domingo, 21 de junho de 2026
Bilheterias EUA: 19 a 21/06/26
Toy Story 5 dominou as bilheterias e arrecadou US$ 160 milhões na América do Norte. A arrecadação superou as expectativas e garantiu a maior estreia doméstica do ano, ficando à frente de Super Mario Galaxy: O Filme.
A obra se destaca como a maior estreia da franquia, superando a marca de US$ 120 milhões estabelecida por Toy Story 4. Além disso, conquistou a segunda maior abertura de uma animação na história, atrás apenas de Os Incríveis 2, que arrecadou US$ 182,7 milhões. No mercado internacional, Toy Story 5 estreou com US$ 152 milhões, somando uma bilheteria mundial de US$ 312 milhões. O projeto teve um orçamento de US$ 250 milhões, sem contabilizar as despesas de marketing. Trata-se da maior abertura global do ano e a maior da história da Pixar.
Dia D registrou uma queda preocupante em sua segunda semana de exibição nas principais bilheterias dos Estados Unidos. A nova ficção científica de Steven Spielberg enfrentou uma forte rejeição do público geral após os primeiros dias e perdeu a maior parte de suas salas em formato especial de exibição no mercado norte-americano.
Estrelado por Emily Blunt, o longa arrecadou apenas US$ 17,0 milhões, impulsionado pelo feriado nacional de Juneteenth. O valor representa um recuo severo se comparado diretamente ao desempenho obtido no primeiro dia de abertura oficial no país.
Obsessão fechou com US$ 14,2 milhões, na terceira posição logo atrás Backrooms: Um Não-Lugar, com mais US$ 7,3 milhões.
Fechando o top cinco da semana a comédia Todo Mundo em Pânico US$ 6,7 milhões. A Morte de Robin Hood estreou na nona posição com apenas US$ 2,6 milhões, A Morte de Robin Hood registrou uma avaliação negativa durante a sua abertura e obteve a nota “C+” no CinemaScore. O resultado consolida uma forte rejeição inicial por parte dos espectadores.
O desempenho nas bilheterias tende a sofrer impacto direto após essa avaliação inicial nas salas de exibição. A métrica reflete a opinião do público norte-americano logo após a conclusão das primeiras sessões. A insatisfação geral do público médio acompanha a resposta apresentada pela crítica especializada mundial. Veículos de comunicação do setor já haviam compartilhado impressões mornas e frias sobre o desenvolvimento da narrativa.
1.(new) Toy Story 5 - $160,0 M
2.(1) Dia D - $17,0 M
3.(2) Obsessão - $14,2 M
4.(4) Backrooms: Um Não-Lugar - $7,3 M
5.(3) Todo Mundo em Pânico - $6,7 M
6.(5) Mestres do Universo - $5,6 M
7.(6) Star Wars: O Mandaloriano e Grogu - $3,9 M
8.(new) Leviticus - $2,7 M
9.(new) A Morte de Robin Hood - $2,6 M
10.(7) Michael - $2,2 M 1.(new) Toy Story 5 - $160,0 M
2.(1) Disclosure Day - $17,0 M
3.(2) Obsession - $14,2 M
4.(4) Backrooms - $7,3 M
5.(3) Scary Movie - $6,7 M
6.(5) Masters of the Universe - $5,6 M
7.(6) Star Wars: The Mandalorian and Grogu - $3,9 M
8.(new) Leviticus - $2,7 M
9.(new) The Death of Robin Hood - $2,6 M
10.(7) Michael - $2,2 M
A obra se destaca como a maior estreia da franquia, superando a marca de US$ 120 milhões estabelecida por Toy Story 4. Além disso, conquistou a segunda maior abertura de uma animação na história, atrás apenas de Os Incríveis 2, que arrecadou US$ 182,7 milhões. No mercado internacional, Toy Story 5 estreou com US$ 152 milhões, somando uma bilheteria mundial de US$ 312 milhões. O projeto teve um orçamento de US$ 250 milhões, sem contabilizar as despesas de marketing. Trata-se da maior abertura global do ano e a maior da história da Pixar.
Dia D registrou uma queda preocupante em sua segunda semana de exibição nas principais bilheterias dos Estados Unidos. A nova ficção científica de Steven Spielberg enfrentou uma forte rejeição do público geral após os primeiros dias e perdeu a maior parte de suas salas em formato especial de exibição no mercado norte-americano.
Estrelado por Emily Blunt, o longa arrecadou apenas US$ 17,0 milhões, impulsionado pelo feriado nacional de Juneteenth. O valor representa um recuo severo se comparado diretamente ao desempenho obtido no primeiro dia de abertura oficial no país.
Obsessão fechou com US$ 14,2 milhões, na terceira posição logo atrás Backrooms: Um Não-Lugar, com mais US$ 7,3 milhões.
Fechando o top cinco da semana a comédia Todo Mundo em Pânico US$ 6,7 milhões. A Morte de Robin Hood estreou na nona posição com apenas US$ 2,6 milhões, A Morte de Robin Hood registrou uma avaliação negativa durante a sua abertura e obteve a nota “C+” no CinemaScore. O resultado consolida uma forte rejeição inicial por parte dos espectadores.
O desempenho nas bilheterias tende a sofrer impacto direto após essa avaliação inicial nas salas de exibição. A métrica reflete a opinião do público norte-americano logo após a conclusão das primeiras sessões. A insatisfação geral do público médio acompanha a resposta apresentada pela crítica especializada mundial. Veículos de comunicação do setor já haviam compartilhado impressões mornas e frias sobre o desenvolvimento da narrativa.
1.(new) Toy Story 5 - $160,0 M
2.(1) Dia D - $17,0 M
3.(2) Obsessão - $14,2 M
4.(4) Backrooms: Um Não-Lugar - $7,3 M
5.(3) Todo Mundo em Pânico - $6,7 M
6.(5) Mestres do Universo - $5,6 M
7.(6) Star Wars: O Mandaloriano e Grogu - $3,9 M
8.(new) Leviticus - $2,7 M
9.(new) A Morte de Robin Hood - $2,6 M
10.(7) Michael - $2,2 M 1.(new) Toy Story 5 - $160,0 M
2.(1) Disclosure Day - $17,0 M
3.(2) Obsession - $14,2 M
4.(4) Backrooms - $7,3 M
5.(3) Scary Movie - $6,7 M
6.(5) Masters of the Universe - $5,6 M
7.(6) Star Wars: The Mandalorian and Grogu - $3,9 M
8.(new) Leviticus - $2,7 M
9.(new) The Death of Robin Hood - $2,6 M
10.(7) Michael - $2,2 M
sábado, 20 de junho de 2026
BBC vai cancelar séries e cortar mais de R$ 500 milhões
A BBC anunciou um corte de mais de R$ 500 milhões em seu orçamento para os próximos dois anos, medida que afetará as divisões de TV, rádio e notícias da emissora. Entre as ações previstas estão o cancelamento de séries, a revisão de canais e a redução de postos de trabalho.
As mudanças foram comunicadas pelo novo diretor-geral da BBC, Matt Brittin, que afirmou aos funcionários que todas as divisões da empresa serão afetadas pelas medidas de contenção de gastos. Segundo o executivo, o plano faz parte de uma estratégia mais ampla para reduzir custos e adaptar a emissora ao crescimento do consumo de conteúdo digital.
Além dos cortes em produções, a BBC planeja eliminar entre 1.800 e 2.000 postos de trabalho nos próximos meses. Apenas as divisões de notícias e assuntos nacionais devem perder cerca de 550 funcionários, enquanto outras 700 vagas serão extintas em áreas corporativas.
A emissora também estuda mudanças em seu portfólio de canais de TV e rádio, o que pode incluir a reorganização ou fusão de algumas operações. Mais detalhes sobre os cortes e os programas afetados devem ser divulgados em breve. Segundo Brittin, as medidas fazem parte de um plano maior para economizar cerca de R$ 3,7 bilhões ao longo dos próximos três anos, ampliando uma meta de redução de custos que já estava em andamento na empresa.
As mudanças foram comunicadas pelo novo diretor-geral da BBC, Matt Brittin, que afirmou aos funcionários que todas as divisões da empresa serão afetadas pelas medidas de contenção de gastos. Segundo o executivo, o plano faz parte de uma estratégia mais ampla para reduzir custos e adaptar a emissora ao crescimento do consumo de conteúdo digital.
Além dos cortes em produções, a BBC planeja eliminar entre 1.800 e 2.000 postos de trabalho nos próximos meses. Apenas as divisões de notícias e assuntos nacionais devem perder cerca de 550 funcionários, enquanto outras 700 vagas serão extintas em áreas corporativas.
A emissora também estuda mudanças em seu portfólio de canais de TV e rádio, o que pode incluir a reorganização ou fusão de algumas operações. Mais detalhes sobre os cortes e os programas afetados devem ser divulgados em breve. Segundo Brittin, as medidas fazem parte de um plano maior para economizar cerca de R$ 3,7 bilhões ao longo dos próximos três anos, ampliando uma meta de redução de custos que já estava em andamento na empresa.
A Casa do Dragão 3ª temporada: Veja datas de estreias dos episódios
A HBO Max revelou, as datas de lançamento dos episódios da terceira temporada de A Casa do Dragão, que começa nesta domingo, 21 de junho. A produção vai até agosto, quando encerra com o seu último episódio do terceiro ano.
Ao todo, a terceira temporada contará com oito episódios, e termina no dia 9 de agosto. Infelizmente, a HBO não revelou se algum dos episódios terá uma duração estendida, graças a grande Batalha do Goela que vai acontecer durante a história.
A 3ª temporada começará com a Batalha da Goela, um dos confrontos mais grandiosos do universo de Westeros. A sequência mostrará o embate marítimo entre a frota Velaryon e a Tríade, em uma batalha que mistura navios, fogo de dragão e destruição em larga escala. Segundo o showrunner Ryan Condal, o episódio será “uma das coisas mais insanas já feitas para a televisão”. A batalha contará com cerca de 25 minutos de duração e exigiu a construção de três navios e dois enormes tanques para as filmagens.
Ao todo, a terceira temporada contará com oito episódios, e termina no dia 9 de agosto. Infelizmente, a HBO não revelou se algum dos episódios terá uma duração estendida, graças a grande Batalha do Goela que vai acontecer durante a história.
A 3ª temporada começará com a Batalha da Goela, um dos confrontos mais grandiosos do universo de Westeros. A sequência mostrará o embate marítimo entre a frota Velaryon e a Tríade, em uma batalha que mistura navios, fogo de dragão e destruição em larga escala. Segundo o showrunner Ryan Condal, o episódio será “uma das coisas mais insanas já feitas para a televisão”. A batalha contará com cerca de 25 minutos de duração e exigiu a construção de três navios e dois enormes tanques para as filmagens.
Dia D: Filme sofre queda nas bilheterias
Dia D registrou uma queda preocupante em sua segunda semana de exibição nas principais bilheterias dos Estados Unidos. A nova ficção científica de Steven Spielberg enfrentou uma forte rejeição do público geral após os primeiros dias e perdeu a maior parte de suas salas em formato especial de exibição no mercado norte-americano.
Estrelado por Emily Blunt, o longa arrecadou apenas US$ 4,9 milhões na última sexta-feira (19), impulsionado pelo feriado nacional de Juneteenth. O valor representa um recuo severo de 73,7% se comparado diretamente ao desempenho obtido no primeiro dia de abertura oficial no país.
O resultado negativo coloca o desempenho comercial de Dia D abaixo de outros blockbusters recentes do gênero no mesmo período. Planeta dos Macacos: O Reinado caiu 69,2% em seu segundo fim de semana, enquanto Jogador Nº 1, também de Steven Spielberg, recuou 59,8%.Outros títulos de peso, como Interestelar e Gladiador II, registraram sustentações consideravelmente melhores no mercado cinematográfico mundial. Em oito dias de exibição contínua, a nova produção de ficção científica acumula US$ 66,2 milhões arrecadados dentro do mercado doméstico norte-americano.
As projeções atuais indicam que o segundo fim de semana completo nas salas deve fechar com valores entre US$ 12 milhões e US$ 14 milhões. O cenário consolida uma retração estimada entre 68% e 73% para o período.A forte redução no ritmo já era sugerida pela nota “B” recebida no CinemaScore, ferramenta que mede a reação imediata dos espectadores logo após as sessões. Embora a recepção da crítica especializada tenha se mantido positiva, o público demonstrou forte divisão sobre os rumos da história.
Atualmente, a bilheteria mundial do projeto soma quase US$ 125 milhões. Para cobrir integralmente seus custos de produção e passar a gerar lucro para os envolvidos, Dia D precisa obrigatoriamente atingir a marca de US$ 275 milhões globalmente.
Dia D continua em cartaz nos cinemas do Brasil.
Estrelado por Emily Blunt, o longa arrecadou apenas US$ 4,9 milhões na última sexta-feira (19), impulsionado pelo feriado nacional de Juneteenth. O valor representa um recuo severo de 73,7% se comparado diretamente ao desempenho obtido no primeiro dia de abertura oficial no país.
O resultado negativo coloca o desempenho comercial de Dia D abaixo de outros blockbusters recentes do gênero no mesmo período. Planeta dos Macacos: O Reinado caiu 69,2% em seu segundo fim de semana, enquanto Jogador Nº 1, também de Steven Spielberg, recuou 59,8%.Outros títulos de peso, como Interestelar e Gladiador II, registraram sustentações consideravelmente melhores no mercado cinematográfico mundial. Em oito dias de exibição contínua, a nova produção de ficção científica acumula US$ 66,2 milhões arrecadados dentro do mercado doméstico norte-americano.
As projeções atuais indicam que o segundo fim de semana completo nas salas deve fechar com valores entre US$ 12 milhões e US$ 14 milhões. O cenário consolida uma retração estimada entre 68% e 73% para o período.A forte redução no ritmo já era sugerida pela nota “B” recebida no CinemaScore, ferramenta que mede a reação imediata dos espectadores logo após as sessões. Embora a recepção da crítica especializada tenha se mantido positiva, o público demonstrou forte divisão sobre os rumos da história.
Atualmente, a bilheteria mundial do projeto soma quase US$ 125 milhões. Para cobrir integralmente seus custos de produção e passar a gerar lucro para os envolvidos, Dia D precisa obrigatoriamente atingir a marca de US$ 275 milhões globalmente.
Dia D continua em cartaz nos cinemas do Brasil.
A Casa do Dragão: tudo o que você precisa lembrar antes da 3ª temporada
Novo ano da série, derivada de 'Game of Thrones', estreia no próximo domingo, 21, na HBO e HBO Max
A Casa do Dragão, derivado de Game of Thrones, mostrará alguns dos momentos mais sangrentos da chamada A Dança dos Dragões, guerra civil Targaryen pelo Trono de Ferro protagonizada por Rhaenyra (Emma Darcy) e os filhos de Alicent Hightower (Olivia Cooke). Enquanto a filha de Viserys (Paddy Considine) se prepara para tomar Porto Real, seu meio-irmão Rei Aegon (Tom Glynn-Carney) se recupera dos ferimentos de batalha que o deixaram debilitado. Já Daemon (Matt Smith) começa a reconsiderar seu papel na história de Westeros.
Com a terceira temporada chegando quase dois anos depois da segunda, alguns detalhes importantes do ano anterior podem já ter desaparecido da memória de alguns espectadores. Abaixo, separamos alguns momentos importantes que você precisa lembrar antes do retorno de A Casa do Dragão:
Aegon desfigurado em batalha
Durante a batalha no Pouso da Gralha, no quarto episódio da segunda temporada, Rhaenys Targaryen (Eve Best) e seu dragão são mortos, mas isso não significa a vitória perfeita para os Verdes, como são chamados os aliados de Alicent. Em uma ação traiçoeira, o príncipe Aemond (Ewan Mitchell) ordena que seu dragão cuspa fogo na direção do irmão, Rei Aegon, e sua montaria.
O ataque deixa o rei desfigurado e, com seu dragão caindo sobre suas pernas e sua armadura fundida à sua pele, ele fica paralisado. Levado de volta a Porto Real, ele é submetido a tratamento, mas fica claro que ele não terá condições de sentar no Trono de Ferro por um bom tempo. Aemond, então, assume o posto de Príncipe Regente, reformulando o pequeno conselho e liderando as tropas verdes no front. Ambicioso e descontrolado, ele passa a tomar medidas cada vez mais violentas, inclusive queimando toda uma cidade após uma derrota em batalha.
Prevendo que Aemond tentaria matar o rei em seu retorno à capital e o iminente ataque de Rhaenyra e seus dragões, Larys (Matthew Needham) convence Aegon a deixar Porto Real, planejando esconder o monarca entre os plebeus de Essos até que seus irmãos se matem em batalha.
A medida drástica de Rhaenyra
Com mais dragões do que montadores disponíveis, Rhaenyra aceita que tanto Targaryens quanto Velaryons, as duas linhagens de nobres cavaleiros de dragão, deixaram filhos bastardos espalhados por Westeros. Procurando uma vantagem contra o exército mais rico de Aegon, ela decide procurar por esses indivíduos numa tentativa de aumentar seu poder de fogo.
O esforço é bem-sucedido, com a rainha dos Pretos alistando Addam do Casco (Clinton Liberty), Hugh Hammer (Kieran Bew) e Ulf o Branco (Tom Bennett), que foram aceitos pelos três dragões que seu exército mantinha em Pedra do Dragão. Embora a medida tenha, de fato, potencializado o poderio de Rhaenyra, a decisão não cai tão bem entre todos os seus aliados. Seu filho Jacaerys (Harry Collett), em particular, sente que dar dragões a bastardos minimiza seu poder e identidade, uma vez que os monstros são considerados um símbolo da nobreza das Casas Targaryen e Velaryon e entregá-los a plebeus perturba esse status.
O mesmo sentimento domina parte dos Verdes. Aemond, já frustrado com sua recente derrota, vê a decisão de Rhaenyra e sua corte como chacota, porém preocupante, já que os Pretos agora contam com sete cavaleiros de dragão, seu exército conta com apenas dois — mas contando com sua irmã Helaena (Phia Saban), que se recusa a participar das batalhas.
O destino de Rhaena
Já em vantagem por seus dragões, os Pretos ainda têm um trunfo inesperado em Rhaena (Phoebe Campbell). Sem um dragão próprio, ela é levada ao Vale junto com seus irmãos mais novos, decisão que ela considera injusta. Lá, no entanto, ela ouve boatos de um grande dragão, Roubaovelhas, que tem aterrorizado fazendeiros locais. Escondida, Rhaena decide investigar os rumores e, depois de longa busca, ela encontra a enorme besta, que a recebe com um rugido. O final da segunda temporada não deixa claro se Roubaovelhas aceitou a garota como sua montadora, mas é de se esperar que ela se torne parte importante da Dança dos Dragões no novo ano.
A nova marinha dos Verdes
Procurando quebrar os cerco marítimo estabelecido pelos Pretos a Porto Real, o que tem causado fome nos plebeus, o Príncipe Regente Aemond manda Tyland Lannister (Jefferson Hall) para negociar uma aliança com a Triarquia das Cidades Livres. Apesar de encontrar certa resistência, ele chega a um acordo com os mercenários após ganhar o respeito da almirante Sharako Lohar (Abigail Thorn). Agora com um poderio militar respeitável, Tyland se prepara para zarpar de volta a Westeros, onde, na terceira temporada, enfrentará as forças de Corlys Velaryon (Steve Toussaint) durante a chamada Batalha da Goela, definida nos livros de George R.R. Martin como a mais sangrenta da Dança dos Dragões.
A rendição de Alicent
Cansada das politicagens da corte e temendo o comportamento cada vez mais errático de Aemond, Alicent viaja em segredo até Pedra do Dragão para conversar com Rhaenyra. Lá, ela admite à ex-amiga que deseja ser livre longe da realeza e que, se fosse por ela, deixaria Westeros com Helaena para viver uma vida anônima nas Cidades Livres.
Alicent propõe que Rhaenyra marche sobre Porto Real em três dias, quando Aemond e seu dragão deixarão a capital para se juntar à batalha contra Daemon em Harrenhal. Segundo a Rainha-Mãe, os guardas em torno de Aegon se renderão e o rei se ajoelhará perante a meia-irmã. Rhaenyra, no entanto, lembra que manter Aegon vivo resultará em uma revolta dos nobres que apoiam os Verdes e reforça que precisará matar o filho da ex-amiga, o que Alicent aceita, sem saber que o rei já estava deixando a capital ao lado de Lorys.
Daemon e Harrenhal
Enviado por Rhaenyra ao castelo amaldiçoado de Harrenhal para alistar um exército maior, Daemon começa a ter pesadelos e visões, se convencendo de que era ele, e não a sobrinha-esposa, que deveria se sentar no Trono de Ferro. Isolado e vendo os nobres da região se ajoelharem a ele, a ideia de vestir a coroa começa a se tornar cada vez mais tentadora. Essa perspectiva começa a mudar, no entanto, quando ele encomenda a morte de Aemond, mas o mercenário que ele contratou mata seu filho recém-nascido no lugar. Com rumores da sua crueldade se espalhando e suas visões se tornando mais e mais horripilantes, ele procura conselho com Alys (Gayle Rankin), curandeira de Harrenhal.
À medida que ele conversa com a moça, ele percebe que é apenas uma peça no destino a longo-prazo de Westeros. Após ser confrontado por um lorde questionador de Rhaenyra que quer que ele assuma o trono, Daemon tem uma nova visão, que lhe revela o surgimento do Rei da Noite e Daenerys (Emilia Clarke) no futuro, além de mostrar seu irmão, Viserys, lhe dizendo que nunca quis ser rei e o alertando sobre o peso da coroa. Quando Rhaenyra chega ao castelo, informada por Simon Strong (Simon Russell Beale) da possível traição do marido, ela questiona seu consorte. Daemon, transformado por suas visões, reforça sua lealdade à rainha e, diante dos lordes que alistou, se ajoelha, movimento repetido por todos os outros nobres.
O que esperar da 3ª temporada
Embora A Casa do Dragão traga mudanças em relação ao livro que a inspirou, Fogo & Sangue, a série ainda mantém os acontecimentos-chave das páginas e, na terceira temporada, o mais importante acontecerá com a Batalha da Goela. Mais do que ser um dos confrontos mais sangrentos da história de Westeros, o evento vitima diversos personagens grandes, aquecendo ainda mais a Dança dos Dragões. Por isso, a terceira temporada tem potencial de ser uma das mais chocantes não só da série, mas da franquia Game of Thrones em geral. Sem entrar em spoilers, é possível adiantar que os novos episódios de A Casa do Dragão serão intensos e, possivelmente, tristes, com a balança da guerra pendendo fortemente para um lado após a Batalha da Goela.
O primeiro episódio da terceira temporada de A Casa do Dragão estreia às 22h de domingo, 21, na HBO e na HBO Max. Os anos anteriores, assim como o restante da franquia Game of Thrones, seguem disponíveis na mesma plataforma.
A Casa do Dragão, derivado de Game of Thrones, mostrará alguns dos momentos mais sangrentos da chamada A Dança dos Dragões, guerra civil Targaryen pelo Trono de Ferro protagonizada por Rhaenyra (Emma Darcy) e os filhos de Alicent Hightower (Olivia Cooke). Enquanto a filha de Viserys (Paddy Considine) se prepara para tomar Porto Real, seu meio-irmão Rei Aegon (Tom Glynn-Carney) se recupera dos ferimentos de batalha que o deixaram debilitado. Já Daemon (Matt Smith) começa a reconsiderar seu papel na história de Westeros.
Com a terceira temporada chegando quase dois anos depois da segunda, alguns detalhes importantes do ano anterior podem já ter desaparecido da memória de alguns espectadores. Abaixo, separamos alguns momentos importantes que você precisa lembrar antes do retorno de A Casa do Dragão:
Aegon desfigurado em batalha
Durante a batalha no Pouso da Gralha, no quarto episódio da segunda temporada, Rhaenys Targaryen (Eve Best) e seu dragão são mortos, mas isso não significa a vitória perfeita para os Verdes, como são chamados os aliados de Alicent. Em uma ação traiçoeira, o príncipe Aemond (Ewan Mitchell) ordena que seu dragão cuspa fogo na direção do irmão, Rei Aegon, e sua montaria.
O ataque deixa o rei desfigurado e, com seu dragão caindo sobre suas pernas e sua armadura fundida à sua pele, ele fica paralisado. Levado de volta a Porto Real, ele é submetido a tratamento, mas fica claro que ele não terá condições de sentar no Trono de Ferro por um bom tempo. Aemond, então, assume o posto de Príncipe Regente, reformulando o pequeno conselho e liderando as tropas verdes no front. Ambicioso e descontrolado, ele passa a tomar medidas cada vez mais violentas, inclusive queimando toda uma cidade após uma derrota em batalha.
Prevendo que Aemond tentaria matar o rei em seu retorno à capital e o iminente ataque de Rhaenyra e seus dragões, Larys (Matthew Needham) convence Aegon a deixar Porto Real, planejando esconder o monarca entre os plebeus de Essos até que seus irmãos se matem em batalha.
A medida drástica de Rhaenyra
Com mais dragões do que montadores disponíveis, Rhaenyra aceita que tanto Targaryens quanto Velaryons, as duas linhagens de nobres cavaleiros de dragão, deixaram filhos bastardos espalhados por Westeros. Procurando uma vantagem contra o exército mais rico de Aegon, ela decide procurar por esses indivíduos numa tentativa de aumentar seu poder de fogo.
O esforço é bem-sucedido, com a rainha dos Pretos alistando Addam do Casco (Clinton Liberty), Hugh Hammer (Kieran Bew) e Ulf o Branco (Tom Bennett), que foram aceitos pelos três dragões que seu exército mantinha em Pedra do Dragão. Embora a medida tenha, de fato, potencializado o poderio de Rhaenyra, a decisão não cai tão bem entre todos os seus aliados. Seu filho Jacaerys (Harry Collett), em particular, sente que dar dragões a bastardos minimiza seu poder e identidade, uma vez que os monstros são considerados um símbolo da nobreza das Casas Targaryen e Velaryon e entregá-los a plebeus perturba esse status.
O mesmo sentimento domina parte dos Verdes. Aemond, já frustrado com sua recente derrota, vê a decisão de Rhaenyra e sua corte como chacota, porém preocupante, já que os Pretos agora contam com sete cavaleiros de dragão, seu exército conta com apenas dois — mas contando com sua irmã Helaena (Phia Saban), que se recusa a participar das batalhas.
O destino de Rhaena
Já em vantagem por seus dragões, os Pretos ainda têm um trunfo inesperado em Rhaena (Phoebe Campbell). Sem um dragão próprio, ela é levada ao Vale junto com seus irmãos mais novos, decisão que ela considera injusta. Lá, no entanto, ela ouve boatos de um grande dragão, Roubaovelhas, que tem aterrorizado fazendeiros locais. Escondida, Rhaena decide investigar os rumores e, depois de longa busca, ela encontra a enorme besta, que a recebe com um rugido. O final da segunda temporada não deixa claro se Roubaovelhas aceitou a garota como sua montadora, mas é de se esperar que ela se torne parte importante da Dança dos Dragões no novo ano.
A nova marinha dos Verdes
Procurando quebrar os cerco marítimo estabelecido pelos Pretos a Porto Real, o que tem causado fome nos plebeus, o Príncipe Regente Aemond manda Tyland Lannister (Jefferson Hall) para negociar uma aliança com a Triarquia das Cidades Livres. Apesar de encontrar certa resistência, ele chega a um acordo com os mercenários após ganhar o respeito da almirante Sharako Lohar (Abigail Thorn). Agora com um poderio militar respeitável, Tyland se prepara para zarpar de volta a Westeros, onde, na terceira temporada, enfrentará as forças de Corlys Velaryon (Steve Toussaint) durante a chamada Batalha da Goela, definida nos livros de George R.R. Martin como a mais sangrenta da Dança dos Dragões.
A rendição de Alicent
Cansada das politicagens da corte e temendo o comportamento cada vez mais errático de Aemond, Alicent viaja em segredo até Pedra do Dragão para conversar com Rhaenyra. Lá, ela admite à ex-amiga que deseja ser livre longe da realeza e que, se fosse por ela, deixaria Westeros com Helaena para viver uma vida anônima nas Cidades Livres.
Alicent propõe que Rhaenyra marche sobre Porto Real em três dias, quando Aemond e seu dragão deixarão a capital para se juntar à batalha contra Daemon em Harrenhal. Segundo a Rainha-Mãe, os guardas em torno de Aegon se renderão e o rei se ajoelhará perante a meia-irmã. Rhaenyra, no entanto, lembra que manter Aegon vivo resultará em uma revolta dos nobres que apoiam os Verdes e reforça que precisará matar o filho da ex-amiga, o que Alicent aceita, sem saber que o rei já estava deixando a capital ao lado de Lorys.
Daemon e Harrenhal
Enviado por Rhaenyra ao castelo amaldiçoado de Harrenhal para alistar um exército maior, Daemon começa a ter pesadelos e visões, se convencendo de que era ele, e não a sobrinha-esposa, que deveria se sentar no Trono de Ferro. Isolado e vendo os nobres da região se ajoelharem a ele, a ideia de vestir a coroa começa a se tornar cada vez mais tentadora. Essa perspectiva começa a mudar, no entanto, quando ele encomenda a morte de Aemond, mas o mercenário que ele contratou mata seu filho recém-nascido no lugar. Com rumores da sua crueldade se espalhando e suas visões se tornando mais e mais horripilantes, ele procura conselho com Alys (Gayle Rankin), curandeira de Harrenhal.
À medida que ele conversa com a moça, ele percebe que é apenas uma peça no destino a longo-prazo de Westeros. Após ser confrontado por um lorde questionador de Rhaenyra que quer que ele assuma o trono, Daemon tem uma nova visão, que lhe revela o surgimento do Rei da Noite e Daenerys (Emilia Clarke) no futuro, além de mostrar seu irmão, Viserys, lhe dizendo que nunca quis ser rei e o alertando sobre o peso da coroa. Quando Rhaenyra chega ao castelo, informada por Simon Strong (Simon Russell Beale) da possível traição do marido, ela questiona seu consorte. Daemon, transformado por suas visões, reforça sua lealdade à rainha e, diante dos lordes que alistou, se ajoelha, movimento repetido por todos os outros nobres.
O que esperar da 3ª temporada
Embora A Casa do Dragão traga mudanças em relação ao livro que a inspirou, Fogo & Sangue, a série ainda mantém os acontecimentos-chave das páginas e, na terceira temporada, o mais importante acontecerá com a Batalha da Goela. Mais do que ser um dos confrontos mais sangrentos da história de Westeros, o evento vitima diversos personagens grandes, aquecendo ainda mais a Dança dos Dragões. Por isso, a terceira temporada tem potencial de ser uma das mais chocantes não só da série, mas da franquia Game of Thrones em geral. Sem entrar em spoilers, é possível adiantar que os novos episódios de A Casa do Dragão serão intensos e, possivelmente, tristes, com a balança da guerra pendendo fortemente para um lado após a Batalha da Goela.
O primeiro episódio da terceira temporada de A Casa do Dragão estreia às 22h de domingo, 21, na HBO e na HBO Max. Os anos anteriores, assim como o restante da franquia Game of Thrones, seguem disponíveis na mesma plataforma.
sexta-feira, 19 de junho de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 19/06/26
Bitcoin: R$ 326.917,50 Reais e US$ 63.268,82 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,1652
Dólar turismo: R$ 5,3543
Euro comercial: R$ 5,928
Libra: R$ 6,831
Dólar fecha sessão em leve baixa ante o real com Oriente Médio no radar
Após subir nas quatro sessões anteriores, o dólar fechou a sexta-feira em leve baixa ante o real, acompanhando o recuo da moeda norte-americana ante boa parte das demais divisas no exterior, com investidores atentos às articulações de paz no Oriente Médio.
O dólar à vista fechou o dia com baixa de 0,20%, aos ?R$5,1643. Na semana, a divisa acumulou alta de 2,04% e, no ano, queda de 5,92%. Às 17h06, o dólar futuro para julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 0,06% na B3, aos R$5,1780, mas com apenas cerca de 130 mil contratos negociados até esse horário.
Em função do feriado de Juneteenth, não houve negociações nas bolsas dos Estados Unidos nesta sexta-feira, o que reduziu a liquidez nos mercados globais de moedas, incluindo o brasileiro.
No exterior, o foco das atenções dos investidores globais seguiu voltado para a guerra no Oriente Médio. Após a Suíça informar que as negociações dos EUA com o Irã para encerrar o conflito não ocorreriam nesta sexta-feira, como era esperado, Teerã minimizou o adiamento, afirmando que já estão em andamento preparativos para as conversas nos próximos dias. Além disso, Israel e o grupo Hezbollah, apoiado pelo Irã, chegaram a um acordo de cessar-fogo, após uma escalada dos combates no Líbano que ameaçava as negociações de paz.
Em meio ao cenário ainda nebuloso no Oriente Médio, o petróleo oscilava em alta nesta tarde, na faixa dos US$80 o barril, mas o dólar recuava ante divisas como o euro , a libra e o iene , além de moedas emergentes como o peso mexicano e o real. O recuo da moeda norte-americana, ainda que contido, ocorreu após duas sessões de ganhos globais, na esteira da decisão de política monetária do Federal Reserve na tarde de quarta-feira. Na ocasião, o Fed manteve sua taxa de juros na faixa entre 3,50% e 3,75%, mas deu indicações de que um aumento pode ocorrer ainda em 2026.
Já o Banco Central do Brasil promoveu o terceiro corte seguido de 0,25 ponto percentual e, em comunicado considerado confuso por alguns membros do mercado na noite de quarta-feira, deixou a porta aberta para mais cortes da Selic, hoje em 14,25%.
O diferencial de juros entre Brasil e outros países -- como EUA e Japão, cujas taxas estão em níveis bem menores -- vinha sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, o que conduziu as cotações do dólar a patamares mais baixos ante o real nos últimos meses. No fim da manhã, o Banco Central vendeu 60.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de julho.
Ibovespa fecha estável em sessão de liquidez reduzida e vencimento de opções
O Ibovespa fechou estável nesta sexta-feira, após uma sessão marcada pela menor liquidez por conta do feriado nos Estados Unidos e pelo vencimento de opções sobre ações na bolsa, ao mesmo tempo em que os agentes monitoravam o noticiário sobre o Oriente Médio.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,03%, a ?168.333,61 pontos, tendo marcado 167.657,53 pontos na mínima e 168.786,54 pontos na máxima do dia. Na semana, o Ibovespa registrou queda de 1,64%. O volume financeiro somou R$27,49 bilhões.
A sessão foi marcada pela ausência de negociações em Nova York devido ao feriado de Juneteenth nos Estados Unidos.
Sem a referência dos índices norte-americanos, os investidores adotaram uma postura mais cautelosa após as decisões de política monetária divulgadas na chamada “superquarta”, quando ocorreram as reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) e do Federal Reserve (Fed).
As bolsas da Europa fecharam sem direção única nesta sexta-feira (19)
Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 0,41%, a 10.356,90 pontos.
Em Frankfurt, o DAX ficou estável, a 25.026,61 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,55%, a 8.421,14 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,31%, a 52.848,93 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,16%, a 19.373,40 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 teve alta de 0,69%, a 9.102,60 pontos.
As bolsas da Ásia fecharam em direções opostas nesta sexta-feira (19)
O índice japonês Nikkei subiu 0,28% em Tóquio, ao patamar recorde de 71.250,06 pontos,
O sul-coreano Kospi recuou 0,13% em Seul, a 9.052,42 pontos.
Os mercados da China continental, de Hong Kong e de Taiwan permaneceram fechados devido ao feriado do Barco-Dragão.
Na Austrália ficou no vermelho hoje, com baixa de 0,92% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.828,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,99% em Wellington a 13.495,63 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,04% em Moscou a 2.415,77 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,78% em Bombaim a 76.802,90 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Dólar comercial: R$ 5,1652
Dólar turismo: R$ 5,3543
Euro comercial: R$ 5,928
Libra: R$ 6,831
Dólar fecha sessão em leve baixa ante o real com Oriente Médio no radar
Após subir nas quatro sessões anteriores, o dólar fechou a sexta-feira em leve baixa ante o real, acompanhando o recuo da moeda norte-americana ante boa parte das demais divisas no exterior, com investidores atentos às articulações de paz no Oriente Médio.
O dólar à vista fechou o dia com baixa de 0,20%, aos ?R$5,1643. Na semana, a divisa acumulou alta de 2,04% e, no ano, queda de 5,92%. Às 17h06, o dólar futuro para julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 0,06% na B3, aos R$5,1780, mas com apenas cerca de 130 mil contratos negociados até esse horário.
Em função do feriado de Juneteenth, não houve negociações nas bolsas dos Estados Unidos nesta sexta-feira, o que reduziu a liquidez nos mercados globais de moedas, incluindo o brasileiro.
No exterior, o foco das atenções dos investidores globais seguiu voltado para a guerra no Oriente Médio. Após a Suíça informar que as negociações dos EUA com o Irã para encerrar o conflito não ocorreriam nesta sexta-feira, como era esperado, Teerã minimizou o adiamento, afirmando que já estão em andamento preparativos para as conversas nos próximos dias. Além disso, Israel e o grupo Hezbollah, apoiado pelo Irã, chegaram a um acordo de cessar-fogo, após uma escalada dos combates no Líbano que ameaçava as negociações de paz.
Em meio ao cenário ainda nebuloso no Oriente Médio, o petróleo oscilava em alta nesta tarde, na faixa dos US$80 o barril, mas o dólar recuava ante divisas como o euro , a libra e o iene , além de moedas emergentes como o peso mexicano e o real. O recuo da moeda norte-americana, ainda que contido, ocorreu após duas sessões de ganhos globais, na esteira da decisão de política monetária do Federal Reserve na tarde de quarta-feira. Na ocasião, o Fed manteve sua taxa de juros na faixa entre 3,50% e 3,75%, mas deu indicações de que um aumento pode ocorrer ainda em 2026.
Já o Banco Central do Brasil promoveu o terceiro corte seguido de 0,25 ponto percentual e, em comunicado considerado confuso por alguns membros do mercado na noite de quarta-feira, deixou a porta aberta para mais cortes da Selic, hoje em 14,25%.
O diferencial de juros entre Brasil e outros países -- como EUA e Japão, cujas taxas estão em níveis bem menores -- vinha sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, o que conduziu as cotações do dólar a patamares mais baixos ante o real nos últimos meses. No fim da manhã, o Banco Central vendeu 60.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de julho.
Ibovespa fecha estável em sessão de liquidez reduzida e vencimento de opções
O Ibovespa fechou estável nesta sexta-feira, após uma sessão marcada pela menor liquidez por conta do feriado nos Estados Unidos e pelo vencimento de opções sobre ações na bolsa, ao mesmo tempo em que os agentes monitoravam o noticiário sobre o Oriente Médio.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,03%, a ?168.333,61 pontos, tendo marcado 167.657,53 pontos na mínima e 168.786,54 pontos na máxima do dia. Na semana, o Ibovespa registrou queda de 1,64%. O volume financeiro somou R$27,49 bilhões.
A sessão foi marcada pela ausência de negociações em Nova York devido ao feriado de Juneteenth nos Estados Unidos.
Sem a referência dos índices norte-americanos, os investidores adotaram uma postura mais cautelosa após as decisões de política monetária divulgadas na chamada “superquarta”, quando ocorreram as reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) e do Federal Reserve (Fed).
As bolsas da Europa fecharam sem direção única nesta sexta-feira (19)
Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 0,41%, a 10.356,90 pontos.
Em Frankfurt, o DAX ficou estável, a 25.026,61 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,55%, a 8.421,14 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,31%, a 52.848,93 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,16%, a 19.373,40 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 teve alta de 0,69%, a 9.102,60 pontos.
As bolsas da Ásia fecharam em direções opostas nesta sexta-feira (19)
O índice japonês Nikkei subiu 0,28% em Tóquio, ao patamar recorde de 71.250,06 pontos,
O sul-coreano Kospi recuou 0,13% em Seul, a 9.052,42 pontos.
Os mercados da China continental, de Hong Kong e de Taiwan permaneceram fechados devido ao feriado do Barco-Dragão.
Na Austrália ficou no vermelho hoje, com baixa de 0,92% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.828,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,99% em Wellington a 13.495,63 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,04% em Moscou a 2.415,77 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,78% em Bombaim a 76.802,90 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Gatos Guerreiros: Disney vai lançar série
Gatos Guerreiros o que começou como uma saga sobre clãs de gatos selvagens virou um universo com dezenas de livros, jogos, e uma comunidade que acompanha cada novo lançamento com atenção.
Agora, esse mundo está a caminho da animação pelas mãos da Disney.
A empresa adquiriu a adaptação animada de Gatos Guerreiros (Warrior Cats no origianal em inglês), baseada na série de livros assinada por Erin Hunter, pseudônimo usado por um grupo de autoras. A produção tem estreia prevista para 2028 no Disney+ e no Disney Channel, segundo o Deadline.
A notícia chama atenção não apenas pelo tamanho da franquia, mas também pelo momento da Disney no setor infantil e familiar. Recentemente, a companhia passou a usar a marca Disney Kids & Family no lugar de Disney Branded Television.
Gatos Guerreiros acompanha quatro clãs de gatos selvagens que lutam para sobreviver em uma floresta, com disputas internas, códigos de honra, alianças e traições. No primeiro livro, Gatos Guerreiros: Na Floresta, o leitor conhece Ferrugem, um gato doméstico que deixa a vida confortável com humanos e entra para o Clã do Trovão.
A adaptação será dirigida por Rodrigo Blaas, nome ligado a produções como Procurando Nemo, Ratatouille, WALL-E e Os Incríveis. Ele também comandou trabalhos em Caçadores de Trolls: Contos de Arcadia e escreveu e dirigiu Sith, curta de Star Wars: Visions disponível no Disney+.
A série é tratada como a primeira adaptação animada oficial para TV da franquia, com previsão de lançamento em 2028 também para China e Sudeste Asiático. Gatos Guerreiros chega à Disney já com um universo estabelecido, personagens reconhecidos pelos leitores e material suficiente para muitas temporadas. Ainda não foram divulgados detalhes sobre elenco de voz, número de episódios ou data exata de estreia.
Agora, esse mundo está a caminho da animação pelas mãos da Disney.
A empresa adquiriu a adaptação animada de Gatos Guerreiros (Warrior Cats no origianal em inglês), baseada na série de livros assinada por Erin Hunter, pseudônimo usado por um grupo de autoras. A produção tem estreia prevista para 2028 no Disney+ e no Disney Channel, segundo o Deadline.
A notícia chama atenção não apenas pelo tamanho da franquia, mas também pelo momento da Disney no setor infantil e familiar. Recentemente, a companhia passou a usar a marca Disney Kids & Family no lugar de Disney Branded Television.
Gatos Guerreiros acompanha quatro clãs de gatos selvagens que lutam para sobreviver em uma floresta, com disputas internas, códigos de honra, alianças e traições. No primeiro livro, Gatos Guerreiros: Na Floresta, o leitor conhece Ferrugem, um gato doméstico que deixa a vida confortável com humanos e entra para o Clã do Trovão.
A adaptação será dirigida por Rodrigo Blaas, nome ligado a produções como Procurando Nemo, Ratatouille, WALL-E e Os Incríveis. Ele também comandou trabalhos em Caçadores de Trolls: Contos de Arcadia e escreveu e dirigiu Sith, curta de Star Wars: Visions disponível no Disney+.
A série é tratada como a primeira adaptação animada oficial para TV da franquia, com previsão de lançamento em 2028 também para China e Sudeste Asiático. Gatos Guerreiros chega à Disney já com um universo estabelecido, personagens reconhecidos pelos leitores e material suficiente para muitas temporadas. Ainda não foram divulgados detalhes sobre elenco de voz, número de episódios ou data exata de estreia.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 19/06/26
As bolsas da Europa fecharam sem direção única nesta sexta-feira (19) enquanto investidores ponderam o real cumprimento do acordo de paz entre os EUA e o Irã e avaliam os reflexos do conflito nas economias.
Em Londres, incertezas sobre o governo do primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, diante da cadeira conquistada por Andy Burnham no Parlamento pesaram nas negociações. O feriado de Juneteenth nos EUA reduziu a liquidez nos mercados.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 0,41%, a 10.356,90 pontos. Em Frankfurt, o DAX ficou estável, a 25.026,61 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,55%, a 8.421,14 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,31%, a 52.848,93 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,16%, a 19.373,40 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve alta de 0,69%, a 9.102,60 pontos. As cotações são preliminares.
Apesar da assinatura do memorando de entendimento entre Washington e Teerã, banqueiros centrais ainda digerem as consequências do conflito para a trajetória dos juros. O economista-chefe do BCE (Banco Central Europeu), Philip Lane, ponderou que a economia da zona do euro passa por um choque inflacionário "de médio porte", o que exige uma resposta moderada da política.
Já o dirigente Pierre Wunsch (Bélgica) vê um novo aperto monetário em julho, caso a pressão inflacionária se espalhe. Na Alemanha, o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) subiu 2,2% em maio na comparação anual. Paralelamente, no Reino Unido, além da macroeconomia, o foco segue na política. Ministros planejam pedir à Starmer que ele defina um cronograma para sua saída, na sequência da vitória de Burnham na eleição suplementar em Makerfield.
O prefeito trabalhista da Grande Manchester irá a Londres para tomar posse como parlamentar já na segunda-feira. Entre os destaques no mercado acionário, em Paris, a Sanofi fechou em alta de 0,3% depois do Japão aprovar a formulação subcutânea de um medicamento oncológico da biofarmacêutica. Em Copenhague, a Vestas Wind Systems saltou 5,3%, após o JPMorgan incluir a fabricante dinamarquesa de turbinas eólicas no seu radar de catalisadores positivos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Em Londres, incertezas sobre o governo do primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, diante da cadeira conquistada por Andy Burnham no Parlamento pesaram nas negociações. O feriado de Juneteenth nos EUA reduziu a liquidez nos mercados.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 0,41%, a 10.356,90 pontos. Em Frankfurt, o DAX ficou estável, a 25.026,61 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,55%, a 8.421,14 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,31%, a 52.848,93 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,16%, a 19.373,40 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve alta de 0,69%, a 9.102,60 pontos. As cotações são preliminares.
Apesar da assinatura do memorando de entendimento entre Washington e Teerã, banqueiros centrais ainda digerem as consequências do conflito para a trajetória dos juros. O economista-chefe do BCE (Banco Central Europeu), Philip Lane, ponderou que a economia da zona do euro passa por um choque inflacionário "de médio porte", o que exige uma resposta moderada da política.
Já o dirigente Pierre Wunsch (Bélgica) vê um novo aperto monetário em julho, caso a pressão inflacionária se espalhe. Na Alemanha, o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) subiu 2,2% em maio na comparação anual. Paralelamente, no Reino Unido, além da macroeconomia, o foco segue na política. Ministros planejam pedir à Starmer que ele defina um cronograma para sua saída, na sequência da vitória de Burnham na eleição suplementar em Makerfield.
O prefeito trabalhista da Grande Manchester irá a Londres para tomar posse como parlamentar já na segunda-feira. Entre os destaques no mercado acionário, em Paris, a Sanofi fechou em alta de 0,3% depois do Japão aprovar a formulação subcutânea de um medicamento oncológico da biofarmacêutica. Em Copenhague, a Vestas Wind Systems saltou 5,3%, após o JPMorgan incluir a fabricante dinamarquesa de turbinas eólicas no seu radar de catalisadores positivos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 19/06/26
As bolsas do Japão e da Coreia do Sul fecharam em direções opostas nesta sexta-feira (19), em meio a um feriado na China, enquanto investidores avaliavam a implementação do acordo de paz preliminar entre os Estados Unidos e o Irã.
O índice japonês Nikkei subiu 0,28% em Tóquio, ao patamar recorde de 71.250,06 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi recuou 0,13% em Seul, a 9.052,42 pontos.
No fim da madrugada, o petróleo operava em alta modesta, após o adiamento de uma nova rodada de negociações entre Teerã e Washington, na Suíça, e novos ataques de Israel no sul do Líbano reforçarem as incertezas sobre as chances de o acordo provisório se tornar um acerto duradouro.
Os mercados da China continental, de Hong Kong e de Taiwan permaneceram fechados devido ao feriado do Barco-Dragão.
Na Oceania, a bolsa da Austrália ficou no vermelho hoje, com baixa de 0,92% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.828,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,99% em Wellington a 13.495,63 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,04% em Moscou a 2.415,77 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,78% em Bombaim a 76.802,90 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
O índice japonês Nikkei subiu 0,28% em Tóquio, ao patamar recorde de 71.250,06 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi recuou 0,13% em Seul, a 9.052,42 pontos.
No fim da madrugada, o petróleo operava em alta modesta, após o adiamento de uma nova rodada de negociações entre Teerã e Washington, na Suíça, e novos ataques de Israel no sul do Líbano reforçarem as incertezas sobre as chances de o acordo provisório se tornar um acerto duradouro.
Os mercados da China continental, de Hong Kong e de Taiwan permaneceram fechados devido ao feriado do Barco-Dragão.
Na Oceania, a bolsa da Austrália ficou no vermelho hoje, com baixa de 0,92% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.828,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,99% em Wellington a 13.495,63 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,04% em Moscou a 2.415,77 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,78% em Bombaim a 76.802,90 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
X-Men ’97: 2ª temporada vai estrear com 3 episódios
A 2ª temporada da série vai estrear com 3 episódios sendo lançados de uma vez.
A estreia, vale ressaltar, está marcada para 1º de julho no Disney+. Essa é uma forma de recompensar os fãs pela espera de dois anos.
A 2ª temporada de X-Men ’97 continua acompanhando a heroica equipe de mutantes dos X-Men, agora dividida e espalhada por diferentes eras temporais enquanto lutam para encontrar o caminho de volta para casa.
Os novos episódios estão sendo aclamados pela crítica. A aprovação no Rotten Tomatoes está em 100%.
A estreia, vale ressaltar, está marcada para 1º de julho no Disney+. Essa é uma forma de recompensar os fãs pela espera de dois anos.
A 2ª temporada de X-Men ’97 continua acompanhando a heroica equipe de mutantes dos X-Men, agora dividida e espalhada por diferentes eras temporais enquanto lutam para encontrar o caminho de volta para casa.
Os novos episódios estão sendo aclamados pela crítica. A aprovação no Rotten Tomatoes está em 100%.
quinta-feira, 18 de junho de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 18/06/26
Bitcoin: R$ 325.286,50 Reais e US$ 62.770,54 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,1740
Dólar turismo: R$ 5,3819
Euro comercial: R$ 5,927
Libra: R$ 6,848
Dólar sobe a R$5,1745 com Fed vendo alta de juros e Copom sugerindo nova baixa
O dólar emplacou nesta quinta-feira a quarta sessão consecutiva de ganhos ante o real, com as decisões sobre juros da véspera, nos Estados Unidos e no Brasil, justificando o aumento das cotações.
Enquanto o Federal Reserve passou indicações de que sua taxa de referência vai subir ainda em 2026, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central preparou terreno para mais cortes de juros. O dólar à vista fechou o dia com alta de 1,25%, aos R$5,1745. No ano, a divisa passou a acumular queda de 5,73% ante o real. Às 17h06, o dólar futuro para julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 1,17% na B3, aos R$5,1820.
As decisões de política monetária do Fed e do BC na véspera, cada uma a sua maneira, atuaram para o avanço do dólar ante o real.
No caso do Fed, a instituição manteve na tarde de quarta-feira sua taxa de juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, mas passou indicações de que um aumento pode ocorrer até o fim do ano. Com isso, os investidores globais elevaram as apostas de pelo menos um aumento de juros pelo Fed, possivelmente já em agosto.
Em reação, o dólar exibiu ganhos ante a maior parte das demais divisas nesta quinta-feira, incluindo divisas de países emergentes como o real, o peso chileno, a lira turca e o peso mexicano. O real esteve durante todo o dia entre as moedas que mais perdiam valor, com o mercado também reagindo negativamente ao anúncio da véspera do Copom.
O colegiado cortou a taxa básica Selic em 25 pontos-base, para 14,25% ao ano, e adotou na visão de alguns analistas uma postura "dovish" (mais suave no combate à inflação), ao estender o horizonte relevante para que a inflação possa convergir à meta de 3%.
Na prática, o BC "adiou" o atingimento da meta de 3% do quarto trimestre de 2027 para o primeiro trimestre de 2028, reforçando a percepção de que pode haver novo corte da Selic em agosto. "O grande destaque ficou por conta justamente da rolagem do horizonte relevante em um trimestre à frente, sinalizando que o comitê... opta por buscar uma justificativa que sustente um corte de juros, mostrando uma postura mais propensa a riscos inflacionários", avaliou a equipe da Genial Investimentos em análise publicada após a decisão.
Assim, a perspectiva de juros mais altos nos EUA, somada à possibilidade de novo corte no Brasil, torna o diferencial de juros brasileiro menos atrativo ao investimento estrangeiro, o que em tese pode prejudicar o fluxo de dólares para o país. Em reação, o dólar à vista se reaproximou dos R$5,20 durante a sessão desta quinta-feira. Às 13h19, a divisa atingiu a cotação máxima de R$5,1909 (+1,58%). "Recentemente, a moeda americana vinha acumulando quedas impulsionadas pelo diferencial de juros favorável ao Brasil. Agora, com a perspectiva de juros mais altos nos Estados Unidos, ocorre uma pequena realocação de recursos", comentou Leonardo Santana, especialista em investimentos e sócio da casa de análise Top Gain.
"Parte do capital deixa a bolsa brasileira e até mesmo a renda fixa local para buscar oportunidades no mercado americano", acrescentou.
No exterior, o dólar também se mantinha em alta ante as demais divisas neste fim de tarde. Às 17h17, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- subia 0,44%, a 100,790. No fim da manhã, sem efeito sobre as cotações, o Banco Central vendeu 60.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de julho.
Ibovespa fecha com queda modesta após BC deixar em aberto próximas decisões sobre a Selic
O Ibovespa fechou com uma queda modesta nesta quinta-feira, um dia após o Banco Central cortar a taxa Selic para 14,25% e deixar em aberto os próximos movimentos de política monetária.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,1%, a 168.277,55 pontos, após marcar 169.542,37 pontos na máxima e 167.910,63 pontos na mínima do dia. O volume financeiro no pregão somou R$26,3 bilhões.
Os índices de Wall Street fecharam em alta nesta quinta-feira
O índice Dow Jones Industrial Average subiu 72,15 pontos, ou 0,14%, para 51.564,70,
S&P 500 ganhou 80,48 pontos, ou 1,08%, para 7.500,58
Nasdaq Composite ganhou 496,28 pontos, ou 1,91%, para 26.517,93.
As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta quinta-feira (18)
Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 1,04%, a 10.399,70 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,37%, a 25.028,06 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,44%, a 8.467,98 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,18%, a 52.688,22 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,09%, a 19.404,10 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,55%, a 9.040,40 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quinta-feira (18).
Kospi avançou 2,25% em Seul, para 9.063,84 pontos
Nikkei subiu 1,65% em Tóquio, a 71.053,49 pontos - ambos em máximas históricas.
Taiex registrou alta de 1,28% em Taiwan, a 46.465,20 pontos
Hang Seng caiu 1,59% em Hong Kong, a 23.924,81 pontos.
Na China continental, o Shanghai Composto recuou 0,43%, a 4.090,48 pontos,
Shenzhen Composto subiu 0,53%, a 2.853,37 pontos.
Na Austrália fechou em baixa hoje, de 0,62% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.911,10 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,22% em Wellington a 13.363,31 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,96% em Moscou a 2.436,27 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,33% em Bombaim a 77.409,98 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Dólar comercial: R$ 5,1740
Dólar turismo: R$ 5,3819
Euro comercial: R$ 5,927
Libra: R$ 6,848
Dólar sobe a R$5,1745 com Fed vendo alta de juros e Copom sugerindo nova baixa
O dólar emplacou nesta quinta-feira a quarta sessão consecutiva de ganhos ante o real, com as decisões sobre juros da véspera, nos Estados Unidos e no Brasil, justificando o aumento das cotações.
Enquanto o Federal Reserve passou indicações de que sua taxa de referência vai subir ainda em 2026, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central preparou terreno para mais cortes de juros. O dólar à vista fechou o dia com alta de 1,25%, aos R$5,1745. No ano, a divisa passou a acumular queda de 5,73% ante o real. Às 17h06, o dólar futuro para julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 1,17% na B3, aos R$5,1820.
As decisões de política monetária do Fed e do BC na véspera, cada uma a sua maneira, atuaram para o avanço do dólar ante o real.
No caso do Fed, a instituição manteve na tarde de quarta-feira sua taxa de juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, mas passou indicações de que um aumento pode ocorrer até o fim do ano. Com isso, os investidores globais elevaram as apostas de pelo menos um aumento de juros pelo Fed, possivelmente já em agosto.
Em reação, o dólar exibiu ganhos ante a maior parte das demais divisas nesta quinta-feira, incluindo divisas de países emergentes como o real, o peso chileno, a lira turca e o peso mexicano. O real esteve durante todo o dia entre as moedas que mais perdiam valor, com o mercado também reagindo negativamente ao anúncio da véspera do Copom.
O colegiado cortou a taxa básica Selic em 25 pontos-base, para 14,25% ao ano, e adotou na visão de alguns analistas uma postura "dovish" (mais suave no combate à inflação), ao estender o horizonte relevante para que a inflação possa convergir à meta de 3%.
Na prática, o BC "adiou" o atingimento da meta de 3% do quarto trimestre de 2027 para o primeiro trimestre de 2028, reforçando a percepção de que pode haver novo corte da Selic em agosto. "O grande destaque ficou por conta justamente da rolagem do horizonte relevante em um trimestre à frente, sinalizando que o comitê... opta por buscar uma justificativa que sustente um corte de juros, mostrando uma postura mais propensa a riscos inflacionários", avaliou a equipe da Genial Investimentos em análise publicada após a decisão.
Assim, a perspectiva de juros mais altos nos EUA, somada à possibilidade de novo corte no Brasil, torna o diferencial de juros brasileiro menos atrativo ao investimento estrangeiro, o que em tese pode prejudicar o fluxo de dólares para o país. Em reação, o dólar à vista se reaproximou dos R$5,20 durante a sessão desta quinta-feira. Às 13h19, a divisa atingiu a cotação máxima de R$5,1909 (+1,58%). "Recentemente, a moeda americana vinha acumulando quedas impulsionadas pelo diferencial de juros favorável ao Brasil. Agora, com a perspectiva de juros mais altos nos Estados Unidos, ocorre uma pequena realocação de recursos", comentou Leonardo Santana, especialista em investimentos e sócio da casa de análise Top Gain.
"Parte do capital deixa a bolsa brasileira e até mesmo a renda fixa local para buscar oportunidades no mercado americano", acrescentou.
No exterior, o dólar também se mantinha em alta ante as demais divisas neste fim de tarde. Às 17h17, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- subia 0,44%, a 100,790. No fim da manhã, sem efeito sobre as cotações, o Banco Central vendeu 60.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de julho.
Ibovespa fecha com queda modesta após BC deixar em aberto próximas decisões sobre a Selic
O Ibovespa fechou com uma queda modesta nesta quinta-feira, um dia após o Banco Central cortar a taxa Selic para 14,25% e deixar em aberto os próximos movimentos de política monetária.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,1%, a 168.277,55 pontos, após marcar 169.542,37 pontos na máxima e 167.910,63 pontos na mínima do dia. O volume financeiro no pregão somou R$26,3 bilhões.
Os índices de Wall Street fecharam em alta nesta quinta-feira
O índice Dow Jones Industrial Average subiu 72,15 pontos, ou 0,14%, para 51.564,70,
S&P 500 ganhou 80,48 pontos, ou 1,08%, para 7.500,58
Nasdaq Composite ganhou 496,28 pontos, ou 1,91%, para 26.517,93.
As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta quinta-feira (18)
Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 1,04%, a 10.399,70 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,37%, a 25.028,06 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,44%, a 8.467,98 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,18%, a 52.688,22 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,09%, a 19.404,10 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,55%, a 9.040,40 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quinta-feira (18).
Kospi avançou 2,25% em Seul, para 9.063,84 pontos
Nikkei subiu 1,65% em Tóquio, a 71.053,49 pontos - ambos em máximas históricas.
Taiex registrou alta de 1,28% em Taiwan, a 46.465,20 pontos
Hang Seng caiu 1,59% em Hong Kong, a 23.924,81 pontos.
Na China continental, o Shanghai Composto recuou 0,43%, a 4.090,48 pontos,
Shenzhen Composto subiu 0,53%, a 2.853,37 pontos.
Na Austrália fechou em baixa hoje, de 0,62% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.911,10 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,22% em Wellington a 13.363,31 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,96% em Moscou a 2.436,27 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,33% em Bombaim a 77.409,98 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 18/06/26
Os índices de Wall Street fecharam em alta nesta quinta-feira, impulsionados pelas ações do setor de semicondutores e pela diminuição dos temores em relação à inflação, embora os investidores ainda tenham precificado aumentos nas taxas de juros pelo Federal Reserve neste ano.
O índice de semicondutores da Filadélfia apresentou desempenho significativamente superior ao do restante do mercado, à medida que as ações da Intel atingiram uma alta recorde. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a fabricante do iPhone, a Apple, concordou em trabalhar com a Intel para projetar e fabricar seus chips nos EUA. No início do pregão, os preços do petróleo caíram para seus níveis mais baixos desde o início de março, depois que os EUA e o Irã assinaram um acordo provisório que prorroga o cessar-fogo de abril por mais 60 dias, a fim de dar tempo às partes para chegarem a um acordo definitivo.
Embora Trump tenha ameaçado retomar os ataques caso o Irã não honre seus compromissos, os primeiros navios começaram a navegar pelo Estreito de Ormuz, onde o transporte de petróleo, gás, fertilizantes e outras cargas estava interrompido desde o início da guerra.
O índice Dow Jones Industrial Average subiu 72,15 pontos, ou 0,14%, para 51.564,70, o S&P 500 ganhou 80,48 pontos, ou 1,08%, para 7.500,58 e o Nasdaq Composite ganhou 496,28 pontos, ou 1,91%, para 26.517,93.
Todos os três principais índices de Wall Street caíram na sessão anterior, à medida que os investidores precificaram a probabilidade de aumentos nas taxas de juros pelo Fed, depois que o novo presidente do banco central, Kevin Warsh, ressaltou a necessidade de conter a inflação e outros formuladores de política monetária sinalizaram custos de empréstimos mais altos no futuro.
"Os mercados ficaram assustados com a promessa feita ontem por Warsh de conter a inflação", disse Tony Welch, diretor de investimentos da SignatureFD, mas ele destacou a queda nos preços do petróleo e a recente solidez nos resultados financeiros e nos dados econômicos. "O conjunto de dados ainda é favorável, independentemente de o Fed ter se tornado um pouco mais 'hawkish' ou não."
Os operadores apostavam em uma chance de cerca de 50% de um aumento de 25 pontos-base da taxa básica de juros já em setembro e em uma probabilidade de cerca de 20% para um aumento de 50 pontos-base, de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group. Os investidores ainda estavam avaliando a indicação de Warsh de que o Fed fornecerá menos orientações sobre futuros movimentos de política monetária e seu foco declarado na estabilidade de preços. Eric Johnston, estrategista-chefe de ações e macroeconomia da Cantor, disse: "A conclusão de hoje é que o Fed tem mais credibilidade em relação à inflação."
No que diz respeito aos dados, informações do Departamento do Trabalho mostraram que o número de norte-americanos que solicitaram auxílio-desemprego caiu na semana passada.
As ações da SpaceX, de Elon Musk, caíram pelo segundo dia consecutivo, depois que a empresa de tecnologia espacial e IA registrou forte alta nos primeiros dias de negociação após sua estreia na bolsa na última sexta-feira. A quinta-feira também marcou o vencimento simultâneo, que ocorre uma vez por trimestre, de contratos de derivativos vinculados a ações, opções sobre índices e futuros — também conhecido como "triple witching" —, o que pode impulsionar o volume de negociações e agravar a volatilidade.
O índice de semicondutores da Filadélfia apresentou desempenho significativamente superior ao do restante do mercado, à medida que as ações da Intel atingiram uma alta recorde. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a fabricante do iPhone, a Apple, concordou em trabalhar com a Intel para projetar e fabricar seus chips nos EUA. No início do pregão, os preços do petróleo caíram para seus níveis mais baixos desde o início de março, depois que os EUA e o Irã assinaram um acordo provisório que prorroga o cessar-fogo de abril por mais 60 dias, a fim de dar tempo às partes para chegarem a um acordo definitivo.
Embora Trump tenha ameaçado retomar os ataques caso o Irã não honre seus compromissos, os primeiros navios começaram a navegar pelo Estreito de Ormuz, onde o transporte de petróleo, gás, fertilizantes e outras cargas estava interrompido desde o início da guerra.
O índice Dow Jones Industrial Average subiu 72,15 pontos, ou 0,14%, para 51.564,70, o S&P 500 ganhou 80,48 pontos, ou 1,08%, para 7.500,58 e o Nasdaq Composite ganhou 496,28 pontos, ou 1,91%, para 26.517,93.
Todos os três principais índices de Wall Street caíram na sessão anterior, à medida que os investidores precificaram a probabilidade de aumentos nas taxas de juros pelo Fed, depois que o novo presidente do banco central, Kevin Warsh, ressaltou a necessidade de conter a inflação e outros formuladores de política monetária sinalizaram custos de empréstimos mais altos no futuro.
"Os mercados ficaram assustados com a promessa feita ontem por Warsh de conter a inflação", disse Tony Welch, diretor de investimentos da SignatureFD, mas ele destacou a queda nos preços do petróleo e a recente solidez nos resultados financeiros e nos dados econômicos. "O conjunto de dados ainda é favorável, independentemente de o Fed ter se tornado um pouco mais 'hawkish' ou não."
Os operadores apostavam em uma chance de cerca de 50% de um aumento de 25 pontos-base da taxa básica de juros já em setembro e em uma probabilidade de cerca de 20% para um aumento de 50 pontos-base, de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group. Os investidores ainda estavam avaliando a indicação de Warsh de que o Fed fornecerá menos orientações sobre futuros movimentos de política monetária e seu foco declarado na estabilidade de preços. Eric Johnston, estrategista-chefe de ações e macroeconomia da Cantor, disse: "A conclusão de hoje é que o Fed tem mais credibilidade em relação à inflação."
No que diz respeito aos dados, informações do Departamento do Trabalho mostraram que o número de norte-americanos que solicitaram auxílio-desemprego caiu na semana passada.
As ações da SpaceX, de Elon Musk, caíram pelo segundo dia consecutivo, depois que a empresa de tecnologia espacial e IA registrou forte alta nos primeiros dias de negociação após sua estreia na bolsa na última sexta-feira. A quinta-feira também marcou o vencimento simultâneo, que ocorre uma vez por trimestre, de contratos de derivativos vinculados a ações, opções sobre índices e futuros — também conhecido como "triple witching" —, o que pode impulsionar o volume de negociações e agravar a volatilidade.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Fallout 3ª temporada: Manny Jacinto e mais entram para o elenco
O Prime Video está convocando uma seleção potente para a 3ª temporada da série de Fallout. Manny Jacinto (The Acolyte) é o mais novo nome de peso a se juntar ao elenco.
Não só ele. Emily Mortimer e Thomasin McKenzie também foram escaladas. Os papéis dos três ainda estão mantidos sob sigilo.
Aaron Paul, de Braking Bad, também é uma das novidades do elenco, que terá os retornos de Ella Purnell, Aaron Moten, Walton Goggins, Kyle MacLachlan, Moisés Arias, Frances Turner, Annabel O’Hagan e Dave Register.
Fallout retorna a Los Angeles ainda este mês para dar início às filmagens da 3ª temporada.
Não só ele. Emily Mortimer e Thomasin McKenzie também foram escaladas. Os papéis dos três ainda estão mantidos sob sigilo.
Aaron Paul, de Braking Bad, também é uma das novidades do elenco, que terá os retornos de Ella Purnell, Aaron Moten, Walton Goggins, Kyle MacLachlan, Moisés Arias, Frances Turner, Annabel O’Hagan e Dave Register.
Fallout retorna a Los Angeles ainda este mês para dar início às filmagens da 3ª temporada.
Moana pode superar US$ 85 milhões em estreia nos EUA
A versão em live-action de Moana já começa a chamar atenção antes mesmo da estreia. De acordo com as primeiras projeções compartilhadas pelo Deadline, a produção da Walt Disney Studios deve arrecadar cerca de US$ 85 milhões em sua abertura na América do Norte.
O site observa que, embora seja um número expressivo, acabou ficando abaixo de algumas expectativas para uma das principais apostas do estúdio.Analistas destacam, porém, que ainda é cedo para previsões definitivas, especialmente porque enfrentará forte concorrência nas semanas anteriores.
Entre os principais rivais estão Toy Story 5, que atualmente tem projeções entre US$ 140 milhões e US$ 150 milhões, e Minions & Monstros, da Illumination, que pode abrir com pelo menos US$ 95 milhões.
Para efeito de comparação, a animação original, lançada em 2016, arrecadou US$ 82 milhões nos cinco primeiros dias de exibição, se aproveitando do feriado de Ação de Graças.
Moana chegará aos cinemas em 9 de julho.
O site observa que, embora seja um número expressivo, acabou ficando abaixo de algumas expectativas para uma das principais apostas do estúdio.Analistas destacam, porém, que ainda é cedo para previsões definitivas, especialmente porque enfrentará forte concorrência nas semanas anteriores.
Entre os principais rivais estão Toy Story 5, que atualmente tem projeções entre US$ 140 milhões e US$ 150 milhões, e Minions & Monstros, da Illumination, que pode abrir com pelo menos US$ 95 milhões.
Para efeito de comparação, a animação original, lançada em 2016, arrecadou US$ 82 milhões nos cinco primeiros dias de exibição, se aproveitando do feriado de Ação de Graças.
Moana chegará aos cinemas em 9 de julho.
Homem-Aranha: Um Novo Dia registra maior abertura de pré-venda dos últimos anos
Produzido em colaboração entre Sony Pictures e Marvel Studios, Homem-Aranha: Um Novo Dia começou demonstrando grande força comercial.
De acordo com relatório do Deadline, a abertura da pré-venda dos ingressos nos Estados Unidos foi a maior dos últimos cinco anos.
Além disso, é o melhor desempenho de pré-venda de qualquer lançamento de 2026 até agora.O último a atingir números tão expressivos em vendas antecipadas foi Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa. Na ocasião, acumulou cerca de US$ 78 milhões em pré-venda antes de chegar aos cinemas e acabou registrando a segunda maior abertura da história da bilheteria norte-americana, com US$ 260,1 milhões.
Analistas consultados pelo site apontam que Um Novo Dia também ficou acima da pré-venda de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, que estreou em 2022 arrecadando US$ 187,4 milhões.
A direção fica por conta de Destin Daniel Cretton (Shang-Chi), e a estreia nos cinemas brasileiros está marcada para 29 de julho.
Homem-Aranha: Um Novo Dia se passa vários anos após os acontecimentos de Sem Volta Para Casa, quando Peter Parker toma a difícil decisão de apagar as memórias de todos sobre sua identidade secreta.
De acordo com relatório do Deadline, a abertura da pré-venda dos ingressos nos Estados Unidos foi a maior dos últimos cinco anos.
Além disso, é o melhor desempenho de pré-venda de qualquer lançamento de 2026 até agora.O último a atingir números tão expressivos em vendas antecipadas foi Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa. Na ocasião, acumulou cerca de US$ 78 milhões em pré-venda antes de chegar aos cinemas e acabou registrando a segunda maior abertura da história da bilheteria norte-americana, com US$ 260,1 milhões.
Analistas consultados pelo site apontam que Um Novo Dia também ficou acima da pré-venda de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, que estreou em 2022 arrecadando US$ 187,4 milhões.
A direção fica por conta de Destin Daniel Cretton (Shang-Chi), e a estreia nos cinemas brasileiros está marcada para 29 de julho.
Homem-Aranha: Um Novo Dia se passa vários anos após os acontecimentos de Sem Volta Para Casa, quando Peter Parker toma a difícil decisão de apagar as memórias de todos sobre sua identidade secreta.
A pré-venda para o live-action de ‘Moana’ já está aberta no Brasil
O mar acaba de completar seu chamado: a pré-venda para “Moana”, novo live-action da Disney, já está aberta no Brasil.
Agora, por meio do site ou aplicativos da Ingresso.com, já é possível garantir os melhores lugares nas primeiras sessões do filme, que estreia nos cinemas nacionais em 8 de julho.
“Moana” é inspirado na animação de 2016, que conquistou público e crítica ao combinar visuais vibrantes e uma trilha sonora marcante com a valorização da cultura polinésia - o que lhe rendeu um Grammy pela canção “How Far I’ll Go” e indicações ao Oscar, BAFTA e Globo de Ouro. Em 2024, a franquia teve seu sucesso significativamente ampliado com uma sequência, que elevou a arrecadação global de bilheteria para cerca de US$ 1,7 bilhão, e consolidou de vez a jovem exploradora como uma das princesas mais populares.
Com direção de Thomas Kail (‘Hamilton’), a partir de um roteiro assinado por Jared Bush e Danna Miller - responsáveis pelo segundo capítulo da animação -, a versão em live-action promete seguir a história original, acompanhando a jornada da protagonista ao deixar a ilha de Motunui em uma missão para salvar seu povo.
Catherine Laga’aia é quem interpreta a personagem-título, ao lado de diversos outros nomes de peso que compõem o elenco, como John Tui (‘Han Solo: Uma História Star Wars’), Frankie Adams (‘Máquinas Mortais’), Rena Owen (‘Refém de Uma Mentira’) e Dwayne “The Rock” Johnson na pele do semideus Maui.
Agora, por meio do site ou aplicativos da Ingresso.com, já é possível garantir os melhores lugares nas primeiras sessões do filme, que estreia nos cinemas nacionais em 8 de julho.
“Moana” é inspirado na animação de 2016, que conquistou público e crítica ao combinar visuais vibrantes e uma trilha sonora marcante com a valorização da cultura polinésia - o que lhe rendeu um Grammy pela canção “How Far I’ll Go” e indicações ao Oscar, BAFTA e Globo de Ouro. Em 2024, a franquia teve seu sucesso significativamente ampliado com uma sequência, que elevou a arrecadação global de bilheteria para cerca de US$ 1,7 bilhão, e consolidou de vez a jovem exploradora como uma das princesas mais populares.
Com direção de Thomas Kail (‘Hamilton’), a partir de um roteiro assinado por Jared Bush e Danna Miller - responsáveis pelo segundo capítulo da animação -, a versão em live-action promete seguir a história original, acompanhando a jornada da protagonista ao deixar a ilha de Motunui em uma missão para salvar seu povo.
Catherine Laga’aia é quem interpreta a personagem-título, ao lado de diversos outros nomes de peso que compõem o elenco, como John Tui (‘Han Solo: Uma História Star Wars’), Frankie Adams (‘Máquinas Mortais’), Rena Owen (‘Refém de Uma Mentira’) e Dwayne “The Rock” Johnson na pele do semideus Maui.
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