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sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Homem-Aranha: Um Novo Dia segue quebrando recordes

Os primeiros dias em cartaz já seriam suficientes para colocar Homem-Aranha: Um Novo Dia entre os maiores fenômenos comerciais dos cinemas. Mas Peter Parker ainda tem pelo menos mais um recorde importante ao alcance das teias.

Depois de uma estreia que derrubou marcas antigas nos Estados Unidos, Canadá e Brasil, o quarto filme solo de Tom Holland no Universo Cinematográfico da Marvel entra em seu segundo fim de semana sem nenhum concorrente capaz de ameaçar seriamente sua liderança.

A questão agora deixou de ser se o longa continuará em primeiro lugar. O que chama atenção é o tamanho da arrecadação que a produção da Sony Pictures e da Marvel Studios ainda pode conseguir antes da noite de domingo. As projeções indicam que Homem-Aranha: Um Novo Dia pode terminar o fim de semana muito perto dos US$ 2 bilhões mundialmente. Antes disso, porém, há uma disputa curiosa envolvendo dois dos maiores fenômenos da história do cinema.

De acordo com o Deadline, a previsão atual é de aproximadamente US$ 144 milhões entre sexta-feira e domingo nos Estados Unidos e Canadá. Na indústria cinematográfica, esses dois países formam o chamado mercado doméstico norte-americano.
Caso a estimativa seja confirmada, Homem-Aranha: Um Novo Dia terá o terceiro maior segundo fim de semana já registrado nesse mercado. À sua frente aparecem apenas Vingadores: Ultimato, que arrecadou US$ 147,3 milhões em seu segundo fim de semana em 2019, e Star Wars: O Despertar da Força, líder do ranking com US$ 149,2 milhões.

A diferença é pequena. Por isso, um desempenho acima das estimativas ao longo do sábado e do domingo poderia colocar o novo filme do Homem-Aranha na primeira posição. Isso não seria exatamente uma novidade nesta passagem de Peter Parker pelas bilheterias. As primeiras projeções para a estreia também ficaram abaixo do resultado definitivo, e o longa terminou superando Vingadores: Ultimato e conquistando a maior abertura da história na América do Norte e no Brasil.

Na quinta-feira, o filme adicionou mais US$ 29 milhões à arrecadação doméstica e chegou a US$ 510,8 milhões. Com isso, tornou-se o filme mais rápido da história a ultrapassar US$ 500 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Foram necessários apenas sete dias.Para comparação, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa precisou de 12 dias para alcançar a mesma marca.

Se os cálculos para o fim de semana estiverem corretos, Um Novo Dia deverá chegar a aproximadamente US$ 650 milhões até domingo. Esse resultado seria suficiente para superar toda a arrecadação doméstica de Deadpool & Wolverine, que terminou sua passagem pelos cinemas norte-americanos com US$ 636,7 milhões. O novo filme entraria, portanto, entre as dez maiores bilheterias da história dos Estados Unidos e Canadá apenas dez dias depois de sua estreia.

O desempenho também coincide com uma mudança importante na programação norte-americana. Nesta sexta-feira, 7 de agosto, o filme começou a ocupar salas IMAX nos Estados Unidos depois de passar seu primeiro fim de semana sem acesso às principais telas do formato. A estreia de Homem-Aranha: Um Novo Dia no IMAX norte-americano pode ajudar a elevar a receita graças aos ingressos de maior valor.

Até agora, essa programação do IMAX não foi anunciada oficialmente para o Brasil.

Fora do mercado norte-americano, os números também continuam crescendo rapidamente. Homem-Aranha: Um Novo Dia já soma US$ 1,35 bilhão mundialmente, valor suficiente para ultrapassar duas das maiores bilheterias anteriores da Marvel.
Deadpool & Wolverine encerrou sua carreira comercial com aproximadamente US$ 1,33 bilhão. Pantera Negra, lançado em 2018, terminou com cerca de US$ 1,34 bilhão. Peter Parker passou pelos dois e ainda tem várias semanas de exibição pela frente.

Dependendo do comportamento dos principais mercados internacionais, Homem-Aranha: Um Novo Dia pode terminar o fim de semana com algo entre US$ 1,7 bilhão e US$ 2 bilhões mundialmente.

Homem-Aranha: Um Novo Dia está em cartaz nos cinemas brasileiros.

X-Men Sadie Sink confirma que vai retornar como Jean Grey

Para a surpresa de ninguém, Sadie Sink está apenas iniciando o seu caminho no MCU. Em entrevista à Vanity Fair, a atriz confirmou que vai reprisar o papel de Jean Grey no reboot de X-Men.

Além de afirmar sua participação no longa, a ruiva ainda revelou que as filmagens do longa vão acontecer em 2027, em janela não divulgada. A informação faz sentido já que o novo X-Men deve chegar aos cinemas no ano seguinte.

Jake Schreier, de Thunderbolts*, será o diretor do projeto. Lee Sung Jin, criador de Treta, e Joanna Calo, cocriadora de O Urso, trabalham no roteiro. 

Rumores apontam que a data de estreia de X-Men deve ser confirmada para 5 de maio de 2028.
 

DC, Game Of Thrones e mais estão limitados por acordo de Warner e Paramount

A demora para a conclusão da fusão entre a Paramount e a Warner Bros. Discovery pode acabar afetando os planos a longo prazo de franquias como a DC e Game of Thrones, e o fato do negócio entre os estúdios estar à espera de um veredito final apenas em 2027, não ajuda em nada.

Depois de uma coalisão entre 12 estados dos EUA com um processo antitruste contra a Skydance, seguida de uma audiência marcada para março do ano que vem, alguns projetos estão em sério risco, especialmente às das grandes prioridades intelectuais, que estão restringidas pelos termos do acordo entre os conglomerados. Acontece que algumas cláusulas do acordo em andamento entre a PSKY e a WBD delimitam as empresas de tomarem decisões comerciais importantes, especialmente quando se trata de contratados de mais de dois anos, ou que ultrapassem um montante de US$ 30 milhões.

Com séries aguardando sinal verde para novas temporadas, filmes de sucesso necessitando definir orçamentos e acordos de licenciamento, a Warner Bros. e a Paramount podem entrar em desacordo por conta desses limites enquanto não fecharem a compra de US$ 110 bilhões. A HBO, por exemplo, que possui um histórico de firmar acordos de exclusividade de vários anos com criativos para o desenvolvimento de múltiplos projetos, está impedida disso. Os conglomerados podem dar andamento a projetos imediatos, que estão prontos para entrarem em produção, mas nada que envolva um planejamento superior a dois anos.

Vendas ou o licenciamento de conteúdos podem exigir a aprovação da Paramount, caso atinjam determinados limites financeiros (entre US$ 30 milhões e US$ 400 milhões), além de outros fatores decisivos. A regra também se estende para atores. Se a DC Studios encontrar um intérprete para o Batman, o estúdio está impedido de tocar para frente os habituais contratos milionários de dez anos. Pode haver um acordo, mas para algo urgente que não extrapole o limite de tempo da cláusula.

As limitações, vale destacar, só estão em vigor enquanto o negócio segue em fase de aprovação. Portanto, quanto mais tempo durar, maior serão as chances de possíveis atritos. Após a conclusão, os estúdios podem entrar em um consenso de como seguirão com suas operações. Após receber a aprovação do Reino Unido, no momento, David Ellison precisa entrar em um acordo ou vencer o processo movidos pelos 12 estados dos EUA para impedir a fusão entre a Paramount e a Warner.

O julgamento do processo está agendado para acontecer entre os dias 2 e 19 de março de 2027.

Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 07/08/26

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta sexta-feira, após um modesto recuo em Wall Street ontem e em meio a incertezas no Oriente Médio, que sustentam os preços do petróleo.

O índice japonês Nikkei caiu 0,12% em Tóquio, a 65.606,71 pontos, e o sul-coreano Kospi recuou 0,60% em Seul, a 6.258,77 pontos, enquanto o Hang Seng avançou 0,54% em Hong Kong, a 25.668,03 pontos. Em Taiwan, o Taiex perdeu 0,38%, para 44.225,91 pontos.

Na China continental, os mercados avançaram após as exportações do país crescerem 23,9% em julho na comparação anual, um pouco acima do esperado, embora tenham desacelerado em relação ao mês anterior.

O Xangai Composto subiu 1,02%, a 3.940,04 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto registrou alta de 1,40%, a 2.574,65 pontos.

Ontem, as bolsas de Nova York caíram, enquanto os preços do petróleo saltaram diante das dúvidas sobre um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz, rota marítima por onde passa cerca de um quinto do petróleo transportado no mundo. No fim da madrugada, o Brent subia mais 1%. Investidores na Ásia também adotaram cautela antes da divulgação do relatório payroll de emprego dos EUA, indicador-chave para definir o timing do eventual ciclo de alta de juros do Fed (Federal Reserve), na manhã de hoje.

Na Austrália encerrou em baixa de 0,09%, com o índice S&P/ASX 200 recuando para 9.263,60 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,96% em Wellington a 13.824,13 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,22% em Moscou a 2.280,78 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,58% em Bombaim a 78.499,17 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Mercado financeiro Bolsas da Europa: 07/08/26

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira, 7, reagindo à baixa de empregos do relatório payroll dos EUA, aumentando as expectativas de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) mantenha juros em setembro, e aos balanços corporativos da Europa. Investidores ainda monitoram a situação no Oriente Médio, que se encaminha para o fim de semana sem uma resolução sobre o Estreito de Ormuz.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,31%, a 10.901,09 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,82%, a 26.355,35 pontos. Em Paris, o CAC 40 avançou 0,17%, a 8.714,93 pontos. Em Milão, o FTSE MIB ganhou 0,06%, a 53.717,19 pontos. Em Madri, o Ibex 35 teve baixa de 0,08%, a 20.163,98 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,46%, a 9.181,38 pontos. As cotações são preliminares.

Entre os destaques do pregão, a resseguradora alemã Munich Re caiu 1,47% ao reduzir sua projeção de receita de seguros para o ano, após quedas de volume e de preços na última rodada de renovações de contratos. O subíndice de tecnologia (+1,94%) do Stoxx 600 se destacou, com alta de mais de 4% da gigante de software SAP. A Diageo continuou o rali em Londres, avançando 3,18%.

No campo geopolítico, as incertezas sobre um acordo para a reabertura do Estreito de Ormuz continuam e o conflito entre os Houthis do Iêmen e a Arábia Saudita aumentam as tensões em torno da navegação pelo Golfo Pérsico. Enquanto isso, a Espanha pressiona a Itália para suspender os controles de fronteira sobre viajantes espanhóis após a entradas de migrantes em Ceuta através do Marrocos.

Apesar dos preços mais altos de energia e da guerra no Oriente Médio, a produção industrial alemã manteve uma modesta recuperação cíclica em junho, afirmou o ING, sobre o dado desta madrugada.

Fontes: Dow Jones Newswires.

'The Legend of Zelda' Sam Neill pode aparecer no live-action

Deadline revelou com exclusividade que o ator Sam Neill deve ter uma participação em "The Legend of Zelda", live-action inspirado na aclamada franquia homônima de jogos eletrônicos.

De acordo com a publicação, fontes próximas a produção afirmam que o ator aparece no longa, embora seu personagem permaneça em sigilo. Até o momento, nem o estúdio nem os representantes do ator confirmaram a informação.

Caso a participação seja confirmada, "The Legend of Zelda" marcará uma das últimas atuações do ator, que faleceu em julho deste ano, deixando um legado memorável. Neill, no entanto, não foi o único nome revelado. O portal ainda confirmou a entrada de Uli Latukefu ('Adão Negro'), Dichen Lachman ('Ruptura') e Yvonne Strahovski ('O Conto da Aia') no elenco. 

Latufeku interpretará Ganondorf, o icônico vilão. Líder da tribo Gerudo, ele é o único homem a nascer no grupo a cada cem anos, como a forma humana do poderoso Rei Demônio Ganon. 

Lachman dará vida a Impa, leal conselheira, protetora e guarda-costas da princesa Zelda. Integrante da poderosa tribo Sheikah, ela também é responsável por guiar o herói Link em sua jornada 

Até o momento, a personagem de Strahovski permanece sob sigilo, embora rumores sugiram que ela vai interpretar uma personagem monarca. 

A adaptação cinematográfica é produzida em parceria entre Columbia Pictures, Arad Productions, Oddball Entertainment e a Nintendo, desenvolvedora do videogame.

A direção é comandada pelo renomado Wes Ball ('Maze Runner' e 'Planeta dos Macacos: O Reinado'), a partir de um roteiro assinado por Derek Connoly ('Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros')

Estrelado por Bo Bragason ('Os Radley') como a princesa Zelda e Benjamin Evan Ainsworth ('A Maldição a Mansão Bly') como Link, o longa teve suas filmagens encerradas em abril deste ano.

O live-action "The Legend of Zelda" estreia em 7 de maio de 2027 no Brasil, exclusivamente nos cinemas.

Copa do Brasil: 06/08/26


 


Copa América Vôlei Masculino: 06/08/26


 



Torneio Sul-Americano Feminino: 06/08/26


 




WNBA Destaques dos Jogos: 06/08/26

Confira todos os resultados no link:
WNBA 06/08/26
 

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Copa América Vôlei Masculino 05/08/26


 


Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 06/08/26

Bitcoin: R$ 329.646,50 Reais e US$ 64.292,08 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,1070
Dólar turismo: R$ 5,3088
Euro comercial: R$ 5,885
Libra: R$ 6,893

Dólar contraria exterior e fecha em baixa no Brasil

O dólar fechou ‌a quinta-feira em baixa no Brasil e novamente na faixa de R$5,10, na contramão do exterior, onde a moeda norte-americana se firmou em alta ante a maioria das demais divisas, em meio a novas ameaças do Irã aos EUA. O dólar à vista encerrou a sessão com queda de 0,44%, ⁠aos R$5,1055 na venda. No ano, a moeda passou a acumular baixa de ‌6,99%.  Às 17h03, o dólar futuro para setembro -- atualmente o mais líquido -- cedia 0,24% na B3, aos R$5,1390.

Na noite de quarta-feira, o Comitê de Política ‌Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa ‌básica Selic em 25 pontos-base, para 14,00% ao ano, como era ⁠largamente projetado pelos agentes do mercado, sem se comprometer quanto ao que será feito na reunião de setembro. O colegiado indicou que continuará acompanhando a evolução do cenário para só então decidir por um novo corte ou pela manutenção da Selic.

Com a Selic ainda bem acima das taxas praticadas ‌em países como EUA e Japão, o diferencial de juros vinha sendo apontado ‌nos últimos meses como ⁠um fator favorável ⁠à atração de dólares para o Brasil. Hoje o cenário é um pouco diferente diante ⁠da perspectiva de alta de ‌juros nos EUA e da ‌possibilidade de novas baixas no Brasil. Mesmo com o menor diferencial de juros, o dólar se firmou em baixa no Brasil nesta quinta-feira, na contramão do que se via em outras praças.

"O dólar está ganhando ⁠ante alguns pares (do real) no exterior, se recuperando ante as divisas emergentes, mas no Brasil a gente vê queda. Temos exportadores vendendo moeda", comentou no fim da manhã o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik.
Após atingir a cotação máxima intradia de R$5,1295 (+0,02%) ‌às 9h12, o dólar à vista marcou a mínima de R$5,0903 (-0,74%) às 11h43, para depois se manter pouco acima dos R$5,10.

No exterior, as atenções ⁠se voltaram novamente para o Oriente Médio. Enquanto Irã e Omã propuseram um acordo para dar fim à guerra no Oriente Médio, ainda não houve comentário dos EUA sobre a proposta. Ao mesmo tempo, o Irã alertou os países do Golfo Pérsico de que qualquer novo ataque dos EUA ao seu território desencadearia retaliações contra infraestruturas energéticas essenciais em toda a região, segundo cinco fontes ouvidas pela Reuters.

Às 17h10, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,31%, a 99,964. No fim da manhã, sem efeito sobre as cotações, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de setembro.

Ibovespa recua mais de 1% por falta de sinalização do BC sobre juros, em dia cheio de balanços

O Ibovespa fechou em queda nesta quinta-feira, abaixo dos 176 mil pontos, após o Banco Central reduzir a Selic a 14% ao ano, mas não sinalizar os próximos passos. Investidores também repercutiram uma bateria de resultados corporativos, entre eles os números de Bradesco e Axia, enquanto o final do dia reserva novas divulgações, incluindo o balanço da Petrobras.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 1,23%, a 175.546,36  pontos, terminando perto da mínima do dia (175.514,86 pontos). Na máxima, marcou 177.720 pontos.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC decidiu na quarta-feira cortar a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, mas deixou os próximos passos em aberto, argumentando que manterá “a restrição adequada” para assegurar a convergência da inflação à meta.

Os índices Dow e S&P 500 fecharam em baixa nesta quinta-feira

S&P 500 perdeu 0,18%, fechando em 7.709,99 pontos, 
Nasdaq Composite recuou 0,04%, para 26.352,45 pontos. 
O Dow Jones Industrial Average caiu 0,83%, para 53.895,48 pontos.

As bolsas europeias, com exceção de Londres, avançaram nesta quinta-feira 

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,19%, a 10.867,89 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,05%, a 26.140,13 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 avançou 0,35%, a 8.699,71 pontos. 

Em Milão, o FTSE MIB ganhou 0,44%, a 53.682,72 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 0,62%, a 20.180,40 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,52%, a 9.224,19 pontos. 

O índice pan-europeu Stoxx 600 renovou novamente recorde, nos 660,91 pontos.

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta quinta-feira 

O índice sul-coreano Kospi caiu 4,58% em Seul, para 6.296,38 pontos. 
Nikkei recuou 0,93% em Tóquio, a 65.683,26 pontos.
Hang Seng cedeu 1,49% em Hong Kong, a 25.530,28 pontos. 
Em Taiwan, o Taiex caiu 0,48%, para 44.396,70 pontos.

China continental: o Xangai Composto avançou 0,57%, para 3.900,35 pontos, 
Shenzhen Composto, menos abrangente, teve alta marginal de 0,06%, a 2.539,10 pontos.

Na Oceania, a bolsa australiana encerrou em alta de 0,47% em Sydney, a 9.271,60 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,28% em Wellington a 13.958,06 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,76% em Moscou a 2.284,22 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,48% em Bombaim a 78.954,76 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 06/08/26

Os índices Dow e S&P 500 fecharam em baixa nesta quinta-feira, dando uma pausa após um início de semana forte, enquanto os investidores analisavam a última rodada de resultados corporativos e buscavam sinais de progresso ⁠em direção a um acordo de paz entre os ‌EUA e o Irã.

Uma temporada de resultados financeiros robusta, que amenizou algumas preocupações sobre os gastos maciços ‌das empresas ligadas à inteligência ‌artificial, e o otimismo crescente em relação ao ⁠possível fim das hostilidades na guerra com o Irã ajudaram a impulsionar tanto o Dow Jones quanto o S&P 500 a níveis recordes nesta semana.

 Nesta quinta-feira, os preços do petróleo subiram, com o petróleo bruto dos EUA fechando ‌com alta de 2,75%, a US$77,29 o barril, e ‌o Brent fechando a ⁠US$82,49 o ⁠barril, com alta de 3,83%. A agência de notícias semioficial iraniana ⁠Fars informou que ‌uma comissão parlamentar iraniana ‌está analisando um projeto de lei preliminar que proibiria navios dos EUA, de Israel e de outros países "hostis" de transitar pelo Estreito de Ormuz.

"Estamos vendo ⁠talvez uma reação mais moderada às notícias macroeconômicas do que seria de se esperar, provavelmente devido ao fato de estarmos no verão e a um certo cansaço; há um certo ‌cansaço em relação às manchetes, especificamente em torno do Irã", disse Robert Bernstone, chefe de operações da SummitTX ⁠Capital em Nova York.

"O Irã está causando menos impacto no momento; para ser claro, não estou dizendo que não tenha impacto... os tuítes são uma coisa, as manchetes são outra."

De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 0,18%, fechando em 7.709,99 pontos, enquanto o Nasdaq Composite recuou 0,04%, para 26.352,45 pontos. O Dow Jones Industrial Average caiu 0,83%, para 53.895,48 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Pinóquio Maldição de Madeira: Trailer e pôster

Direção: Rhys Frake-Waterfield.

Elenco: Evan Lloyd, Richard Brake, Robert Englund, Adrian Burton.

Sinopse: Uma reimaginação sombria de Pinóquio, esse conto inquietante explora a natureza misteriosa do boneco icônico, confundindo as linhas entre realidade e fantasia.

"Pinóquio: Maldição de Madeira" estreia em 12 de novembro no Brasil, exclusivamente nos cinemas. 
 


Mercado financeiro Bolsas da Europa: 06/08/26

As bolsas europeias, com exceção de Londres, avançaram nesta quinta-feira (6). Os resultados corporativos ajudavam a impulsionar os índices, enquanto investidores acompanham as negociações entre Estados Unidos e Irã para a possível reabertura do Estreito de Ormuz.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,19%, a 10.867,89 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,05%, a 26.140,13 pontos. Em Paris, o CAC 40 avançou 0,35%, a 8.699,71 pontos. Em Milão, o FTSE MIB ganhou 0,44%, a 53.682,72 pontos.

Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 0,62%, a 20.180,40 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,52%, a 9.224,19 pontos. As cotações são preliminares. 

O índice pan-europeu Stoxx 600 renovou novamente recorde, nos 660,91 pontos.

Entre balanços, a alemã Siemens caiu 4,5% ao informar que as encomendas de sua divisão Digital Industries cresceram menos do que o esperado no trimestre, apesar de a receita ter vindo ligeiramente acima das projeções. A Deutsche Telekom, maior operadora de telefonia da Europa, saltou mais de 6,3% após aumentar seu programa de recompra de ações.

Ainda em Frankfurt, o Commerzbank quase dobrou seu lucro no segundo trimestre, mas os papéis fecharam em queda de 2,2%. Já a Diageo disparou cerca de 5,6% e ajudou a amenizar as perdas em Londres depois que a destilaria previu um retorno ao crescimento em meio a uma reestruturação.

As vendas no varejo da zona do euro caíram 0,3% em junho ante maio, segundo dados com ajustes sazonais publicados nesta quinta, contrariando expectativas de alta no período. Enquanto isso, as encomendas à indústria da Alemanha subiram 3,1% na mesma comparação, superando estimativas. Na política monetária, o governo da Alemanha está considerando a possibilidade de nomear Joachim Nagel para a presidência do Banco Central Europeu (BCE), de acordo com a Bloomberg.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 06/08/26

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta quinta-feira (6), lideradas pela Coreia do Sul, onde o mercado voltou a ser derrubado por ações de gigantes de semicondutores.

O índice sul-coreano Kospi caiu 4,58% em Seul, para 6.296,38 pontos, com tombos da SK Hynix (-10,4%) e da Samsung Electronics (-6,3%). Em outras praças da região, o japonês Nikkei recuou 0,93% em Tóquio, a 65.683,26 pontos, enquanto o Hang Seng cedeu 1,49% em Hong Kong, a 25.530,28 pontos. Em Taiwan, o Taiex caiu 0,48%, para 44.396,70 pontos.

Os mercados da China continental, por outro lado, ficaram no azul: o Xangai Composto avançou 0,57%, para 3.900,35 pontos, e o Shenzhen Composto, menos abrangente, teve alta marginal de 0,06%, a 2.539,10 pontos.

Na Oceania, a bolsa australiana encerrou em alta de 0,47% em Sydney, a 9.271,60 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,28% em Wellington a 13.958,06 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,76% em Moscou a 2.284,22 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,48% em Bombaim a 78.954,76 pontos.

Os mercados terão uma atualização sobre o emprego nos EUA amanhã, com a divulgação do relatório payroll de julho, e analistas afirmam que os investidores já se posicionam diante do potencial impacto do indicador.

“A liquidação de ações de chips na Ásia parece combinar realização de lucros com redução de risco antes do payroll de sexta-feira”, disse Stephen Innes, da SPI Asset Management, em nota.

Em geral, a temporada de balanços robustos e as expectativas de continuidade do crescimento têm sustentado as ações nos EUA. Na Ásia, porém, os principais índices vêm sendo pressionados por rodadas de venda em fabricantes de semicondutores e em outras empresas associadas ao boom da inteligência artificial. Ontem, as ações de tecnologia do Nasdaq voltaram a ficar sob pressão, interrompendo um rali de quatro pregões.

O conflito no Oriente Médio também segue no radar. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz está próximo. O conflito, porém, já dura cinco meses e tem sido marcado por sucessivos avanços e recuos, restringindo a oferta global de petróleo e sacudindo os mercados de energia.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Marvel escolhe Kit Connor, como o novo Ciclope dos X-Men

A preparação do primeiro filme dos X-Men produzido integralmente pela Marvel Studios entrou em uma fase decisiva. Depois de definir o diretor e avançar com o roteiro, o estúdio começou a montar a equipe de mutantes que vai ocupar um espaço central no Universo Cinematográfico da Marvel.

Algumas escolhas já indicavam a idade e o perfil buscados para essa nova formação. Sadie Sink foi apresentada como Jean Grey em Homem-Aranha: Um Novo Dia, enquanto Samara Weaving foi escolhida para viver Emma Frost.

Faltava, porém, uma das decisões mais importantes. Scott Summers não é apenas outro integrante da equipe. Ciclope costuma ser o responsável por transformar os planos de Charles Xavier em ações no campo, organizar os demais mutantes e assumir decisões difíceis durante as missões.

A Marvel agora teria encontrado o ator para essa função. Kit Connor, estrela de Heartstopper e dublador de Brightbill em Robô Selvagem, foi escolhido para interpretar Scott Summers no novo filme dos X-Men.
 
A escalação ainda não recebeu um anúncio público da Marvel Studios. A informação, no entanto, vem de um dos principais veículos que acompanham negociações e contratações em Hollywood.

Segundo o Deadline, Kevin Feige e o diretor Jake Schreier se reuniram com vários candidatos durante os últimos meses. Um grupo menor fez testes depois do feriado de 4 de julho nos Estados Unidos, até que Connor recebeu a aprovação final na semana passada.

O veículo resumiu o encerramento da seleção desta forma: “Depois de muitas idas e vindas, a Marvel escolheu Connor para interpretar Summers.”

O reboot dos X-Men ainda não tem título oficial nem data de estreia. A expectativa nos bastidores é que o longa chegue aos cinemas em 2028 ou 2029, depois de Vingadores: Guerras Secretas abrir caminho para uma nova formação dos mutantes no MCU.

Antártida | Trailer Oficial

Na estação de pesquisas brasileira na Antártida, a equipe formada por cientistas e militares se prepara para uma vigorosa temporada de inverno. Mas na primeira noite uma jovem cientista é violentada. Sem conseguir identificar seu agressor, ela será forçada a conviver com ele durante toda a temporada. A subcomandante da base inicia uma investigação implacável e não descansará, enquanto não descobrir quem cometeu o crime.

Direção: Bruno Safadi

Roteiristas: Kim Battaglin, Cláudia Gomes, Cláudia Jouvin

Estrelas: Marina Ruy Barbosa, Leandra Leal, Lázaro Ramos, Andrea Beltrão, Antonio Calloni.

O filme chega aos cinemas brasileiros em 17 de setembro.
 

WNBA Destaques dos Jogos: 05/08/26

Confira todos os resultados no link:
WNBA 05/08/26
 

Copa do Brasil: 05/08/26


 



quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 05/08/26

Bitcoin: R$ 332.730,00 Reais e US$ 64.622,28 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,1281
Dólar turismo: R$ 5,3338
Euro comercial: R$ 5,924
Libra: R$ 6,920

Dólar apaga perdas e fecha estável no Brasil sob influência do noticiário político

Após ceder abaixo dos R$5,10 ‌pela manhã, o dólar fechou a quarta-feira estável no Brasil, com o mercado reagindo negativamente à indicação do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como candidato a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Com os investidores à espera da decisão sobre juros do Banco Central, marcada para o início da noite, o dólar à vista encerrou o dia com variação negativa ⁠de 0,04%, aos R$5,1283 na venda.  Às 17h09, o dólar futuro para setembro -- atualmente o mais ‌líquido -- subia 0,05% na B3, aos R$5,1600.

No início do dia, a nova pesquisa Genial/Quaest mostrou uma diferença menor entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) ‌na disputa pelo Planalto. Na projeção de segundo turno, ‌Lula tem 44% das intenções de voto, contra 39% de Flávio, com margem ⁠de erro de 2 pontos percentuais. No levantamento anterior, Lula tinha 45% e Flávio somava 37%.

Em função da pesquisa e do exterior favorável, o dólar operou em queda ante o real, chegando a ser cotado abaixo dos R$5,10, mas o cenário mudou no fim da manhã, com o anúncio de Gaspar como candidato a vice-presidente na chapa de ‌Flávio. Operador ouvido pela Reuters afirmou que Gaspar -- um nome que não vinha sendo ventilado como ‌vice e que surpreendeu, já ⁠que a campanha buscava ⁠fortalecer Flávio entre o voto feminino -- não foi bem recebido.

Após marcar a cotação mínima de R$5,0975 (-0,64%) às ⁠11h07, antes do anúncio, o dólar à ‌vista se aproximou dos R$5,13 minutos ‌depois da indicação, zerando as perdas. À tarde, às 14h21, a divisa atingiu o pico do dia, aos R$5,1348 (+0,09%).

No mercado, parte dos agentes ainda avalia que a reeleição de Lula seria um fator negativo para o equilíbrio fiscal. Assim, a ⁠piora do petista na pesquisa Genial/Quaest foi percebida como um fator baixista para o dólar ante o real. Por outro lado, uma notícia não tão favorável a Flávio, como a escolha de Gaspar para vice, foi um fator altista. Além de observarem o cenário político, os investidores aguardavam a decisão do ‌Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, a ser divulgada após as 18h30. O consenso é de que o BC reduzirá a taxa Selic em 25 pontos-base, mas há ⁠dúvidas sobre a continuidade dos cortes em setembro.

Atualmente a Selic está em 14,25% ao ano, bem acima das taxas praticadas em países como EUA e Japão, e esse diferencial de juros vinha sendo apontado nos últimos meses como um fator favorável à atração de dólares para o Brasil. Hoje o cenário é um pouco diferente diante da perspectiva de alta de juros nos EUA e de novas baixas no Brasil.

No exterior, a expectativa de que possa haver um novo acordo entre EUA e Irã para paralisar o conflito no Oriente Médio alimentava a busca por moedas de países emergentes, como o peso colombiano e o peso mexicano, mas as variações eram modestas.Às 17h07 o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- também cedia, para 99,699 (-0,16%).

Ibovespa fecha quase estável com pressão de Petrobras antes de decisão do Copom

O Ibovespa fechou quase estável nesta quarta-feira, com o declínio das ações da Petrobras ofuscando ‌as performances positivas de papéis como Itaú Unibanco e RD Saúde em meio a avaliações positivas dos respectivos resultados trimestrais.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa encerrou com variação negativa de 0,09%, a 177.726,17 pontos, após marcar 180.194,51 pontos na máxima e 177.690,45 pontos na mínima do dia.  O pregão encerrou com agentes financeiros no aguardo da decisão do Banco Central sobre a taxa Selic, principalmente o comunicado que será divulgado ao final da reunião de dois dias do Comitê de Política Monetária (Copom). 

Projeções no mercado apontavam expectativa de queda de 0,25 ponto percentual, levando a taxa básica de juros do país para 14% ao ano.  Na visão do sócio na Supernova ⁠Investimentos, João Debom, um corte na taxa Selic traz um alívio de curto prazo, mas o cenário ainda é de juros em patamar elevado e incerteza fiscal crescente conforme ‌avança o calendário eleitoral de 2026.

"E agora também a tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos, que adiciona um ingrediente de risco que o mercado ainda não sabe bem como precificar", pontuou.

As bolsas dos Estados Unidos fecharam esta quarta-feira sem direção única. 

Dow Jones subiu 0,49% (54.349,12 pontos) — novo recorde;
S&P 500 caiu 0,17% (7.723,55 pontos);
Nasdaq recuou 0,83% (26.363,44 pontos).

As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta quarta-feira

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,08%, a 10.888,30 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,24%, a 26.139,03 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 avançou 0,03%, a 8.669,30 pontos. 
Em Milão, o FTSE MIB cedeu 0,18%, a 53.446,80 pontos.

Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,16%, a 20.054,80 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,08%, a 9.176,10 pontos. 
O índice pan-europeu Stoxx 600 avançou 0,03%, para 657,04 pontos, um novo recorde.

As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quarta-feira

No Japão, o Nikkei subiu 3,66%, para 66.300,44 pontos. 
Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 3,76%, para 6.598,26 pontos.
Em Taiwan, o Taiex ganhou 2,88%, a 44.611,60 pontos.

Na China continental, o Xangai Composto avançou 1,47%, para 3.878,43 pontos, 
Shenzhen Composto, menos abrangente, teve alta de 2,07%, a 2.537,55 pontos. 
Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 0,24%, para 25.915,82 pontos.

Na Austrália, com alta de 0,90% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, para 9.227,80 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,67% em Wellington a 13.997,18 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,24% em Moscou a 2.297,47 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,19% em Bombaim a 78.581,00 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 05/08/26

As bolsas dos Estados Unidos fecharam esta quarta-feira (5) sem direção única. O Dow Jones bateu recorde de fechamento, enquanto os outros índices acompanharam novos ataques no Oriente Médio, indicadores macroeconômicos e uma série de balanços.

Informações de que Irã e Omã concluíram o rascunho de um acordo para a reabertura do Estreito de Ormuz animaram os investidores. Ao mesmo tempo, novos ataques na região mantiveram as preocupações com a segurança no Oriente Médio.Na agenda econômica, os índices de gerentes de compras (PMIs) de serviços divulgados pelo ISM e pela S&P Global mostraram expansão da atividade do setor em julho. Já o relatório ADP apontou uma criação de vagas no setor privado abaixo das expectativas do mercado.

Dow Jones subiu 0,49% (54.349,12 pontos) — novo recorde;
S&P 500 caiu 0,17% (7.723,55 pontos);
Nasdaq recuou 0,83% (26.363,44 pontos).

As ações da SpaceX recuaram 13,6%. Apesar de a companhia ter divulgado resultados acima das estimativas dos analistas, as despesas de capital ficaram acima do esperado por Wall Street.A Advanced Micro Devices (AMD) caiu 7,04%, após Elon Musk afirmar que a SpaceX utilizará exclusivamente chips da Nvidia. As ações da Nvidia avançaram 4,3%.

Já os papéis da Alphabet, controladora do Google, recuaram 4% após o anúncio da saída de Jeff Dean, executivo que participou do desenvolvimento da estratégia de inteligência artificial da empresa. Fora do setor, a Walt Disney avançou 2,9% após divulgar resultados acima das expectativas, impulsionados pelo desempenho de produções como Toy Story 5 e O Diabo Veste Prada 2. 

A farmacêutica Eli Lilly subiu 4,2% depois de elevar sua projeção de vendas para 2026, citando a demanda por medicamentos da classe GLP-1, utilizados principalmente no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade. Na outra ponta, a Flutter Entertainment caiu 11,5% após divulgar resultados considerados mistos, anunciar a saída do diretor-presidente e reduzir suas projeções. A empresa informou que sua receita global cresceu 3% no trimestre encerrado em 30 de junho. No Brasil, o faturamento aumentou 64% na comparação anual, impulsionado pela aquisição da BetNacional.

As ações da Uber também encerraram em queda, recuando 5,3% após a divulgação de seus resultados trimestrais.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Sobrenatural: Agora Entre Nós | Trailer Final | Dublado

O mal encontrou uma saída.

O trailer final está no nosso mundo! Sobrenatural: Agora Entre Nós estreia em 20 de agosto, exclusivamente nos cinemas.

Direção: Jacob Chase        
Roteiro: Jacob Chase
Argumento: David Leslie Johnson-McGoldrick e Jacob Chase        
Baseado nas personagens criadas por: Leigh Whannell  
Produção: Jason Blum, Oren Peli, James Wan, Leigh Whannell
Produção executiva: Steven Schneider, Ryan Turek, Brian Kavanaugh-Jones
Elenco: Amelia Eve, Brandon Perea e Lin Shaye

Em Sobrenatural: Agora Entre Nós, Amelia Eve interpreta Gemma, uma jovem mãe que cria sua filha na casa onde cresceu e descobre que pode viajar para O Além, o reino purgatorial de almas perdidas no coração do universo Sobrenatural. Quando algo maligno passa a persegui-la, Gemma descobre uma habilidade que muda tudo: ela não apenas entra em O Além — ela pode trazer o que vive lá de volta ao mundo real. Quando os demônios percebem seu poder, nosso mundo se torna o playground deles.
Com Lin Shaye reprisando seu icônico papel como Elise Rainier e direção de Jacob Chase (Come Play).

Mercado financeiro Bolsas da Europa: 05/08/26

As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta quarta-feira (5) com investidores reagindo aos balanços corporativos e à iminência de um acordo entre os Estados Unidos e o Irã que possa reabrir o Estreito de Ormuz.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,08%, a 10.888,30 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,24%, a 26.139,03 pontos. Em Paris, o CAC 40 avançou 0,03%, a 8.669,30 pontos. Em Milão, o FTSE MIB cedeu 0,18%, a 53.446,80 pontos.

Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,16%, a 20.054,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,08%, a 9.176,10 pontos. As cotações são preliminares. O índice pan-europeu Stoxx 600 avançou 0,03%, para 657,04 pontos, um novo recorde.

Entre os destaques do pregão, a Glencore avançou cerca de 4% em Londres, após a mineradora divulgar lucro semestral forte e anunciar planos de buscar uma listagem secundária no mercado acionário da Austrália.

Já a cervejaria Heineken subiu 2,42% em Amsterdã ao registrar aceleração no crescimento dos volumes, o que impulsionou os resultados. A farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, por outro lado, caiu mais de 4% em Copenhague, pressionada por vendas abaixo do esperado do novo Wegovy em comprimidos, apesar de ter melhorado suas projeções para 2026. A Siemens Energy perdeu 0,25% em Frankfurt após os lucros.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta madrugada que um acordo sobre Ormuz pode ser fechado já nesta quarta ou quinta-feira. Além disso, os EUA removeram sanções de contraterrorismo contra empresas do Iraque ligadas ao regime iraniano, de acordo com o Departamento do Tesouro - uma pré-condição de Teerã para avançar em negociações de paz.

No radar macroeconômico, o índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) de serviços da zona do euro atingiu o maior nível em cinco meses, segundo pesquisa final da S&P Global. O mesmo indicador para a Alemanha e do Reino Unido também foi revisado para cima. Já o índice de preços ao produtor (PPI, em inglês) da zona do euro subiu 4,6% na comparação anual de junho.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 05/08/26

As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quarta-feira (5), após Wall Street estender o rali ontem, em meio a esperanças de que EUA e Irã cheguem a um acordo para a reabertura do Estreito de Ormuz.

Os principais índices acionários avançaram mais de 3% em Tóquio e Seul, puxados pela alta de ações de fabricantes de chips e de outras empresas ligadas à IA (inteligência artificial). No Japão, o Nikkei subiu 3,66%, para 66.300,44 pontos. A fabricante de chips Kioxia ganhou 4,2%, enquanto a Advantest, produtora de equipamentos de teste de semicondutores, disparou 8,8%.

Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 3,76%, para 6.598,26 pontos, liderado por um ganho de 5,8% da fabricante de chips de memória SK Hynix. A gigante de tecnologia Samsung Electronics subiu 2,5%.

Em Taiwan, o Taiex ganhou 2,88%, a 44.611,60 pontos, com a principal fabricante de chips do mercado, a TSMC, subindo 3,7%.

"Está claro que hoje o mercado subiu com força puxado por ações de IA. Quando você olha para os outros setores, há alguma atividade aqui e ali, mas o foco voltou mesmo para semicondutores, tecnologia e IA", disse Neil Newman, chefe de estratégia da Astris Advisory Japan.

Na China continental, o Xangai Composto avançou 1,47%, para 3.878,43 pontos, e o Shenzhen Composto, menos abrangente, teve alta de 2,07%, a 2.537,55 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 0,24%, para 25.915,82 pontos.

Ontem, as bolsas de Nova York estenderam o rali recente pelo quarto pregão consecutivo, com recordes de fechamento do Dow Jones e do S&P 500, em meio a um clima mais otimista em relação ao conflito no Oriente Médio. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o país pode chegar a um acordo com o Irã para a reabertura do Estreito de Ormuz até esta quarta-feira. O Brent, que na véspera caiu mais de 5%, subia 1% no fim desta madrugada.

Na a bolsa australiana também teve desempenho positivo, com alta de 0,90% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, para 9.227,80 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,67% em Wellington a 13.997,18 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,24% em Moscou a 2.297,47 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,19% em Bombaim a 78.581,00 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Cinemas Os lançamentos da semana: 06 a 12/08/26

Nesta semana,  Insaciável, Champagne - Uma viagem de pai e filho, Nimrods: A Green Day comedy, estão entre as principais estreias dos cinemas brasileiros. Em suma, as duas novas produções devem ocupar grande parte das telonas do país nos próximos dias.

Vale destacar que os demais filmes que chegam ao país têm um número de salas reduzidas e, por essa razão, devem chegar apenas às principais capitais.

Lembrando que as estreias da semana nos cinemas estão sempre sujeitas a alterações e os filmes previstos para a exibição podem mudar dependendo do dia.
 
Insaciável

Título original: Saccharine
Distribuição: Diamond
País: Austrália
Gênero: terror
Duração: 112 minutos
Classificação: 18 anos
Direção: Natalie Erika James
Elenco: Midori FrancisAnna AdamsJoseph Baldwin

Sinopse
Hana é uma estudante de medicina que há anos nutre uma preocupação permanente com o próprio corpo e a perda de peso. Influenciada por uma amiga, ela decide começar um programa extremo à base de pílulas produzidas com cinzas humanas.

 

Champagne - Uma viagem de pai e filho

Título original: Champagne
Distribuição: Autoral Filmes
País: Países Baixos
Gênero: drama
Duração: 90 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Tim Kamps
Elenco: Leo AlkemadeHuub StapelBeppie Melissen

Sinopse
Quando Maarten descobre que seu pai está com uma doença terminal, ele o leva em uma última viagem à região de Champagne, na França. Com conversas tensas e velhos padrões ressurgindo, eles se conectam através de refeições compartilhadas e pequenos momentos inesperados que, aos poucos, os aproximam.

 

 (11/08) Nimrods: A Green Day comedy

Título original: Nimrods: A Green Day comedy
Distribuição: Trafalgar
País: Estados Unidos
Gênero: comédia
Duração: 116 minutos
Classificação: 16 anos
Direção: Lee Kirk
Elenco: Mason ThamesMckenna GraceKylr Coffman

Sinopse
Quando Tommy recebe uma ligação convidando sua banda para abrir o show do Green Day no Réveillon, ele nem imagina que tudo não passa de uma pegadinha muito bem armada por seu irmão. Querendo acreditar que sua vida está prestes a mudar, Tommy rouba o carro dele para levar sua banda de Kansas City até Los Angeles, decidido a chegar lá em três dias. O resultado é uma viagem caótica e hilária pelos Estados Unidos, inspirada no início da carreira do Green Day.

 

Os ruminantes

Distribuição: Bretz Filmes
País: Brasil
Gênero: documentário
Duração: 80 minutos
Classificação: 12 anos
Direção: Tarsila AraújoMarcelo Mello

Sinopse
Em 1967, os cineastas Luiz Sergio Person e Jean-Claude Bernardet escreveram o roteiro daquele que seria um de seus mais importantes filmes, um projeto cinematográfico radical nunca filmado: A hora dos ruminantes. Uma história sobre o cinema brasileiro dos anos 1960 e 1970 e suas questões políticas, revelações de documentos inéditos e confidenciais da ditadura militar em diálogo com Hollywood.

 

 (12/08) Katseye: Wild hearts

Título original: Katseye: Wild hearts
Distribuição: Trafalgar
País: Estados Unidos
Gênero: documentário
Duração: 80 minutos
Classificação: livre
Direção: Nadia Hallgren

Sinopse
Com imagens inéditas, vídeos enviados pelo fandom EYEKONS e entrevistas intimas com as integrantes, o filme explora o poderoso vínculo entre o KATSEYE e seu fandom global.

 

ATEEZ: 'Light the way' in cinemas

Título original: ATEEZ: 'Light the way' in cinemas
Distribuição: Trafalgar
País: Coreia do Sul
Gênero: show
Duração: 65 minutos
Classificação: livre 
Direção: Jiae Kim

Sinopse
Um dia, uma mensagem misteriosa chega ao ATEEZ, que desfrutava de momentos tranquilos em seu esconderijo. Naquele instante, tudo começou a mudar. O ATINY desapareceu... Como se estivessem sob um feitiço, os integrantes do ATEEZ vagam por uma paisagem onírica e desolada, por um mundo em colapso envolto em chamas e pela Cidade Sombria encoberta por uma densa neblina. Perseguidos por uma força desconhecida, eles iniciam uma luta para encontrar o ATINY.

Copa do Brasil: 04/08/26


 


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