quinta-feira, 28 de maio de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 28/05/26
Dólar comercial: R$ 5,0317
Dólar turismo: R$ 5,2331
Euro comercial: R$ 5,860
Libra: R$ 6,793
Dólar fecha em baixa após notícias sobre acordo preliminar entre EUA e Irã
Após iniciar a sessão em leve alta, o dólar perdeu força ante o real no fim da manhã e fechou a quinta-feira em baixa, após notícias de que EUA e Irã teriam chegado a um memorando de entendimentos para estender o cessar-fogo no Oriente Médio por 60 dias.
O dólar à vista encerrou o dia com baixa de 0,56%, aos R$5,0331. No ano, passou a acumular recuo de 8,31% ante o real. Às 17h10, o dólar futuro para junho -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- cedia 0,56% na B3, aos R$5,0360.
No fim da manhã, o site Axios informou que EUA e Irã teriam chegado a um acordo preliminar para estender o cessar-fogo por 60 dias. O acordo, confirmado posteriormente pela Reuters, ainda dependia da aprovação do presidente norte-americano, Donald Trump.
A possibilidade de um acordo se refletiu na queda dos preços do petróleo Brent, no recuo dos rendimentos dos Treasuries e no enfraquecimento do dólar ante as demais divisas, incluindo o real. O dólar seguiu em queda ainda que, durante a tarde, a agência de notícias iraniana Tasnim tenha afirmado que o memorando não havia sido finalizado ou confirmado. Às 15h17, o dólar à vista atingiu a cotação mínima de R$5,0229 (-0,76%).
"O movimento (de queda do dólar) ganhou força após anúncio de um possível acordo entre Washington e Teerã estar praticamente fechado, dependendo apenas da aprovação final de Donald Trump, reduzindo parte do prêmio de risco geopolítico", resumiu no fim da tarde Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, em comentário escrito. No noticiário local, o diretor de Política Monetária do Banco Central, Nilton David, reiterou pela manhã o desconforto com a alta das expectativas de inflação para 2028 no Brasil, acrescentando que a instituição buscará atingir a meta inflacionária.
"Hoje temos uma perturbação relevante", comentou David, em referência ao conflito no Oriente Médio, durante palestra em evento do Banco Pine, em São Paulo. "O BC está atento a isso, não vai permitir que isso se transforme em inflação além do horizonte relevante", acrescentou. No mercado, a expectativa é de que o BC promova mais um corte de 25 pontos-base da Selic em junho, mas há dúvidas sobre o espaço para novas reduções depois disso, justamente por conta do descolamento das expectativas de inflação da meta, em meio à continuidade da guerra no Oriente Médio.
Atualmente a Selic está em 14,50% ao ano, bem acima das taxas praticadas em países como EUA e Japão, e este diferencial de juros foi nos últimos meses um fator favorável à atração de dólares para o Brasil. No evento, David avaliou ainda que o real se comportou de forma atípica nos últimos 12 meses, quase como um "unicórnio" -- ou seja, uma exceção -- em eventos de pressão sobre as moedas globais, em meio ao tarifaço dos EUA e da guerra no Oriente Médio.
No exterior, às 17h25, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- caía 0,27%, a 99,028.
Ibovespa fecha dia volátil em queda pressionado por Petrobras
O Ibovespa fechou com queda modesta nesta quinta-feira, após trocar de sinal em vários momentos, influenciado pelo noticiário sobre as negociações entre Estados Unidos e Irã, em pregão marcado ainda por uma bateria de dados econômicos.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,31%, a 175.195,61 pontos, de acordo com dados preliminares. As ações da Petrobras ficaram entre as maiores pressões negativas, mesmo com o anúncio de aumento no preço da gasolina pela estatal. Na máxima do dia, o Ibovespa marcou 176.627,32 pontos. Na mínima, 174.686,40. O volume financeiro no pregão somava R$18,48 bilhões antes dos ajustes finais, de uma média de R$31,1 bilhões em maio.
As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta quinta-feira, 28, renovando recordes apesar de operarem voláteis diante do possível acordo preliminar para acabar com a guerra no Oriente Médio e dos novos ataques entre os EUA e o Irã durante a madrugada. Inflação medida pelo (PCE, na sigla em inglês) abaixo do esperado nos EUA também deu alívio.
O Dow Jones subiu 0,05%, aos 50.668,97 pontos, em novo recorde de fechamento. O S&P 500 avançou 0,6%, a 7.563,63 pontos, renovando recordes de fechamento e intradiário, após atingir 7.568,72 durante a sessão. Já o Nasdaq encerrou em alta de 0,91%, nos 26.917,47 pontos, também renovando máximas de fechamento e intradiária depois de bater 26.934,84.
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em baixa
Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 0,69%, a 10.432,70 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,30%, a 25.102,61 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,23%, a 8.188,87 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,50%, a 49.825,32 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,53%, a 18.283,77 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 teve queda de 0,53%, a 9.087,82 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa
Nikkei caiu 0,47% em Tóquio, a 64.693,12 pontos,
Em Seul, o Kospi recuou 0,53%, a 8.185,29 pontos,
Hang Seng cedeu 1,27% em Hong Kong, a 25.006,16 pontos,
Taiex caiu 1,40% em Taiwan, a 43.636,44 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto subiu 0,12%, a 4.098,64 pontos,
Shenzhen Composto avançou 0,88%, a 2.859,88 pontos.
Na Austrália, o S&P/ASX 200 caiu 1,43% em Sydney, a 8.592,90 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,16% em Wellington a 13.206,11 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,24% em Moscou a 2.584,13 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,19% em Bombaim a 75.867,80 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas dos E.U.A: 28/05/26
O Dow Jones subiu 0,05%, aos 50.668,97 pontos, em novo recorde de fechamento. O S&P 500 avançou 0,6%, a 7.563,63 pontos, renovando recordes de fechamento e intradiário, após atingir 7 568,72 durante a sessão. Já o Nasdaq encerrou em alta de 0,91%, nos 26.917,47 pontos, também renovando máximas de fechamento e intradiária depois de bater 26.934,84.
Os índices oscilaram, com tensões elevadas após a troca de ataques no Oriente Médio, mas firmaram alta diante da possibilidade de um acordo preliminar entre Washington e Teerã. O documento, segundo a Axios, prevê a reabertura completa do Estreito de Ormuz, assim como o prolongamento do cessar-fogo.No cenário macro, o PCE nos EUA avançou menos que o esperado. Para a Capital Economics, a inflação alta por mais tempo pode ser um "grande obstáculo para as ações, especialmente no setor de tecnologia".
Dentre as principais movimentações do mercado, a Snowflake saltou 36,48% diante de um acordo de US$ 6 bilhões com a Amazon (+0,79%). A Dell subiu 3,84% após fechar um acordo de quase US$ 10 bilhões com o Pentágono. Em reação aos balanços, a Marvell Technology avançou 3,09%, enquanto a Salesforce caiu 0,75%.
Outras empresas de tecnologia também avançaram, como a Oracle (+6,67%) e Palantir (+8,17%), além das quânticas Rigetti Computing (+9,79%) e D-Wave Quantum (+7,31%).Já as ações da Eli Lilly subiram 4,05% e se aproximaram do seu valor recorde após o seu remédio para perda de peso ser incluído na lista de medicamentos preferenciais da administradora de benefícios farmacêuticos CVS Caremark.
Empresas mineradoras acompanharam a recuperação dos metais preciosos e também avançaram, como a Freeport McMoran (+3,52%), a Anglogold Ashanti (+1,89%) e a Newmont (+0,93%).
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Supergirl ganhou dois clips
"Supergirl", estrelado por Milly Alcock no duplo papel de Supergirl e Kara Zor-El. Craig Gillespie dirige o filme a partir do roteiro de Ana Nogueira.
Quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar a batalha, Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça.
Coestrelam Supergirl, ao lado de Milly Alcock, Matthias Schoenaerts, Eve Ridley, David Krumholtz, Emily Beecham e Jason Momoa.
Aventura pelo espaço chega aos cinemas no próximo dia 25 de junho.
Homem-Aranha: Um Novo Dia é destaque nas capas de junho da Empire
A edição trará declarações de Tom Holland, Zendaya e Jon Bernthal, além de Kevin Feige, da produtora Amy Pascal e do novo diretor da franquia, Destin Daniel Cretton.
Há também uma capa especial para assinantes com o Homem-Aranha atraindo o Tentáculo para a sua teia, ilustrada por Edgar Ascensão.
A próxima edição da Empire será lançada no Reino Unido na quinta-feira da semana que vem, 4 de junho. Haverá ainda matérias especiais sobre Minions & Monstros (2026), Supergirl (2026), Jackass e mais.
Homem-Aranha: Um Novo Dia (2026) chega aos cinemas em 30 de julho. O longa mostrará Peter Parker tentando seguir em frente após os acontecimentos de Sem Volta Para Casa (2021).
Cara de Um, Focinho de Outro já tem data de lançamento
O desempenho garantiu ao filme a maior abertura de uma animação original da Pixar desde Viva: A Vida é uma Festa, em 2017, que faturou US$ 71,2 milhões em sua estreia global. Ao final da janela de exibição nos cinemas, o filme somou US$ 371,9 milhões.
O filme chega ao Disney+ no dia 3 de junho de 2026. A data também foi atualizada na página do filme no Disney+, que já foi criada há um bom tempo.
A história acompanha Mabel, uma jovem amante dos animais que usa uma tecnologia revolucionária para transferir sua consciência para o corpo de um castor robótico. Com isso, ela passa a explorar o mundo animal de uma perspectiva completamente nova, além de acessar suas próprias emoções e imaginação.
O problema surge quando Mabel se depara com Jerry, o prefeito anti-animal interpretado por Jon Hamm, cuja postura hostil coloca os bichos em risco. Para desvendar os planos dele e proteger seus amigos de patas e penas, Mabel precisa agir disfarçada como uma marmota robô.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 28/05/26
Investidores ainda monitoraram dados econômicos da zona do euro e a ata da última reunião de política monetária do BCE (Banco Central Europeu).
Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 0,69%, a 10.432,70 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,30%, a 25.102,61 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,23%, a 8.188,87 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,50%, a 49.825,32 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,53%, a 18.283,77 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve queda de 0,53%, a 9.087,82 pontos. As cotações são preliminares.
O mercado europeu permaneceu majoritariamente em queda durante todo o pregão, pressionado pelas preocupações com o Oriente Médio, ainda que tenham circulado notícias de um acordo preliminar entre Washington e Teerã. Segundo a Axios, o acordo prevê a navegação irrestrita pelo Estreito de Ormuz e o bloqueio naval imposto pelos EUA ao país persa sendo gradualmente suspenso, mas a mídia internacional aponta que os termos ainda não foram aprovados por Trump ou autoridades iranianas.
Entre ações, a Saab subiu 7,36% em Estocolmo, após a Suécia fechar um novo acordo que prevê que a Ucrânia receba 36 caças Gripen da empresa de defesa. Em Milão, o salto da empresa de defesa Leonardo (+5,44%) ajudou a sustentar os ganhos do FTSE MIB, enquanto o subíndice do setor subiu 1,03% no Stoxx 600.
O setor de tecnologia também avançou 0,72%, com entusiasmo renovado por semicondutores e IA (inteligência artificial) nos EUA. No radar macroeconômico, o índice de sentimento econômico da zona do euro, que mede a confiança de setores corporativos e dos consumidores, veio acima do esperado por analistas.
A União Europeia ainda ampliará o uso de suas defesas comerciais para proteger setores industriais das importações chinesas, disse nesta quinta o comissário de Indústria do bloco, Stéphane Séjourné. Os dirigentes do BCE, em ata, sinalizaram pela manhã uma possível alta de juros para manter a estabilidade de preços.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 28/05/26
O índice japonês Nikkei caiu 0,47% em Tóquio, a 64.693,12 pontos, pressionado por ações ligadas a chips e metais. Em Seul, o Kospi recuou 0,53%, a 8.185,29 pontos, interrompendo quatro altas seguidas, depois que o BoK (banco central sul-coreano) manteve o juro básico em 2,5%, mas deixou aberta a possibilidade de elevação com a perspectiva de inflação mais forte por causa do petróleo.
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng cedeu 1,27% em Hong Kong, a 25.006,16 pontos, e o Taiex caiu 1,40% em Taiwan, a 43.636,44 pontos.
Na China continental, por outro lado, o dia foi de ganhos leves a moderados: o Xangai Composto subiu 0,12%, a 4.098,64 pontos, e o Shenzhen Composto avançou 0,88%, a 2.859,88 pontos.
Autoridades dos EUA informaram que forças do Comando Central derrubaram quatro drones iranianos de ataque unidirecional que representavam uma ameaça nas proximidades do Estreito de Ormuz. Os militares americanos também atacaram uma estação iraniana de controle em terra, em Bandar Abbas, que estaria prestes a lançar um quinto drone.
Em retaliação, o Irã atacou uma base americana no Kuwait. As ações ocorreram após outros ataques realizados no início da semana. O presidente americano, Donald Trump, afirmou que o Irã está "negociando no limite" e reiterou que as eleições parlamentares de meio de mandato nos EUA, marcadas para novembro, não o farão apressar um acordo para encerrar o conflito. A renovação das tensões entre EUA e Irã voltou a impulsionar o petróleo. No fim da madrugada, o Brent subia cerca de 2,5%, após ter caído mais de 4,5% na sessão de ontem.
Na Oceania, a bolsa australiana acompanhou o viés negativo da Ásia, e o S&P/ASX 200 caiu 1,43% em Sydney, a 8.592,90 pontos. Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,16% em Wellington a 13.206,11 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,24% em Moscou a 2.584,13 pontos. Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,19% em Bombaim a 75.867,80 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
In the Hand of Dante | Trailer Oficial | Netflix
Dirigido por Julian Schnabel, com Oscar Isaac, Gal Gadot, Gerard Butler, John Malkovich, Louis Cancelmi, Sabrina Impacciatore, Franco Nero, Benjamin Clementine, Paolo Bonacelli, Martin Scorsese, Al Pacino e Jason Momoa.
Em "Na Mão de Dante", na Netflix, a partir de 24 de junho.
As Dez Vantangens de Morrer Depois de Você | Trailer Oficial
Explora a dor da perda e o caminho para seguir em frente. Aborda sentimentos de culpa e sua superação, mantendo viva a memória de quem partiu enquanto se abre para novos vínculos que enriquecem, sem apagar o passado.
Baseado na obra literária “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você” de Fernanda De Castro Lima.
Direção: Diego Freitas
Roteiristas: Diego Freitas,Rod Azevedo,Fernanda de Castro Lima
Estrelas: Giulia Be,Any Gabrielly.
quarta-feira, 27 de maio de 2026
Mercado financeiro Bolsa dos E.U.A: 27/05/26
Ganhos fracionários foram suficientes para empurrar o índice S&P 500 e o Nasdaq para recordes de fechamento pelo segundo dia consecutivo. As ações do setor bancário caíram, conforme as ações do JPMorgan Chase recuaram 2,4% depois que o presidente-executivo Jamie Dimon alertou que as despesas deste ano poderiam ser US$1 bilhão mais altas do que o estimado.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, disse que houve algum progresso nas negociações com o Irã em direção a um acordo. No entanto, o presidente Donald Trump afirmou que os EUA e o Irã ainda têm questões a serem resolvidas e a agência Fars do Irã disse que ainda há questões não resolvidas.
O Dow, que também atingiu recordes de fechamento na sexta-feira e na quinta-feira, foi impulsionado por uma rotação em ações de saúde e de consumo. As ações da Procter & Gamble subiram 3,2%, enquanto a UnitedHealth subiu 1,9%.
Um recuo nas ações de chips pesou sobre o Nasdaq, de forte peso tecnológico. O Dow Jones Industrial Average subiu 0,36%, para 50.644,28 pontos, o S&P 500 teve variação positiva de 0,02%, para 7.520,36 pontos, e o Nasdaq Composite oscilou 0,07%, para cima, a 26.674,74 pontos.
"Depois de uma alta tão grande nos mercados, não me surpreende que haja uma pequena pausa", disse Sean Clark, diretor de investimentos do Clark Capital Management Group. "Há muitos aspectos positivos a serem observados neste momento. Embora as empresas com desempenho superior estejam realmente sendo impulsionadas por temas de tecnologia, IA e correlatos à IA, eu não descartaria o fato de que o mercado amplo também está participando."
Entre os subíndices, o setor de consumo discricionário liderou os ganhos, com alta de 1,9%. Enquanto isso, o índice de energia do S&P 500 caiu 1,5%, acompanhando uma queda de até 5% nos preços do petróleo. As ações de tecnologia caíram depois de atingir um recorde histórico na terça-feira. As ações de chips caíram após uma forte alta. A Intel recuou 1,4% e a Marvell Technology teve forte queda de 4,6%, enquanto a Qualcomm desabou 6% após fortes ganhos na terça-feira.
A gigante dos chips Nvidia enfraqueceu 1% e o índice Philadelphia SE Semiconductor perdeu 1,4% depois de atingir novo recorde na terça-feira. "A liderança tecnológica continua difícil de ser ignorada, com o setor continuando a atingir novas máximas, tanto em termos absolutos quanto relativos, em comparação com o mercado mais amplo", disse Adam Turnquist, estrategista técnico chefe da LPL Financial.
"Dito isso, as condições de momentum cada vez mais esticadas e o posicionamento elevado levantam questões sobre a durabilidade do avanço no curto prazo." A Zscaler despencou 31,5% depois que a empresa de segurança em nuvem projetou uma receita para o quarto trimestre abaixo das expectativas.
O Goldman Sachs elevou sua previsão para o fim de 2026 para o S&P 500 de 7.600 para 8.000, citando a força contínua dos lucros corporativos. Os mercados estarão agora atentos aos dados do índice de gastos com consumo pessoal na quinta-feira. A medida de inflação preferida do Federal Reserve pode fornecer novas pistas sobre o caminho da política monetária sob o comando do novo chair, Kevin Warsh.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 2705/26
Dólar comercial: R$ 5,0607
Dólar turismo: R$ 5,2628
Euro comercial: R$ 5,885
Libra: R$ 6,816
Dólar sobe ante real em meio à cautela sobre negociações entre EUA e Irã
O dólar fechou a quarta-feira em alta ante o real, em meio à cautela dos investidores em relação ao cenário no Oriente Médio, marcado por avanços e retrocessos nas negociações de paz entre Estados Unidos e Irã.
A moeda norte-americana à vista encerrou o dia com alta de 0,68%, aos R$5,0616. No ano, ela passou a acumular baixa de 7,79% ante o real. Às 17h02, o dólar futuro para junho -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- subia 0,46% na B3, aos R$5,0630.
Durante o dia, a TV estatal do Irã disse que Teerã obteve um esboço de estrutura para um acordo com os EUA que restauraria a navegação no Estreito de Ormuz dentro de um mês, em troca de uma retirada militar norte-americana e do levantamento do bloqueio naval. Já a Casa Branca afirmou que a reportagem da TV estatal do Irã citando o esboço não era verdadeira. À tarde, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que ainda não estava satisfeito em relação a um acordo, acrescentando que o país não estava discutindo a flexibilização das sanções contra o Irã.
Neste cenário, o petróleo Brent cedeu nesta quarta-feira, para abaixo dos US$95 o barril. "O Brent caiu hoje com a notícia de uma minuta de entendimento entre EUA e Irã. O petróleo mais barato afeta negativamente o câmbio, por conta de estrangeiros que saem de empresas na bolsa brasileira", comentou durante a tarde Jonathan Joo Lee, head da mesa de internacional e câmbio da Mirae Asset, ao justificar o avanço do dólar ante o real.
"O maior fluxo (de saída de recursos do país) vai ser de Petrobras", acrescentou. Após atingir a cotação mínima de R$5,0311 (+0,08%) às 9h30, o dólar à vista marcou a máxima de R$5,0716 (0,88%), mantendo-se acima dos R$5,05 até o fim da sessão.
A influência trazida pelo exterior se sobrepôs inclusive aos dados de inflação divulgados pela manhã no Brasil. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA-15, considerado uma espécie de prévia da inflação oficial, subiu 0,62% em maio, mais que a taxa de 0,53% projetada por economistas ouvidos pela Reuters. Em abril, a taxa havia sido de 0,89%.
Nos 12 meses até maio, o índice passou a acumular alta de 4,64% - acima da expectativa de 4,55% dos economistas e do teto da meta de inflação perseguida pelo Banco Central, de 4,5%. A abertura do indicador também sugeriu um cenário ainda de pressão de preços. A inflação de serviços, conforme cálculos do banco Bmg, acelerou de 0,02% em abril para 0,48% em maio.
Para Leonel de Oliveira Mattos, analista de inteligência de mercado da Stonex, a pressão nos preços, causada pelo fechamento do tráfego de petroleiros no Estreito de Ormuz, tem se espalhado para além dos itens de energia, o que diminui o espaço para cortes da taxa básica Selic, hoje em 14,50% ao ano. "E a ideia de que vai ter menos cortes ou cortes mais devagar no Brasil favorece o rendimento dos títulos nacionais, favorece a atração de capital externo, e deveria fazer pressão baixista sobre a taxa de câmbio", disse Mattos.
Segundo ele, a pressão baixista não se materializou "talvez muito por conta ainda do cenário geopolítico mais complexo".
Durante a tarde, o Banco Central informou que o Brasil registrou fluxo cambial total negativo de US$2,062 bilhões em maio até o dia 22. No exterior, às 17h08 o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,10%, a 99,200.
Ibovespa recua e fecha abaixo de 175 mil pontos pressionado por Petrobras
O Ibovespa fechou em queda nesta quarta-feira, com as ações da Petrobras entre as maiores pressões, em meio ao declínio dos preços do petróleo no exterior, com investidores na expectativa de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã.
A Copasa foi destaque negativo, com a notícia de que fará mudanças na oferta de ações que pode levar à privatização da companhia, após propostas de potenciais investidores de referência ficarem aquém do pretendido pelo estado de Minas Gerais.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,48%, a 175.744,37 pontos. Na mínima do dia, recuou a 175.554,89 pontos. Na máxima, avançou a 177.640,02 pontos. O volume financeiro no pregão somou R$22,85 bilhões antes dos ajustes finais.
Índices de Wall Street registram recordes de fechamento e pausa no rali da IA
A alta das ações do setor de saúde e de consumo impulsionou o Dow Jones Industrial Average nesta quarta-feira, atingindo novo fechamento recorde, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq permaneceram estáveis, com os investidores fazendo uma pausa no rali do mercado alimentado pela IA e observando com cautela as negociações de paz no Oriente Médio.
Ganhos fracionários foram suficientes para empurrar o índice S&P 500 e o Nasdaq para recordes de fechamento pelo segundo dia consecutivo. O Dow Jones Industrial Average subiu 0,36%, para 50.644,28 pontos, o S&P 500 teve variação positiva de 0,02%, para 7.520,36 pontos, e o Nasdaq Composite oscilou 0,07%, para cima, a 26.674,74 pontos.
As bolsas europeias fecharam sem direção única
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,13%, a 10.505,01 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,13%, a 25.217,96 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,43%, a 8.207,89 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,64%, a 49.578,67 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,49%, a 18.381,10 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0 65%, a 9.136,10 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única
Kospi avançou 2,25% em Seul, a 8.228,70 pontos.
Nikkei terminou estável em Tóquio, em 64.999,41 pontos.
Em Taiwan, o Taiex avançou 1,68%, a 44.256,80 pontos.
Na China Xangai Composto recuou 1,25%, a 4.093,73 pontos,
Shenzhen Composto caiu 1,30%, a 2.834,85 pontos.
O Hang Seng cedeu 1,06% em Hong Kong, a 25.328,23 pontos.
Na bolsa australiana ganho de 0,69% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.717,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 1,21% em Wellington a 13.227,81 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,40% em Moscou a 2.590,70 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,19% em Bombaim a 75.867,80 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Cinemas Os lançamentos da semana: 28/05 a 04/06/26
Vale destacar que os demais filmes que chegam ao país têm um número de salas reduzidas e, por essa razão, devem chegar apenas às principais capitais.
Lembrando que as estreias da semana nos cinemas estão sempre sujeitas a alterações e os filmes previstos para a exibição podem mudar dependendo do dia.
Backrooms: Um não-lugar
Título original: Backrooms
Distribuição: Imagem
País: Estados Unidos
Gênero: terror
Classificação: 16 anos
Direção: Kane Parsons
Elenco: Renate Reinsve, Mark Duplass, Chiwetel Ejiofor
Sinopse
Em uma dimensão paralela, uma terapeuta é forçada a enfrentar o desconhecido para trazer seu paciente desaparecido de volta ao mundo real.
Golpe explosivo
Título original: Fuze
Distribuição: Diamond
País: Reino Unido
Gênero: suspense, ação
Duração: 98 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: David Mackenzie
Elenco: Aaron Taylor-Johnson, Theo James, Sam Worthington
Sinopse
Um grupo de assaltantes ousados decide aproveitar o caos gerado pela descoberta de uma bomba não detonada da Segunda Guerra Mundial para realizar um roubo sem precedentes.
Natal amargo
Título original: Amarga Navidad
Distribuição: Warner
País: Espanha
Gênero: drama
Duração: 111 minutos
Classificação: 16 anos
Direção: Pedro Almodóvar
Elenco: Bárbara Lennie, Leonardo Sbaraglia, Aitana Sánchez-Gijón
Sinopse
Quando um longo bloqueio criativo assombra o cineasta Raúl, ele decide usar os dramas íntimos das pessoas ao redor para escrever seu novo roteiro.
Fora de controle
Título original: Dis-moi juste que tu m'aimes
Distribuição: California Filmes
País: França, Bélgica
Gênero: drama, suspense
Duração: 111 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Anne Le Ny
Elenco: Omar Sy, Élodie Bouchez, José Garcia
Sinopse
Um casamento de 15 anos é abalado quando a ex-namorada de infância de Julien, Anaëlle, reaparece. Consumida pelo ciúme, Marie começa um caso com seu chefe manipulador, Thomas, o que a leva a uma espiral perigosa que ameaça sua família.
E seus filhos depois deles
Título original: Leurs enfants après eux
Distribuição: Imovision
País: França
Gênero: drama
Duração: 140 minutos
Classificação: 18 anos
Direção: Ludovic Boukherma, Zoran Boukherma
Elenco: Paul Kircher, Angelina Woreth, Sayyid El Alami
Sinopse
No verão de 1992, no leste da França, Anthony, de 14 anos, vive o impacto do primeiro amor e o fim da infância. Mas a chegada de Hacine, um jovem rebelde, e o roubo de uma motocicleta mudam completamente o rumo de sua vida. Ao longo de quatro verões, os destinos de Anthony, Steph e Hacine se cruzam em meio a conflitos, descobertas e tentativas de amor.
Cansei de ser nerd
Distribuição: H2O
País: Brasil
Gênero: comédia
Duração: 87 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Gualter Pupo
Elenco: Fernando Caruso, Pedro Benevides, Bia Guedes
Sinopse
Nerd inveterado, Aírton foi o principal suspeito do sumiço e suposto assassinato de uma colega nos tempos da faculdade. Hoje, 20 anos depois, ele decide reencontrar toda a turma na festa da graduação para, enfim, provar sua inocência. Mais que isso, ele planeja revelar que os "populares", integrantes de uma banda new wave de sucesso, são os verdadeiros culpados.
Título original: Ice skater
Distribuição: Clube Filmes
País: Finlândia, Grécia
Gênero: drama
Duração: 83 minutos
Classificação: Livre
Direção: Taavi Vartia
Elenco: Thea Sofie Loch Næss, Nikos Koukas
Sinopse
Uma patinadora no gelo fica presa em um bloco de gelo no Mar Ártico. Quando o bloco começa a flutuar para o sul e derreter, ela precisa usar todos os meios possíveis para sobreviver.
A revolução dos bichos
Título original: Animal farm
Distribuição: Paris
País: Reino UnidoCanadá, Estados Unidos
Gênero: animação
Duração: 96 minutos
Classificação: 10 anos
Direção: Andy Serkis
Sinopse
Um movimento pela igualdade é sistematicamente corrompido. À medida que os porcos consolidam o controle, a verdade é apagada e a fazenda se transforma em uma ditadura implacável.
Fleak
Título original: Fleak
Distribuição: PlayArte
País: Finlândia
Gênero: animação
Duração: 83 minutos
Classificação: Livre
Direção: Jens Møller
Sinopse
Um menino de 12 anos se fere com gravidade em um acidente. Felizmente, uma criatura peluda e prestativa de outra dimensão aparece e o leva a uma aventura fantástica, onde ele encontra uma maneira de voltar a andar.
Chopin, uma sonata em Paris
Título original: Chopin, Chopin!
Distribuição: Synapse
País: Polônia
Gênero: biografia, drama
Duração: 133 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Michal Kwiecinski
Elenco: Eryk KulmJosé, phine de La Baume, Victor Meutelet
Sinopse
Paris, 1835. Ídolo da aristocracia e presença constante nos salões da cidade, Chopin divide seus dias entre partituras encomendadas e aulas de piano, enquanto uma doença progressiva ameaça silenciar um dos maiores talentos da música.
Copan
Distribuição: Vitrine Filmes
País: BrasilFrança
Gênero: documentário
Duração: 98 minutos
Classificação: 12 anos
Direção: Carine Wallauer
Sinopse
O edifício Copan, projetado por Oscar Niemeyer, abriga mais de cinco mil moradores e se torna palco de uma eleição acirrada. O síndico, há 30 anos no cargo, luta para manter sua posição, enquanto uma disputa ainda maior se desenrola fora das paredes do edifício, com Lula e Jair Bolsonaro disputando a presidência do Brasil.
(30/05) UEFA Champions League 2026: Final
Distribuição: Warner
País: Hungria
Gênero: eventoesporte
Duração: 120 minutos
Classificação: 12 anos
Sinopse
Transmissão da final da UEFA Champions League de 2026, realizada em Budapeste, Hungria, entre PSG e Arsenal.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 27/05/26
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,13%, a 10.505,01 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,13%, a 25.217,96 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,43%, a 8.207,89 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,64%, a 49.578,67 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,49%, a 18.381,10 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0 65%, a 9.136,10 pontos. As cotações são preliminares.
No noticiário, o mercado monitorou as negociações entre EUA e Irã após novos ataques nesta semana. O Deutsche Bank avaliou que apesar da falta de avanços concretos recentes, as conversas “continuam no caminho certo”. Pela manhã, a TV estatal iraniana divulgou que ambos os países haviam chegado a um rascunho de um memorando de entendimento. Contudo, a informação foi posteriormente desmentida pela Casa Branca.
Para o Tickmill Group, a melhora no apetite por risco diante da perspectiva de avanço diplomático no Oriente Médio vem reduzindo parte das preocupações macroeconômicas. O HSBC Private Bank reforçou a expectativa de três altas de juros de 25 pontos-base pelo Banco Central Europeu (BCE) em 2026. Nesta quarta, o vice-presidente do BCE, Luis de Guindos, disse que é necessário analisar efeitos da guerra antes de decidir apertar as taxas em junho.
Entre as ações, a AkzoNobel disparou quase 20% após rejeitar uma proposta de aquisição de 12,49 bilhões de euros apresentada pela Nippon Paint e Sherwin-Williams.
O setor automotivo também se destacou após dados mostrarem avanço nos registros de carros novos na União Europeia. Renault subiu cerca de 4%, enquanto Stellantis (+4,2%), Volkswagen (+2 4%), Mercedes-Benz (+3,1%) e BMW (+2,3%) também avançaram. O setor de automóveis subiu perto de 2,6%. Em tecnologia, ASML e Infineon começaram o pregão no positivo, mas acabaram fechando em quedas próximas a 0,7% e 0,9%, respectivamente.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 27/05/26
Liderando os ganhos, o índice sul-coreano Kospi avançou 2,25% em Seul, a 8.228,70 pontos, novo recorde, à medida que o entusiasmo com o boom da IA (inteligência artificial) segue impulsionando ações de fabricantes de semicondutores. A SK Hynix disparou 9,31%, juntando-se a um seleto grupo de empresas com valor de mercado acima de US$ 1 trilhão.
Já a Samsung Electronics subiu 2,68%, após trabalhadores sindicalizados aceitarem uma proposta de bônus que afastou o risco de greve na maior fabricante de chips de memória do mundo.
Em outras partes da Ásia, o japonês Nikkei terminou estável em Tóquio, em 64.999,41 pontos, mas ações de tecnologia se destacaram, como Tokyo Electron (+2,1%) e Advantest (+4,05%).
Em Taiwan, o Taiex avançou 1,68%, a 44.256,80 pontos, com ajuda da TSMC (+1,32%), maior fabricante terceirizada de semicondutores do mundo.
Na China e em Hong Kong, por outro lado, o dia foi de perdas, apesar de dados animadores sobre o lucro industrial chinês. O Xangai Composto recuou 1,25%, a 4.093,73 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto caiu 1,30%, a 2.834,85 pontos. O Hang Seng cedeu 1,06% em Hong Kong, a 25.328,23 pontos.
O apetite por risco na região asiática continuou limitado pela indefinição do conflito no Oriente Médio. A avaliação do mercado, porém, é que EUA e Irã seguem negociando para encerrar a guerra, embora tenham trocado ataques nesta semana, o que contribui para derrubar as cotações do petróleo. No fim da madrugada, o Brent recuava quase 4%, para perto de US$ 93 o barril.
Na Oceania, a bolsa australiana fechou no azul, com ganho de 0,69% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.717,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 1,21% em Wellington a 13.227,81 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,40% em Moscou a 2.590,70 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,19% em Bombaim a 75.867,80 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Demolidor: Renascido Wilson Bethel mostra traje do Mercenário
O Mercenário é a identidade criminosa de Benjamin Poindexter, um assassino conhecido por sua precisão mortal e considerado um dos adversários mais perigosos do Demolidor.
O 3º ano está em produção e estreia em 2027.
Os Anéis de Poder já tem 4ª temporada em desenvolvimento
A novidade foi compartilhada pelo site The Hollywood Reporter, ao confirmar que a sala de roteiristas do show já está trabalhando nos futuros episódios, embora o Prime Video ainda não tenha aprovado oficialmente o 4º ano.
A expectativa é que a produção comece em algum momento do primeiro semestre de 2027, enquanto a Amazon continua “muito otimista em continuar sua visão” do mundo de Tolkien.
Enquanto isso, O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder retornará ainda em 2026 com sua 3ª temporada, mais precisamente, em 11 de novembro. Nos capítulos seguintes, veremos um salto temporal desde os últimos eventos da série, destacando o auge da guerra entre os elfos contra Sauron.
X-Men ’97: Assista à versão dublada do trailer oficial
X-Men ’97 retorna ao Disney+ em 1º de julho. O plano da Marvel é lançar uma temporada por ano a partir desta.
O gancho do fim da Temporada 1 finalmente tem uma resposta oficial: os X-Men foram dispersados por diferentes pontos da linha do tempo. Cabe agora aos mutantes que ficaram para trás encontrar uma forma de reunir o grupo e trazê-los de volta aos anos 90.
Mas não é só isso. O trailer confirma que a grande ameaça desta temporada é Apocalipse, um dos mutantes mais poderosos de toda a história da Marvel. A promessa é de que a violência e as consequências vão ser pesadas até o último episódio da temporada.
X-Men ’97 foi renovada para uma terceira temporada antes mesmo de o primeiro episódio estrear, o que diz tudo sobre a confiança que a Marvel depositou no projeto. Lenore Zann, voz de Rogue, contou no ano passado que estava prestes a entrar em estúdio para gravar a Temporada 3.
Ainda sem confirmação oficial, mas as apostas são de que a terceira temporada chegue antes do fim de 2027, com um intervalo bem menor do que o que separou as duas primeiras. Enquanto isso, a Marvel também trabalha em seu reboot dos X-Men em live-action, dirigido por Jake Schreier e com roteiro assinado por Lee Sung Jin e Joanna Calo.
X-Men ’97: Temporada 2 tem data e trailer
O vídeo havia vazado há alguns dias, o que fez os fãs especularem que a versão oficial estava prestes a chegar. E chegou.
O trailer não só confirma o que muita gente suspeitava desde o finale da primeira temporada, em 2024, como entrega detalhes que vão deixar qualquer fã de queixo caído.
O gancho do fim da Temporada 1 finalmente tem uma resposta oficial: os X-Men foram dispersados por diferentes pontos da linha do tempo. Cabe agora aos mutantes que ficaram para trás encontrar uma forma de reunir o grupo e trazê-los de volta aos anos 90.
Mas não é só isso. O trailer confirma que a grande ameaça desta temporada é Apocalipse, um dos mutantes mais poderosos de toda a história da Marvel. A promessa é de que a violência e as consequências vão ser pesadas até o último episódio da temporada.
X-Men ’97 foi renovada para uma terceira temporada antes mesmo de o primeiro episódio estrear, o que diz tudo sobre a confiança que a Marvel depositou no projeto. Lenore Zann, voz de Rogue, contou no ano passado que estava prestes a entrar em estúdio para gravar a Temporada 3.
Ainda sem confirmação oficial, mas as apostas são de que a terceira temporada chegue antes do fim de 2027, com um intervalo bem menor do que o que separou as duas primeiras. Enquanto isso, a Marvel também trabalha em seu reboot dos X-Men em live-action, dirigido por Jake Schreier e com roteiro assinado por Lee Sung Jin e Joanna Calo.
Enola Holmes 3 | Teaser oficial | Netflix
Desta vez, Enola vai para bem longe de Londres, onde seus sonhos pessoais e profissionais se misturam no caso mais complicado e traiçoeiro que ela encarou até agora.
Com direção de Philip Barantini (vencedor do Emmy® por "Adolescência"), o filme é estrelado por Millie Bobby Brown, Louis Partridge, Henry Cavill e Helena Bonham Carter.
"Enola Holmes 3" estreia em 1º de julho, só na Netflix.
"Enola Holmes" e "Enola Holmes 2" já estão disponíveis.
DIA D | Trailer Final Dublado, Legendado
Diretor: Steven Spielberg
Escrito por: David Koepp
História por: Steven Spielberg
Produtores: Kristie Macosko Krieger e Steven Spielberg
Produtores Executivos: Adam Somner e Chris Brigham
Elenco: Emily Blunt, Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson e Colman Domingo
Se você descobrisse que não estamos sozinhos, se alguém lhe mostrasse, provasse isso, isso te assustaria?
Neste ano, a verdade pertence a sete bilhões de pessoas. Estamos nos aproximando do… Dia D.
terça-feira, 26 de maio de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 26/05/26
Dólar comercial: R$ 5,0273
Dólar turismo: R$ 5,2311
Euro comercial: R$ 5,848
Libra: R$ 6,785
Dólar fecha perto da estabilidade após ataque dos EUA ao Irã
O dólar fechou a terça-feira quase estável ante o real, em um dia de avanço da moeda norte-americana ante outras divisas no exterior, após novos ataques dos EUA ao Irã frearem o otimismo quanto a um possível acordo de paz entre os países.
O dólar à vista fechou com leve alta de 0,16%, aos R$5,0272. No ano, a moeda passou a acumular baixa de 8,41% ante o real.
Às 17h02, o dólar futuro para junho -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- subia 0,38% na B3, aos R$5,0355.
Na segunda-feira, a moeda norte-americana à vista havia fechado o dia em leve baixa, com os investidores globais demonstrando otimismo quanto às negociações entre EUA e Irã.
Nesta terça-feira, no entanto, o noticiário foi no sentido contrário, colocando em dúvida a possibilidade de um acordo entre os países. Os EUA realizaram novos ataques contra alvos no sul do Irã durante a madrugada, enquanto o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que a negociação de um acordo pode "levar alguns dias". Em um comunicado, o Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou nesta terça-feira que os EUA violaram o cessar-fogo.
Em reação, o petróleo Brent voltou a subir, para acima dos US$100 o barril em alguns momentos, e o dólar sustentou ganhos ante divisas como o iene, o euro e a libra. A divisa norte-americana também subiu ante boa parte das moedas de países emergentes, como a rupia indiana, a lira turca e o rand sul-africano.
"O episódio da madrugada não favorece a percepção de que um acordo de paz esteja próximo e tende a aumentar a cautela dos agentes econômicos", disse Leonel de Oliveira Mattos, analista de inteligência de mercados da Stonex, em comentário escrito.
No Brasil, porém, o dólar variou em margens estreitas durante o dia, entre a cotação mínima de R$5,0034 (-0,31%) às 9h59 e a máxima de R$5,0393 (+0,39%) às 10h51, pouco se afastando da estabilidade durante a maior parte da sessão.
Mais cedo, o Banco Central informou que o Brasil teve déficit em transações correntes de US$1,765 bilhão em abril, rombo maior do que o déficit de US$200 milhões projetado por economistas em pesquisa da Reuters.
O investimento direto no país (IDP) somou US$8,912 bilhões em abril, acima dos US$5,4 bilhões projetados e mais do que compensando o déficit nas transações correntes. Às 17h08, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,10%, a 99,137.
Ibovespa fecha em queda com Oriente Médio em foco
O Ibovespa fechou em queda nesta terça-feira, com os preços do petróleo voltando a orbitar US$100, após ataques dos Estados Unidos contra alvos do Irã afetarem as perspectivas de um acordo de paz.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,88%, a 176.247,25 pontos, de acordo com dados preliminares, chegando a 175.516,11 pontos na mínima do dia e marcando 177.815,95 pontos na máxima do dia.O volume financeiro somava R$19,46 bilhões antes dos ajustes finais.
S&P 500 atinge recorde de fechamento com otimismo em relação à IA
O S&P 500 atingiu novo recorde de fechamento nesta terça-feira, enquanto o Nasdaq, de forte componente tecnológico, obteve novos ganhos, conforme o otimismo alimentado pela IA compensou as preocupações com as negociações de paz no Oriente Médio, que foram agravadas pelos recentes ataques dos EUA ao Irã.
As ações de semicondutores, que têm disparado impulsionadas pela demanda por IA, lideraram os ganhos, com a Micron ganhando acentuadamente, atingindo US$1 trilhão em valor de mercado pela primeira vez, depois que o UBS aumentou seu preço-alvo para a ação de US$535 para US$1.625.
Ganhos corporativos robustos e a renovada confiança em IA têm impulsionado as ações nos EUA, apesar do conflito em curso com o Irã, com os investidores agora voltando sua atenção para as IPOs de algumas das maiores empresas privadas de IA, incluindo a SpaceX .
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 ganhou 0,62%, para encerrar a 7.519,47 pontos, enquanto o Nasdaq Composite subiu 1,18%, para 26.655,89 pontos. O Dow Jones Industrial Average caiu 0,21%, para 50.473,10 pontos. O S&P 500, o Nasdaq e o Russell 2000 atingiram recordes intradiários nesta terça-feira.
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,24%, a 10.491 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,72%, a 25.205 pontos.
Em Paris, o CAC 40 recuou 1,03%, a 8173 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB cedeu 0,64%, a 49.899 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 perdeu 0,47%, a 18.300 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 encerrou em baixa de 0,31%, a 9.195 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa
O Nikkei caiu 0,25% em Tóquio, a 64.996,09 pontos.
Em Hong Kong, o Hang Seng teve baixa marginal de 0,03% na volta de um feriado, a 25.599,45 pontos.
Já o taiwanês Taiex recuou 0,27%, a 43.525,37 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto cedeu 0,17%, a 4.145,37 pontos,
menos abrangente Shenzhen Composto registrou queda de 0,60%, a 2.872,32 pontos.
Kospi avançou 2,55% em Seul, para o novo patamar recorde de 8.047,51 pontos.
Na Austrália, o S&P/ASX 200 caiu 0,39% em Sydney, a 8.657,80 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,77% em Wellington a 13.069,74 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,24% em Moscou a 2.591,85 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,63% em Bombaim a 76.009,70 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.













































