A 3ª temporada de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder teve seu calendário oficial de lançamento divulgado. A produção adotará uma estratégia de distribuição diferente para a chegada dos novos episódios ao streaming.
O público poderá assistir aos quatro primeiros capítulos no dia 11 de novembro. A exibição continuará com os episódios 5 e 6 em 18 de novembro, enquanto os dois últimos da temporada chegarão no dia 25 de novembro.
A série baseada na obra de J.R.R. Tolkien explora a Segunda Era da Terra-Média, detalhando a forja dos anéis e a ascensão de Sauron. O elenco principal conta com Morfydd Clark interpretando Galadriel, Charlie Vickers no papel de Sauron e Robert Aramayo como Elrond.
A 3ª temporada de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder estreia em 11 de novembro no Prime Video.
sábado, 25 de julho de 2026
Nárnia: O Sobrinho do Mago ganha data de estreia nos cinemas do Brasil
A Netflix firmou uma parceria com a Sony Pictures para lançar Nárnia: O Sobrinho do Mago nos cinemas brasileiros. A distribuição global da obra já havia sido prometida pela empresa de streaming.
Um mês após o acordo ser fechado, o lançamento nas salas do Brasil foi confirmado oficialmente. A responsabilidade pela distribuição nacional ficará a cargo da Sony Pictures do Brasil.
Greta Gerwig (Barbie) assume a direção do projeto.
Nárnia: O Sobrinho do Mago estreará nos cinemas brasileiros em 11 de fevereiro de 2027, chegando posteriormente ao catálogo da Netflix.
Um mês após o acordo ser fechado, o lançamento nas salas do Brasil foi confirmado oficialmente. A responsabilidade pela distribuição nacional ficará a cargo da Sony Pictures do Brasil.
Greta Gerwig (Barbie) assume a direção do projeto.
Nárnia: O Sobrinho do Mago estreará nos cinemas brasileiros em 11 de fevereiro de 2027, chegando posteriormente ao catálogo da Netflix.
Marvel confirma 3ª temporada de X-Men ’97 para 2027 e libera detalhes da 4ª
O painel Marvel Comics to Screen reuniu, na San Diego Comic-Con, um time pouco comum. De um lado, os dubladores originais de X-Men: A Série Animada dos anos 1990. Do outro, a nova geração de roteiristas e produtores que assumiu a missão de continuar essa história no Disney+.
Lenore Zann, voz de Vampira desde 1992, e Cal Dodd, o Wolverine clássico, dividiram o palco com Brad Winderbaum, chefe de televisão e streaming da Marvel, e com os criadores originais Eric e Julia Lewald. C.B. Cebulski, editor-chefe da Marvel Comics, também apareceu por lá.
A plateia esperava nostalgia. Recebeu isso e um mapa de onde a franquia pretende chegar nos próximos anos.
No ar desde 1º de julho, a 2ª temporada de X-Men ’97 segue lançando episódios semanais no Disney+ até 12 de agosto, com Apocalipse como principal ameaça da fase. Foi justamente esse pano de fundo que abriu espaço para o assunto que os fãs mais queriam ouvir: o que vem depois.
Durante o painel, Winderbaum confirmou que a animação da 3ª temporada de X-Men ’97 está finalizada e a estreia no Disney+ está marcada para 2027. A produção também revelou que a 4ª temporada já está em desenvolvimento, com quatro roteiros em andamento na Marvel Animation. Segundo os planos atuais, os novos episódios devem chegar em 2028.
O anúncio responde a uma queixa antiga do público. Entre a 1ª e a 2ª temporada, os fãs de X-Men ’97 esperaram cerca de dois anos. O produtor executivo Larry Houston já havia adiantado que esse intervalo foi um caso isolado e que as próximas fases devem seguir um calendário mais próximo do anual. Winderbaum reforçou essa intenção em entrevista à Collider no início do ano. “É importante ter um ritmo anual, algo em que as pessoas possam confiar.”, disse o executivo, ao comentar os planos de longo prazo para a animação.
O painel também exibiu um clipe inédito com a volta da Irmandade dos Mutantes. Na cena, Blob, Avalanche, Pyro, Groxo e a nova integrante Faísca picham um prédio com a frase “Liberdade Mutante”.
O protesto é interrompido por um grupo de Sentinelas com um visual diferente do que a série já mostrou. Agora os robôs aparecem em azul, com estrelas no peito, um design que aponta para uma origem ligada ao próprio governo americano, possivelmente sob influência de Mística à frente do X-Factor.
A Irmandade reage aos novos Sentinelas com uma ofensiva conjunta, o que sugere um conflito maior entre mutantes e autoridades humanas ao longo da 3ª temporada. Essa combinação de elementos, um governo que usa a própria tecnologia anti-mutante para conter protestos, indica que X-Men ’97 deve seguir aprofundando o paralelo entre a perseguição aos mutantes e episódios reais de intolerância, tema que já marcou a 1ª temporada da série.
Com a 3ª temporada fechada e a 4ª em produção, X-Men ’97 caminha para se tornar a produção mais longeva da história da Marvel Animation. A confirmação também reforça o peso do projeto dentro do catálogo de séries animadas do Disney+, ao lado de nomes como What If…?.
Por enquanto, sem data exata de estreia para 2027 além do ano em si, resta acompanhar os episódios finais da temporada atual, que chegam ao Disney+ todas as quartas-feiras às 4h, no horário de Brasília.
Lenore Zann, voz de Vampira desde 1992, e Cal Dodd, o Wolverine clássico, dividiram o palco com Brad Winderbaum, chefe de televisão e streaming da Marvel, e com os criadores originais Eric e Julia Lewald. C.B. Cebulski, editor-chefe da Marvel Comics, também apareceu por lá.
A plateia esperava nostalgia. Recebeu isso e um mapa de onde a franquia pretende chegar nos próximos anos.
No ar desde 1º de julho, a 2ª temporada de X-Men ’97 segue lançando episódios semanais no Disney+ até 12 de agosto, com Apocalipse como principal ameaça da fase. Foi justamente esse pano de fundo que abriu espaço para o assunto que os fãs mais queriam ouvir: o que vem depois.
Durante o painel, Winderbaum confirmou que a animação da 3ª temporada de X-Men ’97 está finalizada e a estreia no Disney+ está marcada para 2027. A produção também revelou que a 4ª temporada já está em desenvolvimento, com quatro roteiros em andamento na Marvel Animation. Segundo os planos atuais, os novos episódios devem chegar em 2028.
O anúncio responde a uma queixa antiga do público. Entre a 1ª e a 2ª temporada, os fãs de X-Men ’97 esperaram cerca de dois anos. O produtor executivo Larry Houston já havia adiantado que esse intervalo foi um caso isolado e que as próximas fases devem seguir um calendário mais próximo do anual. Winderbaum reforçou essa intenção em entrevista à Collider no início do ano. “É importante ter um ritmo anual, algo em que as pessoas possam confiar.”, disse o executivo, ao comentar os planos de longo prazo para a animação.
O painel também exibiu um clipe inédito com a volta da Irmandade dos Mutantes. Na cena, Blob, Avalanche, Pyro, Groxo e a nova integrante Faísca picham um prédio com a frase “Liberdade Mutante”.
O protesto é interrompido por um grupo de Sentinelas com um visual diferente do que a série já mostrou. Agora os robôs aparecem em azul, com estrelas no peito, um design que aponta para uma origem ligada ao próprio governo americano, possivelmente sob influência de Mística à frente do X-Factor.
A Irmandade reage aos novos Sentinelas com uma ofensiva conjunta, o que sugere um conflito maior entre mutantes e autoridades humanas ao longo da 3ª temporada. Essa combinação de elementos, um governo que usa a própria tecnologia anti-mutante para conter protestos, indica que X-Men ’97 deve seguir aprofundando o paralelo entre a perseguição aos mutantes e episódios reais de intolerância, tema que já marcou a 1ª temporada da série.
Com a 3ª temporada fechada e a 4ª em produção, X-Men ’97 caminha para se tornar a produção mais longeva da história da Marvel Animation. A confirmação também reforça o peso do projeto dentro do catálogo de séries animadas do Disney+, ao lado de nomes como What If…?.
Por enquanto, sem data exata de estreia para 2027 além do ano em si, resta acompanhar os episódios finais da temporada atual, que chegam ao Disney+ todas as quartas-feiras às 4h, no horário de Brasília.
GP da Hungria de Fórmula 1Grid de largada
GP da Hungria de Fórmula 1 neste domingo. Atual campeão, Lando Norris foi o melhor em uma classificação disputada e garantiu a pole position para a 11ª etapa da temporada 2026.
Norris superou a dupla da Ferrari, Lewis Hamilton finalizou o quali em segundo, mas acabou punido após a sessão em três posições no grid e inicia a prova em quinto lugar, Charles Leclerc em terceiro, enquanto o líder do campeonato, Andrea Kimi Antonelli, foi o quarto colocado, com Oscar Piastri em quinto, Max Verstappen em sexto após uma rodada na última curva, e George Russell apenas em sétimo, mesmo com um problema que o forçou a abandonar o carro após o quali por causa de um problema não identificado.
Já Gabriel Bortoleto teve uma classificação atribulada, terminando apenas em 14º para a corrida deste domingo.
O GP da Hungria tem largada marcada para 10h, horário de Brasília, com transmissão da Globo, do SporTV, do Globoplay e da F1TV Pro.
Norris superou a dupla da Ferrari, Lewis Hamilton finalizou o quali em segundo, mas acabou punido após a sessão em três posições no grid e inicia a prova em quinto lugar, Charles Leclerc em terceiro, enquanto o líder do campeonato, Andrea Kimi Antonelli, foi o quarto colocado, com Oscar Piastri em quinto, Max Verstappen em sexto após uma rodada na última curva, e George Russell apenas em sétimo, mesmo com um problema que o forçou a abandonar o carro após o quali por causa de um problema não identificado.
Já Gabriel Bortoleto teve uma classificação atribulada, terminando apenas em 14º para a corrida deste domingo.
O GP da Hungria tem largada marcada para 10h, horário de Brasília, com transmissão da Globo, do SporTV, do Globoplay e da F1TV Pro.
sexta-feira, 24 de julho de 2026
Os Feiticeiros Além de Waverly Place | Temporada 3 | Trailer Oficial Dublado | Legendado
Hora de lançar um último feitiço: Pó de estrela, luz do luar, abra o Disney+ e comece a maratonar.
Veja o final de uma série que você vai amar...Que agosto chegue depressa para esse feitiço começar.
Justin abraça a mortalidade para viver com sua família. Seu novo desafio surge quando Alex apresenta Billie, uma maga em treinamento, que busca a orientação de Justin.
Os Feiticeiros Além De Waverly Place, em 5 de agosto no DisneyPlus.
Camp Rock 3 | Trailer Oficial Dublado | Legendado
O palco está pronto. O Connect 3 também. 🎸🔥
Camp Rock 3 em 14 de agosto no DisneyPlus.
No Camp Rock, o Connect 3 está procurando um novo artista para abrir seus shows. Entre campistas, como Sage, Desi, Rosie e outros, a competição para conquistar a posição gera rivalidades e romances, pois todos lutam para se destacar.
Estrelas: Malachi Barton, Jonas Brothers, Francis Burgos, Lumi Pollack, Liamani Segura, Casey Trotter, Hudson Stone
Camp Rock 3 em 14 de agosto no DisneyPlus.
No Camp Rock, o Connect 3 está procurando um novo artista para abrir seus shows. Entre campistas, como Sage, Desi, Rosie e outros, a competição para conquistar a posição gera rivalidades e romances, pois todos lutam para se destacar.
Estrelas: Malachi Barton, Jonas Brothers, Francis Burgos, Lumi Pollack, Liamani Segura, Casey Trotter, Hudson Stone
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 24/07/26
Bitcoin: R$ 327.465,00 Reais e US$ 64.094,94 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,0809
Dólar turismo: R$ 5,2821
Euro comercial: R$ 5,777
Libra: R$ 6,790
Dólar fecha o dia estável no Brasil e acumula queda de 0,58% na semana
O dólar fechou a sexta-feira perto da estabilidade ante o real, em uma sessão em que as novas tarifas comerciais dos EUA e o conflito no Oriente Médio estiveram no centro das atenções.
O dólar à vista encerrou o dia com variação negativa de 0,06%, aos R$5,0814. Na semana, a moeda norte-americana acumulou queda de 0,58% e, no ano, baixa de 7,43%. Às 17h04, o dólar futuro para agosto -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- cedia 0,01% na B3, aos R$5,0905.
O governo norte-americano decidiu impor a partir desta sexta-feira tarifas de 10% a 12,5% sobre produtos de 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil, por alegações de fiscalização frouxa do trabalho forçado. No caso do Brasil, o percentual será de 12,5%, juntando-se a outra tarifa aplicada pelos EUA, de 25%, que passou a incidir sobre um conjunto de produtos brasileiros em 22 de julho em função de práticas comerciais supostamente desleais do país.
Os investidores também seguiam atentos ao Oriente Médio, onde o tráfego de petroleiros permanece prejudicado. Além de fechar o Estreito de Ormuz, o Irã transportou comandantes da Guarda Revolucionária Islâmica, conselheiros militares e equipamentos para o Iêmen neste mês, informou a Reuters, buscando fortalecer a capacidade de seus aliados houthis de ameaçar a navegação no Mar Vermelho.
Já os EUA atacaram com mísseis o Irã de norte a sul, depois que o presidente Donald Trump prometeu uma "punição militar severa" a Teerã e aos houthis. Na área diplomática, a Reuters informou que o Paquistão está explorando um caminho para a retomada das negociações paralisadas entre EUA e Irã sobre o fim da guerra, na sequência de uma iniciativa lançada pela China. A notícia favoreceu a queda do petróleo, com investidores realizando os lucros recentes.
O petróleo Brent, que na véspera superou os US$100 o barril com o acirramento do conflito, passou por ajustes de baixa nesta sexta-feira, voltando a ser negociado na faixa dos US$96. Neste cenário nebuloso, com as tarifas e o Oriente Médio no radar, o dólar sustentou baixas leves ante o peso mexicano e o peso chileno, entre outras divisas de emergentes.
No Brasil, após atingir a cotação máxima intradia de R$5,0907 (+0,13%) às 9h05, logo depois da abertura, o dólar à vista marcou a mínima de R$5,0496 (-0,68%) às 12h15. No fim da tarde, já havia se reaproximado da estabilidade. No fim da manhã, sem efeito sobre as cotações, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 3 de agosto. Às 17h13, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- subia 0,02%, a 101,470.
Ibovespa fecha em queda firme pressionado por blue chips
O Ibovespa encerrou a sexta-feira em queda de mais de 1%, pressionado pelas perdas em ações de peso do índice, como bancos e Petrobras, após uma sessão de forte recuo do petróleo no exterior.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 1,44%, a 174.185,17 pontos, de acordo com dados preliminares. Na mínima, chegou a 174.118,37 pontos. Na máxima do dia, atingiu a 176.719,62 pontos. Na semana, o índice acumulou alta de 0,27%. O volume financeiro no pregão somava R$14,98 bilhões antes dos ajustes finais.
As bolsas dos Estados Unidos fecharam esta sexta-feira (24) sem direção única
Dow Jones subiu 0,45% (51.946,51 pontos);
S&P 500 teve alta de 0,05 (7.411,60 pontos);
Nasdaq caiu 0,64% (24.750,82 pontos).
Na semana, o Dow Jones caiu 0,38%,
S&P 500 perdeu 0,61% e o Nasdaq registrou queda de 2,13%.
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira, 24
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,91%, a 10.736,23 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 1,33%, a 25.091,69 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,88%, a 8.372,28 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,95% e fechou na máxima do dia, a 51.802,23 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 1,55%, a 19.565,10 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,40%, a 9.215,11 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta sexta-feira (24)
O índice sul-coreano Kospi caiu 5,72% em Seul, a 6.690,62 pontos.
Em Tóquio, o japonês Nikkei recuou 2,73%, a 64.611,15 pontos.
Hang Seng caiu 0,98% em Hong Kong, a 24.963,23 pontos,
Taiex registrou baixa de 2,67% em Taiwan, a 43.654,84 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto recuou 1,61%, a 3.814,20 pontos,
Shenzhen Composto cedeu 2,57%, a 2.419,23 pontos.
Na Austrália, com queda de 0,75% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.772,30 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,17% em Wellington a 13.772,29 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,71% em Moscou a 2.160,17 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,43% em Bombaim a 76.059,77 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Dólar comercial: R$ 5,0809
Dólar turismo: R$ 5,2821
Euro comercial: R$ 5,777
Libra: R$ 6,790
Dólar fecha o dia estável no Brasil e acumula queda de 0,58% na semana
O dólar fechou a sexta-feira perto da estabilidade ante o real, em uma sessão em que as novas tarifas comerciais dos EUA e o conflito no Oriente Médio estiveram no centro das atenções.
O dólar à vista encerrou o dia com variação negativa de 0,06%, aos R$5,0814. Na semana, a moeda norte-americana acumulou queda de 0,58% e, no ano, baixa de 7,43%. Às 17h04, o dólar futuro para agosto -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- cedia 0,01% na B3, aos R$5,0905.
O governo norte-americano decidiu impor a partir desta sexta-feira tarifas de 10% a 12,5% sobre produtos de 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil, por alegações de fiscalização frouxa do trabalho forçado. No caso do Brasil, o percentual será de 12,5%, juntando-se a outra tarifa aplicada pelos EUA, de 25%, que passou a incidir sobre um conjunto de produtos brasileiros em 22 de julho em função de práticas comerciais supostamente desleais do país.
Os investidores também seguiam atentos ao Oriente Médio, onde o tráfego de petroleiros permanece prejudicado. Além de fechar o Estreito de Ormuz, o Irã transportou comandantes da Guarda Revolucionária Islâmica, conselheiros militares e equipamentos para o Iêmen neste mês, informou a Reuters, buscando fortalecer a capacidade de seus aliados houthis de ameaçar a navegação no Mar Vermelho.
Já os EUA atacaram com mísseis o Irã de norte a sul, depois que o presidente Donald Trump prometeu uma "punição militar severa" a Teerã e aos houthis. Na área diplomática, a Reuters informou que o Paquistão está explorando um caminho para a retomada das negociações paralisadas entre EUA e Irã sobre o fim da guerra, na sequência de uma iniciativa lançada pela China. A notícia favoreceu a queda do petróleo, com investidores realizando os lucros recentes.
O petróleo Brent, que na véspera superou os US$100 o barril com o acirramento do conflito, passou por ajustes de baixa nesta sexta-feira, voltando a ser negociado na faixa dos US$96. Neste cenário nebuloso, com as tarifas e o Oriente Médio no radar, o dólar sustentou baixas leves ante o peso mexicano e o peso chileno, entre outras divisas de emergentes.
No Brasil, após atingir a cotação máxima intradia de R$5,0907 (+0,13%) às 9h05, logo depois da abertura, o dólar à vista marcou a mínima de R$5,0496 (-0,68%) às 12h15. No fim da tarde, já havia se reaproximado da estabilidade. No fim da manhã, sem efeito sobre as cotações, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 3 de agosto. Às 17h13, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- subia 0,02%, a 101,470.
Ibovespa fecha em queda firme pressionado por blue chips
O Ibovespa encerrou a sexta-feira em queda de mais de 1%, pressionado pelas perdas em ações de peso do índice, como bancos e Petrobras, após uma sessão de forte recuo do petróleo no exterior.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 1,44%, a 174.185,17 pontos, de acordo com dados preliminares. Na mínima, chegou a 174.118,37 pontos. Na máxima do dia, atingiu a 176.719,62 pontos. Na semana, o índice acumulou alta de 0,27%. O volume financeiro no pregão somava R$14,98 bilhões antes dos ajustes finais.
As bolsas dos Estados Unidos fecharam esta sexta-feira (24) sem direção única
Dow Jones subiu 0,45% (51.946,51 pontos);
S&P 500 teve alta de 0,05 (7.411,60 pontos);
Nasdaq caiu 0,64% (24.750,82 pontos).
Na semana, o Dow Jones caiu 0,38%,
S&P 500 perdeu 0,61% e o Nasdaq registrou queda de 2,13%.
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira, 24
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,91%, a 10.736,23 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 1,33%, a 25.091,69 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,88%, a 8.372,28 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,95% e fechou na máxima do dia, a 51.802,23 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 1,55%, a 19.565,10 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,40%, a 9.215,11 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta sexta-feira (24)
O índice sul-coreano Kospi caiu 5,72% em Seul, a 6.690,62 pontos.
Em Tóquio, o japonês Nikkei recuou 2,73%, a 64.611,15 pontos.
Hang Seng caiu 0,98% em Hong Kong, a 24.963,23 pontos,
Taiex registrou baixa de 2,67% em Taiwan, a 43.654,84 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto recuou 1,61%, a 3.814,20 pontos,
Shenzhen Composto cedeu 2,57%, a 2.419,23 pontos.
Na Austrália, com queda de 0,75% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.772,30 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,17% em Wellington a 13.772,29 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,71% em Moscou a 2.160,17 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,43% em Bombaim a 76.059,77 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 24/07/26
As bolsas dos Estados Unidos fecharam esta sexta-feira (24) sem direção única, com o Nasdaq registrando nova queda diante das preocupações dos investidores com o volume de investimentos em inteligência artificial (IA) e o potencial de retorno desses gastos.
O mercado também acompanhou o conflito entre EUA e Irã, enquanto a queda dos preços do petróleo ajudou a reduzir parte da aversão ao risco durante a sessão. Na próxima semana, as atenções se voltam para a decisão do Federal Reserve (Fed) sobre juros.
Confira o desempenho dos índices de Nova York:
Dow Jones subiu 0,45% (51.946,51 pontos);
S&P 500 teve alta de 0,05 (7.411,60 pontos);
Nasdaq caiu 0,64% (24.750,82 pontos).
Na semana, o Dow Jones caiu 0,38%, o S&P 500 perdeu 0,61% e o Nasdaq registrou queda de 2,13%.
Entre os destaques no mercado corporativo, as ações da Intel caíram 7,89%, apesar de a companhia ter superado as estimativas de lucro no segundo trimestre. O movimento refletiu a cautela dos investidores com as perspectivas para os investimentos em IA. Já a Verizon avançou 5,84% após informar lucro líquido de US$ 3,84 bilhões no segundo trimestre de 2026.
Na ponta negativa, a American Express recuou 4,30%. Mesmo apresentando crescimento nas vendas e no lucro, impulsionado pelo aumento dos gastos dos clientes com cartões de crédito, o resultado não evitou a realização de lucros pelos investidores.
As ações da Oracle também caíram 4,21%. A empresa anunciou a assinatura de um contrato de quase US$ 7 bilhões, com duração de dez anos, junto ao Departamento de Guerra dos EUA. O desempenho das empresas de tecnologia divulgado nesta semana reforçou a avaliação de parte do mercado de que os elevados investimentos em inteligência artificial podem demorar mais do que o esperado para gerar retorno financeiro.
Em relatório, a Capital Economics afirmou que as dúvidas sobre a capacidade das empresas de monetizar os investimentos em IA podem continuar afetando o S&P 500, além do impacto provocado pela escalada das tensões no Oriente Médio. A consultoria manteve como cenário-base a retomada da alta do índice ainda em 2026, antes de uma correção mais significativa em 2027. No entanto, destacou que também considera a possibilidade de o mercado já ter atingido seu pico, projetando o S&P 500 em 8.250 pontos no fim de 2026, enquanto o conflito geopolítico persistir.
Fontes: Dow Jones Newswires.
O mercado também acompanhou o conflito entre EUA e Irã, enquanto a queda dos preços do petróleo ajudou a reduzir parte da aversão ao risco durante a sessão. Na próxima semana, as atenções se voltam para a decisão do Federal Reserve (Fed) sobre juros.
Confira o desempenho dos índices de Nova York:
Dow Jones subiu 0,45% (51.946,51 pontos);
S&P 500 teve alta de 0,05 (7.411,60 pontos);
Nasdaq caiu 0,64% (24.750,82 pontos).
Na semana, o Dow Jones caiu 0,38%, o S&P 500 perdeu 0,61% e o Nasdaq registrou queda de 2,13%.
Entre os destaques no mercado corporativo, as ações da Intel caíram 7,89%, apesar de a companhia ter superado as estimativas de lucro no segundo trimestre. O movimento refletiu a cautela dos investidores com as perspectivas para os investimentos em IA. Já a Verizon avançou 5,84% após informar lucro líquido de US$ 3,84 bilhões no segundo trimestre de 2026.
Na ponta negativa, a American Express recuou 4,30%. Mesmo apresentando crescimento nas vendas e no lucro, impulsionado pelo aumento dos gastos dos clientes com cartões de crédito, o resultado não evitou a realização de lucros pelos investidores.
As ações da Oracle também caíram 4,21%. A empresa anunciou a assinatura de um contrato de quase US$ 7 bilhões, com duração de dez anos, junto ao Departamento de Guerra dos EUA. O desempenho das empresas de tecnologia divulgado nesta semana reforçou a avaliação de parte do mercado de que os elevados investimentos em inteligência artificial podem demorar mais do que o esperado para gerar retorno financeiro.
Em relatório, a Capital Economics afirmou que as dúvidas sobre a capacidade das empresas de monetizar os investimentos em IA podem continuar afetando o S&P 500, além do impacto provocado pela escalada das tensões no Oriente Médio. A consultoria manteve como cenário-base a retomada da alta do índice ainda em 2026, antes de uma correção mais significativa em 2027. No entanto, destacou que também considera a possibilidade de o mercado já ter atingido seu pico, projetando o S&P 500 em 8.250 pontos no fim de 2026, enquanto o conflito geopolítico persistir.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Lanternas: Assista ao trailer final da série
DC Studios finalmente divulgou o trailer final de Lanternas. A prévia traz várias cenas inéditas de Hal Jordan usando seus poderes.
A trama será dividida em duas linhas do tempo: 2016 e 2026. No passado, um Hal Jordan veterano é forçado a treinar seu reserva, John Stewart, enquanto eles investigam um tiroteio suspeito no Nebraska. Já no futuro, a história segue sob sigilo, mas sabe-se que as duas investigações vão se entrelaçar em torno de uma ameaça em comum.
Chris Mundy (Ozark), Tom King (Estranhas Aventuras) e Damon Lindelof (The Leftovers) são os criadores da série, que é estrelada por Kyle Chandler (Hal) e Aaron Pierre (John).
Lanternas estreia em 16 de agosto na HBO e na HBO Max.
A trama será dividida em duas linhas do tempo: 2016 e 2026. No passado, um Hal Jordan veterano é forçado a treinar seu reserva, John Stewart, enquanto eles investigam um tiroteio suspeito no Nebraska. Já no futuro, a história segue sob sigilo, mas sabe-se que as duas investigações vão se entrelaçar em torno de uma ameaça em comum.
Chris Mundy (Ozark), Tom King (Estranhas Aventuras) e Damon Lindelof (The Leftovers) são os criadores da série, que é estrelada por Kyle Chandler (Hal) e Aaron Pierre (John).
Lanternas estreia em 16 de agosto na HBO e na HBO Max.
Paramount suspende acordo de fusão com a Warner
O acordo pela fusão entre Paramount-Skydance e Warner Bros. Discovery (WBD) está defintivamente suspenso, agora com David Ellison concordando com a situação.
Caso não se lembre, uma coalizão de estados conseguiu suspender o acordo judicialmente por 28 dias após acionar a Justiça, alegando que a fusão feria leis antitruste.
Agora, os representantes do CEO da Paramount chegaram a um acordo com uma coalizão de procuradores-gerais estaduais para adiar a fusão.
A empresa firmou uma petição conjunta no processo federal na tarde desta sexta-feira (24), concordando em não concluir a transação de US$ 111 bilhões até cinco dias após a realização do julgamento ou até 1º de junho de 2027, o que ocorrer primeiro.
Em um comunicado, a empresa afirmou que o acordo representa uma “vitória significativa”.
“O acordo de hoje é uma vitória significativa porque o resultado é exatamente o que buscávamos desde o início: um caminho direto para um julgamento baseado nas evidências”, declarou um porta-voz da Paramount. “Esta é a maneira mais rápida e clara de provar que esta transação é boa para a concorrência, boa para os consumidores e boa para os criadores — uma conclusão a que dezenas de autoridades de defesa da concorrência ao redor do mundo já chegaram. As definições de mercado dos autores da ação não guardam relação com as realidades do mercado atual e não resistem a um escrutínio. Estamos ansiosos para provar nosso caso em tribunal.”
Se o acordo com a Warner cair, a Paramount terá que pagar uma multa de US$ 7 bilhões para a WBD. Como não deve mais ser concluído até 30 de setembro, o estúdio já terá que pagar uma taxa adicional de US$ 0,25 por ação a cada trimestre.
Caso não se lembre, uma coalizão de estados conseguiu suspender o acordo judicialmente por 28 dias após acionar a Justiça, alegando que a fusão feria leis antitruste.
Agora, os representantes do CEO da Paramount chegaram a um acordo com uma coalizão de procuradores-gerais estaduais para adiar a fusão.
A empresa firmou uma petição conjunta no processo federal na tarde desta sexta-feira (24), concordando em não concluir a transação de US$ 111 bilhões até cinco dias após a realização do julgamento ou até 1º de junho de 2027, o que ocorrer primeiro.
Em um comunicado, a empresa afirmou que o acordo representa uma “vitória significativa”.
“O acordo de hoje é uma vitória significativa porque o resultado é exatamente o que buscávamos desde o início: um caminho direto para um julgamento baseado nas evidências”, declarou um porta-voz da Paramount. “Esta é a maneira mais rápida e clara de provar que esta transação é boa para a concorrência, boa para os consumidores e boa para os criadores — uma conclusão a que dezenas de autoridades de defesa da concorrência ao redor do mundo já chegaram. As definições de mercado dos autores da ação não guardam relação com as realidades do mercado atual e não resistem a um escrutínio. Estamos ansiosos para provar nosso caso em tribunal.”
Se o acordo com a Warner cair, a Paramount terá que pagar uma multa de US$ 7 bilhões para a WBD. Como não deve mais ser concluído até 30 de setembro, o estúdio já terá que pagar uma taxa adicional de US$ 0,25 por ação a cada trimestre.
Homem-Aranha: Um Novo Dia | Spot Chant 15
Após o mundo ter esquecido seu nome, Peter Parker inicia um novo capítulo em sua vida, conciliando as aulas da faculdade, um trabalho de meio período e sua responsabilidade como o Homem-Aranha, o Amigão da Vizinhança de Nova York. Mas quando uma força misteriosa começa a desmantelar a cidade de dentro para fora, Peter se vê preso entre inimigos poderosos, legados antigos e aliados inesperados.
Direção: Destin Daniel Cretton
Elenco: Tom Holland, Zendaya, Jon Bernthal
29 de julho nos cinemas
Direção: Destin Daniel Cretton
Elenco: Tom Holland, Zendaya, Jon Bernthal
29 de julho nos cinemas
Cross 3ª temporada escala atriz para interpretar nova rival
A 3ª temporada de Detetive Alex Cross segue reforçando seu elenco. Segundo informações exclusivas do Deadline, a atriz Robin Givens, conhecida por trabalhos em Harlem e Batwoman, entrou para o elenco recorrente da série do Prime Video. Ela interpretará a senadora Mulrooney, personagem que promete se tornar uma das novas rivais de Alex Cross.
Descrita como uma conservadora intelectual e de personalidade autoritária, Mulrooney exerce forte influência tanto na política quanto na vida pessoal. Casada com um médico e mãe de um filho, a senadora esconde um segredo envolvendo a família, elemento que deve ganhar destaque ao longo da nova temporada e intensificar seu conflito com o protagonista.
Detetive Alex Cross também tem no elenco Isaiah Mustafa, Juanita Jennings, Alona Tal, Samantha Walkes, Caleb Elijah, Melody Hurd, Jennifer Wigmore, Eloise Mumford e Ryan Eggold. Ben Watkins (Burn Notice: Operação Miami) é o showrunner e produtor executivo.
Descrita como uma conservadora intelectual e de personalidade autoritária, Mulrooney exerce forte influência tanto na política quanto na vida pessoal. Casada com um médico e mãe de um filho, a senadora esconde um segredo envolvendo a família, elemento que deve ganhar destaque ao longo da nova temporada e intensificar seu conflito com o protagonista.
Detetive Alex Cross também tem no elenco Isaiah Mustafa, Juanita Jennings, Alona Tal, Samantha Walkes, Caleb Elijah, Melody Hurd, Jennifer Wigmore, Eloise Mumford e Ryan Eggold. Ben Watkins (Burn Notice: Operação Miami) é o showrunner e produtor executivo.
Protocolo de Extermínio: ganha pôsteres IMAX e anuncia novo trailer
A A24 divulgou novos pôsteres de Protocolo de Extermínio (Onslaught) que confirmam a exibição do filme em salas IMAX. O estúdio também anunciou que um trailer inédito será lançado na próxima segunda-feira (27).
Escrito e dirigido por Adam Wingard (Godzilla vs. Kong), em parceria com Simon Barrett, o longa acompanha uma sniper que precisa enfrentar sozinha um esquadrão de soldados geneticamente modificados em pleno deserto para salvar sua filha. O elenco também reúne Dan Stevens, Drew Starkey, Rebecca Hall, Eric Wareheim, Reginald VelJohnson, Michael Biehn e o lutador brasileiro Alex Poatan, do UFC.
A A24, já definiu sua distribuidora no Brasil. A Diamond Films confirmou que lançará o longa no país com o título Protocolo de Extermínio no dia 22 de outubro.
Escrito e dirigido por Adam Wingard (Godzilla vs. Kong), em parceria com Simon Barrett, o longa acompanha uma sniper que precisa enfrentar sozinha um esquadrão de soldados geneticamente modificados em pleno deserto para salvar sua filha. O elenco também reúne Dan Stevens, Drew Starkey, Rebecca Hall, Eric Wareheim, Reginald VelJohnson, Michael Biehn e o lutador brasileiro Alex Poatan, do UFC.
A A24, já definiu sua distribuidora no Brasil. A Diamond Films confirmou que lançará o longa no país com o título Protocolo de Extermínio no dia 22 de outubro.
Evil | Trailer Oficial | Paramount+
Está chegando a temporada das bruxas... e do Anticristo! 💀
Evil chega 1º de agosto no meu app.
Uma psicóloga se une a um padre em treinamento enquanto investigam supostos milagres, possessão demoníaca e outros acontecimentos para ver se há uma explicação científica ou se algo realmente sobrenatural está acontecendo.
Estrelas: Katja Herbers,Mike Colter,Aasif Mandvi,Michael Emerson.
Evil chega 1º de agosto no meu app.
Uma psicóloga se une a um padre em treinamento enquanto investigam supostos milagres, possessão demoníaca e outros acontecimentos para ver se há uma explicação científica ou se algo realmente sobrenatural está acontecendo.
Estrelas: Katja Herbers,Mike Colter,Aasif Mandvi,Michael Emerson.
Os Anéis de Poder: Assista ao primeiro teaser trailer
Finalmente um teaser trailer para a 3ª temporada de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder. A prévia foi lançada no painel da série na San Diego Comic-Con.
A trama se passará vários anos após os eventos da 2ª e mostrará o auge da guerra entre os elfos e o vilão Sauron. O Lorde das Trevas buscará forjar o Um Anel, artefato que lhe dará a vantagem necessária para subjugar todos os povos à sua vontade e finalmente governar toda a Terra-média.
A 3ª temporada de Os Anéis de Poder estreia em 11 de novembro no Prime Video.
A trama se passará vários anos após os eventos da 2ª e mostrará o auge da guerra entre os elfos e o vilão Sauron. O Lorde das Trevas buscará forjar o Um Anel, artefato que lhe dará a vantagem necessária para subjugar todos os povos à sua vontade e finalmente governar toda a Terra-média.
A 3ª temporada de Os Anéis de Poder estreia em 11 de novembro no Prime Video.
Jumanji: Mundo Real ganha previsão para primeiro trailer
O primeiro trailer de Jumanji: Mundo Real está a caminho. Não vai ser lançado na San Diego Comic-Con, mas também não chegará muito depois.
Conforme relatado pelo insider Cryptic, a prévia será lançada semana que vem, a tempo de ser exibida antes das sessões de Homem-Aranha: Um Novo Dia, que estreia em 29 de julho.
A trama mostrará os personagens de Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan saindo do mundo dos games e vindo parar na nossa realidade. Será o último filme desse quarteto de protagonistas.
Jumanji: Mundo Real chega aos cinemas brasileiros em 7 de janeiro de 2027.
Conforme relatado pelo insider Cryptic, a prévia será lançada semana que vem, a tempo de ser exibida antes das sessões de Homem-Aranha: Um Novo Dia, que estreia em 29 de julho.
A trama mostrará os personagens de Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan saindo do mundo dos games e vindo parar na nossa realidade. Será o último filme desse quarteto de protagonistas.
Jumanji: Mundo Real chega aos cinemas brasileiros em 7 de janeiro de 2027.
Ebenezer e os Fantasmas do Natal | Trailer Oficial | DUB
O mais excêntrico de todos está de volta!
Ebenezer e os Fantasmas do Natal, Estreia dia 12 de novembro, somente nos cinemas.
Uma emocionante história de fantasmas ambientada na Londres de Dickens, seguindo a jornada sobrenatural de um homem para enfrentar seu passado, presente e futuro enquanto luta por uma segunda chance de redenção.
Direção: Ti West/Roteiristas: Charles Dickens,Nathaniel Halpern
Estrelas: Johnny Depp,Sam Claflin,Ian McKellen,Daisy Ridley,Rupert Grint.
Ebenezer e os Fantasmas do Natal, Estreia dia 12 de novembro, somente nos cinemas.
Uma emocionante história de fantasmas ambientada na Londres de Dickens, seguindo a jornada sobrenatural de um homem para enfrentar seu passado, presente e futuro enquanto luta por uma segunda chance de redenção.
Direção: Ti West/Roteiristas: Charles Dickens,Nathaniel Halpern
Estrelas: Johnny Depp,Sam Claflin,Ian McKellen,Daisy Ridley,Rupert Grint.
Blade Runner 2099 - Teaser Oficial | Prime Video
Bem-vindos a um futuro que já não controlamos. Blade Runner 2099, uma nova série, estreia dia 25 de novembro no meu streaming.
Ocorre cinquenta anos após os eventos de "Blade Runner 2049".
Estrelas: Michelle Yeoh,Hunter Schafer,Dimitri Abold,Tom Burke.
Ocorre cinquenta anos após os eventos de "Blade Runner 2049".
Estrelas: Michelle Yeoh,Hunter Schafer,Dimitri Abold,Tom Burke.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 24/07/26
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira, 24, em recuperação parcial das fortes quedas registradas na sessão anterior. Sinais de possível negociação entre EUA e Irã e a afirmação do presidente americano, Donald Trump, de que os líderes de Rússia e China informaram que não fornecerão armas ao Irã deram um fôlego extra aos negócios nos minutos finais do pregão. O movimento altista ainda foi amparado pela temporada de balanços corporativos, o avanço do setor de tecnologia e o recuo do petróleo.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,91%, a 10.736,23 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 1,33%, a 25.091,69 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,88%, a 8.372,28 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,95% e fechou na máxima do dia, a 51.802,23 pontos. Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 1,55%, a 19.565,10 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,40%, a 9.215,11 pontos. As cotações são preliminares.
Embora a crise no Oriente Médio persista, o petróleo Brent voltou a ficar abaixo dos US$ 100 o barril, ajudando no desempenho das bolsas europeias nesta sexta. Em Frankfurt, a SAP saltou quase 10%, após o grupo alemão de software informar que o backlog atual de nuvem no segundo trimestre cresceu mais do que o esperado por analistas. Na ponta negativa, o Carrefour recuou quase 5% em Paris depois de o balanço divulgado na quinta-feira, 23, desagradar os investidores. A montadora Volkswagen perdeu mais de 1% ao decepcionar com lucro operacional menor e cortes em projeções de vendas.
Após o Banco Central Europeu (BCE) manter as taxas de juros inalteradas na quinta-feira, em linha com o esperado, o dirigente Gabriel Makhlouf afirmou que as pressões inflacionárias na zona do euro “não desapareceram”, apesar da decisão de manutenção. Já Gediminas Simkus, que também é presidente do Banco da Lituânia, disse que a probabilidade de que as taxas de juros aumentem “é muito maior do que a de que não aumentem”.
No âmbito macroeconômico, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro subiu para 51,9 em julho, segundo levantamento preliminar, contrariando a previsão de que permaneceria em 50. Os PMIs da Alemanha e do Reino Unido também vieram acima do esperado.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,91%, a 10.736,23 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 1,33%, a 25.091,69 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,88%, a 8.372,28 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,95% e fechou na máxima do dia, a 51.802,23 pontos. Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 1,55%, a 19.565,10 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,40%, a 9.215,11 pontos. As cotações são preliminares.
Embora a crise no Oriente Médio persista, o petróleo Brent voltou a ficar abaixo dos US$ 100 o barril, ajudando no desempenho das bolsas europeias nesta sexta. Em Frankfurt, a SAP saltou quase 10%, após o grupo alemão de software informar que o backlog atual de nuvem no segundo trimestre cresceu mais do que o esperado por analistas. Na ponta negativa, o Carrefour recuou quase 5% em Paris depois de o balanço divulgado na quinta-feira, 23, desagradar os investidores. A montadora Volkswagen perdeu mais de 1% ao decepcionar com lucro operacional menor e cortes em projeções de vendas.
Após o Banco Central Europeu (BCE) manter as taxas de juros inalteradas na quinta-feira, em linha com o esperado, o dirigente Gabriel Makhlouf afirmou que as pressões inflacionárias na zona do euro “não desapareceram”, apesar da decisão de manutenção. Já Gediminas Simkus, que também é presidente do Banco da Lituânia, disse que a probabilidade de que as taxas de juros aumentem “é muito maior do que a de que não aumentem”.
No âmbito macroeconômico, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro subiu para 51,9 em julho, segundo levantamento preliminar, contrariando a previsão de que permaneceria em 50. Os PMIs da Alemanha e do Reino Unido também vieram acima do esperado.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 24/07/26
As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta sexta-feira (24), com perdas robustas na Coreia do Sul e no Japão, à medida que ações de tecnologia voltaram a ser pressionadas por temores de uma possível bolha nos investimentos em inteligência artificial.
A crise no Oriente Médio e uma nova rodada de tarifas do governo Trump também pesaram no sentimento. O mau humor na Ásia veio um dia após as bolsas de Nova York caírem de forma generalizada, após balanços decepcionantes das big techs Alphabet e Tesla. A elevação da projeção da Alphabet para gastos de capital (capex) reforçou dúvidas sobre se os investimentos maciços em IA vão se traduzir em retornos.
A aversão ao risco também ganhou força após o governo do presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar tarifas de 10% a 12,5% sobre importações de 60 parceiros comerciais, por suposto uso de trabalho forçado, e após o petróleo Brent voltar a superar a barreira de US$ 100 por barril em meio à escalada do conflito no Oriente Médio, embora a commodity tenha voltado a cair nesta madrugada.
Liderando o movimento, o índice sul-coreano Kospi caiu 5,72% em Seul, a 6.690,62 pontos. As gigantes de semicondutores Samsung e SK Hynix, que respondem por mais da metade da capitalização do índice, tombaram 7,6% e 8,3%, respectivamente.
Em Tóquio, o japonês Nikkei recuou 2,73%, a 64.611,15 pontos. O SoftBank Group, que tem grandes investimentos em IA, amargou queda de 7%.
Em outras praças da Ásia, o Hang Seng caiu 0,98% em Hong Kong, a 24.963,23 pontos, e o Taiex registrou baixa de 2,67% em Taiwan, a 43.654,84 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto recuou 1,61%, a 3.814,20 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto cedeu 2,57%, a 2.419,23 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no vermelho, com queda de 0,75% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.772,30 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,17% em Wellington a 13.772,29 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,71% em Moscou a 2.160,17 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,43% em Bombaim a 76.059,77 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
A crise no Oriente Médio e uma nova rodada de tarifas do governo Trump também pesaram no sentimento. O mau humor na Ásia veio um dia após as bolsas de Nova York caírem de forma generalizada, após balanços decepcionantes das big techs Alphabet e Tesla. A elevação da projeção da Alphabet para gastos de capital (capex) reforçou dúvidas sobre se os investimentos maciços em IA vão se traduzir em retornos.
A aversão ao risco também ganhou força após o governo do presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar tarifas de 10% a 12,5% sobre importações de 60 parceiros comerciais, por suposto uso de trabalho forçado, e após o petróleo Brent voltar a superar a barreira de US$ 100 por barril em meio à escalada do conflito no Oriente Médio, embora a commodity tenha voltado a cair nesta madrugada.
Liderando o movimento, o índice sul-coreano Kospi caiu 5,72% em Seul, a 6.690,62 pontos. As gigantes de semicondutores Samsung e SK Hynix, que respondem por mais da metade da capitalização do índice, tombaram 7,6% e 8,3%, respectivamente.
Em Tóquio, o japonês Nikkei recuou 2,73%, a 64.611,15 pontos. O SoftBank Group, que tem grandes investimentos em IA, amargou queda de 7%.
Em outras praças da Ásia, o Hang Seng caiu 0,98% em Hong Kong, a 24.963,23 pontos, e o Taiex registrou baixa de 2,67% em Taiwan, a 43.654,84 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto recuou 1,61%, a 3.814,20 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto cedeu 2,57%, a 2.419,23 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no vermelho, com queda de 0,75% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.772,30 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,17% em Wellington a 13.772,29 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,71% em Moscou a 2.160,17 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,43% em Bombaim a 76.059,77 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
quinta-feira, 23 de julho de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 23/07/26
Bitcoin: R$ 331.993,50 Reais e US$ 65.090,44 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,0839
Dólar turismo: R$ 5,2923
Euro comercial: R$ 5,785
Libra: R$ 6,793
Dólar interrompe série de perdas e sobe ante real com conflito entre Irã e EUA
O dólar interrompeu uma sequência de três sessões de perdas e fechou a quinta-feira em alta ante o real, em meio ao acirramento do conflito entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio.
O dólar à vista encerrou o dia com alta de 0,63%, aos R$5,0842. No ano, a moeda norte-americana passou a acumular baixa de 7,37% ante o real. Às 17h03, o dólar futuro para agosto -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- subia 0,49% na B3, aos R$5,0950.
Os EUA lançaram uma nova rodada de ações militares contra o Irã na noite de quarta-feira, a 12ª consecutiva onda de ataques norte-americanos ao país do Oriente Médio.
Já a Guarda Revolucionária do Irã informou que um petroleiro pegou fogo após explosão ao tentar atravessar uma rota minada ao sul do Estreito de Ormuz. Outros dois petroleiros retornaram. Conforme o Irã, o Estreito, uma das principais rotas globais de transporte de petróleo e gás, está "completamente fechado". Após os houthis, aliados do Irã no Iêmen, atacarem dois petroleiros sauditas no Mar Vermelho -- outro ponto-chave para o transporte na região --, o presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu nesta quinta-feira uma "forte retaliação militar".
Com isso, o petróleo Brent voltou a superar os US$100 o barril, intensificando as preocupações com os impactos inflacionários da guerra nos países, o que também impulsionava os rendimentos dos Treasuries. Esse cenário se traduziu na elevação do dólar ante a maior parte das demais divisas, incluindo moedas fortes como a libra e o euro -- neste caso, influenciado ainda pela decisão do Banco Central Europeu (BCE) de manter seus juros inalterados. Às 17h05, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- subia 0,31%, a 101,420.
O dólar também subiu ante divisas emergentes como o rand sul-africano, o peso chileno, o peso mexicano e o real. No caso do Brasil, ainda que o avanço do petróleo seja favorável ao real, já que o país é exportador da commodity, a busca pela segurança da moeda norte-americana predominou no mercado. Após marcar a cotação mínima intradia de R$5,0694 (+0,33%) às 9h02, o dólar à vista atingiu a máxima de R$5,0941 (+0,82%) às 15h15.
"O movimento foi predominantemente externo, com o real acompanhando o enfraquecimento generalizado das moedas frente ao dólar diante de um cenário de aversão a risco", resumiu Luca Girardi, analista de investimentos da Nomad. No fim da manhã, sem efeito nas cotações, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 3 de agosto.
Ibovespa fecha em queda com aversão a risco no exterior
O Ibovespa encerrou a quinta-feira em queda, refletindo o clima de aversão a risco nos mercados globais após nova intensificação do conflito no Oriente Médio, que fez o petróleo voltar a operar acima dos US$100.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,46%, a 176.723,62 pontos. Na mínima, atingiu 176.293,25 pontos. Na máxima do dia, chegou a 177.895,77 pontos. O volume financeiro no pregão somou R$21,04 bilhões.
Os índices de Wall Street fecharam em baixa nesta quinta-feira
S&P 500 perdeu 1,24%, fechando em 7.408,53 pontos,
Nasdaq Composite recuou 2,15%, para 25.138,57 pontos.
O Índice Dow Jones Industrial Average caiu 1,00%, para 51.695,57 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quinta-feira (23)
O índice sul-coreano Kospi avançou 4,40% em Seul, a 7.096,89 pontos.
O japonês Nikkei subiu 0,46% em Tóquio, a 66.422,60 pontos,
Hang Seng avançou 1,28% em Hong Kong, a 25.210,91 pontos,
Taiex registrou alta marginal em Taiwan, de 0,06%, a 44.850,81 pontos.
Na China, o Xangai Composto teve ganho de 0,25%, a 3.876,78 pontos,
Shenzhen Composto avançou 0,93%, a 2.483,17 pontos.
Na Austrália alta de 0,18% no índice S&P/ASX 200, a 8.839,00 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,23% em Wellington a 13.795,31 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,24% em Moscou a 2.141,20 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,47% em Bombaim a 76.391,39 pontos.
As bolsas europeias fecharam em queda firme nesta quinta-feira, 23
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,73%, a 10.639,17 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 1,77%, a 24.709,33 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 1,64%, a 8.299,09 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 2,80%, a 51.315,84 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 perdeu 1,73%, a 19.232,10 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 teve queda de 0,27%, a 9.252,58 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Dólar comercial: R$ 5,0839
Dólar turismo: R$ 5,2923
Euro comercial: R$ 5,785
Libra: R$ 6,793
Dólar interrompe série de perdas e sobe ante real com conflito entre Irã e EUA
O dólar interrompeu uma sequência de três sessões de perdas e fechou a quinta-feira em alta ante o real, em meio ao acirramento do conflito entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio.
O dólar à vista encerrou o dia com alta de 0,63%, aos R$5,0842. No ano, a moeda norte-americana passou a acumular baixa de 7,37% ante o real. Às 17h03, o dólar futuro para agosto -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- subia 0,49% na B3, aos R$5,0950.
Os EUA lançaram uma nova rodada de ações militares contra o Irã na noite de quarta-feira, a 12ª consecutiva onda de ataques norte-americanos ao país do Oriente Médio.
Já a Guarda Revolucionária do Irã informou que um petroleiro pegou fogo após explosão ao tentar atravessar uma rota minada ao sul do Estreito de Ormuz. Outros dois petroleiros retornaram. Conforme o Irã, o Estreito, uma das principais rotas globais de transporte de petróleo e gás, está "completamente fechado". Após os houthis, aliados do Irã no Iêmen, atacarem dois petroleiros sauditas no Mar Vermelho -- outro ponto-chave para o transporte na região --, o presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu nesta quinta-feira uma "forte retaliação militar".
Com isso, o petróleo Brent voltou a superar os US$100 o barril, intensificando as preocupações com os impactos inflacionários da guerra nos países, o que também impulsionava os rendimentos dos Treasuries. Esse cenário se traduziu na elevação do dólar ante a maior parte das demais divisas, incluindo moedas fortes como a libra e o euro -- neste caso, influenciado ainda pela decisão do Banco Central Europeu (BCE) de manter seus juros inalterados. Às 17h05, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- subia 0,31%, a 101,420.
O dólar também subiu ante divisas emergentes como o rand sul-africano, o peso chileno, o peso mexicano e o real. No caso do Brasil, ainda que o avanço do petróleo seja favorável ao real, já que o país é exportador da commodity, a busca pela segurança da moeda norte-americana predominou no mercado. Após marcar a cotação mínima intradia de R$5,0694 (+0,33%) às 9h02, o dólar à vista atingiu a máxima de R$5,0941 (+0,82%) às 15h15.
"O movimento foi predominantemente externo, com o real acompanhando o enfraquecimento generalizado das moedas frente ao dólar diante de um cenário de aversão a risco", resumiu Luca Girardi, analista de investimentos da Nomad. No fim da manhã, sem efeito nas cotações, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 3 de agosto.
Ibovespa fecha em queda com aversão a risco no exterior
O Ibovespa encerrou a quinta-feira em queda, refletindo o clima de aversão a risco nos mercados globais após nova intensificação do conflito no Oriente Médio, que fez o petróleo voltar a operar acima dos US$100.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,46%, a 176.723,62 pontos. Na mínima, atingiu 176.293,25 pontos. Na máxima do dia, chegou a 177.895,77 pontos. O volume financeiro no pregão somou R$21,04 bilhões.
Os índices de Wall Street fecharam em baixa nesta quinta-feira
S&P 500 perdeu 1,24%, fechando em 7.408,53 pontos,
Nasdaq Composite recuou 2,15%, para 25.138,57 pontos.
O Índice Dow Jones Industrial Average caiu 1,00%, para 51.695,57 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quinta-feira (23)
O índice sul-coreano Kospi avançou 4,40% em Seul, a 7.096,89 pontos.
O japonês Nikkei subiu 0,46% em Tóquio, a 66.422,60 pontos,
Hang Seng avançou 1,28% em Hong Kong, a 25.210,91 pontos,
Taiex registrou alta marginal em Taiwan, de 0,06%, a 44.850,81 pontos.
Na China, o Xangai Composto teve ganho de 0,25%, a 3.876,78 pontos,
Shenzhen Composto avançou 0,93%, a 2.483,17 pontos.
Na Austrália alta de 0,18% no índice S&P/ASX 200, a 8.839,00 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,23% em Wellington a 13.795,31 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,24% em Moscou a 2.141,20 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,47% em Bombaim a 76.391,39 pontos.
As bolsas europeias fecharam em queda firme nesta quinta-feira, 23
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,73%, a 10.639,17 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 1,77%, a 24.709,33 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 1,64%, a 8.299,09 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 2,80%, a 51.315,84 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 perdeu 1,73%, a 19.232,10 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 teve queda de 0,27%, a 9.252,58 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 23/07/26
Os índices de Wall Street fecharam em baixa nesta quinta-feira, com o Nasdaq caindo mais de 2%, à medida que os últimos resultados financeiros divulgados por grandes empresas de tecnologia reacenderam as preocupações com os elevados gastos com IA, enquanto a alta vertiginosa dos preços do petróleo intensificou os temores em relação à inflação, elevando os rendimentos dos títulos.
As perdas foram generalizadas depois que os investidores não ficaram impressionados com os resultados do segundo trimestre da Alphabet e da Tesla , as primeiras das empresas das "Sete Magníficas" a divulgar seus resultados nesta temporada.
As ações também sofreram pressão adicional, já que os futuros do petróleo Brent fecharam acima de US$100 o barril pela primeira vez desde maio, e os futuros do petróleo dos EUA subiram para mais de US$90.
As hostilidades no Oriente Médio alimentaram preocupações com o abastecimento global de petróleo. As forças dos EUA lançaram mais uma rodada de ataques aéreos contra o Irã, e o Irã disparou contra países árabes vizinhos que abrigam bases norte-americanas. O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu uma "grande punição militar" contra o Irã e os houthis, depois que combatentes iemenitas atacaram dois petroleiros sauditas no Mar Vermelho.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 1,24%, fechando em 7.408,53 pontos, enquanto o Nasdaq Composite recuou 2,15%, para 25.138,57 pontos. O Índice Dow Jones Industrial Average caiu 1,00%, para 51.695,57 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
As perdas foram generalizadas depois que os investidores não ficaram impressionados com os resultados do segundo trimestre da Alphabet e da Tesla , as primeiras das empresas das "Sete Magníficas" a divulgar seus resultados nesta temporada.
As ações também sofreram pressão adicional, já que os futuros do petróleo Brent fecharam acima de US$100 o barril pela primeira vez desde maio, e os futuros do petróleo dos EUA subiram para mais de US$90.
As hostilidades no Oriente Médio alimentaram preocupações com o abastecimento global de petróleo. As forças dos EUA lançaram mais uma rodada de ataques aéreos contra o Irã, e o Irã disparou contra países árabes vizinhos que abrigam bases norte-americanas. O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu uma "grande punição militar" contra o Irã e os houthis, depois que combatentes iemenitas atacaram dois petroleiros sauditas no Mar Vermelho.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 1,24%, fechando em 7.408,53 pontos, enquanto o Nasdaq Composite recuou 2,15%, para 25.138,57 pontos. O Índice Dow Jones Industrial Average caiu 1,00%, para 51.695,57 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Percy Jackson e os Olimpianos: 3ª Temporada | Teaser da Maldição
Percy Jackson está em uma missão perigosa. Fugindo de monstros e superando deuses em astúcia, ele precisa atravessar os Estados Unidos para devolver o raio-mestre de Zeus e impedir uma guerra total.
Com a ajuda de seus companheiros de jornada, Annabeth e Grover, Percy se aproximará das respostas que procura: como se encaixar em um mundo onde se sente deslocado e descobrir quem ele está destinado a ser.
Estreia 20 de novembro.
Com a ajuda de seus companheiros de jornada, Annabeth e Grover, Percy se aproximará das respostas que procura: como se encaixar em um mundo onde se sente deslocado e descobrir quem ele está destinado a ser.
Estreia 20 de novembro.
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