A novela envolvendo a produção de Star Wars: Rogue Squadron ganhou um novo capítulo, revelando que, apesar do silêncio da Lucasfilm, o trabalho criativo nos bastidores foi concluído. Em entrevista recente (via Comic Book Movie), o roteirista Matthew Robinson confirmou que o script do longa-metragem, desenvolvido em parceria com a diretora Patty Jenkins, está pronto e finalizado, embora o futuro do projeto permaneça incerto diante das recentes reestruturações do estúdio.
O filme, anunciado originalmente no final de 2020 com um vídeo promocional de Jenkins ao lado de uma X-Wing, prometia levar a saga para uma nova era, focando em uma geração inédita de pilotos de caça estelar. Segundo Robinson, o processo de escrita foi profundamente pessoal para a diretora, cujo pai foi piloto de caça na vida real. "Nós nos divertimos muito trabalhando juntos. Estávamos tentando contar uma história pessoal realmente incrível sobre pilotos do Esquadrão Rogue no universo de Star Wars", afirmou o roteirista, destacando que o resultado final o deixou muito orgulhoso.
No entanto, a instabilidade na Lucasfilm — marcada pela recente saída da ex-presidente Kathleen Kennedy — colocou diversos projetos em uma zona cinzenta. Com Dave Filoni assumindo um papel central na decisão criativa das produções, especula-se que todo o calendário de lançamentos esteja passando por uma revisão rigorosa. Rogue Squadron, por enquanto, permanece no limbo.
O histórico de Rogue Squadron inclui conflitos de agenda com Mulher-Maravilha 3 e Cleópatra (ambos não concretizados), além de relatos de cancelamento em 2023 seguidos de uma retomada silenciosa. O futuro da franquia segue cheio de incertezas.
Star Wars: Rogue Squadron segue sem previsão de lançamento ou confirmação oficial de produção pela Lucasfilm.
domingo, 8 de fevereiro de 2026
Zootopia 2 ultrapassa US$ 1,8 bilhão
A Disney tem um novo titã em suas mãos e os números de bilheteria continuam a desafiar as expectativas mais otimistas. A aguardada sequência Zootopia 2 cruzou oficialmente a impressionante marca de US$ 1,8 bilhão em arrecadação global, consolidando-se como um dos maiores sucessos financeiros da história do estúdio e da animação mundial.
O desempenho do filme é ainda mais assombroso quando analisamos o retorno sobre o investimento. Com um orçamento de produção estimado em "apenas" US$ 150 milhões — um valor considerado modesto para os padrões atuais de blockbusters —, a animação gerou um lucro astronômico, reafirmando a força das franquias clássicas da Walt Disney Animation Studios.
No entanto, o recorde mais significativo veio do mercado externo. Com uma arrecadação internacional (excluindo os Estados Unidos) de US$ 1,388 bilhão, Zootopia 2 tornou-se o 5º maior lançamento da história da MPA (Motion Picture Association) fora da América do Norte. Para se ter uma ideia da dimensão desse feito, o longa de Judy Hopps e Nick Wilde superou ninguém menos que Vingadores: Guerra Infinita, que arrecadou US$ 1,374 bilhão internacionalmente em 2018.
Este marco coloca a animação em um panteão de elite, provando que o público global estava sedento pelo retorno a Zootopia. A mistura de narrativa policial, carisma dos personagens e a excelência técnica visual da Disney transformaram a sequência em um fenômeno cultural que, mesmo semanas após a estreia, continua a atrair multidões e a dominar as salas de exibição ao redor do mundo.
Zootopia 2 continua em cartaz nos cinemas do Brasil.
O desempenho do filme é ainda mais assombroso quando analisamos o retorno sobre o investimento. Com um orçamento de produção estimado em "apenas" US$ 150 milhões — um valor considerado modesto para os padrões atuais de blockbusters —, a animação gerou um lucro astronômico, reafirmando a força das franquias clássicas da Walt Disney Animation Studios.
No entanto, o recorde mais significativo veio do mercado externo. Com uma arrecadação internacional (excluindo os Estados Unidos) de US$ 1,388 bilhão, Zootopia 2 tornou-se o 5º maior lançamento da história da MPA (Motion Picture Association) fora da América do Norte. Para se ter uma ideia da dimensão desse feito, o longa de Judy Hopps e Nick Wilde superou ninguém menos que Vingadores: Guerra Infinita, que arrecadou US$ 1,374 bilhão internacionalmente em 2018.
Este marco coloca a animação em um panteão de elite, provando que o público global estava sedento pelo retorno a Zootopia. A mistura de narrativa policial, carisma dos personagens e a excelência técnica visual da Disney transformaram a sequência em um fenômeno cultural que, mesmo semanas após a estreia, continua a atrair multidões e a dominar as salas de exibição ao redor do mundo.
Zootopia 2 continua em cartaz nos cinemas do Brasil.
A Empregada, já arrecadou 10 vezes o seu orçamento
A Lionsgate tem motivos de sobra para comemorar, pois acaba de garantir um dos maiores fenômenos de retorno sobre investimento (ROI) dos últimos anos. O suspense A Empregada (The Housemaid), estrelado pelas atrizes Sydney Sweeney e Amanda Seyfried, ultrapassou oficialmente a marca de US$ 350 milhões em bilheteria mundial, consolidando-se como um sucesso absoluto.
Os números atualizados são impressionantes: o longa alcançou um total global de US$ 354,7 milhões. Deste montante, US$ 123 milhões vieram do mercado doméstico (América do Norte), enquanto o mercado internacional contribuiu com robustos US$ 231 milhões. O desempenho mostra que a produção encontrou uma audiência global ávida pelo gênero de suspense psicológico.
O dado que realmente chama a atenção, no entanto, é a eficiência financeira do projeto. Com um orçamento de produção estimado em modestos US$ 35 milhões, A Empregada já arrecadou mais de 10 vezes o seu custo. Para colocar isso em perspectiva dentro da indústria cinematográfica: a "regra de ouro" para que um filme comece a dar lucro real (após descontar os custos de marketing e a parte dos cinemas) é arrecadar cerca de 2,5 vezes o seu orçamento.
Neste caso, o filme não apenas cruzou a linha da lucratividade rapidamente, como a destruiu, gerando uma margem de lucro comparável a grandes blockbusters, mas com uma fração do risco financeiro. O sucesso reafirma o poder de atração de Sweeney e Seyfried nas telonas e prova que produções de orçamento médio ainda têm um espaço vital — e lucrativo — no mercado atual.
A Empregada continua em cartaz nos cinemas do Brasil.
Os números atualizados são impressionantes: o longa alcançou um total global de US$ 354,7 milhões. Deste montante, US$ 123 milhões vieram do mercado doméstico (América do Norte), enquanto o mercado internacional contribuiu com robustos US$ 231 milhões. O desempenho mostra que a produção encontrou uma audiência global ávida pelo gênero de suspense psicológico.
O dado que realmente chama a atenção, no entanto, é a eficiência financeira do projeto. Com um orçamento de produção estimado em modestos US$ 35 milhões, A Empregada já arrecadou mais de 10 vezes o seu custo. Para colocar isso em perspectiva dentro da indústria cinematográfica: a "regra de ouro" para que um filme comece a dar lucro real (após descontar os custos de marketing e a parte dos cinemas) é arrecadar cerca de 2,5 vezes o seu orçamento.
Neste caso, o filme não apenas cruzou a linha da lucratividade rapidamente, como a destruiu, gerando uma margem de lucro comparável a grandes blockbusters, mas com uma fração do risco financeiro. O sucesso reafirma o poder de atração de Sweeney e Seyfried nas telonas e prova que produções de orçamento médio ainda têm um espaço vital — e lucrativo — no mercado atual.
A Empregada continua em cartaz nos cinemas do Brasil.
Bilheterias EUA: 06 a 08/02/26
Socorro! segue na liderança das bilheterias americanas, arrecadando mais Us$10,0 milhões totalizando Us$35,8 milhões domésticos.
As três posições seguintes estreando Solo Mio com Us$7,2 milhões, Stray Kids: The DominATE experience Us$5,5 milhões e Drácula: Uma História de Amor Eterno Us$4,5 milhões.
Fechando o top cinco da semana Zootopia 2, que caiu uma posição fechando com mais Us$4,0 milhões e totalizando domésticos Us$414,5 milhões.1.(1) Socorro! - $10,0 M
2.N Solo Mio - $7,2 M
3.N Stray Kids: The DominATE experience - $5,5 M
4.N Drácula: Uma História de Amor Eterno - $4,5 M
5.(4) Zootopia 2 - $4,0 M
6.(5) Avatar: Fogo e Cinzas - $3,5 M
7.N Os Estranhos: Capítulo 3 - $3,5 M
8.(6) Missão Refúgio - $2,4 M
9.(3) Melania - $2,3 M
10.(8) A empregada - $1,8 M
2.N Solo Mio - $7,2 M
3.N Stray Kids: The DominATE experience - $5,5 M
4.N Dracula - $4,5 M
5.(4) Zootopia 2 - $4,0 M
6.(5) Avatar: Fire and Ash - $3,5 M
7.N The Strangers: Chapter 3 - $3,5 M
8.(6) Shelter - $2,4 M
9.(3) Melania - $2,3 M
10.(8) The Housemaid - $1,8 M
sábado, 7 de fevereiro de 2026
Supercopa do Brasil - Feminina
O Palmeiras venceu o Corinthians por 5 a 4 nos pênaltis neste sábado (7), na Arena Barueri, e sagrou-se campeão da Supercopa do Brasil Feminina pela primeira vez em sua história. Após o empate em 1 a 1 no tempo normal, a decisão foi definida na marca da cal. A heroína da conquista foi a goleira palmeirense Tapia, que defendeu três cobranças.
Os gols do tempo normal saíram ainda na etapa inicial. Aos cinco minutos, Jaqueline Ribeiro abriu o placar com categoria para as Brabas, mas a resposta do Palmeiras veio aos 40, quando Bia Zaneratto, de volta ao clube palestrino, empatou a partida de cabeça.
Craques das duas equipes, Bia Zaneratto e Gabi Zanotti abriram a disputa por pênaltis. A palmeirense converteu diante de Nicole, enquanto Zanotti parou no brilho da goleira Tapia.
Mesmo após sair em desvantagem, o Corinthians teve a chance de conquistar o tetracampeonato. O Palmeiras desperdiçou duas cobranças consecutivas, com Gláucia e Brena, mas Jhonson também parou em Tapia na quinta e decisiva batida.
Com o placar novamente empatado, a decisão seguiu para as alternadas. Após a conversão de Tainá Maranhão, a experiente Tamires precisava marcar para manter o Corinthians vivo, mas Tapia apareceu mais uma vez, defendeu a cobrança da lateral e sacramentou o título inédito do Palmeiras.
Esta foi também a primeira participação do Palmeiras em uma final de Supercopa. A equipe garantiu vaga na decisão após conquistar a Copa do Brasil da última temporada. Assim, o time alviverde superou o rival e então campeão brasileiro, que recentemente ficou com o vice-campeonato mundial ao ser derrotado pelo Arsenal, em Londres, na prorrogação.
Pelo título, o Palmeiras receberá o prêmio recorde de R$ 1 milhão. Já o Corinthians, vice-campeão, receberá R$ 600 mil.
Os gols do tempo normal saíram ainda na etapa inicial. Aos cinco minutos, Jaqueline Ribeiro abriu o placar com categoria para as Brabas, mas a resposta do Palmeiras veio aos 40, quando Bia Zaneratto, de volta ao clube palestrino, empatou a partida de cabeça.
Craques das duas equipes, Bia Zaneratto e Gabi Zanotti abriram a disputa por pênaltis. A palmeirense converteu diante de Nicole, enquanto Zanotti parou no brilho da goleira Tapia.
Mesmo após sair em desvantagem, o Corinthians teve a chance de conquistar o tetracampeonato. O Palmeiras desperdiçou duas cobranças consecutivas, com Gláucia e Brena, mas Jhonson também parou em Tapia na quinta e decisiva batida.
Com o placar novamente empatado, a decisão seguiu para as alternadas. Após a conversão de Tainá Maranhão, a experiente Tamires precisava marcar para manter o Corinthians vivo, mas Tapia apareceu mais uma vez, defendeu a cobrança da lateral e sacramentou o título inédito do Palmeiras.
Esta foi também a primeira participação do Palmeiras em uma final de Supercopa. A equipe garantiu vaga na decisão após conquistar a Copa do Brasil da última temporada. Assim, o time alviverde superou o rival e então campeão brasileiro, que recentemente ficou com o vice-campeonato mundial ao ser derrotado pelo Arsenal, em Londres, na prorrogação.
Pelo título, o Palmeiras receberá o prêmio recorde de R$ 1 milhão. Já o Corinthians, vice-campeão, receberá R$ 600 mil.
Horóscopo da Lua da semana de 08 de Fevereiro a 14 de Fevereiro de 2026
A lua em Escorpião no início desta semana pode levá-lo a mergulhar e encontrar recursos dentro de você, apesar do cansaço. Você é então impulsionado pelo que motiva todo Escorpião, as forças ocultas. Mas isso não leva em consideração a passagem da lua pelo signo de Sagitário, que fará você erguer os olhos para o céu em busca de entusiasmo.
Avise seus amigos para um passeio, a fim de recuperar o sorriso! No entanto, todo Sagitário é humano e é preciso saber descansar. Nos 2 dias seguintes em Capricórnio, o clima muda da austeridade para a leveza. Energias que diferem um pouco da habitual atmosfera capricorniana. Você ficará surpreso com a vivacidade da situação no domingo, encerrando a semana com beleza.
A atmosfera da lua nesta semana
- Domingo, 08 de Fevereiro de 2026, Lua em Escorpião: Se você perdeu algo, libere sua tensão mental, deixe sua intuição falar: esqueça tudo, faça outra coisa, você vai encontrar. Da mesma forma, suas conquistas estão protegidas, seja no plano financeiro ou afetivo.
- Segunda-feira, 09 de Fevereiro de 2026, Lua em Escorpião: Você sente tudo mais intensamente. A alegria, a dor, o amor, a ausência. Como se suas emoções tivessem se multiplicado de repente. Isso não é um fardo, é uma força. Hoje, não tente amenizar. Viva plenamente, mesmo que isso doa. Há beleza no excesso… quando é verdadeiro.
- Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2026, Lua em Escorpião: Não faça do seu ambiente o descarregador das suas angústias existenciais, seus próximos também têm o direito de viver serenamente. Você ganhará tanto respeito quanto estima e serenidade ao ouvir uns aos outros, ao levar em conta os sentimentos deles e ao se adaptar…
- Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2026, Lua em Sagitário: A lua é expansiva, expressiva e libertária, você se sente com asas e irradia literalmente sedução. É um dia magnífico do qual você deve aproveitar, dando amplitude a todos os seus projetos, se possível em boa companhia, com um entusiasmo contagioso.
- Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2026, Lua em Sagitário: É um dia perfeito para viajar ou começar estudos avançados: a lua faz você ver mais longe e almejar mais alto! O clima entusiástico e amigável dá confiança a você, e você está apto a enfrentar um desafio tanto divertido quanto instrutivo ou lucrativo, tudo com bom humor!
- Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2026, Lua em Capricórnio: Você não tem nenhuma dificuldade em refletir sobre suas realizações e examinar seus projetos. Sua mente está afiada, você transborda boas ideias e se sente sereno em uma atmosfera séria e construtiva. É uma ótima oportunidade para mostrar do que você é capaz.
- Sábado, 14 de Fevereiro de 2026, Lua em Capricórnio: Os deslocamentos são favorecidos, assim como as trocas. É um bom dia para os cuidadores, professores e assistentes que verão seus talentos reconhecidos e talvez recompensados. Você tem a oportunidade de aprofundar seus objetivos, de encontrar melhores áreas de atuação.
O Cavaleiro dos Sete Reinos: Showrunner revela por que episódios são curtos
O showrunner de O Cavaleiro dos Sete Reinos, Ira Parker, comentou recentemente sobre a decisão criativa de adotar episódios com apenas 30 minutos de duração. Em entrevista concedida à GQ, o produtor explicou que a HBO ofereceu total flexibilidade em relação ao tempo de execução e à estrutura da temporada, o que permitiu uma abordagem diferente das séries anteriores baseadas na obra de George R.R. Martin.
Ira Parker revelou que, inicialmente, sua expectativa era seguir o padrão estabelecido pela franquia. "Quando me perguntaram pela primeira vez se eu queria fazer a série, presumi que seriam 10 episódios de uma hora cada, como todas as outras temporadas de Game of Thrones", afirmou o showrunner. No entanto, a escolha por seis episódios de meia hora foi estratégica para manter o dinamismo da narrativa. Segundo ele, esse formato permite que a produção seja mais compacta e entregue algo que funcione como um deleite visual e narrativo.
A intenção da equipe criativa é garantir que a série não se torne cansativa para o espectador. "Espero que não ultrapasse o tempo de permanência e torne tudo ainda mais agradável", pontuou Parker. Essa mudança de ritmo diferencia a obra de A Casa do Dragão e Game of Thrones, que focam em tramas políticas densas e episódios longos, enquanto a nova produção adapta contos mais lineares e focados na jornada de Dunk e Egg.
A série acompanha as aventuras de um cavaleiro andante e seu jovem escudeiro em uma Westeros que ainda vive sob o domínio da dinastia Targaryen. O foco em episódios mais curtos visa respeitar a escala reduzida dos livros originais de George R.R. Martin, conhecidos como os Contos de Dunk e Egg, proporcionando uma experiência mais leve dentro do universo de fantasia.
O Cavaleiro dos Sete Reinos está disponível no catálogo da HBO Max e possui exibição semanal no canal HBO.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 06/02
Bitcoin: R$ 369.728,33 Reais e US$ 70.627,60 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,2202
Dólar turismo: R$ 5,4232
Dólar ptax: R$ 5,2341
Euro comercial: R$ 6,170
Euro turismo: R$ 6.4789
Dólar fecha em baixa no Brasil sob influência do exterior
O dólar fechou a sexta-feira em baixa ante o real, acompanhando o recuo da moeda norte-americana ante boa parte das demais divisas no exterior, em uma sessão no geral positiva para ativos de risco ao redor do mundo.
O dólar à vista fechou o dia com queda de 0,66%, aos R$5,2195. Na semana, a divisa acumulou baixa de 0,54% e, no ano, recuo de 4,91%. Às 17h04, o dólar futuro para março -- atualmente o mais líquido no Brasil -- cedia 1,09% na B3, aos R$5,2415.
As preocupações em torno dos impactos da inteligência artificial sobre vários setores da economia seguiram permeando os negócios globais, mas os mercados de ações na Europa e nos Estados Unidos mostraram reação nesta sexta-feira, com os investidores voltando a buscar ativos de maior risco.
Neste cenário, o dólar recuava tanto em relação a divisas fortes como a libra e o euro, quanto na comparação com moedas de emergentes como o rand sul-africano, o peso mexicano, o peso chileno e o próprio real. Após marcar a cotação máxima da sessão de R$5,2551 (+0,02%) às 10h01, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,2053 (-0,93%) às 14h43, em um momento em que o Ibovespa também exibia ganhos firmes. Depois, retomou um pouco de força.
"Este fluxo, principalmente estrangeiro, que entrou nos últimos dias... que fez preço principalmente em bolsa, com altas recordes, parece que deu uma equalizada. A gente não tem novas perspectivas de grandes movimentos de entrada (de recursos no Brasil)", comentou no fim da tarde Otávio Oliveira, gerente de Tesouraria do Daycoval. "Então, parece que o dólar conseguiu um suporte um pouco mais forte nesta casa dos R$5,20. Agora ele vai ser negociado em R$5,20, R$5,21... mas não deve ter uma queda muito brusca, pelo menos até o final do dia de hoje", acrescentou, antes do fechamento.
No início do dia, a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda revisou de 2,2% para 2,3% a projeção para o Produto Interno Bruto de 2025 e de 2,4% para 2,3% o PIB de 2026. Já a inflação calculada para este ano foi de 3,5% para 3,6%.
Mais do que os números em si, o mercado esteve atento à entrevista coletiva com o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello -- cotado para assumir a Diretoria de Política Econômica do Banco Central, mas cujo nome foi mal-recebido pelo mercado.
Um dos receios é o de que Mello, um economista de perfil heterodoxo, possa favorecer uma guinada "dovish" (mais branda) na diretoria do BC, que este ano passará a ter todas as suas nove cadeiras ocupadas por indicações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na entrevista coletiva, Mello afirmou que ainda não foi formalmente convidado para ocupar uma diretoria do BC, mas disse estar à disposição. Ao mesmo tempo, evitou prever os próximos passos da política de juros da autarquia, apesar de dizer que vê espaço para corte na Selic, hoje em 15% ao ano.
O diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos -- cuja taxa de referência hoje está na faixa de 3,50% a 3,75% -- vem sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, conduzindo as cotações do dólar a patamares mais baixos nos últimos meses.
No início da tarde, após ter cancelado uma operação anterior que havia sido programada para o fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de março. Às 17h07, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,33%, a 97,639.
Ibovespa fecha em alta blindado por Itaú e B3; Bradesco recua após previsões frustrarem
O Ibovespa fechou em alta nesta sexta-feira, blindado pela performance robusta das ações do Itaú Unibanco e da B3, em pregão de forte queda dos papéis do Bradesco, após previsões do banco para o ano frustrarem expectativas de analistas.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,45%, a 182.949,78 pontos, após marcar 183.262,07 na máxima e 181.390,73 na mínima do dia. Na semana, o Ibovespa assegurou uma alta de 0,87%. O volume financeiro nesta sexta-feira somou R$30,1 bilhões.
Para o especialista em investimentos Christian Iarussi, sócio da The Hill Capital, o Ibovespa teve um dia volátil, contrabalançando a melhora em Wall Street e o fluxo estrangeiro com a queda do minério de ferro e os números do Bradesco. Iarussi vê o mercado brasileiro ainda apoiado no curto prazo pela entrada de capital externo, que deve continuar, ajudado por preços atrativos no Brasil e migração global para ativos de mercados emergentes, além da expectativa de queda da Selic.
Dow Jones atinge 50.000 pontos e Nvidia salta conforme gastos com IA entram em foco
O índice Dow Jones atingiu a marca histórica de 50.000 pontos nesta sexta-feira e o índice S&P 500 encerrou em alta acentuada, conforme a Nvidia e outros fabricantes de chips dispararam e a Amazon despencou após a gigante da nuvem prever um aumento acentuado nos gastos com infraestrutura de inteligência artificial (IA).
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 ganhou 1,94%, para 6.930,27 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançou 2,15%, para 23.026,20 pontos. O Dow Jones subiu 2,47%, para 50.118,53 pontos.
As bolsas da Europa fecharam em alta
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,59%, a 10.369,75 pontos, acumulando quase 2% de alta na semana.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,93%, a 24.719,80 pontos, e teve elevação de 1,69% na semana.
Em Paris, o CAC 40 avançou 0,43%, a 8.273,84 pontos, e 2,51% na semana.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,27%, a 8.890,30 pontos, e quase 3% na semana.
Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 1,11%, a 17.943.30 pontos, e cerca de 1% na semana.
O FTSE MIB teve alta de 0,13% em Milão, a 45.877,20 pontos, e 1,78% na semana.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,10% a 2.734,35 pontos.
As bolsas da Ásia tiveram um desempenho misto
Em Tóquio, o índice Nikkei fechou em alta de 0,8%, aos 54.253,68 pontos.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng perdeu 1,2%, aos 26.559,95 pontos.
Em Seul, o Kospi caiu 1,4%, a 5.089,14 pontos.
China, o índice chinês Xangai Composto fechou em baixa de 0,25%, aos 4.065,58 pontos,
e o menos abrangente Shenzhen Composto ficou estável, aos 2.649,57 pontos.
O Taiex, de Taiwan, recuou 0,1%, aos 31.782,92 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana caiu e o índice S&P/ASX despencou 2%, para 8.708,80 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,32% a 83.580,40 pontos.
Fontes: Reuters/Dow Jones Newswires.
Dólar comercial: R$ 5,2202
Dólar turismo: R$ 5,4232
Dólar ptax: R$ 5,2341
Euro comercial: R$ 6,170
Euro turismo: R$ 6.4789
Dólar fecha em baixa no Brasil sob influência do exterior
O dólar fechou a sexta-feira em baixa ante o real, acompanhando o recuo da moeda norte-americana ante boa parte das demais divisas no exterior, em uma sessão no geral positiva para ativos de risco ao redor do mundo.
O dólar à vista fechou o dia com queda de 0,66%, aos R$5,2195. Na semana, a divisa acumulou baixa de 0,54% e, no ano, recuo de 4,91%. Às 17h04, o dólar futuro para março -- atualmente o mais líquido no Brasil -- cedia 1,09% na B3, aos R$5,2415.
As preocupações em torno dos impactos da inteligência artificial sobre vários setores da economia seguiram permeando os negócios globais, mas os mercados de ações na Europa e nos Estados Unidos mostraram reação nesta sexta-feira, com os investidores voltando a buscar ativos de maior risco.
Neste cenário, o dólar recuava tanto em relação a divisas fortes como a libra e o euro, quanto na comparação com moedas de emergentes como o rand sul-africano, o peso mexicano, o peso chileno e o próprio real. Após marcar a cotação máxima da sessão de R$5,2551 (+0,02%) às 10h01, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,2053 (-0,93%) às 14h43, em um momento em que o Ibovespa também exibia ganhos firmes. Depois, retomou um pouco de força.
"Este fluxo, principalmente estrangeiro, que entrou nos últimos dias... que fez preço principalmente em bolsa, com altas recordes, parece que deu uma equalizada. A gente não tem novas perspectivas de grandes movimentos de entrada (de recursos no Brasil)", comentou no fim da tarde Otávio Oliveira, gerente de Tesouraria do Daycoval. "Então, parece que o dólar conseguiu um suporte um pouco mais forte nesta casa dos R$5,20. Agora ele vai ser negociado em R$5,20, R$5,21... mas não deve ter uma queda muito brusca, pelo menos até o final do dia de hoje", acrescentou, antes do fechamento.
No início do dia, a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda revisou de 2,2% para 2,3% a projeção para o Produto Interno Bruto de 2025 e de 2,4% para 2,3% o PIB de 2026. Já a inflação calculada para este ano foi de 3,5% para 3,6%.
Mais do que os números em si, o mercado esteve atento à entrevista coletiva com o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello -- cotado para assumir a Diretoria de Política Econômica do Banco Central, mas cujo nome foi mal-recebido pelo mercado.
Um dos receios é o de que Mello, um economista de perfil heterodoxo, possa favorecer uma guinada "dovish" (mais branda) na diretoria do BC, que este ano passará a ter todas as suas nove cadeiras ocupadas por indicações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na entrevista coletiva, Mello afirmou que ainda não foi formalmente convidado para ocupar uma diretoria do BC, mas disse estar à disposição. Ao mesmo tempo, evitou prever os próximos passos da política de juros da autarquia, apesar de dizer que vê espaço para corte na Selic, hoje em 15% ao ano.
O diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos -- cuja taxa de referência hoje está na faixa de 3,50% a 3,75% -- vem sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, conduzindo as cotações do dólar a patamares mais baixos nos últimos meses.
No início da tarde, após ter cancelado uma operação anterior que havia sido programada para o fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de março. Às 17h07, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,33%, a 97,639.
Ibovespa fecha em alta blindado por Itaú e B3; Bradesco recua após previsões frustrarem
O Ibovespa fechou em alta nesta sexta-feira, blindado pela performance robusta das ações do Itaú Unibanco e da B3, em pregão de forte queda dos papéis do Bradesco, após previsões do banco para o ano frustrarem expectativas de analistas.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,45%, a 182.949,78 pontos, após marcar 183.262,07 na máxima e 181.390,73 na mínima do dia. Na semana, o Ibovespa assegurou uma alta de 0,87%. O volume financeiro nesta sexta-feira somou R$30,1 bilhões.
Para o especialista em investimentos Christian Iarussi, sócio da The Hill Capital, o Ibovespa teve um dia volátil, contrabalançando a melhora em Wall Street e o fluxo estrangeiro com a queda do minério de ferro e os números do Bradesco. Iarussi vê o mercado brasileiro ainda apoiado no curto prazo pela entrada de capital externo, que deve continuar, ajudado por preços atrativos no Brasil e migração global para ativos de mercados emergentes, além da expectativa de queda da Selic.
Dow Jones atinge 50.000 pontos e Nvidia salta conforme gastos com IA entram em foco
O índice Dow Jones atingiu a marca histórica de 50.000 pontos nesta sexta-feira e o índice S&P 500 encerrou em alta acentuada, conforme a Nvidia e outros fabricantes de chips dispararam e a Amazon despencou após a gigante da nuvem prever um aumento acentuado nos gastos com infraestrutura de inteligência artificial (IA).
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 ganhou 1,94%, para 6.930,27 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançou 2,15%, para 23.026,20 pontos. O Dow Jones subiu 2,47%, para 50.118,53 pontos.
As bolsas da Europa fecharam em alta
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,59%, a 10.369,75 pontos, acumulando quase 2% de alta na semana.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,93%, a 24.719,80 pontos, e teve elevação de 1,69% na semana.
Em Paris, o CAC 40 avançou 0,43%, a 8.273,84 pontos, e 2,51% na semana.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,27%, a 8.890,30 pontos, e quase 3% na semana.
Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 1,11%, a 17.943.30 pontos, e cerca de 1% na semana.
O FTSE MIB teve alta de 0,13% em Milão, a 45.877,20 pontos, e 1,78% na semana.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,10% a 2.734,35 pontos.
As bolsas da Ásia tiveram um desempenho misto
Em Tóquio, o índice Nikkei fechou em alta de 0,8%, aos 54.253,68 pontos.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng perdeu 1,2%, aos 26.559,95 pontos.
Em Seul, o Kospi caiu 1,4%, a 5.089,14 pontos.
China, o índice chinês Xangai Composto fechou em baixa de 0,25%, aos 4.065,58 pontos,
e o menos abrangente Shenzhen Composto ficou estável, aos 2.649,57 pontos.
O Taiex, de Taiwan, recuou 0,1%, aos 31.782,92 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana caiu e o índice S&P/ASX despencou 2%, para 8.708,80 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,32% a 83.580,40 pontos.
Fontes: Reuters/Dow Jones Newswires.
Predador: Terras Selvagens já tem data de lançamento
Após sua boa passagem pelos cinemas, Predador: Terras Selvagens agora tem data oficial de lançamento no Disney+. E nossa previsão de que a inclusão no catálogo do streaming aconteceria na primeira quinzena de fevereiro foi certeira.
O filme, que chegou às telonas em novembro de 2025, passa a integrar o catálogo do Disney+ a partir do dia 12 de fevereiro, uma quinta-feira, para ajudar a ampliar o alcance de um dos capítulos mais bem-sucedidos da franquia nos últimos anos.
Predador: Terras Selvagens marca um ponto de virada importante na saga ao colocar, pela primeira vez, os próprios Yautja no centro da história. Diferente dos filmes anteriores, em que humanos lutavam para sobreviver à caçada, aqui o foco está na cultura, nos códigos e nos conflitos internos da espécie.
Ambientado no futuro, em um planeta hostil chamado Genna, o filme acompanha Dek, um jovem Predador considerado fraco por seu clã e expulso de sua própria família. Determinado a recuperar sua honra, ele embarca em uma jornada perigosa para enfrentar uma criatura lendária.
Durante essa busca, Dek cruza o caminho de Thia, uma androide danificada que acaba se tornando uma aliada improvável. A relação entre os dois é central para a evolução do protagonista, que deixa de ser apenas um guerreiro rejeitado e passa a agir como um estrategista cuidadoso.
O filme constrói essa transformação ao longo da trama, explorando o rígido código de honra dos Yautja, onde o valor de cada indivíduo é medido exclusivamente pelo sucesso na caça.
O elenco principal traz nomes que ajudam a sustentar a proposta ambiciosa do filme:
Elle Fanning interpreta dois papéis, a androide Thia e sua “irmã” antagonista, Tessa
Dimitrius Schuster-Koloamatangi vive Dek, o jovem Predador protagonista
Reuben de Jong aparece como Father, o pai de Dek
Alison Wright dá voz à inteligência artificial MU/TH/UR
Entre as curiosidades, o filme traz pistas e easter eggs em sua cena pós-créditos que provocam teorias sobre uma possível ligação com a série Alien: Earth, sugerindo caminhos interessantes para o futuro desse universo compartilhado.
Com a chegada ao Disney+, Predador: Terras Selvagens ganha uma nova vitrine e deve alcançar um público ainda maior, consolidando essa fase renovada da franquia fora das salas de cinema.
O filme, que chegou às telonas em novembro de 2025, passa a integrar o catálogo do Disney+ a partir do dia 12 de fevereiro, uma quinta-feira, para ajudar a ampliar o alcance de um dos capítulos mais bem-sucedidos da franquia nos últimos anos.
Predador: Terras Selvagens marca um ponto de virada importante na saga ao colocar, pela primeira vez, os próprios Yautja no centro da história. Diferente dos filmes anteriores, em que humanos lutavam para sobreviver à caçada, aqui o foco está na cultura, nos códigos e nos conflitos internos da espécie.
Ambientado no futuro, em um planeta hostil chamado Genna, o filme acompanha Dek, um jovem Predador considerado fraco por seu clã e expulso de sua própria família. Determinado a recuperar sua honra, ele embarca em uma jornada perigosa para enfrentar uma criatura lendária.
Durante essa busca, Dek cruza o caminho de Thia, uma androide danificada que acaba se tornando uma aliada improvável. A relação entre os dois é central para a evolução do protagonista, que deixa de ser apenas um guerreiro rejeitado e passa a agir como um estrategista cuidadoso.
O filme constrói essa transformação ao longo da trama, explorando o rígido código de honra dos Yautja, onde o valor de cada indivíduo é medido exclusivamente pelo sucesso na caça.
O elenco principal traz nomes que ajudam a sustentar a proposta ambiciosa do filme:
Elle Fanning interpreta dois papéis, a androide Thia e sua “irmã” antagonista, Tessa
Dimitrius Schuster-Koloamatangi vive Dek, o jovem Predador protagonista
Reuben de Jong aparece como Father, o pai de Dek
Alison Wright dá voz à inteligência artificial MU/TH/UR
Entre as curiosidades, o filme traz pistas e easter eggs em sua cena pós-créditos que provocam teorias sobre uma possível ligação com a série Alien: Earth, sugerindo caminhos interessantes para o futuro desse universo compartilhado.
Com a chegada ao Disney+, Predador: Terras Selvagens ganha uma nova vitrine e deve alcançar um público ainda maior, consolidando essa fase renovada da franquia fora das salas de cinema.
Status do WhatsApp terá 'melhores amigos' como no Instagram
O WhatsApp está testando um recurso que vai permitir compartilhar status apenas com um grupo de “melhores amigos”, parecido com o que já existe no Instagram. A novidade foi divulgada pelo portal WABetaInfo, que encontrou a funcionalidade na versão beta 2.26.5.13 para Android. Por enquanto, a ferramenta ainda está em desenvolvimento e não pode ser usada pelo público.
Com o recurso, será possível criar um grupo de contatos mais próximos. Ao postar um status, o usuário poderá escolher compartilhar apenas com esse círculo restrito. A lista pode ser atualizada a qualquer momento para adicionar ou remover pessoas, porém essas alterações só se aplicam a status novos, as postagens antigas vão continuar visíveis para quem já tinha acesso no momento da publicação.
Também será possível gerenciar o grupo tanto pelas configurações de privacidade do status quanto na tela de postagem. Nas opções de compartilhamento, junto das opções existentes (público, contatos ou contatos exceto…) haverá um botão para enviar a postagem para os “Melhores Amigos”. Quem estiver na lista verá um anel colorido diferente ao redor da foto de perfil do autor do status, indicando que faz parte desse grupo restrito.
Além de selecionar quais contatos farão parte dos “melhores amigos”, o WhatsApp deve oferecer mais opções de personalização. Em versões beta anteriores, o WABetaInfo identificou que o app estava testando a possibilidade de criar listas com nomes e emojis, o que ajudaria a diferenciar visualmente cada grupo.
Ainda não há previsão para o lançamento. A expectativa é que o WhatsApp realize testes com usuários beta, colete feedback e ajuste o funcionamento antes de liberar a ferramenta para todos em uma atualização futura.
Com o recurso, será possível criar um grupo de contatos mais próximos. Ao postar um status, o usuário poderá escolher compartilhar apenas com esse círculo restrito. A lista pode ser atualizada a qualquer momento para adicionar ou remover pessoas, porém essas alterações só se aplicam a status novos, as postagens antigas vão continuar visíveis para quem já tinha acesso no momento da publicação.
Também será possível gerenciar o grupo tanto pelas configurações de privacidade do status quanto na tela de postagem. Nas opções de compartilhamento, junto das opções existentes (público, contatos ou contatos exceto…) haverá um botão para enviar a postagem para os “Melhores Amigos”. Quem estiver na lista verá um anel colorido diferente ao redor da foto de perfil do autor do status, indicando que faz parte desse grupo restrito.
Além de selecionar quais contatos farão parte dos “melhores amigos”, o WhatsApp deve oferecer mais opções de personalização. Em versões beta anteriores, o WABetaInfo identificou que o app estava testando a possibilidade de criar listas com nomes e emojis, o que ajudaria a diferenciar visualmente cada grupo.
Ainda não há previsão para o lançamento. A expectativa é que o WhatsApp realize testes com usuários beta, colete feedback e ajuste o funcionamento antes de liberar a ferramenta para todos em uma atualização futura.
O Cavaleiro dos Sete Reinos | Episódio 5 | HBO Max
Assista a O Cavaleiro dos Sete Reinos aos domingos na HBO
Estrelando: Peter Claffey, Dexter Sol Ansell, Finn Bennett, Bertie Carvel, Tanzyn Crawford, Daniel Ings, Sam Spruell
Estrelando: Peter Claffey, Dexter Sol Ansell, Finn Bennett, Bertie Carvel, Tanzyn Crawford, Daniel Ings, Sam Spruell
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 06/02
As bolsas da Europa fecharam em alta nesta sexta-feira, 6, refletindo a recuperação observada em Nova York, em meio a uma semana marcada por divulgações de resultados de grandes empresas europeias e crescentes preocupações sobre os investimentos de empresas de tecnologia no setor de inteligência artificial (IA).
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,59%, a 10.369,75 pontos, acumulando quase 2% de alta na semana. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,93%, a 24.719,80 pontos, e teve elevação de 1,69% na semana. Em Paris, o CAC 40 avançou 0,43%, a 8.273,84 pontos, e 2,51% na semana. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,27%, a 8.890,30 pontos, e quase 3% na semana. Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 1,11%, a 17.943.30 pontos, e cerca de 1% na semana. O FTSE MIB teve alta de 0,13% em Milão, a 45.877,20 pontos, e 1,78% na semana. As cotações são preliminares.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,10% a 2.734,35 pontos.
Pela manhã, as bolsas europeias acompanhavam a queda contabilizada pelos índices futuros de Nova York, que ainda refletia a fuga recente dos investidores do setor em tecnologia após o balanço da Amazon e dos temores mais amplos sobre o impacto da IA na receita de empresas de software. Para o ING, a recente agitação no mundo da IA e de softwares levanta novas questões sobre a sustentabilidade do excepcionalismo dos EUA, que depende de investimentos relacionados ao setor e da valorização das ações.
Balanços de algumas das maiores empresas da Europa, incluindo a farmacêutica Novo Nordisk, também concentraram atenções. As ações da empresa subiram mais de 5% após indicações de que a agência sanitária dos EUA pode barrar a venda de cópias baratas do Wegovy pela Hims & Hers.
Os balanços da Shell (+0,29%) e grandes nomes do setor bancário também pesaram, com o Santander subindo 1,57%, HBSC em alta de 2,62% e o Barclays em alta de 2,83%.No setor de mineração, Rio Tinto (+0,3%) e Glencore (+1,63%) avançaram, refletindo o aumento nos preços dos metais e revertendo o movimento baixista recente, após a notícia do abandono das negociações para potencial fusão.
Na contramão, as ações da Stellantis despencaram 24,69% após balanço. Outras ações do setor automotivo francês também registraram quedas. Valeo e Forvia fecharam em queda de 0,47% e 0,67, respectivamente, enquanto a Renault recuou 2,94%.
A produção industrial da Alemanha registrou um inesperado declínio anual de 0,6%. O superávit comercial do país aumentou mais do que o previsto em dezembro, com exportações e importações crescendo acima das expectativas.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,59%, a 10.369,75 pontos, acumulando quase 2% de alta na semana. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,93%, a 24.719,80 pontos, e teve elevação de 1,69% na semana. Em Paris, o CAC 40 avançou 0,43%, a 8.273,84 pontos, e 2,51% na semana. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,27%, a 8.890,30 pontos, e quase 3% na semana. Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 1,11%, a 17.943.30 pontos, e cerca de 1% na semana. O FTSE MIB teve alta de 0,13% em Milão, a 45.877,20 pontos, e 1,78% na semana. As cotações são preliminares.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,10% a 2.734,35 pontos.
Pela manhã, as bolsas europeias acompanhavam a queda contabilizada pelos índices futuros de Nova York, que ainda refletia a fuga recente dos investidores do setor em tecnologia após o balanço da Amazon e dos temores mais amplos sobre o impacto da IA na receita de empresas de software. Para o ING, a recente agitação no mundo da IA e de softwares levanta novas questões sobre a sustentabilidade do excepcionalismo dos EUA, que depende de investimentos relacionados ao setor e da valorização das ações.
Balanços de algumas das maiores empresas da Europa, incluindo a farmacêutica Novo Nordisk, também concentraram atenções. As ações da empresa subiram mais de 5% após indicações de que a agência sanitária dos EUA pode barrar a venda de cópias baratas do Wegovy pela Hims & Hers.
Os balanços da Shell (+0,29%) e grandes nomes do setor bancário também pesaram, com o Santander subindo 1,57%, HBSC em alta de 2,62% e o Barclays em alta de 2,83%.No setor de mineração, Rio Tinto (+0,3%) e Glencore (+1,63%) avançaram, refletindo o aumento nos preços dos metais e revertendo o movimento baixista recente, após a notícia do abandono das negociações para potencial fusão.
Na contramão, as ações da Stellantis despencaram 24,69% após balanço. Outras ações do setor automotivo francês também registraram quedas. Valeo e Forvia fecharam em queda de 0,47% e 0,67, respectivamente, enquanto a Renault recuou 2,94%.
A produção industrial da Alemanha registrou um inesperado declínio anual de 0,6%. O superávit comercial do país aumentou mais do que o previsto em dezembro, com exportações e importações crescendo acima das expectativas.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia: 06/02
As bolsas da Ásia tiveram um desempenho misto nesta sexta-feira. O mercado de Tóquio subiu antes das eleições gerais no Japão que devem solidificar o poder da primeira-ministra Sanae Takaichi.
Na direção oposta, Seul e Hong Kong computaram perdas acentuadas diante das vendas de ações de tecnologia com previsão de despesas de capitais de gigantes como Amazon e Alphabet para fazer frente à corrida por infraestrutura para inteligência artificial.
Em Tóquio, o índice Nikkei fechou em alta de 0,8%, aos 54.253,68 pontos. O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou apoio à premiê do Japão e sua coalizão antes das eleições legislativas de domingo.As ações da Ajinomoto saltaram 13% após a empresa de alimentos e condimentos reportar um aumento de 16% no lucro operacional do terceiro trimestre fiscal ante o mesmo período do ano anterior.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng perdeu 1,2%, aos 26.559,95 pontos. A Knowledge Atlas Techno, desenvolvedora de sistemas de grande porte para uso geral, caiu 6%.Operações de momentum, que tiveram um desempenho muito bom nos últimos trimestres, estão sendo desfeitas, disse Eugene Leow, do DBS Group Research. "Isso inclui posições compradas em tecnologia, posições compradas em metais preciosos e posições vendidas em dólar", afirmou o estrategista sênior de taxas de juros.
Em Seul, o Kospi caiu 1,4%, a 5.089,14 pontos. A Samsung Electronics e a SK Hynix perderam ambas 0,4%. A CJ Cheiljedang recuou 1% após a companhia de alimentos anunciar corte nos preços de farinha e açúcar, citando que a estratégia visa aliviar as pressões inflacionárias.
Referenciais do mercado continental da China, o índice chinês Xangai Composto fechou em baixa de 0,25%, aos 4.065,58 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto ficou estável, aos 2.649,57 pontos.
O Taiex, de Taiwan, recuou 0,1%, aos 31.782,92 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana caiu e o índice S&P/ASX despencou 2%, para 8.708,80 pontos. A REA Group, empresa de publicidade digital especializada em imóveis, perdeu 7,8%, após resultados. A BHP cedeu 3%.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,32% a 83.580,40 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Na direção oposta, Seul e Hong Kong computaram perdas acentuadas diante das vendas de ações de tecnologia com previsão de despesas de capitais de gigantes como Amazon e Alphabet para fazer frente à corrida por infraestrutura para inteligência artificial.
Em Tóquio, o índice Nikkei fechou em alta de 0,8%, aos 54.253,68 pontos. O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou apoio à premiê do Japão e sua coalizão antes das eleições legislativas de domingo.As ações da Ajinomoto saltaram 13% após a empresa de alimentos e condimentos reportar um aumento de 16% no lucro operacional do terceiro trimestre fiscal ante o mesmo período do ano anterior.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng perdeu 1,2%, aos 26.559,95 pontos. A Knowledge Atlas Techno, desenvolvedora de sistemas de grande porte para uso geral, caiu 6%.Operações de momentum, que tiveram um desempenho muito bom nos últimos trimestres, estão sendo desfeitas, disse Eugene Leow, do DBS Group Research. "Isso inclui posições compradas em tecnologia, posições compradas em metais preciosos e posições vendidas em dólar", afirmou o estrategista sênior de taxas de juros.
Em Seul, o Kospi caiu 1,4%, a 5.089,14 pontos. A Samsung Electronics e a SK Hynix perderam ambas 0,4%. A CJ Cheiljedang recuou 1% após a companhia de alimentos anunciar corte nos preços de farinha e açúcar, citando que a estratégia visa aliviar as pressões inflacionárias.
Referenciais do mercado continental da China, o índice chinês Xangai Composto fechou em baixa de 0,25%, aos 4.065,58 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto ficou estável, aos 2.649,57 pontos.
O Taiex, de Taiwan, recuou 0,1%, aos 31.782,92 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana caiu e o índice S&P/ASX despencou 2%, para 8.708,80 pontos. A REA Group, empresa de publicidade digital especializada em imóveis, perdeu 7,8%, após resultados. A BHP cedeu 3%.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,32% a 83.580,40 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 05/02
Bitcoin: R$ 335.547,33 Reais e US$ 63.428,12 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,2538
Dólar turismo: R$ 5,4567
Dólar ptax: R$ 5,2580
Euro comercial: R$ 6,195
Euro turismo: R$ 6.5049
Dólar fecha estável no Brasil apesar de avanço das cotações no exterior
Em uma sessão de agenda relativamente esvaziada no Brasil, o dólar oscilou em margens estreitas e fechou a quinta-feira quase estável ante o real, apesar do avanço da moeda norte-americana ante boa parte das divisas de emergentes no exterior.
O dólar à vista fechou o dia com leve alta de 0,07%, aos R$5,2540. No ano, a moeda acumula agora queda de 4,28%. Às 17h03, o dólar futuro para março -- atualmente o mais líquido no Brasil -- subia 0,27% na B3, aos R$5,2800.
No exterior, o dólar registrou ganhos firmes ante a libra após o Banco da Inglaterra manter sua taxa de juros de referência em 3,75%, em votação apertada. A moeda norte-americana também oscilou em alta ante o euro, depois de o Banco Central Europeu (BCE) manter sua taxa de depósito em 2%, como esperado. Às 17h08, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas, incluindo a libra e o euro -- subia 0,16%, a 97,842.
No grupo de divisas pares do real, o dólar sustentou ganhos ante o peso chileno, o peso mexicano e o peso colombiano, entre outros, em uma sessão de maior busca por ativos de segurança nos mercados globais. Ainda assim, a moeda norte-americana não conseguiu se firmar em alta no Brasil. Após marcar a cotação máxima intradia de R$5,2746 (+0,47%) às 9h46, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,2349 (-0,29%) às 11h50 -- em um momento em que o Ibovespa registrava ganhos firmes. Durante a tarde, a divisa dos EUA se reaproximou da estabilidade.
Investidores também acompanharam, no início da tarde, entrevista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao portal UOL.
Nela, Lula afirmou que sua viagem a Washington para se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve ocorrer na primeira semana de março.
Sobre o escândalo envolvendo a liquidação do Banco Master, o presidente afirmou que esta é uma "chance real de pegar" os magnatas da corrupção ligada à lavagem de dinheiro no país. Lula também reclamou que a taxa de juros está elevada no Brasil, mas acrescentou que a economia não parou de crescer apesar disso. "Bons resultados da economia vão virar votos, só deixar a campanha começar", disse Lula, em referência à corrida eleitoral deste ano.
No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de março. À tarde, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços informou que a balança comercial brasileira teve superávit de US$4,343 bilhões em janeiro, uma alta de 85,8% sobre o dado do mesmo mês de 2025.
Ibovespa fecha em alta com Itaú, mas Vale reduz ganho
O Ibovespa fechou com uma alta modesta nesta quinta-feira, assegurada pelas ações do Itaú Unibanco após resultado robusto, enquanto Vale pressionou na ponta negativa, em sessão de correção depois de forte valorização recente.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 0,18%, a 182.035,83 pontos, de acordo com dados preliminares. Na máxima do dia, chegou a 184.017,44 pontos. Na mínima, marcou 181.568,98 pontos. O volume financeiro somava R$30,2 bilhões antes dos ajustes finais.
Wall Street encerra em forte queda devido a preocupações com IA
Wall Street encerrou em forte queda nesta quinta-feira, com o índice de tecnologia Nasdaq sendo pressionado para seu nível mais baixo desde novembro pelas perdas da Microsoft , Amazon e outras gigantes da tecnologia, depois que a Alphabet anunciou que pode dobrar os gastos de capital em inteligência artificial na corrida para dominar a tecnologia emergente.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 1,20%, para 6.799,99 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 1,57%, para 22.544,25 pontos. O Dow Jones caiu 1,19%, para 48.897,51 pontos.
As bolsas da Europa fecharam em queda
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,90%, a 10.309,22 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,63%, a 24.448,58 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,29%, a 8.238,17 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,75%, a 45.819,57 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,90%, a 17.758,30 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 1,16%, a 8.779,01 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,55% a 2.733,28 pontos.
As bolsas da Ásia fecharam majoritariamente em queda
Em Tóquio, o índice japonês Nikkei fechou em baixa de 0,9%, aos 53.818,04 pontos.
Em Seul, o Kospi caiu 3,9%, a 5.163,57 pontos.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng terminou, com variação de 0,1%, aos 26.885,24 pontos.
China, o índice chinês Xangai Composto fechou em baixa de 0,6%, aos 4.075,92 pontos,
e o menos abrangente Shenzhen Composto perdeu 1,3%, a 2.650,65 pontos.
O Taiex, de Taiwan, registrou desvalorização de 1,5%, aos 31.801,27 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana marcou perdas e o índice S&P/ASX recuou 0,43%, para 8.889,20 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,60% a 83.313,93 pontos.
Fontes: Reuters/Dow Jones Newswires.
Dólar comercial: R$ 5,2538
Dólar turismo: R$ 5,4567
Dólar ptax: R$ 5,2580
Euro comercial: R$ 6,195
Euro turismo: R$ 6.5049
Dólar fecha estável no Brasil apesar de avanço das cotações no exterior
Em uma sessão de agenda relativamente esvaziada no Brasil, o dólar oscilou em margens estreitas e fechou a quinta-feira quase estável ante o real, apesar do avanço da moeda norte-americana ante boa parte das divisas de emergentes no exterior.
O dólar à vista fechou o dia com leve alta de 0,07%, aos R$5,2540. No ano, a moeda acumula agora queda de 4,28%. Às 17h03, o dólar futuro para março -- atualmente o mais líquido no Brasil -- subia 0,27% na B3, aos R$5,2800.
No exterior, o dólar registrou ganhos firmes ante a libra após o Banco da Inglaterra manter sua taxa de juros de referência em 3,75%, em votação apertada. A moeda norte-americana também oscilou em alta ante o euro, depois de o Banco Central Europeu (BCE) manter sua taxa de depósito em 2%, como esperado. Às 17h08, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas, incluindo a libra e o euro -- subia 0,16%, a 97,842.
No grupo de divisas pares do real, o dólar sustentou ganhos ante o peso chileno, o peso mexicano e o peso colombiano, entre outros, em uma sessão de maior busca por ativos de segurança nos mercados globais. Ainda assim, a moeda norte-americana não conseguiu se firmar em alta no Brasil. Após marcar a cotação máxima intradia de R$5,2746 (+0,47%) às 9h46, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,2349 (-0,29%) às 11h50 -- em um momento em que o Ibovespa registrava ganhos firmes. Durante a tarde, a divisa dos EUA se reaproximou da estabilidade.
Investidores também acompanharam, no início da tarde, entrevista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao portal UOL.
Nela, Lula afirmou que sua viagem a Washington para se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve ocorrer na primeira semana de março.
Sobre o escândalo envolvendo a liquidação do Banco Master, o presidente afirmou que esta é uma "chance real de pegar" os magnatas da corrupção ligada à lavagem de dinheiro no país. Lula também reclamou que a taxa de juros está elevada no Brasil, mas acrescentou que a economia não parou de crescer apesar disso. "Bons resultados da economia vão virar votos, só deixar a campanha começar", disse Lula, em referência à corrida eleitoral deste ano.
No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de março. À tarde, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços informou que a balança comercial brasileira teve superávit de US$4,343 bilhões em janeiro, uma alta de 85,8% sobre o dado do mesmo mês de 2025.
Ibovespa fecha em alta com Itaú, mas Vale reduz ganho
O Ibovespa fechou com uma alta modesta nesta quinta-feira, assegurada pelas ações do Itaú Unibanco após resultado robusto, enquanto Vale pressionou na ponta negativa, em sessão de correção depois de forte valorização recente.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 0,18%, a 182.035,83 pontos, de acordo com dados preliminares. Na máxima do dia, chegou a 184.017,44 pontos. Na mínima, marcou 181.568,98 pontos. O volume financeiro somava R$30,2 bilhões antes dos ajustes finais.
Wall Street encerra em forte queda devido a preocupações com IA
Wall Street encerrou em forte queda nesta quinta-feira, com o índice de tecnologia Nasdaq sendo pressionado para seu nível mais baixo desde novembro pelas perdas da Microsoft , Amazon e outras gigantes da tecnologia, depois que a Alphabet anunciou que pode dobrar os gastos de capital em inteligência artificial na corrida para dominar a tecnologia emergente.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 1,20%, para 6.799,99 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 1,57%, para 22.544,25 pontos. O Dow Jones caiu 1,19%, para 48.897,51 pontos.
As bolsas da Europa fecharam em queda
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,90%, a 10.309,22 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,63%, a 24.448,58 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,29%, a 8.238,17 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,75%, a 45.819,57 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,90%, a 17.758,30 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 1,16%, a 8.779,01 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,55% a 2.733,28 pontos.
As bolsas da Ásia fecharam majoritariamente em queda
Em Tóquio, o índice japonês Nikkei fechou em baixa de 0,9%, aos 53.818,04 pontos.
Em Seul, o Kospi caiu 3,9%, a 5.163,57 pontos.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng terminou, com variação de 0,1%, aos 26.885,24 pontos.
China, o índice chinês Xangai Composto fechou em baixa de 0,6%, aos 4.075,92 pontos,
e o menos abrangente Shenzhen Composto perdeu 1,3%, a 2.650,65 pontos.
O Taiex, de Taiwan, registrou desvalorização de 1,5%, aos 31.801,27 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana marcou perdas e o índice S&P/ASX recuou 0,43%, para 8.889,20 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,60% a 83.313,93 pontos.
Fontes: Reuters/Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 05/02
As bolsas da Europa fecharam em queda nesta quinta-feira, 5, pressionadas pela cautela em torno balanços corporativos de bancos e sinais mistos da economia. Investidores reagiram ainda à manutenção dos juros pelo Banco Central Europeu (BCE) e pelo Banco da Inglaterra (BoE, em inglês). Ainda, a liquidação de commodities pesou sobre papéis do setor.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,90%, a 10.309,22 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,63%, a 24.448,58 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,29%, a 8.238,17 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,75%, a 45.819,57 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,90%, a 17.758,30 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 1,16%, a 8.779,01 pontos. As cotações são preliminares.
Em Madri, o Santander recuou 2%, ampliando perdas após anunciar a compra do Webster Financial, colocando em segundo plano resultados acima do esperado. O BBVA também cedia 7,9%, depois de frustrar expectativa de lucro no quarto trimestre. Outros grandes bancos europeus também recuavam, com o subíndice do Stoxx 600 em queda de 3,3%. Na contramão, o BNP Paribas avançou 1,5% em Paris, após elevar metas de médio prazo.
No setor de saúde, a Novo Nordisk cedeu 7,8% em Copenhague, com receios de maior concorrência nos EUA, após a Hims & Hers anunciar a oferta de uma versão manipulada do comprimido do Wegovy a preço inferior.
Em Londres, a Shell caiu 3,5% depois de divulgar lucro trimestral abaixo do consenso, em meio à queda dos preços do petróleo. Entre mineradoras, Fresnillo, Antofagasta e Anglo American recuaram cerca de 5,9%, 3% e 3%, respectivamente, também em linha com metais básicos e preciosos.
Entre as ações de defesa, a Rheinmetall cedeu cerca de 6,6% em Frankfurt, após sinalizar projeções preliminares mais fracas para 2026, em um contexto de menor prêmio geopolítico.
No fronte macro, o BCE manteve suas taxas pela quinta vez consecutiva, decisão amplamente esperada. Na visão do Citi, não há razões imediatas para mudanças na política monetária. No Reino Unido, o presidente do BoE, Andrew Bailey, afirmou que o processo de desinflação está "no caminho certo" e mais avançado do que o previsto, elevando a confiança em alcançar a meta de 2% até meados de 2027.
Dados mostraram ainda que as encomendas à indústria alemã superaram as expectativas, enquanto as vendas no varejo da zona do euro recuaram mais do que o esperado.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,55% a 2.733,28 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,90%, a 10.309,22 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,63%, a 24.448,58 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,29%, a 8.238,17 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,75%, a 45.819,57 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,90%, a 17.758,30 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 1,16%, a 8.779,01 pontos. As cotações são preliminares.
Em Madri, o Santander recuou 2%, ampliando perdas após anunciar a compra do Webster Financial, colocando em segundo plano resultados acima do esperado. O BBVA também cedia 7,9%, depois de frustrar expectativa de lucro no quarto trimestre. Outros grandes bancos europeus também recuavam, com o subíndice do Stoxx 600 em queda de 3,3%. Na contramão, o BNP Paribas avançou 1,5% em Paris, após elevar metas de médio prazo.
No setor de saúde, a Novo Nordisk cedeu 7,8% em Copenhague, com receios de maior concorrência nos EUA, após a Hims & Hers anunciar a oferta de uma versão manipulada do comprimido do Wegovy a preço inferior.
Em Londres, a Shell caiu 3,5% depois de divulgar lucro trimestral abaixo do consenso, em meio à queda dos preços do petróleo. Entre mineradoras, Fresnillo, Antofagasta e Anglo American recuaram cerca de 5,9%, 3% e 3%, respectivamente, também em linha com metais básicos e preciosos.
Entre as ações de defesa, a Rheinmetall cedeu cerca de 6,6% em Frankfurt, após sinalizar projeções preliminares mais fracas para 2026, em um contexto de menor prêmio geopolítico.
No fronte macro, o BCE manteve suas taxas pela quinta vez consecutiva, decisão amplamente esperada. Na visão do Citi, não há razões imediatas para mudanças na política monetária. No Reino Unido, o presidente do BoE, Andrew Bailey, afirmou que o processo de desinflação está "no caminho certo" e mais avançado do que o previsto, elevando a confiança em alcançar a meta de 2% até meados de 2027.
Dados mostraram ainda que as encomendas à indústria alemã superaram as expectativas, enquanto as vendas no varejo da zona do euro recuaram mais do que o esperado.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,55% a 2.733,28 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia: 05/02
As bolsas da Ásia fecharam majoritariamente em queda, com o índice sul-coreano Kospi registrando perdas acentuadas. Ativos de tecnologia foram pressionados sob influência da queda do índice Nasdaq em Wall Street na véspera. Em meio à aproximação das eleições gerais no domingo no Japão, a Bolsa de Tóquio cedeu.
Em Tóquio, o índice japonês Nikkei fechou em baixa de 0,9%, aos 53.818,04 pontos, pressionado por ações de tecnologia. Os papéis do Softbank cederam 7% e os da NEC recuaram 6,9%. Na direção oposta, as ações da Ajinomoto subiram 1,4% e as da Nissin ganharam 1,5%. A Fast Retailing computou alta de 2,6%.
Uma pesquisa mostrou que 63% dos candidatos do Partido Liberal Democrático nas eleições para a Câmara Baixa apoiam um corte no imposto sobre o consumo, um aumento em relação aos 26% registrados na disputa para a Câmara Alta no verão passado, segundo o Asahi Shimbun
Em Seul, o Kospi caiu 3,9%, a 5.163,57 pontos. A Samsung e a SK Hynix caíram 5,8% e 6,4%, respectivamente.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng terminou perto da estabilidade, com variação de 0,1%, aos 26.885,24 pontos. As ações da Yum China, listadas em Hong Kong, subiram 11,4% e tocaram o maior nível em mais de dois anos após a divulgação de resultados do quarto trimestre melhores do que o esperado.
A empresa, que opera as redes de fast-food KFC, Pizza Hut e Taco Bell na China, informou que sua receita no quarto trimestre aumentou 9,0% em comparação com o mesmo período do ano anterior, para US$ 2,8 bilhões.
Referenciais do mercado continental da China, o índice chinês Xangai Composto fechou em baixa de 0,6%, aos 4.075,92 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto perdeu 1,3%, a 2.650,65 pontos. A China Coal Energy subiu 1,7% e a Shaanxi Coal Industry caiu 2,9% após ganhos na sessão anterior.
O Taiex, de Taiwan, registrou desvalorização de 1,5%, aos 31.801,27 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana marcou perdas e o índice S&P/ASX recuou 0,43%, para 8.889,20 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,60% a 83.313,93 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Em Tóquio, o índice japonês Nikkei fechou em baixa de 0,9%, aos 53.818,04 pontos, pressionado por ações de tecnologia. Os papéis do Softbank cederam 7% e os da NEC recuaram 6,9%. Na direção oposta, as ações da Ajinomoto subiram 1,4% e as da Nissin ganharam 1,5%. A Fast Retailing computou alta de 2,6%.
Uma pesquisa mostrou que 63% dos candidatos do Partido Liberal Democrático nas eleições para a Câmara Baixa apoiam um corte no imposto sobre o consumo, um aumento em relação aos 26% registrados na disputa para a Câmara Alta no verão passado, segundo o Asahi Shimbun
Em Seul, o Kospi caiu 3,9%, a 5.163,57 pontos. A Samsung e a SK Hynix caíram 5,8% e 6,4%, respectivamente.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng terminou perto da estabilidade, com variação de 0,1%, aos 26.885,24 pontos. As ações da Yum China, listadas em Hong Kong, subiram 11,4% e tocaram o maior nível em mais de dois anos após a divulgação de resultados do quarto trimestre melhores do que o esperado.
A empresa, que opera as redes de fast-food KFC, Pizza Hut e Taco Bell na China, informou que sua receita no quarto trimestre aumentou 9,0% em comparação com o mesmo período do ano anterior, para US$ 2,8 bilhões.
Referenciais do mercado continental da China, o índice chinês Xangai Composto fechou em baixa de 0,6%, aos 4.075,92 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto perdeu 1,3%, a 2.650,65 pontos. A China Coal Energy subiu 1,7% e a Shaanxi Coal Industry caiu 2,9% após ganhos na sessão anterior.
O Taiex, de Taiwan, registrou desvalorização de 1,5%, aos 31.801,27 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana marcou perdas e o índice S&P/ASX recuou 0,43%, para 8.889,20 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,60% a 83.313,93 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Assinar:
Comentários (Atom)

















































