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sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Coca-Cola lança no Brasil versão zero cafeína e zero açúcar

Coca-Cola Company anuncia a chegada da Coca-Cola zero cafeína zero açúcar no Brasil neste mês.

O novo produto zero cafeína, zero áçucar e zero calorias chega ampliando o portfólio da companhia no País, oferecendo maior liberdade de escolha aos consumidores, como uma opção para desfrutar a qualquer hora do dia, inclusive à noite.

A Coca-Cola zero cafeína e zero açúcar conta com nova identidade visual e uma nova embalagem em preto e dourado. O novo design pretende traduzir a sofisticação das ocasiões noturnas, ajudando a destacar o produto no ponto de venda.

O pré-lançamento oficial da nova bebida acontecerá no festival de gastronomia Rio Gastronomia, realizado de 17 de setembro a 4 de outubro, no Jockey Club Brasileiro, Rio de Janeiro. No local, o público poderá experimentar a novidade por meio de ações de sampling no espaço da marca.

Ainda em setembro, a Coca-Cola zero cafeína zero açúcar também chega aos pontos de venda de todo o País, inicialmente em embalagens individuais, com latas de até 350 ml. Para divulgar o lançamento, a Coca lançará em outubro uma campanha assinada pelo WPP, além de um estratégia de comunicação que contará com diferentes frentes, como mídia OOH e ativações com creators, entre outras iniciativas.

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 11/09/26

Bitcoin: R$ 397.399,00 Reais e US$ 77.310,13 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,125
Dólar turismo: R$ 5,326
Euro comercial: R$ 5,943
Libra: R$ 6,933

Dólar sobe com mercado em busca de proteção antes de novas revelações do caso Master

O dólar ganhou ‌força ante o real durante a tarde e fechou a sexta-feira em alta, após o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, dar 24 horas para que o ministro André Mendonça retire o sigilo de todos os documentos das investigações do caso Master. 

O receio de que isso traga a público mais ⁠informações sobre o escândalo envolvendo o filme Dark Horse, atingindo o senador Flávio ‌Bolsonaro (PL-RJ), deu força ao dólar, com investidores fazendo "compras de proteção" antes do fim de semana.

O dólar à vista encerrou a sessão com alta de 0,47%, ‌a R$5,1252. Na semana, a divisa acumulou baixa ‌de 0,09% e, no ano, queda de 6,63%. Às 17h04, o dólar ⁠futuro para outubro -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- subia 0,36% na B3, aos R$5,1460.

Fachin acatou pedido da Procuradoria-Geral da República e determinou que Mendonça retire o sigilo de todos os documentos dos inquéritos do caso Master, deixando de fora apenas informações de diligências ainda em curso que, se tornadas públicas, ‌podem prejudicar as investigações. No mercado, a percepção era de que o fim do ‌sigilo pode atingir a popularidade ⁠de Flávio, hoje ⁠o principal oponente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa eleitoral pelo Planalto.

Anteriormente, ⁠um áudio em que Flávio pede ‌dinheiro a Daniel Vorcaro, ex-dono ‌do banco Master, para supostamente financiar o filme Dark Horse já havia causado estragos na candidatura do senador. O filme conta a história do pai de Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente em prisão domiciliar por ⁠tentativa de golpe de Estado. Na noite desta sexta-feira, também será divulgada a nova pesquisa Datafolha sobre a corrida presidencial.

"Tem pesquisa para sair, tem o fim de semana, e ninguém sabe o que vem por aí. Então os agentes do mercado se protegem um pouco", ‌comentou o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik, ao justificar a busca por dólar antes do fim de semana. Outros dois profissionais confirmaram ⁠que a possibilidade de Flávio ser impactado pela quebra de sigilo, além da expectativa antes da nova pesquisa eleitoral, trouxe cautela para os negócios. 

 Após atingir a cotação mínima intradiária de R$5,0718 (-0,58%) às 10h02, o dólar marcou a máxima de R$5,1342 (+0,64%) às 15h36. Além da alta da moeda norte-americana, as taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) zeraram as perdas vistas mais cedo, enquanto o Ibovespa renovou a mínima do dia.

No exterior, o dia foi marcado pela divulgação dos números de inflação nos EUA e pelo recuo do petróleo Brent, ainda que o preço do barril seguisse próximo dos US$105. Às 17h10, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,03%, a 99,114.

Ibovespa recua na sessão com inflação nos EUA e caso Master no radar

O Ibovespa fechou em queda nesta sexta-feira, enfraquecido por dados de inflação nos Estados Unidos ‌e notícias sobre as investigações envolvendo o Banco Master e o senador Flávio Bolsonaro.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,56%, a 187.206,89 pontos, após marcar 188.586,47 na máxima e 186.207,69 na mínima do dia. O volume financeiro no pregão somava R$25,06 bilhões

Na semana, encurtada pelo feriado na segunda-feira, o Ibovespa acumulou uma alta de 1,11%, apoiado em fluxo de estrangeiros e pesquisas que mostraram uma disputa acirrada para a eleição presidencial em outubro. Dados mostrando aceleração da inflação nos Estados Unidos ampliaram as apostas de um aumento de juros na maior economia do mundo neste mês, o que referendou ajustes na B3 nesta sexta-feira.

Wall Street fechou em alta nesta sexta-feira

O S&P 500 subiu 0,86%, ⁠encerrando o pregão em ⁠7.656,98 pontos. 
O Nasdaq avançou 0,96%, para 26.333,04 pontos, 
Dow Jones Industrial teve alta de 0,98%, ⁠para 52.573,29 pontos.

Na semana, o S&P 500 recuou 0,8% e o Nasdaq perdeu 0,7%.

As bolsas europeias fecharam em alta nesta sexta-feira

Em Londres, o FTSE 100 avançou 0,39%, aos 10.650,44 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,77%, aos 25.557,16 pontos. 
O CAC 40, de Paris, ganhou 0,78%, aos 8.179,77 pontos.

Em Milão, o FTSE MIB teve alta de 1,36%, aos 52.512,03 pontos. 
Em Madri, o Ibex 35 avançou 0,84%, aos 19.825,70 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,73%, aos 9.524,73 pontos. 

As bolsas da Ásia encerraram em queda nesta sexta-feira 

Na Coreia do Sul, o índice Kospi fechou em baixa de 1,8%, aos 6.909,91 pontos.
No Japão, o Nikkei caiu 1,9% em Tóquio, a 64.011,34 pontos.

Na China continental, o Xangai Composto teve baixa de 1,2%, a 3.888,11 pontos,
Shenzhen composto cedeu 1,45%, a 2.465,84 pontos. 
Em Taiwan, o Taiex computou baixa de 1,6%, a 46.184,85 pontos. 
Em Hong Kong, o Hang Seng cedeu 0,6%, a 24.805,63 pontos.

Na Oceania, a bolsa australiana terminou em baixa de 0,9%, com o S&P/ASX 200 recuando a 8.741,20 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,95% em Wellington a 13.580,33 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,14% em Moscou a 2.282,64 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,16% em Bombaim a 74.781,76 pontos.

Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 11/09/26

Wall Street fechou em alta nesta sexta-feira, à ‌medida que os preços do petróleo recuaram e os dados sobre os preços ao consumidor reforçaram as expectativas de que o Federal Reserve aumentará as taxas de juros na próxima semana para combater a inflação. 

 A Dell, fabricante de servidores de IA , disparou 12%. A Hewlett Packard Enterprise também subiu 12% e a HP saltou 8,4% depois que os resultados trimestrais da ⁠Oracle superaram as estimativas. A Oracle recuou 1,8%.

Os preços ao consumidor nos EUA aceleraram no mês ‌passado, à medida que o custo da gasolina se recuperou após duas quedas mensais consecutivas, aumentando a pressão sobre o Fed para endurecer a política monetária a fim de ‌combater a inflação. Os futuros de taxas de juros agora ‌refletem uma probabilidade de quase 90% de que o banco central aumente as ⁠taxas em sua reunião de política monetária na quarta-feira, de acordo com a ferramenta CME FedWatch. Isso representa um aumento em relação à probabilidade de 72% registrada na quinta-feira.

"Isso é praticamente o mais próximo que se pode chegar de uma certeza absoluta", disse Thomas Martin, gestor sênior de carteiras da GLOBALT Investments, em Atlanta. "O Fed fará a coisa certa ‌e aumentará as taxas, e isso é positivo, em termos marginais, para manter a inflação sob ‌controle."

O S&P 500 subiu 0,86%, ⁠encerrando o pregão em ⁠7.656,98 pontos. O Nasdaq avançou 0,96%, para 26.333,04 pontos, enquanto o Dow Jones Industrial teve alta de 0,98%, ⁠para 52.573,29 pontos.

Nove dos 11 índices setoriais do ‌S&P 500 registraram alta, liderados ‌pelo setor de serviços de comunicação , com alta de 1,35%, seguido por um ganho de 1,13% no setor de bens de consumo discricionário . O Índice de Volatilidade da CBOE , medidor do medo de Wall Street, caiu 2 pontos, para 15,88.

A alta desta ⁠sexta-feira segue o nervosismo recente em Wall Street relacionado à inflação e ao aumento dos rendimentos dos títulos do Tesouro de longo prazo, bem como às preocupações com os gastos maciços para construir data centers de IA. O S&P 500 está cerca de 2% abaixo de seu fechamento recorde em 13 ‌de agosto e continua com alta de 12% em 2026.  Na semana, o S&P 500 recuou 0,8% e o Nasdaq perdeu 0,7%.

A recente queda do S&P 500, aliada a uma ⁠perspectiva sólida de lucros, faz com que o índice de referência seja negociado a 19 vezes os lucros esperados. Esse é o seu nível mais baixo desde abril de 2025, quando os anúncios de tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump, no "Dia da Libertação", jogaram os mercados globais em uma espiral descendente.

Os preços do petróleo caíram, mas mantiveram alta de cerca de 9% na semana, já que ataques ao longo das rotas marítimas do Oriente Médio alimentaram preocupações com interrupções prolongadas no abastecimento. Os futuros do petróleo Brent recuaram quase 3%, mas ainda estavam acima de US$104 o barril. As ações da ACV Auctions dispararam 44% depois que a Copart , empresa especializada em leilões online de veículos, concordou em comprá-la em um negócio de quase US$1,9 bilhão. 

Mercado financeiro Bolsas da Europa: 11/09/26

As bolsas europeias fecharam em alta nesta sexta-feira (11), recuperando parte das perdas recentes, apoiadas pela queda do petróleo e pela melhora do apetite por risco.

O movimento ocorreu apesar de a inflação nos Estados Unidos reforçar as apostas de uma alta de juros pelo Federal Reserve (Fed) na próxima semana e de os riscos para a oferta de energia no Oriente Médio permanecerem no radar.

Em Londres, o FTSE 100 avançou 0,39%, aos 10.650,44 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,77%, aos 25.557,16 pontos. O CAC 40, de Paris, ganhou 0,78%, aos 8.179,77 pontos.

Em Milão, o FTSE MIB teve alta de 1,36%, aos 52.512,03 pontos. Em Madri, o Ibex 35 avançou 0,84%, aos 19.825,70 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,73%, aos 9.524,73 pontos. As cotações são preliminares.

Na agenda econômica, a produção industrial do Reino Unido cresceu 0,2% em julho ante junho, contrariando a previsão de queda de 0,2%. Na França, o ministro das Finanças, Roland Lescure, reduziu de 0,7% para 0,5% a projeção de crescimento da economia em 2026 e reconheceu que a meta de déficit não deverá ser cumprida. No Banco Central Europeu (BCE), o dirigente Gabriel Makhlouf afirmou que a guerra no Oriente Médio pode manter a inflação elevada por mais tempo. Ao mesmo tempo, alertou que novas altas expressivas dos juros poderiam comprometer o crescimento econômico.

Entre as principais movimentações corporativas, a Airbus avançou 1,4% após anunciar um programa de recompra de até 4,1 milhões de ações. Em Londres, a Renishaw subiu 3,1% e a XP Power disparou 5,4%. As duas empresas foram elevadas para compra pela Jefferies, que citou os possíveis benefícios da demanda relacionada à inteligência artificial (IA) para o mercado de semicondutores. Na Alemanha, a Sartorius ganhou 1,3%. A SAP conseguiu recuperar parte das perdas durante o pregão e terminou o dia estável.

Em Paris, o setor de luxo avançou cerca de 1% e recuperou parte das perdas recentes. A Kering subiu 2%. Apesar da queda do petróleo nesta sexta-feira, o setor de energia europeu avançou 0,6%. Na semana, porém, o petróleo deve acumular alta próxima de 10%, em meio às preocupações com os riscos de oferta provocados pelo conflito no Oriente Médio.

Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 11/09/26

As bolsas da Ásia encerraram em queda nesta sexta-feira (11), com o salto dos juros projetados em títulos soberanos e do petróleo na véspera impondo perdas às ações na região.

Na Coreia do Sul, o índice Kospi fechou em baixa de 1,8%, aos 6.909,91 pontos, mas terminou a semana com ganho de cerca de 3,3% em meio à resiliência da demanda de chips e insumos para infraestrutura de inteligência artificial.

As ações da Hybe destoaram e fecharam com alta de 0,99% em Seul. O conglomerado sul-coreano de entretenimento gerencia o grupo de K-Pop BTS, que anunciou a transmissão global ao vivo de shows da tour Arirang em Buenos Aires e São Paulo nos cinemas, segundo a Rolling Stone.

No Japão, o Nikkei caiu 1,9% em Tóquio, a 64.011,34 pontos. A taxa dos títulos soberanos de 10 anos japoneses subiu 6,5 pontos base, a 2,875%. Entre as ações, StemRIM despencou 25% e a INTLOOP caiu 20%.

Na China continental, o Xangai Composto teve baixa de 1,2%, a 3.888,11 pontos, e o Shenzhen composto cedeu 1,45%, a 2.465,84 pontos. O setor de mineração foi penalizado por vendas, com a Zijin Mining Group recuando 5,4%, enquanto as ações do tipo A da Aluminum of Chinacaíram 4,8%.

Em Taiwan, o Taiex computou baixa de 1,6%, a 46.184,85 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng cedeu 0,6%, a 24.805,63 pontos.

Na Oceania, a bolsa australiana terminou em baixa de 0,9%, com o S&P/ASX 200 recuando a 8.741,20 pontos. O juro projetado nos títulos de 10 anos da Austrália chegou a tocar 5,3993%, o nível mais alto desde maio de 2011, segundo a FactSet.

Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,95% em Wellington a 13.580,33 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,14% em Moscou a 2.282,64 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,16% em Bombaim a 74.781,76 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Ransom Canyon é cancelada após 2 temporadas

Segundo informações exclusivas do Deadline, a Netflix decidiu não prosseguir com uma terceira temporada de Ransom Canyon. Estrelada por Josh Duhamel e Minka Kelly, a série de romance e drama ambientada no Texas chega ao fim após duas temporadas.

A decisão foi tomada cerca de um mês e meio após o lançamento da 2ª temporada, que chegou em 23 de julho de 2026. A produção já vinha de uma situação incerta: a primeira temporada teve audiência considerada razoável, mas não o suficiente para garantir rapidamente a renovação. A 2ª temporada só foi confirmada mais de dois meses após a estreia da primeira, com oito episódios em vez de dez e mudanças no elenco e na direção criativa.

O desempenho da nova temporada parece ter sido um dos principais fatores para o cancelamento. Ransom Canyon registrou 4,1 milhões de visualizações na primeira semana, uma queda de 43% em relação aos 7,2 milhões registrados pela estreia da 1ª temporada.

Embora a série tenha conseguido fazer a primeira temporada voltar ao Top 10 semanal da Netflix por uma semana, a 2ª temporada deixou o ranking após apenas três semanas. Para o Deadline, a queda de audiência pode não ter sido suficiente para compensar os custos da produção, que tinha Duhamel e Kelly como protagonistas.

Ainda assim, o cancelamento não deixa um grande gancho para os personagens principais. Ao contrário do fim da 1ª temporada, Staten Kirkland (Duhamel) e Quinn O’Grady (Kelly) terminam a segunda parte juntos e em uma situação estável, enquanto outras histórias terminaram em aberto.

Supergirl alcança o topo dos filmes mais vistos da HBO Max

Supergirl (2026) pode não ter obtido o desempenho esperado nos cinemas, mas está se tornando um sucesso imediato na HBO Max apenas 24 horas depois de ser adicionado no catálogo do streaming.

Tendo estreado na plataforma na última quinta-feira (10), o segundo longa-metragem da DC Studios já se encontra no primeiro lugar do Top 10 de filmes mais vistos serviço de streaming. 

Com um orçamento estimado em US$ 170 milhões, a produção só faturou cerca de US$ 126 milhões globalmente, resultando em um enorme prejuízo para a Warner Bros., que optou por retirar o filme de cartaz após cinco semanas em exibição.

Segundo um relatório, o longa-metragem teria enfrentado bastidores turbulentos, resultando em atritos entre o diretor Graig Gillespie e o co-CEO do DCU, James Gunn, além de uma pós-produção marcada por exibições teste não tão bem sucedidas.

Da Magia à Sedução 2 surpreende com ótima pré-estreia

Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor arrecadou ótimos US$ 4,6 milhões em sua pré-estreia nos Estados Unidos.

O filme dirigido por Susanne Bier, com orçamento estimado em US$ 75 milhões, deve conseguir cerca de US$ 30-35 milhões em sua abertura completa.

Ou seja, após seis semanas, Homem-Aranha: Um Novo Dia deve perder a liderança das bilheterias no país.

Ao redor do mundo, as estimativas para a sequência apontam para algo em torno de US$ 53 milhões e US$ 63 milhões. Nada mal considerando que a franquia permaneceu adormecida por tanto tempo.

Sandra Bullock e Nicole Kidman reprisam seus papéis como as irmãs Owens, Sally e Gillian, respectivamente. Na trama, as duas tentam quebrar a maldição que há gerações impede que os integrantes da família encontrem o amor verdadeiro. O elenco também conta com Joey King, Maisie Williams e Lee Pace.

Atraso de novas temporadas prejudica audiência

Um novo estudo publicado pela Luminate (via What’s on Netflix) aponta que a demora para o lançamento de novas temporadas de séries originais está prejudicando ativamente a audiência da Netflix.

O relatório revela que um intervalo maior que um ano e seis meses é suficiente para causar uma substancial queda nos números. A média de espectadores caiu para todos os títulos que ultrapassaram esse período, até mesmo o fenômeno Stranger Things, que registrou uma perda de 25% em sua temporada mais recente.

O motivo apontado é simples. Passado muito tempo, torna-se difícil manter o hype do público com as produções. Em alguns casos, os assinantes até esquecem que acompanhavam as histórias. O único lado positivo destacado é que, quando uma nova leva de episódios demora muito para ser lançada, observa-se um aumento momentâneo de engajamento nas temporadas anteriores da mesma obra.

O documento indica que esse não é um problema exclusivo da empresa, mas que impacta o streaming no geral. O Prime Video, por exemplo, também conta com produções que sofrem do mesmo mal. Uma forma de resolver essa questão seria apostar em lançamentos anuais, como acontecia com os seriados da televisão tradicional.

No entanto, para chegar a esse ponto, os estúdios teriam que encontrar uma maneira de produzir os projetos de forma muito mais rápida e barata. Atualmente, os orçamentos estão cada vez mais caros e os elencos recheados de grandes estrelas de Hollywood, o que ajuda a explicar os atrasos. Afinal, torna-se inviável finalizar o ciclo em apenas um ano quando, em vários casos, esse é o tempo necessário apenas para a gravação principal, sem contar os meses dedicados ao processo de pós-produção.

Trata-se de uma questão complexa de logística para a indústria, mas as plataformas digitais e emissoras no geral já devem estar buscando novas alternativas para o futuro.

Copa Sul-Americana: 10/09/26


 




Copa Libertadores: 10/09/26


 




Sul-Americano Feminino de vôlei 10/09/26


 



quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Mundial Basquete Feminina: 10/09/26


 



Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 10/09/26

Bitcoin: R$ 395.539,50 Reais e US$ 77.116,36 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,103
Dólar turismo: R$ 5,299
Euro comercial: R$ 5,924
Libra: R$ 6,903

Dólar fecha em baixa, na contramão do exterior, após nova pesquisa eleitoral

O dólar fechou a quinta-feira ‌em baixa após uma nova pesquisa eleitoral mostrar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa pelo Planalto, ainda que em empate técnico.  O recuo do dólar ante o real ocorreu na contramão do exterior, onde a moeda norte-americana subiu ante a maior parte das demais divisas.

O dólar à vista encerrou a sessão ⁠com queda de 0,20%, a R$5,1013. No ano, a divisa passou a acumular baixa de 7,06%. Às ‌17h05, o dólar futuro para outubro -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- cedia 0,04% na B3, aos R$5,1260.

O dólar chegou a subir ante o real mais cedo, acompanhando ‌o avanço da moeda norte-americana ante outras divisas no exterior, ‌mas no fim da manhã a divisa perdeu força em meio a especulações ⁠no mercado de que uma nova pesquisa mostraria o avanço de Flávio na disputa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Após marcar a máxima de R$5,1472 (+0,70%) às 10h59, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,0824 (-0,57%) às 11h58, antes mesmo da divulgação da pesquisa. Às 14h30 a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg foi finalmente divulgada e mostrou Flávio com 46,4% das intenções de ‌voto em um segundo turno, contra 46,2% de Lula. Ainda que os dois estejam em empate ‌técnico, já que a margem ⁠de erro é de ⁠1 ponto percentual, o fato de Flávio estar numericamente à frente de Lula foi bem recebido.

Isso porque ⁠Lula ainda é visto com desconfiança por boa ‌parte do mercado, que enxerga sua ‌reeleição como um empecilho para o controle das contas públicas e, consequentemente, da inflação. Assim, notícias favoráveis a Flávio têm favorecido a queda do dólar. No mercado de predição Polymarket, sediado nos Estados Unidos, Flávio também passou a superar Lula, com 53% das ⁠apostas de vitória neste fim de tarde, contra 44% do petista.

No exterior, a moeda norte-americana avançou ante a maior parte das demais divisas, em um dia marcado pela disparada dos rendimentos dos Treasuries e pelo avanço do petróleo Brent para acima dos US$107 o barril. Nesta quinta-feira, os houthis, alinhados ao Irã, assumiram ‌o controle do porto iemenita de Mocha, o que representa uma ameaça adicional ao tráfego no Mar Vermelho. Já o tráfego no Estreito de Ormuz permaneceu restrito, devido à intensificação ⁠dos ataques a petroleiros na região nos últimos dias.

Ibovespa descola do exterior e fecha em alta com eleição e petróleo sob holofote

O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira, voltando a ‌superar os 188 mil pontos, sustentado principalmente pelas ações de bancos, com nova pesquisa eleitoral corroborando o cenário disputado para a eleição presidencial de outubro.

Os papéis da Petrobras também forneceram um apoio relevante, com o barril do petróleo disparando mais de 6% no mercado internacional, na esteira da escalada de ataques a petroleiros no Oriente Médio.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,42%, a 188.268,59 pontos, tendo marcado 188.538,85 na máxima. Na mínima, no começo do dia, ⁠recuou a 184.601,20 pontos. O volume financeiro no pregão somou R$30,94 bilhões.

As ações nos Estados Unidos fecharam em ‌baixa 

O S&P 500 recuou 0,58%, encerrando o ⁠pregão em 7.591,75 pontos.
O Nasdaq perdeu 0,65%, para 26.081,73 pontos, 
Dow Jones Industrial Average caiu 0,60%, para 52.064,10 pontos.
O S&P 500 perdeu 2% nas últimas quatro sessões, sua maior queda em quatro dias desde junho.

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,57%, a 10.608,92 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,69%, a 25.401,23 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,49%, a 8.116,76 pontos. 

Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,13%, a 51.807,40 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,09%, a 19.663,38 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,11%, a 9.455,72 pontos.

As bolsas da Ásia encerraram mistas 

Na Coreia do Sul, o índice Kospi fechou em baixa de 0,25%, aos 7.033,92 pontos, após alta de 1,4% na véspera. 
No Japão, o Nikkei subiu 0,2% em Tóquio, a 65.270,95 pontos. 

Na China continental, o Xangai Composto teve baixa de 0,4%, a 3.934,40 pontos, 
Shenzhen composto cedeu 0,95%, a 2.502,04 pontos. 
Em Taiwan, o Taiex caiu 0,5%, a 46.940.49 pontos. 
Em Hong Kong, o Hang Seng cedeu 1,3%, a 24.954,47 pontos.

Na Oceania, a bolsa australiana terminou em baixa de 1,03%, com o S&P/ASX 200 recuando a 8.819,40 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,78% em Wellington a 13.711,01 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,77% em Moscou a 2.303,99 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,19% em Bombaim a 74.902,59 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 10/09/26

As ações nos Estados Unidos fecharam em ‌baixa nesta quinta-feira, depois que os dados sobre os preços ao produtor de agosto e a alta nos preços do petróleo alimentaram temores de que o Federal Reserve aumente as taxas de juros na próxima semana, enquanto o aumento dos rendimentos dos títulos do Tesouro tornou as ações menos atraentes. Grandes fabricantes de chips perderam terreno, com a Nvidia caindo 2,3% e a Micron Technology tombando 4,7%, ambas pesando sobre o S&P ⁠500. A Apple subiu 3,6% um dia após o lançamento de um iPhone de US$1.999.

Com as rotas de ‌abastecimento tanto pelo Estreito de Ormuz quanto pelo Mar Vermelho afetadas pela guerra dos EUA e de Israel contra o Irã, o petróleo Brent subiu 6%, para US$107 o barril, agravando as preocupações com a inflação ‌e alimentando as expectativas de que o Fed aumentará as ‌taxas de juros em sua reunião de política monetária na quarta-feira. Os rendimentos dos títulos do Tesouro ⁠de 10 anos subiram para o nível mais alto em quase três anos, enquanto os rendimentos dos títulos de 30 anos atingiram o maior nível em mais de 19 anos e os de 2 anos alcançaram o maior nível em mais de dois anos.

"Os rendimentos estão subindo na parte curta da curva porque o Fed provavelmente aumentará as taxas nos próximos meses. Os rendimentos estão subindo na parte longa da curva devido ‌a questões relacionadas à dívida e ao déficit, além da inflação persistente", disse Ross Mayfield, analista de estratégia ‌de investimentos da Baird em Louisville, ⁠Kentucky.

"Rendimentos mais altos são um ⁠fator negativo para o mercado de ações. Eles reduzem as valorizações e tornam mais caro administrar uma empresa, além de ⁠encarecer o custo de vida para os consumidores."

Dados divulgados nesta ‌quinta-feira mostraram que o índice de ‌preços ao produtor (PPI) dos EUA subiu em agosto, em linha com as expectativas, em comparação mensal, em meio a uma recuperação no custo dos produtos energéticos. Os investidores estarão atentos aos dados de preços ao consumidor de agosto, a serem divulgados nesta sexta-feira.

O S&P 500 recuou 0,58%, encerrando o ⁠pregão em 7.591,75 pontos.

O Nasdaq perdeu 0,65%, para 26.081,73 pontos, enquanto o Dow Jones Industrial Average caiu 0,60%, para 52.064,10 pontos.

 O S&P 500 perdeu 2% nas últimas quatro sessões, sua maior queda em quatro dias desde junho.

Nove dos 11 índices setoriais do S&P 500 registraram baixa, liderados pelo setor de materiais, com queda de 1,45%, seguido por uma perda de 0,91% no ‌setor de tecnologia da informação.

Os operadores agora estimam uma probabilidade de 70% de que o Federal Reserve aumente as taxas de juros em pelo menos 25 pontos-base na próxima semana, ante cerca de 64% antes ⁠do relatório desta quinta-feira, segundo a ferramenta CME FedWatch. Após recentes quedas, o S&P 500 está quase 3% abaixo de seu fechamento recorde em 13 de agosto, mas continua com alta de 11% em 2026.

A recente baixa do S&P 500, aliada a uma forte perspectiva de lucros, faz com que o índice de referência seja negociado a 19 vezes os lucros esperados — seu nível mais baixo desde abril de 2025, quando os anúncios de tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump, no "Dia da Libertação", jogaram os mercados globais em uma espiral descendente.

Nas negociações desta quinta-feira, a Macy's tombou 4,7%. A operadora de lojas de departamento, que vem enfrentando dificuldades, elevou suas previsões anuais, mas não o suficiente para impressionar os investidores. A American Eagle Outfitters desabou 14%, atingindo seu nível mais baixo desde outubro, à medida que a fabricante de roupas reiterou sua previsão anual de vendas comparáveis em meio a gastos discricionários instáveis.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Mercado financeiro Bolsas da Europa: 10/09/26

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda nesta quinta-feira (10) pressionadas pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio, que elevava os preços do petróleo, e a decisão do Banco Central Europeu (BCE) de elevar os juros em meio à inflação acima da meta.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,57%, a 10.608,92 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,69%, a 25.401,23 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,49%, a 8.116,76 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,13%, a 51.807,40 pontos.

Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,09%, a 19.663,38 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,11%, a 9.455,72 pontos. As cotações são preliminares.

O BCE apontou nesta quinta, em sua decisão que apertou a política monetária em 25 pontos-base, que o conflito entre os EUA e o Irã continua a gerar pressões inflacionárias e que os preços devem permanecer "bem acima" da meta por um período prolongado. Segundo a presidente do BC da zona do euro, Christine Lagarde, a decisão foi unânime e "muito fácil", com os dirigentes concordando sobre os perigos da alta da inflação. O BCE ainda revisou para cima sua projeção de inflação para os próximos dois anos.

A Capital Economics avalia que a decisão teve viés mais hawkish do que o esperado e reforçou a perspectiva de uma nova alta de juros ainda este ano. Fontes da Bloomberg apontam que as autoridades observam um aumento possível já no próximo mês. As ações de tecnologia apresentaram maior recuo hoje, com o índice do setor caindo 1,79%. A mineradora de cobre e prata Antofagasta cedeu mais de 5% com possível recuo dos EUA em novas tarifas.

Já a Associated British Food tombou quase% em Londres após o grupo anunciar que planeja lançar um serviço de entrega em domicílio no Reino Unido, quatro anos após sua estreia no comércio eletrônico. Na ponta positiva, as ações de energia europeias operaram em alta, à medida que o Brent ultrapassou US$ 105 por barril. A britânica BP ganhou 1,2%, a espanhola Repsol subiu 0,38% e a francesa TotalEnergies teve alta de 0,22%.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 10/09/26

As bolsas da Ásia encerraram mistas nesta quinta-feira (10). O mercado sul-coreano fechou em queda, após se destacar com alta na véspera, em meio a sinais de preocupação Banco Central do país com a popularidade de apostas de alto risco entre investidores que buscam lucrar com o boom da inteligência artificial na Coreia do Sul.

Na Coreia do Sul, o índice Kospi fechou em baixa de 0,25%, aos 7.033,92 pontos, após alta de 1,4% na véspera. As ações da SK hynix caíram 0,16% e as da Samsung Electronics perderam 0,19%.

Em relatório divulgado nesta quinta-feira, o BC sul-coreano afirmou que aumento nos investimentos em fundos negociados em bolsa (ETFs) alavancados, vinculados a gigantes da tecnologia, provocou volatilidade significativa no mercado de ações doméstico. O BC salientou que decidirá o momento e o ritmo de aumentos adicionais das taxas de juros, ao mesmo tempo em que monitora atentamente a inflação, a evolução da economia e as condições de estabilidade financeira.

A HD Hyundai Heavy Industries planeja investir cerca de US$ 800 milhões em negócios de motores de energia e pequenos reatores para atender à crescente demanda por eletricidade de centros de dados de inteligência artificial. As ações da empresa cederam 3,8% na Coreia do Sul.

No Japão, o Nikkei subiu 0,2% em Tóquio, a 65.270,95 pontos. A Albis marcou alta de 23%. A AirTrip ganhou 19% e a Dynamic Map Platform avançou 14%.

O Banco do Japão continuará a aumentar sua taxa básica de juros para garantir que a tendência de alta dos preços não ultrapasse 2%, afirmou o membro do conselho Kazuyuki Masu, em comentários que corroboram as expectativas generalizadas de que o banco aumentará os custos de empréstimo na próxima semana.

Na China continental, o Xangai Composto teve baixa de 0,4%, a 3.934,40 pontos, e o Shenzhen composto cedeu 0,95%, a 2.502,04 pontos. Em Taiwan, o Taiex caiu 0,5%, a 46.940.49 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng cedeu 1,3%, a 24.954,47 pontos.

Na Oceania, a bolsa australiana terminou em baixa de 1,03%, com o S&P/ASX 200 recuando a 8.819,40 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,78% em Wellington a 13.711,01 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,77% em Moscou a 2.303,99 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,19% em Bombaim a 74.902,59 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Avatar: Os Sete Refúgios | Trailer Oficial

Depois de Korra, uma nova Avatar surge em uma era devastada. 

E agora ela e sua irmã gêmea precisam descobrir de onde vieram enquanto inimigos humanos e espirituais as caçam.

Depois de uma catástrofe global, uma jovem Mestre da Terra descobre que ela é a Avatar depois de Korra. Vista como uma precursora da destruição, ela foge com sua irmã gêmea pelos Sete Abrigos, caçada por mortais e espíritos.

Estrelas: Dee Bradley Baker, Darren Barnet, Dianne Doan.

Avatar Os Sete Refúgios estreia 9 de outubro, só no meu app! 
 

Profundezas | Trailer oficial e pôster


 Tem alguma coisa na água. Josh Hartnett, Charlie Heaton e Mackenzie Davis estrelam "Profundezas", o novo thriller de suspense ambientado na costa de Terra Nova, no Canadá. 

Quando uma criatura marinha misteriosa começa a aterrorizar uma cidade costeira, um pescador precisa lutar para proteger a família e sua comunidade.

Estreia em 8 de outubro, só na Netflix.


 

American Horror Story: 13 | Official Trailer

Estamos de volta, bruxas. A 13ª temporada de *American Horror Story*, estreia em 24 de setembro no FX e no Hulu. 

*American Horror Story* (FX), o fenômeno global que conquistou mais de 100 indicações ao Emmy desde sua estreia em 2011, retorna para uma 13ª temporada inigualável, que fará jus ao número mais temido de todos. Reunindo um elenco estelar, com muitos atores reprisando papéis favoritos dos fãs, *AHS: 13* dá continuidade ao legado de décadas da antologia, que já soma mais de 700 milhões de horas de streaming em todo o mundo e conquistou uma legião de fãs dedicados. 

Criada e produzida por Ryan Murphy e Brad Falchuk, *American Horror Story* redefiniu o gênero com temporadas que apresentaram uma casa de assassinatos sinistra, um coven de bruxas, um circo de horrores itinerante, um hotel mal-assombrado e o próprio apocalipse. 

Quais horrores icônicos retornarão para assombrar os corredores da 13ª temporada e que novos terrores nos aguardam? Acenda suas velas, desenhe seus pentagramas e prepare-se para uma surpresa suprema.

*American Horror Story* é uma franquia premiada, pioneira no formato moderno de minisséries e a série de uma hora de duração há mais tempo em exibição na história do FX. A série é produzida pela 20th Television.

A chegada ao Disney+ acontecerá simultaneamente à estreia nos Estados Unidos. Os três primeiros episódios de American Horror Story: 13 serão disponibilizados em 24 de setembro, quinta-feira, às 22:00, no horário de Brasília.

O calendário completo de American Horror Story: 13 já está definido e termina em 30 de outubro, às 1:00 da manhã, pouco antes do Halloween. 

Dentro Da Baleia | Trailer Oficial Dublado

Você vai apenas aceitar o seu destino?

Segue um mergulhador que, enquanto procura os restos mortais de seu pai, é engolido por um cachalote de 80 pés e 60 toneladas e tem apenas uma hora para sair antes que seu oxigênio acabe.

Dentro Da Baleia, com Austin Abrams e Josh Brolin, em 15 de outubro nos cinemas.

 

Copa Sul-Americana: 09/09/26


 




Copa Libertadores: 09/09/26


 



Sul-Americano Feminino de vôlei 09/09/26


 



quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Mundial Basquete Feminina: 09/09/26

 

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 09/09/26

Bitcoin: R$ 400.843,00 Reais e US$ 78.233,60 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,112
Dólar turismo: R$ 5,310
Euro comercial: R$ 5,945
Libra: R$ 6,923

Dólar fecha em alta no Brasil com acirramento das tensões no Oriente Médio

O dólar fechou a quarta-feira ‌em alta ante o real, em uma sessão marcada pelo acirramento da guerra no Oriente Médio, enquanto no Brasil os investidores estiveram atentos aos desdobramentos da crise no Supremo Tribunal Federal (STF).

O dólar à vista encerrou a sessão com alta de 0,44%, a R$5,1114. No ano, a divisa passou a acumular queda de 6,88%.  Às 17h09, o dólar futuro para outubro -- atualmente o ⁠mais negociado no mercado brasileiro -- subia 0,43% na B3, aos R$5,1350.

O dólar havia cedido ante o ‌real em cinco das seis sessões anteriores, influenciado pelo avanço do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas pesquisas eleitorais mais recentes, ainda que ele permaneça em empate técnico com o presidente Luiz ‌Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pelo Planalto. Por trás ‌do movimento está a percepção de parte do mercado de que a saída de ⁠Lula da Presidência seria um fator favorável ao ajuste fiscal.

Nesta quarta-feira, no entanto, o dia foi de certa recomposição de posições em dólar após os recuos mais recentes.
Pela manhã, o ministro do STF Flávio Dino determinou a reintegração de Andrei Passos Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal, um dia após o colega da corte, André Mendonça, ter ordenado o ‌afastamento dele do cargo. Leandro Almada, diretor de Inteligência da PF afastado por Mendonça, também foi ‌reintegrado.

Mendonça está no centro de uma ⁠disputa com o ministro ⁠do STF Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito do Banco Master. Moraes, por sua vez, é ⁠um dos principais alvos de Flávio na disputa ‌eleitoral com Lula.

No exterior, as atenções ‌se voltaram novamente para o Oriente Médio. O Irã informou nesta quarta-feira ter atacado dez navios no Estreito de Ormuz, depois que os EUA afundaram cinco petroleiros iranianos. Já o presidente norte-americano, Donald Trump, opinou que a guerra com o Irã irá ⁠terminar apenas depois das eleições norte-americanas de novembro, já que Teerã estaria tentando influenciar a votação.

Neste cenário, o petróleo Brent superou os US$100 o barril e os rendimentos dos Treasuries avançaram, em meio às preocupações com o efeito inflacionário da guerra. Nos mercados de moedas, o dólar ganhou força ante o real e outras ‌divisas de países emergentes, como o rand sul-africano, a rupia indiana e o peso chileno.

"Novos ataques no Golfo Pérsico levam o petróleo para cima com força, reacendendo o temor de ⁠pressão inflacionária global às vésperas de decisões de política monetária na zona do euro, no Japão e nos EUA", disse Vitor Kayo, economista sênior da Nomad, em comentário escrito.

"Parte do movimento (do dólar) também reflete um ajuste técnico depois da forte queda recente da moeda americana por aqui. A proximidade das eleições no Brasil segue no radar dos investidores como fonte de incerteza, o que ajuda a conter um avanço ainda maior do dólar", acrescentou.

No fim da manhã, sem efeito nas cotações, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 1º de outubro. À tarde, o BC informou que o Brasil teve fluxo cambial total negativo de US$6,693 bilhões em setembro até o dia 4.

Às 17h16, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,05%, a 98,829.

Ibovespa fecha em queda com exterior

O Ibovespa fechou em queda nesta quarta-feira, ‌contaminado pelo viés mais negativo no exterior, com o barril do petróleo superando os US$100. 

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,93%, a 185.629,04 pontos, tendo marcado 187.362,44 na máxima e 184.810,27 na mínima do dia. O volume financeiro no pregão somou R$26,7 bilhões.

As bolsas dos Estados Unidos fecharam em queda

Dow Jones caiu 0,77% (52.380,66 pontos);
S&P 500 recuou 0,48% (7.636,36 pontos);
Nasdaq teve queda de 0,64% (26.253,34 pontos).

As bolsas europeias fecharam em queda 

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 1,31%, a 10.670,06 pontos.
 Em Frankfurt, o DAX caiu 1,74%, a 25.554,28 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 perdeu 1,94%, a 8.156,67 pontos. 

Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,58%, a 51.875,24 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,53%, a 19.691,33 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,38%, a 9.445,17 pontos. 

As bolsas da Ásia encerraram sem coesão 

No Japão, o Nikkei perdeu 0,2% em Tóquio, a 65.142,78 pontos. 
Na Coreia do Sul, o índice Kospi fechou em alta de 1,4%, a 7.051,64 pontos. 

Na China continental, o Xangai Composto teve alta de 0,28%, a 3.951,51 pontos, 
e o Shenzhen composto ficou estável, em 2.526,15 pontos. 
Em Taiwan, o Taiex ganhou 0,2%, a 47.183,36 pontos. 
Em Hong Kong, o Hang Seng cedeu 0,2%, a 25.274,96 pontos.

Na Austrália terminou em baixa de 0,11%, com o S&P/ASX 200 recuando a 8.911,40 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,19% em Wellington a 13.819,43 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,40% em Moscou a 2.265,08 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 1,08% em Bombaim a 74.764,23 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires.
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