sábado, 16 de maio de 2026
Michael supera estreias e volta ao topo das bilheterias
Exibido em 3.560 cinemas norte-americanos, o drama musical já acumula US$ 316 milhões no mercado doméstico. O desempenho coloca a produção no topo do ranking, superando títulos como O Diabo Veste Prada 2, Mortal Kombat II e Obsessão. No cenário internacional, Michael expandiu seu circuito com a estreia oficial na Coreia do Sul, sob a distribuição da Universal Pictures. A arrecadação no exterior atingiu US$ 400 milhões, direcionando a bilheteria mundial para a marca estimada de US$ 703 milhões ao final do fim de semana.
O resultado global antecede o lançamento da produção no Japão, praça estratégica devido à popularidade do cantor no país. As projeções indicam que a obra deve alcançar US$ 900 milhões mundialmente em breve, com potencial para atingir a marca de US$ 1 bilhão até o término de sua janela de exibição.
O desempenho comercial seguro acelerou o desenvolvimento de uma sequência, que deve focar na fase final da vida do músico. Mais de 30% das filmagens planejadas para a continuação já foram realizadas, e os produtores agora buscam conciliar a agenda do elenco para rodar as cenas restantes, possivelmente sem o retorno de Antoine Fuqua na direção.
Michael continua em cartaz nos cinemas do Brasil.
Na Zona Cinzenta estreia com bilheteria desastrosa
A obra arrecadou apenas US$ 1,1 milhão na sua sexta-feira (15) de estreia nos Estados Unidos. As projeções do mercado indicam que o thriller de ação deve encerrar o fim de semana com a fraca quantia de US$ 3 milhões, se é que conseguirá atingir esse número. O desempenho de bilheteria é considerado catastrófico para a produtora Black Bear, visto que o filme contou com um orçamento elevado de aproximadamente US$ 60 milhões.
A trama de Na Zona Cinzenta acompanha uma equipe de agentes de elite que atua nas sombras, liderada pelos especialistas Sid (Henry Cavill) e Bronco (Jake Gyllenhaal). A dupla é contratada pela advogada e negociadora Rachel Wild (interpretada por Eiza González, de O Problema dos 3 Corpos) para recuperar uma fortuna de bilhões de dólares roubada por um implacável magnata espanhol.
O que inicialmente parecia um resgate quase impossível rapidamente sai do controle e se transforma em uma mortal teia de estratégia, engano e sobrevivência. O elenco principal ainda traz a participação de Rosamund Pike.
Lançada com marketing fraquíssimo, a produção enfrentou um período de desenvolvimento bastante turbulento em Hollywood. O projeto estava finalizado há anos e pertencia originalmente ao estúdio Lionsgate, que optou por descartá-lo recentemente.
A Lionsgate não acreditava no potencial comercial da obra e exigia refilmagens caras para melhorar a qualidade de algumas cenas. No entanto, os conflitos de agenda dos protagonistas inviabilizaram os custos e a logística das gravações adicionais.Diante desse cenário, a Black Bear assumiu totalmente a distribuição do próprio longa-metragem no território norte-americano, marcando a sua estreia formal nesse modelo de negócios. Parece que começaram com o pé esquerdo.
Na Zona Cinzenta já está em cartaz nos cinemas do Brasil.
Mortal Kombat II despenca nas bilheterias dos EUA
O desempenho comercial acentuou a tendência de queda que pode atingir a casa dos 70% na somatória total do fim de semana norte-americano. Até o momento, a arrecadação global da adaptação cinematográfica de jogos eletrônicos ultrapassa os US$ 82 milhões.A produção contou com um orçamento estimado em US$ 80 milhões para o seu desenvolvimento. Para que a Warner Bros. recupere os investimentos de produção e marketing, garantindo lucro com a exibição nos cinemas, o longa-metragem precisa alcançar a marca de US$ 200 milhões mundialmente.
A história dá continuidade aos eventos do torneio de artes marciais com guerreiros da Terra enfrentando as forças da Exoterra. O elenco principal traz o retorno de Lewis Tan no papel de Cole Young, além das adições de Karl Urban como o lutador Johnny Cage e Martyn Ford interpretando o vilão Shao Kahn. A direção da sequência é assinada pelo cineasta Simon McQuoid.
Mortal Kombat II continua em cartaz nos cinemas do Brasil.
Supergirl ganha pôsteres focados em Lobo e Krem
"Supergirl", estrelado por Milly Alcock no duplo papel de Supergirl e Kara Zor-El. Craig Gillespie dirige o filme a partir do roteiro de Ana Nogueira.
Quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar a batalha, Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça.
Coestrelam Supergirl, ao lado de Milly Alcock, Matthias Schoenaerts, Eve Ridley, David Krumholtz, Emily Beecham e Jason Momoa.
Supergirl estreia nas salas de cinema e IMAX® em todo o mundo a partir de 24 de junho de 2026, com distribuição da Warner Bros. Pictures, no Brasil 25 de junho.
Horóscopo da Lua da semana de 17 de Maio a 23 de Maio de 2026
A atmosfera da lua nesta semana
- Domingo, 17 de Maio de 2026, Lua em Touro: O amor é essencial e você despliega tesouros de inteligência e suavidade para se aproximar do ser amado, isso promete momentos intensos de intimidade e ternura que ficarão para a história. Seu senso de pedagogia não precisa mais ser demonstrado e a lua o incentiva a compartilhar.
- Segunda-feira, 18 de Maio de 2026, Lua em Gêmeos: É uma boa época para programar suas férias. Você ama, acima de tudo, a mudança e a descoberta; o mais difícil agora é fazer uma escolha. Se você eliminar o que menos lhe convém, logo fará suas malas. Não se sinta frustrado porque não consegue fazer tudo ao mesmo tempo ou estar em todos os lugares ao mesmo tempo.
- Terça-feira, 19 de Maio de 2026, Lua em Gêmeos: O fato de conhecer novas pessoas lhe dá energia. Uma pessoa pode lhe fazer uma declaração apaixonada. Sua vida afetiva ganha um novo impulso, esteja pronto, mudanças inesperadas estão a caminho. São as novas trocas e os projetos que o apoiam. Você deve absolutamente permanecer na mesma dinâmica, não desistir e acreditar mais do que o habitual. Tudo acontece a seu tempo.
- Quarta-feira, 20 de Maio de 2026, Lua em Câncer: Há como que uma necessidade de voltar ao essencial, cozinhar lentamente, ligar para uma amiga, observar os pássaros. O mundo gira rápido, mas seu coração bate no seu próprio ritmo, ouça-o, ele não mente para você, sabe exatamente o que te faz bem.
- Quinta-feira, 21 de Maio de 2026, Lua em Câncer: Você tem a impressão de estar dando voltas? Talvez você esteja apenas se reestruturando, como um pêndulo que oscila antes de encontrar seu ponto de equilíbrio. Não se julgue tão rapidamente, coisas acontecem nos silêncios, nas hesitações. Você está a caminho, e isso já é muito.
- Sexta-feira, 22 de Maio de 2026, Lua em Leão: Você sente uma forte vontade de criar conexões. Ligue para alguém, escreva, encontre-se. Mesmo que seja breve, mesmo que seja imperfeito. O que você oferece hoje pode semear sementes duradouras. O amor circula nas trocas sinceras, mesmo as mais discretas. Não guarde seu calor só para você.
- Sábado, 23 de Maio de 2026, Lua em Leão: O que você tem a dizer hoje pode fazer bem a alguém. Mesmo uma palavra simples, até um olhar. Não subestime seu impacto. Você é portador de energia, calor, luz. E o mundo precisa mais disso do que você imagina.
sexta-feira, 15 de maio de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 15/05/26
Dólar comercial: R$ 5,0673
Dólar turismo: R$ 5,2759
Euro comercial: R$ 5,888
Libra: R$ 6,774
Com áudios de Flávio Bolsonaro no foco, dólar fecha semana em alta de 3,48%, cotado a R$ 5,06
O dólar fechou a sexta-feira em alta e novamente acima dos R$5,05, acompanhando o avanço quase generalizado da moeda norte-americana no exterior e repercutindo o cenário político brasileiro, de pressão para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
O dólar à vista subiu 1,59%, aos R$5,0664. Na semana, a moeda acumulou alta de 3,48% e, no ano, recuo de 7,70%.Às 17h05, o dólar futuro para junho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- avançava 1,53% na B3, aos R$5,0815.
A moeda norte-americana sustentou ganhos ante a maior parte das demais divisas ao redor do mundo, em sintonia com o avanço firme dos rendimentos dos Treasuries, com os investidores elevando as apostas de que o Federal Reserve precisará subir juros para conter a inflação.
Essa percepção é alimentada pela continuidade da guerra no Oriente Médio, que mantém o Estreito de Ormuz fechado ao transporte de petróleo e gás. Nesta sexta-feira, o preço do barril de petróleo Brent voltou a subir, após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que sua paciência com o Irã está se esgotando. Já o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, disse que Teerã não tem "nenhuma confiança" nos EUA e se interessa em negociar com Washington somente se for sério.
"O pregão desta sexta-feira consolida um cenário de forte aversão ao risco (risk-off), com uma reprecificação agressiva de ativos globais frente à resiliência da inflação e tensões geopolíticas persistentes", resumiu Paula Zogbi, estrategista-chefe da Nomad, em comentário escrito.
O cenário turbulento fazia o dólar ter altas firmes ante moedas de países emergentes como o peso chileno, o rand sul-africano e o peso mexicano -- mas o real era a divisa global mais pressionada, liderando as perdas da sessão. Isso porque, além do exterior, os investidores seguiam atentos aos desdobramentos do escândalo que liga o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao ex-dono do Master, Daniel Vorcaro. Na quarta-feira, uma reportagem do Intercept Brasil afirmou que Flávio pediu a Vorcaro R$134 milhões para bancar um filme sobre a vida de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de Estado.
Flávio Bolsonaro nega ter cometido qualquer irregularidade em sua relação com Vorcaro, alegando ter buscado recursos privados para um filme sobre a história do pai, sem oferecer qualquer vantagem em troca. No mercado, a percepção mais geral é de que a ligação de Flávio Bolsonaro com Vorcaro eleva as chances de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reeleger em outubro. A continuidade do governo Lula, por sua vez, é vista como um fator negativo para o ajuste das contas públicas.
Para piorar o cenário para a oposição, a Polícia Federal cumpriu nesta sexta-feira mandados de busca e apreensão, em caso relacionado à refinaria Refit, contra o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro -- também filiado ao PL e aliado de Flávio.
No meio da tarde, com as mesas de operação já mais vazias, o site Intercept publicou nova reportagem sobre as relações da família Bolsonaro com Vorcaro.
"Foi uma coisa atrás da outra esta semana. Pegou o (noticiário) local aqui, estressou, e agora lá fora", comentou o diretor da assessoria FB Capital, Fernando Bergallo, ao justificar a alta firme do dólar nesta sexta-feira. "Essa aversão ao risco lá fora hoje, em relação à guerra, foi refletida no petróleo, e o mercado adota uma postura defensiva, ainda mais por ser sexta-feira. (Teremos) dois dias de noticiário pela frente -- e sem poder comprar ou vender (dólar)", acrescentou, referindo-se ao fim de semana.
Outros três profissionais ouvidos pela Reuters pontuaram que o noticiário envolvendo Flávio Bolsonaro reforçou nesta sexta-feira a pressão sobre os ativos brasileiros, incluindo o real, em uma sessão já negativa para as divisas de países emergentes. No fim da manhã, sem efeito sobre as cotações, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 1º de junho.
Ibovespa fecha em queda com ruído político local
O Ibovespa fechou em queda nesta sexta-feira, pressionado pela maior aversão a risco no exterior diante das preocupações com a inflação global, ao mesmo tempo em que os investidores seguiram de olho nos desdobramentos políticos domésticos.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,63%, a 177.238,33 pontos, de acordo com dados preliminares, chegando a 175.417,25 pontos na mínima, depois de marcar 178.340,52 pontos na máxima. O volume financeiro somava R$28,6 bilhões antes dos ajustes finais. Na semana, o índice acumulou 3,73% de queda.
Wall Street encerra em baixa por crescentes preocupações com inflação
As ações nos Estados Unidos recuaram de seus recordes alimentados por inteligência artificial nesta sexta-feira, com a disparada dos preços do petróleo acendendo os temores da inflação global. Todos os três principais índices de ações caíram acentuadamente, cada um deles perdendo mais de 1%, já que um salto nos rendimentos dos Treasuries, refletindo o aumento dos preços da energia e as preocupações com a inflação de longo prazo, ofereceu uma alternativa atraente às ações de maior risco.
Apesar das vendas de ações, o S&P 500 registrou seu sétimo ganho semanal consecutivo, o mais longo desde que uma sequência de nove semanas terminou em dezembro de 2023. O Nasdaq e o Dow caíram na semana, com o Nasdaq interrompendo uma sequência de seis semanas de alta.
O Dow Jones Industrial Average caiu 1,07%, para 49.526,17 pontos, o S&P 500 perdeu 1,24%, para 7.408,50 pontos, e o Nasdaq Composite recuou 1,54%, para 26.225,15 pontos. Entre os 11 principais setores do S&P 500, as ações de energia saltaram 2,3%. Os 10 setores restantes perderam terreno, com o de materiais e o de serviços públicos sofrendo as perdas percentuais mais acentuadas.
As bolsas europeias fecharam em queda robusta
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 1,71%, a 10.195,37 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 2,05%, a 23.955,19 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 1,60%, a 7.952,55 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,87%, a 49.116,47 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 registrou baixa de 1,07%, a 17.618,59 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 cedeu 1%, a 9.033,06 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta
O índice sul-coreano Kospi caiu 6,12% em Seul, a 7.493,18 pontos.
Nikkei recuou 1,99% em Tóquio, a 61.409,29 pontos,
Hang Seng cedeu 1,62% em Hong Kong, a 25.962,73 pontos,
Taiex registrou perda de 1,39% em Taiwan, a 41.172,36 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto teve queda de 1,02%, a 4.135,39 pontos,
menos abrangente Shenzhen Composto caiu 0,88%, a 2.861,46 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana, com leve baixa de 0,11% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.630,80 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,46% em Wellington a 12.965,01 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,96% em Moscou a 2.633,22 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,21% em Bombaim a 75.237,99 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 15/05/26
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 1,71%, a 10.195,37 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 2,05%, a 23.955,19 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 1,60%, a 7.952,55 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,87%, a 49.116,47 pontos. Em Madri, o Ibex 35 registrou baixa de 1,07%, a 17.618,59 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 cedeu 1%, a 9.033,06 pontos. As cotações são preliminares.
Trump reafirmou nesta sexta que Xi Jinping apoia "fortemente" restrições nucleares ao Irã e a reabertura do Estreito de Ormuz. O republicano acrescentou que a China comprará aviões e soja dos EUA, mas negou conversas sobre tarifas.Do lado chinês, contudo, o ministro das Relações Exteriores, Wang Yi, contradisse as declarações de que tarifas não haviam sido discutidas. Segundo ele, Pequim e Washington concordaram em ampliar o comércio bilateral "sob uma estrutura de redução tarifária recíproca".
As ações europeias de semicondutores reagiram em forte baixa depois que a cúpula terminou sem anúncios relevantes de acordos no setor de chips. As ações da STMicroelectronics - que fornece para Apple, Tesla e SpaceX - caíram 4,35% em Paris, a alemã Infineon Technologies recuou 4,28% e a holandesa ASML Holding cedeu 4,81%.
Os papéis de energia, porém, operaram em alta, à medida que os preços do petróleo subiam com a guerra do Irã. Em Londres, a BP e a Shell avançaram 1,61% e 1,27%, respectivamente. Em Madrid, a Repsol teve alta de 0,49%, enquanto a TotalEnergies subiu 0,27% em na bolsa de Paris. Ainda no radar europeu, a instabilidade política no Reino Unido inspirou cautela na sessão e levou rendimentos dos Gilts para novas máximas. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, enfrenta mais uma disputa para se manter no cargo, após seu rival no Partido Trabalhista, Andy Burnham, abrir caminho para chegar ao Parlamento e à liderança do partido.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 15/05/26
As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta sexta-feira (15), com a de Seul tombando após tocar uma nova máxima intradiária, depois que a cúpula de dois dias entre os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, em Pequim, terminou sem resultados concretos.
O índice sul-coreano Kospi caiu 6,12% em Seul, a 7.493,18 pontos, depois de superar pela primeira vez a barreira dos 8 mil pontos durante o pregão. Pesaram no Kospi as ações das fabricantes de semicondutores Samsung Electronics (-8,61%) e SK Hynix (-7,66%).
Em negociações com seu sindicato nesta semana, a Samsung não conseguiu chegar a um acordo sobre como distribuir seus lucros expressivos em meio ao boom da inteligência artificial. Os trabalhadores sindicalizados exigem que a empresa destine 15% do lucro operacional a bônus. Caso contrário, ameaçam entrar em greve de 21 de maio a 7 de junho.
Em outras partes da Ásia, o japonês Nikkei recuou 1,99% em Tóquio, a 61.409,29 pontos, o Hang Seng cedeu 1,62% em Hong Kong, a 25.962,73 pontos, e o Taiex registrou perda de 1,39% em Taiwan, a 41.172,36 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto teve queda de 1,02%, a 4.135,39 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto caiu 0,88%, a 2.861,46 pontos. Na Oceania, a bolsa australiana ficou igualmente no vermelho, com leve baixa de 0,11% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.630,80 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,46% em Wellington a 12.965,01 pontos. Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,96% em Moscou a 2.633,22 pontos. Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,21% em Bombaim a 75.237,99 pontos.
O presidente americano, Donald Trump, encerrou hoje sua visita à China, após uma série de reuniões com Xi que trataram de temas como o comércio bilateral, a ampliação da cooperação econômica e Taiwan. Investidores acompanham atualizações sobre eventuais acordos comerciais em áreas como soja, carne bovina e aviões americanos. Apesar do otimismo em relação às relações entre EUA e China, alguns analistas defendem que quaisquer anúncios devem ser recebidos com cautela.
"Acordos de manchete devem ser encarados com um grau saudável de ceticismo", escreveram Leahy Fahy e Julian Evans-Pritchard, economistas da Capital Economics, em nota. Eles lembram que vários projetos e investimentos prometidos em acordos entre EUA e China na última visita de Trump ao país, em 2017, não se materializaram, já que as tensões entre Washington e Pequim se intensificaram rapidamente nos anos seguintes.
Trump também disse, em entrevista, que a China poderá voltar a comprar petróleo dos EUA, mais de um ano depois de Pequim praticamente interromper as importações de petróleo bruto americano, em resposta às tarifas comerciais impostas pela Casa Branca no ano passado. O impasse diplomático entre EUA e Irã, que mantém os preços do petróleo elevados, também pesou no apetite por risco nos negócios da Ásia.
Fontes: Dow Jones Newswires
The Boys: Bruto e Capitão Pátria em pôster do episódio final
Com o líder dos Sete diante da Casa Branca, ainda é possível notar múltiplos Supers sobrevoando no céu, enquanto a figura central dos rapazes se encaminha para um confronto final. Nos EUA, o 8º e último episódio da 5ª temporada será exibido nos cinemas, enquanto terá uma duração de 1 hora e 5 minutos, de acordo com o próprio co-criador, Eric Kripke.
Nos eventos de encerramento, Bruto terá que recorrer à sua última opção para deter Pátria de uma vez por todas, após o vilão injetar o V-1 em seu sangue, tornando-se imune ao vírus mata-supers.
The Boys será encerrada no próximo dia 20 de maio, data em que o streaming disponibilizará o capítulo final da série.
Como Treinar o Seu Dragão 2 Filmagens foram concluídas
Mason Thames (Soluço), Nico Parker (Astrid), Gerard Butler (Stoico), Cate Blanchett (Valka) e Ólafur Darri Ólafsson (Drago) e Phil Dunster (Eret) estão confirmados no elenco.
Com um salto temporal de cinco anos, acompanhamos Soluço vivendo em uma Berk onde humanos e dragões convivem em paz. Durante uma exploração, ele reencontra sua mãe, Valka, e descobre uma nova ameaça: Drago Bludvist, que quer dominar os dragões.
Como Treinar o Seu Dragão 2 chegará aos cinemas em 11 de junho de 2027.
As Mercenárias: Versão feminina dos Mercenários vai sair
Anos após o descarte do derivado feminino de Os Mercenários, o projeto de As Mercenárias voltou à vida sob comando de outras produtoras. A Eclectic Pictures e o Hollywood Ventures Group estão se unindo para realizar esse filme, que está provisoriamente intitulado como Expendabelles.
O filme das Mercenárias servirá como uma história de origem ambientada no final dos anos 90, durante o auge da tensão da era do “Bug do Milênio” e da incerteza geopolítica.
O projeto repaginado — originalmente concebido há mais de uma década junto à Millennium por Heidi Jo Markel, Patrick Muldoon e Julie Kroll — planeja introduzir uma nova geração de agentes de elite em “um evento cinematográfico estilizado e focado na ação, projetado para expandir a mitologia da franquia enquanto se sustenta firmemente por si só“, disseram os produtores ao Hollywood Reporter.
Embora não esteja claro como a distribuição vai funcionar, a produção conta com o apoio da Lionsgate, que é a detentora dos direitos da franquia Os Mercenários desde o final do ano passado.Novidades sobre o elenco e o começo da produção serão divulgadas em breve. Um diretor também deve ser anunciado nos próximos meses.
Fonte: The Hollywood Reporter.
Atenda chamadas virtuais de uma galáxia muito, muito distante com estes planos de fundo de Star Wars.
Existe uma galáxia de fundos virtuais de Star Wars, e o StarWars.com selecionou uma coleção oficial especialmente para você. Seja para conversar com amigos e familiares que moram muito, muito longe ou para uma importante chamada de trabalho que seria mais divertida com Grogu espiando por cima do seu ombro, temos o que você precisa.
Escolha entre a Base Adelphi, uma sala do trono Hutt em Nal Hutta, um grupo de Anzellans como visto em Star Wars: The Mandalorian e Grogu, ou cenários clássicos da sala de controle da Estrela da Morte até a nevada Hoth — só tome cuidado com os Lordes Sith e os wampas, respectivamente. E isso é só o começo. Se você vai se vestir como um personagem de Star Wars, fica totalmente a seu critério. (Mas nós recomendamos fortemente.)
Você pode baixar facilmente mais de 50 fundos.
Veja como:
Passo 1: Clique em qualquer imagem para abri-la em resolução total.
Passo 2: Salve em seu computador ou dispositivo móvel. (Você pode clicar com o botão direito do mouse ou usar o ícone de download do seu navegador.)
Parabéns! Você deu o primeiro passo para um mundo maior de videochamadas de Star Wars!
Acesse o link e baixe o arquivo: https://www.starwars.com/news/star-wars-backgrounds
Usuários fazem “rodízio” de assinaturas para economizar
O segmento de streaming no Brasil vive um período de forte racionalização, caracterizado pela queda na lealdade dos assinantes e por uma postura mais pragmática ao definir onde investir o dinheiro. Em vez de manter planos fixos, os consumidores passaram a trocar de serviços de acordo com a oferta do momento, um hábito que os analistas chamam de “rodízio de assinaturas”.
Thiago Muniz, professor da FGV e especialista em marketing digital e tecnologias, afirma que o usuário brasileiro não estabelece mais um vínculo duradouro com um único serviço. “O brasileiro não adota um streaming para sempre. Ele opta pelo que deseja ver naquele instante — e depois se reorganiza”, explica.
Essa transformação no comportamento foi alavancada pela simplicidade para cancelar os serviços digitais, um contraste com a burocracia que sempre marcou a TV paga tradicional. Nesse contexto, os usuários contratam plataformas por períodos limitados para acompanhar o lançamento de uma série, um reality show ou torneios esportivos e, em seguida, encerram a assinatura para migrar para outra plataforma. Muniz observa que a lealdade dos consumidores está em declínio. “O vínculo é frágil. Ele não é leal à plataforma, é leal ao conteúdo que deseja consumir naquele instante”, pontua.
Outro fator apontado como crucial para essa dinâmica é o chamado fear of missing out (FOMO), termo que descreve o receio de ficar por fora das discussões sobre produtos populares. “É aquela impressão de que ‘todo mundo está assistindo a essa série, preciso ver também’. Isso leva a pessoa a assinar, ainda que por pouco tempo”, ressalta o especialista.
Disputa por “vagas” no orçamento
Com a fragmentação do setor e o acirramento da concorrência entre as plataformas, os consumidores começaram a restringir os gastos mensais com streaming. A tendência, conforme o especialista, é que as pessoas mantenham apenas duas ou três assinaturas principais simultaneamente.
“Hoje, a questão mudou de figura: ‘Eu mereço ocupar uma das poucas vagas que essa pessoa reserva todo mês?’”, indaga Muniz.
“As pessoas não desejam (ou não conseguem) arcar com muitas plataformas. Assim, elas selecionam duas ou três prioritárias — e, ao fazer essa escolha, privilegiam aquelas que oferecem mais variedade, volume e frequência de lançamentos. Nesse cenário, os grandes players globais saem na frente. Eles combinam catálogo internacional, franquias consolidadas e, em certos casos, ecossistemas completos (como o Prime Video)”, destaca.
Levantamentos da Comscore indicam que cerca de 50% dos brasileiros optam por planos com anúncios em troca de mensalidades mais acessíveis. Ingrid Veronesi, country manager da consultoria, ressalta que o usuário procura “uma junção de plataformas que atenda a diferentes momentos do dia e, também, sua realidade financeira”.
Em meio à briga por assinantes, o mercado nacional ainda é liderado por plataformas estrangeiras; Dados da Snaq, com base em informações do JustWatch, divulgados em março, colocam o Prime Video na dianteira, com 21% de participação de mercado;
A plataforma vem seguida por Netflix, com 19%, Disney+, com 18%, HBO Max, com 11%, Apple TV+, com 9%, e Globoplay, com 8%; O desempenho do Globoplay ao longo de 2025 foi marcado por retração expressiva: a plataforma brasileira perdeu espaço, recuando de 12% no final de 2024 para 8% no término de 2025;
No entanto, o começo de 2026 sinalizou uma recuperação da plataforma. O Globoplay comunicou um aumento superior a 35% em sua base de assinantes no primeiro trimestre do ano, além de uma alta de 29% nas horas consumidas – alcançando uma média diária de 2h14 por usuário, conforme Julia Rueff, diretora executiva do Globoplay. A estratégia da empresa tem focado intensamente em eventos ao vivo e transmissões esportivas, como a Copa do Mundo e o Brasileirão.
Paralelamente, a Apple TV+ já classifica o Brasil como seu segundo maior mercado em quantidade de assinantes, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, ainda que não priorize produções brasileiras originais no curto prazo. Quem também comemorou seus resultados foi a Netflix. A gigante do streaming divulgou informações relativas aos últimos dez anos, período em que aplicou US$ 135 bilhões (R$ 662,8 bilhões) em filmes e séries de televisão.
Nesse mesmo intervalo, a Netflix contribuiu com mais de US$ 325 bilhões (R$ 1,6 trilhão) para a economia mundial e gerou mais de 425 mil postos de trabalho em produções, conforme informou. A empresa, com sede em Los Gatos, Califórnia (EUA), contava com mais de 325 milhões de assinantes pagos até o encerramento de 2025.
Com filmes e séries licenciados de mais de três mil companhias, a Netflix vive um período de transformação. O presidente e cofundador Reed Hastings optou por deixar a companhia em um instante em que ela busca novas frentes de crescimento, como jogos e entretenimento ao vivo, enquanto encara um ritmo de vendas mais lento.
Outra empresa que recentemente chamou a atenção foi a Warner Bros. Discovery. Por meses, a organização negociou sua venda com a Netflix. O negócio parecia bem encaminhado até que a Paramount Skydance entrou na concorrência – questionando a oferta da Netflix e apresentando uma proposta financeiramente mais atraente.
A intenção da Netflix era adquirir apenas algumas empresas do conglomerado, sobretudo o Warner Bros. Studios, a HBO e a HBO Max. Ou seja, unicamente a parte de entretenimento e streaming. A divisão Discovery Global, que engloba canais lineares como a CNN, estava de fora do acordo. Já a Paramount desejava comprar o grupo por completo.
Em 27 de fevereiro, a Paramount anunciou a compra da Warner por US$ 110 bilhões (R$ 563,7 bilhões) logo após a Netflix desistir das tratativas.
O professor Thiago Muniz ressalta que o movimento reflete o que já vem acontecendo no setor. “Na prática, essa ação é um espelho do que já está em curso no segmento: consolidação. Não é viável competir sozinho; portanto, a aquisição permite que menos concorrentes tenham mais catálogo, mais franquias e mais capacidade de distribuição”, explica.
“No curto prazo, isso amplia a força competitiva de quem adquire outros participantes, mas, a longo prazo, com um mercado cada vez mais concentrado, o perigo é que a variedade encolha com poucos grupos mundiais definindo o que ganha mais visibilidade. O streaming surgiu fragmentado, prometendo opções”, continua.
A procura por conteúdos exclusivos continua sendo um dos principais motores do mercado. Dados da Comscore revelam que 65% dos usuários contratam plataformas atraídos por títulos exclusivos. Os esportes ao vivo também se firmaram como ferramenta estratégica para reter e conquistar clientes. Segundo os números, 37% das assinaturas na América Latina são impulsionadas por transmissões esportivas.
Além disso, o modelo híbrido com anúncios ganhou tração nos últimos anos. Metade dos consumidores brasileiros prefere pagar menos em troca da veiculação de propagandas. Os hábitos de consumo também mostram que o streaming não suplantou por completo a televisão tradicional. O brasileiro assiste, em média, cinco horas diárias de TV convencional e cerca de 2h20 de vídeo online, conforme a Comscore.
“Os números indicam que o consumo se espalha ao longo do dia e entre diferentes dispositivos. O mesmo usuário pode assistir a um evento esportivo ao vivo na TV conectada, migrar para notícias no celular e finalizar com um filme em outra plataforma”, detalha Ingrid Veronesi.
“Esse comportamento sugere que nenhuma plataforma,sozinha, abrange toda a jornada do consumidor. No fim das contas, o que o usuário busca não é apenas conteúdo, mas uma experiência fluida entre aparelhos. Nesse contexto, os dados apontam a TV conectada como um dos principais centros de consumo dentro de casa, especialmente para conteúdo ao vivo e de maior duração”, complementa.
Diante da baixa fidelidade dos consumidores, empresas de TV passaram a investir em modelos de consolidação chamados de “superbundles”, pacotes que unem TV por assinatura e diversos streamings em uma única conta ou fatura. Operadoras oferecem combos que integram mais de 120 canais de TV a serviços como Netflix e Globoplay.
Para Veronesi, a retenção de clientes está atrelada à combinação entre “preço, conteúdo e experiência”. Os pacotes integrados também são encarados pelas empresas como uma maneira de aumentar o valor médio por cliente e diminuir cancelamentos.
Ainda assim, especialistas acreditam que o panorama continuará competitivo e mais restrito para as plataformas. Muniz afirma que o mercado caminha para uma nova centralização de audiência. “Nós percorremos o mercado inteiro… e começamos a retornar a um dilema parecido com o da TV aberta: poucos grupos concentrando audiência, distribuição e poder de decisão sobre o que chega até o público”, adverte.
E o avanço tecnológico segue acelerado. A adoção de TVs conectadas no Brasil cresceu 28% entre 2023 e 2024. Atualmente, os brasileiros combinam, em média, oito serviços de streaming entre opções pagas e gratuitas.Mesmo assim, a principal batalha do setor continua ligada ao espaço limitado no orçamento do consumidor. A tendência é que o mercado se torne ainda mais enxuto, com menos espaço na decisão de gasto das pessoas. Há uma concorrência muito mais acirrada por cada assinatura, conforme o cenário traçado pelos analistas.
Rancho Dutton | Final Trailer
Um novo legado Dutton começa agora.
Beth e Rip deixam Montana para trás em busca de uma nova vida no Texas, onde sua determinação é testada e a luta para proteger o que é deles está longe de terminar. Dos produtores de Yellowstone, com Cole Hauser, Kelly Reilly, Ed Harris e Annette Bening.
Rancho Dutton já está disponível no Paramount+.
Live-action de The Legend of Zelda tem estreia antecipada
Em comunicado publicado no perfil oficial da Nintendo no X, Miyamoto afirmou que: “A equipe está trabalhando duro para entregar o filme a todos o mais rápido possível. Falta menos de um ano para o lançamento, então obrigado por esperarem”.
Originalmente, o live-action de The Legend of Zelda chegaria às telonas em 27 de março de 2027. No entanto, em junho do ano passado, a Big N anunciou o adiamento da produção em seis semanas. “Será algumas semanas depois da data de lançamento que anunciamos originalmente, e usaremos esse tempo extra para fazer o melhor filme possível. Agradecemos a sua paciência”, declarou Miyamoto na ocasião.
O filme de The Legend of Zelda será estrelado por Bo Bragason como a Princesa Zelda e Benjamin Evan Ainsworth, que interpretará o herói Link.Entre outras novidades do live-action estão novos rumores sobre a presença dos Hylian Retrievers. Um cachorro bem familiar para quem jogou The Legend of Zelda Breath of the Wild foi visto no set de filmagem do longa com crachá de identificação sob o codinome Umami.
🐶 A very familiar-looking dog has been spotted on the set of the live-action Zelda movie… and fans are already investigating. 👀
— Meccha Japan (@mecchaJP) May 13, 2026
The dog was seen wearing an ID badge featuring the production’s rumored codename, “Umami,” seemingly confirming it’s part of the film crew. But the… pic.twitter.com/IwgGoV30fQ
quinta-feira, 14 de maio de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 14/05/26
Dólar comercial: R$ 4,9860
Dólar turismo: R$ 5,1930
Euro comercial: R$ 5,819
Libra: R$ 6,711
Dólar à vista fecha em baixa de 0,37%, a R$4,9872 na venda
Após abrir perto da estabilidade, o dólar passou a exibir leve alta ante o real nesta manhã de quarta-feira, com investidores atentos à viagem do presidente dos EUA, Donald Trump, à China e à mais recente pesquisa presidencial no Brasil.
Às 9h26 o dólar à vista subia 0,36%, aos R$4,9125 na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro para junho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- avançava 0,38%, aos R$4,9320.
Trump desembarcou nesta manhã na China para uma cúpula com o presidente Xi Jinping, mas indicou, antes mesmo da viagem, que não espera precisar da ajuda de Pequim para acabar com a guerra com o Irã e aliviar o controle de Teerã sobre o Estreito de Ormuz.
O impasse entre Irã e EUA continua, com Washington pedindo que Teerã elimine seu programa nuclear e suspenda seu controle sobre o estreito, enquanto o Irã exige uma compensação pelos danos da guerra, o fim do bloqueio naval norte-americano e o encerramento dos combates em todas as frentes, inclusive no Líbano. Com os investidores à espera de novidades nas negociações, o dólar subia nesta manhã ante outras divisas fortes, mas tinha sinais mistos em relação às demais moedas.
No Brasil, o mercado tem como foco, além do exterior, a pesquisa Genial/Quaest, mostrando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa presidencial de outubro. Lula tem 42% das intenções de voto no segundo turno, contra 41% de Flávio. Na prática, há empate técnico, já que a margem de erro de é de 2 pontos percentuais. No levantamento anterior, Lula tinha 40% e Flávio somava 42%.
Em simulação de primeiro turno, Lula aparece com 39% e Flávio Bolsonaro com 33%. Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) estão empatados com 4%. Na terça-feira, a moeda norte-americana à vista fechou o dia com leve alta de 0,08%, aos R$4,8949. Às 11h30, o BC realiza leilão de 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 1º de junho.
Ibovespa fecha em alta em dia de recuperação
O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira, após três quedas seguidas, com Itaú Unibanco entre os principais suportes, em mais um pregão marcado pela repercussão de resultados corporativos, incluindo os números de Banco do Brasil, CSN e Braskem.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 0,80%, a 178.521,87 pontos, de acordo com dados preliminares, após acumular um declínio de 3,8% nos primeiros pregões da semana, fechando na véspera em uma mínima desde 20 de março. Na máxima da sessão, chegou a 179.475,97 pontos. Na mínima, a 177.103,81 pontos. O volume financeiro somava R$27,48 bilhões antes dos ajustes finais.
Wall Street fecha em alta com impulso do setor de tecnologia; investidores ficam de olho em Pequim
As ações nos EUA avançaram nesta quinta-feira, impulsionadas pela alta dos papeis de tecnologia, com os investidores absorvendo dados econômicos em geral sólidos e observando os acontecimentos em Pequim, onde o presidente dos EUA, Donald Trump, se reuniu com seu colega chinês, Xi Jinping.
Todos os três principais índices acionários ganharam terreno, com o S&P 500 e o Nasdaq estabelecendo o último de uma série de recordes de fechamento.O índice Dow encerrou a apenas 0,3% de seu recorde histórico de fechamento, atingido em 10 de fevereiro.
O Dow Jones Industrial Average subiu 0,75%, para 50.063,46 pontos, o S&P 500 ganhou 0,77%, para 7.501,24 pontos, e o Nasdaq Composite avançou 0,88%, para 26.635,22 pontos.
Entre os 11 principais setores do S&P 500, as ações de tecnologia lideraram os ganhos percentuais, enquanto o de materiais sofreu a perda mais acentuada.
As bolsas da Europa fecharam em alta
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,36%, a 10.362,80 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 1,31%, a 24.452,62 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,93%, a 8.082,27 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,15%, a 50.050,27 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,86%, a 17.806,00 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 teve alta de 0,57%, a 9.124,26 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única
O índice japonês Nikkei caiu 0,98% em Tóquio, a 62.654,05 pontos,
O sul-coreano Kospi avançou 1,75% em Seul, a um novo recorde de 7.981,41 pontos,
Em Hong Kong, o Hang Seng ficou estável, em 26.389,04 pontos.
Taiex subiu 0,91% em Taiwan, a 41.751,75 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto recuou 1,52%, a 4.177,92 pontos,
menos abrangente Shenzhen Composto cedeu 2,11%, a 2.886,99 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana, leve alta de 0,12% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.640,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,29% em Wellington a 13.025,07 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,36% a 2.658,06 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 1,06% em Bombaim a 75.398,72 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Margô Está em Apuros é renovada para 2ª temporada
Baseada no romance best-seller de Rufi Thorpe, a série mistura comédia e drama e acompanha Margo (Fanning), uma jovem de 20 anos que engravida de um professor e enfrenta dificuldades financeiras. Para conseguir se sustentar e cuidar do bebê, ela decide criar uma conta no OnlyFans, enquanto lida com temas como maternidade, dívidas e a busca por fama na internet, tudo tratado com humor ácido.
O elenco também conta com Michelle Pfeiffer, Nicole Kidman, Nick Offerman e Thaddea Graham.
Margo Está em Apuros estreou no Apple TV em 15 de abril, com três episódios. Novos episódios são lançados semanalmente todas as quartas-feiras até 20 de maio.
He-Man: Mestres do Universo Live-action ganha pôsteres com heróis e vilões
Também no elenco do filme estão Camila Mendes (como Teela), Idris Elba (como Mentor), Allison Brie (como Maligna), Morena Baccarin (como a Fetiticeira) e, no papel do vilão Esqueleto, Jared Leto.
Outros personagens de He-Man no filme incluem o Homem-Cabra (Hafthor Bjornsson), Mandíbula (Sam C. Wilson), Roboto (Kristen Wiig), Aríete (Jon Xue Zhang) e, claro, o Rei Randor (James Purefoy) e a Rainha Marlena (Charlotte Riley).
Adam caiu na Terra quando era criança e perdeu a espada mágica que o ligava a Eternia. Quase 20 anos depois, ele a recupera e retorna ao seu planeta natal para protegê-lo do malvado Skeletor, mas primeiro precisa desvendar seu passado.
O novo Mestres do Universo tem estreia marcada para 4 de junho de 2026.
O live-action também ganhou vários pôsteres destacando seus vilões, são eles: Esqueleto, Maligna, Spikor, Homem-Fera, Mandíbula, Homem-Cabra e Tri-Klops.






















































