A Netflix revelou, a lista completa de lançamentos que chegam ao catálogo brasileiro em abril de 2026. Entre produções originais e grandes clássicos do cinema, além de um documentário sobre Ronaldinho Gaúcho, o mês promete ser movimentado no streaming.
Entre os destaques estão novas temporadas de sucessos como Stranger Things: Histórias de 85, Treta e Com Carinho, Kitty. Além disso, o catálogo também recebe produções populares como Clube da Luta, Gran Torino e O Curioso Caso de Benjamin Button.
Confira os filmes:
Comer, Rezar, Ladrar (01/04/2026)
As Duas Faces de um Crime (03/04/2026)
Missão: Impossível – O Acerto Final (04/04/2026)
Rio, Eu Te Amo (04/04/2026)
Meu Malvado Favorito 4 (04/04/2026)
Apollo 13: Do Desastre ao Triunfo (07/04/2026)
As Patricinhas de Beverly Hills (09/04/2026)
Smurfs (09/04/2026)
Gran Torino (10/04/2026)
MaXXXine (11/04/2026)
Selena (16/04/2026)
Chicago (16/04/2026)
O Curioso Caso de Benjamin Button (17/04/2026)
A Senha: Swordfish (17/04/2026)
Space Jam: Um Novo Legado (17/04/2026)
Os Batutinhas (17/04/2026)
O Gângster (18/04/2026)
Clube da Luta (19/04/2026)
Austin Powers em o Homem do Membro de Ouro (24/04/2026)
O Jogo do Predador (24/04/2026)
A Caçada (30/04/2026)
Séries e animes
Amor no Espectro: Temporada 4 (01/04/2026)
Os Caras Malvados: A Série: Temporada 2 (02/04/2026)
Com Carinho, Kitty: Temporada 3 (02/04/2026)
Cães de Caça: Temporada 2 (03/04/2026)
Mar Branco: Temporada 3 (10/04/2026)
One Piece: Elbaph Arc (11/04/2026)
Treta: Temporada 2 (16/04/2026)
A Gente Tenta (18/04/2026)
A Dona da Bola: Temporada 2 (23/04/2026)
Stranger Things: Histórias de 85 (23/04/2026)
Homem em Chamas (30/04/2026)
Netflix também trará um documentário que pode agradar brasileiros em abril. A série documental Ronaldinho Gaúcho chega no dia 16 de abril e explora a carreira e a vida pessoal do craque brasileiro.
“Esta série mergulha na vida, na carreira e nos rolês de Ronaldinho Gaúcho, desde o começo da sua jornada no esporte até se tornar um ícone dos dribles no mundo todo”, explica a descrição oficial da produção.
Para os fãs de esporte, outro evento importante é a transmissão ao vivo da luta entre Tyson Fury e Arslanbek Makhmudov. A disputa marca o retorno do ex-campeão mundial dos pesos-pesados ao ringue.
sábado, 28 de março de 2026
Apple TV em abril de 2026
Abril e está chegando e o Apple TV trará adições muito interessantes ao seu catálogo. Margo Está Em Apuros e Consequência são os destaques.
Séries
Seus Amigos e Vizinhos – Temporada 2 (03/04)
Andrew Cooper (Jon Hamm) afunda-se em sua vida dupla como ladrão suburbano enquanto a chegada de um novo vizinho ameaça expor seus segredos. A trama mistura crime e humor ácido.
Histórico Criminal – Temporada 2 (22/04)
Dois policiais rivais (Peter Capaldi e Cush Jumbo) investigam um assassinato em um comício que evolui para uma conspiração terrorista no coração de Londres.
A Caçada – Final de Temporada (01/04)
Thriller francês onde um grupo de amigos enfrenta as consequências de um ataque durante uma caçada, sendo perseguidos por homens armados em busca de vingança.
Falando a Real – Final da Temporada 3 (08/04)
Acompanha os métodos nada convencionais do terapeuta Jimmy (Jason Segel) e seu impacto na vida dos pacientes. Conta com Harrison Ford no elenco.
A Última Coisa Que Ele Me Falou – Final da Temporada 2 (10/04)
Hannah (Jennifer Garner) precisa proteger sua família quando seu marido foragido (Nikolaj Coster-Waldau) reaparece após anos.
Mulheres Imperfeitas – Final de Temporada (29/04)
Uma investigação criminal abala a amizade de três mulheres, trazendo à tona traições e segredos que mudam suas vidas.
FilmeS
Consequência (10/04)
Comédia dramática dirigida por Jonah Hill e estrelada por Keanu Reeves. Um astro de Hollywood tenta salvar sua reputação após ser chantageado com um vídeo misterioso.
Séries
Seus Amigos e Vizinhos – Temporada 2 (03/04)
Andrew Cooper (Jon Hamm) afunda-se em sua vida dupla como ladrão suburbano enquanto a chegada de um novo vizinho ameaça expor seus segredos. A trama mistura crime e humor ácido.
Histórico Criminal – Temporada 2 (22/04)
Dois policiais rivais (Peter Capaldi e Cush Jumbo) investigam um assassinato em um comício que evolui para uma conspiração terrorista no coração de Londres.
A Caçada – Final de Temporada (01/04)
Thriller francês onde um grupo de amigos enfrenta as consequências de um ataque durante uma caçada, sendo perseguidos por homens armados em busca de vingança.
Falando a Real – Final da Temporada 3 (08/04)
Acompanha os métodos nada convencionais do terapeuta Jimmy (Jason Segel) e seu impacto na vida dos pacientes. Conta com Harrison Ford no elenco.
A Última Coisa Que Ele Me Falou – Final da Temporada 2 (10/04)
Hannah (Jennifer Garner) precisa proteger sua família quando seu marido foragido (Nikolaj Coster-Waldau) reaparece após anos.
Mulheres Imperfeitas – Final de Temporada (29/04)
Uma investigação criminal abala a amizade de três mulheres, trazendo à tona traições e segredos que mudam suas vidas.
FilmeS
Consequência (10/04)
Comédia dramática dirigida por Jonah Hill e estrelada por Keanu Reeves. Um astro de Hollywood tenta salvar sua reputação após ser chantageado com um vídeo misterioso.
Margo Está Em Apuros (15/04)
Drama familiar com Elle Fanning,
Michelle Pfeiffer e Nicole Kidman sobre uma jovem que abandona a
faculdade para ser escritora e recorre ao Only Fans para lidar com uma
maternidade inesperada e dívidas.
Meu Irmão, o Minotauro (24/04)
Animação
que mistura folclore e aventura, focada em um jovem minotauro criado
entre humanos que parte em uma jornada para descobrir suas verdadeiras
origens.
O Segredo de Widow's Bay (29/04)
Mistura de terror e comédia
ambientada em uma ilha isolada, onde um prefeito tenta revitalizar a
comunidade enquanto lendas sombrias voltam a assombrar os moradores.
Horóscopo da Lua da semana de 29 de Março a 04 de Abril de 2026
Mantenha-se envolvido com a lua em Virgem no início desta semana. É vantajoso envolver-se em atividades que exigem concentração, mentalidade e trabalho manual. A organização faz parte disso. Quarta-feira será um pouco mais difícil; talvez você sinta o impacto. Quando a lua entra em Libra na quinta-feira, cultive o equilíbrio em seus relacionamentos. As coisas devem ser justas e harmoniosas. Livre-se do restante, de tudo o que é tóxico.
O fim de semana acontece em Escorpião. Você desfrutará das vantagens desse signo enigmático. Seu círculo perceberá você como uma pessoa confiante, inspirando confiança. Naturalmente, em Escorpião, recorra à sua intuição, essa capacidade de ler nas entrelinhas.
A atmosfera da lua nesta semana
- Domingo, 29 de Março de 2026, Lua em Leão: Uma sensação de urgência o empurra a acelerar. E se, ao contrário, você precisasse desacelerar? Não é porque as coisas estão acontecendo rapidamente que estão corretas. Reconecte-se ao seu ritmo, aquele do seu corpo, da sua intuição. É aí que está sua bússola. Os outros podem correr... você, caminhe em direção ao essencial.
- Segunda-feira, 30 de Março de 2026, Lua em Virgem: Hoje, há novidades... mas ainda um pouco confusas. Indícios, sinais, os primeiros passos. Não tente entender tudo de uma vez. Deixe as coisas chegarem até você. Seu instinto filtra melhor do que qualquer lista de verificação. Você está em fase de transição, e isso pode ser desestabilizante. Mas você se mantém firme. Você sente que as coisas estão mudando, devagar, mas com certeza. E isso é tudo o que importa.
- Terça-feira, 31 de Março de 2026, Lua em Virgem: Não é que você seja frio… é que você é prudente. Você observa antes de agir, você pesa antes de dar. Hoje, sua reserva é uma força. Ela permite que você não se disperse. Estar onde deve, no momento certo. Talvez te compreendam mais tarde. Mas não importa. Você sabe por que faz essa escolha. E ela é boa. Siga seu ritmo, o que quer que digam.
- Quarta-feira, 01 de Abril de 2026, Lua em Virgem: Hoje, em dupla, você é demonstrativo, transborda ternura. Você multiplica os gestos afetuosos com seu parceiro. Você está em uma situação amorosa que o enche de alegria. Seu cônjuge está encantado, entre vocês o amor está em alta.
- Quinta-feira, 02 de Abril de 2026, Lua em Libra: Seu círculo habitual: colegas, vizinhos, familiares são fonte de muitos prazeres e satisfações, a atmosfera é cordial e acolhedora. É um bom momento para fortalecer todos os laços que são importantes para você, aceitando os elogios com modestia.
- Sexta-feira, 03 de Abril de 2026, Lua em Libra: Um encontro pode mudar tudo, mesmo que seja fugaz. Uma conversa inesperada, um sorriso em uma fila, uma palavra trocada entre dois silêncios… Esteja disponível. Você nunca sabe quando a vida decidirá piscá-lo. E se fosse hoje? Coração aberto, olhos bem abertos.
- Sábado, 04 de Abril de 2026, Lua em Escorpião: Você se surpreende sorrindo para um desconhecido, agradecendo mais, ouvindo de verdade. Isso não é por acaso. Hoje, você está mais presente, mais aberto. É nesses pequenos gestos que tudo muda. Continue. Você eleva o mundo sem nem pensar nisso.
Superliga Vôlei Masculino: 27/03
Cruzeiro,
Campinas, Praia Clube, Minas, Suzano, Guarulhos, Monte Carmelo e Goiás
seguem na disputa pelo título; quartas de final serão em melhor de três e
final está marcada para 10 de maio
Cruzeiro (1º) x Goiás (8º)
Campinas (2º) x Monte Carmelo (7º)
Praia Clube (3º) x Guarulhos (6º)
Minas (4º) x Suzano (5º)
Campinas (2º) x Monte Carmelo (7º)
Praia Clube (3º) x Guarulhos (6º)
Minas (4º) x Suzano (5º)
sexta-feira, 27 de março de 2026
Conta de luz mantém bandeira tarifária verde em abril
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou, nesta sexta-feira, 27, a bandeira tarifária verde para o mês de abril. Esse enquadramento é vigente desde janeiro deste ano. Com as condições favoráveis à geração de energia no País, os consumidores não terão o valor adicional nas faturas no próximo mês.
Para a segunda metade do ano de 2026 é vislumbrado o acionamento de bandeiras com cobrança adicional para os consumidores, com o período seco. Como o Estadão/Broadcast mostrou, a possibilidade de El Niño no segundo semestre deste ano, com seu efeito no aumento das temperaturas e redução das chuvas no Norte e Nordeste do País, reforça essa perspectiva de bandeiras tarifárias mais caras ao longo do ano.
Com o volume de chuvas em março, há nível considerado satisfatório para os reservatórios das usinas hidrelétricas. Isso resulta na geração favorável de energia. O mais recente boletim do Programa Mensal de Operação (PMO) apresenta um cenário de Energia Armazenada (EAR) acima de 90% para os subsistemas do Norte e Nordeste.
Já para a divisão Sudeste/Centro-Oeste, que concentra 70% dos reservatórios do país, o EAR está em 69,7%. O Sul é o subsistema com a estimativa mais baixa e pode chegar a 27,9%.
Para a segunda metade do ano de 2026 é vislumbrado o acionamento de bandeiras com cobrança adicional para os consumidores, com o período seco. Como o Estadão/Broadcast mostrou, a possibilidade de El Niño no segundo semestre deste ano, com seu efeito no aumento das temperaturas e redução das chuvas no Norte e Nordeste do País, reforça essa perspectiva de bandeiras tarifárias mais caras ao longo do ano.
Com o volume de chuvas em março, há nível considerado satisfatório para os reservatórios das usinas hidrelétricas. Isso resulta na geração favorável de energia. O mais recente boletim do Programa Mensal de Operação (PMO) apresenta um cenário de Energia Armazenada (EAR) acima de 90% para os subsistemas do Norte e Nordeste.
Já para a divisão Sudeste/Centro-Oeste, que concentra 70% dos reservatórios do país, o EAR está em 69,7%. O Sul é o subsistema com a estimativa mais baixa e pode chegar a 27,9%.
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 27/03
Bitcoin: R$ 346.748,33 Reais e US$ 65.956,80 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,2414
Dólar turismo: R$ 5,4524
Dólar ptax: R$ 5,2376
Euro comercial: R$ 6,036
Euro turismo: R$ 6,510
Dólar tem leve baixa em meio a fluxo para o Brasil e esperança de acordo entre EUA e Irã
O dólar fechou a sexta-feira com leve queda, abaixo da marca de R$5,25, em meio a relatos de fluxo de entrada de recursos no Brasil e à esperança de um acordo entre EUA e Irã sobre a guerra. O dólar à vista fechou em queda de 0,35%, aos R$5,2392. Na semana, a divisa acumulou baixa de 1,38% e, no ano, recuo de 4,55%. Às 17h04, o dólar futuro para abril -- o mais líquido no mercado brasileiro - cedia 0,04% na B3, aos R$5,2420.
A guerra que coloca EUA e Israel contra o Irã foi novamente o condutor dos negócios nos mercados globais. Pela manhã, os mercados reagiam à pausa de dez dias dos ataques dos Estados Unidos às usinas do Irã, anunciada na véspera pelo presidente norte-americano, Donald Trump. O intervalo durará até 6 de abril. Apesar da pausa, o dólar sustentava ganhos ante boa parte das demais moedas, incluindo o real. Às 9h08, logo após a abertura, o dólar à vista atingiu a cotação máxima de R$5,2805 (+0,44%).
Entre o fim da manhã e o início da tarde, no entanto, os ativos brasileiros demonstraram alguma reação, com o Ibovespa virando para o positivo e o dólar para o negativo ante o real. Fonte ouvida pela Reuters afirmou que a resposta do Irã a uma proposta de paz dos EUA, destinada a pôr fim à guerra, era esperada ainda nesta sexta-feira, o que trouxe certo alívio para as moedas de países emergentes.
No Brasil, conforme três profissionais ouvidos pela Reuters, a virada ocorreu em meio ao fluxo de entrada de recursos no país, inclusive para a bolsa de valores. "O cenário negativo pela manhã, (com) alguns atenuantes depois. O fluxo para a bolsa ajudou a dar liquidez para o câmbio", resumiu Fernando Bergallo, diretor da assessoria FB Capital. Às 12h06, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,2184 (-0,74%), para depois se acomodar em níveis mais próximos dos R$5,25.
"A combinação de petróleo elevado, juros globais em alta e incerteza em torno do conflito no Oriente Médio sustentou a demanda por proteção ao longo da manhã, mas o movimento perdeu força com a desaceleração do dólar no exterior e sem piora adicional no cenário", avaliou Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, em comentário escrito.
No início do dia, o Banco Central informou que o país teve déficit em transações correntes de US$5,614 bilhões em fevereiro, acima do déficit de US$5,4 bilhões projetado por economistas consultados pela Reuters. Na outra ponta, o Brasil recebeu US$6,754 bilhões em investimentos diretos no país em fevereiro, abaixo dos US$7,6 bilhões projetados na pesquisa. No exterior, às 17h06, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,23%, a 100,110.
Ibovespa fecha em baixa, mas acumula ganho semanal
O Ibovespa fechou em queda nesta sexta-feira, mas acumulou ganho na semana, enquanto o mercado monitora os desdobramentos da guerra no Oriente Médio, que segue sem perspectiva de desfecho.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,82%, a 181.227,86 pontos, de acordo com dados preliminares, chegando a 180.976,16 na mínima e 183.350,70 na máxima do dia. O volume financeiro somava R$22,9 bilhões antes dos ajustes finais. Na semana, o índice acumulou ganho de 2,84%.
Ações caem nos EUA e Dow confirma território de correção, conforme tensões no Oriente Médio se arrastam
As ações norte-americanas caíram nesta sexta-feira, com cada um dos três principais índices dos EUA fechando em seus níveis mais baixos em mais de sete meses e o Dow confirmando que estava em território de correção, conforme a guerra do Oriente Médio, que já dura um mês, continuou a suprimir o apetite pelo risco.
Os mercados não se animaram com o anúncio do presidente dos EUA, Donald Trump, de que ele deu ao Irã mais 10 dias para reabrir o Estreito de Ormuz ou enfrentar a destruição de suas usinas de energia, depois que o Irã rejeitou suas propostas para acabar com a guerra que começou com ataques aéreos dos EUA e de Israel contra o Irã.
O Dow Jones Industrial Average caiu 1,73%, para 45.166,64 pontos, o S&P 500 perdeu 1,67%, para 6.368,85 pontos, e o Nasdaq Composite recuou 2,15%, para 20.948,36 pontos.
O Índice de Volatilidade CBOE, considerado o medidor de medo de Wall Street, subiu 3,61 pontos, fechando em 31,05, seu fechamento mais elevado desde 21 de abril.
As bolsas da Europa fecharam em queda nesta sexta-feira
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,08%, a 9.964,40 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 1,32%, a 22.315,24 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,87%, a 7.701,95 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,74%, a 43.379,10 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,81%, a 16.824,70 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 1,28%, a 8.882,11 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,31% a 2.785,96 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta sexta-feira
O índice japonês Nikkei caiu 0,43% em Tóquio, a 53.373,07 pontos,
o sul-coreano Kospi recuou 0,40% em Seul, a 5.438,87 pontos,
e o Taiex cedeu 0,68% em Taiwan, a 33.112,59 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto, principal índice chinês, subiu 0,63%, a 3.913,72 pontos,
e o Shenzhen Composto avançou 1,29%, a 2.579,55 pontos.
Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 0,38% em Hong Kong, a 24.951,88 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana o S&P/ASX 200 caiu 0,11% em Sydney, a 8.516,30 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 2,25% a 73.583,22 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Dólar comercial: R$ 5,2414
Dólar turismo: R$ 5,4524
Dólar ptax: R$ 5,2376
Euro comercial: R$ 6,036
Euro turismo: R$ 6,510
Dólar tem leve baixa em meio a fluxo para o Brasil e esperança de acordo entre EUA e Irã
O dólar fechou a sexta-feira com leve queda, abaixo da marca de R$5,25, em meio a relatos de fluxo de entrada de recursos no Brasil e à esperança de um acordo entre EUA e Irã sobre a guerra. O dólar à vista fechou em queda de 0,35%, aos R$5,2392. Na semana, a divisa acumulou baixa de 1,38% e, no ano, recuo de 4,55%. Às 17h04, o dólar futuro para abril -- o mais líquido no mercado brasileiro - cedia 0,04% na B3, aos R$5,2420.
A guerra que coloca EUA e Israel contra o Irã foi novamente o condutor dos negócios nos mercados globais. Pela manhã, os mercados reagiam à pausa de dez dias dos ataques dos Estados Unidos às usinas do Irã, anunciada na véspera pelo presidente norte-americano, Donald Trump. O intervalo durará até 6 de abril. Apesar da pausa, o dólar sustentava ganhos ante boa parte das demais moedas, incluindo o real. Às 9h08, logo após a abertura, o dólar à vista atingiu a cotação máxima de R$5,2805 (+0,44%).
Entre o fim da manhã e o início da tarde, no entanto, os ativos brasileiros demonstraram alguma reação, com o Ibovespa virando para o positivo e o dólar para o negativo ante o real. Fonte ouvida pela Reuters afirmou que a resposta do Irã a uma proposta de paz dos EUA, destinada a pôr fim à guerra, era esperada ainda nesta sexta-feira, o que trouxe certo alívio para as moedas de países emergentes.
No Brasil, conforme três profissionais ouvidos pela Reuters, a virada ocorreu em meio ao fluxo de entrada de recursos no país, inclusive para a bolsa de valores. "O cenário negativo pela manhã, (com) alguns atenuantes depois. O fluxo para a bolsa ajudou a dar liquidez para o câmbio", resumiu Fernando Bergallo, diretor da assessoria FB Capital. Às 12h06, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,2184 (-0,74%), para depois se acomodar em níveis mais próximos dos R$5,25.
"A combinação de petróleo elevado, juros globais em alta e incerteza em torno do conflito no Oriente Médio sustentou a demanda por proteção ao longo da manhã, mas o movimento perdeu força com a desaceleração do dólar no exterior e sem piora adicional no cenário", avaliou Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, em comentário escrito.
No início do dia, o Banco Central informou que o país teve déficit em transações correntes de US$5,614 bilhões em fevereiro, acima do déficit de US$5,4 bilhões projetado por economistas consultados pela Reuters. Na outra ponta, o Brasil recebeu US$6,754 bilhões em investimentos diretos no país em fevereiro, abaixo dos US$7,6 bilhões projetados na pesquisa. No exterior, às 17h06, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,23%, a 100,110.
Ibovespa fecha em baixa, mas acumula ganho semanal
O Ibovespa fechou em queda nesta sexta-feira, mas acumulou ganho na semana, enquanto o mercado monitora os desdobramentos da guerra no Oriente Médio, que segue sem perspectiva de desfecho.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,82%, a 181.227,86 pontos, de acordo com dados preliminares, chegando a 180.976,16 na mínima e 183.350,70 na máxima do dia. O volume financeiro somava R$22,9 bilhões antes dos ajustes finais. Na semana, o índice acumulou ganho de 2,84%.
Ações caem nos EUA e Dow confirma território de correção, conforme tensões no Oriente Médio se arrastam
As ações norte-americanas caíram nesta sexta-feira, com cada um dos três principais índices dos EUA fechando em seus níveis mais baixos em mais de sete meses e o Dow confirmando que estava em território de correção, conforme a guerra do Oriente Médio, que já dura um mês, continuou a suprimir o apetite pelo risco.
Os mercados não se animaram com o anúncio do presidente dos EUA, Donald Trump, de que ele deu ao Irã mais 10 dias para reabrir o Estreito de Ormuz ou enfrentar a destruição de suas usinas de energia, depois que o Irã rejeitou suas propostas para acabar com a guerra que começou com ataques aéreos dos EUA e de Israel contra o Irã.
O Dow Jones Industrial Average caiu 1,73%, para 45.166,64 pontos, o S&P 500 perdeu 1,67%, para 6.368,85 pontos, e o Nasdaq Composite recuou 2,15%, para 20.948,36 pontos.
O Índice de Volatilidade CBOE, considerado o medidor de medo de Wall Street, subiu 3,61 pontos, fechando em 31,05, seu fechamento mais elevado desde 21 de abril.
As bolsas da Europa fecharam em queda nesta sexta-feira
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,08%, a 9.964,40 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 1,32%, a 22.315,24 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,87%, a 7.701,95 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,74%, a 43.379,10 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,81%, a 16.824,70 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 1,28%, a 8.882,11 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,31% a 2.785,96 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta sexta-feira
O índice japonês Nikkei caiu 0,43% em Tóquio, a 53.373,07 pontos,
o sul-coreano Kospi recuou 0,40% em Seul, a 5.438,87 pontos,
e o Taiex cedeu 0,68% em Taiwan, a 33.112,59 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto, principal índice chinês, subiu 0,63%, a 3.913,72 pontos,
e o Shenzhen Composto avançou 1,29%, a 2.579,55 pontos.
Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 0,38% em Hong Kong, a 24.951,88 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana o S&P/ASX 200 caiu 0,11% em Sydney, a 8.516,30 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 2,25% a 73.583,22 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 27/03
As bolsas da Europa fecharam em queda nesta sexta-feira, 27, estendendo as perdas da última sessão, à medida que incertezas sobre o conflito no Oriente Médio voltam a pesar nas negociações e elevam os preços do petróleo, o que impulsiona o movimento de venda de posições. O mercado segue ponderando as possíveis consequências econômicas da guerra.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,08%, a 9.964,40 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 1,32%, a 22.315,24 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,87%, a 7.701,95 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,74%, a 43.379,10 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,81%, a 16.824,70 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 1,28%, a 8.882,11 pontos. As cotações são preliminares.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,31% a 2.785,96 pontos.
O presidente dos EUA, Donald Trump, sinalizou que na noite desta sexta devem ocorrer negociações entre americanos e iranianos para um acordo que pode colocar fim ao conflito entre os países. No entanto, Israel – aliado de Washington – afirmou que os ataques contra Teerã serão escalados e expandidos, afastando a possível paz. Ainda na esteira da tensão, o Irã disse que o Estreito de Ormuz segue fechado e reiterou a proibição à passagem de embarcações ligadas a países aliados dos EUA e Israel.
Na avaliação do Swissquote Bank, a situação no Oriente Médio permanece inalterada e os riscos geopolíticos persistem. Diante do cenário, os dirigentes do Banco Central Europeu (BCE) Primoz Dolenc (Eslovênia) e Pierre Wunsch (Bélgica) mencionaram que o BC provavelmente terá que agir se a guerra no Irã não for concluída até junho. Por outro lado, Christodoulos Patsalides (Chipre) defende que a instituição não deve se precipitar em aumentar os juros para responder à situação.
No mercado acionário, os papéis de empresas de semicondutores fecharam em forte queda por conta do ambiente de cautela generalizado. Os papéis da holandesa ASML Holding, da ASM International e da BE Semiconductor Industries caíram até 5%.
A AstraZeneca subiu cerca de 3% depois de anunciar que seu medicamento experimental para doenças pulmonares atingiu o objetivo principal em dois ensaios clínicos de fase final, enquanto a Pernod Ricard avançou 8,2%, após notícias de que a empresa está em negociações para uma fusão com a Brown-Forman, fabricante do Jack Daniel’s.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia: 27/03
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta sexta-feira, 27, após Wall Street amargar seu pior dia desde o início da guerra no Oriente Médio, em meio às incertezas sobre negociações entre EUA e Irã.
O índice japonês Nikkei caiu 0,43% em Tóquio, a 53.373,07 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi recuou 0,40% em Seul, a 5.438,87 pontos, e o Taiex cedeu 0,68% em Taiwan, a 33.112,59 pontos.
Na China continental e em Hong Kong, por outro lado, o pregão foi de ganhos. O Xangai Composto, principal índice chinês, subiu 0,63%, a 3.913,72 pontos, e o Shenzhen Composto avançou 1,29%, a 2.579,55 pontos. O Hang Seng teve alta de 0,38% em Hong Kong, a 24.951,88 pontos.
Na quinta, 26, as bolsas de Nova York sofreram perdas de 1% a 2,4%, com o Nasdaq entrando em território de correção, diante de sinais conflitantes sobre um possível diálogo entre EUA e Irã para suspender as hostilidades no Oriente Médio. O presidente Donald Trump adiou por dez dias o prazo para Washington atacar a infraestrutura de energia do Irã e afirmou que seu governo e Teerã vão se reunir na noite de hoje para negociar um acordo de cessar-fogo. Os iranianos, porém, ainda não se manifestaram oficialmente a respeito.
Na Oceania, a bolsa australiana ficou no vermelho: o S&P/ASX 200 caiu 0,11% em Sydney, a 8.516,30 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 2,25% a 73.583,22 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
O índice japonês Nikkei caiu 0,43% em Tóquio, a 53.373,07 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi recuou 0,40% em Seul, a 5.438,87 pontos, e o Taiex cedeu 0,68% em Taiwan, a 33.112,59 pontos.
Na China continental e em Hong Kong, por outro lado, o pregão foi de ganhos. O Xangai Composto, principal índice chinês, subiu 0,63%, a 3.913,72 pontos, e o Shenzhen Composto avançou 1,29%, a 2.579,55 pontos. O Hang Seng teve alta de 0,38% em Hong Kong, a 24.951,88 pontos.
Na quinta, 26, as bolsas de Nova York sofreram perdas de 1% a 2,4%, com o Nasdaq entrando em território de correção, diante de sinais conflitantes sobre um possível diálogo entre EUA e Irã para suspender as hostilidades no Oriente Médio. O presidente Donald Trump adiou por dez dias o prazo para Washington atacar a infraestrutura de energia do Irã e afirmou que seu governo e Teerã vão se reunir na noite de hoje para negociar um acordo de cessar-fogo. Os iranianos, porém, ainda não se manifestaram oficialmente a respeito.
Na Oceania, a bolsa australiana ficou no vermelho: o S&P/ASX 200 caiu 0,11% em Sydney, a 8.516,30 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 2,25% a 73.583,22 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
The Last of Us: 3ª temporada será mesmo a última da série
Em algum momento, a HBO já considerou estender a série de The Last of Us até um 4º ano, plano rapidamente descartado após a saída do co-criador Neil Druckmann, restando à adaptação ser encerrada em sua 3ª temporada.
Até o momento, não foi confirmado se os próximos episódios irão mesmo encerrar o show, embora Casey Bloys, CEO do canal, esteja indicando que a série reserva seu ano seguinte como uma conclusão definitiva.
"Acredito que seja isso que Craig Mazin [co-criador] está pensando", disse Bloys em entrevista ao RadioTimes. "Sempre deixamos a porta aberta, mas acredito que seja isso que ele está considerando."
Em contrapartida ao fim iminente de The Last of Us, Mazin já está confirmado para liderar a adaptação de Baldur's Gate, outro popular game que também ganhará uma releitura em live-action para a HBO.
Os possíveis últimos episódios da série baseada na franquia da Naughty Dog serão contados a partir da perspectiva de Abby (Kaitlyn Dever), levando-a até seu confronto final com Ellie (Bella Ramsey), que busca vingança pela morte de Joel (Pedro Pascal).
As filmagens da 3ª temporada começarão muito em breve, enquanto uma janela de lançamento segue agendada para algum momento de 2027 na HBO Max.
Fonte: Collider.
Até o momento, não foi confirmado se os próximos episódios irão mesmo encerrar o show, embora Casey Bloys, CEO do canal, esteja indicando que a série reserva seu ano seguinte como uma conclusão definitiva.
"Acredito que seja isso que Craig Mazin [co-criador] está pensando", disse Bloys em entrevista ao RadioTimes. "Sempre deixamos a porta aberta, mas acredito que seja isso que ele está considerando."
Em contrapartida ao fim iminente de The Last of Us, Mazin já está confirmado para liderar a adaptação de Baldur's Gate, outro popular game que também ganhará uma releitura em live-action para a HBO.
Os possíveis últimos episódios da série baseada na franquia da Naughty Dog serão contados a partir da perspectiva de Abby (Kaitlyn Dever), levando-a até seu confronto final com Ellie (Bella Ramsey), que busca vingança pela morte de Joel (Pedro Pascal).
As filmagens da 3ª temporada começarão muito em breve, enquanto uma janela de lançamento segue agendada para algum momento de 2027 na HBO Max.
Fonte: Collider.
WhatsApp ganha modo para liberar espaço no celular
O WhatsApp anunciou uma série de novos recursos para o mensageiro nesta quinta-feira (26). Algumas das novidades incluem um atalho para remover arquivos muito pesados, uso de múltiplas contas no iOS e edição de fotos com IA.
As ferramentas serão liberadas a partir de hoje, mas a distribuição é gradual, então nem todo mundo receberá os ajustes ao mesmo tempo.
Alternativa para liberar espaço
Agora, o WhatsApp permite ver quais são os arquivos mais pesados de cada conversa. A medida é útil para liberar espaço no celular rapidamente, visto que dispensa abrir as configurações do app e do próprio mensageiro, e permite deletar só arquivos grandes sem perder o histórico de conversas.
Duas contas ao mesmo tempo no iOS
A versão do app para iOS ganhou suporte para cadastrar múltiplas contas no mesmo celular. Antes, a função estava disponível apenas no Android.
Transferência simplificada entre sistemas operacionais
Por falar no iOS, o mensageiro ganhou um novo recurso para transferir o histórico de conversas de um iPhone para um celular Android. A novidade acaba com uma das principais barreiras para migrar o WhatsApp entre os dois sistemas operacionais.
Edição com Meta AI
Antes de enviar uma foto numa conversa, é possível fazer ajustes rápidos com a ajuda do assistente Meta AI. A empresa destaca a opção de remover objetos no fundo ou até mudar o estilo da imagem.
Ainda no campo da inteligência artificial, a Meta revelou que o assistente de escrita foi atualizado para incluir respostas com base na própria conversa, o que ajuda a ter resultados mais personalizados.
As ferramentas serão liberadas a partir de hoje, mas a distribuição é gradual, então nem todo mundo receberá os ajustes ao mesmo tempo.
Alternativa para liberar espaço
Agora, o WhatsApp permite ver quais são os arquivos mais pesados de cada conversa. A medida é útil para liberar espaço no celular rapidamente, visto que dispensa abrir as configurações do app e do próprio mensageiro, e permite deletar só arquivos grandes sem perder o histórico de conversas.
Duas contas ao mesmo tempo no iOS
A versão do app para iOS ganhou suporte para cadastrar múltiplas contas no mesmo celular. Antes, a função estava disponível apenas no Android.
Transferência simplificada entre sistemas operacionais
Por falar no iOS, o mensageiro ganhou um novo recurso para transferir o histórico de conversas de um iPhone para um celular Android. A novidade acaba com uma das principais barreiras para migrar o WhatsApp entre os dois sistemas operacionais.
Edição com Meta AI
Antes de enviar uma foto numa conversa, é possível fazer ajustes rápidos com a ajuda do assistente Meta AI. A empresa destaca a opção de remover objetos no fundo ou até mudar o estilo da imagem.
Ainda no campo da inteligência artificial, a Meta revelou que o assistente de escrita foi atualizado para incluir respostas com base na própria conversa, o que ajuda a ter resultados mais personalizados.
Netflix fica mais cara
A Netflix está ficando mais cara: a gigante do streaming anunciou aumento de todos os seus planos de assinaturas nos Estados Unidos. A medida ocorre pouco mais de um ano desde o último reajuste feito pela empresa no país.
Com a mudança de valores, os assinantes vão pagar até US$ 2 a mais para continuar acessando o catálogo do serviço. O plano premium da plataforma, por exemplo, passou de US$ 24,99 por mês para US$ 26,99.
Já o plano padrão, a assinatura intermediária, subiu de US$ 17,99 para US$ 19,99 mensais, enquanto o plano padrão com anúncios aumentou de US$ 7,99 para US$ 8,99 por mês.
Houve um aumento também nas taxas cobradas por usuários adicionais, aqueles que usam o serviço sem estar na mesma residência do assinante: o plano com anúncios custará US$ 7,99 por membro extra e o plano sem anúncios vai cobrar o adicional de US$ 9,99.
A boa notícia para os brasileiros, por enquanto, é que o aumento dos preços das assinaturas da Netflix só foram anunciados para os clientes dos Estados Unidos.
Vale lembrar que, em território nacional, a última vez que a Netflix aplicou um reajuste nas assinaturas foi em maio de 2024. A empresa não seguiu a última mudança de preço realizada nos EUA, em janeiro de 2025, no Brasil.
Por aqui, as assinaturas seguem com os mesmos valores: R$ 20,90 por mês para o plano padrão com anúncios; R$ 44,90 por mês para o plano padrão; e R$ 59,90 por mês para o plano premium. Os valores adicionais para membros extras são de R$ 9,90 por mês com anúncios ou R$ 12,90 por mês sem anúncios.
Fonte: Netflix
Com a mudança de valores, os assinantes vão pagar até US$ 2 a mais para continuar acessando o catálogo do serviço. O plano premium da plataforma, por exemplo, passou de US$ 24,99 por mês para US$ 26,99.
Já o plano padrão, a assinatura intermediária, subiu de US$ 17,99 para US$ 19,99 mensais, enquanto o plano padrão com anúncios aumentou de US$ 7,99 para US$ 8,99 por mês.
Houve um aumento também nas taxas cobradas por usuários adicionais, aqueles que usam o serviço sem estar na mesma residência do assinante: o plano com anúncios custará US$ 7,99 por membro extra e o plano sem anúncios vai cobrar o adicional de US$ 9,99.
A boa notícia para os brasileiros, por enquanto, é que o aumento dos preços das assinaturas da Netflix só foram anunciados para os clientes dos Estados Unidos.
Vale lembrar que, em território nacional, a última vez que a Netflix aplicou um reajuste nas assinaturas foi em maio de 2024. A empresa não seguiu a última mudança de preço realizada nos EUA, em janeiro de 2025, no Brasil.
Por aqui, as assinaturas seguem com os mesmos valores: R$ 20,90 por mês para o plano padrão com anúncios; R$ 44,90 por mês para o plano padrão; e R$ 59,90 por mês para o plano premium. Os valores adicionais para membros extras são de R$ 9,90 por mês com anúncios ou R$ 12,90 por mês sem anúncios.
Fonte: Netflix
quinta-feira, 26 de março de 2026
Amistoso Internacional: Brasil x França 26/03
O Brasil perdeu para a França por 2 a 1 nesta quinta-feira (26), em amistoso no Gillette Stadium, em Foxborough (EUA).
Os Bleus construíram a vitória com dois gols de cobertura: o primeiro de Mbappé, ainda na etapa inicial, e o de Ekitike após o intervalo, quando a equipe de Didier Deschamps já jogava com um a menos devido à expulsão de Upamecano. O Brasil descontou com o zagueiro Bremer — seu primeiro gol pela Seleção.
Mesmo com um esquema ofensivo, composto por quatro atacantes, o Brasil encontrou dificuldades para impor seu ritmo na primeira etapa. O desequilíbrio ficou nítido diante de uma França que tomou conta do jogo e impôs sua reconhecida qualidade, fruto de um trabalho longevo e vencedor.
Mbappé abre a contagem
Com Matheus Cunha, Martinelli, Raphinha e Vini Jr., o Brasil tentava explorar saídas rápidas e lançamentos em profundidade — como um de Casemiro para Raphinha, que não conseguiu finalizar com precisão cara a cara com Maignan.
Mas a França foi letal ao aproveitar um erro de Casemiro no meio-campo. Dembélé serviu Mbappé, que partiu em velocidade, superou Léo Pereira e tocou por cobertura na saída de Ederson.
Luiz Henrique dá nova vida ao Brasil, mas França supera expulsão
Na segunda etapa, Ancelotti modificou o time, promovendo a entrada de Luiz Henrique na vaga de Raphinha — que deixou o gramado após sentir dores na coxa direita. A entrada do atacante deu uma nova dinâmica à Seleção Brasileira, que passou a ocupar mais o campo ofensivo e a ameaçar a defesa francesa.
Em uma dessas investidas, Upamecano impediu a passagem de Wesley, que airia cara a cara com o gol, e acabou expulso após revisão do VAR. Mesmo com um a menos, a França manteve o ímpeto e chegou ao segundo gol após belo passe de Olise para a conclusão, novamente por cobertura, de Ekitike.
Com muitas modificações, o Brasil se lançou ao ataque na tentativa de igualar o placar e conseguiu diminuir o prejuízo com Bremer. Luiz Henrique chutou cruzado e o zagueiro apareceu para completar no segundo poste.
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 26/03
Bitcoin: R$ 361.565,00 Reais e US$ 68.970,79 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,2561
Dólar turismo: R$ 5,4497
Dólar ptax: R$ 5,2308
Euro comercial: R$ 6,0560
Euro turismo: R$ 6,5100
Dólar supera R$5,25 impulsionado por preocupações com a guerra
As preocupações com os efeitos econômicos da guerra no Oriente Médio voltaram a impulsionar o dólar ao redor do mundo nesta quinta-feira, com a moeda terminando a sessão no Brasil acima dos R$5,25, mesmo após o Banco Central ter injetado US$1 bilhão no mercado. O dólar à vista fechou com alta de 0,70%, aos R$5,2574. No ano, a divisa passou a acumular baixa de 4,22%. Às 17h06, o dólar futuro para abril -- o mais líquido no mercado brasileiro - subia 0,57% na B3, aos R$5,2625.
Os rendimentos dos Treasuries e o petróleo voltaram a subir nesta quinta-feira no exterior, em função da continuidade dos conflitos no Oriente Médio. Enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que os negociadores iranianos estavam "implorando" por um acordo, o Irã disse que o plano norte-americano de cessar-fogo está sob análise, mas que não há negociações. Mais tarde, Trump afirmou que o Irã havia permitido que dez petroleiros passassem pelo Estreito de Ormuz.
Neste cenário, a moeda norte-americana sustentava ganhos ante divisas de países emergentes como o peso chileno, o rand sul-africano, o peso mexicano e o real. No início da tarde, o Banco Central do Brasil realizou dois leilões extraordinários de linha (venda de dólares com compromisso de recompra), com venda total de US$1 bilhão. Entre profissionais ouvidos pela Reuters, a percepção é de que o BC atuou no mercado à vista para melhorar a liquidez, em meio à demanda pela moeda para remessas ao exterior.
"Está faltando dólar no mercado à vista. E na falta de liquidez, o BC faz o leilão", comentou o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik. Durante entrevista coletiva em Brasília, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, afirmou que as intervenções da instituição no mercado de câmbio estão seguindo a "orientação de sempre".
Desde que a guerra dos EUA e de Israel contra o Irã começou, no fim de fevereiro, o BC tem promovido algumas operações para minimizar os efeitos do conflito no mercado de câmbio. O BC fez em diferentes datas o "casadão" (venda de dólares à vista simultaneamente à negociação de contratos de swap reverso) e leilões de linha (venda de dólares com compromisso de recompra). No exterior, às 17h12 o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,21%, a 99,832.
Ibovespa fecha em queda com dúvidas sobre desfecho no Oriente Médio
O sinal negativo prevaleceu na bolsa paulista nesta quinta-feira, com a aversão a risco global desencadeada por incertezas envolvendo um desfecho para o conflito no Oriente Médio voltando a derrubar o Ibovespa após três altas seguidas.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 1,45%, a 182.732,67 pontos, chegando a 182.570,44 pontos na mínima e marcando 185.423,77 pontos na máxima do dia. O volume financeiro somou R$26,5 bilhões.
No exterior, o barril de petróleo sob o contrato Brent fechou em alta de 5,66%, a US$108,01, enquanto o S&P 500, uma das referências do mercado acionário norte-americano, recuou 1,74%. Na pauta brasileira, IPCA-15 de março mostrou alta de 0,44%, após avanço de 0,84% em fevereiro, segundo o IBGE, acima das previsões compiladas pela Reuters, que apontavam acréscimo de 0,29%. Em 12 meses, o índice subiu 3,90%.
De acordo com economistas do Bradesco, a surpresa no IPCA-15 foi concentrada basicamente em passagens aéreas e, em menor magnitude, alimentos no domicílio, esperando um resultado para o mês ainda mais elevado. Eles destacaram que, com a atual conjuntura, com aumentos dos custos de combustíveis e fertilizantes, será mais difícil uma devolução da alta desses grupos no curto prazo. "A geopolítica segue como maior risco para nosso cenário de inflação neste ano."
Para estrategistas do Safra, embora o mercado ainda esteja hesitante quanto a como as tensões geopolíticas podem afetar a inflação, ainda há espaço para cortes de juros no Brasil. "Assim, o ambiente volátil pode ser visto como uma oportunidade para buscar alternativas no mercado de ações", afirmaram em relatório a clientes, elevando a previsão para o Ibovespa no final do ano para 220 mil pontos.
Wall Street cai com incerteza no Oriente Médio assustando os investidores
Os principais índices de Wall Street caíram acentuadamente nesta quinta-feira e o Nasdaq confirmou uma correção, com os investidores preocupados com a escalada da guerra dos EUA e Israel contra o Irã, que fez com que os preços do petróleo disparassem e exacerbou as preocupações com a inflação.
O presidente Donald Trump disse que o Irã deve fazer um acordo com os EUA ou enfrentar um ataque contínuo, ao mesmo tempo em que alertou que assumir o controle do petróleo do Irã era uma opção. Uma autoridade sênior iraniana disse à Reuters que a proposta dos EUA para encerrar quase quatro semanas de combates é "unilateral e injusta", ao mesmo tempo em que enfatizou que a diplomacia não havia terminado.
A falta de sinais claros de progresso fez com que os preços do petróleo disparassem, com os futuros do petróleo bruto dos EUA subindo 4,6% e os futuros do Brent avançando 5,7%.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 1,74%, encerrando em 6.476,89 pontos, enquanto o Nasdaq Composite recuou 2,34%, para 21.416,27 pontos. O Dow Jones Industrial Average caiu 1,04%, para 45.955,00 pontos.
As bolsas europeias fecharam em queda
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 1,33%, a 9.972,17 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 1,64%, a 22.581,07 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,98%, a 7.769,31 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,71%, a 43.701,84 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 1,40%, a 16.929,80 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,19%, a 8.997,09 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,66% a 2.821,31 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam em baixa
Liderando as perdas, o índice sul-coreano Kospi caiu 3,22% em Seul, a 5.460,46 pontos,
enquanto o Hang Seng recuou 1,89% em Hong Kong, a 24.856,43 pontos,
o japonês Nikkei cedeu 0,27% em Tóquio, a 53.603,65 pontos,
e o Taiex registrou baixa de 0,30% em Taiwan, a 33.337,62 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto teve queda de 1,09%, a 3.889,08 pontos,
e o menos abrangente Shenzhen Composto, de 1,46%, a 2.546,59 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana ficou levemente no vermelho: o S&P/ASX 200 caiu 0,10% em Sydney, a 8.525,70 pontos, na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,56% a 73.085,94 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Dólar comercial: R$ 5,2561
Dólar turismo: R$ 5,4497
Dólar ptax: R$ 5,2308
Euro comercial: R$ 6,0560
Euro turismo: R$ 6,5100
Dólar supera R$5,25 impulsionado por preocupações com a guerra
As preocupações com os efeitos econômicos da guerra no Oriente Médio voltaram a impulsionar o dólar ao redor do mundo nesta quinta-feira, com a moeda terminando a sessão no Brasil acima dos R$5,25, mesmo após o Banco Central ter injetado US$1 bilhão no mercado. O dólar à vista fechou com alta de 0,70%, aos R$5,2574. No ano, a divisa passou a acumular baixa de 4,22%. Às 17h06, o dólar futuro para abril -- o mais líquido no mercado brasileiro - subia 0,57% na B3, aos R$5,2625.
Os rendimentos dos Treasuries e o petróleo voltaram a subir nesta quinta-feira no exterior, em função da continuidade dos conflitos no Oriente Médio. Enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que os negociadores iranianos estavam "implorando" por um acordo, o Irã disse que o plano norte-americano de cessar-fogo está sob análise, mas que não há negociações. Mais tarde, Trump afirmou que o Irã havia permitido que dez petroleiros passassem pelo Estreito de Ormuz.
Neste cenário, a moeda norte-americana sustentava ganhos ante divisas de países emergentes como o peso chileno, o rand sul-africano, o peso mexicano e o real. No início da tarde, o Banco Central do Brasil realizou dois leilões extraordinários de linha (venda de dólares com compromisso de recompra), com venda total de US$1 bilhão. Entre profissionais ouvidos pela Reuters, a percepção é de que o BC atuou no mercado à vista para melhorar a liquidez, em meio à demanda pela moeda para remessas ao exterior.
"Está faltando dólar no mercado à vista. E na falta de liquidez, o BC faz o leilão", comentou o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik. Durante entrevista coletiva em Brasília, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, afirmou que as intervenções da instituição no mercado de câmbio estão seguindo a "orientação de sempre".
Desde que a guerra dos EUA e de Israel contra o Irã começou, no fim de fevereiro, o BC tem promovido algumas operações para minimizar os efeitos do conflito no mercado de câmbio. O BC fez em diferentes datas o "casadão" (venda de dólares à vista simultaneamente à negociação de contratos de swap reverso) e leilões de linha (venda de dólares com compromisso de recompra). No exterior, às 17h12 o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,21%, a 99,832.
Ibovespa fecha em queda com dúvidas sobre desfecho no Oriente Médio
O sinal negativo prevaleceu na bolsa paulista nesta quinta-feira, com a aversão a risco global desencadeada por incertezas envolvendo um desfecho para o conflito no Oriente Médio voltando a derrubar o Ibovespa após três altas seguidas.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 1,45%, a 182.732,67 pontos, chegando a 182.570,44 pontos na mínima e marcando 185.423,77 pontos na máxima do dia. O volume financeiro somou R$26,5 bilhões.
No exterior, o barril de petróleo sob o contrato Brent fechou em alta de 5,66%, a US$108,01, enquanto o S&P 500, uma das referências do mercado acionário norte-americano, recuou 1,74%. Na pauta brasileira, IPCA-15 de março mostrou alta de 0,44%, após avanço de 0,84% em fevereiro, segundo o IBGE, acima das previsões compiladas pela Reuters, que apontavam acréscimo de 0,29%. Em 12 meses, o índice subiu 3,90%.
De acordo com economistas do Bradesco, a surpresa no IPCA-15 foi concentrada basicamente em passagens aéreas e, em menor magnitude, alimentos no domicílio, esperando um resultado para o mês ainda mais elevado. Eles destacaram que, com a atual conjuntura, com aumentos dos custos de combustíveis e fertilizantes, será mais difícil uma devolução da alta desses grupos no curto prazo. "A geopolítica segue como maior risco para nosso cenário de inflação neste ano."
Para estrategistas do Safra, embora o mercado ainda esteja hesitante quanto a como as tensões geopolíticas podem afetar a inflação, ainda há espaço para cortes de juros no Brasil. "Assim, o ambiente volátil pode ser visto como uma oportunidade para buscar alternativas no mercado de ações", afirmaram em relatório a clientes, elevando a previsão para o Ibovespa no final do ano para 220 mil pontos.
Wall Street cai com incerteza no Oriente Médio assustando os investidores
Os principais índices de Wall Street caíram acentuadamente nesta quinta-feira e o Nasdaq confirmou uma correção, com os investidores preocupados com a escalada da guerra dos EUA e Israel contra o Irã, que fez com que os preços do petróleo disparassem e exacerbou as preocupações com a inflação.
O presidente Donald Trump disse que o Irã deve fazer um acordo com os EUA ou enfrentar um ataque contínuo, ao mesmo tempo em que alertou que assumir o controle do petróleo do Irã era uma opção. Uma autoridade sênior iraniana disse à Reuters que a proposta dos EUA para encerrar quase quatro semanas de combates é "unilateral e injusta", ao mesmo tempo em que enfatizou que a diplomacia não havia terminado.
A falta de sinais claros de progresso fez com que os preços do petróleo disparassem, com os futuros do petróleo bruto dos EUA subindo 4,6% e os futuros do Brent avançando 5,7%.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 1,74%, encerrando em 6.476,89 pontos, enquanto o Nasdaq Composite recuou 2,34%, para 21.416,27 pontos. O Dow Jones Industrial Average caiu 1,04%, para 45.955,00 pontos.
As bolsas europeias fecharam em queda
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 1,33%, a 9.972,17 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 1,64%, a 22.581,07 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,98%, a 7.769,31 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,71%, a 43.701,84 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 1,40%, a 16.929,80 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,19%, a 8.997,09 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,66% a 2.821,31 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam em baixa
Liderando as perdas, o índice sul-coreano Kospi caiu 3,22% em Seul, a 5.460,46 pontos,
enquanto o Hang Seng recuou 1,89% em Hong Kong, a 24.856,43 pontos,
o japonês Nikkei cedeu 0,27% em Tóquio, a 53.603,65 pontos,
e o Taiex registrou baixa de 0,30% em Taiwan, a 33.337,62 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto teve queda de 1,09%, a 3.889,08 pontos,
e o menos abrangente Shenzhen Composto, de 1,46%, a 2.546,59 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana ficou levemente no vermelho: o S&P/ASX 200 caiu 0,10% em Sydney, a 8.525,70 pontos, na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,56% a 73.085,94 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
WhatsApp quer copiar uma das funções mais úteis do Instagram
O WhatsApp desenvolve uma opção para publicar Status que só podem ser vistos por listas de audiências personalizadas, de acordo com o site WABetaInfo. O recurso seria similar aos “Amigos próximos” do Instagram, porém com mais formas de segmentação.
O plano de criar uma lista de amigos igual à do Instagram já está em desenvolvimento há algum tempo. A novidade seria o suporte para criar mais listas, cada uma identificada com um título e um emoji próprio.
Os “Amigos próximos” são uma alternativa para postar conteúdos mais íntimos ou que não precisam ser vistos por todos os seguidores. O mensageiro da Meta desenvolve opções para segmentar ainda mais — como uma lista só com familiares para postar as fotos e vídeos de um encontro, por exemplo.
Ao adicionar alguém a uma lista personalizada, essa pessoa recebe o status com um contorno roxo e pode ver o nome usado para o grupo. Portanto, é importante prestar atenção antes de gerar a lista para evitar situações desagradáveis.
Por enquanto, ainda não há previsão de lançamento do recurso.O aplicativo atualmente tem alguns ajustes de privacidade para os Status, tais como:
Permitir que apenas os seus contatos salvos vejam o post;
Permitir que os contatos vejam, mas excluir alguns nomes específicos;
Escolher apenas os contatos que poderão ver o post.
Além disso, existem configurações para compartilhar a publicação diretamente no Facebook e no WhatsApp (quando as contas estiverem vinculadas) e permitir que outras pessoas republiquem o mesmo conteúdo.
Fonte: WABetaInfo.
God of War: Sonya Walger será Freya na série
Com a série de God of War já em produção, o Prime Video finalmente definiu a atriz de Freya: será Sonya Walger, que é famosa por For All Mankind.
Ex-esposa de Odin e antiga Rainha das Valquírias em Asgard, Freya é descrita como uma mulher forte, perspicaz e carregada de arrependimentos. Ela é uma personagem central na saga.
Com duas temporadas já encomendadas, God of War será protagonizada por Ryan Hurst e Callum Vinson, que vão interpretar, respectivamente, Kratos e Atreus.
A série seguirá a jornada de Kratos e seu filho Atreus enquanto viajam para espalhar as cinzas de Faye, esposa e mãe. No percurso, Kratos tenta ensinar o filho a ser um deus melhor, enquanto Atreus ensina o pai a ser um humano melhor.
Por enquanto não há previsão oficial de estreia.
Ex-esposa de Odin e antiga Rainha das Valquírias em Asgard, Freya é descrita como uma mulher forte, perspicaz e carregada de arrependimentos. Ela é uma personagem central na saga.
Com duas temporadas já encomendadas, God of War será protagonizada por Ryan Hurst e Callum Vinson, que vão interpretar, respectivamente, Kratos e Atreus.
A série seguirá a jornada de Kratos e seu filho Atreus enquanto viajam para espalhar as cinzas de Faye, esposa e mãe. No percurso, Kratos tenta ensinar o filho a ser um deus melhor, enquanto Atreus ensina o pai a ser um humano melhor.
Por enquanto não há previsão oficial de estreia.
Caminhos do Crime ganha data no Prime Video
Caminhos do Crime (2026) já tem data para chegar ao catálogo do Prime Video.
A Amazon ainda não anunciou oficialmente, mas sabemos que plano atual é que o longa estrelado por Chris Hemsworth, Mark Ruffalo e Halle Berry chegue ao serviço de streaming por assinatura em 1º de abril.
Basicamente, um intervalo de 47 dias em relação ao lançamento nos cinemas.
A expectativa é que Caminhos do Crime registre um enorme número de visualizações na estreia no Prime Video.
Adaptando um livro que evoca o cinema de Michael Mann, o enredo entrelaça o destino de um assaltante, um policial e uma experiente agente de seguros. Movidos por desejos distintos — do último golpe à prosperidade prometida —, eles se veem entrelaçados em uma complexa trama de consequências após um assalto malsucedido.
A Amazon ainda não anunciou oficialmente, mas sabemos que plano atual é que o longa estrelado por Chris Hemsworth, Mark Ruffalo e Halle Berry chegue ao serviço de streaming por assinatura em 1º de abril.
Basicamente, um intervalo de 47 dias em relação ao lançamento nos cinemas.
A expectativa é que Caminhos do Crime registre um enorme número de visualizações na estreia no Prime Video.
Adaptando um livro que evoca o cinema de Michael Mann, o enredo entrelaça o destino de um assaltante, um policial e uma experiente agente de seguros. Movidos por desejos distintos — do último golpe à prosperidade prometida —, eles se veem entrelaçados em uma complexa trama de consequências após um assalto malsucedido.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 26/03
As bolsas europeias fecharam em queda nesta quinta-feira (26) pressionadas pela volta da aversão ao risco diante de sinais contraditórios sobre negociações de paz entre EUA e Irã. A alta do petróleo, em meio ao temor de prolongamento do conflito e impactos sobre o fornecimento global de energia, deteriorou o sentimento dos investidores e reforçou preocupações com inflação e crescimento globais.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 1,33%, a 9.972,17 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 1,64%, a 22.581,07 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,98%, a 7.769,31 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,71%, a 43.701,84 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 1,40%, a 16.929,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,19%, a 8.997,09 pontos. As cotações são preliminares.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,66% a 2.821,31 pontos.
O vice-presidente do BCE (Banco Central Europeu), Luis de Guindos, afirmou que a guerra pode ter "repercussões de longo alcance", enquanto a presidente Christine Lagarde alertou, na quarta-feira, para possível alta de juros se o choque energético pressionar a inflação.
Para o Danske Bank, o BCE deve manter juros em 2% até 2027, mas com riscos inclinados para alta. O ING ressaltou que, sem avanços concretos nas negociações, o mercado tende a manter prêmios elevados. Na Alemanha, a confiança do consumidor caiu ao menor nível em dois anos, segundo o GfK, refletindo o impacto da energia mais cara.
Entre as ações, mineração, com recuo dos metais, e tecnologia foram destaques entre as perdas, com destaque para a ASML (-3,57%) entre as maiores quedas. Os setores recuaram cerca de 2,2% e 2%, respectivamente.
Na ponta positiva, a varejista britânica Next avançou perto de 4,7% em Londres, depois de resultados acima do esperado e revisão de guidance, embora tenha alertado para impactos do conflito. Já a H&M recuou 2%, após vendas fracas no início do ano, em linha com avaliação de analistas do Citi de desempenho abaixo do esperado.
Também pesaram papéis ligados a transporte e comércio, como a transportadora alemã Hapag-Lloyd (-3%), seguindo alerta de queda significativa de lucros diante das gargalos no comércio global.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 1,33%, a 9.972,17 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 1,64%, a 22.581,07 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,98%, a 7.769,31 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,71%, a 43.701,84 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 1,40%, a 16.929,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,19%, a 8.997,09 pontos. As cotações são preliminares.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,66% a 2.821,31 pontos.
O vice-presidente do BCE (Banco Central Europeu), Luis de Guindos, afirmou que a guerra pode ter "repercussões de longo alcance", enquanto a presidente Christine Lagarde alertou, na quarta-feira, para possível alta de juros se o choque energético pressionar a inflação.
Para o Danske Bank, o BCE deve manter juros em 2% até 2027, mas com riscos inclinados para alta. O ING ressaltou que, sem avanços concretos nas negociações, o mercado tende a manter prêmios elevados. Na Alemanha, a confiança do consumidor caiu ao menor nível em dois anos, segundo o GfK, refletindo o impacto da energia mais cara.
Entre as ações, mineração, com recuo dos metais, e tecnologia foram destaques entre as perdas, com destaque para a ASML (-3,57%) entre as maiores quedas. Os setores recuaram cerca de 2,2% e 2%, respectivamente.
Na ponta positiva, a varejista britânica Next avançou perto de 4,7% em Londres, depois de resultados acima do esperado e revisão de guidance, embora tenha alertado para impactos do conflito. Já a H&M recuou 2%, após vendas fracas no início do ano, em linha com avaliação de analistas do Citi de desempenho abaixo do esperado.
Também pesaram papéis ligados a transporte e comércio, como a transportadora alemã Hapag-Lloyd (-3%), seguindo alerta de queda significativa de lucros diante das gargalos no comércio global.
Fontes: Dow Jones Newswires.
A Casa dos Espíritos | Trailer Oficial
Uma família, quatro gerações, uma história incrível. A Casa dos Espíritos estreia em 29 de abril no Prime Video.
No dia da estreia, a plataforma de streaming liberará os três primeiros episódios para os fãs, e o restante será disponibilizado semanalmente até o final, em 13 de maio.
Na série da Prime Video, acompanharemos a saga da família Trueba, que abrange mais de um século de mudanças sociais, amores secretos e uma revolução sangrenta. Todos os acontecimentos culminam em uma crise que acaba separando o patriarca da família de sua amada neta.
O seriado terá Alfonso Herrera como Esteban Trueba, enquanto as atrizes Nicole Wallace e Dolores Fonzi interpretarão Clara del Valle em diferentes fases de sua vida. Fernanda Castillo interpretará Férula Trueba e Juan Pablo Raba será o tio Marcos.
Aline Kuppenheim, Eduard Fernández, Fernanda Urrejola, Maribel Verdú, Pablo Macaya, Nicolás Francella, Antonia Zegers, Catalina Saavedra, Amparo Noguera, Nicolás Contreras são alguns dos outros nomes que comporão o elenco.
Allende e Eva Longoria serão as produtoras executivas, junto às executivas Francisca Alegría, Fernanda Urrejola e Andrés Wood.
No dia da estreia, a plataforma de streaming liberará os três primeiros episódios para os fãs, e o restante será disponibilizado semanalmente até o final, em 13 de maio.
Na série da Prime Video, acompanharemos a saga da família Trueba, que abrange mais de um século de mudanças sociais, amores secretos e uma revolução sangrenta. Todos os acontecimentos culminam em uma crise que acaba separando o patriarca da família de sua amada neta.
O seriado terá Alfonso Herrera como Esteban Trueba, enquanto as atrizes Nicole Wallace e Dolores Fonzi interpretarão Clara del Valle em diferentes fases de sua vida. Fernanda Castillo interpretará Férula Trueba e Juan Pablo Raba será o tio Marcos.
Aline Kuppenheim, Eduard Fernández, Fernanda Urrejola, Maribel Verdú, Pablo Macaya, Nicolás Francella, Antonia Zegers, Catalina Saavedra, Amparo Noguera, Nicolás Contreras são alguns dos outros nomes que comporão o elenco.
Allende e Eva Longoria serão as produtoras executivas, junto às executivas Francisca Alegría, Fernanda Urrejola e Andrés Wood.
A Dona da Bola: Temporada 2 | Trailer oficial
Colocada no comando do time de basquete da família sem menos esperar, uma ex-baladeira precisa provar seu valor no mundo dos negócios.
De olho na vitória, Isla precisa reunir toda sua determinação e administrar o caos tanto no vestiário quanto na diretoria. Com o trabalho e o time em jogo, Isla vai ter que mostrar quem manda.
Elenco: Kate Hudson, Drew Tarver, Scott MacArthur, Brenda Song, Fabrizio Guido, Chet Hanks, Toby Sandeman, Justin Theroux, Max Greenfield, Jay Ellis.
Criação: Mindy Kaling, Ike Barinholtz, David Stassen
A temporada 2 de "A Dona da Bola" estreia em 23 de abril, só na Netflix.
De olho na vitória, Isla precisa reunir toda sua determinação e administrar o caos tanto no vestiário quanto na diretoria. Com o trabalho e o time em jogo, Isla vai ter que mostrar quem manda.
Elenco: Kate Hudson, Drew Tarver, Scott MacArthur, Brenda Song, Fabrizio Guido, Chet Hanks, Toby Sandeman, Justin Theroux, Max Greenfield, Jay Ellis.
Criação: Mindy Kaling, Ike Barinholtz, David Stassen
A temporada 2 de "A Dona da Bola" estreia em 23 de abril, só na Netflix.
Stranger Things: Histórias de 85 | Trailer oficial
Os monstros não podem sair. Senão, já era.
Hawkins, inverno de 1985. Esta é uma cidade cheia de segredos, e agora nossos queridos heróis terão que enfrentar novos mistérios e monstros inimagináveis.
"Stranger Things: Histórias de 85" estreia em 23 de abril.
Hawkins, inverno de 1985. Esta é uma cidade cheia de segredos, e agora nossos queridos heróis terão que enfrentar novos mistérios e monstros inimagináveis.
"Stranger Things: Histórias de 85" estreia em 23 de abril.
Mike & Nick & Nick & Alice | Trailer Oficial Dublado | Legendado
Uma comédia com mafiosos, dois Nicks, um Mike, uma Alice e uma máquina do tempo. ⏳
Estreia em 27 de março no DisneyPlus.
Dois amigos inseparáveis se envolvem em perigosas aventuras no submundo do crime, enfrentando situações arriscadas e testando sua lealdade.
Direção: BenDavid Grabinski Roteirista: BenDavid Grabinski
Estrelas: Vince Vaughn, James Marsden, Eiza González
Estreia em 27 de março no DisneyPlus.
Dois amigos inseparáveis se envolvem em perigosas aventuras no submundo do crime, enfrentando situações arriscadas e testando sua lealdade.
Direção: BenDavid Grabinski Roteirista: BenDavid Grabinski
Estrelas: Vince Vaughn, James Marsden, Eiza González
O Fim Da Rua | Trailer Teaser Oficial Dublado
"A nossa casa, o nosso bairro, a nossa rua toda se mudou."
O Fim da Rua - 13 de agosto, somente nos cinemas.
Após um misterioso evento cósmico arrancar a Rua Oak do subúrbio e transportar o bairro para um lugar desconhecido, a família Platt logo descobre que sua sobrevivência depende de permanecerem unidos enquanto enfrentam um ambiente agora irreconhecível.
Estrelado por Anne Hathaway e Ewan McGregor, O FIM DA RUA também conta com Maisy Stella e Christian Convery. O filme é escrito e dirigido por David Robert Mitchell e produzido por J.J. Abrams, Hannah Minghella, Jon Cohen, David Robert Mitchell, Matt Jackson e Tommy Harper. Os produtores executivos são Chris Bender, Jake Weiner, Joanne Lee e Leeann Stonebreaker.
A equipe de Mitchell por trás das câmeras inclui o diretor de fotografia Michael Gioulakis, a designer de produção Maya Shimoguchi, o montador John Axelrad, o compositor Michael Giacchino e a figurinista Erin Benach. Warner Bros. Pictures apresenta uma produção da Bad Robot e da Jackson Pictures, um filme de David Robert Mitchell: O FIM DA RUA. O filme será distribuído mundialmente pela Warner Bros. Pictures, exclusivamente nos cinemas e em IMAX® na América do Norte em 14 de agosto de 2026, e internacionalmente a partir de 12 de agosto de 2026.
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