O presidente de distribuição norte-americana da Universal Pictures, Jim Orr, divulgou um comunicado (via Variety e Deadline) comemorando o enorme sucesso de A Odisseia, de Christopher Nolan, em sua estreia nas bilheterias. O épico arrecadou US$ 264 milhões em seu fim de semana de abertura ao redor do mundo, marcando o maior lançamento da carreira de Nolan, superando até mesmo a sua trilogia do Batman.
“Há uma empolgação palpável nos cinemas neste fim de semana com o lançamento de A Odisseia, que é incrivelmente gratificante. Christopher Nolan é um dos diretores mais confiáveis de todos os tempos, e o público sabe que ele sempre entrega algo digno de ser visto nas telonas. Mais uma vez, ele entregou uma aventura épica em uma escala raramente vista, e o público responde não apenas com resultados estrondosos nas bilheterias, mas também com reações que são simplesmente extraordinárias”, disse Orr.
Ele acrescentou, apostando que o sucesso será ainda maior a longo prazo: “Temos sessões esgotadas em alguns formatos no próximo fim de semana, para o seguinte e até mesmo para o meio da semana.” Depois de romper com a Warner Bros. devido ao turbulento lançamento de Tenet, Christopher Nolan vem lançando seus filmes em parceria com a Universal Pictures. A Odisseia é a sua segunda colaboração com o estúdio, depois de Oppenheimer, que estreou em 2023.
A Odisseia está agora em cartaz nos cinemas do Brasil.
domingo, 19 de julho de 2026
Bilheterias EUA: 17 a 19/07/26
A Odisseia abriu sua bilheteria mundial com expressivos US$ 264 milhões, consolidando um começo avassalador.
Desse total, US$ 124,5 milhões são do mercado norte-americano e US$ 139,6 milhões são de outros territórios internacionais. O épico acumula, agora, os seguintes recordes:
Maior abertura global da carreira de Christopher Nolan (sim, considerando até mesmo os filmes do Batman);
Maior abertura global de um live-action em 2026 até o momento;
Maior abertura global de todos os tempos para uma produção da Universal proibida para menores;
Maior abertura global de todos os tempos para um longa proibido para menores que não seja da franquia Deadpool;
Maior abertura global da década para um longa que não é reboot, remake, sequência ou está relacionado a franquias;
Maior abertura da carreira de Matt Damon tanto domesticamente quanto globalmente.
Originalmente, as projeções oficiais de bilheteria apontavam que A Odisseia estrearia com algo entre US$ 80 milhões e US$ 100 milhões nos Estados Unidos e cerca de US$ 200 milhões ao redor do mundo. O épico simplesmente esmagou essas expectativas, que já representariam um começo promissor.
Moana segue na vice-liderança com míseros US$ 19,0 milhões, logo trás Minions & Monstros US$ 14,8 milhões. Toy Story 5 arrecadou US$ 950 milhões na bilheteria mundial. O valor aproxima a produção de atingir a marca de US$ 1 bilhão globalmente.
O desempenho consolida a animação como uma das maiores arrecadações de 2026. O projeto deve se tornar a terceira produção do ano a cruzar a barreira bilionária de faturamento – as outras duas são Super Mario Galaxy: O Filme e Michael. O público comparece em peso aos cinemas para acompanhar a nova narrativa com Woody e Buzz. ficou em quarto com mais US$ 14,8 milhões.
Fechando o top cinco semanal o terror A Morte do Demônio: Em Chamas, arrecadando mais US$ 5,0 milhões.
1.(new) A Odisseia - $124,5 M
2.(1) Moana - $19,0 M
3.(2) Minions & Monstros - $14,8 M
4.(3) Toy Story 5 - $14,8 M
5.(4) A Morte do Demônio: Em Chamas - $5,0 M
6.(6) O Convite - $3,9 M
7.(5) George Washington - $3,7 M
8.(7) Obsessão - $2,5 M
9.(8) Supergirl - $1,5 M
10.(9) Dia D - $1,4 M
Desse total, US$ 124,5 milhões são do mercado norte-americano e US$ 139,6 milhões são de outros territórios internacionais. O épico acumula, agora, os seguintes recordes:
Maior abertura global da carreira de Christopher Nolan (sim, considerando até mesmo os filmes do Batman);
Maior abertura global de um live-action em 2026 até o momento;
Maior abertura global de todos os tempos para uma produção da Universal proibida para menores;
Maior abertura global de todos os tempos para um longa proibido para menores que não seja da franquia Deadpool;
Maior abertura global da década para um longa que não é reboot, remake, sequência ou está relacionado a franquias;
Maior abertura da carreira de Matt Damon tanto domesticamente quanto globalmente.
Originalmente, as projeções oficiais de bilheteria apontavam que A Odisseia estrearia com algo entre US$ 80 milhões e US$ 100 milhões nos Estados Unidos e cerca de US$ 200 milhões ao redor do mundo. O épico simplesmente esmagou essas expectativas, que já representariam um começo promissor.
Moana segue na vice-liderança com míseros US$ 19,0 milhões, logo trás Minions & Monstros US$ 14,8 milhões. Toy Story 5 arrecadou US$ 950 milhões na bilheteria mundial. O valor aproxima a produção de atingir a marca de US$ 1 bilhão globalmente.
O desempenho consolida a animação como uma das maiores arrecadações de 2026. O projeto deve se tornar a terceira produção do ano a cruzar a barreira bilionária de faturamento – as outras duas são Super Mario Galaxy: O Filme e Michael. O público comparece em peso aos cinemas para acompanhar a nova narrativa com Woody e Buzz. ficou em quarto com mais US$ 14,8 milhões.
Fechando o top cinco semanal o terror A Morte do Demônio: Em Chamas, arrecadando mais US$ 5,0 milhões.
1.(new) A Odisseia - $124,5 M
2.(1) Moana - $19,0 M
3.(2) Minions & Monstros - $14,8 M
4.(3) Toy Story 5 - $14,8 M
5.(4) A Morte do Demônio: Em Chamas - $5,0 M
6.(6) O Convite - $3,9 M
7.(5) George Washington - $3,7 M
8.(7) Obsessão - $2,5 M
9.(8) Supergirl - $1,5 M
10.(9) Dia D - $1,4 M
DIGGER Copa do Mundo
Mundo, Digger. 🤝 Digger, mundo.
O homem mais poderoso do mundo provoca um desastre e embarca em uma missão para demonstrar que é o Salvador da Humanidade.
Estrelas: Tom Cruise, Riz Ahmed, John Goodman.
Estreia 01 de outubro.
O homem mais poderoso do mundo provoca um desastre e embarca em uma missão para demonstrar que é o Salvador da Humanidade.
Estrelas: Tom Cruise, Riz Ahmed, John Goodman.
Estreia 01 de outubro.
F-1 Grande Prêmio da Bélgica Final 19/07/26
A Fórmula 1 encerrou neste domingo sua passagem por Spa-Francorchamps com um GP da Bélgica dos mais polêmicos. Em meio ao abandono de George Russell e a punição de Lewis Hamilton (e outra que ainda pode vir), Andrea Kimi Antonelli superou Charles Leclerc para vencer pela primeira vez desde Mônaco, com Max Verstappen em terceiro. Já Gabriel Bortoleto fez uma nova prova de destaque, terminando em oitavo.
Os ponteiros largam bem, com Verstappen dando o bote em cima de Antonelli na Eau Rouge. Mas durou pouco para o holandês, que acabou jantado pelo italiano e por Leclerc no fim da reta Kemmel. A bandeira amarela foi acionada segundos depois. Um contato entre Hamilton e Russell levou o britânico à caixa de brita, ficando parado ali. Pouco depois, o SC se fez necessário.
Alguns pilotos do fundo aproveitaram para parar. Neste momento, Antonelli liderava com Leclerc em segundo, Verstappen em terceiro, Piastri em quarto e Hamilton em quinto. Nesta primeira volta, Bortoleto caiu de oitavo para nono, perdendo posições para Lawson e Colapinto, mas se beneficiando do abandono de Russell.
A prova foi retomada na volta 5, de um total de 44, com os pilotos recebendo informações desencontradas sobre a possibilidade de chover ou não. Hamilton e Piastri protagonizaram a única batalha real na relargada, com o australiano da McLaren levando a melhor e mantendo a quarta posição, enquanto Antonelli já abria 1s para Leclerc em apenas algumas curvas. Verstappen fez uma boa manobra para ultrapassar Leclerc e subir para segundo na volta 6, com o holandês dando pinta de que poderia atacar a Mercedes. Mais atrás, Bortoleto caía para décimo, perdendo posição para Norris.
Na chegada à volta 30, Leclerc seguia na liderança, tendo 2s de vantagem para Antonelli, com Verstappen em terceiro a 7s. O holandês era seguido de perto por Norris e Piastri, com Hamilton em sexto a 6s5. Hadjar era o sétimo, com Bortoleto em oitavo, 4s à frente de Lindblad. Na volta 31, Norris finalmente entrou nos boxes para fazer sua troca de pneus, colocando médios. O britânico voltou em oitavo, logo atrás de Bortoleto, enquanto lá na frente a vantagem de Leclerc caía para 1s3.
Antonelli retoma a liderança da prova na volta 34, usando a reta Kemmel para acionar a potência elétrica e fazer a manobra de ultrapassagem em cima de Leclerc. Mas o italiano não conseguiu abrir uma vantagem acima de 1s, que o livrasse do uso do modo ultrapassagem. No final, Andrea Kimi Antonelli levou a melhor, voltando a vencer pela primeira vez desde Mônaco, chegando ao seu sexto triunfo na temporada 2026. Charles Leclerc foi o segundo, com Max Verstappen completando o pódio. Fecharam o top 10: Lewis Hamilton, Oscar Piastri, Isack Hadjar, Lando Norris, Gabriel Bortoleto, Arvid Lindblad e Franco Colapinto.
A Fórmula 1 retoma as atividades da temporada 2026 já no próximo fim de semana, visitando o circuito do Hungaroring para mais uma edição do GP da Hungria, 11ª etapa do campeonato e última prova antes da pausa de meio de ano.
Os ponteiros largam bem, com Verstappen dando o bote em cima de Antonelli na Eau Rouge. Mas durou pouco para o holandês, que acabou jantado pelo italiano e por Leclerc no fim da reta Kemmel. A bandeira amarela foi acionada segundos depois. Um contato entre Hamilton e Russell levou o britânico à caixa de brita, ficando parado ali. Pouco depois, o SC se fez necessário.
Alguns pilotos do fundo aproveitaram para parar. Neste momento, Antonelli liderava com Leclerc em segundo, Verstappen em terceiro, Piastri em quarto e Hamilton em quinto. Nesta primeira volta, Bortoleto caiu de oitavo para nono, perdendo posições para Lawson e Colapinto, mas se beneficiando do abandono de Russell.
A prova foi retomada na volta 5, de um total de 44, com os pilotos recebendo informações desencontradas sobre a possibilidade de chover ou não. Hamilton e Piastri protagonizaram a única batalha real na relargada, com o australiano da McLaren levando a melhor e mantendo a quarta posição, enquanto Antonelli já abria 1s para Leclerc em apenas algumas curvas. Verstappen fez uma boa manobra para ultrapassar Leclerc e subir para segundo na volta 6, com o holandês dando pinta de que poderia atacar a Mercedes. Mais atrás, Bortoleto caía para décimo, perdendo posição para Norris.
Na chegada à volta 30, Leclerc seguia na liderança, tendo 2s de vantagem para Antonelli, com Verstappen em terceiro a 7s. O holandês era seguido de perto por Norris e Piastri, com Hamilton em sexto a 6s5. Hadjar era o sétimo, com Bortoleto em oitavo, 4s à frente de Lindblad. Na volta 31, Norris finalmente entrou nos boxes para fazer sua troca de pneus, colocando médios. O britânico voltou em oitavo, logo atrás de Bortoleto, enquanto lá na frente a vantagem de Leclerc caía para 1s3.
Antonelli retoma a liderança da prova na volta 34, usando a reta Kemmel para acionar a potência elétrica e fazer a manobra de ultrapassagem em cima de Leclerc. Mas o italiano não conseguiu abrir uma vantagem acima de 1s, que o livrasse do uso do modo ultrapassagem. No final, Andrea Kimi Antonelli levou a melhor, voltando a vencer pela primeira vez desde Mônaco, chegando ao seu sexto triunfo na temporada 2026. Charles Leclerc foi o segundo, com Max Verstappen completando o pódio. Fecharam o top 10: Lewis Hamilton, Oscar Piastri, Isack Hadjar, Lando Norris, Gabriel Bortoleto, Arvid Lindblad e Franco Colapinto.
A Fórmula 1 retoma as atividades da temporada 2026 já no próximo fim de semana, visitando o circuito do Hungaroring para mais uma edição do GP da Hungria, 11ª etapa do campeonato e última prova antes da pausa de meio de ano.
sábado, 18 de julho de 2026
The Mongoose Novo filme de ação ganha trailer
Liam Neeson continua emendando filmes de ação e não dá sinal de aposentadoria tão cedo. Foi divulgado o primeiro trailer de The Mongoose, novo thriller da Samuel Goldwyn Films, no qual o astro volta ao papel de um homem durão disposto a enfrentar tudo para provar sua inocência. No longa, ele interpreta Ryan "Fang" Flanagan, um veterano de guerra acusado por um crime que não cometeu e que acaba iniciando uma perseguição policial em alta velocidade pelos Estados Unidos.
Um veterano de combate altamente condecorado, Ryan "Fang" Flanagan, foge de uma cena de crime a 130 milhas por hora em um Mustang Shelby cobra GT 65.
Estrelas: Liam Neeson, Marisa Tomei, Michael Chiklis.
Dirigido por Mark Vanselow, coordenador de dublês que faz sua estreia como diretor, The Mongoose estreia nos cinemas em 30 de outubro.
Um veterano de combate altamente condecorado, Ryan "Fang" Flanagan, foge de uma cena de crime a 130 milhas por hora em um Mustang Shelby cobra GT 65.
Estrelas: Liam Neeson, Marisa Tomei, Michael Chiklis.
Dirigido por Mark Vanselow, coordenador de dublês que faz sua estreia como diretor, The Mongoose estreia nos cinemas em 30 de outubro.
Varanasi Nova foto de Priyanka Chopra no filme e pôsteres
O longa-metragem Varanasi, novo projeto do diretor SS Rajamouli, responsável pelo sucesso RRR (2022), ganhou uma nova imagem que mostra Priyanka Chopra caracterizada como sua personagem, Mandakini.
Varanasi é estrelado por Mahesh Babu como Rudhra, descrito como um arqueólogo ao estilo Indiana Jones em uma jornada global em busca de artefatos antigos. O elenco também inclui Priyanka Chopra Jonas como Mandakini e Prithviraj Sukumaran como o vilão Kumbha - uma espécie de Doutor Octopus, pois ele usa uma cadeira especial com braços robóticos.
O longa será exibido nos cinemas em formato IMAX e tem previsão de lançamento para 7 de abril de 2027.
Varanasi é estrelado por Mahesh Babu como Rudhra, descrito como um arqueólogo ao estilo Indiana Jones em uma jornada global em busca de artefatos antigos. O elenco também inclui Priyanka Chopra Jonas como Mandakini e Prithviraj Sukumaran como o vilão Kumbha - uma espécie de Doutor Octopus, pois ele usa uma cadeira especial com braços robóticos.
O longa será exibido nos cinemas em formato IMAX e tem previsão de lançamento para 7 de abril de 2027.
One Piece: A Série supera 1 bilhão de horas assistidas
Desde sua estreia na Netflix em agosto de 2023, One Piece: A Série soma mais de 1,3 bilhão de horas assistidas globalmente na plataforma, o equivalente a 172,9 milhões de visualizações.
A 1ª temporada corresponde a maior parte do valor com 950 milhões de horas assistidas e 125,6 milhões de visualizações totais ao longo dos anos.
No primeiro semestre de 2026, impulsionada pelo retorno da série, a Temporada 1 registrou 162,9 milhões de horas assistidas e 21,5 milhões de visualizações.
Já a 2ª temporada, intitulada Rumo à Grand Line, que estreou em 31 de março, somou 383,5 milhões de horas assistidas e 47,3 milhões visualizações na primeira metade de 2026.
Apesar de ter registrado queda de audiência na semana estreia em relação a temporada anterior, a 2ª temporada vem tendo um bom desempenho.
A 3ª temporada, intitulada A Batalha de Alabasta, teve as gravações concluídas em junho. A estreia está prevista para ocorrer em algum momento de 2027.
A 1ª temporada corresponde a maior parte do valor com 950 milhões de horas assistidas e 125,6 milhões de visualizações totais ao longo dos anos.
No primeiro semestre de 2026, impulsionada pelo retorno da série, a Temporada 1 registrou 162,9 milhões de horas assistidas e 21,5 milhões de visualizações.
Já a 2ª temporada, intitulada Rumo à Grand Line, que estreou em 31 de março, somou 383,5 milhões de horas assistidas e 47,3 milhões visualizações na primeira metade de 2026.
Apesar de ter registrado queda de audiência na semana estreia em relação a temporada anterior, a 2ª temporada vem tendo um bom desempenho.
A 3ª temporada, intitulada A Batalha de Alabasta, teve as gravações concluídas em junho. A estreia está prevista para ocorrer em algum momento de 2027.
A Odisseia arrecada mais de US$ 50 milhões em apenas um dia
A Odisseia arrecadou US$ 51,2 milhões em seu dia de estreia nos Estados Unidos, na sexta-feira, 17 de julho. O resultado marca a maior arrecadação diária para uma produção live-action em 2026.
A marca posiciona o projeto de Christopher Nolan como a quarta maior abertura da história para uma obra voltada para maiores de 18 anos. Com o desempenho inicial, as projeções para o primeiro fim de semana foram revisadas para mais de US$ 120 milhões no mercado norte-americano.
Mundialmente, a expectativa agora é que a arrecadação ultrapasse US$ 250 milhões nos primeiros dias. Anteriormente, analistas estimavam valores entre US$ 80 milhões e US$ 100 milhões domesticamente, além de US$ 200 milhões globais. O orçamento do projeto é estimado em US$ 250 milhões.
A Odisseia está em cartaz nos cinemas do Brasil.
Três Horas Para Viver confronto brutal no trailer
Diamond Films divulgou o primeiro trailer oficial de “Três Horas Para Viver”, novo longa de ação estrelado por Alan Ritchson (‘Reacher’), Owen Wilson (‘Marley & Eu’) e o brasileiro Rodrigo Santoro (‘300’). Confira acima.
Marcadas por perseguições em alta velocidade, tiroteios intensos e combates corpo a corpo, as cenas da prévia revelam mais detalhes da atmosfera eletrizante e brutal que o filme promete oferecer ao público.
Na trama, Ritchson e Wilson interpretam Hank Malone e Ben Bishop, dupla encarregada pelo transporte de um órgão essencial para a sobrevivência de uma garotinha de sete anos. No entanto, a missão aparentemente simples passa a ser ameaçada pelo criminoso Damián Zaldívar (Santoro), desencadeando uma corrida contra o relógio para salvar uma vida.
O longa-metragem foi desenvolvido por meio de uma parceria entre 2521 Entertainment, A Higher Standard, AllyCat Entertainment, Broken Road Productions, G2 Dispatch, Industry Entertainment e Nickel City Pictures.
Além do trio princial, o elenco ainda conta com a presença de diversos outros talentos conhecidos, como Leila George, Kate Box, Peta Sergeant, Goran D.Kleut, Geraldine Hakewill, Salomé Chandler, Jacob Hohua,Thomas Larkin, Cecilia Toussaint e Callie Brutnell.
Com direção de Scott Waugh (‘Projeto Extração’), comandada a partir de um roteiro assinado por Miles Hubley e Tommy White, “Três Horas Para Viver” estreia em 8 de outubro no Brasil, exclusivamente nos cinemas.
Marcadas por perseguições em alta velocidade, tiroteios intensos e combates corpo a corpo, as cenas da prévia revelam mais detalhes da atmosfera eletrizante e brutal que o filme promete oferecer ao público.
Na trama, Ritchson e Wilson interpretam Hank Malone e Ben Bishop, dupla encarregada pelo transporte de um órgão essencial para a sobrevivência de uma garotinha de sete anos. No entanto, a missão aparentemente simples passa a ser ameaçada pelo criminoso Damián Zaldívar (Santoro), desencadeando uma corrida contra o relógio para salvar uma vida.
O longa-metragem foi desenvolvido por meio de uma parceria entre 2521 Entertainment, A Higher Standard, AllyCat Entertainment, Broken Road Productions, G2 Dispatch, Industry Entertainment e Nickel City Pictures.
Além do trio princial, o elenco ainda conta com a presença de diversos outros talentos conhecidos, como Leila George, Kate Box, Peta Sergeant, Goran D.Kleut, Geraldine Hakewill, Salomé Chandler, Jacob Hohua,Thomas Larkin, Cecilia Toussaint e Callie Brutnell.
Com direção de Scott Waugh (‘Projeto Extração’), comandada a partir de um roteiro assinado por Miles Hubley e Tommy White, “Três Horas Para Viver” estreia em 8 de outubro no Brasil, exclusivamente nos cinemas.
sexta-feira, 17 de julho de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 17/07/26
Bitcoin: R$ 329.295,50 Reais e US$ 64.014,24 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,1092
Dólar turismo: R$ 5,3166
Euro comercial: R$ 5,848
Libra: R$ 6,899
Exterior conduz alta do dólar ante o real em dia de busca por segurança
O dólar fechou a sexta-feira em alta leve ante o real, acompanhando o viés positivo da moeda norte-americana ante outras divisas de emergentes no exterior, após Estados Unidos e Irã intensificarem ataques no Oriente Médio.
A queda das ações de fabricantes de chips também pressionou os mercados globais, com investidores em busca de ativos mais seguros, como o dólar.
O dólar à vista encerrou o dia no Brasil com alta de 0,25%, aos R$5,1109. No acumulado da semana, a moeda ficou praticamente estável, com variação positiva de 0,06%. No ano, o dólar passou a acumular baixa de 6,89%. Às 17h06, o dólar futuro para agosto -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- tinha variação negativa de 0,04% na B3, aos R$5,1260.
A sexta-feira foi um típico dia de "risk-off" (fuga do risco), com os índices de ações em queda ao redor do mundo, os rendimentos dos Treasuries em baixa e o dólar avançando ante boa parte das demais divisas. O petróleo Brent também voltou a subir, para a faixa dos US$87 o barril.
Um dos fatores de pressão foi novamente a guerra no Oriente Médio, com os EUA intensificando a campanha de bombardeios contra o Irã, tendo atingido pontes e um aeroporto. O Irã respondeu com ataques a bases norte-americanas na região, incluindo um centro de comando de operações especiais em al-Tanf, na Síria. Foi o primeiro ataque iraniano conhecido ao território sírio desde que começou a guerra.
Com a geopolítica no radar, investidores também liquidaram posições em ações de fabricantes de chips e demais empresas ligadas à inteligência artificial, em meio a dúvidas sobre a sustentabilidade dos investimentos do setor. Nos mercados de moedas, esse cenário se traduziu na alta do dólar ante várias divisas de países emergentes, como o peso chileno, o rand sul-africano, o peso mexicano e o real. “O aumento da aversão global ao risco penalizou de forma ampla as moedas de países emergentes e exportadores de commodities, intensificando o fluxo de busca pelo dólar”, resumiu Rebecca Nossig, analista de investimentos da Nomad.
O dólar à vista atingiu a cotação máxima intradia de R$5,1346 (+0,71%) às 10h35, em meio à busca global pela segurança da moeda norte-americana. À tarde, a moeda à vista quase eliminou os ganhos, ao atingir a mínima de R$5,1050 (+0,13%) às 14h49, com alguns investidores zerando parte das posições em dólar na reta final da semana. Ainda assim, a divisa fechou em leve alta. No Brasil, destaque ainda para os desdobramentos do anúncio de que os EUA cobrarão tarifa de 25% sobre um conjunto de produtos brasileiros. Durante a tarde, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que somente falará da tarifa após uma manifestação do presidente norte-americano, Donald Trump, sobre o assunto.
“Enquanto ele não falar, eu não falarei, porque nós vamos mostrar que contra o Brasil ninguém ganha mentindo. Ou é mais verdadeiro que nós ou não vai enganar a sociedade brasileira", disse Lula.
Pela manhã, o Banco Central informou que seu Índice de Atividade (IBC-Br) subiu 0,1% em maio na série com ajuste sazonal, desacelerando ante a alta revisada de 0,4% em abril. Economistas ouvidos em pesquisa da Reuters projetavam resultado zero em maio. Em relação a maio de 2025, o IBC-Br subiu 0,8% na série sem ajuste sazonal. No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 3 de agosto. Às 17h11, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,02%, a 100,730.
Ibovespa fecha quase estável com Petrobras atenuando pressão de bancos
O Ibovespa fechou quase estável nesta sexta-feira, com Petrobras atenuando a pressão negativa principalmente dos bancos, mas confirmou a primeira perda semanal em um mês.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,04%, a 173.749,89 pontos, acumulando declínio de 2,31% na semana, de acordo com dados preliminares. Na máxima do dia, chegou a 174.504,63 pontos. Na mínima, a 173.285,28 pontos.
O volume financeiro no pregão somava R$20,93 bilhões antes dos ajustes finais, em sessão ainda marcada pelo vencimento de opções sobre ações na bolsa paulista.
Wall Street encerra dia e semana em baixa, conforme onda de vendas no setor de semicondutores se amplia
Wall Street estendeu sua queda nesta sexta-feira, à medida que uma retração nas ações associadas ao boom da IA — que impulsionou grande parte dos ganhos até agora neste ano — se transformou em um sentimento mais generalizado de aversão ao risco.
S&P 500 perdeu 1,01%, fechando em 7.457,78 pontos,
Nasdaq Composite recuou 1,40%, para 25.511,12 pontos.
O Índice Dow Jones Industrial Average caiu 0,75%, para 52.158,96 pontos.
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda nesta sexta-feira, 17
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,27%, a 10.600,37 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,35%, a 24.828,12 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,47%, a 8.338,81 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,94%, a 51.882,28 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,60%, a 19.187,40 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,27%, a 9.062,26 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam em forte baixa nesta sexta-feira, 17
Taiex despencou 6,47% em Taiwan, a 42.671,27 pontos.
Em Tóquio, o japonês Nikkei recuou 4,03%, a 64.141,12 pontos.
O mercado da Coreia do Sul, que tem apresentado a maior volatilidade em meio às incertezas da IA, não operou hoje devido a um feriado.
Na China continental, o Xangai Composto caiu 3,05%, a 3.764,15 pontos,
Shenzhen Composto recuou 5,25%, a 2.434,08 pontos.
Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 1,78%, a 24.562,24 pontos.
Na Austrália, com baixa de 0,50% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.796,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,59% em Wellington a 13.694,68 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 2,83% em Moscou a 1.965,00 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 1,25% em Bombaim a 78.151,45 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Dólar comercial: R$ 5,1092
Dólar turismo: R$ 5,3166
Euro comercial: R$ 5,848
Libra: R$ 6,899
Exterior conduz alta do dólar ante o real em dia de busca por segurança
O dólar fechou a sexta-feira em alta leve ante o real, acompanhando o viés positivo da moeda norte-americana ante outras divisas de emergentes no exterior, após Estados Unidos e Irã intensificarem ataques no Oriente Médio.
A queda das ações de fabricantes de chips também pressionou os mercados globais, com investidores em busca de ativos mais seguros, como o dólar.
O dólar à vista encerrou o dia no Brasil com alta de 0,25%, aos R$5,1109. No acumulado da semana, a moeda ficou praticamente estável, com variação positiva de 0,06%. No ano, o dólar passou a acumular baixa de 6,89%. Às 17h06, o dólar futuro para agosto -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- tinha variação negativa de 0,04% na B3, aos R$5,1260.
A sexta-feira foi um típico dia de "risk-off" (fuga do risco), com os índices de ações em queda ao redor do mundo, os rendimentos dos Treasuries em baixa e o dólar avançando ante boa parte das demais divisas. O petróleo Brent também voltou a subir, para a faixa dos US$87 o barril.
Um dos fatores de pressão foi novamente a guerra no Oriente Médio, com os EUA intensificando a campanha de bombardeios contra o Irã, tendo atingido pontes e um aeroporto. O Irã respondeu com ataques a bases norte-americanas na região, incluindo um centro de comando de operações especiais em al-Tanf, na Síria. Foi o primeiro ataque iraniano conhecido ao território sírio desde que começou a guerra.
Com a geopolítica no radar, investidores também liquidaram posições em ações de fabricantes de chips e demais empresas ligadas à inteligência artificial, em meio a dúvidas sobre a sustentabilidade dos investimentos do setor. Nos mercados de moedas, esse cenário se traduziu na alta do dólar ante várias divisas de países emergentes, como o peso chileno, o rand sul-africano, o peso mexicano e o real. “O aumento da aversão global ao risco penalizou de forma ampla as moedas de países emergentes e exportadores de commodities, intensificando o fluxo de busca pelo dólar”, resumiu Rebecca Nossig, analista de investimentos da Nomad.
O dólar à vista atingiu a cotação máxima intradia de R$5,1346 (+0,71%) às 10h35, em meio à busca global pela segurança da moeda norte-americana. À tarde, a moeda à vista quase eliminou os ganhos, ao atingir a mínima de R$5,1050 (+0,13%) às 14h49, com alguns investidores zerando parte das posições em dólar na reta final da semana. Ainda assim, a divisa fechou em leve alta. No Brasil, destaque ainda para os desdobramentos do anúncio de que os EUA cobrarão tarifa de 25% sobre um conjunto de produtos brasileiros. Durante a tarde, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que somente falará da tarifa após uma manifestação do presidente norte-americano, Donald Trump, sobre o assunto.
“Enquanto ele não falar, eu não falarei, porque nós vamos mostrar que contra o Brasil ninguém ganha mentindo. Ou é mais verdadeiro que nós ou não vai enganar a sociedade brasileira", disse Lula.
Pela manhã, o Banco Central informou que seu Índice de Atividade (IBC-Br) subiu 0,1% em maio na série com ajuste sazonal, desacelerando ante a alta revisada de 0,4% em abril. Economistas ouvidos em pesquisa da Reuters projetavam resultado zero em maio. Em relação a maio de 2025, o IBC-Br subiu 0,8% na série sem ajuste sazonal. No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 3 de agosto. Às 17h11, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,02%, a 100,730.
Ibovespa fecha quase estável com Petrobras atenuando pressão de bancos
O Ibovespa fechou quase estável nesta sexta-feira, com Petrobras atenuando a pressão negativa principalmente dos bancos, mas confirmou a primeira perda semanal em um mês.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,04%, a 173.749,89 pontos, acumulando declínio de 2,31% na semana, de acordo com dados preliminares. Na máxima do dia, chegou a 174.504,63 pontos. Na mínima, a 173.285,28 pontos.
O volume financeiro no pregão somava R$20,93 bilhões antes dos ajustes finais, em sessão ainda marcada pelo vencimento de opções sobre ações na bolsa paulista.
Wall Street encerra dia e semana em baixa, conforme onda de vendas no setor de semicondutores se amplia
Wall Street estendeu sua queda nesta sexta-feira, à medida que uma retração nas ações associadas ao boom da IA — que impulsionou grande parte dos ganhos até agora neste ano — se transformou em um sentimento mais generalizado de aversão ao risco.
S&P 500 perdeu 1,01%, fechando em 7.457,78 pontos,
Nasdaq Composite recuou 1,40%, para 25.511,12 pontos.
O Índice Dow Jones Industrial Average caiu 0,75%, para 52.158,96 pontos.
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda nesta sexta-feira, 17
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,27%, a 10.600,37 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,35%, a 24.828,12 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,47%, a 8.338,81 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,94%, a 51.882,28 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,60%, a 19.187,40 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,27%, a 9.062,26 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam em forte baixa nesta sexta-feira, 17
Taiex despencou 6,47% em Taiwan, a 42.671,27 pontos.
Em Tóquio, o japonês Nikkei recuou 4,03%, a 64.141,12 pontos.
O mercado da Coreia do Sul, que tem apresentado a maior volatilidade em meio às incertezas da IA, não operou hoje devido a um feriado.
Na China continental, o Xangai Composto caiu 3,05%, a 3.764,15 pontos,
Shenzhen Composto recuou 5,25%, a 2.434,08 pontos.
Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 1,78%, a 24.562,24 pontos.
Na Austrália, com baixa de 0,50% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.796,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,59% em Wellington a 13.694,68 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 2,83% em Moscou a 1.965,00 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 1,25% em Bombaim a 78.151,45 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 17/07/26
Wall Street estendeu sua queda nesta sexta-feira, à medida que uma retração nas ações associadas ao boom da IA — que impulsionou grande parte dos ganhos até agora neste ano — se transformou em um sentimento mais generalizado de aversão ao risco.
As ações do setor de chips, que lideraram o movimento do mercado em geral nas últimas sessões, inicialmente lideraram a onda de vendas, que se ampliou à medida que a sessão avançava.
Todos os três principais índices acionários dos EUA fecharam em baixa no dia e registraram perdas semanais.
O Índice Philadelphia SE Semiconductor registrou sua maior perda semanal em mais de um ano e despencava quase 18% até agora em julho. Mesmo assim, o índice continua com alta de cerca de 65% no acumulado do ano, em comparação com o ganho de quase 9% do S&P 500 no mesmo período.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 1,01%, fechando em 7.457,78 pontos, enquanto o Nasdaq Composite recuou 1,40%, para 25.511,12 pontos. O Índice Dow Jones Industrial Average caiu 0,75%, para 52.158,96 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
As ações do setor de chips, que lideraram o movimento do mercado em geral nas últimas sessões, inicialmente lideraram a onda de vendas, que se ampliou à medida que a sessão avançava.
Todos os três principais índices acionários dos EUA fecharam em baixa no dia e registraram perdas semanais.
O Índice Philadelphia SE Semiconductor registrou sua maior perda semanal em mais de um ano e despencava quase 18% até agora em julho. Mesmo assim, o índice continua com alta de cerca de 65% no acumulado do ano, em comparação com o ganho de quase 9% do S&P 500 no mesmo período.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 1,01%, fechando em 7.457,78 pontos, enquanto o Nasdaq Composite recuou 1,40%, para 25.511,12 pontos. O Índice Dow Jones Industrial Average caiu 0,75%, para 52.158,96 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
WhatsApp ganha recurso que isola voz do barulho da rua em chamadas
O WhatsApp começou a liberar um novo controle de modo de microfone para chamadas no iPhone (iOS). A novidade adiciona um atalho dentro da própria tela de ligação para que usuários ativem recursos, como o Isolamento de Voz, que reduz ruídos de fundo em tempo real e melhora a clareza da voz durante conversas. A distribuição acontece de forma gradual para contas com a versão 26.27.74 do aplicativo disponível na App Store.
O novo controle aparece no menu “Mais” durante as chamadas e facilita o acesso a uma função que já existia no iPhone desde o iOS 15. Antes, era necessário abrir a Central de Controle do sistema para alterar o modo do microfone, algo que muitos usuários não conheciam. Agora, a troca pode ser feita pelo WhatsApp, sem interromper a ligação.
O recurso usa a tecnologia de processamento de áudio da própria Apple, diferente do Android, em que o WhatsApp trabalha em uma solução própria de cancelamento de ruído. No iPhone, o aplicativo apenas integra os modos nativos do iOS, que incluem Isolamento de Voz, Espectro Amplo, Padrão e Automático.
O modo Isolamento de Voz prioriza a fala e reduz sons do ambiente, sendo útil para chamadas em locais movimentados, como ruas ou transporte público. Já o Espectro Amplo mantém os sons ao redor e pode ser usado em eventos ao vivo, quando o objetivo é compartilhar com a outra pessoa tudo o que acontece no ambiente.Por sua vez, o modo Padrão utiliza o processamento básico de áudio do iOS e é indicado para locais silenciosos, onde não há necessidade de filtros adicionais. Já o Automático deixa o sistema escolher a melhor configuração conforme a situação. A escolha feita pelo usuário fica salva para chamadas futuras até que seja alterada novamente.
Sim, o controle de modo de microfone já começou a ser liberado para usuários de iPhone. A novidade chega de forma gradual e depende da versão 26.27.74 do WhatsApp para iOS. Por isso, mesmo com o aplicativo atualizado, alguns usuários podem não encontrar a opção imediatamente. Quem não visualizar o novo botão no menu “Mais” durante as chamadas precisa aguardar a expansão do lançamento. A expectativa é que a função chegue a mais contas nas próximas semanas.
O novo controle aparece no menu “Mais” durante as chamadas e facilita o acesso a uma função que já existia no iPhone desde o iOS 15. Antes, era necessário abrir a Central de Controle do sistema para alterar o modo do microfone, algo que muitos usuários não conheciam. Agora, a troca pode ser feita pelo WhatsApp, sem interromper a ligação.
O recurso usa a tecnologia de processamento de áudio da própria Apple, diferente do Android, em que o WhatsApp trabalha em uma solução própria de cancelamento de ruído. No iPhone, o aplicativo apenas integra os modos nativos do iOS, que incluem Isolamento de Voz, Espectro Amplo, Padrão e Automático.
O modo Isolamento de Voz prioriza a fala e reduz sons do ambiente, sendo útil para chamadas em locais movimentados, como ruas ou transporte público. Já o Espectro Amplo mantém os sons ao redor e pode ser usado em eventos ao vivo, quando o objetivo é compartilhar com a outra pessoa tudo o que acontece no ambiente.Por sua vez, o modo Padrão utiliza o processamento básico de áudio do iOS e é indicado para locais silenciosos, onde não há necessidade de filtros adicionais. Já o Automático deixa o sistema escolher a melhor configuração conforme a situação. A escolha feita pelo usuário fica salva para chamadas futuras até que seja alterada novamente.
Sim, o controle de modo de microfone já começou a ser liberado para usuários de iPhone. A novidade chega de forma gradual e depende da versão 26.27.74 do WhatsApp para iOS. Por isso, mesmo com o aplicativo atualizado, alguns usuários podem não encontrar a opção imediatamente. Quem não visualizar o novo botão no menu “Mais” durante as chamadas precisa aguardar a expansão do lançamento. A expectativa é que a função chegue a mais contas nas próximas semanas.
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