sábado, 21 de fevereiro de 2026
Horóscopo da Lua da semana de 22 de Fevereiro a 28 de Fevereiro de 2026
A lua, ainda em Touro, se deleita com algumas ocupações de natureza materialista. Não resistam. Este é também um momento em que você sentirá a sorte ao seu lado. Talvez belas realizações estejam à sua espera? A lua entra em Gêmeos na terça-feira. Por 2 dias, você viverá alternadamente essa juventude de espírito própria de Gêmeos, mas também uma certa nervosidade que pode ter efeitos prejudiciais em seu entorno.
Em seguida, vem o tempo de compartilhar em família com o famoso signo de Câncer. Aproveite esse impulso, pois você pode precisar da família que está lá para ajudá-lo nos momentos difíceis. Você terminará a semana em Leão. É o signo da criatividade, então aproveite, pois caso contrário, você pode experimentar algumas tensões.
A atmosfera da lua nesta semana
- Domingo, 22 de Fevereiro de 2026, Lua em Touro: Seu parceiro está feliz, você começa a fazer planos. Suas dúvidas ficam de lado, você conduz sua vida amorosa como desejar e descobre que está positivamente criativo. Em casa, paciência e satisfação andam de mãos dadas. Solteiro, hoje é um dia de sorte no campo amoroso. Um encontro que ocorre por acaso pode te desestabilizar. Sem desconfiança, você tentará a sorte.
- Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2026, Lua em Touro: Um pouco de febrilidade, bem natural, colore um clima um tanto agitado e falador, com um perigo de despesas supérfluas, então, cuidado com as finanças! As reações tornam-se mais realistas, a vontade se afirma e as iniciativas ganham força. O clima é sensual e guloso, é um momento perfeito para ir ao restaurante ou se deixar convidar por um mestre-cuca!
- Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2026, Lua em Touro: Você é totalmente capaz de desfazer para refazer melhor, mas não imponha nada a seu redor, eles podem te deixar sozinho durante o dia, que tristeza! Você costuma ter dúvidas sobre seu sucesso pessoal, angustiado por falhar ou até mesmo por ter sucesso. Hoje, sem fazer alarde nem se lançar em grandes debates, você tem a força para derrubar montanhas.
- Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2026, Lua em Gêmeos: É uma lua alegre que o incentiva a manter boas relações com as pessoas que você encontra ou com quem trabalha. Você pode causar uma boa impressão na sociedade, e isso cria o ambiente para projetos que darão frutos saborosos em alguns meses. Deixe-se levar pelo seu desejo de ternura e não reprima suas impulsos de amor e sensualidade. Seu parceiro será sensível a isso e muito receptivo.
- Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2026, Lua em Gêmeos: Todos os negócios comerciais são favorecidos e você pode hoje receber uma verdadeira proposta para uma parceria de longo prazo. Você terá todas as chances de demonstrar suas habilidades de negociador em um piscar de olhos. Seu senso de humor o protege dos obstáculos, você pode salvar um negócio mal encaminhado e recuperar uma situação delicada.
- Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2026, Lua em Câncer: Um encontro inesperado, uma mensagem impactante, e tudo muda. Você achava que passaria um dia comum e agora se vê abalado por uma emoção que não esperava. Não é por acaso, o universo gosta de te surpreender quando você solta o controle, deixe-se levar.
- Sábado, 28 de Fevereiro de 2026, Lua em Câncer: Às vezes, basta uma pequena coisa para mudar toda a perspectiva: uma luz, uma palavra, um gesto. E tudo se ilumina de outra forma. Mantenha os olhos abertos, o universo tem o gênio de inserir sinais no banal. Fique atento, hoje, algo ínfimo pode te abalar.
Monarch: Legado de Monstros | Pôster da 2ª temporada
O Apple TV liberou mais um pôster da 2ª temporada de Monarch: Legado de Monstros, desta vez dando destaque a Godzilla e Kong.
A 2ª temporada de Monarch: Legado de Monstros estreia em 27 de fevereiro no Apple TV. Ao todo, serão 10 episódios.
O novo ano terá o Titã X como vilão. Ele é descrito como “uma calamidade viva”, um monstro aquático e bioluminescente que promete elevar o nível de perigo no MonsterVerse.
Paramount alega ter sinal verde do governo para comprar a Warner
A disputa pela Warner Bros. Discovery (WBD) recebeu um novo capítulo de tensão nesta sexta-feira (20). Em um comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC), a Paramount Skydance, liderada por David Ellison, afirmou que sua proposta de aquisição total da WBD superou um marco crítico de revisão antitruste do Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ), e teria sinal verde para prosseguir. Esse comunicado, no entanto, é visto pelos executivos da Netflix como uma tentativa de ludibriar do acionistas da Warner, que vão votar pelo futuro da empresa em 20 de março.
Nos Estados Unidos, quando duas empresas gigantes decidem se fundir ou entrar em um negócio de compra e venda, elas não podem simplesmente assinar o contrato e começar a trabalhar juntas no dia seguinte. A lei exige que elas notifiquem o Departamento de Justiça (DOJ) ou a Comissão Federal de Comércio (FTC).
Esses são alguns dos mecanismos de defesa do governo norte-americano para evitar monopólios. Basicamente, as autoridades precisam de tempo para analisar se essa união vai prejudicar a concorrência, aumentar os preços para o consumidor ou destruir o mercado.
No caso da proposta hostil da Paramount pela Warner, o DOJ não ficou satisfeito com as informações básicas da primeira notificação, e emitiu uma "Segunda Solicitação". Isso é um pedido profundo de dados: e-mails de executivos, planilhas de projeção, dados de assinantes e estratégias de mercado.
O DOJ dá um prazo de 10 dias para avaliar essas informações, e esse prazo expirou sem que nenhuma resposta fosse dada para a Paramount. Baseado no silêncio do órgão regulador, David Ellison entendeu que o governo aprovou a sua proposta e deu sinal verde para o negócio seguir.
A verdade, no entanto, não é por aí. O fato do prazo ter terminado significa apenas que o impedimento automático de fechar o negócio expirou. O DOJ não "aprova" fusões ou aquisições formalmente; ele simplesmente decide não processar as empresas para impedi-las. O governo, inclusive, pode abrir um processo contra a fusão mesmo depois do prazo ter expirado ou até mesmo depois que as empresas já se fundiram.
É isso que David Hyman, diretor jurídico da Netflix, fez questão de alertar em um comunicado à imprensa: "Eles não garantiram as aprovações necessárias e estão longe de fazê-lo", disparou o executivo, acusando a Paramount de estar mentindo.
Segundo a Netflix, a Paramount está usando o fim do prazo como uma ferramenta de pressão. Ao dizer que "não há impedimento", os executivos tentam convencer os acionistas da Warner de que o negócio com eles é "mais seguro" e "mais rápido", embora, legalmente, o DOJ ainda possa intervir a qualquer momento se encontrar irregularidades.
No momento, a Paramount negocia novamente a aquisição da Warner com a permissão da Netflix. David Ellison comprometeu-se a apresentar uma proposta final até a próxima segunda-feira, 23 de fevereiro.
Apesar da ofensiva da Paramount, o conselho da Warner Bros. Discovery mantém, por enquanto, a recomendação para que seus acionistas votem a favor do acordo com a Netflix, avaliado em US$ 83 bilhões.
Fonte: Variety.
Nos Estados Unidos, quando duas empresas gigantes decidem se fundir ou entrar em um negócio de compra e venda, elas não podem simplesmente assinar o contrato e começar a trabalhar juntas no dia seguinte. A lei exige que elas notifiquem o Departamento de Justiça (DOJ) ou a Comissão Federal de Comércio (FTC).
Esses são alguns dos mecanismos de defesa do governo norte-americano para evitar monopólios. Basicamente, as autoridades precisam de tempo para analisar se essa união vai prejudicar a concorrência, aumentar os preços para o consumidor ou destruir o mercado.
No caso da proposta hostil da Paramount pela Warner, o DOJ não ficou satisfeito com as informações básicas da primeira notificação, e emitiu uma "Segunda Solicitação". Isso é um pedido profundo de dados: e-mails de executivos, planilhas de projeção, dados de assinantes e estratégias de mercado.
O DOJ dá um prazo de 10 dias para avaliar essas informações, e esse prazo expirou sem que nenhuma resposta fosse dada para a Paramount. Baseado no silêncio do órgão regulador, David Ellison entendeu que o governo aprovou a sua proposta e deu sinal verde para o negócio seguir.
A verdade, no entanto, não é por aí. O fato do prazo ter terminado significa apenas que o impedimento automático de fechar o negócio expirou. O DOJ não "aprova" fusões ou aquisições formalmente; ele simplesmente decide não processar as empresas para impedi-las. O governo, inclusive, pode abrir um processo contra a fusão mesmo depois do prazo ter expirado ou até mesmo depois que as empresas já se fundiram.
É isso que David Hyman, diretor jurídico da Netflix, fez questão de alertar em um comunicado à imprensa: "Eles não garantiram as aprovações necessárias e estão longe de fazê-lo", disparou o executivo, acusando a Paramount de estar mentindo.
Segundo a Netflix, a Paramount está usando o fim do prazo como uma ferramenta de pressão. Ao dizer que "não há impedimento", os executivos tentam convencer os acionistas da Warner de que o negócio com eles é "mais seguro" e "mais rápido", embora, legalmente, o DOJ ainda possa intervir a qualquer momento se encontrar irregularidades.
No momento, a Paramount negocia novamente a aquisição da Warner com a permissão da Netflix. David Ellison comprometeu-se a apresentar uma proposta final até a próxima segunda-feira, 23 de fevereiro.
Apesar da ofensiva da Paramount, o conselho da Warner Bros. Discovery mantém, por enquanto, a recomendação para que seus acionistas votem a favor do acordo com a Netflix, avaliado em US$ 83 bilhões.
Fonte: Variety.
Monarch: Legado de Monstros — O Show de Drones
A cidade pode estar bem, mas recordes mundiais foram destruídos.
Monarch: Legacy of Monsters retorna em 27 de fevereiro na Apple TV.
Baseada no Monsterverse da Legendary, esta saga dramática, que abrange três gerações, revela segredos enterrados e as maneiras pelas quais eventos épicos e impactantes podem reverberar em nossas vidas.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 20/02
Bitcoin: R$ 350.539,33 Reais e US$ 67.701,78 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,1758
Dólar turismo: R$ 5,3771
Dólar ptax: R$ 5,2006
Euro comercial: R$ 6,097
Euro turismo: R$ 6.4019
Dólar cai para R$5,1766 após Suprema Corte dos EUA derrubar tarifas de Trump
O dólar fechou a sexta-feira em queda firme no Brasil e novamente abaixo dos R$5,20, acompanhando o recuo da moeda norte-americana no exterior após a Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitar tarifas comerciais impostas pelo presidente Donald Trump.
O dólar à vista fechou a sessão em baixa de 0,99%, aos R$5,1766, o menor valor de fechamento desde 28 de maio de 2024, quando encerrou em R$5,1539. Na semana encurtada pelo Carnaval, a moeda norte-americana acumulou baixa de 1,03% e, no ano, queda de 5,69%. Às 17h06, o dólar futuro para março -- atualmente o mais líquido no Brasil -- cedia 0,77% na B3, aos R$5,1840.
O recuo do dólar no Brasil esteve em sintonia com a baixa quase generalizada da moeda norte-americana ante outras divisas no exterior, após a Suprema Corte rejeitar as tarifas aplicadas por Trump com base em uma lei destinada a ser usada em emergências nacionais.
O tribunal decidiu que a interpretação de que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês) concede a Trump o poder de impor tarifas interferiria nas atribuições do Congresso e violaria a doutrina das "questões principais". Essa doutrina exige que as ações do Poder Executivo de "vasta importância econômica e política" sejam claramente autorizadas pelo Congresso.
Em reação, o dólar despencou ao redor do mundo, atingindo a cotação mínima do pregão de R$5,1739 (-1,04%) no mercado brasileiro às 15h47, quando Trump concedia entrevista nos Estados Unidos prometendo novas medidas. O norte-americano afirmou que assinará uma ordem para impor uma tarifa global de 10%, em conformidade com a Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, e prometeu iniciar novas investigações comerciais.
"Na margem, o fim das tarifas reforça o movimento de reposicionamento global de portfólios estrangeiros, que favoreceu o real e a bolsa brasileira, mas a principal consequência deve ser o aumento da volatilidade cambial diante da incerteza sobre os próximos passos do governo americano", disse André Valério, economista sênior do Inter, em comentário escrito. "Ainda assim, a tendência global de depreciação do dólar permanece."
Às 17h13, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,09%, a 97,798. Pela manhã, o Banco Central do Brasil vendeu apenas US$1 bilhão do total de US$2 bilhões ofertados em dois leilões de linha (venda de dólares com compromisso de recompra) simultâneos, para rolagem dos vencimentos de março. No fim da manhã, o BC vendeu 35.100 contratos do total de 50.000 contratos de swap cambial tradicional, também para a rolagem de março.
Ibovespa fecha acima de 190 mil pela 1ª vez após Suprema Corte dos EUA derrubar tarifas de Trump
O Ibovespa fechou em alta nesta sexta-feira, renovando máximas históricas, com os papéis da Vale e de bancos entre os principais suportes, em pregão marcado por vencimento de opções sobre ações na bolsa paulista. A tendência positiva no pregão ganhou fôlego à tarde, após decisão da Suprema Corte norte-americana, que declarou ilegais parte das tarifas comerciais impostas pelo presidente Donald Trump.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,05%, a 190.517,89 pontos, tendo marcado 190.726,78 na máxima, após 186.700,34 na mínima do dia. Na semana, encurtada pelo Carnaval, avançou 2,17%. O volume financeiro nesta sexta-feira somava R$31 bilhões antes dos ajustes finais.
Bolsas de NY fecham em alta, interpretando noticiário tarifário e com IA no radar
As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta sexta-feira, 20, em uma sessão dominada pelo noticiário intenso sobre as tarifas após a Suprema Corte derrubar as cobranças recíprocas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump. Dados da economia americana ficaram em segundo plano, enquanto persiste a atenção com a inteligência artificial (IA).
O Dow Jones subiu 0,47%, aos 49.625,97 pontos. Já o S&P 500 subiu 0,69%, aos 6.909,51 pontos, e o Nasdaq avançou 0,90%, aos 22.886,07 pontos. Na semana, houve alta de 0,25%, 1,07% e 1,51%, respectivamente.
As bolsas da Europa encerraram o pregão, majoritariamente, em alta
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,56%, a 10.686,89 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,81%, a 25.246,80 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,39%, a 8.515,49 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,48%, a 46.472,98 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 marcou alta de 0,82%, a 18.165,10 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 terminou o pregão em queda de 0,05%, a 9.090,54 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,24% a 2,779.36 pontos.
As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam em baixa
O índice japonês Nikkei caiu 1,12% em Tóquio, a 56.825,70 pontos.
O Hang Seng recuou 1,10% em Hong Kong, a 26.413,35 pontos.
O sul-coreano Kospi subiu 2,31% em Seul, ao nível inédito de 5.808,53 pontos.
O feriado do ano-novo lunar, que ainda mantém fechadas as bolsas da China continental e de Taiwan.
Na Oceania, a bolsa australiana: o índice S&P/ASX 200 recuou 0,05% em Sydney, a 9.081,40 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,38% a 82.814,71 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Dólar comercial: R$ 5,1758
Dólar turismo: R$ 5,3771
Dólar ptax: R$ 5,2006
Euro comercial: R$ 6,097
Euro turismo: R$ 6.4019
Dólar cai para R$5,1766 após Suprema Corte dos EUA derrubar tarifas de Trump
O dólar fechou a sexta-feira em queda firme no Brasil e novamente abaixo dos R$5,20, acompanhando o recuo da moeda norte-americana no exterior após a Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitar tarifas comerciais impostas pelo presidente Donald Trump.
O dólar à vista fechou a sessão em baixa de 0,99%, aos R$5,1766, o menor valor de fechamento desde 28 de maio de 2024, quando encerrou em R$5,1539. Na semana encurtada pelo Carnaval, a moeda norte-americana acumulou baixa de 1,03% e, no ano, queda de 5,69%. Às 17h06, o dólar futuro para março -- atualmente o mais líquido no Brasil -- cedia 0,77% na B3, aos R$5,1840.
O recuo do dólar no Brasil esteve em sintonia com a baixa quase generalizada da moeda norte-americana ante outras divisas no exterior, após a Suprema Corte rejeitar as tarifas aplicadas por Trump com base em uma lei destinada a ser usada em emergências nacionais.
O tribunal decidiu que a interpretação de que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês) concede a Trump o poder de impor tarifas interferiria nas atribuições do Congresso e violaria a doutrina das "questões principais". Essa doutrina exige que as ações do Poder Executivo de "vasta importância econômica e política" sejam claramente autorizadas pelo Congresso.
Em reação, o dólar despencou ao redor do mundo, atingindo a cotação mínima do pregão de R$5,1739 (-1,04%) no mercado brasileiro às 15h47, quando Trump concedia entrevista nos Estados Unidos prometendo novas medidas. O norte-americano afirmou que assinará uma ordem para impor uma tarifa global de 10%, em conformidade com a Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, e prometeu iniciar novas investigações comerciais.
"Na margem, o fim das tarifas reforça o movimento de reposicionamento global de portfólios estrangeiros, que favoreceu o real e a bolsa brasileira, mas a principal consequência deve ser o aumento da volatilidade cambial diante da incerteza sobre os próximos passos do governo americano", disse André Valério, economista sênior do Inter, em comentário escrito. "Ainda assim, a tendência global de depreciação do dólar permanece."
Às 17h13, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,09%, a 97,798. Pela manhã, o Banco Central do Brasil vendeu apenas US$1 bilhão do total de US$2 bilhões ofertados em dois leilões de linha (venda de dólares com compromisso de recompra) simultâneos, para rolagem dos vencimentos de março. No fim da manhã, o BC vendeu 35.100 contratos do total de 50.000 contratos de swap cambial tradicional, também para a rolagem de março.
Ibovespa fecha acima de 190 mil pela 1ª vez após Suprema Corte dos EUA derrubar tarifas de Trump
O Ibovespa fechou em alta nesta sexta-feira, renovando máximas históricas, com os papéis da Vale e de bancos entre os principais suportes, em pregão marcado por vencimento de opções sobre ações na bolsa paulista. A tendência positiva no pregão ganhou fôlego à tarde, após decisão da Suprema Corte norte-americana, que declarou ilegais parte das tarifas comerciais impostas pelo presidente Donald Trump.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,05%, a 190.517,89 pontos, tendo marcado 190.726,78 na máxima, após 186.700,34 na mínima do dia. Na semana, encurtada pelo Carnaval, avançou 2,17%. O volume financeiro nesta sexta-feira somava R$31 bilhões antes dos ajustes finais.
Bolsas de NY fecham em alta, interpretando noticiário tarifário e com IA no radar
As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta sexta-feira, 20, em uma sessão dominada pelo noticiário intenso sobre as tarifas após a Suprema Corte derrubar as cobranças recíprocas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump. Dados da economia americana ficaram em segundo plano, enquanto persiste a atenção com a inteligência artificial (IA).
O Dow Jones subiu 0,47%, aos 49.625,97 pontos. Já o S&P 500 subiu 0,69%, aos 6.909,51 pontos, e o Nasdaq avançou 0,90%, aos 22.886,07 pontos. Na semana, houve alta de 0,25%, 1,07% e 1,51%, respectivamente.
As bolsas da Europa encerraram o pregão, majoritariamente, em alta
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,56%, a 10.686,89 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,81%, a 25.246,80 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,39%, a 8.515,49 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,48%, a 46.472,98 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 marcou alta de 0,82%, a 18.165,10 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 terminou o pregão em queda de 0,05%, a 9.090,54 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,24% a 2,779.36 pontos.
As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam em baixa
O índice japonês Nikkei caiu 1,12% em Tóquio, a 56.825,70 pontos.
O Hang Seng recuou 1,10% em Hong Kong, a 26.413,35 pontos.
O sul-coreano Kospi subiu 2,31% em Seul, ao nível inédito de 5.808,53 pontos.
O feriado do ano-novo lunar, que ainda mantém fechadas as bolsas da China continental e de Taiwan.
Na Oceania, a bolsa australiana: o índice S&P/ASX 200 recuou 0,05% em Sydney, a 9.081,40 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,38% a 82.814,71 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 20/02
As bolsas da Europa encerraram o pregão, majoritariamente, em alta nesta sexta-feira, 20, após a Suprema Corte dos EUA considerar ilegais tarifas do governo norte-americano de Donald Trump, o que pode aliviar a carga sobre algumas das empresas exportadoras da região.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,56%, a 10.686,89 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,81%, a 25.246,80 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,39%, a 8.515,49 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,48%, a 46.472,98 pontos. Em Madri, o Ibex 35 marcou alta de 0,82%, a 18.165,10 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 terminou o pregão em queda de 0,05%, a 9.090,54 pontos. As cotações são preliminares.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,24% a 2,779.36 pontos.
Na semana, FTSE 100 subiu 2,3% e o DAX, 1,3%. O CAC 40 teve ganho de 2,5% e Milão, de 2,3%. O Ibex 35 registrou variação de 2,8% e o PSI 20 terminou com avanço semanal de 1,0%.
Ações de fornecedoras europeias de equipamentos para produção ou montagem de semicondutores avançaram com a decisão contrária à política tarifária de Trump. As ações da ASML Holding subiram 1,4%, enquanto as da concorrente menor ASM International registraram alta de 1,3%. A BE Semiconductor subiu 6,8%. A União Europeia firmou um acordo comercial com os EUA em julho que estabeleceu um teto tarifário de 15% para as exportações de semicondutores da UE.
Nomes ligados ao setor de luxo também foram embalados pela decisão das tarifas, como LVMH (4,4%) e Hermès (3,6%). A distribuidora de bebidas Pernod Ricard subiu 3,5%.
A Anglo American ganhou 1,33% em Londres após resultados.Na ponta macroeconômica, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro subiu acima das expectativas. Na Alemanha e no Reino Unido, os PMIs equivalentes também surpreenderam positivamente.
“Consideramos que os dados de hoje estão em grande parte de acordo com nossa previsão de uma melhora no crescimento da demanda interna na zona do euro, impulsionada pela indústria manufatureira e pela Alemanha”, escreveram analistas do Goldman Sachs.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,56%, a 10.686,89 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,81%, a 25.246,80 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,39%, a 8.515,49 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,48%, a 46.472,98 pontos. Em Madri, o Ibex 35 marcou alta de 0,82%, a 18.165,10 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 terminou o pregão em queda de 0,05%, a 9.090,54 pontos. As cotações são preliminares.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,24% a 2,779.36 pontos.
Na semana, FTSE 100 subiu 2,3% e o DAX, 1,3%. O CAC 40 teve ganho de 2,5% e Milão, de 2,3%. O Ibex 35 registrou variação de 2,8% e o PSI 20 terminou com avanço semanal de 1,0%.
Ações de fornecedoras europeias de equipamentos para produção ou montagem de semicondutores avançaram com a decisão contrária à política tarifária de Trump. As ações da ASML Holding subiram 1,4%, enquanto as da concorrente menor ASM International registraram alta de 1,3%. A BE Semiconductor subiu 6,8%. A União Europeia firmou um acordo comercial com os EUA em julho que estabeleceu um teto tarifário de 15% para as exportações de semicondutores da UE.
Nomes ligados ao setor de luxo também foram embalados pela decisão das tarifas, como LVMH (4,4%) e Hermès (3,6%). A distribuidora de bebidas Pernod Ricard subiu 3,5%.
A Anglo American ganhou 1,33% em Londres após resultados.Na ponta macroeconômica, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro subiu acima das expectativas. Na Alemanha e no Reino Unido, os PMIs equivalentes também surpreenderam positivamente.
“Consideramos que os dados de hoje estão em grande parte de acordo com nossa previsão de uma melhora no crescimento da demanda interna na zona do euro, impulsionada pela indústria manufatureira e pela Alemanha”, escreveram analistas do Goldman Sachs.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia: 20/02
As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam em baixa nesta sexta-feira (20), depois de preocupações renovadas com IA (inteligência artificial) pesarem em Wall Street ontem e em meio a temores de possível conflito entre Estados Unidos e Irã. Na contramão, o mercado sul-coreano avançou a novo recorde pelo segundo dia consecutivo.
O índice japonês Nikkei caiu 1,12% em Tóquio, a 56.825,70 pontos, pressionado por ações financeiras e do setor automotivo. Já o Hang Seng recuou 1,10% em Hong Kong, a 26.413,35 pontos, na volta do feriado do ano-novo lunar, que ainda mantém fechadas as bolsas da China continental e de Taiwan.
Por outro lado, o sul-coreano Kospi subiu 2,31% em Seul, ao nível inédito de 5.808,53 pontos, graças a ações de defesa, de energia e financeiras.
Ontem, os mercados acionários de Nova York voltaram a cair, após dois pregões de alta, à medida que preocupações sobre os riscos ligados a grandes investimentos em IA voltaram a pesar no sentimento dos investidores em Wall Street.
No front geopolítico, o presidente Donald Trump sugeriu que os Estados Unidos podem atacar o Irã caso os dois lados não cheguem a um acordo, em até 15 dias, sobre o programa nuclear de Teerã.
Na Oceania, a bolsa australiana acompanhou o viés negativo da Ásia e fechou em baixa marginal: o índice S&P/ASX 200 recuou 0,05% em Sydney, a 9.081,40 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,38% a 82.814,71 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
O índice japonês Nikkei caiu 1,12% em Tóquio, a 56.825,70 pontos, pressionado por ações financeiras e do setor automotivo. Já o Hang Seng recuou 1,10% em Hong Kong, a 26.413,35 pontos, na volta do feriado do ano-novo lunar, que ainda mantém fechadas as bolsas da China continental e de Taiwan.
Por outro lado, o sul-coreano Kospi subiu 2,31% em Seul, ao nível inédito de 5.808,53 pontos, graças a ações de defesa, de energia e financeiras.
Ontem, os mercados acionários de Nova York voltaram a cair, após dois pregões de alta, à medida que preocupações sobre os riscos ligados a grandes investimentos em IA voltaram a pesar no sentimento dos investidores em Wall Street.
No front geopolítico, o presidente Donald Trump sugeriu que os Estados Unidos podem atacar o Irã caso os dois lados não cheguem a um acordo, em até 15 dias, sobre o programa nuclear de Teerã.
Na Oceania, a bolsa australiana acompanhou o viés negativo da Ásia e fechou em baixa marginal: o índice S&P/ASX 200 recuou 0,05% em Sydney, a 9.081,40 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,38% a 82.814,71 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Demolidor: Renascido 2 exibe novo visual do Mercenário e mais em artes
Com o Mercenário recebendo um visual que finalmente se aproxima dos quadrinhos, Demolidor: Renascido recebe novas artes oficiais de sua aguardada 2ª temporada.
Retornando muito em breve no streaming com episódios inéditos, os materiais disponibilizados nas redes, ainda trazem um novo olhar para a rivalidade de Matt Murdock e do Rei do Crime e Jessica Jones.
Nos próximos capítulos, veremos Murdock formar seu próprio exército para combater as forças de Wilson Fisk, o atual Prefeito de Nova York, que pretende dizimar qualquer resquício dos vigilantes mascarados.
A 2ª temporada da série da Marvel Studios tem lançamento agendado para o próximo dia 24 de março no Disney+, enquanto os episódios serão lançados semanalmente.
O 3º ano do show já está confirmado, e a produção começará muito em breve.
Retornando muito em breve no streaming com episódios inéditos, os materiais disponibilizados nas redes, ainda trazem um novo olhar para a rivalidade de Matt Murdock e do Rei do Crime e Jessica Jones.
Nos próximos capítulos, veremos Murdock formar seu próprio exército para combater as forças de Wilson Fisk, o atual Prefeito de Nova York, que pretende dizimar qualquer resquício dos vigilantes mascarados.
A 2ª temporada da série da Marvel Studios tem lançamento agendado para o próximo dia 24 de março no Disney+, enquanto os episódios serão lançados semanalmente.
O 3º ano do show já está confirmado, e a produção começará muito em breve.
Mandaloriano e Grogu novo pôster
O Império do mal caiu, e senhores da guerra imperiais permanecem espalhados pela galáxia. Enquanto a jovem Nova República luta para proteger tudo aquilo pelo que a Rebelião lutou, ela conta com a ajuda do lendário caçador de recompensas mandaloriano Din Djarin (Pedro Pascal) e seu jovem aprendiz Grogu.
Dirigido por Jon Favreau e estrelado por Pedro Pascal como o Mandaloriano, Sigourney Weaver como Coronel Ward e Jeremy Allen White como Rotta, o Hutt, o novo trailer inclui uma nova visão de Zeb Orrelios, agora pilotando para a Nova República, e de outras espécies, incluindo um caçador de recompensas Kyuzo, um cozinheiro ardeniano dublado por Martin Scorsese e os diminutos Anzellans. Também vemos Mando sem máscara, o que levanta todos os tipos de questões sobre a jornada que o aguarda.
Star Wars: The Mandalorian e Grogu é produzido por Jon Favreau, Kathleen Kennedy, Dave Filoni e Ian Bryce, com música composta por Ludwig Göransson.
Prepare-se para The Mandalorian e Grogu, da Lucasfilm, uma aventura inédita de Star Wars filmada para IMAX e com estreia exclusiva nos cinemas em 21 de maio de 2026.
Dirigido por Jon Favreau e estrelado por Pedro Pascal como o Mandaloriano, Sigourney Weaver como Coronel Ward e Jeremy Allen White como Rotta, o Hutt, o novo trailer inclui uma nova visão de Zeb Orrelios, agora pilotando para a Nova República, e de outras espécies, incluindo um caçador de recompensas Kyuzo, um cozinheiro ardeniano dublado por Martin Scorsese e os diminutos Anzellans. Também vemos Mando sem máscara, o que levanta todos os tipos de questões sobre a jornada que o aguarda.
Star Wars: The Mandalorian e Grogu é produzido por Jon Favreau, Kathleen Kennedy, Dave Filoni e Ian Bryce, com música composta por Ludwig Göransson.
Prepare-se para The Mandalorian e Grogu, da Lucasfilm, uma aventura inédita de Star Wars filmada para IMAX e com estreia exclusiva nos cinemas em 21 de maio de 2026.
Percy Jackson e os Olimpianos escala Ming-Na Wen e Jennifer Beals como deusas
O Olimpo vai ganhar reforços de peso na terceira temporada de Percy Jackson e os Olimpianos. A série do Disney+ baseada nos livros de Rick Riordan confirmou a entrada de novos nomes para interpretar divindades importantes da mitologia grega. Entre eles estão duas atrizes bastante conhecidas do público.
Segundo a Variety, Ming-Na Wen, Jennifer Beals e Hubert Smielecki foram escalados como participações especiais.
Ming-Na Wen dará vida a Hera, rainha do Olimpo e esposa de Zeus. Deusa do casamento e da família, Hera não tolera as traições do marido e ocupa posição de destaque entre os deuses. Além de sua autoridade, ela é uma das poucas divindades com filhos que também fazem parte do conselho olímpico, o que lhe garante influência nas disputas internas.
Jennifer Beals interpretará Deméter, deusa da agricultura, das colheitas e do ciclo de vida e morte. Irmã respeitada de Zeus, Deméter carrega memórias da guerra contra os Titãs e está disposta a agir para impedir o retorno de seu pai, Cronos.
Hubert Smielecki apareceu recentemente na série Ransom Canyon, da Netflix, em cenas de flashback que ajudaram a iniciar a trama.
Segundo a Variety, Ming-Na Wen, Jennifer Beals e Hubert Smielecki foram escalados como participações especiais.
Ming-Na Wen dará vida a Hera, rainha do Olimpo e esposa de Zeus. Deusa do casamento e da família, Hera não tolera as traições do marido e ocupa posição de destaque entre os deuses. Além de sua autoridade, ela é uma das poucas divindades com filhos que também fazem parte do conselho olímpico, o que lhe garante influência nas disputas internas.
Jennifer Beals interpretará Deméter, deusa da agricultura, das colheitas e do ciclo de vida e morte. Irmã respeitada de Zeus, Deméter carrega memórias da guerra contra os Titãs e está disposta a agir para impedir o retorno de seu pai, Cronos.
Ming-Na Wen tem uma longa ligação com a Disney. Ela foi a voz original de Mulan na animação de 1998 e também participou de produções como Marvel – Agentes da S.H.I.E.L.D., além de integrar o universo de Star Wars em The Mandalorian e O Livro de Boba Fett.
Jennifer Beals ficou famosa mundialmente por protagonizar Flashdance e também por seu papel em The L Word e na sequência The L Word: Generation Q. Ela também esteve em O Livro de Boba Fett.
Hubert Smielecki apareceu recentemente na série Ransom Canyon, da Netflix, em cenas de flashback que ajudaram a iniciar a trama.
Site do Facebook Messenger será encerrado em breve
A Meta vai encerrar o site independente do Facebook Messenger. A partir de abril de 2026, o endereço messenger.com deixará de funcionar e será redirecionado automaticamente para a área de mensagens dentro do Facebook.
O Messenger funcionava como uma alternativa para aqueles que preferiam conversar sem navegar pelo feed ou outros recursos do Facebook. Já para as pessoas que não tem uma conta na rede social, a alternativa é continuar suas conversas pelo aplicativo para Android ou iOS, que não será afetado.
O objetivo da mudança é unificar a experiência no desktop e concentrar todos os acessos em um único domínio. Vale ressaltar que, apesar do fim do site separado, todos os recursos continuam disponíveis no novo acesso, incluindo envio de mensagens, chamadas de voz e vídeo, emojis, stickers e acesso ao histórico de conversas.
Para garantir que o histórico de conversas seja salvo, é necessário que o usuário tenha ativado o armazenamento seguro para manter o histórico criptografado e criado um PIN antes da migração para recuperar as conversas.
App do Facebook Messenger para PC também foi encerrado
A mudança no navegador reforça um movimento que já havia começado em 2025. O aplicativo do Messenger para Windows foi descontinuado em 14 de dezembro de 2025, data em que o login foi bloqueado e o programa deixou de funcionar.
No macOS, o encerramento ocorreu após um período de transição de 60 dias contados a partir do envio das notificações aos usuários. Durante esse prazo, o app continuou operando normalmente, mas mostrava um aviso sobre a descontinuação.
Agora, para acessar o serviço no desktop, os usuários também precisam recorrer à versão integrada ao Facebook, em facebook.com/messages. Já os aplicativos para Android e iOS continuam disponíveis e funcionando sem perspectiva de mudanças.
O Messenger funcionava como uma alternativa para aqueles que preferiam conversar sem navegar pelo feed ou outros recursos do Facebook. Já para as pessoas que não tem uma conta na rede social, a alternativa é continuar suas conversas pelo aplicativo para Android ou iOS, que não será afetado.
O objetivo da mudança é unificar a experiência no desktop e concentrar todos os acessos em um único domínio. Vale ressaltar que, apesar do fim do site separado, todos os recursos continuam disponíveis no novo acesso, incluindo envio de mensagens, chamadas de voz e vídeo, emojis, stickers e acesso ao histórico de conversas.
Para garantir que o histórico de conversas seja salvo, é necessário que o usuário tenha ativado o armazenamento seguro para manter o histórico criptografado e criado um PIN antes da migração para recuperar as conversas.
App do Facebook Messenger para PC também foi encerrado
A mudança no navegador reforça um movimento que já havia começado em 2025. O aplicativo do Messenger para Windows foi descontinuado em 14 de dezembro de 2025, data em que o login foi bloqueado e o programa deixou de funcionar.
No macOS, o encerramento ocorreu após um período de transição de 60 dias contados a partir do envio das notificações aos usuários. Durante esse prazo, o app continuou operando normalmente, mas mostrava um aviso sobre a descontinuação.
Agora, para acessar o serviço no desktop, os usuários também precisam recorrer à versão integrada ao Facebook, em facebook.com/messages. Já os aplicativos para Android e iOS continuam disponíveis e funcionando sem perspectiva de mudanças.
Bilheterias Brasil: 12 a 15/02/26
O morro dos ventos uivantes (Warner) assegurou a movimentação alta nos cinemas.
Em seu primeiro dia em cartaz, em mais de 730 cinemas e 1,3 mil salas, o filme foi visto por 43 mil pessoas, gerando R$ 1 milhão, segundo dados estimados do Filme B Box Office Brasil. Com isso, tomou a liderança de A empregada (Paris), que, entretanto, segue com apelo.
A expectativa em torno de O morro dos ventos uivantes era grande por algumas razões. A arrebatadora história de amor marca o retorno de Margot Robbie em seu primeiro grande papel desde o fenômeno Barbie (2023).
Zootopia 2 caiu uma posição, ficando em terceiro, a animação Um cabra bom de bola estreia na quarta posição e fechando o top cinco Avatar: Fogo e Cinzas.
Caminhos do Crime estreia mal na sexta posição.
1.O morro dos ventos uivantes - R$5.3 M
2.A empregada - R$4.1 M
3.Zootopia 2 - R$2.5 M
4.Um cabra bom de bola - R$2.3 M
5.Avatar: Fogo e Cinzas - R$1.7 M
6.Caminhos do Crime - R$1.11 M
7.Destruição final 2 - R$1.1 M
8.O Agente Secreto - R$1.0 M
9.Hamnet: A vida antes de Hamlet - R$801 mil
10.Marty Supreme - R$437 mil1.Wuthering Heights - R$5.3 M
2.The Housemaid - R$4.1 M
3.Zootopia 2 - R$2.5 M
4.GOAT - R$2.3 M
5.Avatar: Fire and Ash - R$1.7 M
6.Crime 101 - R$1.11 M
7.Greenland 2: Migration - R$1.1 M
8.The Secret Agent - R$1.0 M
9.Hamnet - R$801 mil
10.Marty Supreme - R$437 mil
Em seu primeiro dia em cartaz, em mais de 730 cinemas e 1,3 mil salas, o filme foi visto por 43 mil pessoas, gerando R$ 1 milhão, segundo dados estimados do Filme B Box Office Brasil. Com isso, tomou a liderança de A empregada (Paris), que, entretanto, segue com apelo.
A expectativa em torno de O morro dos ventos uivantes era grande por algumas razões. A arrebatadora história de amor marca o retorno de Margot Robbie em seu primeiro grande papel desde o fenômeno Barbie (2023).
Zootopia 2 caiu uma posição, ficando em terceiro, a animação Um cabra bom de bola estreia na quarta posição e fechando o top cinco Avatar: Fogo e Cinzas.
Caminhos do Crime estreia mal na sexta posição.
1.O morro dos ventos uivantes - R$5.3 M
2.A empregada - R$4.1 M
3.Zootopia 2 - R$2.5 M
4.Um cabra bom de bola - R$2.3 M
5.Avatar: Fogo e Cinzas - R$1.7 M
6.Caminhos do Crime - R$1.11 M
7.Destruição final 2 - R$1.1 M
8.O Agente Secreto - R$1.0 M
9.Hamnet: A vida antes de Hamlet - R$801 mil
10.Marty Supreme - R$437 mil1.Wuthering Heights - R$5.3 M
2.The Housemaid - R$4.1 M
3.Zootopia 2 - R$2.5 M
4.GOAT - R$2.3 M
5.Avatar: Fire and Ash - R$1.7 M
6.Crime 101 - R$1.11 M
7.Greenland 2: Migration - R$1.1 M
8.The Secret Agent - R$1.0 M
9.Hamnet - R$801 mil
10.Marty Supreme - R$437 mil
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 19/02
Bitcoin: R$ 350.022,00 Reais e US$ 66.919,98 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,2271
Dólar turismo: R$ 5,4281
Dólar ptax: R$ 5,2257
Euro comercial: R$ 6,150
Euro turismo: R$ 6.4574
Dólar fecha estável em meio a fluxo de investimentos para o Brasil
O dólar fechou a quinta-feira perto da estabilidade ante o real, ainda que no exterior a moeda norte-americana tenha sustentado ganhos ante as demais divisas, com alguns agentes citando o efeito do fluxo de entrada de recursos no país sobre as cotações.
O dólar à vista fechou a sessão com leve baixa de 0,04%, aos R$5,2282. No ano, a divisa agora acumula baixa de 4,75%. Às 17h15, o dólar futuro para março -- atualmente o mais líquido no Brasil -- cedia 0,19% na B3, aos R$5,2390. O volume era elevado, com mais de 314 mil contratos de dólar para março negociados.
A acomodação do dólar no Brasil contrastou com o exterior, onde a moeda sustentou ganhos ante a maior parte das demais divisas, com os investidores atentos aos dados econômicos divulgados nos EUA e à mobilização de tropas norte-americanas ao redor do Irã. O dólar exibiu ganhos em relação a divisas fortes como o euro, a libra e o iene, além de avançar ante moedas pares do real como o rand sul-africano, o peso chileno e o peso mexicano. Às 17h05, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- subia 0,20%, a 97,895.
No Brasil, o dólar se manteve próximo da estabilidade, chegando a registrar leves quedas em alguns momentos. "O dólar abriu em alta, acompanhando exterior, mas virou em função de fluxo para o Brasil. O exportador está vendendo o que havia represado durante o período de Carnaval", pontuou no início da tarde o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik. "E há também fluxo para a bolsa."
Favorecido pelo fluxo, o Ibovespa sustentou ganho superior a 1% durante boa parte da sessão. Um operador ouvido pela Reuters também citou o fluxo de entrada de recursos no país para justificar o desempenho mais fraco do dólar ante o real nesta quinta-feira. Durante a tarde, o Banco Central informou que o Brasil registrou fluxo cambial positivo de US$1,488 bilhão em fevereiro até dia 13. Somente na semana passada entraram líquidos no país US$1,783 bilhão, em meio aos relatos de investimentos estrangeiros para a bolsa.
Mais cedo nesta quinta-feira, os agentes digeriram os dados do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). Considerado uma espécie de prévia para o Produto Interno Bruto (PIB), o IBC-Br cedeu 0,2% em dezembro ante novembro, na série com ajuste sazonal. A retração foi inferior à baixa de 0,5% projetada por economistas em pesquisa da Reuters.
"O IBC-Br mais resiliente reforçou a percepção de cortes mais graduais da Selic, preservando o diferencial de juros ainda elevado e favorecendo estratégias de carry trade", pontuou Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad. Atualmente, a Selic está em 15% ao ano, mas o mercado espera que o Banco Central inicie o ciclo de cortes em março -- resta saber se com redução de 25 ou de 50 pontos-base.
O diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos -- cuja taxa de referência hoje está na faixa de 3,50% a 3,75% -- vem sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, conduzindo as cotações do dólar a patamares mais baixos nos últimos meses. No fim da manhã, o Banco Central vendeu 40.000 do total de 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de março.
Ibovespa avança mais de 1% com Axia e Petrobras em destaque
O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira, ultrapassando os 188 mil pontos, com Axia entre os principais suportes diante da perspectiva de migração para o Novo Mercado, assim como Petrobras, com novo avanço do petróleo no exterior.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,21%, a 188.259,16 pontos, de acordo com dados preliminares, tendo chegado a 188.687,12 pontos na máxima e marcado 185.927,99 pontos na mínima do dia.
Wall Street encerra em baixa com queda da Nvidia e de ações de private equity
Wall Street encerrou em baixa nesta quinta-feira, com perdas em empresas de private equity e fraqueza na Nvidia e na Apple, enquanto ganhos impulsionados por balanços em ações industriais limitaram as perdas.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 0,28%, para 6.861,09 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,31%, para 22.682,37 pontos. O Dow Jones caiu 0,55%, para 49.388,87 pontos.
As bolsas da Europa encerraram o pregão em queda
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,55%, a 10.627,04 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 1,03%, a 25.017,98 pontos.
Em Paris, o CAC 40 recuou 0,36%, a 8.398,78 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB cedeu 1,22%, a 45.794,22 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 registrou variação negativa de 0,99%, a 18.017,50 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,52%, a 9.095,00 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve queda de 0,21% a 2.773,16 pontos.
As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam em alta
Coreia do Sul, o índice Kospi saltou 3,09% em Seul, ao patamar inédito de 5.677,25 pontos.
Em Tóquio, o Nikkei subiu 0,57%, a 57.467,83 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana, com avanço de 0,88% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 9.086,20 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 1,48% a 82.498,14 pontos.
Na China continental, assim como em Hong Kong e Taiwan, os mercados permaneceram fechados devido ao feriado do ano-novo lunar.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Dólar comercial: R$ 5,2271
Dólar turismo: R$ 5,4281
Dólar ptax: R$ 5,2257
Euro comercial: R$ 6,150
Euro turismo: R$ 6.4574
Dólar fecha estável em meio a fluxo de investimentos para o Brasil
O dólar fechou a quinta-feira perto da estabilidade ante o real, ainda que no exterior a moeda norte-americana tenha sustentado ganhos ante as demais divisas, com alguns agentes citando o efeito do fluxo de entrada de recursos no país sobre as cotações.
O dólar à vista fechou a sessão com leve baixa de 0,04%, aos R$5,2282. No ano, a divisa agora acumula baixa de 4,75%. Às 17h15, o dólar futuro para março -- atualmente o mais líquido no Brasil -- cedia 0,19% na B3, aos R$5,2390. O volume era elevado, com mais de 314 mil contratos de dólar para março negociados.
A acomodação do dólar no Brasil contrastou com o exterior, onde a moeda sustentou ganhos ante a maior parte das demais divisas, com os investidores atentos aos dados econômicos divulgados nos EUA e à mobilização de tropas norte-americanas ao redor do Irã. O dólar exibiu ganhos em relação a divisas fortes como o euro, a libra e o iene, além de avançar ante moedas pares do real como o rand sul-africano, o peso chileno e o peso mexicano. Às 17h05, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- subia 0,20%, a 97,895.
No Brasil, o dólar se manteve próximo da estabilidade, chegando a registrar leves quedas em alguns momentos. "O dólar abriu em alta, acompanhando exterior, mas virou em função de fluxo para o Brasil. O exportador está vendendo o que havia represado durante o período de Carnaval", pontuou no início da tarde o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik. "E há também fluxo para a bolsa."
Favorecido pelo fluxo, o Ibovespa sustentou ganho superior a 1% durante boa parte da sessão. Um operador ouvido pela Reuters também citou o fluxo de entrada de recursos no país para justificar o desempenho mais fraco do dólar ante o real nesta quinta-feira. Durante a tarde, o Banco Central informou que o Brasil registrou fluxo cambial positivo de US$1,488 bilhão em fevereiro até dia 13. Somente na semana passada entraram líquidos no país US$1,783 bilhão, em meio aos relatos de investimentos estrangeiros para a bolsa.
Mais cedo nesta quinta-feira, os agentes digeriram os dados do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). Considerado uma espécie de prévia para o Produto Interno Bruto (PIB), o IBC-Br cedeu 0,2% em dezembro ante novembro, na série com ajuste sazonal. A retração foi inferior à baixa de 0,5% projetada por economistas em pesquisa da Reuters.
"O IBC-Br mais resiliente reforçou a percepção de cortes mais graduais da Selic, preservando o diferencial de juros ainda elevado e favorecendo estratégias de carry trade", pontuou Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad. Atualmente, a Selic está em 15% ao ano, mas o mercado espera que o Banco Central inicie o ciclo de cortes em março -- resta saber se com redução de 25 ou de 50 pontos-base.
O diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos -- cuja taxa de referência hoje está na faixa de 3,50% a 3,75% -- vem sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, conduzindo as cotações do dólar a patamares mais baixos nos últimos meses. No fim da manhã, o Banco Central vendeu 40.000 do total de 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de março.
Ibovespa avança mais de 1% com Axia e Petrobras em destaque
O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira, ultrapassando os 188 mil pontos, com Axia entre os principais suportes diante da perspectiva de migração para o Novo Mercado, assim como Petrobras, com novo avanço do petróleo no exterior.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,21%, a 188.259,16 pontos, de acordo com dados preliminares, tendo chegado a 188.687,12 pontos na máxima e marcado 185.927,99 pontos na mínima do dia.
Wall Street encerra em baixa com queda da Nvidia e de ações de private equity
Wall Street encerrou em baixa nesta quinta-feira, com perdas em empresas de private equity e fraqueza na Nvidia e na Apple, enquanto ganhos impulsionados por balanços em ações industriais limitaram as perdas.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 0,28%, para 6.861,09 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,31%, para 22.682,37 pontos. O Dow Jones caiu 0,55%, para 49.388,87 pontos.
As bolsas da Europa encerraram o pregão em queda
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,55%, a 10.627,04 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 1,03%, a 25.017,98 pontos.
Em Paris, o CAC 40 recuou 0,36%, a 8.398,78 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB cedeu 1,22%, a 45.794,22 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 registrou variação negativa de 0,99%, a 18.017,50 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,52%, a 9.095,00 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve queda de 0,21% a 2.773,16 pontos.
As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam em alta
Coreia do Sul, o índice Kospi saltou 3,09% em Seul, ao patamar inédito de 5.677,25 pontos.
Em Tóquio, o Nikkei subiu 0,57%, a 57.467,83 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana, com avanço de 0,88% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 9.086,20 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 1,48% a 82.498,14 pontos.
Na China continental, assim como em Hong Kong e Taiwan, os mercados permaneceram fechados devido ao feriado do ano-novo lunar.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 19/02
As bolsas da Europa encerraram o pregão em queda nesta quinta-feira (19) pressionadas pelo sentimento de cautela global diante ponderações sobre o investimento em tecnologia e IA (inteligência artificial), bem como o impasse geopolítico entre EUA e Irã. O mercado também reagiu aos resultados corporativos de importantes empresas europeias.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,55%, a 10.627,04 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 1,03%, a 25.017,98 pontos. Em Paris, o CAC 40 recuou 0,36%, a 8.398,78 pontos. Em Milão, o FTSE MIB cedeu 1,22%, a 45.794,22 pontos. Em Madri, o Ibex 35 registrou variação negativa de 0,99%, a 18.017,50 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,52%, a 9.095,00 pontos. As cotações são preliminares.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve queda de 0,21% a 2.773,16 pontos.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta tarde que é preciso um acordo com o Irã e que algo referente ao pacto pode ser descoberto em cerca de 10 dias, reiterando que "coisas ruins podem acontecer" na ausência de um acordo com Teerã, prolongando o ambiente de incertezas.
Segundo o The Times, o Reino Unido se recusou em permitir o uso de bases militares britânicas por Trump para realizar uma ofensiva.Na Europa, drones ucranianos atingiram uma refinaria de petróleo da Rússia, com a persistência do impasse nas negociações de paz. O subíndice de petróleo e gás do Stoxx 600 subia 0,9%, em linha com a alta da commodity, mas o setor de defesa caía 0,92%, realizando ganhos recentes.
As praças europeias também foram pressionadas pela cautela com o setor de tecnologia em Wall Street, bem como resultados corporativos da gigante mineradora Rio Tinto (-3,9%), da montadora francesa Renault (-2,8%) e da fabricante de aviões Airbus (-7%). Na contramão, a suíça Nestlé avançou 4,2% e a Air France-KLM saltou 13,3%.
Na ponta macroeconômica, o índice de confiança do consumidor da zona do euro subiu a -12,2, segundo a leitura preliminar de fevereiro. Por outro lado, em novo Boletim Econômico, o BCE (Banco Central Europeu) menciona que há um ambiente global desafiador, o que impulsiona a incerteza e volatilidade.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,55%, a 10.627,04 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 1,03%, a 25.017,98 pontos. Em Paris, o CAC 40 recuou 0,36%, a 8.398,78 pontos. Em Milão, o FTSE MIB cedeu 1,22%, a 45.794,22 pontos. Em Madri, o Ibex 35 registrou variação negativa de 0,99%, a 18.017,50 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,52%, a 9.095,00 pontos. As cotações são preliminares.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve queda de 0,21% a 2.773,16 pontos.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta tarde que é preciso um acordo com o Irã e que algo referente ao pacto pode ser descoberto em cerca de 10 dias, reiterando que "coisas ruins podem acontecer" na ausência de um acordo com Teerã, prolongando o ambiente de incertezas.
Segundo o The Times, o Reino Unido se recusou em permitir o uso de bases militares britânicas por Trump para realizar uma ofensiva.Na Europa, drones ucranianos atingiram uma refinaria de petróleo da Rússia, com a persistência do impasse nas negociações de paz. O subíndice de petróleo e gás do Stoxx 600 subia 0,9%, em linha com a alta da commodity, mas o setor de defesa caía 0,92%, realizando ganhos recentes.
As praças europeias também foram pressionadas pela cautela com o setor de tecnologia em Wall Street, bem como resultados corporativos da gigante mineradora Rio Tinto (-3,9%), da montadora francesa Renault (-2,8%) e da fabricante de aviões Airbus (-7%). Na contramão, a suíça Nestlé avançou 4,2% e a Air France-KLM saltou 13,3%.
Na ponta macroeconômica, o índice de confiança do consumidor da zona do euro subiu a -12,2, segundo a leitura preliminar de fevereiro. Por outro lado, em novo Boletim Econômico, o BCE (Banco Central Europeu) menciona que há um ambiente global desafiador, o que impulsiona a incerteza e volatilidade.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia: 19/02
As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam em alta nesta quinta-feira (19), com novo recorde em Seul, acompanhando o desempenho positivo de Wall Street ontem.
Na volta do feriado de ano-novo na Coreia do Sul, o índice Kospi saltou 3,09% em Seul, ao patamar inédito de 5.677,25 pontos, impulsionado pelas fabricantes de semicondutores Samsung Electronics (+4,86%) e SK Hynix (+1,59%).
Em Tóquio, o Nikkei subiu 0,57%, a 57.467,83 pontos, um dia após a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, ser confirmada no cargo pela Câmara Baixa do Parlamento. Ontem, a premiê ultraconservadora prometeu acelerar reformas e buscar maior cooperação com o governo Trump.
Na China continental, assim como em Hong Kong e Taiwan, os mercados permaneceram fechados devido ao feriado do ano-novo lunar.
Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no azul hoje, com avanço de 0,88% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 9.086,20 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 1,48% a 82.498,14 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Na volta do feriado de ano-novo na Coreia do Sul, o índice Kospi saltou 3,09% em Seul, ao patamar inédito de 5.677,25 pontos, impulsionado pelas fabricantes de semicondutores Samsung Electronics (+4,86%) e SK Hynix (+1,59%).
Em Tóquio, o Nikkei subiu 0,57%, a 57.467,83 pontos, um dia após a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, ser confirmada no cargo pela Câmara Baixa do Parlamento. Ontem, a premiê ultraconservadora prometeu acelerar reformas e buscar maior cooperação com o governo Trump.
Na China continental, assim como em Hong Kong e Taiwan, os mercados permaneceram fechados devido ao feriado do ano-novo lunar.
Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no azul hoje, com avanço de 0,88% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 9.086,20 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 1,48% a 82.498,14 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
WhatsApp terá opção para enviar spoilers por mensagens ocultas
Usuários do WhatsApp poderão, em breve, utilizar um recurso de spoiler ao enviar mensagens na plataforma. A novidade foi revelada pelo site WABetaInfo e está relacionada a opções de formatação de conteúdo compartilhado no mensageiro.
O novo recurso foi descoberto após o lançamento da versão beta 2.26.7.10 do mensageiro voltada a dispositivos Android, disponibilizada na Google Play Store. Os indícios iniciais apontam que essa opção de formatação terá suporte apenas para texto, mas a expectativa é que, no futuro, imagens também possam ser “escondidas”.
Os spoilers devem funcionar como uma alternativa às mensagens de visualização única, que atualmente têm suporte para fotos e vídeos no mensageiro da Meta e "escondem" o que é enviado.
Como usar o recurso de spoiler no WhatsApp?
As informações do WABetaInfo revelam que o recurso de ocultar o conteúdo de uma mensagem poderá ser usado ao selecionar o texto na barra de digitação. O botão “spoiler” deve aparecer no mesmo local onde podem ser selecionadas formatações como “bold”, “italic”, “monospace” e “strikethrough”.
Uma vez selecionada a alternativa de ocultar o texto, os usuários visualizarão duas barras verticais antes e duas depois da mensagem, antes de ela ser enviada. Quando for compartilhada na conversa, a mensagem com spoiler aparecerá coberta por um efeito de desfoque. Os participantes terão de tocar no balão da mensagem para visualizar o conteúdo.
O recurso de spoiler ainda está em fase de desenvolvimento pelo WhatsApp, e a expectativa é que seja liberado para todos os usuários do aplicativo em uma atualização futura.
Fonte: WABetaInfo
O novo recurso foi descoberto após o lançamento da versão beta 2.26.7.10 do mensageiro voltada a dispositivos Android, disponibilizada na Google Play Store. Os indícios iniciais apontam que essa opção de formatação terá suporte apenas para texto, mas a expectativa é que, no futuro, imagens também possam ser “escondidas”.
Os spoilers devem funcionar como uma alternativa às mensagens de visualização única, que atualmente têm suporte para fotos e vídeos no mensageiro da Meta e "escondem" o que é enviado.
Como usar o recurso de spoiler no WhatsApp?
As informações do WABetaInfo revelam que o recurso de ocultar o conteúdo de uma mensagem poderá ser usado ao selecionar o texto na barra de digitação. O botão “spoiler” deve aparecer no mesmo local onde podem ser selecionadas formatações como “bold”, “italic”, “monospace” e “strikethrough”.
Uma vez selecionada a alternativa de ocultar o texto, os usuários visualizarão duas barras verticais antes e duas depois da mensagem, antes de ela ser enviada. Quando for compartilhada na conversa, a mensagem com spoiler aparecerá coberta por um efeito de desfoque. Os participantes terão de tocar no balão da mensagem para visualizar o conteúdo.
O recurso de spoiler ainda está em fase de desenvolvimento pelo WhatsApp, e a expectativa é que seja liberado para todos os usuários do aplicativo em uma atualização futura.
Fonte: WABetaInfo
A Caçada — Trailer oficial | Apple TV+
O inimigo mais perigoso é aquele que você não vê. Benoît Magimel e Mélanie Laurent estrelam o suspense eletrizante A Caçada – disponível a partir de 4 de março no Apple TV.
Franck (Magimel) e seus amigos de longa data costumam passar os fins de semana caçando juntos. Mas, em um domingo, eles se deparam com outro grupo de caçadores que, sem explicação, começa a atacá-los. Quando um deles é baleado, os amigos revidam e derrubam um dos agressores. Depois de uma fuga por pouco bem-sucedida, os quatro decidem manter o ocorrido em segredo. Franck tenta retomar a rotina ao lado da mulher, Krystel (Laurent), mas, nos dias seguintes, começa a sentir que ele e os amigos estão sendo observados. Ou, pior, rastreados por caçadores que agora buscam vingança.
Além de Magimel e Laurent, “A Caçada” conta ainda com Damien Bonnard, Manuel Guillot, Cédric Appietto, Angelyna Danabe-Mignot, Paul Beaurepaire, Yann Goven, Sarah Pachoud e Patrick De Vallette no elenco.
Dirigida por Cédric Anger, a série é uma produção do estúdio Gaumont, com produção executiva de Sidonie Dumas, Isabelle Degeorges, Clémentine Vaudaux e Alexis Barqueiro, pela Gaumont.
Franck (Magimel) e seus amigos de longa data costumam passar os fins de semana caçando juntos. Mas, em um domingo, eles se deparam com outro grupo de caçadores que, sem explicação, começa a atacá-los. Quando um deles é baleado, os amigos revidam e derrubam um dos agressores. Depois de uma fuga por pouco bem-sucedida, os quatro decidem manter o ocorrido em segredo. Franck tenta retomar a rotina ao lado da mulher, Krystel (Laurent), mas, nos dias seguintes, começa a sentir que ele e os amigos estão sendo observados. Ou, pior, rastreados por caçadores que agora buscam vingança.
Além de Magimel e Laurent, “A Caçada” conta ainda com Damien Bonnard, Manuel Guillot, Cédric Appietto, Angelyna Danabe-Mignot, Paul Beaurepaire, Yann Goven, Sarah Pachoud e Patrick De Vallette no elenco.
Dirigida por Cédric Anger, a série é uma produção do estúdio Gaumont, com produção executiva de Sidonie Dumas, Isabelle Degeorges, Clémentine Vaudaux e Alexis Barqueiro, pela Gaumont.
A Casa do Dragão - Temporada 3 | Teaser Oficial | HBO Max
O poder absoluto está ao seu alcance.
Estrelado por: Olivia Cooke, Emma D’Arcy, Matt Smith
Sinopse: O reinado da Casa Targaryen começa. Baseada em "Fogo e Sangue", de George R.R. Martin, "A Casa do Dragão" se passa quase 200 anos antes dos eventos de "Game of Thrones", contando a história da guerra civil Targaryen, com os filhos do Rei Viserys I Targaryen lutando pelo controle do Trono de Ferro.
A terceira temporada de A Casa Do Dragão chega em junho na HBO Max.
Estrelado por: Olivia Cooke, Emma D’Arcy, Matt Smith
Sinopse: O reinado da Casa Targaryen começa. Baseada em "Fogo e Sangue", de George R.R. Martin, "A Casa do Dragão" se passa quase 200 anos antes dos eventos de "Game of Thrones", contando a história da guerra civil Targaryen, com os filhos do Rei Viserys I Targaryen lutando pelo controle do Trono de Ferro.
A terceira temporada de A Casa Do Dragão chega em junho na HBO Max.
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