$ 64.296,00 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,1076
Dólar turismo: R$ 5,3010
Euro comercial: R$ 5,870
Libra: R$ 6,822

Dólar fecha em alta no Brasil após Fed indicar possível alta de juros em 2026

O dólar fechou ‌a quarta-feira em alta ante o real, acompanhando o fortalecimento da moeda norte-americana ante as demais divisas no exterior, após o Federal Reserve não alterar sua taxa de juros, mas indicar que um aumento pode ocorrer ainda em 2026.

O dólar à vista fechou o dia com alta de 0,41%, aos R$5,1104. No acumulado ⁠do ano, a divisa passou a acumular queda de 6,90% ante o real.  Às 17h03, ‌o dólar futuro para julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 0,36% na B3, aos R$5,1245.

Até a decisão do Fed, anunciada às 15h00, ‌o dólar exibiu perdas ante o real e outras ‌divisas da América Latina, como o peso chileno, o sol peruano ⁠e o peso mexicano. O ambiente mudou após o Fed manter a taxa de referência na faixa de 3,50% a 3,75%, como era largamente esperado, mas indicar que espera por um aumento ainda este ano. A perspectiva de juros mais altos nos EUA deu força aos rendimentos dos Treasuries e ao dólar ante todas as ‌demais divisas, incluindo o real.

"Na primeira reunião sob a gestão de Kevin Warsh, o ‌Fed não trouxe surpresas: manteve ⁠os juros inalterados, ⁠em um patamar que ainda pressiona a atividade econômica, mas reflete a cautela do novo presidente ⁠diante das incertezas geradas pelo conflito ‌no Oriente Médio", destacou Edson ‌Mendes, sócio-fundador da Private Investimentos, em referência ao fato de esta decisão ser a primeira com Warsh como chair do Fed.

"No curto prazo, a decisão tende a reforçar o dólar frente às moedas emergentes e pode continuar ⁠reduzindo o fluxo de capitais para esses mercados", acrescentou. Após atingir a cotação mínima de R$5,0511 (-0,75%) às 14h59 -- 1 minuto antes do anúncio do Fed -- o dólar à vista marcou a máxima de R$5,1225 (+0,65%) às 16h38, já após a decisão e à coletiva de imprensa de Warsh.

Agora, ‌investidores aguardam pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central sobre a taxa básica Selic, hoje em 14,50% ao ano, após as 18h30. Ainda ⁠que boa parte do mercado espere por novo corte de 25 pontos-base da Selic, os agentes estarão atentos ao comunicado, em busca de pistas sobre a decisão seguinte, em agosto.

O diferencial de juros entre Brasil e outros países -- como EUA e Japão, cujas taxas estão em níveis bem menores -- vinha sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, o que conduziu as cotações do dólar a patamares mais baixos ante o real nos últimos meses. No fim da manhã, o Banco Central vendeu 60.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de julho. À tarde, o BC informou que o Brasil registrou fluxo cambial total positivo de US$4,130 bilhões em junho até dia 12.

Ibovespa fecha em queda após Fed sinalizar alta de juros neste ano

O Ibovespa fechou em queda nesta quarta-feira, perdendo fôlego ‌após projeções de autoridades do banco central norte-americano apontarem uma alta na taxa de juros da maior economia do mundo ainda neste ano.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,7%, a 168.453,93 pontos, renovando mínima de fechamento desde janeiro. Durante a sessão, chegou a 167.915,71 pontos na mínima, após avançar a 171.878,23 pontos na máxima. O volume financeiro somou R$68,79 bilhões, em pregão também marcado pelo vencimento de opções sobre o Ibovespa e do contrato futuro do índice.

Bolsas de NY fecham em queda de cerca de 1%, após decisão do Fed e incertezas sobre EUA-Irã

As bolsas de Nova York fecharam em forte queda nesta quarta-feira, pressionadas pela manutenção de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e retirada de orientação futura na primeira decisão sob comando de Kevin Warsh. Ainda, relatos divergentes sobre o acordo entre EUA e Irã retomam temores sobre a fragilidade do acordo.

O Dow Jones fechou em queda de 0,98%, aos 51.492,55 pontos. O S&P 500 perdeu 1,21%, nos 7.420,10 pontos. E o Nasdaq recuou 1,34%, encerrando em 26.021,66 pontos. 

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,14%, a 10.508,61 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,08%, a 24.931,55 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,20%, a 8.430,79 pontos. 

Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,31%, a 52.595,23 pontos. 
Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,20%, a 19.392,90 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,76%, a 9.090,72 pontos. 

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira (17)

Sul-coreano Kospi avançou 1,58% em Seul, para o novo patamar inédito de 8.864,24 pontos, 
Nikkei subiu 0,72% em Tóquio, a 69.902,25 pontos, também em nível recorde.
Taiex teve ligeiro ganho de 0,15% em Taiwan, a 45.877,39 pontos, 
Hang Seng caiu 0,74% em Hong Kong, a 24.312,16 pontos.

Na China continental, o Shanghai Composto avançou 0,40%, a 4.108,08 pontos, 
e o menos abrangente Shenzhen Composto subiu 0,73%, a 2.838,35 pontos.

Na Austrália também, com alta de 0,54% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.966,30 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,25% em Wellington a 13.392,98 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,18% em Moscou a 2.485,99 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,45% em Bombaim a 77.155,62 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 17/06/26

As bolsas de Nova York fecharam em forte queda nesta quarta-feira, pressionadas pela manutenção de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e retirada de orientação futura na primeira decisão sob comando de Kevin Warsh. Ainda, relatos divergentes sobre o acordo entre EUA e Irã retomam temores sobre a fragilidade do acordo.

O Dow Jones fechou em queda de 0,98%, aos 51.492,55 pontos. O S&P 500 perdeu 1,21%, nos 7.420,10 pontos. E o Nasdaq recuou 1,34%, encerrando em 26.021,66 pontos.

A cautela contagiou Wall Street ao longo da tarde, levando todos os setores do S&P 500 a fecharem em queda. Comunicação (-2,98%) e consumo discricionário (-2,69%) lideraram perdas, mas até setores que começaram a sessão em alta, como tecnologia (-0,61%), perderam ímpeto. A primeira decisão do Fed sob Kevin Warsh reformulou o comunicado ao retirar perspectivas futuras e alterar a forma de classificar o desempenho da economia americana. Em coletiva de imprensa, o presidente do BC dos EUA sinalizou que há mais mudanças por vir e evitou comentários sobre trajetórias de juros. Em suas projeções e gráficos de pontos, contudo, os dirigentes elevaram expectativas de inflação e sinalizaram aumento dos Fed Funds nos próximos anos.

Bancos regionais firmaram queda após a decisão do Fed. O índice bancário KBW do Nasdaq caiu 0,36%, enquanto ações do Western Alliance cederam 3,74% e do Metropolitan Bank recuaram 2,89%. Entre grandes bancos, o Goldman Sachs (+0,78%) e o Morgan Stanley (+1,87%) avançaram, mas Wells Fargo (-1,46%) e Bank of America (-0,55%) caíram.

Esta também foi a primeira menção do Fed ao Oriente Médio como possível pressão inflacionária desde o início da guerra. Hoje, o presidente Donald Trump voltou a ameaçar o Irã com bombardeios se o memorando de entendimento não for assinado e um acordo final não for alcançado, em meio a um turbilhão de diferentes relatos da imprensa sobre as negociações entre ambos países e os termos do texto em questão. As petrolíferas Chevron (-1,40%) e ExxonMobil (-0,79%) recuaram. 

Parte das ações de tecnologia sucumbiu ao ambiente de cautela, com poucas exceções. A Micron subiu 2,20% e a Broadcom avançou 4,30%, após receberem elevação de preço-alvo e manutenção de recomendação de compra pelo Citi e pelo JPMorgan, respectivamente. Já a Intel avançou 3,46%, seguindo anúncio de testes de novo processo de produção de chips.

A Robinhood também divergiu do setor cripto ao saltar quase 9%, também por receber elevação de preço-alvo após cortar número de empregados em 10%. A AST Spacemobile teve alta de 3,87%, após sucesso em missão para colocar satélites em órbita, enquanto a rival SpaceX reverteu ganhos da abertura e caiu 4,95%.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

WhatsApp prepara recurso para gravar e mandar áudio sem abrir o app

O WhatsApp está desenvolvendo um widget para a tela inicial do Android que vai permitir gravar e enviar mensagens de voz sem precisar abrir o aplicativo. A novidade foi identificada pelo site especializado WABetaInfo na versão beta 2.26.24.2 do app para Android, disponível na Google Play Store, mas ainda não está liberada para testadores.

O widget tem tamanho padrão de 3x1 na tela inicial, mas pode ser redimensionado após a instalação. O visual é simples: um botão com ícone de microfone e o texto "Tap to record" ("Toque para gravar", em inglês). Ao tocar nele, a gravação começa imediatamente. Depois de concluída, o usuário escolhe para quem enviar o áudio, com a possibilidade de selecionar vários contatos ao mesmo tempo.
 

Hoje, mandar um áudio no WhatsApp exige abrir o app, localizar a conversa e, só então, gravar. Para enviar o mesmo áudio a mais de um contato, é preciso encaminhar a mensagem manualmente para cada chat.

Com o widget, esse processo é reduzido a dois passos: gravar e selecionar os destinatários, tudo a partir da tela inicial. Também será possível compartilhar o áudio diretamente nos status.

O recurso se junta a outro widget que o WhatsApp desenvolve em paralelo, um atalho para visualizar atualizações de status, anunciado na versão beta 2.26.18.5. Segundo o WABetaInfo, a empresa vem ampliando sua aposta em widgets para Android como forma de levar funções frequentes para fora do aplicativo.

 Por enquanto, o widget de mensagens de voz segue em desenvolvimento e não tem data confirmada para chegar aos testadores. 

A expectativa do WABetaInfo é de que o recurso apareça em uma atualização beta antes de ser liberado para todos os usuários na versão estável do app.

Fonte: WABetaInfo.

Cinemas Os lançamentos da semana: 18 a 24/06/26

Nesta semana, Toy story 5, Quinze dias,  A vida à parte*, estão entre as principais estreias dos cinemas brasileiros. Em suma, as duas novas produções devem ocupar grande parte das telonas do país nos próximos dias.

Vale destacar que os demais filmes que chegam ao país têm um número de salas reduzidas e, por essa razão, devem chegar apenas às principais capitais.

Lembrando que as estreias da semana nos cinemas estão sempre sujeitas a alterações e os filmes previstos para a exibição podem mudar dependendo do dia.
 
 Toy story 5

Título original: Toy story 5
Distribuição: Disney
País: Estados Unidos
Gênero: animação
Classificação: PG supervisão dos pais
Direção: Andrew Stanton

Sinopse
Buzz, Woody, Jessie e os demais brinquedos tradicionais são desafiados pela nova obsessão das crianças do século XXI: os dispositivos eletrônicos.


Quinze dias

Distribuição: Manequim Filmes
País: Brasil
Gênero: romance
Duração: 100 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Daniel Lieff
Elenco: Miguel Lallo, Diego Lira, Débora Falabella

Sinopse
Felipe é um garoto gordo e tímido que sofre bullying na escola e aguarda pelas férias de julho desde o início das aulas. Afastado dos colegas que o maltratam, Felipe finalmente vai poder se dedicar somente ao que gosta: livros e séries. No entanto, as coisas fogem do controle quando sua mãe informa que concordou em hospedar o vizinho Caio, que foi sua primeira paixãozinha na infância, por longos 15 dias.

 

A vida à parte*

Título original: La vita accanto
Distribuição: Imovision
País: Itália
Gênero: drama
Duração: 100 minutos
Classificação: 16 anos
Observação: *Exibição exclusiva no Reserva Cultural.
Direção: Marco Tullio Giordana
Elenco: Valentina Bellè, Sonia Bergamasco, Alessandro Bressanello

Sinopse
Nos anos 1980, uma família rica se vê devastada quando Rebecca nasce com uma mancha vermelha que desfigura seu rosto. A dor e o desespero tomam conta de todos, enquanto antigos segredos familiares começam a emergir.

 

 As correntes

Título original: Las corrientes
Distribuição: Filmes do Estação
País: Argentina, Suíça
Gênero: drama
Duração: 104 minutos
Classificação: 16 anos
Direção: Milagros Mumenthaler
Elenco: Isabel Aimé Gonzalez-Sola, Esteban Bigliardi, Claudia Sánchez

Sinopse
Lina, uma estilista bem-sucedida, volta de uma viagem internacional com um segredo, uma fobia e uma vida prestes a transbordar.

 

 Cinco da tarde

Distribuição: 3 Tabela Filmes
País: Brasil,Portugal
Gênero: drama
Duração: 125 minutos
Classificação: Livre 
Direção: Eduardo Nunes
Elenco: Bárbara Luz, Sharon Cho, Analu Prestes

Sinopse
Com a morte da avó, Anabel, uma jovem de 17 anos, aproxima-se de Meiko, uma tímida vizinha. Aos poucos, esta singela aproximação mostra-se reveladora de sentimentos escondidos e semelhanças improváveis.

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