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domingo, 9 de agosto de 2026

Homem-Aranha: Um Novo Dia é a 4ª maior bilheteria do MCU

Homem-Aranha: Um Novo Dia superou a arrecadação total de Os Vingadores ao atingir US$ 1,67 bilhão mundialmente. Com esse montante, o longa-metragem assumiu o posto de quarta maior bilheteria da história do MCU.

A expectativa é que a produção entre no pódio do estúdio nos próximos dias. Atualmente, as três primeiras colocações do ranking são ocupadas por:

    1º lugar: Vingadores: Ultimato (US$ 2,79 bilhões)
    2º lugar: Vingadores: Guerra Infinita (US$ 2,05 bilhões)
    3º lugar: Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (US$ 1,92 bilhão)

As projeções atuais indicam que Homem-Aranha: Um Novo Dia deve encerrar sua exibição cinematográfica com uma arrecadação global entre US$ 2,5 bilhões e US$ 2,7 bilhões.

Homem-Aranha: Um Novo Dia continua em cartaz nos cinemas do Brasil.

Bilheterias EUA: 07 a 09/08/26

O filme Homem-Aranha: Um Novo Dia atingiu a marca de US$ 1,67 bilhão em bilheteria global. O resultado consolida o longa-metragem como um dos maiores sucessos recentes do cinema.

Nos Estados Unidos, a produção faturou US$ 145 milhões em seu segundo fim de semana em cartaz. O valor representa a terceira maior arrecadação da história para o período no país, atrás apenas de Star Wars: O Despertar da Força (US$ 149 milhões) e Vingadores: Ultimato (US$ 147 milhões).

A arrecadação representa uma queda de aproximadamente 60% em relação ao fim de semana de estreia. O recuo já era esperado pelo mercado, considerando o elevado desempenho registrado nos primeiros dias de exibição. Com o montante acumulado, Homem-Aranha: Um Novo Dia tornou-se a 12ª maior bilheteria global de todos os tempos. A expectativa do mercado é que a produção supere a barreira dos US$ 2 bilhões nos próximos dias.

A Odisseia acaba de alcançar US$ 1,1 bilhão ao redor do mundo, superando Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge para se tornar a maior bilheteria da carreira de Christopher Nolan. Fechou em segundo lugar com US$ 31,5 milhões.

A produção da DC, que estreou em 2012, arrecadou US$ 1,085 bilhão. Após quatro fins de semana em cartaz, a adaptação da obra de Homero acumula US$ 461,1 milhões na América do Norte e US$ 643,6 milhões nos mercados internacionais.

Só Por Uma Noite, estreou em terceiro lugar US$ 5,7 milhões, em seguida outra estreia Super Troopers 3 com US$ 4,0 milhões.

Fechando o top cinco da semana, Toy Story 5 com US$ 3,9 milhões com acumulado doméstico de US$ 470,4 milhões e mundial de US$1,09 bilhões.
 
1.(1) Homem-Aranha: Um Novo Dia - $145,0 M     

2.(2) A Odisseia - $31,5 M     

3.(new) Só Por Uma Noite - $5,7 M         

4.(new) Super Troopers 3 - $4,0 M     

5.(3) Toy Story 5 - $3,9 M     

6.(4) Minions & Monstros - $3,5 M     

7.(5) Moana - $2,8 M     

8.(new) O Sorveteiro - $2,0 M         

9.(7) O Convite - $718 K    

10.(new) CatVideoFest 2026 - $568 K    

1.(1) Spider-Man: Brand New Day - $145,0 M     

2.(2) The Odyssey - $31,5 M     

3.(new) One Night Only - $5,7 M         

4.(new) Super Troopers 3 - $4,0 M     

5.(3) Toy Story 5 - $3,9 M     

6.(4) Minions & Monsters - $3,5 M     

7.(5) Moana - $2,8 M     

8.(new) Ice Cream Man - $2,0 M         

9.(7) The Invite - $718 K    

10.(new) CatVideoFest 2026 - $568 K    
 

WNBA Destaques dos Jogos: 08/08/26

Confira todos os resultados no link:
WNBA 08/08/26
 

Torneio Sul-Americano Basquete Feminino: 08/08/26


 



Copa América Vôlei Masculino: 08/08/26


 



Brasil série A Feminino 15ª rodada: 08/08/26


 



Brasil série A 22ª rodada: 08/08/26


 



sábado, 8 de agosto de 2026

Lanternas: Confira o calendário de episódios da série

Estamos a poucos dias da estreia de Lanternas na HBO e na HBO Max, e a partir da semana que vem teremos muita, mas muita coisa para falar sobre essa série arrasa-quarteirão da DC Studios. Preparem-se conferindo o calendário de episódios e descobrindo quando vamos debater cada um dos capítulos e suas revelações bombásticas.

A exibição, vale ressaltar, vai acontecer semanalmente, todos os domingos às 22h (no horário de Brasília). Confira o calendário:

    Episódio 1 – 16 de agosto
    Episódio 2 – 23 de agosto
    Episódio 3 – 30 de agosto
    Episódio 4 – 6 de setembro
    Episódio 5 – 13 de setembro
    Episódio 6 – 20 de setembro
    Episódio 7 – 27 de setembro
    Episódio 8 – 4 de outubro

Lanternas é uma série para maiores criada por Damon Lindelof (The Leftovers; Lost), Tom King (Estranhas Aventuras) e Chris Mundy (Ozark; True Detective: Terra Noturna).

A trama é dividida em duas linhas do tempo: 2016 e 2026. No passado, um Hal Jordan (Kyle Chandler) veterano é forçado a treinar seu reserva, John Stewart (Aaron Pierre), enquanto eles investigam um tiroteio suspeito no Nebraska. Já no futuro, a história segue sob sigilo, mas sabe-se que as duas investigações vão se entrelaçar em torno de uma ameaça em comum.

O elenco conta ainda com nomes como Nathan Fillion como Guy Gardner, Ulrich Thomsen como o vilão Sinestro, Kelly Macdonald como xerife Kerry, Garret Dillahunt como William Macon, Poorna Jagannathan como Zoe, Jason Ritter como Billy Macon, Paul Ben-Victor como o alienígena Antaan, Chris Coy como o caminhoneiro Waylon Sanders e Laura Linney como uma integrante dos Guardiões do Universo.

'A Odisseia' ultrapassa US$ 1 bilhão

"A Odisseia" segue sua trajetória de sucesso nas telonas e acaba de alcançar um dos marcos mais cobiçados da indústria cinematográfica: acumular a sonhada cifra de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial.

De acordo com dados divulgados pelo portal Deadline, o épico dirigido por Christopher Nolan arrecadou US$ 429,7 milhões no mercado doméstico e US$ 570,3 milhões no circuito internacional, totalizando a cifra.

Com esse desempenho, o longa deve superar em breve "Batman: o Cavaleiro das Trevas" (2012), maior bilheteria da carreira de Nolan, que encerrou sua trajetória com US$ 1.085 bilhões arrecados globalmente. A expectativa é que o valor continue crescendo nas próximas semanas. O filme estreou na recentemente na Coreia do Sul, e ainda chegará aos mercados da China e do Japão, dois territórios estratégicos que podem impulsionar ainda mais sua arrecadação. 

Inspirado no clássico homônimo da literatura, escrito pelo poeta grego Homero, "A Odisseia" acompanha a jornada de Matt Damon na pele de Odisseu, durante o regresso à sua casa, na ilha de Ítaca, 10 anos após a Guerra de Troia.

Produzido por meio de uma parceria entre a Universal Pictures, Syncopy e Wildside, o longa oferece aos espectadores uma experiência única, utilizando tecnologia IMAX e filmagens em diversos locais ao redor do mundo.

O elenco ainda reúne outros grandes talentos, como Anne Hathaway, Lupita Nyong'o, Charlize Theron, Robert Pattinson, Zendaya, Jon Bernthal, Samantha Morton, John Leguizamo, Elliot Page, Himesh Patel, Corey Hawkins, Bill Irwin, Jesse Garcia, Will Yun Lee, Nick E. Tarabay, Jimmy Gonzales e Maurice Compte.

"A Odisseia" segue em cartaz nos cinemas do Brasil.

Copa América Vôlei Masculino: 07/08/26


 




WNBA Destaques dos Jogos: 07/08/26

Confira todos os resultados no link:
WNBA 07/08/26
 

Torneio Sul-Americano Feminino Basquete 07/08/26


 




sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 07/08/26

Bitcoin: R$ 330.894,50 Reais e US$ 64.849,10 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,0835
Dólar turismo: R$ 5,2909
Euro comercial: R$ 5,877
Libra: R$ 6,880

Dólar cai ante real após queda inesperada do emprego nos EUA


O ‌dólar fechou a sexta-feira em queda no Brasil e encerrou a semana abaixo dos R$5,10, após o fechamento inesperado de postos de trabalho nos EUA em julho pesar sobre a moeda norte-americana em todo o mundo.

O dólar à vista fechou o ⁠dia com baixa de 0,41%, aos R$5,0845. Na semana, porém, ‌a divisa acumulou alta de 0,31%. No ano, a baixa acumulada é de 7,37%.  Às 17h05, o dólar futuro para ‌setembro -- atualmente o mais negociado no mercado ‌brasileiro -- cedia 0,59% na B3, aos R$5,1105.

O Departamento do ⁠Trabalho informou pela manhã que foram fechados 23 mil postos de trabalho nos EUA em julho, contrariando a expectativa de economistas ouvidos em pesquisa da Reuters de abertura de 80 mil vagas. A taxa de desemprego ficou em 4,1%, ante ‌4,2% projetados. O dado anterior foi revisado para pior, passando a apontar ‌criação de 20 mil ⁠vagas em ⁠junho, ante os 57 mil postos de trabalho inicialmente informados.

A surpresa negativa ⁠com o relatório de empregos ‌disparou a queda forte ‌dos rendimentos dos Treasuries e a venda da moeda norte-americana, com os investidores avaliando que a fraqueza dos dados reduz as chances de o Federal Reserve subir juros ⁠no curto prazo. No Brasil, após atingir a cotação máxima intradia de R$5,1044 (-0,02%) às 9h29, pouco antes do relatório, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,0721 (-0,65%) às 9h34, já depois dos dados. O ‌movimento estava em sintonia com a queda do dólar ante outras divisas de países emergentes, como o rand sul-africano e o ⁠peso mexicano.

"O dólar vem operando no lado negativo principalmente pela desaceleração do emprego nos EUA, que reduz a força do dólar globalmente (DXY), diminuindo a pressão compradora na moeda frente ao real", resumiu à tarde Gabriel Magno, chefe de alocação de investimentos e sócio da AW Capital.

Às 17h10, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,36%, a 99,582. No fim da manhã, sem efeito nas cotações, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de setembro.

Ibovespa fecha em queda com cena corporativa em foco; Petrobras PN cai 3%

O sinal negativo prevaleceu na bolsa paulista nesta sexta-feira, com o ‌Ibovespa fechando na mínima em um mês, em meio à repercussão de uma nova bateria de resultados corporativos, com Petrobras entre as maiores pressões, mesmo após um dos maiores lucros trimestrais da sua história.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,73%, para 172.513,42 pontos, chegando a 172.131,20 na mínima do dia. No melhor momento, nos primeiros negócios, avançou a 176.116,84 pontos.  Na semana, o Ibovespa acumulou uma perda de 3,08%.

Na visão do responsável pela área de renda variável da Criteria, Thiago Pedroso, houve um combo de notícias locais que acabaram ⁠pesando no Ibovespa. Do lado corporativo, ele destacou a indicação da Petrobras de que é muito improvável o pagamento de dividendos extraordinários neste ano, enquanto ‌os resultados de Lojas Renner e Magalu foram bem ruins, contaminando o setor. Em paralelo, acrescentou, há a pressão oriunda do quadro fiscal do país e expectativa sobre a eleição.

"Tudo isso afasta ainda mais o estrangeiro, que não vê nenhum gatilho no curto prazo para ‌manter recurso na bolsa brasileira", afirmou. "Hoje, me pareceu um pouco um cenário de 'jogando a ‌toalha'", acrescentou, citando a forte queda de ações blue chips como Itaú, além da Petrobras.

As ações subiram nos EUA nesta ‌sexta-feira, com o S&P registrando fechamento recorde

O Índice Dow Jones Industrial Average subiu 0,28%, para 54.036,93 pontos, 
o S&P 500 avançou 0,62%, para ⁠7.757,64 pontos, 
e o Nasdaq Composite teve alta de 1,30%, para 26.690,62 pontos.

Na semana, o S&P 500 subiu 3,58%, 
o Nasdaq saltou 5,19% 
e o Dow Jones avançou 2,96%.

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta sexta-feira

O índice japonês Nikkei caiu 0,12% em Tóquio, a 65.606,71 pontos,
sul-coreano Kospi recuou 0,60% em Seul, a 6.258,77 pontos, 
o Hang Seng avançou 0,54% em Hong Kong, a 25.668,03 pontos. 
Em Taiwan, o Taiex perdeu 0,38%, para 44.225,91 pontos.

Na China continental, O Xangai Composto subiu 1,02%, a 3.940,04 pontos,
menos abrangente Shenzhen Composto registrou alta de 1,40%, a 2.574,65 pontos.

Na Austrália encerrou em baixa de 0,09%, com o índice S&P/ASX 200 recuando para 9.263,60 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,96% em Wellington a 13.824,13 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,22% em Moscou a 2.280,78 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,58% em Bombaim a 78.499,17 pontos.

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,31%, a 10.901,09 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,82%, a 26.355,35 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 avançou 0,17%, a 8.714,93 pontos. 
Em Milão, o FTSE MIB ganhou 0,06%, a 53.717,19 pontos. 
Em Madri, o Ibex 35 teve baixa de 0,08%, a 20.163,98 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,46%, a 9.181,38 pontos. 

Fontes: Dow Jones Newswires.

Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 07/08/26

As ações subiram nos EUA nesta ‌sexta-feira, com o S&P registrando fechamento recorde para encerrar uma semana de fortes ganhos para os principais índices, depois que dados mostraram que a economia dos EUA perdeu empregos de forma inesperada no mês passado e abalaram as expectativas de que o Federal Reserve aumente as taxas de juros em sua reunião de setembro.

O Departamento do Trabalho informou que o número de empregos não agrícolas caiu 23.000 no mês passado, bem abaixo da estimativa dos economistas ⁠consultados pela Reuters, que previam um aumento de 80.000 empregos. Os ganhos de empregos divulgados anteriormente para os dois meses ‌anteriores também foram revisados drasticamente para baixo, enquanto a taxa de desemprego recuou para 4,1% no mês passado, ante 4,2% em junho, devido à saída de trabalhadores da força de trabalho.

 As expectativas do mercado quanto a um aumento ‌das taxas pelo Fed em sua próxima reunião caíram para cerca ‌de 44%, de acordo com o CME FedWatch, ante 55% na sessão anterior e 67% há uma semana. Sinais ⁠de progresso em direção a um possível acordo de paz na guerra com o Irã ajudaram a acalmar os preços do petróleo e, por sua vez, amenizaram as preocupações com a inflação — que poderiam levar a um aumento da taxa de juros pelo Fed — e pressionaram os rendimentos dos títulos do Tesouro para baixo. Uma temporada de resultados financeiros sólida também amenizou as preocupações com os gastos maciços das empresas ligadas à IA, levando cada um dos três ‌principais índices aos maiores ganhos percentuais semanais desde meados de abril.

"Provavelmente é preciso reduzir as taxas para, de certa forma, ‌estimular o crescimento do emprego, mas ⁠se você reduzir as taxas, ⁠também vai estimular a inflação. Então, você está meio que em uma situação complicada neste momento, e, mesmo assim, o mercado simplesmente ⁠decolou porque os resultados financeiros têm sido excelentes", disse Tom Siomades, ‌economista-chefe de mercado da AE Wealth ‌Management em Topeka, Kansas.

"O mercado deveria estar reagindo aos números fracos do emprego, à inflação mais alta e à possibilidade de uma economia de crescimento lento que talvez precise de um aumento, e não de um corte, nas taxas, mas não é o que está acontecendo. Estamos batendo recordes, então vai entender."

Com a ⁠temporada de resultados entrando na reta final, das 436 empresas do S&P 500 que já divulgaram seus resultados até a manhã desta sexta-feira, 85,1% superaram as expectativas dos analistas, de acordo com dados da LSEG — bem acima da média de 68% desde 1994.

Sob o comando do novo chair do Fed, Kevin Warsh, o banco central dos EUA tem oferecido aos investidores poucas orientações prospectivas sobre a política monetária, ‌levando os participantes do mercado a se concentrarem nos dados econômicos e nos comentários dos formuladores de políticas.  O Índice Dow Jones Industrial Average subiu 0,28%, para 54.036,93 pontos, o S&P 500 avançou 0,62%, para ⁠7.757,64 pontos, e o Nasdaq Composite teve alta de 1,30%, para 26.690,62 pontos.

Na semana, o S&P 500 subiu 3,58%, o Nasdaq saltou 5,19% e o Dow Jones avançou 2,96%.

A SpaceX, de Elon Musk, disparou 15,8% um dia após o término da primeira de várias restrições de bloqueio de ações, após sua oferta pública inicial recorde em junho. A fabricante de software de colaboração Atlassian disparou 35,3%, registrando seu maior ganho percentual diário de todos os tempos, enquanto a empresa de chips Microchip Tech saltou 13,9% — seu melhor desempenho diário em mais de 15 meses —, depois que ambas previram receitas trimestrais acima das estimativas.

Entre outras empresas com destaque, a Airbnb, especializada em aluguel de imóveis para férias, disparou 17,4%, tornando-se a ação com melhor desempenho no S&P 500 após superar as estimativas de receita do segundo trimestre. Em contrapartida, a Trade Desk despencou 21,9%, registrando o pior desempenho no índice de referência, depois que a empresa de tecnologia de publicidade previu uma receita no terceiro trimestre abaixo das expectativas.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Homem-Aranha: Um Novo Dia segue quebrando recordes

Os primeiros dias em cartaz já seriam suficientes para colocar Homem-Aranha: Um Novo Dia entre os maiores fenômenos comerciais dos cinemas. Mas Peter Parker ainda tem pelo menos mais um recorde importante ao alcance das teias.

Depois de uma estreia que derrubou marcas antigas nos Estados Unidos, Canadá e Brasil, o quarto filme solo de Tom Holland no Universo Cinematográfico da Marvel entra em seu segundo fim de semana sem nenhum concorrente capaz de ameaçar seriamente sua liderança.

A questão agora deixou de ser se o longa continuará em primeiro lugar. O que chama atenção é o tamanho da arrecadação que a produção da Sony Pictures e da Marvel Studios ainda pode conseguir antes da noite de domingo. As projeções indicam que Homem-Aranha: Um Novo Dia pode terminar o fim de semana muito perto dos US$ 2 bilhões mundialmente. Antes disso, porém, há uma disputa curiosa envolvendo dois dos maiores fenômenos da história do cinema.

De acordo com o Deadline, a previsão atual é de aproximadamente US$ 144 milhões entre sexta-feira e domingo nos Estados Unidos e Canadá. Na indústria cinematográfica, esses dois países formam o chamado mercado doméstico norte-americano.
Caso a estimativa seja confirmada, Homem-Aranha: Um Novo Dia terá o terceiro maior segundo fim de semana já registrado nesse mercado. À sua frente aparecem apenas Vingadores: Ultimato, que arrecadou US$ 147,3 milhões em seu segundo fim de semana em 2019, e Star Wars: O Despertar da Força, líder do ranking com US$ 149,2 milhões.

A diferença é pequena. Por isso, um desempenho acima das estimativas ao longo do sábado e do domingo poderia colocar o novo filme do Homem-Aranha na primeira posição. Isso não seria exatamente uma novidade nesta passagem de Peter Parker pelas bilheterias. As primeiras projeções para a estreia também ficaram abaixo do resultado definitivo, e o longa terminou superando Vingadores: Ultimato e conquistando a maior abertura da história na América do Norte e no Brasil.

Na quinta-feira, o filme adicionou mais US$ 29 milhões à arrecadação doméstica e chegou a US$ 510,8 milhões. Com isso, tornou-se o filme mais rápido da história a ultrapassar US$ 500 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Foram necessários apenas sete dias.Para comparação, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa precisou de 12 dias para alcançar a mesma marca.

Se os cálculos para o fim de semana estiverem corretos, Um Novo Dia deverá chegar a aproximadamente US$ 650 milhões até domingo. Esse resultado seria suficiente para superar toda a arrecadação doméstica de Deadpool & Wolverine, que terminou sua passagem pelos cinemas norte-americanos com US$ 636,7 milhões. O novo filme entraria, portanto, entre as dez maiores bilheterias da história dos Estados Unidos e Canadá apenas dez dias depois de sua estreia.

O desempenho também coincide com uma mudança importante na programação norte-americana. Nesta sexta-feira, 7 de agosto, o filme começou a ocupar salas IMAX nos Estados Unidos depois de passar seu primeiro fim de semana sem acesso às principais telas do formato. A estreia de Homem-Aranha: Um Novo Dia no IMAX norte-americano pode ajudar a elevar a receita graças aos ingressos de maior valor.

Até agora, essa programação do IMAX não foi anunciada oficialmente para o Brasil.

Fora do mercado norte-americano, os números também continuam crescendo rapidamente. Homem-Aranha: Um Novo Dia já soma US$ 1,35 bilhão mundialmente, valor suficiente para ultrapassar duas das maiores bilheterias anteriores da Marvel.
Deadpool & Wolverine encerrou sua carreira comercial com aproximadamente US$ 1,33 bilhão. Pantera Negra, lançado em 2018, terminou com cerca de US$ 1,34 bilhão. Peter Parker passou pelos dois e ainda tem várias semanas de exibição pela frente.

Dependendo do comportamento dos principais mercados internacionais, Homem-Aranha: Um Novo Dia pode terminar o fim de semana com algo entre US$ 1,7 bilhão e US$ 2 bilhões mundialmente.

Homem-Aranha: Um Novo Dia está em cartaz nos cinemas brasileiros.

X-Men Sadie Sink confirma que vai retornar como Jean Grey

Para a surpresa de ninguém, Sadie Sink está apenas iniciando o seu caminho no MCU. Em entrevista à Vanity Fair, a atriz confirmou que vai reprisar o papel de Jean Grey no reboot de X-Men.

Além de afirmar sua participação no longa, a ruiva ainda revelou que as filmagens do longa vão acontecer em 2027, em janela não divulgada. A informação faz sentido já que o novo X-Men deve chegar aos cinemas no ano seguinte.

Jake Schreier, de Thunderbolts*, será o diretor do projeto. Lee Sung Jin, criador de Treta, e Joanna Calo, cocriadora de O Urso, trabalham no roteiro. 

Rumores apontam que a data de estreia de X-Men deve ser confirmada para 5 de maio de 2028.
 

DC, Game Of Thrones e mais estão limitados por acordo de Warner e Paramount

A demora para a conclusão da fusão entre a Paramount e a Warner Bros. Discovery pode acabar afetando os planos a longo prazo de franquias como a DC e Game of Thrones, e o fato do negócio entre os estúdios estar à espera de um veredito final apenas em 2027, não ajuda em nada.

Depois de uma coalisão entre 12 estados dos EUA com um processo antitruste contra a Skydance, seguida de uma audiência marcada para março do ano que vem, alguns projetos estão em sério risco, especialmente às das grandes prioridades intelectuais, que estão restringidas pelos termos do acordo entre os conglomerados. Acontece que algumas cláusulas do acordo em andamento entre a PSKY e a WBD delimitam as empresas de tomarem decisões comerciais importantes, especialmente quando se trata de contratados de mais de dois anos, ou que ultrapassem um montante de US$ 30 milhões.

Com séries aguardando sinal verde para novas temporadas, filmes de sucesso necessitando definir orçamentos e acordos de licenciamento, a Warner Bros. e a Paramount podem entrar em desacordo por conta desses limites enquanto não fecharem a compra de US$ 110 bilhões. A HBO, por exemplo, que possui um histórico de firmar acordos de exclusividade de vários anos com criativos para o desenvolvimento de múltiplos projetos, está impedida disso. Os conglomerados podem dar andamento a projetos imediatos, que estão prontos para entrarem em produção, mas nada que envolva um planejamento superior a dois anos.

Vendas ou o licenciamento de conteúdos podem exigir a aprovação da Paramount, caso atinjam determinados limites financeiros (entre US$ 30 milhões e US$ 400 milhões), além de outros fatores decisivos. A regra também se estende para atores. Se a DC Studios encontrar um intérprete para o Batman, o estúdio está impedido de tocar para frente os habituais contratos milionários de dez anos. Pode haver um acordo, mas para algo urgente que não extrapole o limite de tempo da cláusula.

As limitações, vale destacar, só estão em vigor enquanto o negócio segue em fase de aprovação. Portanto, quanto mais tempo durar, maior serão as chances de possíveis atritos. Após a conclusão, os estúdios podem entrar em um consenso de como seguirão com suas operações. Após receber a aprovação do Reino Unido, no momento, David Ellison precisa entrar em um acordo ou vencer o processo movidos pelos 12 estados dos EUA para impedir a fusão entre a Paramount e a Warner.

O julgamento do processo está agendado para acontecer entre os dias 2 e 19 de março de 2027.

Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 07/08/26

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta sexta-feira, após um modesto recuo em Wall Street ontem e em meio a incertezas no Oriente Médio, que sustentam os preços do petróleo.

O índice japonês Nikkei caiu 0,12% em Tóquio, a 65.606,71 pontos, e o sul-coreano Kospi recuou 0,60% em Seul, a 6.258,77 pontos, enquanto o Hang Seng avançou 0,54% em Hong Kong, a 25.668,03 pontos. Em Taiwan, o Taiex perdeu 0,38%, para 44.225,91 pontos.

Na China continental, os mercados avançaram após as exportações do país crescerem 23,9% em julho na comparação anual, um pouco acima do esperado, embora tenham desacelerado em relação ao mês anterior.

O Xangai Composto subiu 1,02%, a 3.940,04 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto registrou alta de 1,40%, a 2.574,65 pontos.

Ontem, as bolsas de Nova York caíram, enquanto os preços do petróleo saltaram diante das dúvidas sobre um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz, rota marítima por onde passa cerca de um quinto do petróleo transportado no mundo. No fim da madrugada, o Brent subia mais 1%. Investidores na Ásia também adotaram cautela antes da divulgação do relatório payroll de emprego dos EUA, indicador-chave para definir o timing do eventual ciclo de alta de juros do Fed (Federal Reserve), na manhã de hoje.

Na Austrália encerrou em baixa de 0,09%, com o índice S&P/ASX 200 recuando para 9.263,60 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,96% em Wellington a 13.824,13 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,22% em Moscou a 2.280,78 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,58% em Bombaim a 78.499,17 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Mercado financeiro Bolsas da Europa: 07/08/26

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira, 7, reagindo à baixa de empregos do relatório payroll dos EUA, aumentando as expectativas de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) mantenha juros em setembro, e aos balanços corporativos da Europa. Investidores ainda monitoram a situação no Oriente Médio, que se encaminha para o fim de semana sem uma resolução sobre o Estreito de Ormuz.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,31%, a 10.901,09 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,82%, a 26.355,35 pontos. Em Paris, o CAC 40 avançou 0,17%, a 8.714,93 pontos. Em Milão, o FTSE MIB ganhou 0,06%, a 53.717,19 pontos. Em Madri, o Ibex 35 teve baixa de 0,08%, a 20.163,98 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,46%, a 9.181,38 pontos. As cotações são preliminares.

Entre os destaques do pregão, a resseguradora alemã Munich Re caiu 1,47% ao reduzir sua projeção de receita de seguros para o ano, após quedas de volume e de preços na última rodada de renovações de contratos. O subíndice de tecnologia (+1,94%) do Stoxx 600 se destacou, com alta de mais de 4% da gigante de software SAP. A Diageo continuou o rali em Londres, avançando 3,18%.

No campo geopolítico, as incertezas sobre um acordo para a reabertura do Estreito de Ormuz continuam e o conflito entre os Houthis do Iêmen e a Arábia Saudita aumentam as tensões em torno da navegação pelo Golfo Pérsico. Enquanto isso, a Espanha pressiona a Itália para suspender os controles de fronteira sobre viajantes espanhóis após a entradas de migrantes em Ceuta através do Marrocos.

Apesar dos preços mais altos de energia e da guerra no Oriente Médio, a produção industrial alemã manteve uma modesta recuperação cíclica em junho, afirmou o ING, sobre o dado desta madrugada.

Fontes: Dow Jones Newswires.

'The Legend of Zelda' Sam Neill pode aparecer no live-action

Deadline revelou com exclusividade que o ator Sam Neill deve ter uma participação em "The Legend of Zelda", live-action inspirado na aclamada franquia homônima de jogos eletrônicos.

De acordo com a publicação, fontes próximas a produção afirmam que o ator aparece no longa, embora seu personagem permaneça em sigilo. Até o momento, nem o estúdio nem os representantes do ator confirmaram a informação.

Caso a participação seja confirmada, "The Legend of Zelda" marcará uma das últimas atuações do ator, que faleceu em julho deste ano, deixando um legado memorável. Neill, no entanto, não foi o único nome revelado. O portal ainda confirmou a entrada de Uli Latukefu ('Adão Negro'), Dichen Lachman ('Ruptura') e Yvonne Strahovski ('O Conto da Aia') no elenco. 

Latufeku interpretará Ganondorf, o icônico vilão. Líder da tribo Gerudo, ele é o único homem a nascer no grupo a cada cem anos, como a forma humana do poderoso Rei Demônio Ganon. 

Lachman dará vida a Impa, leal conselheira, protetora e guarda-costas da princesa Zelda. Integrante da poderosa tribo Sheikah, ela também é responsável por guiar o herói Link em sua jornada 

Até o momento, a personagem de Strahovski permanece sob sigilo, embora rumores sugiram que ela vai interpretar uma personagem monarca. 

A adaptação cinematográfica é produzida em parceria entre Columbia Pictures, Arad Productions, Oddball Entertainment e a Nintendo, desenvolvedora do videogame.

A direção é comandada pelo renomado Wes Ball ('Maze Runner' e 'Planeta dos Macacos: O Reinado'), a partir de um roteiro assinado por Derek Connoly ('Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros')

Estrelado por Bo Bragason ('Os Radley') como a princesa Zelda e Benjamin Evan Ainsworth ('A Maldição a Mansão Bly') como Link, o longa teve suas filmagens encerradas em abril deste ano.

O live-action "The Legend of Zelda" estreia em 7 de maio de 2027 no Brasil, exclusivamente nos cinemas.

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