Bitcoin: R$ 386.980,66 Reais e US$ 77.619,96 Dólares.
Dólar comercial: R$ 4,9977
Dólar turismo: R$ 5,2026
Euro comercial: R$ 5,857
Euro turismo: R$ 6,51
Dólar tem variação discreta, mas fecha abaixo dos R$5,00 com otimismo sobre guerra
O dólar fechou a sexta-feira próximo da estabilidade no Brasil, com uma leve variação negativa, mas suficiente para encerrar a semana abaixo dos R$5,00, em meio a esperanças renovadas de que Irã e Estados Unidos possam chegar a um acordo para encerrar a guerra.
O dólar à vista fechou em baixa de 0,10%, aos R$4,9995. Na semana, a divisa dos EUA acumulou alta de 0,32% e, no ano, queda de 8,92%. Às 17h07, o dólar futuro para maio -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- cedia 0,67% na B3, aos R$5,0050.
No início do dia, o Banco Central ofertou US$1 bilhão à vista e, simultaneamente, 20.000 contratos de swap cambial reverso, no mesmo valor, em dois leilões simultâneos -- operação conhecida no mercado como "casadão". Porém, a instituição não aceitou nenhuma proposta dos dealers de câmbio para nenhum dos leilões. Operações como essa geralmente são realizadas para injetar liquidez no mercado à vista, equilibrando o sistema. Como o BC não aceitou propostas, as cotações do dólar ganharam um pouco de força no mercado à vista, mas depois retornaram para perto da estabilidade.
No fim da manhã, sem efeitos sobre as cotações, o BC vendeu 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 4 de maio.Durante a tarde, o otimismo nos mercados aumentou após notícias vindas do lado iraniano e do lado norte-americano.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, era esperado nesta sexta-feira na capital paquistanesa, Islamabad, para discutir propostas para reiniciar as negociações de paz com os EUA, mas fontes paquistanesas disseram que ele não deveria se encontrar com os negociadores norte-americanos no local. Já a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que o presidente Donald Trump planeja mandar os enviados especiais Steve Witkoff e Jared Kushner para negociações com Araqchi em Islamabad. A dupla partirá na manhã de sábado.
A expectativa de um desfecho para a guerra fez os rendimentos dos Treasuries se firmarem em baixa durante a tarde, enquanto o petróleo Brent reduziu os ganhos vistos mais cedo, ainda que seguisse acima dos US$105 o barril. Nos mercados globais de moedas, o dólar perdeu força ante boa parte das demais divisas, mas no Brasil a moeda norte-americana pouco se afastou da estabilidade até o fechamento.
"Sinais de continuidade nas negociações entre EUA e Irã e a extensão do cessar-fogo ajudaram a reduzir o prêmio de risco geopolítico, enquanto a queda nos rendimentos de curto prazo dos Treasuries enfraqueceu o DXY (índice do dólar)", pontuou Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, em comentário escrito.
Às 17h18, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,31%, a 98,519.
Ibovespa fecha em queda com Brava capitaneando perdas; Usiminas sobe
O Ibovespa fechou em queda nesta sexta-feira, com o cenário de incerteza no Oriente Médio endossando mais uma semana de correção na bolsa paulista, após recordes renovados em meados de abril.
As ações da Brava Energia figuraram entre as maiores quedas do dia em meio à repercussão da oferta da colombiana Ecopetrol, chegando a perder quase 8% na mínima, enquanto Usiminas abriu a temporada de balanços de empresas do Ibovespa com um lucro de quase R$900 milhões no primeiro trimestre, que fez suas ações dispararem mais de 10% no melhor momento.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,33%, a 190.745,02 pontos, acumulando um declínio de 2,55% na semana. Na máxima do dia, marcou 191.390,33 pontos. Na mínima, chegou a 189.962,93 pontos. O volume financeiro somou R$25,38 bilhões.
Tal desempenho distancia um pouco mais o Ibovespa da marca inédita dos 200 mil pontos, que chegou a avistar em meados do mês, quando superou pela primeira vez os 199 mil pontos na máxima do dia 14.
A fraqueza recente na bolsa paulista é acompanhada por alguma saída de capital externo, embora o saldo no mês permaneça positivo, em R$11 bilhões, considerando dados até o dia 22. Até o dia 15, porém, a B3 registrava uma entrada líquida de R$14,6 bilhões em abril. Investidores permanecem atentos à guerra no Oriente Médio, com o barril do petróleo chegando ao patamar de US$107 nesta sexta-feira antes de reduzir o fôlego e fechar com acréscimo de 0,25%, a US$105,33, no caso do barril sob o contrato Brent.
S&P 500 e Nasdaq têm fechamentos recordes com alta de tecnologia e esperanças de negociações com Irã
O S&P 500 e o Nasdaq tiveram fechamentos recordes nesta sexta-feira, impulsionados pelo otimismo em relação a possíveis negociações entre os EUA e o Irã para pôr fim à guerra e por um aumento nas ações da Intel, que ampliou a recuperação das ações de semicondutores.
Fontes do governo paquistanês disseram que o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, era esperado na capital paquistanesa, Islamabad, nesta sexta-feira, para discutir propostas para o reinício das negociações de paz. Já a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse em uma entrevista à Fox News que os enviados Steve Witkoff e Jared Kushner viajarão para Islamabad na manhã de sábado para conversações com o Irã mediadas pelo Paquistão.
O Dow Jones Industrial Average caiu 0,16%, para 49.230,71 pontos, enquanto o S&P 500 ganhou 0,80%, para 7.165,08 pontos, e o Nasdaq Composite subiu 1,63%, para 24.836,60 pontos.
Na semana, o S&P 500 ganhou 0,55%, o Nasdaq subiu 1,5% e o Dow caiu 0,44%. O índice de tecnologia S&P 500 subiu 2,46% e foi o de melhor desempenho entre os 11 principais setores do S&P. As ações de tecnologia também conseguiram ignorar a prévia do novo modelo altamente esperado da DeepSeek.
O S&P 500 e o Nasdaq registraram uma quarta semana consecutiva de ganhos, a maior sequência desde o quarto trimestre de 2024. O Dow, entretanto, interrompeu uma série de três semanas de alta.
A atenção também está se voltando para a reunião do Federal Reserve na próxima semana, que será examinada em busca de pistas sobre cortes nas taxas de juros e a sucessão da liderança do banco central.
O Departamento de Justiça dos EUA está encerrando sua investigação sobre o chair do Fed, Jerome Powell, eliminando um obstáculo para a confirmação de Kevin Warsh, escolhido por Trump para liderar o banco central. Os mercados estavam precificando uma chance de aproximadamente 39% de um corte de pelo menos 25 pontos-base na reunião de dezembro do Fed, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME, acima dos cerca de 23% da sessão anterior.
Um forte início da temporada de lucros ajudou a fortalecer as ações contra as notícias voláteis sobre o Irã. As expectativas de crescimento dos lucros para o primeiro trimestre estão agora em 16,1%, de acordo com dados da LSEG, acima dos 14,4% registrados no início de abril.
As bolsas da Europa fecharam em queda
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,75%, a 10.379,08 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,06%, a 24.140,87 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,84%, a 8.157,82 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,52%, a 47.656,11 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 registrou baixa de 1,06%, a 17.696,20 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,92%, a 9.123,76 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única
O índice japonês Nikkei subiu 0,97% em Tóquio, a 59.716,18 pontos
Kospi ficou praticamente estável em Seul, a 6.475,63 pontos,
Hang Seng avançou 0,24% em Hong Kong, a 25.978,07 pontos,
Taiex saltou 3,23% em Taiwan, a 38.932,40 pontos.
Na China continental: o Xangai Composto recuou 0,33%, a 4.079,90 pontos,
Shenzhen Composto caiu 0,60%, a 2.743,05 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,27% a 2.736,25 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 1,29% a 76.664,21 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana; O S&P/ASX 200 recuou 0,08% em Sydney, a 8.786,50 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
sexta-feira, 24 de abril de 2026
Gen V, derivado de The Boys, é cancelado
Gen V, a série derivada de The Boys, foi cancelada pelo Prime Video após duas temporadas. O fim da produção foi anunciado nesta sexta-feira (24), seis meses após o lançamento do segundo ano da produção.
Produtores do universo de The Boys -- agora chamado de Universo Cinematográfico da Vought --, Eric Kripke e Evan Goldberg enviaram um comunicado ao Deadline sobre o fim da série. No texto, eles prometem que personagens de Gen V aparecerão na série principal e nos próximos projetos da franquia:
"Apesar de desejarmos poder prolongar a festa por mais uma temporada na [Universidade] Godolkin, estamos empenhados em dar continuidade às histórias dos personagens de Gen V na quinta temporada de The Boys e em outros projetos do Universo Cinematográfico Vought que estão por vir. Vocês os verão novamente.”
A reportagem afirma que outros derivados, como The Boys: Mexico e Vought Rising, focado em Soldier Boy (Jensen Ackles) e Tempesta (Aya Cash) no passado, ainda estão em produção.
No fim da temporada anterior, vimos Hughie, Leite Materno (M.M.) e Frenchie serem capturados e enviados para "Campos da Liberdade". Annie (Starlight) conseguiu escapar voando, enquanto Kimiko continua desaparecida. Por sua vez, Butcher aceitou seu lado sombrio, potencializado pelo Composto V e por um tumor com tentáculos, decidido a usar o vírus que mata Supes.
Esta temporada marca o aguardado reencontro dos protagonistas de Supernatural. Jared Padalecki e Misha Collins entram para o elenco ao lado de Jensen Ackles (Soldier Boy). Ackles já adiantou que eles gravaram uma cena "totalmente maluca" que vai deixar os fãs sem palavras.
A crítica especializada já deu seu veredito. No Rotten Tomatoes, a 5ª temporada estreou com uma aprovação de 95% (Certified Fresh). Os especialistas concordam que a sátira está mais afiada do que nunca e que o final parece "merecido e inabalável".
The Boys está disponível no Prime Video. A 5ª e última temporada tem episódios lançados semanalmente às quartas, até o grande final marcado para dia 20 de maio.
Produtores do universo de The Boys -- agora chamado de Universo Cinematográfico da Vought --, Eric Kripke e Evan Goldberg enviaram um comunicado ao Deadline sobre o fim da série. No texto, eles prometem que personagens de Gen V aparecerão na série principal e nos próximos projetos da franquia:
"Apesar de desejarmos poder prolongar a festa por mais uma temporada na [Universidade] Godolkin, estamos empenhados em dar continuidade às histórias dos personagens de Gen V na quinta temporada de The Boys e em outros projetos do Universo Cinematográfico Vought que estão por vir. Vocês os verão novamente.”
A reportagem afirma que outros derivados, como The Boys: Mexico e Vought Rising, focado em Soldier Boy (Jensen Ackles) e Tempesta (Aya Cash) no passado, ainda estão em produção.
No fim da temporada anterior, vimos Hughie, Leite Materno (M.M.) e Frenchie serem capturados e enviados para "Campos da Liberdade". Annie (Starlight) conseguiu escapar voando, enquanto Kimiko continua desaparecida. Por sua vez, Butcher aceitou seu lado sombrio, potencializado pelo Composto V e por um tumor com tentáculos, decidido a usar o vírus que mata Supes.
Esta temporada marca o aguardado reencontro dos protagonistas de Supernatural. Jared Padalecki e Misha Collins entram para o elenco ao lado de Jensen Ackles (Soldier Boy). Ackles já adiantou que eles gravaram uma cena "totalmente maluca" que vai deixar os fãs sem palavras.
A crítica especializada já deu seu veredito. No Rotten Tomatoes, a 5ª temporada estreou com uma aprovação de 95% (Certified Fresh). Os especialistas concordam que a sátira está mais afiada do que nunca e que o final parece "merecido e inabalável".
The Boys está disponível no Prime Video. A 5ª e última temporada tem episódios lançados semanalmente às quartas, até o grande final marcado para dia 20 de maio.
Enola Holmes 3 ganha data na Netflix
Enola Holmes (Millie Bobby Brown) já tem data para voltar com um novo caso. A Netflix confirmou que o filme Enola Holmes 3 chegará ao seu catálogo em 1º de julho. A informação foi divulgada no site da empresa, Tudum, em uma lista de adaptações de livros que a gigante do streaming lançará em 2026.
Em Enola Holmes 3, a jovem detetive Enola Holmes viaja para Malta e se envolve em um caso mais perigoso e complexo do que qualquer outro que já enfrentou. Durante a investigação, seus objetivos pessoais e sua carreira entram em conflito. A história é inspirada nos livros de Nancy Springer.
Além de Brown, o elenco também conta com Louis Partridge, Himesh Patel, Sharon Duncan-Brewster, Henry Cavill e Helena Bonham Carter.
Filipe Barantini fica a cargo da direção e o roteiro é de Jack Thorne.
Enola Holmes 3 estreia em 1º de julho na Netflix.
Em Enola Holmes 3, a jovem detetive Enola Holmes viaja para Malta e se envolve em um caso mais perigoso e complexo do que qualquer outro que já enfrentou. Durante a investigação, seus objetivos pessoais e sua carreira entram em conflito. A história é inspirada nos livros de Nancy Springer.
Além de Brown, o elenco também conta com Louis Partridge, Himesh Patel, Sharon Duncan-Brewster, Henry Cavill e Helena Bonham Carter.
Filipe Barantini fica a cargo da direção e o roteiro é de Jack Thorne.
Enola Holmes 3 estreia em 1º de julho na Netflix.
Scooby-Doo: Série da Netflix ganha primeira imagem oficial e titulo
A Netflix divulgou, nesta sexta-feira (24), o título oficial, a primeira imagem e anunciou o início das filmagens da nova série live-action de Scooby-Doo, que estreia em breve na plataforma de streaming.
Apresentada como uma releitura contemporânea da animação clássica, Scooby-Doo: A Origem, como foi batizada a novidade, acompanha os amigos Salsicha e Daphne tentando resolver um mistério envolvendo um filhote de cachorro perdido, que pode ter presenciado um assassinato de origem sobrenatural.
Para ajudar com a missão, a dupla se une à inteligentíssima Velma e ao estranho, mas carismático Freddy. No entanto, a investigação, que parecia ser apenas uma aventura entre um novo quarteto de amigos, acaba trazendo à tona segredos que cada um tenta esconder.
O destaque do elenco vai para McKenna Grace, que recentemente esteve em Pânico 7 e, em breve, será vista em Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, como Daphne Blake, a patricinha ruiva da Mistério S.A..
Além da atriz, Scooby-Doo: A Origem ainda conta com Tanner Hagen (The Pitt) como Salsicha Rogers, Abby Ryder Fortson (Crescendo Juntas) como Velma Dinkley, Maxwell Jenkins (Perdidos no Espaço) como Fred Jones e Paul Walter Hauser (Quarteto Fantástico: Primeiros Passos) em papel ainda não-revelado.
Com oito episódios em sua primeira e, até então, única temporada, Scooby-Doo: A Origem ainda não tem data de estreia confirmada na Netflix.
Apresentada como uma releitura contemporânea da animação clássica, Scooby-Doo: A Origem, como foi batizada a novidade, acompanha os amigos Salsicha e Daphne tentando resolver um mistério envolvendo um filhote de cachorro perdido, que pode ter presenciado um assassinato de origem sobrenatural.
Para ajudar com a missão, a dupla se une à inteligentíssima Velma e ao estranho, mas carismático Freddy. No entanto, a investigação, que parecia ser apenas uma aventura entre um novo quarteto de amigos, acaba trazendo à tona segredos que cada um tenta esconder.
O destaque do elenco vai para McKenna Grace, que recentemente esteve em Pânico 7 e, em breve, será vista em Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, como Daphne Blake, a patricinha ruiva da Mistério S.A..
Além da atriz, Scooby-Doo: A Origem ainda conta com Tanner Hagen (The Pitt) como Salsicha Rogers, Abby Ryder Fortson (Crescendo Juntas) como Velma Dinkley, Maxwell Jenkins (Perdidos no Espaço) como Fred Jones e Paul Walter Hauser (Quarteto Fantástico: Primeiros Passos) em papel ainda não-revelado.
Com oito episódios em sua primeira e, até então, única temporada, Scooby-Doo: A Origem ainda não tem data de estreia confirmada na Netflix.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 24/04/26
As bolsas da Europa fecharam em queda nesta sexta-feira (24) à medida que investidores permanecem cautelosos diante da falta de novidades em relação ao possível diálogo entre os Estados Unidos e o Irã para um cessar-fogo que pode encerrar o conflito no Oriente Médio.
Preocupações sobre a situação no Estreito de Ormuz pesam nas negociações, apesar do alívio fornecido por balanços corporativos.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,75%, a 10.379,08 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,06%, a 24.140,87 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,84%, a 8.157,82 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,52%, a 47.656,11 pontos. Em Madri, o Ibex 35 registrou baixa de 1,06%, a 17.696,20 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,92%, a 9.123,76 pontos. As cotações são preliminares.
O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a ameaçar o Irã com a possibilidade de uma ação militar, caso não haja acordo entre as partes, enquanto o secretário americano de Guerra, Pete Hegseth, cobrou a Europa para um maior engajamento para a resolução do conflito, considerando a dependência sobre Ormuz.
Em repercussão, o chanceler da Alemanha, Freidrich Merz, disse que a UE (União Europeia) está disposta a aliviar gradualmente as sanções ao Irã se um acordo for firmado, mas o presidente do Conselho Europeu, António Costa, alertou que não podem se esquivar de abordar o fato de que os interesses americanos não estão mais alinhados com os de Bruxelas.
À espera da decisão de juros do BCE (Banco Central Europeu) na próxima semana, investidores digeriram mais dados antes da reunião. O índice alemão Ifo de sentimento das empresas caiu para níveis da pandemia, e o ING ressaltou que a queda coloca a economia da Alemanha de volta à crise, além de preocupações sobre os impactos econômicos da guerra.
No setor corporativo, a alemã SAP fechou em alta de cerca de 4%, depois de registrar avanço anual do lucro e da receita e reafirmar o guidance para o ano. Em repercussão ao balanço, a Renault caiu 3,3%, enquanto a Volvo subiu 1,6%.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Preocupações sobre a situação no Estreito de Ormuz pesam nas negociações, apesar do alívio fornecido por balanços corporativos.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,75%, a 10.379,08 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,06%, a 24.140,87 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,84%, a 8.157,82 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,52%, a 47.656,11 pontos. Em Madri, o Ibex 35 registrou baixa de 1,06%, a 17.696,20 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,92%, a 9.123,76 pontos. As cotações são preliminares.
O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a ameaçar o Irã com a possibilidade de uma ação militar, caso não haja acordo entre as partes, enquanto o secretário americano de Guerra, Pete Hegseth, cobrou a Europa para um maior engajamento para a resolução do conflito, considerando a dependência sobre Ormuz.
Em repercussão, o chanceler da Alemanha, Freidrich Merz, disse que a UE (União Europeia) está disposta a aliviar gradualmente as sanções ao Irã se um acordo for firmado, mas o presidente do Conselho Europeu, António Costa, alertou que não podem se esquivar de abordar o fato de que os interesses americanos não estão mais alinhados com os de Bruxelas.
À espera da decisão de juros do BCE (Banco Central Europeu) na próxima semana, investidores digeriram mais dados antes da reunião. O índice alemão Ifo de sentimento das empresas caiu para níveis da pandemia, e o ING ressaltou que a queda coloca a economia da Alemanha de volta à crise, além de preocupações sobre os impactos econômicos da guerra.
No setor corporativo, a alemã SAP fechou em alta de cerca de 4%, depois de registrar avanço anual do lucro e da receita e reafirmar o guidance para o ano. Em repercussão ao balanço, a Renault caiu 3,3%, enquanto a Volvo subiu 1,6%.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia: 24/04/26
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta sexta-feira (24), em meio ao impasse nas discussões para encerrar a guerra entre EUA e Irã e após a renovação do cessar-fogo entre Israel e Líbano por mais três semanas.
O índice japonês Nikkei subiu 0,97% em Tóquio, a 59.716,18 pontos, novo recorde, diante do bom desempenho de ações ligadas ao setor de chips.
Em outras partes da Ásia, o sul-coreano Kospi ficou praticamente estável em Seul, a 6.475,63 pontos, enquanto o Hang Seng avançou 0,24% em Hong Kong, a 25.978,07 pontos, e o Taiex saltou 3,23% em Taiwan, a 38.932,40 pontos, apoiado pela TSMC (+5,05%), fabricante terceirizada de semicondutores com forte peso no índice.
Na China continental, o pregão foi de perdas: o Xangai Composto recuou 0,33%, a 4.079,90 pontos, e o Shenzhen Composto caiu 0,60%, a 2.743,05 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,27% a 2.736,25 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 1,29% a 76.664,21 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana encerrou a sessão em leve baixa. O S&P/ASX 200 recuou 0,08% em Sydney, a 8.786,50 pontos.
Não houve sinais claros de avanços rumo a uma nova rodada de negociações de paz entre EUA e Irã, mesmo depois de o presidente Donald Trump ter estendido a trégua com Teerã por tempo indeterminado.
O Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial, permanece em grande parte fechado, e um bloqueio naval dos EUA aos portos iranianos continua em vigor.
Trump disse ontem que as Forças Armadas dos EUA estavam intensificando seus esforços de remoção de minas no estreito e ordenou aos militares que "atirem para matar" pequenas embarcações iranianas que estejam colocando minas na área. O quadro indefinido entre EUA e Irã impulsiona as cotações do petróleo pelo quinto dia consecutivo. Há pouco, o barril do Brent subia 1,5%, para perto de US$ 101.
Por outro lado, Israel e Líbano concordaram em estender seu cessar-fogo por três semanas, após reunião ontem com altos funcionários da Casa Branca, em Washington.
Fontes: Dow Jones Newswires.
O índice japonês Nikkei subiu 0,97% em Tóquio, a 59.716,18 pontos, novo recorde, diante do bom desempenho de ações ligadas ao setor de chips.
Em outras partes da Ásia, o sul-coreano Kospi ficou praticamente estável em Seul, a 6.475,63 pontos, enquanto o Hang Seng avançou 0,24% em Hong Kong, a 25.978,07 pontos, e o Taiex saltou 3,23% em Taiwan, a 38.932,40 pontos, apoiado pela TSMC (+5,05%), fabricante terceirizada de semicondutores com forte peso no índice.
Na China continental, o pregão foi de perdas: o Xangai Composto recuou 0,33%, a 4.079,90 pontos, e o Shenzhen Composto caiu 0,60%, a 2.743,05 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,27% a 2.736,25 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 1,29% a 76.664,21 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana encerrou a sessão em leve baixa. O S&P/ASX 200 recuou 0,08% em Sydney, a 8.786,50 pontos.
Não houve sinais claros de avanços rumo a uma nova rodada de negociações de paz entre EUA e Irã, mesmo depois de o presidente Donald Trump ter estendido a trégua com Teerã por tempo indeterminado.
O Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial, permanece em grande parte fechado, e um bloqueio naval dos EUA aos portos iranianos continua em vigor.
Trump disse ontem que as Forças Armadas dos EUA estavam intensificando seus esforços de remoção de minas no estreito e ordenou aos militares que "atirem para matar" pequenas embarcações iranianas que estejam colocando minas na área. O quadro indefinido entre EUA e Irã impulsiona as cotações do petróleo pelo quinto dia consecutivo. Há pouco, o barril do Brent subia 1,5%, para perto de US$ 101.
Por outro lado, Israel e Líbano concordaram em estender seu cessar-fogo por três semanas, após reunião ontem com altos funcionários da Casa Branca, em Washington.
Fontes: Dow Jones Newswires.
quinta-feira, 23 de abril de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 23/04/26
Bitcoin: R$ 391.230,33 Reais e US$ 77.883,80 Dólares.
Dólar volta a fechar acima de R$5,00 após cenário externo se deteriorar à tarde
Após sustentar baixas até o início da tarde, o dólar virou para o território positivo e se firmou em alta no Brasil, encerrando a quinta-feira acima dos R$5,00, em meio a notícias que colocam em dúvida um possível acordo de paz entre EUA e Irã.
O dólar à vista fechou o dia em alta de 0,62%, aos R$5,0046. Desde 10 de abril a moeda norte-americana não encerrava acima de R$5,00. No ano, a divisa dos EUA passou a acumular queda de 8,82% ante o real. Às 17h03, o dólar futuro para maio -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 0,74% na B3, aos R$5,0095.
Até o início da tarde o dólar oscilou em baixa ante o real, dando continuidade ao movimento mais recente de fortalecimento do real, ainda que o cenário no Oriente Médio seguisse nebuloso. À tarde, porém, a tendência mudou, em meio a declarações de autoridades dos dois lados da guerra.
O presidente norte-americano, Donald Trump, disse que um acordo com o Irã só será feito quando for "apropriado e bom" para os EUA. Já o presidente do Irã disse na rede X que o "agressor" se arrependerá. Também durante a tarde, surgiram notícias sobre a ativação de defesas aéreas no Irã, apesar do cessar-fogo.
Na esteira do noticiário, o dólar ganhou força, passando a subir ante a maior parte das demais divisas, incluindo o real. Após marcar a cotação mínima de R$4,9400 (-0,68%) às 12h14, o dólar à vista atingiu a máxima de R$5,0182 (+0,90%) às 16h36.
“No fim da tarde, a gente viu... o dólar ganhando força, muito por conta da questão da guerra. Existem ainda incertezas em relação a este assunto, não se sabe se o cessar-fogo vai continuar, se não vai continuar, se a gente vai ver um fim próximo da guerra ou não”, comentou Cristiane Quartaroli, economista-chefe do Ouribank e especialista em câmbio. “E isso acaba trazendo volatilidade para a moeda.”
No exterior, também sob a influência do noticiário sobre a guerra, às 17h09 o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,21%, a 98,822. No fim da manhã, sem efeito sobre as cotações, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 4 de maio.
À tarde, o BC informou que o Brasil registrou fluxo cambial total negativo de US$3,200 bilhões em abril até o dia 17. Desde que a guerra começou, no fim de fevereiro, já saíram do país US$9,550 bilhões líquidos.
Ibovespa fecha em queda com indefinição sobre guerra no Oriente Médio
O Ibovespa fechou em queda nesta quinta-feira, em meio ao ambiente avesso ao risco nos mercados globais, diante da persistência de incertezas sobre como e quando a guerra no Oriente Médio poderá ser resolvida.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,78%, a 191.378,43 pontos, após marcar 190.929,82 na mínima e 193.346,63 na máxima do dia. O volume financeiro somou R$24,9 bilhões.
Ações nos EUA fecham em baixa com esperanças mais fracas de acordo com Irã e resultados trimestrais mistos
As ações norte-americanas caíram em negociações instáveis nesta quinta-feira, com a diminuição das esperanças de um fim rápido para a guerra contra o Irã, enquanto os investidores avaliavam um conjunto de resultados mistos de empresas, com o ressurgimento de preocupações sobre a desorganização causada pela IA no setor de software.
As ações vinham se mantendo praticamente inalteradas depois que o Irã reforçou o controle sobre o Estreito de Ormuz. Teerã divulgou imagens de seus comandos invadindo um enorme navio de carga que eles alegaram ter apreendido, enquanto exigia que os EUA suspendessem seu bloqueio naval aos portos iranianos.
O Dow Jones Industrial Average caiu 0,36%, para 49.310,32 pontos, o S&P 500 perdeu 0,41%, para 7.108,40 pontos, e o Nasdaq Composite recuou 0,89%, para 24.438,50 pontos.
As bolsas europeias fecharam sem direção única
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,19%, a 10.457,01 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,06%, a 24.180,68 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,87%, a 8.227,32 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,26%, a 47.907,41 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,53%, a 17.910,60 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,25%, a 9.208,77 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa
O índice japonês Nikkei caiu 0,75% em Tóquio, a 59.140,23 pontos,
Hang Seng recuou 0,95% em Hong Kong, a 25.915,20 pontos,
Taiex cedeu 0,43% em Taiwan, a 37.714,15 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto teve modesta perda de 0,32%, a 4.093,25 pontos,
Shenzhen Composto registrou queda mais expressiva, de 1,05%, a 2.759,62 pontos.
Kospi avançou 0,90% em Seul, a 6.475,81 pontos,
Na Oceania, a bolsa australiana, S&P/ASX 200 recuou 0,57% em Sydney, a 8.793,40 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,48% a 2.774,94 pontos,
Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 1,09% a 77.664,00 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Dólar volta a fechar acima de R$5,00 após cenário externo se deteriorar à tarde
Após sustentar baixas até o início da tarde, o dólar virou para o território positivo e se firmou em alta no Brasil, encerrando a quinta-feira acima dos R$5,00, em meio a notícias que colocam em dúvida um possível acordo de paz entre EUA e Irã.
O dólar à vista fechou o dia em alta de 0,62%, aos R$5,0046. Desde 10 de abril a moeda norte-americana não encerrava acima de R$5,00. No ano, a divisa dos EUA passou a acumular queda de 8,82% ante o real. Às 17h03, o dólar futuro para maio -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 0,74% na B3, aos R$5,0095.
Até o início da tarde o dólar oscilou em baixa ante o real, dando continuidade ao movimento mais recente de fortalecimento do real, ainda que o cenário no Oriente Médio seguisse nebuloso. À tarde, porém, a tendência mudou, em meio a declarações de autoridades dos dois lados da guerra.
O presidente norte-americano, Donald Trump, disse que um acordo com o Irã só será feito quando for "apropriado e bom" para os EUA. Já o presidente do Irã disse na rede X que o "agressor" se arrependerá. Também durante a tarde, surgiram notícias sobre a ativação de defesas aéreas no Irã, apesar do cessar-fogo.
Na esteira do noticiário, o dólar ganhou força, passando a subir ante a maior parte das demais divisas, incluindo o real. Após marcar a cotação mínima de R$4,9400 (-0,68%) às 12h14, o dólar à vista atingiu a máxima de R$5,0182 (+0,90%) às 16h36.
“No fim da tarde, a gente viu... o dólar ganhando força, muito por conta da questão da guerra. Existem ainda incertezas em relação a este assunto, não se sabe se o cessar-fogo vai continuar, se não vai continuar, se a gente vai ver um fim próximo da guerra ou não”, comentou Cristiane Quartaroli, economista-chefe do Ouribank e especialista em câmbio. “E isso acaba trazendo volatilidade para a moeda.”
No exterior, também sob a influência do noticiário sobre a guerra, às 17h09 o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,21%, a 98,822. No fim da manhã, sem efeito sobre as cotações, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 4 de maio.
À tarde, o BC informou que o Brasil registrou fluxo cambial total negativo de US$3,200 bilhões em abril até o dia 17. Desde que a guerra começou, no fim de fevereiro, já saíram do país US$9,550 bilhões líquidos.
Ibovespa fecha em queda com indefinição sobre guerra no Oriente Médio
O Ibovespa fechou em queda nesta quinta-feira, em meio ao ambiente avesso ao risco nos mercados globais, diante da persistência de incertezas sobre como e quando a guerra no Oriente Médio poderá ser resolvida.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,78%, a 191.378,43 pontos, após marcar 190.929,82 na mínima e 193.346,63 na máxima do dia. O volume financeiro somou R$24,9 bilhões.
Ações nos EUA fecham em baixa com esperanças mais fracas de acordo com Irã e resultados trimestrais mistos
As ações norte-americanas caíram em negociações instáveis nesta quinta-feira, com a diminuição das esperanças de um fim rápido para a guerra contra o Irã, enquanto os investidores avaliavam um conjunto de resultados mistos de empresas, com o ressurgimento de preocupações sobre a desorganização causada pela IA no setor de software.
As ações vinham se mantendo praticamente inalteradas depois que o Irã reforçou o controle sobre o Estreito de Ormuz. Teerã divulgou imagens de seus comandos invadindo um enorme navio de carga que eles alegaram ter apreendido, enquanto exigia que os EUA suspendessem seu bloqueio naval aos portos iranianos.
O Dow Jones Industrial Average caiu 0,36%, para 49.310,32 pontos, o S&P 500 perdeu 0,41%, para 7.108,40 pontos, e o Nasdaq Composite recuou 0,89%, para 24.438,50 pontos.
As bolsas europeias fecharam sem direção única
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,19%, a 10.457,01 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,06%, a 24.180,68 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,87%, a 8.227,32 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,26%, a 47.907,41 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,53%, a 17.910,60 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,25%, a 9.208,77 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa
O índice japonês Nikkei caiu 0,75% em Tóquio, a 59.140,23 pontos,
Hang Seng recuou 0,95% em Hong Kong, a 25.915,20 pontos,
Taiex cedeu 0,43% em Taiwan, a 37.714,15 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto teve modesta perda de 0,32%, a 4.093,25 pontos,
Shenzhen Composto registrou queda mais expressiva, de 1,05%, a 2.759,62 pontos.
Kospi avançou 0,90% em Seul, a 6.475,81 pontos,
Na Oceania, a bolsa australiana, S&P/ASX 200 recuou 0,57% em Sydney, a 8.793,40 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,48% a 2.774,94 pontos,
Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 1,09% a 77.664,00 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
He-Man, Mestres do Universo novo trailer internacional
O live-action de He-Man, Mestres do Universo, revelou cenas inéditas em novo trailer internacional.
Nicholas Galitzine fará o personagem principal, o Príncipe Adam que quando empunha a espada e invoca o poder de Grayskull, assume a forma do herói He-Man.
Também no elenco do filme estão Camila Mendes (como Teela), Idris Elba (como Mentor), Allison Brie (como Maligna), Morena Baccarin (como a Fetiticeira) e, no papel do vilão Esqueleto, Jared Leto.
Outros personagens de He-Man no filme incluem o Homem-Cabra (Hafthor Bjornsson), Mandíbula (Sam C. Wilson), Roboto (Kristen Wiig), Aríete (Jon Xue Zhang) e, claro, o Rei Randor (James Purefoy) e a Rainha Marlena (Charlotte Riley).
Adam caiu na Terra quando era criança e perdeu a espada mágica que o ligava a Eternia. Quase 20 anos depois, ele a recupera e retorna ao seu planeta natal para protegê-lo do malvado Skeletor, mas primeiro precisa desvendar seu passado.
O novo Mestres do Universo tem estreia marcada para 4 de junho de 2026.
Nicholas Galitzine fará o personagem principal, o Príncipe Adam que quando empunha a espada e invoca o poder de Grayskull, assume a forma do herói He-Man.
Também no elenco do filme estão Camila Mendes (como Teela), Idris Elba (como Mentor), Allison Brie (como Maligna), Morena Baccarin (como a Fetiticeira) e, no papel do vilão Esqueleto, Jared Leto.
Outros personagens de He-Man no filme incluem o Homem-Cabra (Hafthor Bjornsson), Mandíbula (Sam C. Wilson), Roboto (Kristen Wiig), Aríete (Jon Xue Zhang) e, claro, o Rei Randor (James Purefoy) e a Rainha Marlena (Charlotte Riley).
Adam caiu na Terra quando era criança e perdeu a espada mágica que o ligava a Eternia. Quase 20 anos depois, ele a recupera e retorna ao seu planeta natal para protegê-lo do malvado Skeletor, mas primeiro precisa desvendar seu passado.
O novo Mestres do Universo tem estreia marcada para 4 de junho de 2026.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 23/04/26
As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta quinta-feira (23) em sessão marcada pela cautela dos investidores diante da escalada das tensões no Oriente Médio e do avanço do petróleo, enquanto uma bateria de balanços corporativos e indicadores econômicos trouxe volatilidade adicional aos mercados.
Dados fracos de atividade na zona do euro e a revisão para baixo das projeções de crescimento da Alemanha reforçaram preocupações com o impacto econômico do conflito, limitando uma recuperação mais consistente dos índices.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,19%, a 10.457,01 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,06%, a 24.180,68 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,87%, a 8.227,32 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,26%, a 47.907,41 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,53%, a 17.910,60 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,25%, a 9.208,77 pontos. As cotações são preliminares.
O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro caiu para 48,6 em abril, em nível de contração, enquanto o índice da Alemanha tombou para 48,3.
O Ministério da Economia alemão cortou pela metade a projeção de crescimento do país em 2026, para 0,5%, citando a guerra entre Irã e EUA e o fechamento do Estreito de Ormuz.
Para a XTB, a ampliação do bloqueio naval americano torna mais difíceis as negociações de paz e afeta diretamente o fluxo global de petróleo e comércio. Já o ING alertou para o risco de interrupções prolongadas na oferta.
Entre os destaques corporativos, a L'Oréal saltou cerca de 9% em Paris, ajudando a dar suporte ao índice francês, após divulgar o crescimento trimestral mais forte em dois anos. Em Zurique, a Nestlé avançou quase 6% com vendas orgânicas acima do esperado, enquanto a Roche subiu 3% após reafirmar projeções.
A STMicroelectronics disparou quase 14,5% com resultado forte e perspectiva favorável para receitas ligadas à IA (inteligência artificial), e a Nokia (+5,6%) ganhou fôlego após lucro acima do previsto. Na contramão, a Heineken caiu cerca de 1,2% em Amsterdã com fraqueza nas vendas de cerveja.
Com informações da Dow Jones Newswires.
Dados fracos de atividade na zona do euro e a revisão para baixo das projeções de crescimento da Alemanha reforçaram preocupações com o impacto econômico do conflito, limitando uma recuperação mais consistente dos índices.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,19%, a 10.457,01 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,06%, a 24.180,68 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,87%, a 8.227,32 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,26%, a 47.907,41 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,53%, a 17.910,60 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,25%, a 9.208,77 pontos. As cotações são preliminares.
O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro caiu para 48,6 em abril, em nível de contração, enquanto o índice da Alemanha tombou para 48,3.
O Ministério da Economia alemão cortou pela metade a projeção de crescimento do país em 2026, para 0,5%, citando a guerra entre Irã e EUA e o fechamento do Estreito de Ormuz.
Para a XTB, a ampliação do bloqueio naval americano torna mais difíceis as negociações de paz e afeta diretamente o fluxo global de petróleo e comércio. Já o ING alertou para o risco de interrupções prolongadas na oferta.
Entre os destaques corporativos, a L'Oréal saltou cerca de 9% em Paris, ajudando a dar suporte ao índice francês, após divulgar o crescimento trimestral mais forte em dois anos. Em Zurique, a Nestlé avançou quase 6% com vendas orgânicas acima do esperado, enquanto a Roche subiu 3% após reafirmar projeções.
A STMicroelectronics disparou quase 14,5% com resultado forte e perspectiva favorável para receitas ligadas à IA (inteligência artificial), e a Nokia (+5,6%) ganhou fôlego após lucro acima do previsto. Na contramão, a Heineken caiu cerca de 1,2% em Amsterdã com fraqueza nas vendas de cerveja.
Com informações da Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia: 23/04/26
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta quinta-feira (23), enquanto o petróleo seguiu avançando em meio à continuidade das tensões no Oriente Médio, apesar da extensão do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã.
O índice japonês Nikkei caiu 0,75% em Tóquio, a 59.140,23 pontos, enquanto o Hang Seng recuou 0,95% em Hong Kong, a 25.915,20 pontos, e o Taiex cedeu 0,43% em Taiwan, a 37.714,15 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto teve modesta perda de 0,32%, a 4.093,25 pontos, e o Shenzhen Composto registrou queda mais expressiva, de 1,05%, a 2.759,62 pontos.
Exceção na região asiática, o Kospi avançou 0,90% em Seul, a 6.475,81 pontos, novo recorde, após dados de crescimento da Coreia do Sul melhores do que o esperado e o desempenho positivo de grandes fabricantes de semicondutores: Samsung Electronics saltou 3,2% e a SK Hynix garantiu ligeiro ganho de 0,16%, após divulgar balanço.
Na Oceania, a bolsa australiana seguiu o viés negativo da Ásia, e o S&P/ASX 200 recuou 0,57% em Sydney, a 8.793,40 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,48% a 2.774,94 pontos, na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 1,09% a 77.664,00 pontos.
A cautela predominante na Ásia veio após relatos de que o Irã apreendeu dois navios no Estreito de Ormuz e de que os EUA interceptaram pelo menos três petroleiros com bandeira iraniana em águas asiáticas, embora o presidente Donald Trump tenha estendido a trégua entre os dois países por tempo indeterminado.
Incertezas sobre uma possível segunda rodada de negociações entre EUA e Irã impulsionam os preços do petróleo pelo quarto dia consecutivo. Há pouco, o Brent subia mais de 2%, para cerca de US$ 104 o barril.
Fontes: Dow Jones Newswires.
O índice japonês Nikkei caiu 0,75% em Tóquio, a 59.140,23 pontos, enquanto o Hang Seng recuou 0,95% em Hong Kong, a 25.915,20 pontos, e o Taiex cedeu 0,43% em Taiwan, a 37.714,15 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto teve modesta perda de 0,32%, a 4.093,25 pontos, e o Shenzhen Composto registrou queda mais expressiva, de 1,05%, a 2.759,62 pontos.
Exceção na região asiática, o Kospi avançou 0,90% em Seul, a 6.475,81 pontos, novo recorde, após dados de crescimento da Coreia do Sul melhores do que o esperado e o desempenho positivo de grandes fabricantes de semicondutores: Samsung Electronics saltou 3,2% e a SK Hynix garantiu ligeiro ganho de 0,16%, após divulgar balanço.
Na Oceania, a bolsa australiana seguiu o viés negativo da Ásia, e o S&P/ASX 200 recuou 0,57% em Sydney, a 8.793,40 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,48% a 2.774,94 pontos, na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 1,09% a 77.664,00 pontos.
A cautela predominante na Ásia veio após relatos de que o Irã apreendeu dois navios no Estreito de Ormuz e de que os EUA interceptaram pelo menos três petroleiros com bandeira iraniana em águas asiáticas, embora o presidente Donald Trump tenha estendido a trégua entre os dois países por tempo indeterminado.
Incertezas sobre uma possível segunda rodada de negociações entre EUA e Irã impulsionam os preços do petróleo pelo quarto dia consecutivo. Há pouco, o Brent subia mais de 2%, para cerca de US$ 104 o barril.
Fontes: Dow Jones Newswires.
HBO Max começa a proibir compartilhamento de senhas no Brasil
Seguindo a tendência da indústria do streaming, a HBO Max começou oficialmente a proibir o compartilhamento de senhas no Brasil.
As contas do serviço de streaming da Warner agora são restritas aos moradores de uma mesma residência. Caso deseje dividir a assinatura com quem mora em outro endereço, será necessário pagar uma taxa de R$ 14,90 por membro extra. Por enquanto, a funcionalidade não está disponível para assinantes que pagam através de terceiros, como lojas de aplicativos ou operadoras de TV e internet.
O titular da conta principal é o responsável pelo pagamento do membro extra, que passará a ter sua própria conta, senha e perfil individual. Entre os benefícios, o membro adicional poderá assistir ao conteúdo em qualquer dispositivo compatível (um por vez) e terá acesso aos mesmos recursos do plano do titular — incluindo qualidade 4K Ultra HD, caso o plano base seja o Premium.
Um detalhe importante é que a plataforma permite a transferência de um perfil adulto já existente para a nova conta do convidado, preservando o histórico de exibição e a lista de favoritos. Para ser um membro adicional, é necessário ter mais de 18 anos e residir no mesmo país onde a conta original foi assinada.
É basicamente um formato muito parecido com o que a Netflix adotou recentemente. A medida busca aumentar a receita direta da plataforma e incentivar assinaturas individuais, restando agora ao consumidor avaliar se o custo-benefício da taxa adicional compensa a manutenção do acesso compartilhado em relação aos planos concorrentes.
As contas do serviço de streaming da Warner agora são restritas aos moradores de uma mesma residência. Caso deseje dividir a assinatura com quem mora em outro endereço, será necessário pagar uma taxa de R$ 14,90 por membro extra. Por enquanto, a funcionalidade não está disponível para assinantes que pagam através de terceiros, como lojas de aplicativos ou operadoras de TV e internet.
O titular da conta principal é o responsável pelo pagamento do membro extra, que passará a ter sua própria conta, senha e perfil individual. Entre os benefícios, o membro adicional poderá assistir ao conteúdo em qualquer dispositivo compatível (um por vez) e terá acesso aos mesmos recursos do plano do titular — incluindo qualidade 4K Ultra HD, caso o plano base seja o Premium.
Um detalhe importante é que a plataforma permite a transferência de um perfil adulto já existente para a nova conta do convidado, preservando o histórico de exibição e a lista de favoritos. Para ser um membro adicional, é necessário ter mais de 18 anos e residir no mesmo país onde a conta original foi assinada.
É basicamente um formato muito parecido com o que a Netflix adotou recentemente. A medida busca aumentar a receita direta da plataforma e incentivar assinaturas individuais, restando agora ao consumidor avaliar se o custo-benefício da taxa adicional compensa a manutenção do acesso compartilhado em relação aos planos concorrentes.
Lanternas: Veja o primeiro pôster oficial da série
Lanternas já tinha ganhado um trailer, mas o primeiro pôster oficial só foi divulgado agora. O material traz uma forte provocação: John Stewart (Aaron Pierre) e Hal Jordan (Kyle Chandler) não poderão ser Lanternas Verdes juntos. Um vai ter que ceder para o outro.
Lanternas estreia na HBO e na HBO Max em agosto. A trama, que faz parte do DCU, segue os Lanternas Verdes investigando um mistério sombrio no Coração dos EUA.
Chris Mundy, Damon Lindelof e Tom King são os criadores da série.
Lanternas estreia na HBO e na HBO Max em agosto. A trama, que faz parte do DCU, segue os Lanternas Verdes investigando um mistério sombrio no Coração dos EUA.
Chris Mundy, Damon Lindelof e Tom King são os criadores da série.
Acionistas da Warner votam a favor de fusão com a Paramount
Nesta quinta-feira (23), os acionistas da Warner Bros. estiveram presentes em uma reunião virtual para uma votação sobre a fusão do estúdio com a Paramount Skydance, e o veredito parece ter sido favorável.
De acordo com o Deadline, os proprietários da empresa aprovaram a venda da WBD para David Ellison, no entanto, se posicionaram contra uma cláusula que beneficiaria o CEO David Zaslav.
Os acionistas votaram contra a possibilidade de Zaslav receber uma compensação superior a US$ 550 milhões em dinheiro e ações, caso a fusão seja concluída até o final deste ano. A decisão tomada pelo grupo sobre a remuneração, no entanto, não é vinculativa, o que significa que o CEO da Warner ainda poderá recorrer ao pacote que pode ultrapassar até US$ 800 milhões.
Em um momento de reestruturação dos conglomerados, o voto dos acionistas sobre a compensação de Zalasv escancara a enorme insatisfação de seus parceiros de negócios, que temem que parte de seus lucros seja direcionada para o antigo chefão do estúdio, prejudicando-os.
Anunciada ao final de fevereiro, após a desistência da Netflix em comprar os ativos de streaming e cinema da WBD, o acordo com a Paramount está avaliado em US$ 110 bilhões, oferecendo US$ 31 por ação.
A Skydance Media, diferente da gigante dos streamings, está adquirindo os direitos de todos os negócios da empresa, incluindo seus ativos tradicionais de TV. Agora, os estúdios terão que aguardar pela aprovação regulatória, com a Paramount otimista de que a transação será concluída ao final do terceiro trimestre de 2026.
O Departamento de Justiça dos EUA segue analisando a venda da Warner.
De acordo com o Deadline, os proprietários da empresa aprovaram a venda da WBD para David Ellison, no entanto, se posicionaram contra uma cláusula que beneficiaria o CEO David Zaslav.
Os acionistas votaram contra a possibilidade de Zaslav receber uma compensação superior a US$ 550 milhões em dinheiro e ações, caso a fusão seja concluída até o final deste ano. A decisão tomada pelo grupo sobre a remuneração, no entanto, não é vinculativa, o que significa que o CEO da Warner ainda poderá recorrer ao pacote que pode ultrapassar até US$ 800 milhões.
Em um momento de reestruturação dos conglomerados, o voto dos acionistas sobre a compensação de Zalasv escancara a enorme insatisfação de seus parceiros de negócios, que temem que parte de seus lucros seja direcionada para o antigo chefão do estúdio, prejudicando-os.
Anunciada ao final de fevereiro, após a desistência da Netflix em comprar os ativos de streaming e cinema da WBD, o acordo com a Paramount está avaliado em US$ 110 bilhões, oferecendo US$ 31 por ação.
A Skydance Media, diferente da gigante dos streamings, está adquirindo os direitos de todos os negócios da empresa, incluindo seus ativos tradicionais de TV. Agora, os estúdios terão que aguardar pela aprovação regulatória, com a Paramount otimista de que a transação será concluída ao final do terceiro trimestre de 2026.
O Departamento de Justiça dos EUA segue analisando a venda da Warner.
Cara de Um, Focinho de Outro ganha data para chegar ao streaming
Após quase dois meses em exibição nos cinemas, Cara de Um, Focinho de Outro (2026), da Pixar, já tem data para chegar ao streaming on demand dos EUA.
A ótima animação chegará às principais plataformas digitais de compra e aluguel dos EUA na próxima terça-feira, 28 de abril. Por enquanto, não há data confirmada para o lançamento no Brasil.
Quanto ao lançamento no streaming por assinatura do Disney+, a expectativa é que aconteça apenas entre junho e julho.
Cara de Um, Focinho de Outro continua em exibição regular nos cinemas de todo o Brasil. A trama acompanha a jovem Mabel, que utiliza uma nova tecnologia para tentar salvar animais de um crime ambiental.
A ótima animação chegará às principais plataformas digitais de compra e aluguel dos EUA na próxima terça-feira, 28 de abril. Por enquanto, não há data confirmada para o lançamento no Brasil.
Quanto ao lançamento no streaming por assinatura do Disney+, a expectativa é que aconteça apenas entre junho e julho.
Cara de Um, Focinho de Outro continua em exibição regular nos cinemas de todo o Brasil. A trama acompanha a jovem Mabel, que utiliza uma nova tecnologia para tentar salvar animais de um crime ambiental.
Luke Skywalker pode voltar: rumores apontam para nova temporada
Desde O Despertar da Força, onde o herói mais icônico da saga apareceu apenas nos últimos minutos, em silêncio, a sensação de frustração foi crescendo.
Os Últimos Jedi tentou explicar por que um Luke amargurado e desiludido havia se isolado do mundo, mas a escolha não agradou a boa parte do público.
Seu sacrifício final para salvar a Resistência ajudou a recuperar um pouco do terreno perdido, mas o personagem morreu sem o peso que a trajetória dele merecia. O cameo como Fantasma da Força em A Ascensão Skywalker não foi suficiente para reverter a insatisfação geral.
Foi The Mandalorian que devolveu a Luke o brilho de antes, mostrando o Mestre Jedi em plena forma, no auge de seus poderes. O Livro de Boba Fett foi além e apresentou os primeiros passos da sua Academia Jedi. Desde então, o personagem sumiu das telas.
De acordo com o vazador @FivesWalker, Luke Skywalker deve aparecer na próxima temporada de Star Wars: Histórias dos Jedi, série animada antológica do Disney+.
A franquia Histórias começou em 2022 com Histórias dos Jedi, e foi seguida por Histórias do Império e Histórias do Submundo, que atingiu 100% de aprovação. Nenhuma nova temporada foi anunciada oficialmente até agora, mas colocar Luke no centro da história seria uma carta e tanto para atrair o interesse dos fãs.
Vale lembrar que as duas últimas séries da franquia foram lançadas no Dia de Star Wars, em 4 de maio. Com Star Wars: Maul – Lorde das Sombras chegando ao fim em breve, um anúncio pode estar mais próximo do que parece.
O histório do insider em questão também contribui para a credibilidade do rumor. @FivesWalker acertou detalhes da trama de Lorde das Sombras antes do lançamento e teve outros furos confirmados depois pela imprensa especializada de Hollywood.
A grande incógnita é se Mark Hamill toparia retornar para dar voz ao personagem. Em junho do ano passado, o ator pareceu fechar a porta para essa possibilidade.
“Sou muito grato ao George [Lucas] por me deixar fazer parte disso lá atrás, nos dias humildes em que George chamava Star Wars de ‘o filme de baixo orçamento mais caro já feito'”, disse Hamill. “Nunca esperamos que isso se tornasse uma franquia permanente e parte da cultura pop assim. Mas minha posição é: tive meu tempo. Sou grato por isso, mas acho que eles deveriam focar no futuro e nos novos personagens.”
Por outro lado, Hamill já elogiou publicamente a decisão da Disney de nomear Dave Filoni como presidente da Lucasfilm. Filoni tem participação criativa direta na franquia Tales, e não seria surpreendente se ele tivesse conseguido convencer o ator a voltar para o formato animado.
Por enquanto, tudo é rumor. Mas é o tipo de rumor que a galáxia inteira vai querer acompanhar.
Os Últimos Jedi tentou explicar por que um Luke amargurado e desiludido havia se isolado do mundo, mas a escolha não agradou a boa parte do público.
Seu sacrifício final para salvar a Resistência ajudou a recuperar um pouco do terreno perdido, mas o personagem morreu sem o peso que a trajetória dele merecia. O cameo como Fantasma da Força em A Ascensão Skywalker não foi suficiente para reverter a insatisfação geral.
Foi The Mandalorian que devolveu a Luke o brilho de antes, mostrando o Mestre Jedi em plena forma, no auge de seus poderes. O Livro de Boba Fett foi além e apresentou os primeiros passos da sua Academia Jedi. Desde então, o personagem sumiu das telas.
De acordo com o vazador @FivesWalker, Luke Skywalker deve aparecer na próxima temporada de Star Wars: Histórias dos Jedi, série animada antológica do Disney+.
A franquia Histórias começou em 2022 com Histórias dos Jedi, e foi seguida por Histórias do Império e Histórias do Submundo, que atingiu 100% de aprovação. Nenhuma nova temporada foi anunciada oficialmente até agora, mas colocar Luke no centro da história seria uma carta e tanto para atrair o interesse dos fãs.
Vale lembrar que as duas últimas séries da franquia foram lançadas no Dia de Star Wars, em 4 de maio. Com Star Wars: Maul – Lorde das Sombras chegando ao fim em breve, um anúncio pode estar mais próximo do que parece.
O histório do insider em questão também contribui para a credibilidade do rumor. @FivesWalker acertou detalhes da trama de Lorde das Sombras antes do lançamento e teve outros furos confirmados depois pela imprensa especializada de Hollywood.
A grande incógnita é se Mark Hamill toparia retornar para dar voz ao personagem. Em junho do ano passado, o ator pareceu fechar a porta para essa possibilidade.
“Sou muito grato ao George [Lucas] por me deixar fazer parte disso lá atrás, nos dias humildes em que George chamava Star Wars de ‘o filme de baixo orçamento mais caro já feito'”, disse Hamill. “Nunca esperamos que isso se tornasse uma franquia permanente e parte da cultura pop assim. Mas minha posição é: tive meu tempo. Sou grato por isso, mas acho que eles deveriam focar no futuro e nos novos personagens.”
Por outro lado, Hamill já elogiou publicamente a decisão da Disney de nomear Dave Filoni como presidente da Lucasfilm. Filoni tem participação criativa direta na franquia Tales, e não seria surpreendente se ele tivesse conseguido convencer o ator a voltar para o formato animado.
Por enquanto, tudo é rumor. Mas é o tipo de rumor que a galáxia inteira vai querer acompanhar.
M.I.A. | Trailer Oficial
Encontrada à deriva, sem nome e sem passado. Agora, ela voltou para acertar as contas.
Etta Tiger Jonze busca vingar o assassinato de sua família e se tornar a rainha do crime mais poderosa do sul da Flórida.
Criada por Bill Dubuque, M.I.A. chega dia 7 de maio no meu streaming.
Estrelas: Wynn Everett, Tracey Reynolds, Chabely Ponce, Dawn Noel
Etta Tiger Jonze busca vingar o assassinato de sua família e se tornar a rainha do crime mais poderosa do sul da Flórida.
Criada por Bill Dubuque, M.I.A. chega dia 7 de maio no meu streaming.
Estrelas: Wynn Everett, Tracey Reynolds, Chabely Ponce, Dawn Noel
Amores Improváveis Trailer Oficial
Você não pode vivenciar o amor de fora. Entre de cabeça no dia 13 de maio.
Baseada na série de livros best-seller de Elle Kennedy, OFF CAMPUS traz o adorado universo da Universidade Briar à vida em uma nova série sensual que acompanha os membros do time de hóquei no gelo de elite da Briar U e as mulheres que os amam.
Com uma trilha sonora pulsante, a série retrata a vida universitária em toda a sua complexidade e significado. Entre treinos, festas, desilusões amorosas e encontros casuais, esses estudantes aprendem que a faculdade não se resume a estudos ou campeonatos — trata-se de descobrir quem você é, quem você ama e todas as complicações que acompanham a transição para a vida adulta.
Criação: Louisa Levy
Estrelas: Ella Bright, Belmont Cameli, Steve Howey
Baseada na série de livros best-seller de Elle Kennedy, OFF CAMPUS traz o adorado universo da Universidade Briar à vida em uma nova série sensual que acompanha os membros do time de hóquei no gelo de elite da Briar U e as mulheres que os amam.
Com uma trilha sonora pulsante, a série retrata a vida universitária em toda a sua complexidade e significado. Entre treinos, festas, desilusões amorosas e encontros casuais, esses estudantes aprendem que a faculdade não se resume a estudos ou campeonatos — trata-se de descobrir quem você é, quem você ama e todas as complicações que acompanham a transição para a vida adulta.
Criação: Louisa Levy
Estrelas: Ella Bright, Belmont Cameli, Steve Howey
WhatsApp explica como vai funcionar plano premium
O WhatsApp começou a liberar seu plano premium para alguns usuários ao longo desta semana e, agora, a Central de Ajuda do mensageiro da Meta conta com uma seção dedicada à assinatura. A página exibe detalhes relacionados ao WhatsApp Plus, como os benefícios exclusivos aos quais os usuários terão acesso.
A assinatura permitirá, por exemplo, o envio de adesivos premium com efeitos especiais. Também será possível escolher temas e ícones exclusivos para personalizar a aparência do aplicativo, além de:
Fixar até 20 conversas no topo da tela inicial do aplicativo;
Definir “toques premium” para contatos mais importantes;
Personalizar listas de bate-papo com alertas, toques e temas específicos.
Mesmo com o lançamento do plano pago e suas funcionalidades adicionais, o recursos básicos do app continuam gratuitos e disponíveis a todos os usuários.
O valor da assinatura ainda não foi oficialmente divulgado pelo WhatsApp. Contudo, relatos de usuários apontam que, na Europa, o plano está sendo oferecido por € 2,49 por mês (cerca de R$ 14,60 na cotação atual) e, no México, por $ 29 mensais (aproximadamente R$ 8,34).
Outras informações disponíveis na página dedicada ao plano pago dizem respeito ao gerenciamento da assinatura. Um ponto importante é que só será possível assinar o WhatsApp Plus pelo aplicativo instalado em dispositivos Android ou iPhone.
A plataforma também ressalta que, uma vez que o plano estiver ativo, o usuário deverá gerenciar a assinatura no mesmo aplicativo, tipo de dispositivo e conta em que contratou o serviço.
Vale pontuar também que o WhatsApp Plus é renovado automaticamente a cada mês e que a cobrança será feita sempre na data correspondente ao dia da contratação. Por exemplo, se a pessoa realizou a inscrição no dia 23 de abril, as cobranças nos meses seguintes ocorrerão todo dia 23.
Caso o usuário deseje sair do plano e evitar um novo ciclo de cobrança, é necessário encerrar a assinatura ao menos 24 horas antes da próxima data de renovação.
A assinatura do WhatsApp Plus está sendo liberada gradualmente aos usuários do serviço, e testes realizados pelo Blog do Lu ainda não identificaram a disponibilização dessa opção para usuários brasileiros.
Ainda assim, quando o plano premium estiver disponível, ele poderá ser acessado seguindo este passo a passo:
1.Abra o WhatsApp;
2.Toque no ícone de “três pontos” no canto superior direito da tela;
3.Acesse “Configurações”;
4.Selecione “Assinaturas”;
5.Toque em “WhatsApp Plus”.
A assinatura permitirá, por exemplo, o envio de adesivos premium com efeitos especiais. Também será possível escolher temas e ícones exclusivos para personalizar a aparência do aplicativo, além de:
Fixar até 20 conversas no topo da tela inicial do aplicativo;
Definir “toques premium” para contatos mais importantes;
Personalizar listas de bate-papo com alertas, toques e temas específicos.
Mesmo com o lançamento do plano pago e suas funcionalidades adicionais, o recursos básicos do app continuam gratuitos e disponíveis a todos os usuários.
O valor da assinatura ainda não foi oficialmente divulgado pelo WhatsApp. Contudo, relatos de usuários apontam que, na Europa, o plano está sendo oferecido por € 2,49 por mês (cerca de R$ 14,60 na cotação atual) e, no México, por $ 29 mensais (aproximadamente R$ 8,34).
Outras informações disponíveis na página dedicada ao plano pago dizem respeito ao gerenciamento da assinatura. Um ponto importante é que só será possível assinar o WhatsApp Plus pelo aplicativo instalado em dispositivos Android ou iPhone.
A plataforma também ressalta que, uma vez que o plano estiver ativo, o usuário deverá gerenciar a assinatura no mesmo aplicativo, tipo de dispositivo e conta em que contratou o serviço.
Vale pontuar também que o WhatsApp Plus é renovado automaticamente a cada mês e que a cobrança será feita sempre na data correspondente ao dia da contratação. Por exemplo, se a pessoa realizou a inscrição no dia 23 de abril, as cobranças nos meses seguintes ocorrerão todo dia 23.
Caso o usuário deseje sair do plano e evitar um novo ciclo de cobrança, é necessário encerrar a assinatura ao menos 24 horas antes da próxima data de renovação.
A assinatura do WhatsApp Plus está sendo liberada gradualmente aos usuários do serviço, e testes realizados pelo Blog do Lu ainda não identificaram a disponibilização dessa opção para usuários brasileiros.
Ainda assim, quando o plano premium estiver disponível, ele poderá ser acessado seguindo este passo a passo:
1.Abra o WhatsApp;
2.Toque no ícone de “três pontos” no canto superior direito da tela;
3.Acesse “Configurações”;
4.Selecione “Assinaturas”;
5.Toque em “WhatsApp Plus”.
quarta-feira, 22 de abril de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 22/04/26
Bitcoin: R$ 390.394,00 Reais e US$ 78.282,16 Dólares.
Dólar fecha estável ante o real com guerra no Oriente Médio no foco
O dólar fechou a quarta-feira pós-feriado no Brasil estável, novamente conduzido pelo noticiário da guerra no Oriente Médio, depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, prorrogar indefinidamente o cessar-fogo com o Irã.
O dólar à vista encerrou o dia com variação negativa de apenas 0,01%, cotado aos R$4,9736, o menor valor de fechamento registrado até agora em 2026. No ano, a divisa passou a acumular queda de 9,39% ante o real. Às 17h04, o dólar futuro para maio -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 0,39% na B3, aos R$4,9820.
Trump anunciou a extensão do cessar-fogo pelas redes sociais, embora não estivesse claro se o Irã ou Israel, o aliado dos EUA na guerra, concordariam com a trégua.
Por sua vez, o Irã capturou dois navios porta-contêineres que tentavam sair do Golfo Pérsico pelo Estreito de Ormuz nesta quarta-feira, depois de disparar contra eles e outra embarcação, nas primeiras apreensões iranianas desde o início da guerra. Segundo o presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Baqer Qalibaf, um cessar-fogo completo só faria sentido se não fosse violado por bloqueio norte-americano aos portos iranianos.
Neste cenário ainda turbulento no Oriente Médio, o petróleo Brent voltou a superar os US$100 o barril e o dólar sustentava ganhos ante uma cesta de divisas fortes. No Brasil, após marcar a cotação máxima de R$4,9914 (+0,35%) às 9h16, o dólar à vista atingiu a mínima de R$4,9550 (-0,39%) às 11h03, em mais uma sessão de oscilações em margens estreitas.
"A história sobre se sai ou não um acordo entre EUA e Irã pegou para os dois lados hoje: uma hora o dólar subiu, outra ele caiu, mas sempre em margens estreitas", comentou à tarde o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik, que vê espaço para uma queda adicional das cotações. "(Caso seja) resolvida essa guerra, a tendência é de dólar um pouco mais para baixo, porque voltará o fluxo externo, a arbitragem", disse.
Para o economista-chefe do Banco Pine, Cristiano Oliveira, "o Brasil tem se destacado como destino de alocação em um ambiente geopolítico global incerto e fragmentado". "Esse pano de fundo reforça nossa visão de continuidade da tendência de apreciação do real no curto e médio prazos, mas em ritmo mais moderado", acrescentou em análise escrita.
Pela manhã, o Banco Central do Brasil informou que em virtude do feriado de Tiradentes, na véspera, a divulgação dos dados semanais de fluxo cambial foi adiada desta quarta-feira para quinta-feira, no horário das 14h30. No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 4 de maio. No exterior, às 17h13, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,26%, a 98,629.
Ibovespa fecha em queda com ajustes e bancos entre maiores pressões
O Ibovespa fechou em queda nesta quarta-feira, reflexo de movimentos de realização de lucro e reprecificação de risco, com as ações dos bancos entre as principais pressões negativas.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 1,65%, a 192.888,96 pontos, após marcar 192.687,29 na mínima e 196.132,06 na máxima do dia. O volume financeiro somou R$26,59 bilhões.
Wall Street sobe com extensão do cessar-fogo no Irã e lucros sólidos
As ações norte-americanas subiram nesta quarta-feira, interrompendo uma derrapagem de dois dias do S&P 500 e do Nasdaq, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, estendeu o cessar-fogo com o Irã, embora permaneça a incerteza sobre se isso resultará em negociações de paz firmes.
Trump disse que a extensão indefinida do cessar-fogo seguiu uma solicitação de mediadores paquistaneses. No entanto, o bloqueio da Marinha dos EUA aos portos iranianos continuou em vigor, e o Irã apreendeu dois navios no Estreito de Ormuz.
O Dow Jones Industrial Average subiu 0,69%, para 49.490,03 pontos, o S&P 500 ganhou 1,05%, para 7.137,90 pontos, e o Nasdaq Composite avançou 1,64%, para 24.657,57 pontos.
As bolsas da Europa fecharam sem direção única
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,21%, a 10.476,46 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,25%, a 24.210,23 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,96%, a 8.156,43 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,25%, a 47.785,46 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 teve queda de 0,81%, a 17.995,80 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,54%, a 9.185,60 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta
O índice japonês Nikkei subiu 0,40% em Tóquio, para o patamar inédito de 59.585,86 pontos,
enquanto o sul-coreano Kospi avançou 0,46% em Seul, a 6.417,93 pontos, também em nível recorde.
O Taiex registrou ganho de 0,73% em Taiwan, a 37.878,47 pontos,
O Hang Seng destoou ao cair 1,22% em Hong Kong, a 26.163,24 pontos,
Na China continental, o Xangai Composto teve alta de 0,52%, a 4.106,26 pontos,
O menos abrangente Shenzhen Composto subiu 1%, a 2.789,00 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana ficou no vermelho hoje, O S&P/ASX 200 recuou 1,18% em Sydney, a 8.843,60 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,35% a 2.767,33 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,95% a 78.516,49 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Dólar fecha estável ante o real com guerra no Oriente Médio no foco
O dólar fechou a quarta-feira pós-feriado no Brasil estável, novamente conduzido pelo noticiário da guerra no Oriente Médio, depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, prorrogar indefinidamente o cessar-fogo com o Irã.
O dólar à vista encerrou o dia com variação negativa de apenas 0,01%, cotado aos R$4,9736, o menor valor de fechamento registrado até agora em 2026. No ano, a divisa passou a acumular queda de 9,39% ante o real. Às 17h04, o dólar futuro para maio -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 0,39% na B3, aos R$4,9820.
Trump anunciou a extensão do cessar-fogo pelas redes sociais, embora não estivesse claro se o Irã ou Israel, o aliado dos EUA na guerra, concordariam com a trégua.
Por sua vez, o Irã capturou dois navios porta-contêineres que tentavam sair do Golfo Pérsico pelo Estreito de Ormuz nesta quarta-feira, depois de disparar contra eles e outra embarcação, nas primeiras apreensões iranianas desde o início da guerra. Segundo o presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Baqer Qalibaf, um cessar-fogo completo só faria sentido se não fosse violado por bloqueio norte-americano aos portos iranianos.
Neste cenário ainda turbulento no Oriente Médio, o petróleo Brent voltou a superar os US$100 o barril e o dólar sustentava ganhos ante uma cesta de divisas fortes. No Brasil, após marcar a cotação máxima de R$4,9914 (+0,35%) às 9h16, o dólar à vista atingiu a mínima de R$4,9550 (-0,39%) às 11h03, em mais uma sessão de oscilações em margens estreitas.
"A história sobre se sai ou não um acordo entre EUA e Irã pegou para os dois lados hoje: uma hora o dólar subiu, outra ele caiu, mas sempre em margens estreitas", comentou à tarde o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik, que vê espaço para uma queda adicional das cotações. "(Caso seja) resolvida essa guerra, a tendência é de dólar um pouco mais para baixo, porque voltará o fluxo externo, a arbitragem", disse.
Para o economista-chefe do Banco Pine, Cristiano Oliveira, "o Brasil tem se destacado como destino de alocação em um ambiente geopolítico global incerto e fragmentado". "Esse pano de fundo reforça nossa visão de continuidade da tendência de apreciação do real no curto e médio prazos, mas em ritmo mais moderado", acrescentou em análise escrita.
Pela manhã, o Banco Central do Brasil informou que em virtude do feriado de Tiradentes, na véspera, a divulgação dos dados semanais de fluxo cambial foi adiada desta quarta-feira para quinta-feira, no horário das 14h30. No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 4 de maio. No exterior, às 17h13, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,26%, a 98,629.
Ibovespa fecha em queda com ajustes e bancos entre maiores pressões
O Ibovespa fechou em queda nesta quarta-feira, reflexo de movimentos de realização de lucro e reprecificação de risco, com as ações dos bancos entre as principais pressões negativas.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 1,65%, a 192.888,96 pontos, após marcar 192.687,29 na mínima e 196.132,06 na máxima do dia. O volume financeiro somou R$26,59 bilhões.
Wall Street sobe com extensão do cessar-fogo no Irã e lucros sólidos
As ações norte-americanas subiram nesta quarta-feira, interrompendo uma derrapagem de dois dias do S&P 500 e do Nasdaq, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, estendeu o cessar-fogo com o Irã, embora permaneça a incerteza sobre se isso resultará em negociações de paz firmes.
Trump disse que a extensão indefinida do cessar-fogo seguiu uma solicitação de mediadores paquistaneses. No entanto, o bloqueio da Marinha dos EUA aos portos iranianos continuou em vigor, e o Irã apreendeu dois navios no Estreito de Ormuz.
O Dow Jones Industrial Average subiu 0,69%, para 49.490,03 pontos, o S&P 500 ganhou 1,05%, para 7.137,90 pontos, e o Nasdaq Composite avançou 1,64%, para 24.657,57 pontos.
As bolsas da Europa fecharam sem direção única
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,21%, a 10.476,46 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,25%, a 24.210,23 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,96%, a 8.156,43 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,25%, a 47.785,46 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 teve queda de 0,81%, a 17.995,80 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,54%, a 9.185,60 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta
O índice japonês Nikkei subiu 0,40% em Tóquio, para o patamar inédito de 59.585,86 pontos,
enquanto o sul-coreano Kospi avançou 0,46% em Seul, a 6.417,93 pontos, também em nível recorde.
O Taiex registrou ganho de 0,73% em Taiwan, a 37.878,47 pontos,
O Hang Seng destoou ao cair 1,22% em Hong Kong, a 26.163,24 pontos,
Na China continental, o Xangai Composto teve alta de 0,52%, a 4.106,26 pontos,
O menos abrangente Shenzhen Composto subiu 1%, a 2.789,00 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana ficou no vermelho hoje, O S&P/ASX 200 recuou 1,18% em Sydney, a 8.843,60 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,35% a 2.767,33 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,95% a 78.516,49 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Confira o novo clipe de Star Wars: The Mandalorian e Grogu
Sinopse: O Império do mal caiu e os senhores da guerra imperiais permanecem espalhados pela galáxia. Enquanto a jovem Nova República trabalha para proteger tudo pelo que a Rebelião lutou, ela recruta a ajuda do lendário caçador de recompensas mandaloriano Din Djarin (Pedro Pascal) e seu jovem aprendiz Grogu.
Elenco: Pedro Pascal, Sigourney Weaver, Jeremy Allen White, Jonny Coyne
Nos cinemas brasileiros, o lançamento do filme segue agendado para o próximo dia 21 de maio.
Elenco: Pedro Pascal, Sigourney Weaver, Jeremy Allen White, Jonny Coyne
Nos cinemas brasileiros, o lançamento do filme segue agendado para o próximo dia 21 de maio.
Spider-Noir ganha novos pôsteres
Spider-Noir, nova série do Prime Video que traz a versão alternativa do Homem-Aranha, ganhou novos pôsteres com o astro principal Nicolas Cage.
Na versão live-action de Spider-Noir, Cage interpreta o herói em uma Nova York dos anos 1930. Vivendo um período de queda, ele atua como detetive particular enquanto lida com memórias de quando foi o único vigilante da cidade.
Homem-Aranha Noir terá 8 episódios. O programa será estrelado por Nicolas Cage no papel principal e conta ainda com Brendan Gleeson, Jack Huston, Lamorne Morris, Li Jun Li, Lukas Haas, Cameron Britton, Craig Henningsan, Whitney Rice e Abraham Popoola no elenco.
Homem-Aranha Noir chega ao Prime Video em 27 de maio, com todos os episódios da temporada, em duas versões: preto e branco e colorido.
Na versão live-action de Spider-Noir, Cage interpreta o herói em uma Nova York dos anos 1930. Vivendo um período de queda, ele atua como detetive particular enquanto lida com memórias de quando foi o único vigilante da cidade.
Homem-Aranha Noir terá 8 episódios. O programa será estrelado por Nicolas Cage no papel principal e conta ainda com Brendan Gleeson, Jack Huston, Lamorne Morris, Li Jun Li, Lukas Haas, Cameron Britton, Craig Henningsan, Whitney Rice e Abraham Popoola no elenco.
Homem-Aranha Noir chega ao Prime Video em 27 de maio, com todos os episódios da temporada, em duas versões: preto e branco e colorido.
Coyote VS Acme ganha pôster nacional
Coyote vs. Acme finalmente viu a luz do dia. Após ter seu trailer divulgado, o filme ganhou também seu pôster nacional, revelado pela distribuidora Paris Filmes.
Coyote Vs. Acme tem no elenco John Cena, Will Forte (Corram Que o Agente Voltou) e Lana Condor (Para Todos os Garotos que Já Amei), e acompanha Wile E. Coiote, dos Looney Tunes. Pessoas que viram o filme em exibições-teste afirmaram que o senso de humor se aproxima ao do excelente Uma Cilada para Roger Rabbit (1988). A Warner estava em busca de vender o projeto desde 2024, com o valor girando em torno de US$ 70 milhões. Entretanto, o preço final da aquisição pela Ketchum Entertainment não foi divulgado.
Conforme a sinopse oficial, "após produtos Acme falham com ele por uma última vez em sua busca obstinada do papa-léguas, Wile E. Coiote contrata um advogado de outdoor (Forte) para processar a corporação Acme. O caso coloca Wile e seu advogado contra o antigo chefe do representante legal (Cena), mas uma crescente amizade entre homem e desenho fortalece uma determinação para vencer".
O filme é dirigido por David Green a partir de roteiro de Samy Burch e história por James Gunn e Jeremy Glazer, e tem estreia no Brasil marcada para 27 de agosto de 2026. Aqui, a distribuição é da Paris Filmes.
Coyote Vs. Acme tem no elenco John Cena, Will Forte (Corram Que o Agente Voltou) e Lana Condor (Para Todos os Garotos que Já Amei), e acompanha Wile E. Coiote, dos Looney Tunes. Pessoas que viram o filme em exibições-teste afirmaram que o senso de humor se aproxima ao do excelente Uma Cilada para Roger Rabbit (1988). A Warner estava em busca de vender o projeto desde 2024, com o valor girando em torno de US$ 70 milhões. Entretanto, o preço final da aquisição pela Ketchum Entertainment não foi divulgado.
Conforme a sinopse oficial, "após produtos Acme falham com ele por uma última vez em sua busca obstinada do papa-léguas, Wile E. Coiote contrata um advogado de outdoor (Forte) para processar a corporação Acme. O caso coloca Wile e seu advogado contra o antigo chefe do representante legal (Cena), mas uma crescente amizade entre homem e desenho fortalece uma determinação para vencer".
O filme é dirigido por David Green a partir de roteiro de Samy Burch e história por James Gunn e Jeremy Glazer, e tem estreia no Brasil marcada para 27 de agosto de 2026. Aqui, a distribuição é da Paris Filmes.
Os Anéis de Poder 3ª temporada estreará em 2026
De acordo com The Hollywood Reporter, a terceira temporada de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder estreará ainda neste ano no Prime Video, ao contrário das especulações que apontavam para um retorno apenas em 2027.
Trata-se de um dos maiores sucessos da plataforma, com cerca de 170 milhões de espectadores ao redor do mundo, algo que causou um forte impacto nas assinaturas do serviço.
Outro detalhe confirmado pela descrição é que haverá um salto temporal significativo: “Avançando vários anos em relação aos eventos da segunda temporada, a terceira temporada se passa no auge da guerra entre os elfos e Sauron, enquanto o Senhor do Escuro busca forjar o Um Anel que lhe dará a vantagem necessária para vencer o conflito e conquistar toda a Terra-média.”
O conflito retratado agora antecede os eventos mostrados no prólogo dos filmes de Peter Jackson, conhecido como a Guerra da Última Aliança.
Charlie Vickers como Sauron, Morfydd Clark como Galadriel e Robert Aramayo como Elrond estão confirmados no elenco principal.
Apesar das críticas e discussões sobre audiência desde a estreia, a produção está confirmada para cumprir seu plano original: cinco temporadas e cerca de 50 episódios. Ao mesmo tempo, possíveis derivados parecem improváveis, principalmente por conta dos custos extremamente elevados da produção.
Trata-se de um dos maiores sucessos da plataforma, com cerca de 170 milhões de espectadores ao redor do mundo, algo que causou um forte impacto nas assinaturas do serviço.
Outro detalhe confirmado pela descrição é que haverá um salto temporal significativo: “Avançando vários anos em relação aos eventos da segunda temporada, a terceira temporada se passa no auge da guerra entre os elfos e Sauron, enquanto o Senhor do Escuro busca forjar o Um Anel que lhe dará a vantagem necessária para vencer o conflito e conquistar toda a Terra-média.”
O conflito retratado agora antecede os eventos mostrados no prólogo dos filmes de Peter Jackson, conhecido como a Guerra da Última Aliança.
Charlie Vickers como Sauron, Morfydd Clark como Galadriel e Robert Aramayo como Elrond estão confirmados no elenco principal.
Apesar das críticas e discussões sobre audiência desde a estreia, a produção está confirmada para cumprir seu plano original: cinco temporadas e cerca de 50 episódios. Ao mesmo tempo, possíveis derivados parecem improváveis, principalmente por conta dos custos extremamente elevados da produção.
Cara-de-Barro sinopse teaser e pôster
A DC Studios liberou a sinopse oficia de Cara-de-Barro (2026). O terceiro filme do DCU será um terror puro, com forte inspiração em A Mosca (1996) e na série animada do Batman dos anos 90.
"Cara-de-Barro narra a terrível descida ao inferno de um promissor ator de Hollywood, transformado em um monstro movido por vingança. Uma história intensa que explora a perda da identidade e da humanidade, os estragos de um amor tóxico e o lado sombrio da ambição científica.", diz a sinopse.
Na trama, Matt Hagen é considerado uma "estrela em ascensão" que vê sua carreira ruir após ter o rosto desfigurado em um ataque brutal. Nisso, ele decide buscar a ajuda da Doutora Caitlyn Corr (Naomie Ackie), decisão que acaba levando à sua transformação grotesca.
Cara-de-Barro chega aos cinemas em 22 de outubro. O filme é dirigido por James Watkins (Não Fale o Mal).
O roteiro é assinado por Mike Flanagan (A Vida de Chuck) e Hossein Amini (Drive). Estrelas: Eddie Marsan, Max Minghella, Naomi Ackie
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