domingo, 7 de junho de 2026
FÓRMULA 1Grande Prêmio de Mônaco final 07/06/26
GP de Mônaco, neste domingo, se mostrou um teste de nervos na últimas 16 voltas: Andrea Kimi Antonelli teve que acelerar no fim para segurar Lewis Hamilton; Isack Hadjar, beneficiado pela batida de Charles Leclerc, completou o pódio de forma inédita na carreira. Gabriel Bortoleto quase não largou; mas, partindo do pit lane, foi 12º na prova.
O grande prêmio começou com Max Verstappen, segundo no grid inicial, fora da disputa por um problema em sua Red Bull. A partir daí, Antonelli seguiu tranquilo na liderança, mas as batidas de Lance Stroll e Leclerc interromperam a prova duas vezes nas voltas 60 e 66. Dois giros depois, os comissários paralisaram a corrida por quase 45 minutos para reparar o asfalto.
Foi a oportunidade que Hamilton precisava para encostar em Antonelli: o inglês recomeçou a corrida, a seis voltas do fim, com só 1s3 de desvantagem. No entanto, o líder do campeonato aumentou o ritmo e cruzou a linha de chegada em primeiro pela quinta vez em 2026, com 6s2 sobre o veterano.
Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele fez seu pit stop logo no segundo giro, trocando os pneus médios pelos duros, e seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa andando em último.
O jovem conseguiu avançar na terceira relargada, na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz - que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.
Abandonaram: Carlos Sainz (Williams), Charles Leclerc (Ferrari), Lance Stroll (Aston Martin), Lando Norris (McLaren), Oliver Bearman (Haas), Valtteri Bottas (Cadillac) e Max Verstappen (Red Bull).
Próxima corrida da F1 2026: Em mais uma etapa europeia, a Fórmula 1 desembarca em Barcelona entre os dias 12 e 14 de junho.
sábado, 6 de junho de 2026
BRASIL X EGITO Amistoso da Seleção Brasileira 06/06/26
O Brasil venceu o Egito por 2 a 1 neste sábado (6), no Huntington Bank Field, em Cleveland, no último amistoso antes da Copa do Mundo. A Seleção começou com tudo e abriu o placar com Bruno Guimarães, mas um vacilo de Marquinhos deu o empate a Zico. Endrick decidiu o jogo no segundo tempo.
Ainda na primeira etapa, o Brasil perdeu Wesley por uma lesão na virilha. O lateral-direito deu lugar a Danilo, foi às lágrimas no banco e virou preocupação para a Copa do Mundo.A estreia da Seleção está marcada para o próximo sábado (13), contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). O Brasil está no Grupo C, que ainda conta com Haiti e Escócia.
O amistoso deste sábado também foi o último teste para o Egito, que estreia contra a Bélgica em 15 de junho. Ambos estão no Grupo G, ao lado de Irã e Nova Zelândia.
Gols na pressão
Mesmo com um time em cada tempo, o Brasil recorreu à mesma estratégia nos dois gols: a pressão na saída de bola. No começo do jogo, Bruno Guimarães roubou a bola de Lasheen e bateu na saída do goleiro; na volta do intervalo, após desarme de Douglas Santos, Raphinha cruzou para Endrick marcar.
Os gols só saíram porque toda a equipe executou a proposta à risca e sufocou a saída do Egito. No primeiro, Raphinha fez o encaixe e impediu o passe de Lasheen; no segundo, Matheus Cunha se juntou a Douglas e deixou Hany sem opção.
Ainda na primeira etapa, o Brasil perdeu Wesley por uma lesão na virilha. O lateral-direito deu lugar a Danilo, foi às lágrimas no banco e virou preocupação para a Copa do Mundo.A estreia da Seleção está marcada para o próximo sábado (13), contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). O Brasil está no Grupo C, que ainda conta com Haiti e Escócia.
O amistoso deste sábado também foi o último teste para o Egito, que estreia contra a Bélgica em 15 de junho. Ambos estão no Grupo G, ao lado de Irã e Nova Zelândia.
Gols na pressão
Mesmo com um time em cada tempo, o Brasil recorreu à mesma estratégia nos dois gols: a pressão na saída de bola. No começo do jogo, Bruno Guimarães roubou a bola de Lasheen e bateu na saída do goleiro; na volta do intervalo, após desarme de Douglas Santos, Raphinha cruzou para Endrick marcar.
Os gols só saíram porque toda a equipe executou a proposta à risca e sufocou a saída do Egito. No primeiro, Raphinha fez o encaixe e impediu o passe de Lasheen; no segundo, Matheus Cunha se juntou a Douglas e deixou Hany sem opção.
BRASIL X EUA | AMISTOSO DA SELEÇÃO FEMININA 06/06/26
O Brasil venceu os Estados Unidos por 2 a 1 neste sábado (6), em amistoso internacional disputado na Neo Química Arena, em São Paulo. A reedição da final olímpica de 2024 foi disputadíssima e terminou com a Seleção se impondo. As norte-americanas abriram o placar com Sophia Wilson, mas as brasileiras reagiram e viraram através de Tainá Maranhão e Bia Zaneratto.
O primeiro tempo foi de gol relâmpago e reviravolta. Os EUA saíram na frente logo no primeiro minuto, com Sophia Wilson roubando a bola no campo de ataque e batendo no canto para abrir o placar. A resposta brasileira foi rápida. Aos 10 minutos, Isabela cruzou e Tainá Maranhão cabeceou para o empate.
Com marcação intensa e pressão alta, o Brasil foi melhor e virou aos 13, em tabela entre Bia Zaneratto e Dudinha com finalização cruzada. As americanas tentaram o contra-ataque, mas Lelê segurou um lance perigoso de Wilson perto do intervalo.
O segundo tempo foi mais controlado. O Brasil recuou e esperou o contra-ataque, enquanto os EUA tiveram mais a bola sem conseguir furar a defesa adversária. Bia Zaneratto perdeu a melhor chance brasileira, Hutton assustou com chute que Lelê defendeu e ainda acertou o travessão, e Gio desperdiçou o terceiro gol em frente à goleira nos acréscimos.
Após um início de 2026 instável, o Brasil emendou sua quarta vitória consecutiva e demonstra solidez a um ano da Copa do Mundo. Esse foi o segundo triunfo seguido diante dos Estados Unidos, após o resultado histórico em San José, em 2025. O resultado também demonstra algo importante para o Mundial. A Seleção não perde atuando em território nacional desde 2023, com 11 jogos invicta.
País mais vitorioso da modalidade, os Estados Unidos sofreram a sua segunda derrota em 2026 e ligam o sinal de alerta de olho na Copa do Mundo. O time treinado por Emma Hayes vai pressionado ao Mundial, após a eliminação precoce em 2023. Além disso, há um alerta de freguesia para o Brasil, com revezes nos últimos dois encontros.
Próximo jogo
As duas seleções voltam a se enfrentar nesta Data FIFA, novamente em território brasileiro. Na próxima terça-feira (9), o encontro será no Castelão, em Fortaleza, às 21h30.
O primeiro tempo foi de gol relâmpago e reviravolta. Os EUA saíram na frente logo no primeiro minuto, com Sophia Wilson roubando a bola no campo de ataque e batendo no canto para abrir o placar. A resposta brasileira foi rápida. Aos 10 minutos, Isabela cruzou e Tainá Maranhão cabeceou para o empate.
Com marcação intensa e pressão alta, o Brasil foi melhor e virou aos 13, em tabela entre Bia Zaneratto e Dudinha com finalização cruzada. As americanas tentaram o contra-ataque, mas Lelê segurou um lance perigoso de Wilson perto do intervalo.
O segundo tempo foi mais controlado. O Brasil recuou e esperou o contra-ataque, enquanto os EUA tiveram mais a bola sem conseguir furar a defesa adversária. Bia Zaneratto perdeu a melhor chance brasileira, Hutton assustou com chute que Lelê defendeu e ainda acertou o travessão, e Gio desperdiçou o terceiro gol em frente à goleira nos acréscimos.
Após um início de 2026 instável, o Brasil emendou sua quarta vitória consecutiva e demonstra solidez a um ano da Copa do Mundo. Esse foi o segundo triunfo seguido diante dos Estados Unidos, após o resultado histórico em San José, em 2025. O resultado também demonstra algo importante para o Mundial. A Seleção não perde atuando em território nacional desde 2023, com 11 jogos invicta.
País mais vitorioso da modalidade, os Estados Unidos sofreram a sua segunda derrota em 2026 e ligam o sinal de alerta de olho na Copa do Mundo. O time treinado por Emma Hayes vai pressionado ao Mundial, após a eliminação precoce em 2023. Além disso, há um alerta de freguesia para o Brasil, com revezes nos últimos dois encontros.
Próximo jogo
As duas seleções voltam a se enfrentar nesta Data FIFA, novamente em território brasileiro. Na próxima terça-feira (9), o encontro será no Castelão, em Fortaleza, às 21h30.
Os Caça-Fantasmas | Nova série animada ganha logo e título
Segundo o The Hollywood Reporter, um evento comemorativo de Os Caça-Fantasmas realizado em Nova York neste sábado (6) contou com os showrunners da nova série animada da Netflix e da Sony Pictures Animation para divulgar novos detalhes da produção.
Ben Hibon e Elliott Kalan, junto com os produtores executivos Jason Reitman e Gil Kenan anunciaram que a série será chamada de Ghostbusters: Night Shift (ou, Os Caça-Fantasmas: Turno da Noite, em tradução livre), com lançamento esperado para o ano que vem.
O logo foi divulgado por meio de uma publicação nas redes sociais da Netflix. Além da série, um novo filme animado de Caça-Fantasmas também segue em desenvolvimento.
Ben Hibon e Elliott Kalan, junto com os produtores executivos Jason Reitman e Gil Kenan anunciaram que a série será chamada de Ghostbusters: Night Shift (ou, Os Caça-Fantasmas: Turno da Noite, em tradução livre), com lançamento esperado para o ano que vem.
O logo foi divulgado por meio de uma publicação nas redes sociais da Netflix. Além da série, um novo filme animado de Caça-Fantasmas também segue em desenvolvimento.
A Odisseia | Novo pôster é lançado com destaque para uso em 70mm
A Odisseia, nova adaptação do épico de Homero com direção de Christopher Nolan, chega aos cinemas no próximo mês e ganhou um pôster inédito que destaca o uso de filme 70 mm nas filmagens do longa.
A história de Odisseu (Ulisses em algumas traduções), tentando por 10 anos retornar para casa em Ítaca após a vitória na guerra de Troia. Irado, o deus dos mares, Poseidon, faz de tudo para impedir que ele volte à sua esposa, Penélope.
Matt Damon viverá Odisseu, Anne Hathaway interpretará a esposa do personagem, Penélope. Já Tom Holland interpretará Telêmaco, filho de Ulisses, com Zendaya interpretando a deusa Atena, Charlize Theron como Circe, Benny Safdie como Agamenon e Lupita Nyong'o como Helena de Tróia e Clitemnestra ou Clitenestra, esposa de Agamenon.
O elenco conta ainda com mais estrelas: Robert Pattinson, Jon Bernthal, Mia Goth, John Leguizamo e muitos outros nomes.
Colaboradores antigos de Nolan estão de volta, como o compositor Ludwig Göransson e o diretor de fotografia Hoyte Van Hoytema, que filma os longas de Nolan desde Interestelar.
A Odisseia chega aos cinemas em 16 de julho de 2026.
A história de Odisseu (Ulisses em algumas traduções), tentando por 10 anos retornar para casa em Ítaca após a vitória na guerra de Troia. Irado, o deus dos mares, Poseidon, faz de tudo para impedir que ele volte à sua esposa, Penélope.
Matt Damon viverá Odisseu, Anne Hathaway interpretará a esposa do personagem, Penélope. Já Tom Holland interpretará Telêmaco, filho de Ulisses, com Zendaya interpretando a deusa Atena, Charlize Theron como Circe, Benny Safdie como Agamenon e Lupita Nyong'o como Helena de Tróia e Clitemnestra ou Clitenestra, esposa de Agamenon.
O elenco conta ainda com mais estrelas: Robert Pattinson, Jon Bernthal, Mia Goth, John Leguizamo e muitos outros nomes.
Colaboradores antigos de Nolan estão de volta, como o compositor Ludwig Göransson e o diretor de fotografia Hoyte Van Hoytema, que filma os longas de Nolan desde Interestelar.
A Odisseia chega aos cinemas em 16 de julho de 2026.
Avatar: O Último Mestre do Ar - Temporada 2 | Conheça Toph
O elenco e os criadores de "Avatar: O Último Mestre do Ar" explicam como a temporada 2 traz Toph Beifong para a história.
Para acabar com a guerra, Aang precisa dominar a dobra de terra. Mas, no Reino da Terra, política, segredos e alianças ocultas são um campo de batalha à parte.
Para acabar com a guerra, Aang precisa dominar a dobra de terra. Mas, no Reino da Terra, política, segredos e alianças ocultas são um campo de batalha à parte.
Estreia 25 de junho só na Netflix.
FÓRMULA 1Grande Prêmio de Mônaco grid de largada
Neste sábado (06), os pilotos da Fórmula 1 voltaram ao traçado de Mônaco para a decisão do grid de largada para a corrida no domingo. A disputa ficou, oficialmente entre as Ferraris, McLarens, Mercedes e Red Bulls, mas foi Andrea Kimi Antonelli que garantiu a pole.
Detalhes da corrida
Data: amanhã, 10:00
Circuito: Circuit de Monaco
sexta-feira, 5 de junho de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 05/06/26
Bitcoin: R$ 319.077,00 Reais e US$ 61.580,19 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,1566
Dólar turismo: R$ 5,3639
Euro comercial: R$ 5,943
Libra: R$ 6,911
Dólar volta a fechar acima de R$5,15 com mercado projetando juro maior nos EUA
O dólar fechou a sexta-feira pós-feriado com alta firme no Brasil e novamente acima dos R$5,15, após dados mostrarem geração de empregos acima do esperado em maio nos Estados Unidos, elevando as apostas de alta de juros pelo Federal Reserve ainda este ano.
A moeda norte-americana à vista encerrou com alta de 1,76%, aos R$5,1555, maior cotação desde 2 de abril, quando atingiu R$5,1599 na esteira da guerra no Oriente Médio. Na semana, acumulou alta de 2,18% e, no ano, baixa de 6,08%. Às 17h06, o dólar futuro para julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 1,96% na B3, aos R$5,1910.
O Departamento do Trabalho dos EUA informou pela manhã que foram gerados 172 mil postos de trabalho em maio, bem acima dos 85 mil projetados por economistas ouvidos pela Reuters. O dado de abril foi revisado de 115 mil novas vagas para 179 mil. O resultado deu força à percepção de que o Federal Reserve tende a trabalhar com taxas de juros mais elevadas, ainda mais em um contexto de guerra no Oriente Médio. Após a divulgação, os futuros dos Fed Funds chegaram a precificar quase 100% de probabilidade de pelo menos uma elevação de juros nos EUA até o fim deste ano, conforme a ferramenta CME FedWatch.
Em reação, os rendimentos dos Treasuries dispararam, os preços das ações despencaram e o dólar ganhou força ante as demais divisas -- incluindo o real, que no fim da tarde era a quarta moeda com pior desempenho em todo o mundo, atrás apenas do peso chileno, do sol peruano e do novo shekel israelense. Em tese, juros maiores nos EUA diminuem o diferencial de taxas a favor do Brasil, tornando o país menos atrativo ao capital externo. O cenário de guerra no Oriente Médio tampouco trouxe alívio para as moedas como o real.
Na quinta-feira, o grupo Hezbollah, apoiado pelo Irã, rejeitou um novo cessar-fogo no Líbano, enquanto Israel disse que não iria retirar as tropas do país. Essas decisões minam um possível entendimento entre Teerã e Washington, já que o Irã vem considerando o cessar-fogo entre Israel e Hezbollah como requisito para um acordo de paz com os EUA. Às 17h14, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- subia 0,67%, a 100,100.
Ibovespa fecha abaixo de 170 mil pontos e completa oito semanas seguidas de queda
O Ibovespa fechou abaixo dos 170 mil pontos pela primeira vez desde janeiro nesta sexta-feira, após dados robustos sobre o mercado de trabalho norte-americano elevarem as apostas de uma alta dos juros nos Estados Unidos neste ano.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,77%, a 169.019,12 pontos, chegando a 168.909,87 pontos na mínima e marcando 170.457,37 pontos na máxima do dia. Na semana, acumulou um declínio de 2,74%, completando oito perdas semanais seguidas, a maior sequência na série histórica até 1982, conforme dados da LSEG.
O volume financeiro nesta sexta-feira, entrecortada pelo feriado de Corpus Christi na quinta- feira e o fim de semana, somou R$26,58 bilhões.
Wall St termina em forte baixa com queda no setor de chips e dados de emprego gerando receio de alta dos juros
S&P 500 perdeu 199,64 pontos, ou 2,63%, para terminar em 7.384,67 pontos,
Nasdaq Composite perdeu 1.117,38 pontos, ou 4,16%, para 25.713,58.
O Dow Jones Industrial Average caiu 684,53 pontos, ou 1,33%, para 50.877,40.
As bolsas europeias fecharam sem direção única
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,07%, a 10.368,05 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,69%, a 24.773,72 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,32%, a 8.218,24 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,56%, a 49.893,05 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,46%, a 18.359,80 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,13%, a 8.931,54 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam em baixa
Kospi caiu 5,54% em Seul, a 8.160,59 pontos.
Em Tóquio, Nikkei recuou 1,31%, a 66.588,12 pontos.
Hang Seng cedeu 1,15% em Hong Kong, a 24.961,95 pontos.
Taiex caiu 1,33% em Taiwan, a 45.070,94 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto recuou 0,74%, a 4.027,74 pontos,
menos abrangente Shenzhen Composto teve baixa de 1,33%, a 2.763,92 pontos.
Na Austrália: o S&P/ASX 200 caiu 0,70% em Sydney, a 8.625,10 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,46% em Wellington a 13.161,97 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,71% em Moscou a 2.561,57 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,16% em Bombaim a 74.243,34 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Dólar comercial: R$ 5,1566
Dólar turismo: R$ 5,3639
Euro comercial: R$ 5,943
Libra: R$ 6,911
Dólar volta a fechar acima de R$5,15 com mercado projetando juro maior nos EUA
O dólar fechou a sexta-feira pós-feriado com alta firme no Brasil e novamente acima dos R$5,15, após dados mostrarem geração de empregos acima do esperado em maio nos Estados Unidos, elevando as apostas de alta de juros pelo Federal Reserve ainda este ano.
A moeda norte-americana à vista encerrou com alta de 1,76%, aos R$5,1555, maior cotação desde 2 de abril, quando atingiu R$5,1599 na esteira da guerra no Oriente Médio. Na semana, acumulou alta de 2,18% e, no ano, baixa de 6,08%. Às 17h06, o dólar futuro para julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 1,96% na B3, aos R$5,1910.
O Departamento do Trabalho dos EUA informou pela manhã que foram gerados 172 mil postos de trabalho em maio, bem acima dos 85 mil projetados por economistas ouvidos pela Reuters. O dado de abril foi revisado de 115 mil novas vagas para 179 mil. O resultado deu força à percepção de que o Federal Reserve tende a trabalhar com taxas de juros mais elevadas, ainda mais em um contexto de guerra no Oriente Médio. Após a divulgação, os futuros dos Fed Funds chegaram a precificar quase 100% de probabilidade de pelo menos uma elevação de juros nos EUA até o fim deste ano, conforme a ferramenta CME FedWatch.
Em reação, os rendimentos dos Treasuries dispararam, os preços das ações despencaram e o dólar ganhou força ante as demais divisas -- incluindo o real, que no fim da tarde era a quarta moeda com pior desempenho em todo o mundo, atrás apenas do peso chileno, do sol peruano e do novo shekel israelense. Em tese, juros maiores nos EUA diminuem o diferencial de taxas a favor do Brasil, tornando o país menos atrativo ao capital externo. O cenário de guerra no Oriente Médio tampouco trouxe alívio para as moedas como o real.
Na quinta-feira, o grupo Hezbollah, apoiado pelo Irã, rejeitou um novo cessar-fogo no Líbano, enquanto Israel disse que não iria retirar as tropas do país. Essas decisões minam um possível entendimento entre Teerã e Washington, já que o Irã vem considerando o cessar-fogo entre Israel e Hezbollah como requisito para um acordo de paz com os EUA. Às 17h14, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- subia 0,67%, a 100,100.
Ibovespa fecha abaixo de 170 mil pontos e completa oito semanas seguidas de queda
O Ibovespa fechou abaixo dos 170 mil pontos pela primeira vez desde janeiro nesta sexta-feira, após dados robustos sobre o mercado de trabalho norte-americano elevarem as apostas de uma alta dos juros nos Estados Unidos neste ano.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,77%, a 169.019,12 pontos, chegando a 168.909,87 pontos na mínima e marcando 170.457,37 pontos na máxima do dia. Na semana, acumulou um declínio de 2,74%, completando oito perdas semanais seguidas, a maior sequência na série histórica até 1982, conforme dados da LSEG.
O volume financeiro nesta sexta-feira, entrecortada pelo feriado de Corpus Christi na quinta- feira e o fim de semana, somou R$26,58 bilhões.
Wall St termina em forte baixa com queda no setor de chips e dados de emprego gerando receio de alta dos juros
S&P 500 perdeu 199,64 pontos, ou 2,63%, para terminar em 7.384,67 pontos,
Nasdaq Composite perdeu 1.117,38 pontos, ou 4,16%, para 25.713,58.
O Dow Jones Industrial Average caiu 684,53 pontos, ou 1,33%, para 50.877,40.
As bolsas europeias fecharam sem direção única
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,07%, a 10.368,05 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,69%, a 24.773,72 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,32%, a 8.218,24 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,56%, a 49.893,05 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,46%, a 18.359,80 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,13%, a 8.931,54 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam em baixa
Kospi caiu 5,54% em Seul, a 8.160,59 pontos.
Em Tóquio, Nikkei recuou 1,31%, a 66.588,12 pontos.
Hang Seng cedeu 1,15% em Hong Kong, a 24.961,95 pontos.
Taiex caiu 1,33% em Taiwan, a 45.070,94 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto recuou 0,74%, a 4.027,74 pontos,
menos abrangente Shenzhen Composto teve baixa de 1,33%, a 2.763,92 pontos.
Na Austrália: o S&P/ASX 200 caiu 0,70% em Sydney, a 8.625,10 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,46% em Wellington a 13.161,97 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,71% em Moscou a 2.561,57 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,16% em Bombaim a 74.243,34 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas dos E.U.A: 05/06/26
A série de nove semanas de ganhos de Wall Street terminou com um baque nesta sexta-feira, com as ações de tecnologia sofrendo a maior queda diária deste ano, depois que um relatório de empregos de maio alimentou os temores de uma mudança na política monetária do Federal Reserve.
As vendas se concentraram entre as ações de empresas de chips e outras favoritas do setor de tecnologia, que subiram nas últimas semanas. Todos os três principais índices acionários dos Estados Unidos fecharam em queda acentuada, com a queda no índice que reúne companhias de chips arrastando o termômetro do setor de tecnologia Nasdaq para a maior perda percentual em um dia desde o ano passado. O S&P 500 encerrou sua série de nove semanas de ganhos nesta sexta-feira, sua mais longa série de altas semanais desde dezembro de 2023.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 199,64 pontos, ou 2,63%, para terminar em 7.384,67 pontos, enquanto o Nasdaq Composite perdeu 1.117,38 pontos, ou 4,16%, para 25.713,58. O Dow Jones Industrial Average caiu 684,53 pontos, ou 1,33%, para 50.877,40.
A Nvidia, a maior empresa em valor de mercado, caiu acentuadamente, assim como as rivais menores Intel, Micron, AMD e Broadcom."Após o rali recorde que vimos nas últimas nove semanas em ações, especificamente em tecnologia e semicondutores, a barragem simplesmente se rompeu hoje", disse Ryan Detrick, estrategista-chefe de mercado do Carson Group em Omaha.
"Obviamente, o relatório de empregos mais forte do que o esperado coloca o Fed em uma situação difícil com relação a qualquer corte na taxa de juros para o resto do ano. E o mercado está tendo um ataque ao atingir os papéis que mais se valorizaram até agora neste ano."
O aumento das taxas de juros e a guerra do Irã pesaram sobre o sentimento no fim da semana, mas muitos investidores disseram que esperam que as ações de tecnologia continuem a subir."A reação do mercado hoje foi mais impulsionada pelo posicionamento do que pelos fundamentos", disse Ohsung Kwon, estrategista-chefe de ações da Wells Fargo."O setor de semicondutores estava muito sobrecomprado. É por isso que estamos vendo a venda. Não acho que seja o fim do mercado de semicondutores."
A economia dos EUA criou 172.000 empregos em maio, de acordo com o Departamento do Trabalho, mais do que o dobro das expectativas dos analistas, enquanto a taxa de desemprego se manteve firme em 4,3%. O relatório robusto teve dois lados: garantiu a saúde econômica dos EUA, mas praticamente acabou com qualquer esperança de um corte na taxa de juros pelo Fed em um futuro próximo.
Os mercados financeiros estão precificando uma probabilidade cada vez maior de um aumento da taxa de juros no final da reunião de dezembro do Fed, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME. O enfraquecimento das esperanças de uma solução de curto prazo para a guerra no Oriente Médio e a reabertura do Estreito de Ormuz estão provocando temores de que as pressões sobre os preços da energia possam se transformar em uma inflação sistêmica mais ampla.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
As vendas se concentraram entre as ações de empresas de chips e outras favoritas do setor de tecnologia, que subiram nas últimas semanas. Todos os três principais índices acionários dos Estados Unidos fecharam em queda acentuada, com a queda no índice que reúne companhias de chips arrastando o termômetro do setor de tecnologia Nasdaq para a maior perda percentual em um dia desde o ano passado. O S&P 500 encerrou sua série de nove semanas de ganhos nesta sexta-feira, sua mais longa série de altas semanais desde dezembro de 2023.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 199,64 pontos, ou 2,63%, para terminar em 7.384,67 pontos, enquanto o Nasdaq Composite perdeu 1.117,38 pontos, ou 4,16%, para 25.713,58. O Dow Jones Industrial Average caiu 684,53 pontos, ou 1,33%, para 50.877,40.
A Nvidia, a maior empresa em valor de mercado, caiu acentuadamente, assim como as rivais menores Intel, Micron, AMD e Broadcom."Após o rali recorde que vimos nas últimas nove semanas em ações, especificamente em tecnologia e semicondutores, a barragem simplesmente se rompeu hoje", disse Ryan Detrick, estrategista-chefe de mercado do Carson Group em Omaha.
"Obviamente, o relatório de empregos mais forte do que o esperado coloca o Fed em uma situação difícil com relação a qualquer corte na taxa de juros para o resto do ano. E o mercado está tendo um ataque ao atingir os papéis que mais se valorizaram até agora neste ano."
O aumento das taxas de juros e a guerra do Irã pesaram sobre o sentimento no fim da semana, mas muitos investidores disseram que esperam que as ações de tecnologia continuem a subir."A reação do mercado hoje foi mais impulsionada pelo posicionamento do que pelos fundamentos", disse Ohsung Kwon, estrategista-chefe de ações da Wells Fargo."O setor de semicondutores estava muito sobrecomprado. É por isso que estamos vendo a venda. Não acho que seja o fim do mercado de semicondutores."
A economia dos EUA criou 172.000 empregos em maio, de acordo com o Departamento do Trabalho, mais do que o dobro das expectativas dos analistas, enquanto a taxa de desemprego se manteve firme em 4,3%. O relatório robusto teve dois lados: garantiu a saúde econômica dos EUA, mas praticamente acabou com qualquer esperança de um corte na taxa de juros pelo Fed em um futuro próximo.
Os mercados financeiros estão precificando uma probabilidade cada vez maior de um aumento da taxa de juros no final da reunião de dezembro do Fed, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME. O enfraquecimento das esperanças de uma solução de curto prazo para a guerra no Oriente Médio e a reabertura do Estreito de Ormuz estão provocando temores de que as pressões sobre os preços da energia possam se transformar em uma inflação sistêmica mais ampla.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
A Odisseia Dolby Cinema revela pôster
Com a estreia de A Odisseia se aproximando, novos materiais promocionais do épico estão sendo lançados. Nesta sexta (5), a Dolby lançou um novo pôster exclusivo.
A história de Odisseu (Ulisses em algumas traduções), tentando por 10 anos retornar para casa em Ítaca após a vitória na guerra de Troia. Irado, o deus dos mares, Poseidon, faz de tudo para impedir que ele volte à sua esposa, Penélope.
Matt Damon viverá Odisseu, Anne Hathaway interpretará a esposa do personagem, Penélope. Já Tom Holland interpretará Telêmaco, filho de Ulisses, com Zendaya interpretando a deusa Atena, Charlize Theron como Circe, Benny Safdie como Agamenon e Lupita Nyong'o como Helena de Tróia e Clitemnestra ou Clitenestra, esposa de Agamenon.
O elenco conta ainda com mais estrelas: Robert Pattinson, Jon Bernthal, Mia Goth, John Leguizamo e muitos outros nomes.
Colaboradores antigos de Nolan estão de volta, como o compositor Ludwig Göransson e o diretor de fotografia Hoyte Van Hoytema, que filma os longas de Nolan desde Interestelar.
A Odisseia chega aos cinemas em 16 de julho de 2026.
A história de Odisseu (Ulisses em algumas traduções), tentando por 10 anos retornar para casa em Ítaca após a vitória na guerra de Troia. Irado, o deus dos mares, Poseidon, faz de tudo para impedir que ele volte à sua esposa, Penélope.
Matt Damon viverá Odisseu, Anne Hathaway interpretará a esposa do personagem, Penélope. Já Tom Holland interpretará Telêmaco, filho de Ulisses, com Zendaya interpretando a deusa Atena, Charlize Theron como Circe, Benny Safdie como Agamenon e Lupita Nyong'o como Helena de Tróia e Clitemnestra ou Clitenestra, esposa de Agamenon.
O elenco conta ainda com mais estrelas: Robert Pattinson, Jon Bernthal, Mia Goth, John Leguizamo e muitos outros nomes.
Colaboradores antigos de Nolan estão de volta, como o compositor Ludwig Göransson e o diretor de fotografia Hoyte Van Hoytema, que filma os longas de Nolan desde Interestelar.
A Odisseia chega aos cinemas em 16 de julho de 2026.
Supergirl conhece o Superman ao chegar na Terra em novo clipe
Supergirl (2026) volta promover nova reunião da heroína com o Superman em novo clipe oficial.
O segundo filme da DC Studios ganhou um material destacando a participação de David Corenswet na trama, e ainda exibe à chegada de Kara Zor-El (Milly Alcock) na Terra com seu cão, Krypto.
No vislumbre, a kryptoniana é recepcionada por seu primo nas proximidades da Fortaleza da Solidão.
Os dois personagens chegaram a se encontrar na trama de Superman (2025), e também se reunirão em Homem do Amanhã (2027), filme que segue em atualmente em produção.
O próximo longa do DCU é uma adaptação da aclamada HQ, Supergirl: A Mulher do Amanhã, em que acompanhamos a heroína em uma jornada espacial de vingança.
Depois de Krypto ser gravemente ferido por Krem das Colinas Amarelas (Matthias Schoenaerts), a protagonista partirá em busca do mercenário com a ajuda da jovem Ruthye (Eve Ridley), enquanto esbarra com outros personagens como o Lobo (Jason Momoa).
O novo filme tem direção de Criag Gillespie (Cruella), e a estreia nos cinemas segue marcada para o próximo dia 25 de junho nos cinemas brasileiros.
O segundo filme da DC Studios ganhou um material destacando a participação de David Corenswet na trama, e ainda exibe à chegada de Kara Zor-El (Milly Alcock) na Terra com seu cão, Krypto.
No vislumbre, a kryptoniana é recepcionada por seu primo nas proximidades da Fortaleza da Solidão.
Os dois personagens chegaram a se encontrar na trama de Superman (2025), e também se reunirão em Homem do Amanhã (2027), filme que segue em atualmente em produção.
O próximo longa do DCU é uma adaptação da aclamada HQ, Supergirl: A Mulher do Amanhã, em que acompanhamos a heroína em uma jornada espacial de vingança.
Depois de Krypto ser gravemente ferido por Krem das Colinas Amarelas (Matthias Schoenaerts), a protagonista partirá em busca do mercenário com a ajuda da jovem Ruthye (Eve Ridley), enquanto esbarra com outros personagens como o Lobo (Jason Momoa).
O novo filme tem direção de Criag Gillespie (Cruella), e a estreia nos cinemas segue marcada para o próximo dia 25 de junho nos cinemas brasileiros.
Mestres do Universo tem resultado pior que o esperado em pré-estreia
As projeções para a pré-estreia de Mestres do Universo (2026) já eram ruins, mas o resultado ficou ainda pior.
O longa da Amazon MGM arrecadou US$ 4,4 milhões em sua pré-estreia doméstica, ficando em quinto lugar na bilheteria da quinta-feira (4). Segue o ranking de arrecadação pelos EUA na data:
The Amazing Digital Circus: O Último Ato – US$ 7,8 milhões.
Todo Mundo em Pânico – US$ 7,7 milhões
Backrooms – US$ 5 milhões
Obsessão – US$ 4,6 milhões
Mestres do Universo – US$ 4,4 milhões
Mestres do Universo, já está em exibição nos cinemas brasileiros. A trama apresenta uma nova origem para He-Man, que agora é retratado como um alienígena exilado na Terra que busca, a todo custo, retornar para o seu verdadeiro lar.
O longa da Amazon MGM arrecadou US$ 4,4 milhões em sua pré-estreia doméstica, ficando em quinto lugar na bilheteria da quinta-feira (4). Segue o ranking de arrecadação pelos EUA na data:
The Amazing Digital Circus: O Último Ato – US$ 7,8 milhões.
Todo Mundo em Pânico – US$ 7,7 milhões
Backrooms – US$ 5 milhões
Obsessão – US$ 4,6 milhões
Mestres do Universo – US$ 4,4 milhões
Mestres do Universo, já está em exibição nos cinemas brasileiros. A trama apresenta uma nova origem para He-Man, que agora é retratado como um alienígena exilado na Terra que busca, a todo custo, retornar para o seu verdadeiro lar.
A Era Do Gelo: Mundo de Lava Ganhou pôster nacional
Sinopse: Uma aventura selvagem por dinossauros e lava enquanto Manny, Sid, Diego, Ellie, Scrat e a manada exploram regiões desconhecidas do perigoso Mundo Perdido.
A Era Do Gelo: Mundo de Lava, 4 de fevereiro de 2027 (Brasil)
A Era Do Gelo: Mundo de Lava, 4 de fevereiro de 2027 (Brasil)
Hollywood aprova contrato que limita uso de atores criados por IA
Os membros do sindicato SAG-AFTRA aprovaram um novo contrato de quatro anos com os grandes estúdios de Hollywood que estabelece regras para o uso de atores gerados por inteligência artificial (IA). O acordo foi ratificado com 91,4% dos votos favoráveis entre os participantes da votação, encerrando meses de negociações sobre temas que incluem IA, remuneração e benefícios previdenciários.
O resultado representa mais um capítulo da disputa entre trabalhadores da indústria do entretenimento e empresas que buscam incorporar ferramentas de IA aos processos de produção. Desde a greve histórica de atores e roteiristas em 2023, o uso da tecnologia se tornou uma das principais preocupações dos sindicatos do setor.
Uma das principais novidades do contrato é a criação de regras específicas para os chamados “performers sintéticos”, personagens gerados por inteligência artificial que podem ser utilizados em filmes e séries.
Pelas novas regras, os estúdios só poderão recorrer a esses personagens quando eles oferecerem “valor adicional significativo” em comparação com um ator humano ou com o avatar digital desse profissional. Segundo a direção do SAG-AFTRA, a medida foi desenhada para evitar que a tecnologia seja usada simplesmente como substituta de trabalhadores.
Sean Astin, presidente do sindicato, afirmou anteriormente que o acordo coloca a entidade na vanguarda das discussões sobre IA no mercado de trabalho. Já Duncan Crabtree-Ireland, diretor executivo do SAG-AFTRA, declarou que as novas cláusulas buscam garantir que os personagens sintéticos permaneçam como exceção na indústria, e não se tornem uma prática comum.
O resultado representa mais um capítulo da disputa entre trabalhadores da indústria do entretenimento e empresas que buscam incorporar ferramentas de IA aos processos de produção. Desde a greve histórica de atores e roteiristas em 2023, o uso da tecnologia se tornou uma das principais preocupações dos sindicatos do setor.
Uma das principais novidades do contrato é a criação de regras específicas para os chamados “performers sintéticos”, personagens gerados por inteligência artificial que podem ser utilizados em filmes e séries.
Pelas novas regras, os estúdios só poderão recorrer a esses personagens quando eles oferecerem “valor adicional significativo” em comparação com um ator humano ou com o avatar digital desse profissional. Segundo a direção do SAG-AFTRA, a medida foi desenhada para evitar que a tecnologia seja usada simplesmente como substituta de trabalhadores.
Sean Astin, presidente do sindicato, afirmou anteriormente que o acordo coloca a entidade na vanguarda das discussões sobre IA no mercado de trabalho. Já Duncan Crabtree-Ireland, diretor executivo do SAG-AFTRA, declarou que as novas cláusulas buscam garantir que os personagens sintéticos permaneçam como exceção na indústria, e não se tornem uma prática comum.
HBO Max e Paramount+ estão prestes a se tornar streaming único
A novela dramática que resultou na aquisição da Warner Bros. Discovery pela Paramount Skydance promete dar um chacoalhão na indústria de entretenimento, inclusive no mercado de streaming com a união entre a HBO Max e o Paramount+ em um único lugar.
Para quem não acompanhou os desdobramentos da compra da Warner pela Paramount, que conseguiu superar o valor oferecido pela Netflix em uma negociação bilionária, a junção entre os dois estúdios vai mexer nas estruturas de ambas as empresas, afetando também o streaming.
Embora detalhes aprofundados não tenham sido revelados, a ideia é juntar as duas plataformas de cada empresa em um “super streaming”, gerando uma maior competitividade no setor.A ideia de unir a HBO Max e o Paramount+ veio à tona pela primeira vez em março deste ano, quando David Ellison, chefe da Paramount, revelou que a empresa pretende concretizar a junção após a conclusão do processo de aquisição da Warner.
“Planejamos unir os dois serviços, o que hoje nos dá um pouco mais de 200 milhões de assinantes no modelo direto ao consumidor”, Ellison explicou em comunicado na época. Ele ainda ressaltou que a medida posicionaria a Paramount em um posto mais atrativo para “competir com os líderes do setor”.
Ainda não se sabe qual nome será adotado no streaming que unirá as duas marcas, mas Ellison comentou que todos os serviços da Paramount estarão disponíveis em um espaço que também vai receber a HBO Max.
Por enquanto, parece que a HBO não sofrerá grandes alterações com a fusão entre a Paramount e a Warner. Selo de qualidade quando falamos de televisão, a HBO também é vista com bons olhos por David Ellison, que garantiu que a emissora vai continuar operando de maneira “independente” em relação aos outros serviços das empresas.
“Planejamos operar de forma independente para que a HBO possa, honestamente, fazer o que faz incrivelmente bem. Acreditamos que a HBO deve continuar sendo a HBO [...] Mas, ao integrar as plataformas, todo o nosso conteúdo poderá alcançar um público ainda maior do que conseguiríamos individualmente”, Ellison afirmou.
Não há mais informações sobre como esse processo vai acontecer, tampouco se a HBO Max será mantida como um serviço dentro da plataforma do Paramount ou se será totalmente integrada. Independente da escolha, o fato é que a fusão entre as duas empresas também vai marcar a união entre grandes franquias da indústria, como Game of Thrones e Star Trek.
Fonte: CBR.
Para quem não acompanhou os desdobramentos da compra da Warner pela Paramount, que conseguiu superar o valor oferecido pela Netflix em uma negociação bilionária, a junção entre os dois estúdios vai mexer nas estruturas de ambas as empresas, afetando também o streaming.
Embora detalhes aprofundados não tenham sido revelados, a ideia é juntar as duas plataformas de cada empresa em um “super streaming”, gerando uma maior competitividade no setor.A ideia de unir a HBO Max e o Paramount+ veio à tona pela primeira vez em março deste ano, quando David Ellison, chefe da Paramount, revelou que a empresa pretende concretizar a junção após a conclusão do processo de aquisição da Warner.
“Planejamos unir os dois serviços, o que hoje nos dá um pouco mais de 200 milhões de assinantes no modelo direto ao consumidor”, Ellison explicou em comunicado na época. Ele ainda ressaltou que a medida posicionaria a Paramount em um posto mais atrativo para “competir com os líderes do setor”.
Ainda não se sabe qual nome será adotado no streaming que unirá as duas marcas, mas Ellison comentou que todos os serviços da Paramount estarão disponíveis em um espaço que também vai receber a HBO Max.
Por enquanto, parece que a HBO não sofrerá grandes alterações com a fusão entre a Paramount e a Warner. Selo de qualidade quando falamos de televisão, a HBO também é vista com bons olhos por David Ellison, que garantiu que a emissora vai continuar operando de maneira “independente” em relação aos outros serviços das empresas.
“Planejamos operar de forma independente para que a HBO possa, honestamente, fazer o que faz incrivelmente bem. Acreditamos que a HBO deve continuar sendo a HBO [...] Mas, ao integrar as plataformas, todo o nosso conteúdo poderá alcançar um público ainda maior do que conseguiríamos individualmente”, Ellison afirmou.
Não há mais informações sobre como esse processo vai acontecer, tampouco se a HBO Max será mantida como um serviço dentro da plataforma do Paramount ou se será totalmente integrada. Independente da escolha, o fato é que a fusão entre as duas empresas também vai marcar a união entre grandes franquias da indústria, como Game of Thrones e Star Trek.
Fonte: CBR.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 05/06/26
As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta sexta-feira, 5, em um ambiente marcado pela liquidação global de ações tech ligadas a semicondutores e pela reavaliação das perspectivas para a política monetária dos Estados Unidos, após o payroll de maio vir acima do esperado.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,07%, a 10.368,05 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,69%, a 24.773,72 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,32%, a 8.218,24 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,56%, a 49.893,05 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,46%, a 18.359,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,13%, a 8.931,54 pontos. As cotações são preliminares.
As ações ligadas à inteligência artificial (IA) continuaram pressionando as fabricantes de chips. A Infineon recuou cerca de 8,7% em Frankfurt, enquanto a ASML perdeu quase 2,2% em Amsterdã, acompanhando o movimento global desencadeado pela reação negativa ao balanço da Broadcom. Em Helsinque, a Nokia cedeu mais de 5,8%, devolvendo parte dos ganhos recentes do setor, que recuou 2,8%.
Dados macroeconômicos também pressionaram os mercados. Uma revisão mostrou que o PIB da zona do euro encolheu 0,2% no 1º trimestre, ante estimativa anterior de alta de 0,1%. Nos Estados Unidos, o payroll de maio superou as expectativas e reforçou as apostas de altas de juros pelo Federal Reserve (Fed) ainda neste ano.
As perspectivas para os juros europeus também seguiram no radar às vésperas da reunião do Banco Central Europeu (BCE) da próxima semana. O Commerzbank prevê alta nas principais taxas do BC comandado por Christine Lagarde na reunião deste mês, com possível sinalização de outra alta futura.
Entre outros destaques, a Raspberry Pi disparou 25,8% em Londres após projetar lucro anual significativamente acima das expectativas do mercado. A Evoke avançou 11,8% depois de aceitar uma oferta de aquisição da Bally's Intralot. Em contrapartida, a Bodycote caiu 12,9% após a Apollo Global Management desistir de formalizar uma proposta de compra da companhia.
Investidores também seguiram acompanhando os desdobramentos do conflito no Oriente Médio e seus potenciais impactos sobre crescimento e inflação.
Fontes: Dow Jones Newswires
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,07%, a 10.368,05 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,69%, a 24.773,72 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,32%, a 8.218,24 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,56%, a 49.893,05 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,46%, a 18.359,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,13%, a 8.931,54 pontos. As cotações são preliminares.
As ações ligadas à inteligência artificial (IA) continuaram pressionando as fabricantes de chips. A Infineon recuou cerca de 8,7% em Frankfurt, enquanto a ASML perdeu quase 2,2% em Amsterdã, acompanhando o movimento global desencadeado pela reação negativa ao balanço da Broadcom. Em Helsinque, a Nokia cedeu mais de 5,8%, devolvendo parte dos ganhos recentes do setor, que recuou 2,8%.
Dados macroeconômicos também pressionaram os mercados. Uma revisão mostrou que o PIB da zona do euro encolheu 0,2% no 1º trimestre, ante estimativa anterior de alta de 0,1%. Nos Estados Unidos, o payroll de maio superou as expectativas e reforçou as apostas de altas de juros pelo Federal Reserve (Fed) ainda neste ano.
As perspectivas para os juros europeus também seguiram no radar às vésperas da reunião do Banco Central Europeu (BCE) da próxima semana. O Commerzbank prevê alta nas principais taxas do BC comandado por Christine Lagarde na reunião deste mês, com possível sinalização de outra alta futura.
Entre outros destaques, a Raspberry Pi disparou 25,8% em Londres após projetar lucro anual significativamente acima das expectativas do mercado. A Evoke avançou 11,8% depois de aceitar uma oferta de aquisição da Bally's Intralot. Em contrapartida, a Bodycote caiu 12,9% após a Apollo Global Management desistir de formalizar uma proposta de compra da companhia.
Investidores também seguiram acompanhando os desdobramentos do conflito no Oriente Médio e seus potenciais impactos sobre crescimento e inflação.
Fontes: Dow Jones Newswires
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 05/06/26
As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta sexta-feira (5), à medida que o tombo de ações ligadas à inteligência artificial em Wall Street na véspera pesou sobre o setor de tecnologia da região.
Liderando as perdas, o índice Kospi caiu 5,54% em Seul, a 8.160,59 pontos. As gigantes de semicondutores Samsung Electronics e SK Hynix registraram quedas de 6,40% e 9,92%, respectivamente.
Em Tóquio, o japonês Nikkei recuou 1,31%, a 66.588,12 pontos, também pressionado por ações relacionadas a chips, como a Tokyo Electron (-6,61%).
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng cedeu 1,15% em Hong Kong, a 24.961,95 pontos, e o Taiex caiu 1,33% em Taiwan, a 45.070,94 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto recuou 0,74%, a 4.027,74 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto teve baixa de 1,33%, a 2.763,92 pontos.
Na véspera, a fabricante de chips Broadcom tombou 12,69% em Nova York, após divulgar projeções abaixo das expectativas em seu último balanço, arrastando para baixo outras ações americanas de tecnologia que vinham sendo impulsionadas pelo entusiasmo com o boom da IA.
A questão do conflito no Oriente Médio também reduziu o apetite por risco na Ásia, em meio a incertezas sobre um novo cessar-fogo entre Israel e Líbano e sobre as chances de que Estados Unidos e Irã cheguem a um acordo para encerrar a guerra, deflagrada há mais de três meses, e reabrir o Estreito de Ormuz, por onde normalmente circulam 20% do petróleo e do gás natural mundiais.
Na Oceania, a bolsa australiana também encerrou o pregão no vermelho: o S&P/ASX 200 caiu 0,70% em Sydney, a 8.625,10 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,46% em Wellington a 13.161,97 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,71% em Moscou a 2.561,57 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,16% em Bombaim a 74.243,34 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Liderando as perdas, o índice Kospi caiu 5,54% em Seul, a 8.160,59 pontos. As gigantes de semicondutores Samsung Electronics e SK Hynix registraram quedas de 6,40% e 9,92%, respectivamente.
Em Tóquio, o japonês Nikkei recuou 1,31%, a 66.588,12 pontos, também pressionado por ações relacionadas a chips, como a Tokyo Electron (-6,61%).
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng cedeu 1,15% em Hong Kong, a 24.961,95 pontos, e o Taiex caiu 1,33% em Taiwan, a 45.070,94 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto recuou 0,74%, a 4.027,74 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto teve baixa de 1,33%, a 2.763,92 pontos.
Na véspera, a fabricante de chips Broadcom tombou 12,69% em Nova York, após divulgar projeções abaixo das expectativas em seu último balanço, arrastando para baixo outras ações americanas de tecnologia que vinham sendo impulsionadas pelo entusiasmo com o boom da IA.
A questão do conflito no Oriente Médio também reduziu o apetite por risco na Ásia, em meio a incertezas sobre um novo cessar-fogo entre Israel e Líbano e sobre as chances de que Estados Unidos e Irã cheguem a um acordo para encerrar a guerra, deflagrada há mais de três meses, e reabrir o Estreito de Ormuz, por onde normalmente circulam 20% do petróleo e do gás natural mundiais.
Na Oceania, a bolsa australiana também encerrou o pregão no vermelho: o S&P/ASX 200 caiu 0,70% em Sydney, a 8.625,10 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,46% em Wellington a 13.161,97 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,71% em Moscou a 2.561,57 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,16% em Bombaim a 74.243,34 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
quinta-feira, 4 de junho de 2026
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