sábado, 13 de junho de 2026
Paramount: compra da Warner Bros. Discovery é aprovada
A decisão, divulgada ontem sexta-feira (12) pelo Politico, permite que a Paramount se combine com a empresa de entretenimento e mídia por trás de um vasto estúdio de cinema e televisão, CNN e o serviço de streaming HBO Max, que seria combinado com o Paramount+ para criar uma nova plataforma com aproximadamente 200 milhões de assinantes.
Após uma análise extensa, autoridades do Departamento de Justiça determinaram que a transação não representava uma ameaça à concorrência e optaram por não contestá-la. O departamento aprovou a fusão sem exigir desinvestimentos, remédios comportamentais ou concessões.
Em comunicado, a Divisão Antitruste disse que sua revisão de oito meses “determinou, com base nas evidências recebidas em sua investigação, que a transação não é provável que resulte em danos à concorrência ou aos consumidores estadunidenses” e poderia aumentar a competição ao criar um concorrente mais forte em streaming, televisão e cinema.
O departamento informou que os investigadores revisaram mais de dois milhões de documentos, conduziram horas de depoimentos e trabalharam junto com procuradores-gerais estaduais antes de chegar à decisão.
Três semanas atrás, o CEO da Paramount, David Ellison, passou aproximadamente duas horas em reunião presencial com autoridades da Divisão Antitruste, incluindo advogados de carreira. Durante a sessão, os funcionários pressionaram Ellison com perguntas sobre a transação e seus efeitos competitivos até ficarem satisfeitos por terem esgotado suas preocupações.
A aprovação do Departamento de Justiça não encerra o escrutínio legal da fusão. O Procurador-Geral da Califórnia, Rob Bonta, tem revisado a transação e ainda pode processar para bloquear o acordo, apesar dos reguladores federais aprovarem.
“A fusão da Warner Bros. e Paramount permanece sob investigação pelo Departamento de Justiça da Califórnia”, disse um porta-voz do escritório de Bonta.
F 1 GP de Barcelona-Catalunha: Grid de largada
Um dia um pouco complicado para Gabriel Bortoleto. No calor do traçado na Catalunha, o brasileiro não conseguiu avançar o Q3 e vai largar em 12º.
Após a pausa, apenas a Mercedes foi para duas tentativas, todo o restante foi para apenas uma.
Detalhes da corrida Data: amanhã, 10:00
Circuito: Circuito da Catalunha
sexta-feira, 12 de junho de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 12/06/26
Dólar comercial: R$ 5,0618
Dólar turismo: R$ 5,2662
Euro comercial: R$ 5,857
Libra: R$ 6,809
Dólar à vista fecha em baixa de 0,76%, a R$5,0610 na venda
O dólar fechou a sexta-feira em queda no Brasil e novamente abaixo dos R$5,10, acompanhando o recuo da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, em meio à esperança de que um acordo seja finalmente assinado por Estados Unidos e Irã.
No Brasil, destaque para os novos dados de inflação divulgados pela manhã, que mantiveram a incerteza sobre se o Banco Central voltará ou não a cortar juros na próxima semana. O dólar à vista fechou o dia com baixa de 0,76%, aos R$5,0610. Na semana, a divisa acumulou baixa de 1,83% e, no ano, queda de 7,80% ante o real. Às 17h07, o dólar futuro para julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- cedia 0,83% na B3, aos R$5,0825.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA, o índice oficial de inflação, subiu 0,58% em maio, ficando abaixo da alta de 0,67% de abril, mas acima do avanço de 0,53% projetado por economistas consultados pela Reuters. Nos 12 meses até maio, o indicador acumulou alta de 4,72%, acima dos 4,66% projetados.
Embora o índice cheio tenha ficado acima do esperado, a abertura do indicador mostrou melhora em alguns componentes, mantendo a incerteza entre os agentes sobre o que o Banco Central anunciará na próxima semana: um corte adicional da Selic ou a manutenção da taxa básica.
Atualmente a Selic está em 14,50% ao ano, bem acima das taxas praticadas em países como EUA e Japão, e este diferencial de juros vinha sendo apontado nos últimos meses como um fator favorável à atração de dólares para o Brasil.
Na cena geopolítica, termos de um memorando proposto para pôr fim à guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, divulgados por fontes ocidentais, paquistanesas e iranianas, atraiu críticas do presidente norte-americano, Donald Trump. Em uma publicação em rede social, Trump não especificou o que havia de impreciso nos relatos sobre o acordo proposto, mas afirmou que "os termos que o Irã vazou para notícias falsas não têm nada a ver com os termos que foram acordados por escrito".
De acordo com as informações sobre o memorando relatadas por fontes à Reuters, os EUA forneceriam imediatamente ao Irã bilhões de dólares em ativos descongelados e suspenderiam as sanções às suas exportações de petróleo. Em troca, o Irã suspenderia, o bloqueio ao Estreito de Ormuz. Todas as fontes enfatizaram que o texto ainda não era definitivo, com algumas afirmando que uma questão fundamental ainda a ser resolvida era a linguagem sobre o fim das hostilidades no Líbano.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, afirmou nesta sexta-feira que as negociações nucleares com os EUA só devem ocorrer em uma fase posterior e não vão avançar, a menos que um acordo provisório já proposto seja implementado. Ele disse que esse acordo provisório deve incluir a reabertura do Estreito de Ormuz e o fim dos conflitos em diversas frentes e acrescentou que um memorando de entendimento ainda não foi assinado e pode sofrer alterações.
Na véspera, Trump havia afirmado que havia cancelado novos ataques ao Irã na quinta-feira porque um acordo havia sido alcançado, alimentando expectativas de um desfecho para o conflito que começou no final de fevereiro. "Apesar dos ruídos ao longo da manhã e das divergências sobre os termos finais do acordo, prevaleceu a percepção de que um entendimento entre Washington e Teerã está mais próximo", afirmou o analista de investimentos Bruno Shahini, da Nomad.
Nesse contexto, o barril de petróleo sob o contrato Brent fechou em queda de 3,37%, a US$87,33.
"A possibilidade de um avanço nas negociações para o encerramento do conflito entre Estados Unidos e Irã pressionou o mercado de petróleo, com o Brent voltando à região dos US$90 por barril, e acabou pesando sobre ações como Petrobras", destacou o especialista em investimentos Josias Bento, sócio da GT Capital.
Ibovespa assegura 1º ganho semanal desde abril
O Ibovespa fechou com um declínio modesto nesta sexta-feira, ditado principalmente pela queda das ações da Petrobras, mas assegurou a primeira alta semanal desde abril. A última sessão da semana não teve uma direção única, com investidores atentos ao noticiário geopolítico e à estreia das ações da SpaceX após o maior IPO da história, mas também repercutindo dados de inflação no Brasil.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa encerrou com decréscimo de 0,21%, a 171.132,66 pontos, após oscilar entre a mínima de 169.992,77 e a máxima de 172.544,54. O volume financeiro no pregão somou R$23,78 bilhões.
Na semana, o Ibovespa acumulou uma alta de 1,25%, encerrando uma série de oito perdas semanais, a maior sequência na série histórica, conforme dados da LSEG.
Wall Street fecha em alta com esperanças de um acordo de paz com Irã e estreia histórica da SpaceX
As ações dos Estados Unidos fecharam em alta nesta sexta-feira, com investidores mantendo a esperança de um acordo de paz entre o Irã e os Estados Unidos e com as ações da SpaceX disparando em sua estreia na bolsa, tornando-se a maior oferta pública inicial da história de Wall Street.
O S&P 500 subiu 36,30 pontos, ou 0,51%, fechando em 7.431,83 pontos,
Nasdaq Composite subiu 77,77 pontos, ou 0,30%, para 25.887,43.
O Dow Jones Industrial Average subiu 353,42 pontos, ou 0,71%, para 51.208,20.
As bolsas europeias fecharam em alta firme
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 1,63%, a 10.471,72 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 1,66%, a 24.612,56 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,83%, a 8.350,87 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,97%, a 51.497,21 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 2,50%, a 18.747,10 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0 76%, a 9.093,82 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam em alta
Kospi saltou 4,63% em Seul, a 8.123,62 pontos.
Em Tóquio, Nikkei avançou 2,81%, a 66.020,04 pontos.
Hang Seng subiu 1,93% em Hong Kong, a 24.718,10 pontos.
Taiex avançou 2,36% em Taiwan, a 44.169,04 pontos.
Na China continental, o Shanghai Composite teve alta de 1,12%, a 4.031,51 pontos,
menos abrangente Shenzhen Composite subiu 0,99%, a 2.697,17 pontos.
A bolsa da Austrália, o S&P/ASX 200 avançou 1,98% em Sydney, a 8.804,00 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 1,45% em Wellington a 13.393,87 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,22% em Moscou a 2.515,33 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 2,30% em Bombaim a 75.527,95 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 12/06/26
Wall Street fecha em alta com esperanças de um acordo de paz com Irã e estreia histórica da SpaceX
As ações dos Estados Unidos fecharam em alta nesta sexta-feira, com investidores mantendo a esperança de um acordo de paz entre o Irã e os Estados Unidos e com as ações da SpaceX disparando em sua estreia na bolsa, tornando-se a maior oferta pública inicial da história de Wall Street.
Os Estados Unidos e o Irã sinalizaram que um acordo para encerrar a guerra está próximo, com um autoridade de alto escalão do governo norte-americano afirmando haver uma minuta de proposta que agrada a ambas as partes. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou várias vezes desde meados de março que um acordo com o Irã para encerrar a guerra estava próximo.
Os participantes do mercado estavam de olho nas ações da SpaceX de Elon Musk, que começaram a ser negociadas na Nasdaq nesta sexta-feira. Suas ações subiram acima do preço de IPO de US$135 cada, avaliando a empresa em mais de US$2 trilhões. As ações de outras empresas do setor espacial, que dispararam na véspera da estreia, recuaram na sexta-feira, incluindo a Rocket Lab, a Intuitive Machines e a Planet Labs.
O progresso relatado nas negociações de paz ajudou a melhorar o clima, disse Jake Dollarhide, diretor executivo da Longbow Asset Management em Tulsa, Oklahoma. "Ainda há esperança de um acordo de paz. Trump cancelou os ataques... Terceiros estão confirmando que um acordo de paz está sendo feito."
Isso pressiona os preços do petróleo e reduz as preocupações com o aumento da inflação e das taxas de juros, disse ele. Os investidores também estavam de olho na reunião de política monetária do Federal Reserve da próxima semana, que será a primeira sob a liderança de Kevin Warsh.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 subiu 36,30 pontos, ou 0,51%, fechando em 7.431,83 pontos, enquanto o Nasdaq Composite subiu 77,77 pontos, ou 0,30%, para 25.887,43. O Dow Jones Industrial Average subiu 353,42 pontos, ou 0,71%, para 51.208,20.
Analistas acreditam que parte da fraqueza das ações dos EUA e da queda do bitcoin na semana passada pode ser devido aos operadores reduzindo suas posições antes da estreia da SpaceX. A SpaceX está agora classificada entre as maiores empresas de capital aberto dos EUA.
Mike Dickson, chefe de pesquisa e estratégias quantitativas da Horizon Investments em Charlotte, Carolina do Norte, disse que ficou surpreso com a falta de volatilidade da SpaceX até o momento, dada a expectativa em torno da oferta pública inicial (IPO). As ações da Tesla, outra empresa de Musk que é negociada com um prêmio em relação aos seus lucros, fecharam em alta.
Estima-se que apenas cerca de 3% a 4% das ações da SpaceX estarão disponíveis para negociação, com uma grande parcela destinada a investidores de varejo. As aberturas de capital das empresas de IA OpenAI e Anthropic também são muito aguardadas para o final do ano. A SpaceX, que também inclui a Starlink e a xAI, já desafiou algumas convenções de Wall Street.
Alguns analistas, no entanto, expressaram cautela em relação aos fundamentos da empresa, que registrou mais de US$4 bilhões em prejuízos anuais no ano passado. Entre as empresas que registraram queda no dia, a Adobe caiu após a saída do diretor financeiro Dan Durn.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 12/06/26
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 1,63%, a 10.471,72 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 1,66%, a 24.612,56 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,83%, a 8.350,87 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,97%, a 51.497,21 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 2,50%, a 18.747,10 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0 76%, a 9.093,82 pontos. As cotações são preliminares.
Investidores acompanharam novos desdobramentos das negociações entre Washington e Teerã. Apesar de o presidente dos EUA, Donald Trump, acusar o Irã de divulgar informações falsas sobre os termos de um eventual acordo, o chanceler iraniano, Abbas Araghchi, afirmou que o memorando de entendimento “nunca esteve tão próximo” da conclusão.
A queda do petróleo reforçou a percepção de menor pressão inflacionária. Para o Deutsche Bank, o recuo da commodity e a expectativa de reabertura do Estreito de Ormuz levaram investidores a reduzir apostas em novas altas rápidas de juros. Já a Jefferies avaliou que o mercado permanece em “modo de alívio”, diante da possibilidade de evitar uma nova escalada do conflito. Na agenda econômica, a inflação anual ao consumidor da Alemanha desacelerou para 2,6% em maio, enquanto a produção industrial do Reino Unido ficou estável no mês, abaixo da expectativa do mercado.
Companhias ligadas a viagens e lazer se destacaram na Europa, com alta de 4,75% no setor, refletindo a perspectiva de combustíveis mais baratos e melhora da atividade econômica. Entre as farmacêuticas, a Novo Nordisk subiu cerca de 1,6% depois que o Reino Unido aprovou a versão em comprimido do medicamento para perda de peso Wegovy. Bancos europeus figuraram entre os principais suportes dos índices, acompanhando a melhora do sentimento de risco no continente. O setor teve forte alta de 3,9%.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 12/06/26
Liderando os ganhos, o índice sul-coreano Kospi saltou 4,63% em Seul, a 8.123,62 pontos. Em Tóquio, o japonês Nikkei avançou 2,81%, a 66.020,04 pontos.
Já o Hang Seng subiu 1,93% em Hong Kong, a 24.718,10 pontos, interrompendo uma sequência de sete pregões negativos, enquanto o Taiex avançou 2,36% em Taiwan, a 44.169,04 pontos.
Na China continental, o Shanghai Composite teve alta de 1,12%, a 4.031,51 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composite subiu 0,99%, a 2.697,17 pontos.
Ontem, Trump cancelou um novo ataque planejado contra o Irã após líderes do país persa supostamente terem aprovado um acordo preliminar com os EUA para suspender as hostilidades.
No fim da madrugada, circularam relatos de que o acerto prevê que Washington se comprometa a suspender as sanções ao petróleo iraniano e que Teerã garanta a reabertura do Estreito de Ormuz, por onde, em condições normais, transita cerca de 20% do petróleo mundial. Em reação a esses detalhes, o petróleo Brent - referência internacional - caía mais de 4% no início da manhã, para cerca de US$ 86,5 por barril.
Na Oceania, a bolsa da Austrália também foi impulsionada pelo otimismo em torno de um possível acordo entre EUA e Irã: o S&P/ASX 200 avançou 1,98% em Sydney, a 8.804,00 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 1,45% em Wellington a 13.393,87 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,22% em Moscou a 2.515,33 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 2,30% em Bombaim a 75.527,95 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Dia D Filme arrecada US$ 12,5 milhões em estreia
A trama acompanha o colapso global após uma descoberta devastadora: governos esconderam durante décadas evidências da existência de vida extraterrestre. O caos começa quando, durante uma transmissão ao vivo, uma meteorologista é aparentemente dominada por uma força invisível e passa a emitir sons perturbadores diante das câmeras, desencadeando uma onda de mistérios e pânico ao redor do mundo.
A partir desse evento inexplicável, vem à tona uma gigantesca conspiração envolvendo líderes mundiais que sabiam há anos sobre a presença de inteligência alienígena e trabalharam para manter tudo em segredo.
Dia D já disponível nos cinemas brasileiros.
Gatto | Trailer Oficial Dublado Legendado
Endividado com um chefe da máfia felina, um gato preto chamado Nero se vê obrigado a formar uma amizade inesperada que pode finalmente ajudá-lo a encontrar seu propósito.
Gatto será o 32º longa-metragem animado da Pixar. A estreia no Brasil está marcada para 4 de março de 2027.
quinta-feira, 11 de junho de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 11/06/26
Dólar comercial: R$ 5,1010
Dólar turismo: R$ 5,3168
Euro comercial: R$ 5,907
Libra: R$ 6,866
Dólar cai a R$5,10 após Trump cancelar ataques e falar em acordo com o Irã
O dólar fechou a quinta-feira com baixa firme ante o real, superior a 1%, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cancelar ataques contra o Irã programados para a noite e falar em acordo entre os países.
O enfraquecimento do dólar no Brasil esteve em sintonia com a queda da divisa norte-americana ante outras moedas de países emergentes no exterior, com o mercado de modo geral reagindo positivamente às falas de Trump. O dólar à vista encerrou o dia com baixa de 1,40%, aos R$5,1000. No ano, a divisa passou a acumular queda de 7,09% ante o real. Às 17h03, o dólar futuro para julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- cedia 1,62% na B3, aos R$5,1240.
Na noite de quarta-feira os EUA voltaram a atingir alguns alvos no Irã, mas ainda assim a moeda norte-americana recuava ante outras divisas de países emergentes durante a manhã desta quinta, em meio à expectativa de que os países pudessem chegar a um acordo.
"Algumas moedas ligadas a commodities estão ganhando do dólar, e aqui o câmbio segue o mesmo ritmo", comentou mais cedo o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik, acrescentando que havia "certo cansaço" no mercado com as ameaças de Trump ao Irã. Depois de afirmar pela manhã que os EUA atacariam o Irã "com muita força esta noite", à tarde Trump anunciou o cancelamento das ações, o que fez o dólar acelerar as perdas ante as demais divisas. O movimento se intensificou no fim da tarde, após Trump afirmar que os EUA fizeram "um ótimo acordo" com o Irã. Segundo ele, o vice-presidente JD Vance participará da assinatura, que deve ocorrer na Europa no fim de semana.
Depois de marcar a cotação máxima de R$5,1823 (+0,19%) às 9h34, ainda na primeira hora da sessão, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,0911 (-1,60%) às 16h31, logo após Trump falar sobre o acordo. No exterior, o anúncio também ampliou as perdas da moeda norte-americana. Às 17h08, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,40%, a 99,654.
No mesmo horário, o euro era negociado a US$1,15825, em alta de 0,41% no dia, após o Banco Central Europeu (BCE) ter elevado mais cedo suas taxas de juros pela primeira vez em quase três anos, buscando conter a inflação gerada pela guerra no Oriente Médio.
Ibovespa fecha em alta com alívio no cenário geopolítico
O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira, orbitando os 172 mil pontos no melhor momento, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar cancelamento de ataques planejados contra o Irã e citar um acordo que deve ser finalizado nos próximos dias.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,71%, a 171.497,24 pontos, tendo alcançado 171.926,72 a máxima, após recuar. Na mínima do dia, chegou a recuar a 168.280,39 pontos. O volume financeiro somou R$30,88 bilhões.
Os principais índices de Wall Street encerraram a sessão com fortes altas
O índice S&P 500 subiu 1,75%, fechando em 7.394,30 pontos,
Nasdaq Composite subiu 2,54%, para 25.809,66.
O Dow Jones Industrial Average subiu 1,86%, para 50.848,75 pontos.
As bolsas europeias fecharam em alta
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,48%, a 10.303,88 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,06%, a 24.209,89 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,48%, a 8.200,80 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,95%, a 50.504,74 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,01%, a 18.326,40 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,44%, a 9.024,89 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única
O Nikkei em Tóquio com alta marginal de 0,06%, a 64.217,27 pontos,
Em Seul, o sul-coreano Kospi teve modesta alta de 0,43%, a 7.763,95 pontos.
Hang Seng caiu 0,65% em Hong Kong, a 24.249,29 pontos,
Taiex cedeu 0,18% em Taiwan, a 43.149,46 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto registrou leve queda de 0,16%, a 3.987,01 pontos,
menos abrangente Shenzhen Composto recuou 0,66%, a 2.670,73 pontos.
A bolsa da Austrália com baixa de 0,23% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.633,20 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,39% em Wellington a 13.202,16 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,29% em Moscou a 2.513,58 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,20% em Bombaim a 73.832,55 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 11/06/26
Os três principais índices registraram seus maiores ganhos percentuais diários desde 8 de abril, quando os EUA e o Irã concordaram com um cessar-fogo temporário. Horas antes dos ataques previstos, Trump disse em sua rede social Truth Social que as negociações com Teerã haviam avançado até os mais altos níveis da liderança iraniana e haviam sido aprovadas por uma ampla coalizão de potências regionais. Mais tarde ele disse que EUA e Irã poderiam assinar um acordo de paz já neste final de semana que pode reabrir o tráfego de navios pelo estreito de Ormuz.
Os preços do petróleo caíram acentuadamente, enquanto as ações ampliaram sua recuperação após a liquidação da sessão anterior. Na quarta-feira, os principais índices de Wall Street caíram mais de 1%.
O índice S&P 500 subiu 1,75%, fechando em 7.394,30 pontos, enquanto o Nasdaq Composite subiu 2,54%, para 25.809,66. O Dow Jones Industrial Average subiu 1,86%, para 50.848,75 pontos.
Na sexta-feira, todas as atenções estarão voltadas para as ações da SpaceX, que devem começar a ser negociadas na Nasdaq. A empresa precificou a maior oferta pública inicial de ações (IPO) da história dos EUA nesta quinta-feira a US$135 por papel, tornando a companhia uma das empresas mais valiosas do mundo.
O IPO arrecadou um valor recorde de US$75 bilhões com a venda de 555,56 milhões de ações. A avaliação da empresa foi de US$1,77 trilhão, um recorde para uma oferta pública inicial.
O volume negociado nas bolsas norte-americanas foi de 21,41 bilhões de ações, em comparação com a média de 20,7 bilhões para o pregão completo nos últimos 20 dias de negociação.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 11/06/26
O apetite por risco também foi favorecido pela esperança de avanço nas negociações no Oriente Médio, apesar da sinalização do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de novos bombardeiros contra o Irã.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,48%, a 10.303,88 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,06%, a 24.209,89 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,48%, a 8.200,80 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,95%, a 50.504,74 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,01%, a 18.326,40 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,44%, a 9.024,89 pontos. As cotações são preliminares.
Como esperado, o BCE elevou suas taxas de juros em 25 pontos-base, citando os efeitos inflacionários da disparada dos preços de energia decorrente da guerra no Oriente Médio. A instituição também revisou para cima suas projeções de inflação até 2027 e reduziu as estimativas de crescimento econômico.
A presidente Christine Lagarde afirmou que a inflação está começando a se disseminar por diferentes setores da economia e reiterou que os riscos para os preços seguem inclinados para cima, mas evitou se comprometer com uma trajetória pré-determinada de juros.
No contexto geopolítico, Trump afirmou que os EUA realização ataques "muito duros" contra o Irã na noite desta quinta e disse que pretende tomar a Ilha de Kharg, mas ressaltou que a via diplomática segue aberta.
O setor de petróleo e gás, apesar da oscilação da commodity ao longo do dia, subiu cerca de 2,1%. O setor bancário subiu 0,7% e o setor tech, 1,2%.
A Hugo Boss disparou cerca de 9,8% com a oferta de cerca de 1,98 bilhão de euros feita pelo britânico Frasers Group (+1,6%) para assumir o controle da companhia alemã de moda. Em Londres, a Halma cedeu 15,9% após divulgar projeções consideradas decepcionantes para o próximo exercício.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 10/06/26
O índice japonês Nikkei encerrou os negócios em Tóquio com alta marginal de 0,06%, a 64.217,27 pontos, revertendo perdas de mais cedo no pregão. Em Seul, o sul-coreano Kospi teve modesta alta de 0,43%, a 7.763,95 pontos.
Já o Hang Seng caiu 0,65% em Hong Kong, a 24.249,29 pontos, e o Taiex cedeu 0,18% em Taiwan, a 43.149,46 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto registrou leve queda de 0,16%, a 3.987,01 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto recuou 0,66%, a 2.670,73 pontos.
Ontem, Wall Street sofreu fortes perdas generalizadas, lideradas pelo Nasdaq - índice composto principalmente por ações de tecnologia -, em meio a preocupações persistentes sobre a valorização excessiva de papéis relacionados ao boom da IA.
No âmbito geopolítico, EUA e Irã trocaram novos ataques nas últimas horas, mas Washington afirmou ter "concluído" a mais recente rodada de bombardeios. No fim da madrugada, o petróleo Brent - referência internacional - caía mais de 1%.
Na Oceania, a bolsa da Austrália ficou no vermelho hoje, com baixa de 0,23% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.633,20 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,39% em Wellington a 13.202,16 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,29% em Moscou a 2.513,58 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,20% em Bombaim a 73.832,55 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Dia D Filme de Spielberg ganha novo pôster
O longa estreou nesta quinta (11) nos cinemas brasileiros.
A trama acompanha o colapso global após uma descoberta devastadora: governos esconderam durante décadas evidências da existência de vida extraterrestre. O caos começa quando, durante uma transmissão ao vivo, uma meteorologista é aparentemente dominada por uma força invisível e passa a emitir sons perturbadores diante das câmeras, desencadeando uma onda de mistérios e pânico ao redor do mundo.
A partir desse evento inexplicável, vem à tona uma gigantesca conspiração envolvendo líderes mundiais que sabiam há anos sobre a presença de inteligência alienígena e trabalharam para manter tudo em segredo.
O elenco conta com Emily Blunt, Josh O'Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo e Wyatt Russell.
Gatto: Pixar revela teaser trailer e pôster
Dirigido pelo italiano Enrico Casarosa e produzido por Andrea Warren, mesma dupla responsável pelo aclamado “Luca” (2021), o filme estreia nos cinemas brasileiros em 4 de março de 2027. Mark Ruffalo empresta a voz ao protagonista do longa, que promete encantar o público com um visual inédito: a animação mescla técnicas de 3D com ilustrações feitas à mão.
Em “Gatto”, após anos andando pelo litoral da Itália, Nero começa a questionar se viveu como deveria. Em dívida com o chefe da máfia felina local, o gato preto se vê em um dilema, sendo forçado a criar uma amizade improvável que pode finalmente ajudá-lo a alcançar seu propósito, antes que o lado misterioso e sombrio de Veneza leve a melhor sobre ele.
Coração Selvagem | Trailer Oficial | DUB | LEG
Ex-soldado das Forças Especiais ferido e seu cão militar lutam para sobreviver na selvagem região do Alasca e encontrar o caminho de volta para casa.
Protagonizado por Brad Pitt e dirigido por David Ayer. 24 de setembro, somente nos cinemas.
Estrelas: Brad Pitt, J.K. Simmons, Anna Lambe
Código: Vingança | Trailer Oficial Dublado
Estrelas: Jason Statham, Annabelle Wallis, Adrian Lester
Data de lançamento: 20 de agosto de 2026 (Brasil)
Uma Casa na Pradaria | Trailer oficial
A família Ingalls começa uma nova vida no Oeste, um lugar que combina os encantos da natureza e uma luta constante pela sobrevivência.
Elenco: Luke Bracey, Crosby Fitzgerald, Alice Halsey, Skywalker Hughes, Warren Christie, Jocko Sims, Meegwun Fairbrother, Alyssa Wapanatâhk, Wren Zhawenim Gotts, Barrett Doss
Operação: Lioness | Teaser Oficial | Temporada 3
A agente da CIA Joe (Saldaña), especialista em operações de combate ao terrorismo, é convocada para participar de um programa chamado Lioness. A protagonista deve treinar a fuzileira Cruz Manuelos (Laysla De Oliveira), uma militar de passado obscuro, em uma missão de espionagem no Oriente Médio.
Supervisionada por Kaitlyn Meade (Kidman), uma oficial do alto escalão da CIA, Joe instrui Manuelos a ficar mais íntima de Aaliyah Amrohi (Stephanie Nur), filha de um suposto terrorista que planeja um ataque contra os Estados Unidos.
Elenco Além de Nicole Kidman, Zoe Saldaña e Morgan Freeman, Laysla De Oliveira, Michael Kelly, Stephanie Nur, Dave Annable, Jill Wagner, LaMonica Garrett, entre outros.
Assista 2 de agosto só no Paramount+.

















































