Na segunda-feira, você experimenta uma solidão no coração, embora esteja longe da energia da lua em Touro. Seja mais realista. Nos próximos dois dias, sob Gêmeos, evite se perder e vá direto ao essencial. Reflita sobre o que é realmente importante realizar. Não se deixe sobrecarregar pela sensibilidade quando a lua está em sua casa, Câncer.
Você tem conquistas significativas, mas modere seu comportamento. Seu espírito criativo é especialmente útil, pois ajuda a responder de certa forma a algumas de suas perguntas até então insolúveis. O fim de semana ocorre em Leão, e a lua pode impulsionar um pouco de narcisismo, que é melhor conter. No domingo, será mais sobre posicionamento. Você pode enfrentar algumas dificuldades em seus relacionamentos.
A atmosfera da lua nesta semana
- Domingo, 22 de Março de 2026, Lua em Touro: Uma vez que a sorte sorri para você no amor, você não deve desistir de nada. Novos encontros estão a caminho, não se pergunte nada, tenha confiança e lance-se em novas aventuras do coração. Seu futuro sentimental deve satisfazê-lo. Sua calma ajuda-o a antecipar as situações, mas o campo do amor oferece-lhe possibilidades surpreendentes de concretização. Você não vai acreditar! A sorte está aqui! Aproveite, então, essa oportunidade.
- Segunda-feira, 23 de Março de 2026, Lua em Touro: Você possui uma bela capacidade de defender sua família e suas conquistas contra qualquer ameaça desestabilizadora. Você pode se mostrar muito rancoroso se se sentir decepcionado ou traído... Você tem uma imaginação prática voltada para problemas concretos. Podem lhe recriminar por faltar fantasia, mas você é realista e busca mais bem-estar para si e para aqueles que você ama. Você é talentoso em motivar, aconselhar e encorajar os outros a agir na direção que você escolheu.
- Terça-feira, 24 de Março de 2026, Lua em Gêmeos: Você está cheio de criatividade e inventividade e tem um grande senso de amizade que todos apreciam. Isso não impede você de separar relacionamentos pessoais e relacionamentos de negócios; cada coisa em seu lugar, isso lhe convém. Está hesitando em tomar uma decisão? Não se preocupe e deixe seu instinto guiá-lo. Ao confiar na sua intuição, você terá uma boa compreensão da situação.
- Quarta-feira, 25 de Março de 2026, Lua em Gêmeos: Nada de exercer uma autoridade excessiva. Você permite aos outros uma margem de manobra gratificante. Sua vida social e de amizades é determinante em seus empreendimentos. Popular e apreciado por seus amigos, são pessoas de fora que o ajudam a progredir. A maioria das vezes, você tem a sorte de ver sua clientela crescer e se desenvolver.
- Quinta-feira, 26 de Março de 2026, Lua em Câncer: O mundo fala alto demais, pensa rápido demais. E você, precisa de lentidão, de profundidade. Ofereça-se isso: uma hora sem tela, um chá no canto de uma janela, um caderno, ouça o que surge quando tudo o mais silencia.
- Sexta-feira, 27 de Março de 2026, Lua em Câncer: Um velho sonho ressurge, você pensava tê-lo guardado para sempre e agora ele bate à porta da sua mente. Talvez esteja na hora de ouvi-lo, de lhe dar uma segunda chance, nunca é tarde demais para o que faz o coração pulsar, nunca é loucura demais para o que te desperta.
- Sábado, 28 de Março de 2026, Lua em Leão: Você decide dar o próximo passo, seu parceiro parece apreciar bem sua vontade de planos a longo prazo. Os astros o levam em um turbilhão de sentimentos. Você está de bom humor, tudo vai bem para você, e você aproveita ao máximo.
sábado, 21 de março de 2026
The Last of Us Define atores de Lev e Yara para a 3ª temporada
De acordo com Deadline, a terceira temporada de The Last of Us ganhou reforços importantes no elenco ao escalar duas figuras centrais: Michelle Mao (Bridgerton) e Kyriana Kratter (Star Wars: Skeleton Crew) interpretarão Yara e Lev, respectivamente.
Ambos fazem parte dos Serafitas e têm papel fundamental no arco de Abby Anderson, vivida por Kaitlyn Dever. A expectativa é que os próximos episódios sejam focados justamente na jornada da personagem, adaptando eventos do aclamado The Last of Us Part II, desenvolvido pela Naughty Dog.
O jovem de treze anos se torna o principal parceiro e bússola moral de Abby. Assim como no material original, trata-se um menino trans cuja história começa quando, ainda identificado como Lily, decide assumir sua identidade de gênero, raspar a cabeça e adotar o nome Lev, após ser designado para um papel que não condiz com quem é dentro da comunidade em que vive.
Yara, sua irmã mais velha, tem uma trajetória igualmente marcante dentro do grupo.
Fontes consultadas pelo site apontam que a escalação de Kratter aconteceu após um processo seletivo inclusivo promovido pela HBO, que buscava jovens talentos de diferentes origens. Aos 16 anos, a atriz foi escolhida por, segundo os produtores, melhor representar a essência do personagem.
Patrick Wilson (Invocação do Mal) foi anunciado recentemente como Jerry Anderson, pai de Abby.
As filmagens estão previstas para começar nas próximas semanas e seguir até novembro, com Vancouver, no Canadá, servindo como a locação principal.
A terceira temporada de The Last of Us deve estrear na HBO em 2027.
Bella Ramsey e Kaytlin Dever estão confirmadas como Ellie e Abby, respectivamente.
Ambos fazem parte dos Serafitas e têm papel fundamental no arco de Abby Anderson, vivida por Kaitlyn Dever. A expectativa é que os próximos episódios sejam focados justamente na jornada da personagem, adaptando eventos do aclamado The Last of Us Part II, desenvolvido pela Naughty Dog.
O jovem de treze anos se torna o principal parceiro e bússola moral de Abby. Assim como no material original, trata-se um menino trans cuja história começa quando, ainda identificado como Lily, decide assumir sua identidade de gênero, raspar a cabeça e adotar o nome Lev, após ser designado para um papel que não condiz com quem é dentro da comunidade em que vive.
Yara, sua irmã mais velha, tem uma trajetória igualmente marcante dentro do grupo.
Fontes consultadas pelo site apontam que a escalação de Kratter aconteceu após um processo seletivo inclusivo promovido pela HBO, que buscava jovens talentos de diferentes origens. Aos 16 anos, a atriz foi escolhida por, segundo os produtores, melhor representar a essência do personagem.
Patrick Wilson (Invocação do Mal) foi anunciado recentemente como Jerry Anderson, pai de Abby.
As filmagens estão previstas para começar nas próximas semanas e seguir até novembro, com Vancouver, no Canadá, servindo como a locação principal.
A terceira temporada de The Last of Us deve estrear na HBO em 2027.
Bella Ramsey e Kaytlin Dever estão confirmadas como Ellie e Abby, respectivamente.
Devoradores de Estrelas quebra recorde de Oppenheimer na estreia
A Amazon MGM conseguiu emplacar o seu primeiro grande hit de bilheteria em anos. Devoradores de Estrelas (2026) registrou uma estreia recorde nos EUA.
Com US$ 33,1 milhões arrecadados no primeiro dia de exibição na América do Norte, o longa estrelado por Ryan Gosling se tornou o detentor da maior estreia doméstica da história para um filme não pertencente a uma franquia.
O antigo detentor do recorde era Oppenheimer (2023), de Christopher Nolan, que arrecadou US$ 33 milhões na estreia.
Devoradores de Estrelas, já está em exibição nos cinemas brasileiros. O filme conta a história de um cientista que precisa evitar a morte do Sol e, consequentemente, que isso destrua a Terra.
A direção é de Phil Lord e Chris Miller, da franquia do Aranhaverso. Drew Goddard (Perdido em Marte) assina o projeto como roteirista.
Com US$ 33,1 milhões arrecadados no primeiro dia de exibição na América do Norte, o longa estrelado por Ryan Gosling se tornou o detentor da maior estreia doméstica da história para um filme não pertencente a uma franquia.
O antigo detentor do recorde era Oppenheimer (2023), de Christopher Nolan, que arrecadou US$ 33 milhões na estreia.
Devoradores de Estrelas, já está em exibição nos cinemas brasileiros. O filme conta a história de um cientista que precisa evitar a morte do Sol e, consequentemente, que isso destrua a Terra.
A direção é de Phil Lord e Chris Miller, da franquia do Aranhaverso. Drew Goddard (Perdido em Marte) assina o projeto como roteirista.
sexta-feira, 20 de março de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 20/03
Bitcoin: R$ 373.022,66 Reais e US$ 70.424,93 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,3085
Dólar turismo: R$ 5,5204
Dólar ptax: R$ 5,2800
Euro comercial: R$ 6,1350
Euro turismo: R$ 6.4421
Dólar supera os R$5,30 com maior alta desde os primeiros dias da guerra no Oriente Médio
O dólar fechou a sexta-feira com alta firme no Brasil e novamente acima dos R$5,30, acompanhando o avanço da moeda norte-americana ante outras divisas no exterior, em meio aos receios sobre os impactos econômicos da guerra no Oriente Médio.
O dólar à vista fechou a sessão com alta de 1,84%, aos R$5,3125. Foi a maior alta em um único dia desde 3 de março, na primeira semana da guerra, quando subiu 1,91%. Nesta semana, a divisa acumulou leve baixa de 0,08% e, no ano, recuo de 3,22%. Às 17h18, o dólar futuro para abril -- o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 1,54% na B3, aos R$5,3185.
O avanço global do dólar ganhou força no fim da manhã, com a percepção de que a guerra no Oriente Médio pode durar mais do que o inicialmente esperado. Três autoridades norte-americanas disseram à Reuters que os EUA estão enviando milhares de fuzileiros navais e marinheiros para o Oriente Médio. As fontes, que falaram sob condição de anonimato, não especificaram qual seria o papel dos soldados adicionais.
Além disso, Israel e Irã continuaram seus ataques na região, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, criticou seus aliados da Otan por conta da falta de apoio à guerra, chamando-os de "covardes". Neste cenário, o dólar subiu ante praticamente todas as demais divisas, incluindo pares do real como o rand sul-africano, o peso chileno e o peso mexicano. O petróleo tipo Brent zerou as perdas de mais cedo e passou a subir, encostando nos US$112 o barril, e os rendimentos dos Treasuries tinham ganhos firmes, com investidores avaliando que as chances de um corte de juros nos EUA este ano diminuíram.
"Essa percepção do mercado de que a guerra pode se prolongar está fazendo o mercado ajustar a perspectiva -- e as apostas -- sobre o Fed", comentou no início da tarde Fernando Bergallo, diretor da assessoria FB Capital, ao justificar a aceleração do dólar ante o real. "O 'driver' (vetor) dos negócios (no câmbio) é 100% o externo hoje."
Neste cenário, o dólar à vista atingiu a cotação máxima de R$5,3268 (+2,12%) às 16h38, para depois encerrar pouco abaixo deste nível -- mas acima dos R$5,30, um ponto de resistência técnica importante. No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 1º de abril.
Ibovespa recua para mínima em 2 meses sem sinais de arrefecimento de guerra
O Ibovespa fechou em queda de mais de 2% nesta sexta-feira, mais uma vez contaminado pela aversão a risco global com os receios envolvendo o conflito no Oriente Médio e seus reflexos na economia mundial.
O índice de referência do mercado acionário brasileiro recuou 2,25%, a 176.219,40 pontos, após os ajustes, acumulando na semana uma perda de 0,81% e ampliando a queda no mês para 6,66%. No ano, ainda sobe 9,37%. Em pregão também marcado por vencimento de opções sobre ações na B3, o Ibovespa chegou a 175.039,34 pontos na mínima da sessão, piso intradia desde 22 de janeiro. Na máxima do dia, alcançou 180.305,22 pontos. O volume financeiro somou R$49,45 bilhões.
O barril de petróleo sob o contrato Brent fechou em alta de mais de 3%, a US$112,19, maior valor desde julho de 2022, com a guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, que já dura três semanas, sem sinais de arrefecimento. Na última sexta-feira de fevereiro, antes dos primeiros ataques contra o Irã, o Brent tinha fechado a US$72,48.
Wall Street encerra em forte queda; turbulência no Oriente Médio aumenta medo de inflação
Wall Street encerrou em forte queda nesta sexta-feira, com perdas para os pesos pesados Nvidia e Microsoft, conforme a guerra dos EUA e de Israel contra o Irã entrou em sua quarta semana, aprofundando as preocupações com a inflação e o potencial para taxas de juros mais altas.
O conflito no Oriente Médio não mostrou sinais de abrandamento. As Forças Armadas dos EUA estavam enviando um grande navio de assalto anfíbio com milhares de fuzileiros navais e marinheiros adicionais para o Oriente Médio, enquanto o novo líder supremo do Irã saudava a "unidade" e a "resistência" do país. "O mercado está finalmente aceitando a ideia de que isso pode durar mais do que o inicialmente esperado, e acho que é por isso que os mercados estão em baixa. Esse conflito pode se prolongar não apenas por algumas semanas, mas talvez por vários meses", disse Jake Dollarhide, presidente-executivo da Longbow Asset Management em Tulsa, Oklahoma.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 1,49%, encerrando em 6.508,32 pontos, enquanto o Nasdaq Composite recuou 1,98%, para 21.653,71 pontos. O Dow Jones Industrial Average caiu 0,92%, para 45.599,11 pontos.
As bolsas europeias fecharam em queda
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 1,44%, a 9.918,33 pontos. Na semana, recuou 3,56%.
Em Frankfurt, o DAX caiu 1,94%, a 22.397,43 pontos, com recuo semanal de 4,88%.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 1,82%, a 7.665,62 pontos, caindo 4,1% na semana.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,97%, a 42.840,9 pontos, cedendo 2,97% na comparação semanal.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,20%, a 17.038,70 pontos, com baixa de 7,22% na semana.
Em Lisboa, o PSI 20 recuou 2,13%, a 8.756,26 pontos, com queda de 2,12% na semana.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,16% a 2.864,48 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa
Os mercados da China continental lideraram as perdas, com quedas de 1,24% do índice Xangai Composto, a 3.957,05 pontos, e de 1,18% do Shenzhen Composto, a 2.589,10 pontos.
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng caiu 0,88% em Hong Kong, a 25.277,32 pontos,
e o Taiex recuou 0,43% em Taiwan, a 33.543,88 pontos.
Em Tóquio, não houve pregão por causa de feriado no Japão.
Na contramão, o sul-coreano Kospi subiu 0,31% em Seul, a 5.781,20 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no vermelho, com baixa de 0,82% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.428,80 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,44% a 74.532,96 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Dólar comercial: R$ 5,3085
Dólar turismo: R$ 5,5204
Dólar ptax: R$ 5,2800
Euro comercial: R$ 6,1350
Euro turismo: R$ 6.4421
Dólar supera os R$5,30 com maior alta desde os primeiros dias da guerra no Oriente Médio
O dólar fechou a sexta-feira com alta firme no Brasil e novamente acima dos R$5,30, acompanhando o avanço da moeda norte-americana ante outras divisas no exterior, em meio aos receios sobre os impactos econômicos da guerra no Oriente Médio.
O dólar à vista fechou a sessão com alta de 1,84%, aos R$5,3125. Foi a maior alta em um único dia desde 3 de março, na primeira semana da guerra, quando subiu 1,91%. Nesta semana, a divisa acumulou leve baixa de 0,08% e, no ano, recuo de 3,22%. Às 17h18, o dólar futuro para abril -- o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 1,54% na B3, aos R$5,3185.
O avanço global do dólar ganhou força no fim da manhã, com a percepção de que a guerra no Oriente Médio pode durar mais do que o inicialmente esperado. Três autoridades norte-americanas disseram à Reuters que os EUA estão enviando milhares de fuzileiros navais e marinheiros para o Oriente Médio. As fontes, que falaram sob condição de anonimato, não especificaram qual seria o papel dos soldados adicionais.
Além disso, Israel e Irã continuaram seus ataques na região, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, criticou seus aliados da Otan por conta da falta de apoio à guerra, chamando-os de "covardes". Neste cenário, o dólar subiu ante praticamente todas as demais divisas, incluindo pares do real como o rand sul-africano, o peso chileno e o peso mexicano. O petróleo tipo Brent zerou as perdas de mais cedo e passou a subir, encostando nos US$112 o barril, e os rendimentos dos Treasuries tinham ganhos firmes, com investidores avaliando que as chances de um corte de juros nos EUA este ano diminuíram.
"Essa percepção do mercado de que a guerra pode se prolongar está fazendo o mercado ajustar a perspectiva -- e as apostas -- sobre o Fed", comentou no início da tarde Fernando Bergallo, diretor da assessoria FB Capital, ao justificar a aceleração do dólar ante o real. "O 'driver' (vetor) dos negócios (no câmbio) é 100% o externo hoje."
Neste cenário, o dólar à vista atingiu a cotação máxima de R$5,3268 (+2,12%) às 16h38, para depois encerrar pouco abaixo deste nível -- mas acima dos R$5,30, um ponto de resistência técnica importante. No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 1º de abril.
Ibovespa recua para mínima em 2 meses sem sinais de arrefecimento de guerra
O Ibovespa fechou em queda de mais de 2% nesta sexta-feira, mais uma vez contaminado pela aversão a risco global com os receios envolvendo o conflito no Oriente Médio e seus reflexos na economia mundial.
O índice de referência do mercado acionário brasileiro recuou 2,25%, a 176.219,40 pontos, após os ajustes, acumulando na semana uma perda de 0,81% e ampliando a queda no mês para 6,66%. No ano, ainda sobe 9,37%. Em pregão também marcado por vencimento de opções sobre ações na B3, o Ibovespa chegou a 175.039,34 pontos na mínima da sessão, piso intradia desde 22 de janeiro. Na máxima do dia, alcançou 180.305,22 pontos. O volume financeiro somou R$49,45 bilhões.
O barril de petróleo sob o contrato Brent fechou em alta de mais de 3%, a US$112,19, maior valor desde julho de 2022, com a guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, que já dura três semanas, sem sinais de arrefecimento. Na última sexta-feira de fevereiro, antes dos primeiros ataques contra o Irã, o Brent tinha fechado a US$72,48.
Wall Street encerra em forte queda; turbulência no Oriente Médio aumenta medo de inflação
Wall Street encerrou em forte queda nesta sexta-feira, com perdas para os pesos pesados Nvidia e Microsoft, conforme a guerra dos EUA e de Israel contra o Irã entrou em sua quarta semana, aprofundando as preocupações com a inflação e o potencial para taxas de juros mais altas.
O conflito no Oriente Médio não mostrou sinais de abrandamento. As Forças Armadas dos EUA estavam enviando um grande navio de assalto anfíbio com milhares de fuzileiros navais e marinheiros adicionais para o Oriente Médio, enquanto o novo líder supremo do Irã saudava a "unidade" e a "resistência" do país. "O mercado está finalmente aceitando a ideia de que isso pode durar mais do que o inicialmente esperado, e acho que é por isso que os mercados estão em baixa. Esse conflito pode se prolongar não apenas por algumas semanas, mas talvez por vários meses", disse Jake Dollarhide, presidente-executivo da Longbow Asset Management em Tulsa, Oklahoma.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 1,49%, encerrando em 6.508,32 pontos, enquanto o Nasdaq Composite recuou 1,98%, para 21.653,71 pontos. O Dow Jones Industrial Average caiu 0,92%, para 45.599,11 pontos.
As bolsas europeias fecharam em queda
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 1,44%, a 9.918,33 pontos. Na semana, recuou 3,56%.
Em Frankfurt, o DAX caiu 1,94%, a 22.397,43 pontos, com recuo semanal de 4,88%.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 1,82%, a 7.665,62 pontos, caindo 4,1% na semana.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,97%, a 42.840,9 pontos, cedendo 2,97% na comparação semanal.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,20%, a 17.038,70 pontos, com baixa de 7,22% na semana.
Em Lisboa, o PSI 20 recuou 2,13%, a 8.756,26 pontos, com queda de 2,12% na semana.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,16% a 2.864,48 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa
Os mercados da China continental lideraram as perdas, com quedas de 1,24% do índice Xangai Composto, a 3.957,05 pontos, e de 1,18% do Shenzhen Composto, a 2.589,10 pontos.
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng caiu 0,88% em Hong Kong, a 25.277,32 pontos,
e o Taiex recuou 0,43% em Taiwan, a 33.543,88 pontos.
Em Tóquio, não houve pregão por causa de feriado no Japão.
Na contramão, o sul-coreano Kospi subiu 0,31% em Seul, a 5.781,20 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no vermelho, com baixa de 0,82% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.428,80 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,44% a 74.532,96 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 20/03
As bolsas europeias fecharam em queda nesta sexta-feira, 20, encerrando a semana com recuos expressivos, à medida que a aversão ao risco se prolonga no continente em meio às pressões sobre os custos de energia e a cautela adotada pelos bancos centrais devido ao conflito no Oriente Médio.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 1,44%, a 9.918,33 pontos. Na semana, recuou 3,56%. Em Frankfurt, o DAX caiu 1,94%, a 22.397,43 pontos, com recuo semanal de 4,88%. Em Paris, o CAC 40 perdeu 1,82%, a 7.665,62 pontos, caindo 4,1% na semana. Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,97%, a 42.840,9 pontos, cedendo 2,97% na comparação semanal. Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,20%, a 17.038,70 pontos, com baixa de 7,22% na semana. Em Lisboa, o PSI 20 recuou 2,13%, a 8.756,26 pontos, com queda de 2,12% na semana. As cotações são preliminares.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,16% a 2.864,48 pontos.
Mais cedo, os mercados haviam ensaiado uma recuperação da sessão anterior, com as bolsas europeias subindo acompanhando o movimento inverso de queda nos preços do petróleo, em meio aos desdobramentos na guerra dos EUA e Israel contra o Irã. O movimento cessou conforme a commodity energética voltou a subir. Ainda assim, analistas do Goldman Sachs afirmaram nesta sexta-feira que as ações europeias estão demonstrando "notável resiliência" diante do conflito em curso no Oriente Médio.
O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a criticar nesta sexta os países aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), chamando-os de "covardes" em uma postagem em sua rede social. Na quinta-feira, alguns países do bloco militar se comprometeram a assegurar o fluxo do petróleo pelo Estreito de Ormuz e a medidas de apoio ao mercado de energia.
No Reino Unido, o juro dos títulos do governo (Glits) com vencimento em dez anos atingiu o maior nível desde 2008, com a pressão dos preços de energia na inflação em foco. O movimento ocorre após o Banco da Inglaterra (BoE) e outras instituições monetárias do continente, como o Banco Central Europeu (BCE), manterem a taxa de juros inalteradas. Os presidentes do BC da França e da Alemanha, François Villeroy de Galhau e Joachim Nagel, deixaram em aberto nesta sexta a possibilidade de um aumento na taxa de juros.
Em notícias, a Unilever anunciou ter recebido uma oferta preliminar por seus negócios no ramo de alimentos e que mantém conversas com a McCormick & Company, que também confirmou as negociações. As ações da Unilever subiram 0,4% em Londres.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 1,44%, a 9.918,33 pontos. Na semana, recuou 3,56%. Em Frankfurt, o DAX caiu 1,94%, a 22.397,43 pontos, com recuo semanal de 4,88%. Em Paris, o CAC 40 perdeu 1,82%, a 7.665,62 pontos, caindo 4,1% na semana. Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,97%, a 42.840,9 pontos, cedendo 2,97% na comparação semanal. Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,20%, a 17.038,70 pontos, com baixa de 7,22% na semana. Em Lisboa, o PSI 20 recuou 2,13%, a 8.756,26 pontos, com queda de 2,12% na semana. As cotações são preliminares.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,16% a 2.864,48 pontos.
Mais cedo, os mercados haviam ensaiado uma recuperação da sessão anterior, com as bolsas europeias subindo acompanhando o movimento inverso de queda nos preços do petróleo, em meio aos desdobramentos na guerra dos EUA e Israel contra o Irã. O movimento cessou conforme a commodity energética voltou a subir. Ainda assim, analistas do Goldman Sachs afirmaram nesta sexta-feira que as ações europeias estão demonstrando "notável resiliência" diante do conflito em curso no Oriente Médio.
O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a criticar nesta sexta os países aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), chamando-os de "covardes" em uma postagem em sua rede social. Na quinta-feira, alguns países do bloco militar se comprometeram a assegurar o fluxo do petróleo pelo Estreito de Ormuz e a medidas de apoio ao mercado de energia.
No Reino Unido, o juro dos títulos do governo (Glits) com vencimento em dez anos atingiu o maior nível desde 2008, com a pressão dos preços de energia na inflação em foco. O movimento ocorre após o Banco da Inglaterra (BoE) e outras instituições monetárias do continente, como o Banco Central Europeu (BCE), manterem a taxa de juros inalteradas. Os presidentes do BC da França e da Alemanha, François Villeroy de Galhau e Joachim Nagel, deixaram em aberto nesta sexta a possibilidade de um aumento na taxa de juros.
Em notícias, a Unilever anunciou ter recebido uma oferta preliminar por seus negócios no ramo de alimentos e que mantém conversas com a McCormick & Company, que também confirmou as negociações. As ações da Unilever subiram 0,4% em Londres.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia: 20/03
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta sexta-feira (20), à medida que a guerra no Oriente Médio segue pesando no apetite por risco, embora o petróleo tenha voltado a cair.
Os mercados da China continental lideraram as perdas, com quedas de 1,24% do índice Xangai Composto, a 3.957,05 pontos, e de 1,18% do Shenzhen Composto, a 2.589,10 pontos, após o PBoC, banco central chinês, deixar suas principais taxas de juros inalteradas, em meio às incertezas da guerra, a exemplo do que fizeram outros grandes bancos centrais nesta semana, incluindo o Fed (Federal Reserve), o BCE (Banco Central Europeu), o BoE (Banco da Inglaterra) e o BoJ (Banco do Japão).
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng caiu 0,88% em Hong Kong, a 25.277,32 pontos, e o Taiex recuou 0,43% em Taiwan, a 33.543,88 pontos. Em Tóquio, não houve pregão por causa de feriado no Japão.
Na contramão, o sul-coreano Kospi subiu 0,31% em Seul, a 5.781,20 pontos.
O predomínio do mau humor é alimentado pela continuidade do conflito no Oriente Médio, que hoje entrou no 21º dia. Israel acatou a ordem do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para não atacar instalações de petróleo e gás natural do Irã, mas continuou bombardeando Teerã. Os preços do petróleo, no entanto, voltaram a cair nesta madrugada, depois de subirem ontem.
Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no vermelho, com baixa de 0,82% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.428,80 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,44% a 74.532,96 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Os mercados da China continental lideraram as perdas, com quedas de 1,24% do índice Xangai Composto, a 3.957,05 pontos, e de 1,18% do Shenzhen Composto, a 2.589,10 pontos, após o PBoC, banco central chinês, deixar suas principais taxas de juros inalteradas, em meio às incertezas da guerra, a exemplo do que fizeram outros grandes bancos centrais nesta semana, incluindo o Fed (Federal Reserve), o BCE (Banco Central Europeu), o BoE (Banco da Inglaterra) e o BoJ (Banco do Japão).
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng caiu 0,88% em Hong Kong, a 25.277,32 pontos, e o Taiex recuou 0,43% em Taiwan, a 33.543,88 pontos. Em Tóquio, não houve pregão por causa de feriado no Japão.
Na contramão, o sul-coreano Kospi subiu 0,31% em Seul, a 5.781,20 pontos.
O predomínio do mau humor é alimentado pela continuidade do conflito no Oriente Médio, que hoje entrou no 21º dia. Israel acatou a ordem do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para não atacar instalações de petróleo e gás natural do Irã, mas continuou bombardeando Teerã. Os preços do petróleo, no entanto, voltaram a cair nesta madrugada, depois de subirem ontem.
Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no vermelho, com baixa de 0,82% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.428,80 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,44% a 74.532,96 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
A Roda do Tempo ganhará nova série, jogo e filmes após cancelamento
Quase um ano depois do Prime Video anunciar o cancelamento de sua série de A Roda do Tempo, iwot Studios anuncia uma nova leva de projetos inspirados na saga, incluindo uma animação, filmes e jogos. Segundo a Variety, a empresa que detém os direitos da propriedade intelectual, firmou uma parceria com a Initiate Entertainment, de Thomas Vu (Arcane) e Anthony Borquez, para expandir o universo em diferentes formatos.
Entre os projetos já anunciados, estão alguns filmes de animação, um jogo e uma série animada, que até o momento, não possuem plataformas de streaming ou distribuidoras definidas. Segundo uma declaração dos envolvidos, as empresas "visam ampliar o alcance da franquia em diversas plataformas e engajar fãs do mundo todo."
Tratam-se de projetos com propostas distintas, mas que segundo Vu, serão complementares às tramas uns dos outros. Mais detalhes sobre as produções não foram revelados.
A Variety, entretanto, divulgou a primeira imagem do visual do personagem Rand al'Thor, que será destinado para um dos múltiplos projetos da nova era da saga.
Na plataforma da Amazon, A Roda do Tempo foi cancelada após três temporadas, contando com um elenco liderado por Rosamund Pike (Saltburn).
Fonte: Variety.
Entre os projetos já anunciados, estão alguns filmes de animação, um jogo e uma série animada, que até o momento, não possuem plataformas de streaming ou distribuidoras definidas. Segundo uma declaração dos envolvidos, as empresas "visam ampliar o alcance da franquia em diversas plataformas e engajar fãs do mundo todo."
Tratam-se de projetos com propostas distintas, mas que segundo Vu, serão complementares às tramas uns dos outros. Mais detalhes sobre as produções não foram revelados.
A Variety, entretanto, divulgou a primeira imagem do visual do personagem Rand al'Thor, que será destinado para um dos múltiplos projetos da nova era da saga.
Na plataforma da Amazon, A Roda do Tempo foi cancelada após três temporadas, contando com um elenco liderado por Rosamund Pike (Saltburn).
Fonte: Variety.
A new slate of projects based on Robert Jordan’s “The Wheel of Time” novels is in the works from iwot Studios and “Arcane” producer Thomas Vu.
— Variety (@Variety) March 19, 2026
See Variety’s exclusive first look at a proof-of-concept rendering of Rand al’Thor:https://t.co/1BCwHmxZqd pic.twitter.com/1wIscpCdMs
Strange New Worlds Showrunner promete ousadia e nostalgia na 4ª temporada
Com a estreia iminente da quarta temporada de Star Trek: Strange New Worlds — a penúltima da série —, o universo de Star Trek entra em uma fase delicada de transição em 2026 no Paramount+. Após o encerramento recente da primeira temporada de Starfleet Academy, a franquia conta agora com apenas uma série em plena atividade com novos episódios confirmados para o ano: a aventura da USS Enterprise comandada pelo Capitão Pike.
Enquanto a segunda temporada de Starfleet Academy já foi concluída nas filmagens e aguarda definição de lançamento, Strange New Worlds assume o protagonismo absoluto, pavimentando o caminho para seu quinto e derradeiro ano.
Em entrevista exclusiva ao TrekMovie durante o Saturn Awards, o co-showrunner da série Henry Alonso Myers ofereceu detalhes animadores sobre o que os fãs podem esperar. Embora as filmagens da quarta e da quinta temporadas tenham sido concluídas em dezembro do ano passado, o trabalho está longe de acabar. Myers revelou que a equipe segue imersa na pós-produção, abrangendo edição, som, trilha sonora e demais etapas finais.
Literalmente, ainda estou trabalhando na 4ª e na 5ª temporada, então não parece que… terminamos as filmagens, mas ainda vamos trabalhar na pós-produção, edição, som, trilha sonora e tudo mais por mais seis a dez meses. Ainda estaremos trabalhando na [5ª temporada] quando vocês assistirem à 4ª temporada.
Quarta temporada sai ainda em 2026
Sobre a data de estreia da quarta temporada, Myers evitou compromissos exatos, mas deu uma previsão clara:
Posso dizer que a quarta temporada chegará em algum momento deste ano. Temos sido muito consistentes com a época do ano em que lançamos os episódios e seremos consistentes novamente este ano. Nos informaram uma previsão, então é aí que vamos estar. Eu diria que será no final do verão, mas considere isso um palpite e não uma data definitiva.
A previsão mencionada alinha-se com os lançamentos anteriores: a terceira temporada estreou em julho do ano passado (17 de julho), enquanto as duas primeiras chegaram em maio de 2022 e junho de 2023. Tudo indica, portanto, um retorno entre julho e setembro de 2026 (fim do verão nos EUA), possivelmente aproveitando o calendário do Paramount+ e eventos como a San Diego Comic-Con para promover a temporada.
A quarta temporada promete ser uma das mais ambiciosas da série até agora. Myers e seu co-showrunner Akiva Goldsman decidiram explorar territórios inéditos, respondendo à pergunta: “O que há de Star Trek que ainda não foi explorado e que poderíamos fazer?”. O resultado é uma mistura de episódios que honram o clássico e outros que arriscam em gêneros diferentes.
O objetivo de Strange New Worlds é justamente visitar novos mundos estranhos. Cada episódio é estranho, novo e diferente. Queremos experimentar coisas em Star Trek que sejam familiares aos fãs, mas também algo novo, diferente, explosivo — queremos arriscar.
Um dos destaques já confirmados é um episódio inteiro com marionetes — uma ousadia que demandou meses de preparação, mas Myers fez questão de esclarecer que não se trata de uma temporada temática única.
Não é como se cada episódio fosse um episódio com marionetes… É uma mistura. Temos algumas incursões em gêneros diferentes. Temos alguns episódios realmente clássicos, alguns episódios muito, muito clássicos. Tentamos algumas coisas que nunca foram tentadas em Star Trek antes, mas que, em sua essência, ainda mantêm a essência de Star Trek.
Com apenas seis episódios, a temporada final será diferente, focada em concluir as histórias dos personagens de forma satisfatória.
Sim, com certeza a 5ª temporada será diferente da 4ª. É aí que estamos pensando em como concluir a história nessa temporada. Todos nós amamos Star Trek. Tentamos encarar isso da seguinte forma: qual seria o final que gostaríamos de ter? Somos muito gratos pelo fato de que, ao encerrar uma série, podemos decidir como e onde ela termina. E queremos fazer isso de uma maneira que apreciemos e que nos agrade.
Irmão de Spock poderá surgir na última temporada
A maior surpresa revelada será no episódio final, que trará dois ícones da série original: o Dr. Leonard “Bones” McCoy, interpretado por Thomas Jane, e o tenente Hikaru Sulu, vivido por Kai Murakami. A escolha de adiar essas apresentações até o último capítulo foi intencional.Porque não precisamos conhecer todas as pessoas imediatamente. Temos muitos personagens e queremos poder contar uma história envolvente e interessante para cada um deles, encontrar finais interessantes para todos.
Akiva Goldsman já havia adiantado que o finale mostrará “o primeiro dia de comando de Kirk” na Enterprise — um momento pivotal que pode abrir portas para uma possível série derivada chamada Star Trek: Year One, proposta pelos produtores.
Outro personagem clássico mencionado é Sybok, meio-irmão de Spock (introduzido em Star Trek V: A Última Fronteira). Myers foi discreto, mas confirmou:
Há um futuro com Sybok onde lidaremos com Sybok, eu vou dizer isso. Vocês têm um futuro com Sybok para vivenciar na série.
Com a franquia celebrando seu legado em 2026 — ano que marca avanços importantes no universo expandido —, Strange New Worlds se posiciona como o principal farol de novas aventuras e a continuação para mais jornadas.
Enquanto a segunda temporada de Starfleet Academy já foi concluída nas filmagens e aguarda definição de lançamento, Strange New Worlds assume o protagonismo absoluto, pavimentando o caminho para seu quinto e derradeiro ano.
Em entrevista exclusiva ao TrekMovie durante o Saturn Awards, o co-showrunner da série Henry Alonso Myers ofereceu detalhes animadores sobre o que os fãs podem esperar. Embora as filmagens da quarta e da quinta temporadas tenham sido concluídas em dezembro do ano passado, o trabalho está longe de acabar. Myers revelou que a equipe segue imersa na pós-produção, abrangendo edição, som, trilha sonora e demais etapas finais.
Literalmente, ainda estou trabalhando na 4ª e na 5ª temporada, então não parece que… terminamos as filmagens, mas ainda vamos trabalhar na pós-produção, edição, som, trilha sonora e tudo mais por mais seis a dez meses. Ainda estaremos trabalhando na [5ª temporada] quando vocês assistirem à 4ª temporada.
Quarta temporada sai ainda em 2026
Sobre a data de estreia da quarta temporada, Myers evitou compromissos exatos, mas deu uma previsão clara:
Posso dizer que a quarta temporada chegará em algum momento deste ano. Temos sido muito consistentes com a época do ano em que lançamos os episódios e seremos consistentes novamente este ano. Nos informaram uma previsão, então é aí que vamos estar. Eu diria que será no final do verão, mas considere isso um palpite e não uma data definitiva.
A previsão mencionada alinha-se com os lançamentos anteriores: a terceira temporada estreou em julho do ano passado (17 de julho), enquanto as duas primeiras chegaram em maio de 2022 e junho de 2023. Tudo indica, portanto, um retorno entre julho e setembro de 2026 (fim do verão nos EUA), possivelmente aproveitando o calendário do Paramount+ e eventos como a San Diego Comic-Con para promover a temporada.
A quarta temporada promete ser uma das mais ambiciosas da série até agora. Myers e seu co-showrunner Akiva Goldsman decidiram explorar territórios inéditos, respondendo à pergunta: “O que há de Star Trek que ainda não foi explorado e que poderíamos fazer?”. O resultado é uma mistura de episódios que honram o clássico e outros que arriscam em gêneros diferentes.
O objetivo de Strange New Worlds é justamente visitar novos mundos estranhos. Cada episódio é estranho, novo e diferente. Queremos experimentar coisas em Star Trek que sejam familiares aos fãs, mas também algo novo, diferente, explosivo — queremos arriscar.
Um dos destaques já confirmados é um episódio inteiro com marionetes — uma ousadia que demandou meses de preparação, mas Myers fez questão de esclarecer que não se trata de uma temporada temática única.
Não é como se cada episódio fosse um episódio com marionetes… É uma mistura. Temos algumas incursões em gêneros diferentes. Temos alguns episódios realmente clássicos, alguns episódios muito, muito clássicos. Tentamos algumas coisas que nunca foram tentadas em Star Trek antes, mas que, em sua essência, ainda mantêm a essência de Star Trek.
Com apenas seis episódios, a temporada final será diferente, focada em concluir as histórias dos personagens de forma satisfatória.
Sim, com certeza a 5ª temporada será diferente da 4ª. É aí que estamos pensando em como concluir a história nessa temporada. Todos nós amamos Star Trek. Tentamos encarar isso da seguinte forma: qual seria o final que gostaríamos de ter? Somos muito gratos pelo fato de que, ao encerrar uma série, podemos decidir como e onde ela termina. E queremos fazer isso de uma maneira que apreciemos e que nos agrade.
Irmão de Spock poderá surgir na última temporada
A maior surpresa revelada será no episódio final, que trará dois ícones da série original: o Dr. Leonard “Bones” McCoy, interpretado por Thomas Jane, e o tenente Hikaru Sulu, vivido por Kai Murakami. A escolha de adiar essas apresentações até o último capítulo foi intencional.Porque não precisamos conhecer todas as pessoas imediatamente. Temos muitos personagens e queremos poder contar uma história envolvente e interessante para cada um deles, encontrar finais interessantes para todos.
Akiva Goldsman já havia adiantado que o finale mostrará “o primeiro dia de comando de Kirk” na Enterprise — um momento pivotal que pode abrir portas para uma possível série derivada chamada Star Trek: Year One, proposta pelos produtores.
Outro personagem clássico mencionado é Sybok, meio-irmão de Spock (introduzido em Star Trek V: A Última Fronteira). Myers foi discreto, mas confirmou:
Há um futuro com Sybok onde lidaremos com Sybok, eu vou dizer isso. Vocês têm um futuro com Sybok para vivenciar na série.
Com a franquia celebrando seu legado em 2026 — ano que marca avanços importantes no universo expandido —, Strange New Worlds se posiciona como o principal farol de novas aventuras e a continuação para mais jornadas.
Disney+ atualiza catálogo nesta sexta com filme brasileiro
O Disney+ recebeu nesta sexta-feira, 20 de março, três novidades para os assinantes no Brasil. O destaque do dia é O Diário de Pilar na Amazônia, que chega ao streaming depois de passar pelos cinemas e levar para as telas, pela primeira vez, a franquia infantil criada por Flávia Lins e Silva. A série de livros O Diário de Pilar já vendeu mais de 800 mil exemplares e também inspirou uma série e uma peça de teatro, o que mostra a força da personagem entre o público infantojuvenil.
O Diário de Pilar na Amazônia (2026)
Pilar, uma jovem curiosa e exploradora, embarca com o melhor amigo Breno e o gato Samba numa missão na floresta amazônica. Lá, eles conhecem Maiara, uma jovem ribeirinha cuja comunidade foi destruída por madeireiros. No caminho, encontram Bira, um jovem pescador que conhece bem a floresta.
Pilar e seus amigos partem em busca dos pais de Maiara, até que descobrem uma quadrilha de madeireiros que estão cortando árvores ilegalmente. Com a ajuda de uma tribo indígena e dos seres mitológicos, Pilar e seus amigos conseguem deter os madeireiros, mais decididos que nunca a salvar a natureza e a reflorestar o planeta.
Contos – Temporada 1
Desde o início dos tempos, a humanidade explora o desconhecido em busca de comida. Através da voz de historiadores, antropólogos, artesãos e chefs de renome mundial, Contos revela como a gastronomia funciona como um raio-X das culturas e identidades ao redor do mundo.
Na Sua Melhor Fase – T1:E8 (às 11:20)
Chan vive como se sempre fossem férias de verão. Haran está aprisionada em um inverno sem fim. Quando o passado esquecido os reúne, Chan decide dar a ela uma nova primavera. Entre risos e lágrimas, os dois enfrentam juntos o inverno e chegam à sua primavera neste romance comovente.
O Diário de Pilar na Amazônia (2026)
Pilar, uma jovem curiosa e exploradora, embarca com o melhor amigo Breno e o gato Samba numa missão na floresta amazônica. Lá, eles conhecem Maiara, uma jovem ribeirinha cuja comunidade foi destruída por madeireiros. No caminho, encontram Bira, um jovem pescador que conhece bem a floresta.
Pilar e seus amigos partem em busca dos pais de Maiara, até que descobrem uma quadrilha de madeireiros que estão cortando árvores ilegalmente. Com a ajuda de uma tribo indígena e dos seres mitológicos, Pilar e seus amigos conseguem deter os madeireiros, mais decididos que nunca a salvar a natureza e a reflorestar o planeta.
Contos – Temporada 1
Desde o início dos tempos, a humanidade explora o desconhecido em busca de comida. Através da voz de historiadores, antropólogos, artesãos e chefs de renome mundial, Contos revela como a gastronomia funciona como um raio-X das culturas e identidades ao redor do mundo.
Na Sua Melhor Fase – T1:E8 (às 11:20)
Chan vive como se sempre fossem férias de verão. Haran está aprisionada em um inverno sem fim. Quando o passado esquecido os reúne, Chan decide dar a ela uma nova primavera. Entre risos e lágrimas, os dois enfrentam juntos o inverno e chegam à sua primavera neste romance comovente.
quinta-feira, 19 de março de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 19/03
Bitcoin: R$ 368.957,33 Reais e US$ 70.614,50 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,2152
Dólar turismo: R$ 5,4277
Dólar ptax: R$ 5,2587
Euro comercial: R$ 6,0420
Euro turismo: R$ 6.344
Dólar acompanha exterior e fecha em baixa ante o real
Depois de oscilar em alta ante o real na maior parte do dia, na esteira das decisões sobre juros do Brasil e dos EUA, o dólar virou para o negativo à tarde e fechou a quinta-feira em queda, em sintonia com a melhora dos mercados no exterior.
O dólar à vista fechou a sessão com baixa de 0,52%, aos R$5,2164, acompanhando o recuo firme da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, como o rand sul-africano e o peso mexicano. No ano, a divisa passou a registrar queda de 4,98%. Às 17h05, o dólar futuro para abril -- o mais líquido no mercado brasileiro -- cedia 0,57% na B3, aos R$5,2315.
No início da sessão o dólar chegou a ultrapassar os R$5,30, acompanhando o avanço naquele momento das cotações no exterior e refletindo as decisões de política monetária da véspera, quando o Federal Reserve manteve os juros na faixa de 3,50% a 3,75% e o Banco Central do Brasil cortou a Selic de 15% para 14,75%. No meio da tarde, porém, a moeda norte-americana perdeu força ante o real, também acompanhando a derrocada da divisa dos EUA no exterior, em paralelo à queda dos Treasuries e dos preços do petróleo.
Assim, após registrar a cotação máxima intradia de R$5,3150 (+1,36%) às 10h12, o dólar à vista despencou para a mínima de R$5,2024 (-0,79%) às 16h06. O movimento esteve em sintonia com a melhora dos demais ativos brasileiros, com o Ibovespa virando para o positivo e as taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) migrando para o território negativo no meio da tarde. No exterior, o recuo da moeda norte-americana era forte neste fim de tarde, com o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda frente a uma cesta de seis divisas fortes -- caindo 0,97%, a 99,227.
No início do dia, o Banco Central do Brasil vendeu, em dois leilões simultâneos, US$1 bilhão em moeda à vista e 20.000 contratos no valor de US$1 bilhão de swap cambial reverso -- neste caso, uma operação cujo efeito é equivalente à compra de dólares no mercado futuro. Ao fazer o chamado "casadão", o BC eleva a liquidez no mercado à vista em momentos de estresse como o atual, em meio à guerra dos EUA e de Israel contra o Irã. No fim da manhã, o BC vendeu 50.000 contratos (US$2,5 bilhões) de swap cambial tradicional, para rolagem do vencimento de 1º de abril.
Ibovespa reage e fecha em alta com Hapvida em destaque
O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira, revertendo as perdas registradas em boa parte da sessão e ultrapassando 181 mil pontos no melhor momento, com Hapvida entre os destaques positivos, disparando após sinalização de tendências mais positivas para o primeiro trimestre do ano.
Em meio a uma série de resultados corporativos, investidores da bolsa paulista também repercutiram decisão do Banco Central de cortar a Selic a 14,75% ao ano na véspera, bem como continuaram acompanhando desdobramentos envolvendo conflito no Oriente Médio.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,34%, a 180.253,17 pontos, de acordo com dados preliminares, após marcar 176.295,71 pontos na mínima do dia. Na máxima, chegou a 181.250,84 pontos. O volume financeiro somava R$32,37 bilhões antes dos ajustes finais.
Wall Street encerra em baixa com investidores céticos sobre cortes nos juros este ano
Wall Street encerrou em baixa nesta quinta-feira, com quedas na Micron Technology e na Tesla, conforme as preocupações com a inflação decorrentes da alta dos preços do petróleo deixaram os investidores pessimistas quanto ao potencial para futuros cortes nas taxas de juros.
Os investidores se concentraram nas advertências feitas pelo chair do Federal Reserve, Jerome Powell, na quarta-feira, de que as perspectivas econômicas permanecem incertas em meio a uma guerra dos EUA e Israel contra o Irã, que fez com que os preços da energia disparassem e gerou temores de inflação. O Fed deixou as taxas inalteradas, conforme esperado. Os futuros das taxas de juros sugerem que os operadores veem pouca chance de cortes nas taxas de juros antes de meados de 2027, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 0,28%, para terminar em 6.606,20 pontos, enquanto o Nasdaq Composite recuou 0,28%, para 22.090,22 pontos. O Dow Jones Industrial Average caiu 0,45%, para 46.018,20 pontos. S&P 500, Nasdaq e Dow estavam abaixo de suas médias móveis de 200 dias, ressaltando uma perda de impulso no mercado. O S&P 500 perdeu cerca de 3% em 2026 e está sendo negociado nos menores níveis em quatro meses.
As bolsas da Europa fecharam em forte queda
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 2,35%, a 10.063,50 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 2,76%, a 22.852,48 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 2,03%, a 7.807,87 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 2,32%, a 43.701,38 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 computou baixa de 2,27%, a 16.905,90 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 cedeu 2,06%, a 8.946,83 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,09% a 2.869,22 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam em baixa expressiva
O índice japonês Nikkei liderou as perdas, com queda de 3,38% em Tóquio, a 53.372,53 pontos.
Em outras partes da Ásia, e o sul-coreano Kospi recuou 2,73% em Seul, a 5.763,22 pontos,
o Hang Seng cedeu 2,02% em Hong Kong, a 25.500,58 pontos,
e o Taiex registrou baixa de 1,92% em Taiwan, a 33.689,68 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto teve perda de 1,39%, a 4.006,55 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto, de 2,27%, a 2.619,95 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no vermelho, com baixa de 1,65% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.497,80 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 3,26% a 74.207,24 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 19/03
As bolsas da Europa fecharam em forte queda nesta quinta-feira (19) após o BCE (Banco Central Europeu) e o BoE (Banco da Inglaterra) decidirem por unanimidade manter as taxas de juros inalteradas e alertarem sobre os riscos de alta da inflação, decorrente do aumento nos preços de energia por conta do conflito no Oriente Médio, que se intensifica.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 2,35%, a 10.063,50 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 2,76%, a 22.852,48 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 2,03%, a 7.807,87 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 2,32%, a 43.701,38 pontos. Em Madri, o Ibex 35 computou baixa de 2,27%, a 16.905,90 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 cedeu 2,06%, a 8.946,83 pontos. As cotações são preliminares.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,09% a 2.869,22 pontos.
A presidente do BCE, Christine Lagarde, reiterou que a instituição está em uma boa posição para lidar com o "grande choque" que está se desenrolando, mas alertou que o ambiente externo continua sendo desafiador e que a guerra entre os Estados Unidos e o Irã coloca os riscos de perspectivas de crescimento inclinados para baixo, enquanto os de inflação são para cima.
Nesta quinta, o BCE revisou para cima a projeção de inflação para 2026, de 1,9% para 2,6%, enquanto a do avanço do PIB (Produto Interno Bruto) da zona do euro caiu de 1,2% para 0,9% neste ano. A Capital Economics destaca que a probabilidade de o BCE aumentar as taxas de juro em abril está aumentando.
O BoE também alertou sobre uma possível aumento dos juros, caso os efeitos da situação geopolítica no Oriente Médio sejam prolongados, e disse "estar pronto" para agir conforme necessário para garantir que a inflação permaneça no caminho certo para atingir a meta de 2% no médio prazo.
As decisões ocorreram na sequência do anúncio, na quarta-feira, de política monetária do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano) e pesaram na busca por risco.
Entre ações, as mineradoras Antofagasta e Fresnillo tombaram 5,1% e 6,4%, respectivamente, acompanhando as perdas dos metais básicos e preciosos. As companhias aéreas Air France-KLM (-6,2%) e Lufthansa (-5,7%) encerram a sessão com baixas, prejudicadas pelo avanço da guerra.
Os setores de recursos básicos, bancos e tecnologia registraram fortes perdas, entre 2,7% a 4,2%. Apesar do ambiente elevado de incerteza, as ações do setor de defesa também caíram 3,1%, enquanto o de energia teve alta de 1,5%.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 2,35%, a 10.063,50 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 2,76%, a 22.852,48 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 2,03%, a 7.807,87 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 2,32%, a 43.701,38 pontos. Em Madri, o Ibex 35 computou baixa de 2,27%, a 16.905,90 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 cedeu 2,06%, a 8.946,83 pontos. As cotações são preliminares.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,09% a 2.869,22 pontos.
A presidente do BCE, Christine Lagarde, reiterou que a instituição está em uma boa posição para lidar com o "grande choque" que está se desenrolando, mas alertou que o ambiente externo continua sendo desafiador e que a guerra entre os Estados Unidos e o Irã coloca os riscos de perspectivas de crescimento inclinados para baixo, enquanto os de inflação são para cima.
Nesta quinta, o BCE revisou para cima a projeção de inflação para 2026, de 1,9% para 2,6%, enquanto a do avanço do PIB (Produto Interno Bruto) da zona do euro caiu de 1,2% para 0,9% neste ano. A Capital Economics destaca que a probabilidade de o BCE aumentar as taxas de juro em abril está aumentando.
O BoE também alertou sobre uma possível aumento dos juros, caso os efeitos da situação geopolítica no Oriente Médio sejam prolongados, e disse "estar pronto" para agir conforme necessário para garantir que a inflação permaneça no caminho certo para atingir a meta de 2% no médio prazo.
As decisões ocorreram na sequência do anúncio, na quarta-feira, de política monetária do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano) e pesaram na busca por risco.
Entre ações, as mineradoras Antofagasta e Fresnillo tombaram 5,1% e 6,4%, respectivamente, acompanhando as perdas dos metais básicos e preciosos. As companhias aéreas Air France-KLM (-6,2%) e Lufthansa (-5,7%) encerram a sessão com baixas, prejudicadas pelo avanço da guerra.
Os setores de recursos básicos, bancos e tecnologia registraram fortes perdas, entre 2,7% a 4,2%. Apesar do ambiente elevado de incerteza, as ações do setor de defesa também caíram 3,1%, enquanto o de energia teve alta de 1,5%.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia: 19/03
As bolsas asiáticas fecharam em baixa expressiva nesta quinta-feira (19), acompanhando Wall Street, à medida que a escalada da guerra no Oriente Médio, com o salto das cotações do petróleo, complica a perspectiva da política monetária.
O índice japonês Nikkei liderou as perdas, com queda de 3,38% em Tóquio, a 53.372,53 pontos, após o BoJ (Banco do Japão) deixar seu juro básico inalterado em 0,75%, como era amplamente esperado.
O presidente do BoJ, Kazuo Ueda, disse, em coletiva de imprensa, que a taxa voltará a ser elevada se a economia e a inflação seguirem as projeções e afirmou que o banco central japonês está atento aos preços do petróleo em meio ao conflito no Oriente Médio. Nesta madrugada, o Brent chegou a ultrapassar a marca de US$ 115 por barril.
Em outras partes da Ásia, e o sul-coreano Kospi recuou 2,73% em Seul, a 5.763,22 pontos, o Hang Seng cedeu 2,02% em Hong Kong, a 25.500,58 pontos, e o Taiex registrou baixa de 1,92% em Taiwan, a 33.689,68 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto teve perda de 1,39%, a 4.006,55 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto, de 2,27%, a 2.619,95 pontos.
O mau humor na região asiática veio também após Wall Street amargar quedas de mais de 1% ontem, quando o Fed (Federal Reserve) afirmou que cogita elevar juros diante dos possíveis impactos econômicos da guerra.
Como era amplamente esperado, o BC americano também manteve suas taxas de juros neste mês.
Hoje, espera-se que o BCE (Banco Central Europeu), o Banco da Inglaterra e o PBoC (Banco do Povo da China) deixem os juros igualmente intocados, em função das incertezas da guerra.
Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no vermelho, com baixa de 1,65% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.497,80 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 3,26% a 74.207,24 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Zootopia 2 vira o filme mais assistido do Disney+ na semana de estreia
Zootopia 2 alcançar um resultado que já parecia bastante provável desde sua chegada ao Disney+.
Depois de dominar as bilheterias nos cinemas, a animação também começou sua trajetória no streaming em alta e assumiu rapidamente a liderança entre os filmes da plataforma. O desempenho reforça a força da franquia e mostra que o público continuou acompanhando a aventura de Judy Hopps e Nick Wilde mesmo depois da passagem arrasadora pelas telonas.
Segundo os números divulgados pela própria Disney, Zootopia 2 registrou 32 milhões de visualizações nos primeiros sete dias, tornando-se o filme número 1 do Disney+ em sua semana de estreia. Além disso, a força da marca dentro da plataforma também aparece quando se olha para o conjunto da franquia. Somados, Zootopia, Zootopia+ e Zootopia 2 já ultrapassaram 885 milhões de horas assistidas até agora.
Antes de desembarcar no Disney+, Zootopia 2 já havia se consolidado como um dos maiores sucessos recentes da Disney.
O filme arrecadou quase US$ 2 bilhões ao redor do mundo, tornando-se a produção animada da Motion Picture Association com maior bilheteria da história. Também aparece como o nono filme de maior arrecadação de todos os tempos e como a maior estreia doméstica de 2025.O novo resultado também reforça a permanência de Zootopia entre as marcas mais fortes da Disney.
O primeiro filme venceu o Oscar de Melhor Animação em 2017 e segue com desempenho alto mesmo anos após o lançamento. No Disney+, ele ocupa a sétima posição entre os filmes mais assistidos da história da plataforma. Com a estreia de Zootopia 2, a franquia mostra que continua em ótima fase, tanto no cinema quanto no streaming, e segue como uma das animações mais valiosas do catálogo da Disney.
Depois de dominar as bilheterias nos cinemas, a animação também começou sua trajetória no streaming em alta e assumiu rapidamente a liderança entre os filmes da plataforma. O desempenho reforça a força da franquia e mostra que o público continuou acompanhando a aventura de Judy Hopps e Nick Wilde mesmo depois da passagem arrasadora pelas telonas.
Segundo os números divulgados pela própria Disney, Zootopia 2 registrou 32 milhões de visualizações nos primeiros sete dias, tornando-se o filme número 1 do Disney+ em sua semana de estreia. Além disso, a força da marca dentro da plataforma também aparece quando se olha para o conjunto da franquia. Somados, Zootopia, Zootopia+ e Zootopia 2 já ultrapassaram 885 milhões de horas assistidas até agora.
Antes de desembarcar no Disney+, Zootopia 2 já havia se consolidado como um dos maiores sucessos recentes da Disney.
O filme arrecadou quase US$ 2 bilhões ao redor do mundo, tornando-se a produção animada da Motion Picture Association com maior bilheteria da história. Também aparece como o nono filme de maior arrecadação de todos os tempos e como a maior estreia doméstica de 2025.O novo resultado também reforça a permanência de Zootopia entre as marcas mais fortes da Disney.
O primeiro filme venceu o Oscar de Melhor Animação em 2017 e segue com desempenho alto mesmo anos após o lançamento. No Disney+, ele ocupa a sétima posição entre os filmes mais assistidos da história da plataforma. Com a estreia de Zootopia 2, a franquia mostra que continua em ótima fase, tanto no cinema quanto no streaming, e segue como uma das animações mais valiosas do catálogo da Disney.
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