Bitcoin: R$ 329.301,50 Reais e US$ 64.741,49 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,0661
Dólar turismo: R$ 5,2719
Euro comercial: R$ 5,835
Libra: R$ 6,841
Dólar cai quase 1% ante o real sob influência do exterior
O dólar fechou a quinta-feira em baixa ante o real, acompanhando o recuo firme da moeda norte-americana ante outras divisas no exterior, ainda sob a influência da decisão do Federal Reserve na véspera e em meio a uma bateria de indicadores econômicos.
O dólar à vista encerrou o dia com queda de 0,95%, aos R$5,0621. No ano, a divisa passou a acumular baixa de 7,78% ante o real. Às 17h03, o dólar futuro para agosto -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- cedia 1,07% na B3, aos R$5,0660. Na tarde de quarta-feira, o Fed manteve, como esperado, sua taxa de juros na faixa de 3,50% a 3,75%, e o chair da instituição, Kevin Warsh, ressaltou o compromisso com a meta de inflação de 2%.
Ao mesmo tempo, Warsh citou dados de inflação "animadores" nos EUA e disse que o Fed continuará a acompanhar as informações de mercado. Uma das interpretações entre os agentes foi a de que o Fed não parece ter pressa para elevar os juros, o que seria favorável para ativos de risco, como moedas de países emergentes.
Essa visão foi corroborada por alguns dados econômicos divulgados nesta quinta-feira: o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA subiu 1,5% no segundo trimestre, menos que os 2,1% projetados em pesquisa da Reuters, e o núcleo do índice de inflação PCE -- bastante observado pelo Fed -- avançou 0,1% em junho, menos que o 0,2% esperado.
Assim, o dólar operou em baixa ante divisas como o peso chileno, o rand sul-africano, o peso mexicano e o real. Além disso, o dólar registrou baixas firmes ante uma cesta de moedas fortes e em relação ao euro, à libra e ao iene -- neste caso, em meio a especulações sobre possível intervenção do governo no mercado. No exterior, o petróleo Brent cedeu para abaixo dos US$90 o barril, após a forte alta da véspera, com o Oriente Médio no foco das atenções.
Na noite de quarta-feira, os EUA atacaram dezenas de alvos da Guarda Revolucionária Islâmica no Irã, incluindo centros de comando militar e instalações de drones, conforme comunicado norte-americano. A operação durou duas horas e foi lançada após Teerã ter disparado mísseis balísticos contra as forças norte-americanas no Oriente Médio. Às 17h07, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- caía 0,84%, a 99,940.
Ibovespa fecha em alta firme com exterior positivo e balanços
O Ibovespa fechou a quinta-feira em alta, chegando aos 177 mil pontos nas máximas do dia, na esteira do bom humor nos mercados globais, enquanto os agentes monitoravam o calendário de resultados trimestrais de companhias estrangeiras e nacionais.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,88%, a 177.158,86 pontos, na máxima do dia, após marcar 173.884,55 na mínima.
Wall Street encerrou a sessão desta quinta-feira com forte alta
O S&P 500 subiu 1,66%, encerrando o pregão em 7.437,63 pontos.
O Nasdaq avançou 2,78%, para 25.122,18 pontos,
Dow Jones Industrial Average teve alta de 1,19%, para 52.208,06 pontos.
As bolsas europeias fecharam em alta nesta quinta-feira (30)
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,10%, a 10.897,27 pontos, após oscilar perto da estabilidade durante o pregão.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,45%, a 25.574,50 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,92%, a 8.485,64 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,29%, a 52.104,38 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,71%, a 19.744,40 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,07%, a 9.145,86 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta quinta-feira (30)
O índice sul-coreano Kospi em queda de 1,23%, aos 5.593,56 pontos, após recuar 10,8% na terça-feira e quase 6% ontem.
Em Tóquio, o Nikkei subiu 0,71%, para 61.867,43 pontos, recuperando parte das perdas de 1,5% do pregão anterior.
Em Taiwan, o Taiex, também beneficiado pelo boom de IA, fechou em queda de 0,26%, a 39.933,30 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto caiu 0,62%, aos 3.804,69 pontos,
Shenzhen Composto recuou 2,46%, aos 2.372,80 pontos.
Hang Seng teve ganho modesto de 0,20% em Hong Kong, para 25.858,88 pontos.
Na Austrália o S&P/ASX 200 cedeu 0,78% em Sydney, aos 8.967,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 1,53% em Wellington a 13.762,78 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve queda de 1,26% em Moscou a 2.209,02 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,35% em Bombaim a 77.928,15 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
quinta-feira, 30 de julho de 2026
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 30/07/26
Wall Street encerrou a sessão desta quinta-feira com forte alta, com as ações do setor de chips disparando e a Microsoft registrando seu maior ganho percentual diário em 18 anos, depois que a gigante da tecnologia divulgou uma previsão excelente que amenizou os temores sobre gastos maciços em infraestrutura de IA.
A Microsoft subiu mais de 15%, elevando seu valor de mercado em US$450 bilhões — o maior aumento em um único dia já registrado por uma empresa em Wall Street. A gigante da tecnologia previu vendas trimestrais e crescimento na nuvem acima das expectativas. Ela também divulgou gastos de capital abaixo das estimativas e afirmou que espera continuar gerando caixa ao longo do ano fiscal de 2027, que acaba de começar.
Este ano, os investidores têm se mostrado apreensivos com os gastos elevados em IA por parte das grandes empresas de tecnologia. Relatórios de fluxo de caixa negativo da Alphabet e da Tesla na semana passada provocaram uma onda de vendas de ações ligadas à IA, com as ações de fabricantes de chips também sob pressão, à medida que os investidores questionavam as altas valorizações.
A Meta despencou depois que a gigante das redes sociais divulgou uma queda de 91% no fluxo de caixa livre do segundo trimestre, indicando a pressão financeira causada por sua dispendiosa expansão em IA. "Essas são verdadeiras ações em campo de batalha. Os investidores não conseguem se decidir se o retorno sobre o investimento (ROI) desses enormes gastos com capital vai valer a pena ou não", disse Jed Ellerbroek, gestor de portfólio da Argent Capital Management.
"A Microsoft apresentou seus resultados ontem e, talvez, consiga sair do grupo das 'ações em disputa' para se tornar uma 'ação vencedora e confiável em IA'", disse Ellerbroek. O índice de chips PHLX subiu 8,2%, com a Micron Technology registrando alta de 18%, a SanDisk disparando 26% e a Advanced Micro Devices saltando 13%. A Amazon subiu 3,9% e a Apple caiu 1,4%. As duas empresas divulgariam seus resultados após o fechamento do mercado.
As ações da Amazon tiveram desempenho inferior ao do mercado em geral este ano devido a preocupações com os altos gastos com IA. A Apple, que não tem feito grandes investimentos em IA, ultrapassou recentemente a Nvidia e se tornou a empresa mais valiosa do mundo, com um valor de mercado de cerca de US$ 4,9 trilhões.
O S&P 500 subiu 1,66%, encerrando o pregão em 7.437,63 pontos. O Nasdaq avançou 2,78%, para 25.122,18 pontos, enquanto o Índice Dow Jones Industrial Average teve alta de 1,19%, para 52.208,06 pontos.
Sete dos 11 índices setoriais do S&P 500 registraram alta, liderados pelo setor de tecnologia, com alta de 5,2%, seguido por um ganho de 1,6% no setor de bens de consumo discricionário. Na quarta-feira, o mercado acionário dos EUA fechou em forte queda depois que o Federal Reserve deixou as taxas de juros inalteradas, com mensagens contraditórias do novo chair, Kevin Warsh, deixando os operadores confusos quanto à trajetória dos custos dos empréstimos.
Os mercados de títulos permaneceram em alerta, com o rendimento do Treasury de 30 anos subindo para seu nível mais alto em 19 anos. Os operadores agora precificam apenas 59% de chance de um aumento nas taxas na reunião do Fed em setembro, de acordo com o CME FedWatch, ante 82% na semana passada. O crescimento econômico dos EUA desacelerou no segundo trimestre, à medida que o déficit comercial se ampliou. A economia cresceu a uma taxa de 1,5%, abaixo das estimativas de 2,1%, segundo os dados. Outro relatório também mostrou que a inflação nos EUA desacelerou em junho.
A Qualcomm caiu 2,6% depois que a fabricante de chips previu lucro no quarto trimestre abaixo das estimativas e afirmou que a receita proveniente dos produtos da Apple cairia mais rapidamente do que o esperado. A Fair Isaac despencou 17%. Embora a gigante de pontuação de crédito tenha elevado suas previsões anuais de lucro e receita, elas permaneceram abaixo das estimativas dos analistas. A Starbucks subiu 1,6% depois que a maior rede de café do mundo elevou suas previsões anuais de vendas e lucro.
Analistas esperam, em média, que os lucros agregados do S&P 500 no segundo trimestre aumentem 40% em relação ao ano anterior, com as ações relacionadas à IA sendo responsáveis por grande parte desse crescimento, de acordo com a LSEG I/B/E/S.
Fontes: Dow Jones Newswires.
A Microsoft subiu mais de 15%, elevando seu valor de mercado em US$450 bilhões — o maior aumento em um único dia já registrado por uma empresa em Wall Street. A gigante da tecnologia previu vendas trimestrais e crescimento na nuvem acima das expectativas. Ela também divulgou gastos de capital abaixo das estimativas e afirmou que espera continuar gerando caixa ao longo do ano fiscal de 2027, que acaba de começar.
Este ano, os investidores têm se mostrado apreensivos com os gastos elevados em IA por parte das grandes empresas de tecnologia. Relatórios de fluxo de caixa negativo da Alphabet e da Tesla na semana passada provocaram uma onda de vendas de ações ligadas à IA, com as ações de fabricantes de chips também sob pressão, à medida que os investidores questionavam as altas valorizações.
A Meta despencou depois que a gigante das redes sociais divulgou uma queda de 91% no fluxo de caixa livre do segundo trimestre, indicando a pressão financeira causada por sua dispendiosa expansão em IA. "Essas são verdadeiras ações em campo de batalha. Os investidores não conseguem se decidir se o retorno sobre o investimento (ROI) desses enormes gastos com capital vai valer a pena ou não", disse Jed Ellerbroek, gestor de portfólio da Argent Capital Management.
"A Microsoft apresentou seus resultados ontem e, talvez, consiga sair do grupo das 'ações em disputa' para se tornar uma 'ação vencedora e confiável em IA'", disse Ellerbroek. O índice de chips PHLX subiu 8,2%, com a Micron Technology registrando alta de 18%, a SanDisk disparando 26% e a Advanced Micro Devices saltando 13%. A Amazon subiu 3,9% e a Apple caiu 1,4%. As duas empresas divulgariam seus resultados após o fechamento do mercado.
As ações da Amazon tiveram desempenho inferior ao do mercado em geral este ano devido a preocupações com os altos gastos com IA. A Apple, que não tem feito grandes investimentos em IA, ultrapassou recentemente a Nvidia e se tornou a empresa mais valiosa do mundo, com um valor de mercado de cerca de US$ 4,9 trilhões.
O S&P 500 subiu 1,66%, encerrando o pregão em 7.437,63 pontos. O Nasdaq avançou 2,78%, para 25.122,18 pontos, enquanto o Índice Dow Jones Industrial Average teve alta de 1,19%, para 52.208,06 pontos.
Sete dos 11 índices setoriais do S&P 500 registraram alta, liderados pelo setor de tecnologia, com alta de 5,2%, seguido por um ganho de 1,6% no setor de bens de consumo discricionário. Na quarta-feira, o mercado acionário dos EUA fechou em forte queda depois que o Federal Reserve deixou as taxas de juros inalteradas, com mensagens contraditórias do novo chair, Kevin Warsh, deixando os operadores confusos quanto à trajetória dos custos dos empréstimos.
Os mercados de títulos permaneceram em alerta, com o rendimento do Treasury de 30 anos subindo para seu nível mais alto em 19 anos. Os operadores agora precificam apenas 59% de chance de um aumento nas taxas na reunião do Fed em setembro, de acordo com o CME FedWatch, ante 82% na semana passada. O crescimento econômico dos EUA desacelerou no segundo trimestre, à medida que o déficit comercial se ampliou. A economia cresceu a uma taxa de 1,5%, abaixo das estimativas de 2,1%, segundo os dados. Outro relatório também mostrou que a inflação nos EUA desacelerou em junho.
A Qualcomm caiu 2,6% depois que a fabricante de chips previu lucro no quarto trimestre abaixo das estimativas e afirmou que a receita proveniente dos produtos da Apple cairia mais rapidamente do que o esperado. A Fair Isaac despencou 17%. Embora a gigante de pontuação de crédito tenha elevado suas previsões anuais de lucro e receita, elas permaneceram abaixo das estimativas dos analistas. A Starbucks subiu 1,6% depois que a maior rede de café do mundo elevou suas previsões anuais de vendas e lucro.
Analistas esperam, em média, que os lucros agregados do S&P 500 no segundo trimestre aumentem 40% em relação ao ano anterior, com as ações relacionadas à IA sendo responsáveis por grande parte desse crescimento, de acordo com a LSEG I/B/E/S.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 30/07/26
As bolsas europeias fecharam em alta nesta quinta-feira (30) com exceção de Londres, impulsionadas pela combinação de uma bateria de balanços corporativos, dados econômicos acima do esperado na zona do euro e a percepção de que o Banco da Inglaterra (BoE) manteve uma postura cautelosa ao preservar os juros.
Apesar da continuidade das tensões geopolíticas no Oriente Médio e da incerteza após a decisão do Federal Reserve (Fed), o apetite por risco prevaleceu ao longo do pregão, favorecendo principalmente os setores financeiro, industrial e de defesa.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,10%, a 10.897,27 pontos, após oscilar perto da estabilidade durante o pregão. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,45%, a 25.574,50 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,92%, a 8.485,64 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,29%, a 52.104,38 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,71%, a 19.744,40 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,07%, a 9.145,86 pontos. As cotações são preliminares.
No noticiário macroeconômico, o PIB da zona do euro cresceu 0,4% no segundo trimestre ante o anterior, acima da previsão de 0,1%, com Alemanha, França, Itália e Espanha também superando as expectativas. O índice de sentimento econômico do bloco avançou mais do que o esperado em julho.
No Reino Unido, o BoE manteve os juros em 3,75%, enquanto analistas do Commerzbank avaliaram que a autoridade monetária evitou sinalizar um aumento já em setembro diante da inflação mais moderada, da recuperação econômica ainda frágil e das incertezas relacionadas ao conflito entre Irã e EUA.
Já a MainSky Asset Management afirmou que a estratégia do presidente do Fed, Kevin Warsh, de reduzir o forward guidance amplia a incerteza para os mercados. Entre as empresas que divulgaram balanço, Rolls-Royce, Schneider Electric, Air France-KLM, Anglo American, Lloyds e ING viram suas ações subirem, enquanto Stellantis, Casino e Rentokil, esta última com tombo de 21%, ficaram no vermelho.
A Shell registrou fortes ganhos após divulgar resultados, mas operou com volatilidade e encerrou perto da estabilidade. A AB InBev, por sua vez, registrou baixa significativa com a publicação dos números, mas conseguiu fechar praticamente estável.
Em Frankfurt, a Adidas despencou 14% após alertar para o impacto do aumento dos gastos com marketing da Copa do Mundo sobre a lucratividade.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Apesar da continuidade das tensões geopolíticas no Oriente Médio e da incerteza após a decisão do Federal Reserve (Fed), o apetite por risco prevaleceu ao longo do pregão, favorecendo principalmente os setores financeiro, industrial e de defesa.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,10%, a 10.897,27 pontos, após oscilar perto da estabilidade durante o pregão. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,45%, a 25.574,50 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,92%, a 8.485,64 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,29%, a 52.104,38 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,71%, a 19.744,40 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,07%, a 9.145,86 pontos. As cotações são preliminares.
No noticiário macroeconômico, o PIB da zona do euro cresceu 0,4% no segundo trimestre ante o anterior, acima da previsão de 0,1%, com Alemanha, França, Itália e Espanha também superando as expectativas. O índice de sentimento econômico do bloco avançou mais do que o esperado em julho.
No Reino Unido, o BoE manteve os juros em 3,75%, enquanto analistas do Commerzbank avaliaram que a autoridade monetária evitou sinalizar um aumento já em setembro diante da inflação mais moderada, da recuperação econômica ainda frágil e das incertezas relacionadas ao conflito entre Irã e EUA.
Já a MainSky Asset Management afirmou que a estratégia do presidente do Fed, Kevin Warsh, de reduzir o forward guidance amplia a incerteza para os mercados. Entre as empresas que divulgaram balanço, Rolls-Royce, Schneider Electric, Air France-KLM, Anglo American, Lloyds e ING viram suas ações subirem, enquanto Stellantis, Casino e Rentokil, esta última com tombo de 21%, ficaram no vermelho.
A Shell registrou fortes ganhos após divulgar resultados, mas operou com volatilidade e encerrou perto da estabilidade. A AB InBev, por sua vez, registrou baixa significativa com a publicação dos números, mas conseguiu fechar praticamente estável.
Em Frankfurt, a Adidas despencou 14% após alertar para o impacto do aumento dos gastos com marketing da Copa do Mundo sobre a lucratividade.
Fontes: Dow Jones Newswires.
WhatsApp testa novo visualizador de fotos
O WhatsApp começou a testar um novo visualizador de fotos e vídeos no Android que facilita a interação com mídias recebidas, segundo o portal WABetaInfo. A atualização adiciona uma barra de resposta completa na parte inferior da tela, permitindo reagir, responder mensagens, gravar áudios e enviar anexos sem precisar sair da visualização em tela cheia.
A principal mudança está na substituição dos antigos atalhos por uma interface semelhante à das conversas do aplicativo. Com isso, o usuário pode escrever uma resposta, gravar uma mensagem de voz ou compartilhar outro arquivo enquanto continua vendo a foto ou o vídeo.
Antes, o visualizador mostrava apenas um único emoji como atalho rápido de reação e um botão simples de resposta. Agora, a tela exibe os seis emojis padrão para reações rápidas e conta com um botão "+" que abre o teclado completo de emojis, caso o usuário queira escolher outra opção. A mudança torna o uso do visualizador mais prático ao reunir, em uma única tela, as principais formas de interação com fotos e vídeos. Com isso, o usuário não precisa mais voltar à conversa para responder mensagens, enviar arquivos ou reagir ao conteúdo recebido.
A novidade foi liberada para parte dos usuários da versão 2.26.30.3 do WhatsApp Beta para Android, distribuída pela Google Play Store. Como a atualização está sendo disponibilizada gradualmente, mais testadores devem receber o recurso nas próximas semanas. Até o momento, o WhatsApp não informou quando o novo visualizador de mídia será lançado na versão estável do aplicativo para todos os usuários.
A principal mudança está na substituição dos antigos atalhos por uma interface semelhante à das conversas do aplicativo. Com isso, o usuário pode escrever uma resposta, gravar uma mensagem de voz ou compartilhar outro arquivo enquanto continua vendo a foto ou o vídeo.
Antes, o visualizador mostrava apenas um único emoji como atalho rápido de reação e um botão simples de resposta. Agora, a tela exibe os seis emojis padrão para reações rápidas e conta com um botão "+" que abre o teclado completo de emojis, caso o usuário queira escolher outra opção. A mudança torna o uso do visualizador mais prático ao reunir, em uma única tela, as principais formas de interação com fotos e vídeos. Com isso, o usuário não precisa mais voltar à conversa para responder mensagens, enviar arquivos ou reagir ao conteúdo recebido.
A novidade foi liberada para parte dos usuários da versão 2.26.30.3 do WhatsApp Beta para Android, distribuída pela Google Play Store. Como a atualização está sendo disponibilizada gradualmente, mais testadores devem receber o recurso nas próximas semanas. Até o momento, o WhatsApp não informou quando o novo visualizador de mídia será lançado na versão estável do aplicativo para todos os usuários.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 30/07/26
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta quinta-feira (30), com a da Coreia do Sul estendendo perdas de mais de 16% dos últimos dois dias, em uma onda de vendas liderada por ações ligadas à inteligência artificial.
O índice sul-coreano Kospi oscilou antes de encerrar o pregão em Seul em queda de 1,23%, aos 5.593,56 pontos, após recuar 10,8% na terça-feira e quase 6% ontem.
O Kospi acumula perda de mais de 38% em relação ao recorde histórico de fechamento, acima de 9.100 pontos, atingido em junho, embora ainda registre alta de quase 30% no ano.
A Samsung Electronics caiu 0,7%, mesmo após a gigante sul-coreana de tecnologia divulgar lucro operacional recorde no último trimestre, em geral em linha com as estimativas. Já a fabricante de chips SK Hynix recuou 5,6%, depois de ter despencado mais de 9% na quarta-feira, quando também relatou lucro operacional trimestral recorde, quase seis vezes maior. O número, porém, ficou abaixo do esperado por analistas.
Em Tóquio, o Nikkei subiu 0,71%, para 61.867,43 pontos, recuperando parte das perdas de 1,5% do pregão anterior. O SoftBank Group, investidor da OpenAI, caiu 2,5%. Em sentido oposto, a fabricante de equipamentos para semicondutores Tokyo Electron avançou 4,5%, e a produtora de chips de memória Kioxia Holdings ganhou 2,9%.
Em Taiwan, o Taiex, também beneficiado pelo boom de IA, fechou em queda de 0,26%, a 39.933,30 pontos. A principal fabricante de chips do índice, a TSMC, avançou 0,2%.
Ações ligadas à IA na Coreia do Sul, em Taiwan e no Japão vêm exibindo forte volatilidade, em meio a dúvidas sobre os investimentos bilionários das empresas de tecnologia em infraestrutura de IA e sobre a capacidade de esses gastos gerarem retornos sustentáveis, destacou Chi Lo, estrategista sênior para Ásia-Pacífico da BNP Paribas Asset Management, em comentário nesta quinta-feira.
Segundo ele, a percepção recente de que a China pode se tornar uma concorrente relevante dos atuais líderes do mercado de IA reacendeu e intensificou essas preocupações.
Na China continental, o pregão foi negativo: o Xangai Composto caiu 0,62%, aos 3.804,69 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto recuou 2,46%, aos 2.372,80 pontos. Já o Hang Seng teve ganho modesto de 0,20% em Hong Kong, para 25.858,88 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana seguiu a tendência da Ásia, e o S&P/ASX 200 cedeu 0,78% em Sydney, aos 8.967,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 1,53% em Wellington a 13.762,78 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve queda de 1,26% em Moscou a 2.209,02 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,35% em Bombaim a 77.928,15 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
O índice sul-coreano Kospi oscilou antes de encerrar o pregão em Seul em queda de 1,23%, aos 5.593,56 pontos, após recuar 10,8% na terça-feira e quase 6% ontem.
O Kospi acumula perda de mais de 38% em relação ao recorde histórico de fechamento, acima de 9.100 pontos, atingido em junho, embora ainda registre alta de quase 30% no ano.
A Samsung Electronics caiu 0,7%, mesmo após a gigante sul-coreana de tecnologia divulgar lucro operacional recorde no último trimestre, em geral em linha com as estimativas. Já a fabricante de chips SK Hynix recuou 5,6%, depois de ter despencado mais de 9% na quarta-feira, quando também relatou lucro operacional trimestral recorde, quase seis vezes maior. O número, porém, ficou abaixo do esperado por analistas.
Em Tóquio, o Nikkei subiu 0,71%, para 61.867,43 pontos, recuperando parte das perdas de 1,5% do pregão anterior. O SoftBank Group, investidor da OpenAI, caiu 2,5%. Em sentido oposto, a fabricante de equipamentos para semicondutores Tokyo Electron avançou 4,5%, e a produtora de chips de memória Kioxia Holdings ganhou 2,9%.
Em Taiwan, o Taiex, também beneficiado pelo boom de IA, fechou em queda de 0,26%, a 39.933,30 pontos. A principal fabricante de chips do índice, a TSMC, avançou 0,2%.
Ações ligadas à IA na Coreia do Sul, em Taiwan e no Japão vêm exibindo forte volatilidade, em meio a dúvidas sobre os investimentos bilionários das empresas de tecnologia em infraestrutura de IA e sobre a capacidade de esses gastos gerarem retornos sustentáveis, destacou Chi Lo, estrategista sênior para Ásia-Pacífico da BNP Paribas Asset Management, em comentário nesta quinta-feira.
Segundo ele, a percepção recente de que a China pode se tornar uma concorrente relevante dos atuais líderes do mercado de IA reacendeu e intensificou essas preocupações.
Na China continental, o pregão foi negativo: o Xangai Composto caiu 0,62%, aos 3.804,69 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto recuou 2,46%, aos 2.372,80 pontos. Já o Hang Seng teve ganho modesto de 0,20% em Hong Kong, para 25.858,88 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana seguiu a tendência da Ásia, e o S&P/ASX 200 cedeu 0,78% em Sydney, aos 8.967,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 1,53% em Wellington a 13.762,78 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve queda de 1,26% em Moscou a 2.209,02 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,35% em Bombaim a 77.928,15 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
The Walking Dead: Todas as séries serão exibidas na Netflix
A Netflix fechou um acordo de licenciamento de cinco anos, avaliado em US$ 500 milhões, com a AMC Global Media para disponibilizar toda a franquia The Walking Dead em seu catálogo. O contrato inclui a série original e os seis spin-offs, são eles: Fear the Walking Dead, The Walking Dead: Daryl Dixon, The Walking Dead: Dead City, The Walking Dead: The Ones Who Live, The Walking Dead: World Beyond e Tales of The Walking Dead - totalizando 371 episódios.
O acordo também permitirá que todas as séries sejam disponibilizadas no AMC+ a partir de 2027. Segundo a AMC, cada produção chegará aos serviços em datas diferentes, dependendo do território e do encerramento dos contratos de streaming já existentes. Além disso, a parceria amplia a distribuição da franquia pela Netflix para mercados além dos Estados Unidos, incluindo Reino Unido, Itália, Austrália, Nova Zelândia e outros países.
Atualmente, somente a série original de The Walking Dead está disponível na Netflix, mas não os derivados.
O acordo também permitirá que todas as séries sejam disponibilizadas no AMC+ a partir de 2027. Segundo a AMC, cada produção chegará aos serviços em datas diferentes, dependendo do território e do encerramento dos contratos de streaming já existentes. Além disso, a parceria amplia a distribuição da franquia pela Netflix para mercados além dos Estados Unidos, incluindo Reino Unido, Itália, Austrália, Nova Zelândia e outros países.
Atualmente, somente a série original de The Walking Dead está disponível na Netflix, mas não os derivados.
Vingadores: Doutor Destino Marvel revela logo
A Marvel revelou um novo logo temático para Vingadores: Doutor Destino. A identidade visual troca o tradicional vermelho por tons esverdeados inspirados no Doutor Destino, interpretado por Robert Downey Jr., e reúne os heróis do MCU que farão parte do filme: Vingadores, Quarteto Fantástico e X-Men.
O vilão da história do quinto filme dos Vingadores será o Doutor Destino de Robert Downey Jr., ator que viveu o lendário Homem de Ferro na Saga do Infinito do MCU, e agora assume o papel de antagonista. Vingadores: Doutor Destino (Avengers: Doomsday no original) contará com direção dos irmãos Anthony e Joe Russo (Ultimato), e roteiro de Michael Waldron (Loki) e Stephen McFreely (Ultimato).
A Marvel já confirmou os principais nomes do elenco do novo filme, em uma das maiores reuniões de astros do MCU já realizada. Dos filmes anteriores de Vingadores, retornam: Chris Evans como Steve Rogers, Chris Hemsworth como Thor, Anthony Mackie como Capitão América, Sebastian Stan como Soldado Invernal, Paul Rudd como Homem-Formiga, Winston Duke como M'Baku e Letitia Wright como Shuri/Pantera Negra.
De personagens apresentados pós-Vingadores: Ultimato - nas fases 4 e 5 do MCU - temos Simu Liu como Shang-Chi, Danny Ramirez como Falcão, todo o novo Quarteto Fantástico (Pedro Pascal como Sr. Fantástico, Vanessa Kirby como Mulher Invisível, Joseph Quinn como Tocha Humana e Ebon Moss-Bachrach como o Coisa), quase todo o elenco de Thunderbolts* (Florence Pugh como Yelena, Wyatt Russell como Agente Americano, David Harbour como Guardião Vermelho, Hanah John-Kamen como Fantasma e Lewis Pullman como Bob, o Sentinela), e Tenoch Huerta como Namor.
Em uma live de anúncio do elenco, houve também a grande surpresa do filme até aqui: o retorno dos X-Men clássicos dos filmes da antiga Fox, incluindo Patrick Stewart como Professor X, Ian McKellen como Magneto, James Marsden como Ciclope, Alan Cumming como Noturno, Kelsey Grammer como Fera, Rebecca Romijn como Mística e, apresentado em Deadpool & Wolverine, Channing Tatum como Gambit.
Vingadores: Doutor Destino estreia em 17 de dezembro de 2026.
O vilão da história do quinto filme dos Vingadores será o Doutor Destino de Robert Downey Jr., ator que viveu o lendário Homem de Ferro na Saga do Infinito do MCU, e agora assume o papel de antagonista. Vingadores: Doutor Destino (Avengers: Doomsday no original) contará com direção dos irmãos Anthony e Joe Russo (Ultimato), e roteiro de Michael Waldron (Loki) e Stephen McFreely (Ultimato).
A Marvel já confirmou os principais nomes do elenco do novo filme, em uma das maiores reuniões de astros do MCU já realizada. Dos filmes anteriores de Vingadores, retornam: Chris Evans como Steve Rogers, Chris Hemsworth como Thor, Anthony Mackie como Capitão América, Sebastian Stan como Soldado Invernal, Paul Rudd como Homem-Formiga, Winston Duke como M'Baku e Letitia Wright como Shuri/Pantera Negra.
De personagens apresentados pós-Vingadores: Ultimato - nas fases 4 e 5 do MCU - temos Simu Liu como Shang-Chi, Danny Ramirez como Falcão, todo o novo Quarteto Fantástico (Pedro Pascal como Sr. Fantástico, Vanessa Kirby como Mulher Invisível, Joseph Quinn como Tocha Humana e Ebon Moss-Bachrach como o Coisa), quase todo o elenco de Thunderbolts* (Florence Pugh como Yelena, Wyatt Russell como Agente Americano, David Harbour como Guardião Vermelho, Hanah John-Kamen como Fantasma e Lewis Pullman como Bob, o Sentinela), e Tenoch Huerta como Namor.
Em uma live de anúncio do elenco, houve também a grande surpresa do filme até aqui: o retorno dos X-Men clássicos dos filmes da antiga Fox, incluindo Patrick Stewart como Professor X, Ian McKellen como Magneto, James Marsden como Ciclope, Alan Cumming como Noturno, Kelsey Grammer como Fera, Rebecca Romijn como Mística e, apresentado em Deadpool & Wolverine, Channing Tatum como Gambit.
Vingadores: Doutor Destino estreia em 17 de dezembro de 2026.
Street Fighter | Blanka vs. Ryu | DUB
ALERTA DE BLANKA NA ÁREA, RYU!
O nosso representante brasileiro de Street Fighter está chegando aos cinemas no dia 15 de outubro para mostrar todo o seu poder.
Baseado no icônico videogame Street Fighter.
Estrelas: Jason Momoa, David Dastmalchian, Noah Centineo.
O nosso representante brasileiro de Street Fighter está chegando aos cinemas no dia 15 de outubro para mostrar todo o seu poder.
Baseado no icônico videogame Street Fighter.
Estrelas: Jason Momoa, David Dastmalchian, Noah Centineo.
quarta-feira, 29 de julho de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 29/07/26
Bitcoin: R$ 328.260,00 Reais e US$ 63.892,48 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,1080
Dólar turismo: R$ 5,3079
Euro comercial: R$ 5,848
Libra: R$ 6,845
Dólar fecha em baixa ante real após decisão do Fed sobre juros
O dólar fechou a quarta-feira com leve baixa ante o real, acompanhando a perda de força da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes no exterior após a decisão sobre juros do Federal Reserve.
O dólar à vista encerrou o dia com queda de 0,22%, aos R$5,1104. No ano, a divisa passou a acumular baixa de 6,90% ante o real. Às 17h05, o dólar futuro para agosto -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- cedia 0,32% na B3, aos R$5,1150. A moeda norte-americana oscilou entre a estabilidade e leves altas ante o real até a metade da tarde, com investidores à espera da decisão do Fed.
Às 15h, o Fed anunciou, como esperado, a manutenção de sua taxa de juros na faixa de 3,50% a 3,75%, mas a decisão foi dividida: enquanto nove membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) votaram pela estabilidade, 3 defenderam um aumento de 25 pontos-base já nesta reunião.
Após o anúncio, o dólar perdeu força ante as demais divisas globais, incluindo o real, em movimento que se intensificou durante entrevista coletiva do chair do Fed, Kevin Warsh. Na entrevista, Warsh ressaltou o compromisso do Fed com a meta de inflação de 2% e disse que a instituição não hesitará em agir. Ao mesmo tempo, citou dados de inflação "animadores" e disse que os membros do comitê continuarão a acompanhar as informações de mercado.
"A manutenção das taxas, dentro do esperado, favorece os ativos de risco", destacou Vinicius Flores, gestor de investimentos e fundador da Stratton Capital. "O dólar recuou contra uma cesta de moedas e perdeu força também contra o real, reforçando a leitura de que, enquanto o Fed optar por não apertar (a política monetária), os ativos emergentes ganham espaço e a moeda americana perde tração', acrescentou.
Após marcar a cotação máxima de R$5,1420 (+0,39%) às 11h57, antes da decisão do Fed, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,0887 (-0,65%) às 16h02, em meio à coletiva de Warsh. Até o encerramento da sessão a divisa recuperou parte da força, mas ainda assim se manteve no território negativo.
No exterior, às 17h23, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- caía 0,48%, a 100,930. Durante a tarde, sem efeito nas cotações, o Banco Central informou que o país teve fluxo cambial total negativo de US$876 milhões em julho até o dia 24.
Ibovespa fecha em queda com bancos e Fed no radar
O Ibovespa fechou em queda nesta quarta-feira, pressionado pelo forte recuo em ações de bancos, movimento liderado pelos papéis do Santander Brasil, ao mesmo tempo em que agentes do mercado financeiro avaliaram a decisão de juros do Federal Reserve. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,52%, a 173.885,34 pontos, na mínima do dia, após atingir máxima de 176.563,85.
Wall Street encerrou a sessão desta quarta-feira com forte queda
O S&P 500 recuou 1,52%, encerrando o pregão em 7.316,15 pontos.
O Nasdaq recuou 1,74%, para 24.442,94 pontos,
Dow Jones Industrial Average recuou 2,19%, para 51.594,14 pontos.
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda nesta quarta-feira (29)
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,34%, a 10.908,41 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,06%, a 25.448,76 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,60%, a 8.408,27 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,49%, a 51.443,11 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,71%, a 19.390,30 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,93%, a 9.049,41 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quarta-feira (29)
Em Seul, O Kospi encerrou em baixa de 5,98%, aos 5.663,24 pontos.
Em Tóquio, o Nikkei caiu 1,49%, aos 61.434,19 pontos.
Taiex recuou 3,76% em Taiwan, aos 40.039,18 pontos.
Hang Seng avançou 1,96% em Hong Kong, aos 25.807,92 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto subiu 0,40%, aos 3.828,47 pontos,
Shenzhen Composto avançou 0,92%, aos 2.432,67 pontos.
Na Austrália, com ganho de 1,01% do S&P/ASX 200, aos 9.038,60 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,83% em Wellington a 13.976,67 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 2,06% em Moscou a 2.236,30 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 1,16% em Bombaim a 77.654,60 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Dólar comercial: R$ 5,1080
Dólar turismo: R$ 5,3079
Euro comercial: R$ 5,848
Libra: R$ 6,845
Dólar fecha em baixa ante real após decisão do Fed sobre juros
O dólar fechou a quarta-feira com leve baixa ante o real, acompanhando a perda de força da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes no exterior após a decisão sobre juros do Federal Reserve.
O dólar à vista encerrou o dia com queda de 0,22%, aos R$5,1104. No ano, a divisa passou a acumular baixa de 6,90% ante o real. Às 17h05, o dólar futuro para agosto -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- cedia 0,32% na B3, aos R$5,1150. A moeda norte-americana oscilou entre a estabilidade e leves altas ante o real até a metade da tarde, com investidores à espera da decisão do Fed.
Às 15h, o Fed anunciou, como esperado, a manutenção de sua taxa de juros na faixa de 3,50% a 3,75%, mas a decisão foi dividida: enquanto nove membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) votaram pela estabilidade, 3 defenderam um aumento de 25 pontos-base já nesta reunião.
Após o anúncio, o dólar perdeu força ante as demais divisas globais, incluindo o real, em movimento que se intensificou durante entrevista coletiva do chair do Fed, Kevin Warsh. Na entrevista, Warsh ressaltou o compromisso do Fed com a meta de inflação de 2% e disse que a instituição não hesitará em agir. Ao mesmo tempo, citou dados de inflação "animadores" e disse que os membros do comitê continuarão a acompanhar as informações de mercado.
"A manutenção das taxas, dentro do esperado, favorece os ativos de risco", destacou Vinicius Flores, gestor de investimentos e fundador da Stratton Capital. "O dólar recuou contra uma cesta de moedas e perdeu força também contra o real, reforçando a leitura de que, enquanto o Fed optar por não apertar (a política monetária), os ativos emergentes ganham espaço e a moeda americana perde tração', acrescentou.
Após marcar a cotação máxima de R$5,1420 (+0,39%) às 11h57, antes da decisão do Fed, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,0887 (-0,65%) às 16h02, em meio à coletiva de Warsh. Até o encerramento da sessão a divisa recuperou parte da força, mas ainda assim se manteve no território negativo.
No exterior, às 17h23, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- caía 0,48%, a 100,930. Durante a tarde, sem efeito nas cotações, o Banco Central informou que o país teve fluxo cambial total negativo de US$876 milhões em julho até o dia 24.
Ibovespa fecha em queda com bancos e Fed no radar
O Ibovespa fechou em queda nesta quarta-feira, pressionado pelo forte recuo em ações de bancos, movimento liderado pelos papéis do Santander Brasil, ao mesmo tempo em que agentes do mercado financeiro avaliaram a decisão de juros do Federal Reserve. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,52%, a 173.885,34 pontos, na mínima do dia, após atingir máxima de 176.563,85.
Wall Street encerrou a sessão desta quarta-feira com forte queda
O S&P 500 recuou 1,52%, encerrando o pregão em 7.316,15 pontos.
O Nasdaq recuou 1,74%, para 24.442,94 pontos,
Dow Jones Industrial Average recuou 2,19%, para 51.594,14 pontos.
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda nesta quarta-feira (29)
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,34%, a 10.908,41 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,06%, a 25.448,76 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,60%, a 8.408,27 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,49%, a 51.443,11 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,71%, a 19.390,30 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,93%, a 9.049,41 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quarta-feira (29)
Em Seul, O Kospi encerrou em baixa de 5,98%, aos 5.663,24 pontos.
Em Tóquio, o Nikkei caiu 1,49%, aos 61.434,19 pontos.
Taiex recuou 3,76% em Taiwan, aos 40.039,18 pontos.
Hang Seng avançou 1,96% em Hong Kong, aos 25.807,92 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto subiu 0,40%, aos 3.828,47 pontos,
Shenzhen Composto avançou 0,92%, aos 2.432,67 pontos.
Na Austrália, com ganho de 1,01% do S&P/ASX 200, aos 9.038,60 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,83% em Wellington a 13.976,67 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 2,06% em Moscou a 2.236,30 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 1,16% em Bombaim a 77.654,60 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 29/07/26
Wall Street encerrou a sessão desta quarta-feira com forte queda, após o Federal Reserve deixar as taxas de juros inalteradas, com as ações de empresas de chips relacionadas à IA agravando as recentes perdas antes da divulgação dos relatórios trimestrais da Microsoft e da Meta, e o índice Nasdaq 100 registrando uma queda de 11% em relação à sua máxima histórica atingida em junho.
A decisão amplamente esperada do Fed de manter a taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75% gerou dissidências de três dos 12 membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), responsável pela definição da política monetária, que "preferiam" um aumento de um quarto de ponto percentual nesta reunião. O índice de referência S&P 500 atingiu seu nível mais baixo em um mês, enquanto o Nasdaq , com forte presença de empresas de tecnologia, registrou queda de cerca de 9% em relação à sua máxima histórica de junho.
A maioria dos investidores esperava que o Fed mantivesse as taxas de juros. A inflação vem ficando acima da meta do banco central há mais de cinco anos e, até o mês passado, estava se acelerando, à medida que a guerra no Oriente Médio impulsionava os preços globais de combustíveis e alimentos.
"O Fed deixou as taxas inalteradas, como esperado. A grande questão agora, porém, é: quanta pressão eles terão para aumentar as taxas em setembro? A inflação está em alta e, com o aumento do preço do petróleo bruto, o mercado espera que o próximo aumento ocorra de fato em setembro", disse Ryan Detrick, estrategista-chefe de mercado do Carson Group.
Os investidores temem que as principais empresas norte-americanas estejam aprofundando uma rede de investimentos ligados à IA e continuem a canalizar bilhões para essa tecnologia emergente às custas do fluxo de caixa livre. A Meta caiu 4% após o fechamento depois que a empresa de mídia social informou que agora espera que os gastos de capital em 2026 fiquem entre US$130 bilhões e US$145 bilhões, em comparação com sua previsão anterior de US$ 125 bilhões a US$ 145 bilhões.
Também no pós-mercado, a Microsoft subiu 0,6% depois de superar as estimativas de Wall Street para o crescimento trimestral da receita de nuvem, um sinal de que seus gastos maciços em infraestrutura de IA estavam valendo a pena. Enquanto isso, a concorrência da China vem se intensificando, tanto na corrida para desenvolver chips avançados quanto com o lançamento de modelos de IA mais baratos por parte das empresas chinesas.
Em declarações à imprensa, o chair do Fed, Kevin Warsh, afirmou que os gastos com IA estavam preparando o terreno para o crescimento futuro. Fabricantes de chips relacionados à IA ampliaram as perdas recentes depois que o lucro trimestral da SK Hynix ficou aquém das altas expectativas dos investidores. As ações da empresa sul-coreana caíram 10%. A Vertiv, empresa de infraestrutura de IA, despencou 17% após não atingir as expectativas de receita trimestral.
O S&P 500 recuou 1,52%, encerrando o pregão em 7.316,15 pontos. O Nasdaq recuou 1,74%, para 24.442,94 pontos, enquanto o Índice Dow Jones Industrial Average recuou 2,19%, para 51.594,14 pontos.
Oito dos 11 índices setoriais do S&P 500 registraram queda, liderados pelo setor industrial, com queda de 3,24%, seguido por uma perda de 2,5% no setor de tecnologia da informação. Analistas esperam, em média, que os lucros agregados do S&P 500 no segundo trimestre aumentem 40% em relação ao ano anterior, com as ações relacionadas à IA sendo responsáveis por grande parte desse crescimento, de acordo com a LSEG I/B/E/S.
As fortes previsões de lucros e a recente queda de Wall Street fizeram com que o S&P 500 fosse negociado a cerca de 20 vezes os lucros esperados, um pouco acima de sua média de 10 anos, que é de 19, de acordo com dados da LSEG.
A Ford Motor subiu 2,1% após elevar sua previsão de lucro anual pela segunda vez neste ano. A Lennox despencou 21% depois que a fabricante de soluções de climatização reduziu sua previsão de lucro anual. A Visa subiu 0,6% depois que a empresa superou as estimativas de lucro trimestral, impulsionada pela demanda por viagens gerada pela Copa do Mundo.
Fontes: Dow Jones Newswires.
A decisão amplamente esperada do Fed de manter a taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75% gerou dissidências de três dos 12 membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), responsável pela definição da política monetária, que "preferiam" um aumento de um quarto de ponto percentual nesta reunião. O índice de referência S&P 500 atingiu seu nível mais baixo em um mês, enquanto o Nasdaq , com forte presença de empresas de tecnologia, registrou queda de cerca de 9% em relação à sua máxima histórica de junho.
A maioria dos investidores esperava que o Fed mantivesse as taxas de juros. A inflação vem ficando acima da meta do banco central há mais de cinco anos e, até o mês passado, estava se acelerando, à medida que a guerra no Oriente Médio impulsionava os preços globais de combustíveis e alimentos.
"O Fed deixou as taxas inalteradas, como esperado. A grande questão agora, porém, é: quanta pressão eles terão para aumentar as taxas em setembro? A inflação está em alta e, com o aumento do preço do petróleo bruto, o mercado espera que o próximo aumento ocorra de fato em setembro", disse Ryan Detrick, estrategista-chefe de mercado do Carson Group.
Os investidores temem que as principais empresas norte-americanas estejam aprofundando uma rede de investimentos ligados à IA e continuem a canalizar bilhões para essa tecnologia emergente às custas do fluxo de caixa livre. A Meta caiu 4% após o fechamento depois que a empresa de mídia social informou que agora espera que os gastos de capital em 2026 fiquem entre US$130 bilhões e US$145 bilhões, em comparação com sua previsão anterior de US$ 125 bilhões a US$ 145 bilhões.
Também no pós-mercado, a Microsoft subiu 0,6% depois de superar as estimativas de Wall Street para o crescimento trimestral da receita de nuvem, um sinal de que seus gastos maciços em infraestrutura de IA estavam valendo a pena. Enquanto isso, a concorrência da China vem se intensificando, tanto na corrida para desenvolver chips avançados quanto com o lançamento de modelos de IA mais baratos por parte das empresas chinesas.
Em declarações à imprensa, o chair do Fed, Kevin Warsh, afirmou que os gastos com IA estavam preparando o terreno para o crescimento futuro. Fabricantes de chips relacionados à IA ampliaram as perdas recentes depois que o lucro trimestral da SK Hynix ficou aquém das altas expectativas dos investidores. As ações da empresa sul-coreana caíram 10%. A Vertiv, empresa de infraestrutura de IA, despencou 17% após não atingir as expectativas de receita trimestral.
O S&P 500 recuou 1,52%, encerrando o pregão em 7.316,15 pontos. O Nasdaq recuou 1,74%, para 24.442,94 pontos, enquanto o Índice Dow Jones Industrial Average recuou 2,19%, para 51.594,14 pontos.
Oito dos 11 índices setoriais do S&P 500 registraram queda, liderados pelo setor industrial, com queda de 3,24%, seguido por uma perda de 2,5% no setor de tecnologia da informação. Analistas esperam, em média, que os lucros agregados do S&P 500 no segundo trimestre aumentem 40% em relação ao ano anterior, com as ações relacionadas à IA sendo responsáveis por grande parte desse crescimento, de acordo com a LSEG I/B/E/S.
As fortes previsões de lucros e a recente queda de Wall Street fizeram com que o S&P 500 fosse negociado a cerca de 20 vezes os lucros esperados, um pouco acima de sua média de 10 anos, que é de 19, de acordo com dados da LSEG.
A Ford Motor subiu 2,1% após elevar sua previsão de lucro anual pela segunda vez neste ano. A Lennox despencou 21% depois que a fabricante de soluções de climatização reduziu sua previsão de lucro anual. A Visa subiu 0,6% depois que a empresa superou as estimativas de lucro trimestral, impulsionada pela demanda por viagens gerada pela Copa do Mundo.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 29/07/26
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda nesta quarta-feira (29) pressionadas pela nova alta do petróleo após a escalada das tensões no Oriente Médio e pela fraqueza das ações de tecnologia e semicondutores.
Investidores também acompanharam uma intensa rodada de balanços corporativos e adotaram postura cautelosa antes da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed), enquanto resultados de empresas provocaram fortes oscilações setoriais.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,34%, a 10.908,41 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,06%, a 25.448,76 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,60%, a 8.408,27 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,49%, a 51.443,11 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,71%, a 19.390,30 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,93%, a 9.049,41 pontos. As cotações são preliminares.
A retomada dos ataques entre Irã e Estados Unidos impulsionou o petróleo e reduziu o apetite por risco. Para o ING, os novos desdobramentos esfriam as expectativas de uma rápida desescalada no Golfo Pérsico.
Em paralelo, o mercado também aguarda a decisão do Fed em busca de sinais sobre os próximos passos da política monetária americana. Entre os destaques corporativos, a Kering disparou 15,7% após resultados acima das expectativas e sinais de melhora da Gucci, com analistas do RBC Capital Markets e da Bernstein vendo avanço na recuperação da marca.
Na direção oposta, a Hermès tombou 11,6% depois de números que frustraram investidores ao reforçar a fraqueza da demanda na China, aponta o Citi. O CaixaBank cedeu 6,8%, apesar de lucro acima do esperado, ao manter suas projeções para o ano. Entre as petroleiras, Shell (+2,7%) e BP (+3,7%) foram beneficiadas pela valorização do petróleo.
Já o setor de tecnologia (-0,4%) permaneceu sob pressão, com perdas de ASML (-2,1%), ASM International (-4,5%) e Infineon (-5,8%) contribuindo para limitar o desempenho dos principais índices europeus.
A Tickmill avaliou que a pressão sobre empresas de semicondutores mostra que investidores passaram a exigir evidências mais concretas de crescimento dos lucros e da demanda ligada à inteligência artificial (IA).
Fontes: Dow Jones Newswires.
Investidores também acompanharam uma intensa rodada de balanços corporativos e adotaram postura cautelosa antes da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed), enquanto resultados de empresas provocaram fortes oscilações setoriais.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,34%, a 10.908,41 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,06%, a 25.448,76 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,60%, a 8.408,27 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,49%, a 51.443,11 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,71%, a 19.390,30 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,93%, a 9.049,41 pontos. As cotações são preliminares.
A retomada dos ataques entre Irã e Estados Unidos impulsionou o petróleo e reduziu o apetite por risco. Para o ING, os novos desdobramentos esfriam as expectativas de uma rápida desescalada no Golfo Pérsico.
Em paralelo, o mercado também aguarda a decisão do Fed em busca de sinais sobre os próximos passos da política monetária americana. Entre os destaques corporativos, a Kering disparou 15,7% após resultados acima das expectativas e sinais de melhora da Gucci, com analistas do RBC Capital Markets e da Bernstein vendo avanço na recuperação da marca.
Na direção oposta, a Hermès tombou 11,6% depois de números que frustraram investidores ao reforçar a fraqueza da demanda na China, aponta o Citi. O CaixaBank cedeu 6,8%, apesar de lucro acima do esperado, ao manter suas projeções para o ano. Entre as petroleiras, Shell (+2,7%) e BP (+3,7%) foram beneficiadas pela valorização do petróleo.
Já o setor de tecnologia (-0,4%) permaneceu sob pressão, com perdas de ASML (-2,1%), ASM International (-4,5%) e Infineon (-5,8%) contribuindo para limitar o desempenho dos principais índices europeus.
A Tickmill avaliou que a pressão sobre empresas de semicondutores mostra que investidores passaram a exigir evidências mais concretas de crescimento dos lucros e da demanda ligada à inteligência artificial (IA).
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 29/07/26
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quarta-feira (29), com destaque negativo ao Kospi, na Coreia do Sul, em meio ao cenário de incerteza no segmento de inteligência artificial.
A bolsa de Seul voltou a tombar, pressionada por uma nova onda de vendas em ações de semicondutores, diante de persistentes dúvidas sobre a sustentabilidade do ciclo de investimentos na tecnologia.
Em Seul, as perdas foram lideradas pela SK Hynix, cujas ações recuaram fortemente depois que o lucro operacional do último trimestre ficou abaixo das estimativas de analistas, apesar de ter saltado quase seis vezes.
O Kospi chegou a cair mais de 8% ao longo do pregão, mas reduziu parte das perdas e encerrou em baixa de 5,98%, aos 5.663,24 pontos.Após a queda de quase 11% na véspera, o índice - que havia superado recentemente a marca de 9 mil pontos - recuou ao menor nível desde o início de abril. A SK Hynix despencou 9,6%, enquanto a concorrente Samsung Electronics caiu 5,2%.
Os mercados vêm sendo atingidos por sucessivas ondas de realização em ações ligadas à IA, à medida que investidores reagem a diferentes fatores, incluindo o avanço da China no desenvolvimento de modelos avançados e mais baratos.
Em Tóquio, o Nikkei caiu 1,49%, aos 61.434,19 pontos, após devolver os ganhos do início do pregão. A Tokyo Electron, fabricante de equipamentos para produção de chips, desabou 10,6%, enquanto a Lasertec Corp., que produz sistemas de medição e inspeção de semicondutores, recuou 8,3%. A Nippon Paper, dona de uma fábrica na área afetada que foi severamente danificada pelo terremoto no Japão na terça-feira (28), caiu 2,1%.
Em outras partes da Ásia, o Taiex recuou 3,76% em Taiwan, aos 40.039,18 pontos, pressionado pela TSMC (-3,5%), maior fabricante mundial de semicondutores por contrato. Já o Hang Seng avançou 1,96% em Hong Kong, aos 25.807,92 pontos.
Na China continental, o dia foi de alta: o Xangai Composto subiu 0,40%, aos 3.828,47 pontos, e o Shenzhen Composto avançou 0,92%, aos 2.432,67 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana fechou no azul, com ganho de 1,01% do S&P/ASX 200, aos 9.038,60 pontos, após o governo informar que a inflação permaneceu moderada, o que aliviou a pressão sobre o RBA - o banco central local - para elevar juros.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,83% em Wellington a 13.976,67 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 2,06% em Moscou a 2.236,30 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 1,16% em Bombaim a 77.654,60 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
A bolsa de Seul voltou a tombar, pressionada por uma nova onda de vendas em ações de semicondutores, diante de persistentes dúvidas sobre a sustentabilidade do ciclo de investimentos na tecnologia.
Em Seul, as perdas foram lideradas pela SK Hynix, cujas ações recuaram fortemente depois que o lucro operacional do último trimestre ficou abaixo das estimativas de analistas, apesar de ter saltado quase seis vezes.
O Kospi chegou a cair mais de 8% ao longo do pregão, mas reduziu parte das perdas e encerrou em baixa de 5,98%, aos 5.663,24 pontos.Após a queda de quase 11% na véspera, o índice - que havia superado recentemente a marca de 9 mil pontos - recuou ao menor nível desde o início de abril. A SK Hynix despencou 9,6%, enquanto a concorrente Samsung Electronics caiu 5,2%.
Os mercados vêm sendo atingidos por sucessivas ondas de realização em ações ligadas à IA, à medida que investidores reagem a diferentes fatores, incluindo o avanço da China no desenvolvimento de modelos avançados e mais baratos.
Em Tóquio, o Nikkei caiu 1,49%, aos 61.434,19 pontos, após devolver os ganhos do início do pregão. A Tokyo Electron, fabricante de equipamentos para produção de chips, desabou 10,6%, enquanto a Lasertec Corp., que produz sistemas de medição e inspeção de semicondutores, recuou 8,3%. A Nippon Paper, dona de uma fábrica na área afetada que foi severamente danificada pelo terremoto no Japão na terça-feira (28), caiu 2,1%.
Em outras partes da Ásia, o Taiex recuou 3,76% em Taiwan, aos 40.039,18 pontos, pressionado pela TSMC (-3,5%), maior fabricante mundial de semicondutores por contrato. Já o Hang Seng avançou 1,96% em Hong Kong, aos 25.807,92 pontos.
Na China continental, o dia foi de alta: o Xangai Composto subiu 0,40%, aos 3.828,47 pontos, e o Shenzhen Composto avançou 0,92%, aos 2.432,67 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana fechou no azul, com ganho de 1,01% do S&P/ASX 200, aos 9.038,60 pontos, após o governo informar que a inflação permaneceu moderada, o que aliviou a pressão sobre o RBA - o banco central local - para elevar juros.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,83% em Wellington a 13.976,67 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 2,06% em Moscou a 2.236,30 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 1,16% em Bombaim a 77.654,60 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Cinemas Os lançamentos da semana: 29-30/07 a 05/08/26
Nesta semana, Homem-Aranha: Um novo dia, As cores do tempo, Aquele que viu o abismo, estão entre as principais estreias dos cinemas brasileiros. Em suma, as duas novas produções devem ocupar grande parte das telonas do país nos próximos dias.
Vale destacar que os demais filmes que chegam ao país têm um número de salas reduzidas e, por essa razão, devem chegar apenas às principais capitais.
Lembrando que as estreias da semana nos cinemas estão sempre sujeitas a alterações e os filmes previstos para a exibição podem mudar dependendo do dia.
(29/07) Homem-Aranha: Um novo dia
Título original: Spider-Man: Brand new day
Distribuição: Sony
País: Estados Unidos
Gênero: ação
Classificação: 14 anos
Direção: Destin Daniel Cretton
Elenco: Tom Holland, Zendaya, Jon Bernthal
Sinopse
Após o mundo ter esquecido seu nome, Peter Parker inicia um novo capítulo em sua vida, conciliando as aulas da faculdade, um trabalho de meio período e sua responsabilidade como o Homem-Aranha, o Amigão da Vizinhança de Nova York. Mas quando uma força misteriosa começa a desmantelar a cidade de dentro para fora, Peter se vê preso entre inimigos poderosos, legados antigos e aliados inesperados.
Título original: La venue de L'avenir
Distribuição: Imovision
País: França, Bélgica
Gênero: comédia dramática
Duração: 124 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Cédric Klapisch
Elenco: Suzanne Lindon, Abraham Wapler, Vincent Macaigne
Sinopse
Ao herdar uma antiga casa deixada intocada desde 1940, quatro primos distantes se reencontram e mergulham nos segredos há muito esquecidos de sua família. Ao explorarem o local, descobrem vestígios da vida de Adèle, uma jovem de 20 anos que viveu ali em 1895, antes de partir para Paris. À medida que percorrem os passos dessa ancestral enigmática, o passado ganha vida e começa a ecoar no presente, desafiando suas certezas e revelando paralelos inesperados entre 2025 e o fim do século XIX.
Distribuição: Embaúba Filmes
País: Brasil, China
Gênero: ficção científica, experimental
Duração: 70 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Gregório Gananian, Negro Leo
Elenco: Negro Leo, Ava Rocha, Clara Choveaux
Sinopse
Imerso em uma complexa trama de assassinatos, X usa suas visões para tentar sobreviver e navegar por um sistema opressor. Ele se vê encurralado pela ProLife, uma empresa multinacional que recruta civis oferecendo a possibilidade de vida eterna.
Título original: As aves
Distribuição: Filmes do Estação
País: Portugal
Gênero: drama
Duração: 73 minutos
Classificação: 12 anos
Direção: Pedro Magano
Elenco: Gustavo Sumpta, Mafalda Rocha
Sinopse
Um homem que despreza os deuses vive isolado em uma ilha, onde sua única companheira é uma calopsita enjaulada. Ao pássaro, ele confia seus sonhos de escapar da sua rotina monótona e fundar uma cidade onde humanos e pássaros possam viver livremente.
Distribuição: De Repente o Rio
País: Brasil
Gênero: drama
Duração: 150 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Diego Zon
Elenco: Danilo Andrade, Verônica Gomes, Antônio Pitanga
Sinopse
O rio não é o mesmo. Tornou-se lama contaminada. Moradores de uma vila pesqueira enfrentam um futuro incerto após o rompimento da barragem. Yara e Dingue retomam a vida, permanecem e derivam na memória do lugar enquanto as águas correm as montanhas ante as forças indomáveis da natureza.
Título original: La pianiste
Distribuição: Filmicca
País: Áustria, França
Gênero: drama
Ano de produção: 2001
Duração: 131 minutos
Classificação: 18 anos
Direção: Michael Haneke
Elenco: Isabelle Huppert, Annie Girardot, Benoît Magimel
Sinopse
Erika Kohut leciona piano no Conservatório de Viena. Prestes a completar 40 anos, ela vive confinada em casa com a mãe — uma influência da qual só consegue escapar durante suas visitas frequentes a cinemas pornô e peepshows. Sua sexualidade é marcada por um voyeurismo mórbido e pela automutilação masoquista, até que um de seus alunos decide seduzi-la.
Distribuição: Olhar Distribuição
País: Brasil
Gênero: documentário
Duração: 72 minutos
Classificação: 12 anos
Direção: Pedro Giongo
Sinopse
Em uma mítica ilha no litoral sul do Brasil, um pescador de 70 anos ainda não conseguiu se aposentar. Martelo é um homem-farol que aponta sua luz para Superagüi e ilumina os desejos e as dores de uma comunidade que resiste ao apagamento.
Distribuição: Descoloniza Filmes
País: Brasil
Gênero: documentário
Duração: 70 minutos
Classificação: 12 anos
Direção: Eliza Capai
Sinopse
Numa pequena cidade do sertão do Piauí, meninas navegam entre TikTok, cultos evangélicos e sonhos. Ao inventarem uma máquina do tempo, elas revisitam as histórias duras de suas mães e avós, marcadas pela pobreza e desigualdade, e viajam para um futuro onde se enxergam livres e realizadas.
Distribuição: Bretz Filmes
País: Brasil
Gênero: documentário
Duração: 80 minutos
Classificação: 12 anos
Direção: André Brandão
Sinopse
Um filme sobre um dos grandes nomes da literatura brasileira: Ignácio de Loyola Brandão — escritor, jornalista, cinéfilo, observador atento da realidade, sonhador. Subvertendo os papéis, o documentário transforma o contador de histórias em personagem principal de uma narrativa que entrelaça os muitos homens que existem em um só.
Vale destacar que os demais filmes que chegam ao país têm um número de salas reduzidas e, por essa razão, devem chegar apenas às principais capitais.
Lembrando que as estreias da semana nos cinemas estão sempre sujeitas a alterações e os filmes previstos para a exibição podem mudar dependendo do dia.
(29/07) Homem-Aranha: Um novo dia
Título original: Spider-Man: Brand new day
Distribuição: Sony
País: Estados Unidos
Gênero: ação
Classificação: 14 anos
Direção: Destin Daniel Cretton
Elenco: Tom Holland, Zendaya, Jon Bernthal
Sinopse
Após o mundo ter esquecido seu nome, Peter Parker inicia um novo capítulo em sua vida, conciliando as aulas da faculdade, um trabalho de meio período e sua responsabilidade como o Homem-Aranha, o Amigão da Vizinhança de Nova York. Mas quando uma força misteriosa começa a desmantelar a cidade de dentro para fora, Peter se vê preso entre inimigos poderosos, legados antigos e aliados inesperados.
As cores do tempo
Título original: La venue de L'avenir
Distribuição: Imovision
País: França, Bélgica
Gênero: comédia dramática
Duração: 124 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Cédric Klapisch
Elenco: Suzanne Lindon, Abraham Wapler, Vincent Macaigne
Sinopse
Ao herdar uma antiga casa deixada intocada desde 1940, quatro primos distantes se reencontram e mergulham nos segredos há muito esquecidos de sua família. Ao explorarem o local, descobrem vestígios da vida de Adèle, uma jovem de 20 anos que viveu ali em 1895, antes de partir para Paris. À medida que percorrem os passos dessa ancestral enigmática, o passado ganha vida e começa a ecoar no presente, desafiando suas certezas e revelando paralelos inesperados entre 2025 e o fim do século XIX.
Aquele que viu o abismo
Distribuição: Embaúba Filmes
País: Brasil, China
Gênero: ficção científica, experimental
Duração: 70 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Gregório Gananian, Negro Leo
Elenco: Negro Leo, Ava Rocha, Clara Choveaux
Sinopse
Imerso em uma complexa trama de assassinatos, X usa suas visões para tentar sobreviver e navegar por um sistema opressor. Ele se vê encurralado pela ProLife, uma empresa multinacional que recruta civis oferecendo a possibilidade de vida eterna.
As aves
Título original: As aves
Distribuição: Filmes do Estação
País: Portugal
Gênero: drama
Duração: 73 minutos
Classificação: 12 anos
Direção: Pedro Magano
Elenco: Gustavo Sumpta, Mafalda Rocha
Sinopse
Um homem que despreza os deuses vive isolado em uma ilha, onde sua única companheira é uma calopsita enjaulada. Ao pássaro, ele confia seus sonhos de escapar da sua rotina monótona e fundar uma cidade onde humanos e pássaros possam viver livremente.
Margeado
Distribuição: De Repente o Rio
País: Brasil
Gênero: drama
Duração: 150 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Diego Zon
Elenco: Danilo Andrade, Verônica Gomes, Antônio Pitanga
Sinopse
O rio não é o mesmo. Tornou-se lama contaminada. Moradores de uma vila pesqueira enfrentam um futuro incerto após o rompimento da barragem. Yara e Dingue retomam a vida, permanecem e derivam na memória do lugar enquanto as águas correm as montanhas ante as forças indomáveis da natureza.
A professora de piano (relançamento)
Título original: La pianiste
Distribuição: Filmicca
País: Áustria, França
Gênero: drama
Ano de produção: 2001
Duração: 131 minutos
Classificação: 18 anos
Direção: Michael Haneke
Elenco: Isabelle Huppert, Annie Girardot, Benoît Magimel
Sinopse
Erika Kohut leciona piano no Conservatório de Viena. Prestes a completar 40 anos, ela vive confinada em casa com a mãe — uma influência da qual só consegue escapar durante suas visitas frequentes a cinemas pornô e peepshows. Sua sexualidade é marcada por um voyeurismo mórbido e pela automutilação masoquista, até que um de seus alunos decide seduzi-la.
Lista de desejos para Superagüi
Distribuição: Olhar Distribuição
País: Brasil
Gênero: documentário
Duração: 72 minutos
Classificação: 12 anos
Direção: Pedro Giongo
Sinopse
Em uma mítica ilha no litoral sul do Brasil, um pescador de 70 anos ainda não conseguiu se aposentar. Martelo é um homem-farol que aponta sua luz para Superagüi e ilumina os desejos e as dores de uma comunidade que resiste ao apagamento.
A fabulosa máquina do tempo
Distribuição: Descoloniza Filmes
País: Brasil
Gênero: documentário
Duração: 70 minutos
Classificação: 12 anos
Direção: Eliza Capai
Sinopse
Numa pequena cidade do sertão do Piauí, meninas navegam entre TikTok, cultos evangélicos e sonhos. Ao inventarem uma máquina do tempo, elas revisitam as histórias duras de suas mães e avós, marcadas pela pobreza e desigualdade, e viajam para um futuro onde se enxergam livres e realizadas.
Não sei viver sem palavras
Distribuição: Bretz Filmes
País: Brasil
Gênero: documentário
Duração: 80 minutos
Classificação: 12 anos
Direção: André Brandão
Sinopse
Um filme sobre um dos grandes nomes da literatura brasileira: Ignácio de Loyola Brandão — escritor, jornalista, cinéfilo, observador atento da realidade, sonhador. Subvertendo os papéis, o documentário transforma o contador de histórias em personagem principal de uma narrativa que entrelaça os muitos homens que existem em um só.
Coyote Vs. Acme | Trailer Oficial 2 Dublado
O filme acompanha Wile E. Coyote, que, após produtos Acme falharem inúmeras vezes em sua busca pelo Papa-Léguas, decide contratar um advogado para processar a Acme Corporation. O caso coloca Coyote e seu advogado (Will Forte) contra o intimidador ex-chefe (John Cena), e cresce uma amizade entre o advogado e o desenho animado, que alimenta a determinação deles em vencer o caso.
Coyote Vs. Acme estreia no Brasil em 27 de agostoo de 2026 exclusivamente nos cinemas, distribuído pela Paris Filmes.
Coyote Vs. Acme estreia no Brasil em 27 de agostoo de 2026 exclusivamente nos cinemas, distribuído pela Paris Filmes.
A Queda 2: No Limite | Trailer Oficial Legendado
De luto pela morte de sua irmã Shiloh, Jax Hunter cria um laço com Luce, a amiga corajosa de Shiloh. Juntas, elas enfrentam a perigosa passarela suspensa do Monte Kwan, na Tailândia. Quando um deslizamento de rochas as deixa presas em uma estreita prancha a mais de 3.000 metros de altitude, Jax precisa enfrentar seus medos para sobreviver.
Estrelas: Tom Brittney, Adam Rose, Virginia Gardner.
A Queda 2: No Limite estreia no Brasil em 24 de setembro de 2026 exclusivamente nos cinemas, distribuído pela Paris Filmes.
Estrelas: Tom Brittney, Adam Rose, Virginia Gardner.
A Queda 2: No Limite estreia no Brasil em 24 de setembro de 2026 exclusivamente nos cinemas, distribuído pela Paris Filmes.
Jumanji: Mundo Real | Trailer Oficial
Elenco: Dwayne Johnson, Jack Black, Kevin Hart, Karen Gillan
Direção: Jake Kasdan
Sinopse: Um. Último. Jogo.
Neste Natal, Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan se reúnem em *Jumanji: Open World*, o capítulo final e hilário da trilogia de ação e aventura amada em todo o mundo. Nossos heróis já escaparam das selvas perigosas de Jumanji antes, mas, desta vez, Jumanji rompe as barreiras do console e libera seu caos em nosso mundo.
O caos de Jumanji invade o mundo real com desastres naturais. Os heróis retornam em novas versões de seus avatares para enfrentar monstros mortais através de selvas e desertos, enquanto tentam salvar a realidade do colapso total.
Jumanji: Mundo Real estreia no Brasil em 7 de janeiro de 2027.
Direção: Jake Kasdan
Sinopse: Um. Último. Jogo.
Neste Natal, Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan se reúnem em *Jumanji: Open World*, o capítulo final e hilário da trilogia de ação e aventura amada em todo o mundo. Nossos heróis já escaparam das selvas perigosas de Jumanji antes, mas, desta vez, Jumanji rompe as barreiras do console e libera seu caos em nosso mundo.
O caos de Jumanji invade o mundo real com desastres naturais. Os heróis retornam em novas versões de seus avatares para enfrentar monstros mortais através de selvas e desertos, enquanto tentam salvar a realidade do colapso total.
Jumanji: Mundo Real estreia no Brasil em 7 de janeiro de 2027.
terça-feira, 28 de julho de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 28/07/26
Bitcoin: R$ 327.987,00 Reais e US$ 63.822,60 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,1216
Dólar turismo: R$ 5,3255
Euro comercial: R$ 5,832
Libra: R$ 6,825
Dólar fecha em leve alta no Brasil com Fed no foco
O dólar fechou a terça-feira em leve alta ante o real, com os agentes assumindo uma posição de cautela às vésperas da decisão de juros do Federal Reserve, que será anunciada quarta-feira, em meio a mais uma sessão de recuo do petróleo no exterior.
O dólar à vista encerrou o dia com variação positiva de 0,17%, aos R$5,1219. Às 17h45, o dólar futuro para agosto -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- subia 0,08% na B3, aos R$5,1230.
O movimento do câmbio no Brasil seguiu a dinâmica da divisa norte-americana no exterior ao longo da sessão, tendo pequenas oscilações positivas e negativas. Ainda assim, o dólar permaneceu próximo da máxima de um mês no exterior, enquanto os investidores avaliavam a possibilidade de um aumento da taxa de juros pelo Federal Reserve no encontro que acontece na quarta-feira. De acordo com dados da LSEG, os mercados estão precificando uma probabilidade de quase 40% de aumento de 25 pontos-base na taxa de juros na quarta-feira, acima dos cerca de 20% da semana passada. Os investidores veem uma probabilidade de quase 95% de um aumento até setembro.
Ao mesmo tempo, o petróleo teve mais um dia de queda no mercado internacional, recuando cerca de 5% e atingindo a menor cotação em duas semanas, impulsionados por esperanças cautelosas de que a trégua nos combates entre os Estados Unidos e o Irã leve a negociações para pôr fim à guerra, embora tréguas anteriores tenham se mostrado apenas temporárias.
"A moeda brasileira se tornou um ativo que os investidores procuram quando o preço do petróleo é pressionado, tendo um movimento inverso à commodity", disse Felipe Tavares, economista-chefe da BGC Liquidez.
Localmente, os agentes avaliavam os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) divulgados na abertura. O indicador subiu 0,06% em julho, após avanço de 0,41% em junho. Com isso, o IPCA-15 passou a acumular nos 12 meses até julho alta de 4,52%, contra 4,80% no mês anterior. A meta contínua para a inflação é de 3% medido pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.
As expectativas em pesquisa da Reuters eram de avanços de 0,20% na comparação mensal e de 4,67% em 12 meses.
O dado foi divulgado uma semana antes da próxima reunião de decisão de juros do Banco Central. Em seu último encontro, a autarquia cortou a Selic em 0,25 ponto percentual, a 14,25% ao ano, deixando os próximos passos em aberto.
Ibovespa fecha em alta após desaceleração do IPCA-15
O Ibovespa fechou em alta nesta terça-feira, sustentado pela desaceleração mais forte que o esperado do IPCA-15 e pelo consequente reforço nas apostas de novos cortes da taxa básica de juros pelo Banco Central.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,7%, a 176.564,75 pontos, após marcar 175.326,40 na mínima e 178.538,64 na máxima do dia. O volume financeiro no pregão somou R$22,3 bilhões.
O S&P 500 fechou em alta nesta terça-feira, (28)
O S&P 500 subiu 0,21%, encerrando o pregão em 7.428,78 pontos.
O Nasdaq recuou 0,22%, para 24.876,91 pontos,
Índice Dow Jones Industrial subiu 1,03%, para 52.747,32 pontos.
As principais bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira (28)
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,83%, a 10.871,02 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,52%, a 25.492,59 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,63%, a 8.458,78 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,69%, a 51.698,19 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,01%, a 19.742,64 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,14%, a 9.134,58 pontos.
O índice pan-europeu Stoxx 600 avançou 0,41%, a 647,28 pontos, mas o subíndice de tecnologia caiu 0,62%.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta terça-feira (28)
O índice sul-coreano Kospi caiu 10,84% em Seul, a 6.023,66 pontos
Nikkei teve perda de 3,95% em Tóquio, a 62.364,92 pontos,
Taiex caiu 4,65% em Taiwan, a 41.603,36 pontos,
Na China continental, o Xangai Composto caiu 1,16%, a 3.813,31 pontos,
Shenzhen Composto recuou 3,20%, a 2.410,42 pontos.
Hang Seng avançou 0,41% em Hong Kong, a 25.310,85 pontos.
Na Austrália, o S&P/ASX 200 subiu 0,60% em Sydney, a 8.947,80 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,081% em Wellington a 13.861,93 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,93% em Moscou a 2,196.22 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,091% em Bombaim a 76.765,92 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Dólar comercial: R$ 5,1216
Dólar turismo: R$ 5,3255
Euro comercial: R$ 5,832
Libra: R$ 6,825
Dólar fecha em leve alta no Brasil com Fed no foco
O dólar fechou a terça-feira em leve alta ante o real, com os agentes assumindo uma posição de cautela às vésperas da decisão de juros do Federal Reserve, que será anunciada quarta-feira, em meio a mais uma sessão de recuo do petróleo no exterior.
O dólar à vista encerrou o dia com variação positiva de 0,17%, aos R$5,1219. Às 17h45, o dólar futuro para agosto -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- subia 0,08% na B3, aos R$5,1230.
O movimento do câmbio no Brasil seguiu a dinâmica da divisa norte-americana no exterior ao longo da sessão, tendo pequenas oscilações positivas e negativas. Ainda assim, o dólar permaneceu próximo da máxima de um mês no exterior, enquanto os investidores avaliavam a possibilidade de um aumento da taxa de juros pelo Federal Reserve no encontro que acontece na quarta-feira. De acordo com dados da LSEG, os mercados estão precificando uma probabilidade de quase 40% de aumento de 25 pontos-base na taxa de juros na quarta-feira, acima dos cerca de 20% da semana passada. Os investidores veem uma probabilidade de quase 95% de um aumento até setembro.
Ao mesmo tempo, o petróleo teve mais um dia de queda no mercado internacional, recuando cerca de 5% e atingindo a menor cotação em duas semanas, impulsionados por esperanças cautelosas de que a trégua nos combates entre os Estados Unidos e o Irã leve a negociações para pôr fim à guerra, embora tréguas anteriores tenham se mostrado apenas temporárias.
"A moeda brasileira se tornou um ativo que os investidores procuram quando o preço do petróleo é pressionado, tendo um movimento inverso à commodity", disse Felipe Tavares, economista-chefe da BGC Liquidez.
Localmente, os agentes avaliavam os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) divulgados na abertura. O indicador subiu 0,06% em julho, após avanço de 0,41% em junho. Com isso, o IPCA-15 passou a acumular nos 12 meses até julho alta de 4,52%, contra 4,80% no mês anterior. A meta contínua para a inflação é de 3% medido pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.
As expectativas em pesquisa da Reuters eram de avanços de 0,20% na comparação mensal e de 4,67% em 12 meses.
O dado foi divulgado uma semana antes da próxima reunião de decisão de juros do Banco Central. Em seu último encontro, a autarquia cortou a Selic em 0,25 ponto percentual, a 14,25% ao ano, deixando os próximos passos em aberto.
Ibovespa fecha em alta após desaceleração do IPCA-15
O Ibovespa fechou em alta nesta terça-feira, sustentado pela desaceleração mais forte que o esperado do IPCA-15 e pelo consequente reforço nas apostas de novos cortes da taxa básica de juros pelo Banco Central.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,7%, a 176.564,75 pontos, após marcar 175.326,40 na mínima e 178.538,64 na máxima do dia. O volume financeiro no pregão somou R$22,3 bilhões.
O S&P 500 fechou em alta nesta terça-feira, (28)
O S&P 500 subiu 0,21%, encerrando o pregão em 7.428,78 pontos.
O Nasdaq recuou 0,22%, para 24.876,91 pontos,
Índice Dow Jones Industrial subiu 1,03%, para 52.747,32 pontos.
As principais bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira (28)
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,83%, a 10.871,02 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,52%, a 25.492,59 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,63%, a 8.458,78 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,69%, a 51.698,19 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,01%, a 19.742,64 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,14%, a 9.134,58 pontos.
O índice pan-europeu Stoxx 600 avançou 0,41%, a 647,28 pontos, mas o subíndice de tecnologia caiu 0,62%.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta terça-feira (28)
O índice sul-coreano Kospi caiu 10,84% em Seul, a 6.023,66 pontos
Nikkei teve perda de 3,95% em Tóquio, a 62.364,92 pontos,
Taiex caiu 4,65% em Taiwan, a 41.603,36 pontos,
Na China continental, o Xangai Composto caiu 1,16%, a 3.813,31 pontos,
Shenzhen Composto recuou 3,20%, a 2.410,42 pontos.
Hang Seng avançou 0,41% em Hong Kong, a 25.310,85 pontos.
Na Austrália, o S&P/ASX 200 subiu 0,60% em Sydney, a 8.947,80 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,081% em Wellington a 13.861,93 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,93% em Moscou a 2,196.22 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,091% em Bombaim a 76.765,92 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 28/07/26
O S&P 500 fechou em alta nesta terça-feira, com os ganhos da Boeing e da Coca-Cola ajudando a compensar a queda acentuada das ações do setor de chips, na véspera da divulgação dos relatórios trimestrais da Apple e de outras empresas de tecnologia nesta semana.
Os mercados globais têm se mostrado voláteis neste mês, com os investidores preocupados com a possibilidade de Alphabet, Microsoft, Amazon e outras gigantes da tecnologia estarem gastando excessivamente com centros de dados de IA, em sua corrida para dominar essa tecnologia emergente.
O S&P 500 subiu 0,21%, encerrando o pregão em 7.428,78 pontos.
O Nasdaq recuou 0,22%, para 24.876,91 pontos, enquanto o Índice Dow Jones Industrial subiu 1,03%, para 52.747,32 pontos.
A Microsoft subiu 1,1% antes de divulgar seu relatório na quarta-feira, enquanto a Amazon caiu 0,2% antes da divulgação de seus resultados na quinta-feira. A Apple subiu quase 1%, para US$340,08. A ação atingiu um pico de US$342,89 durante o pregão, elevando brevemente seu valor de mercado para US$5 trilhões pela primeira vez. A fabricante do iPhone divulga seus resultados na quinta-feira.
As fabricantes de chips que se beneficiaram dos altos gastos com IA ampliaram suas perdas recentes, com o índice PHLX caindo 4,5%. Ele já caiu cerca de 25% em relação ao seu fechamento recorde em 22 de junho, mas ainda apresenta alta de 56% em 2026. O índice S&P 500 do setor de saúde subiu 2,4%, o índice de bens de consumo básico registrou alta de 2% e o índice de materiais subiu 1,7%, enquanto a queda das fabricantes de chips manteve o índice de tecnologia em baixa de 1,4%.
"O que está por trás do movimento em direção a essas empresas não ligadas à tecnologia? Em parte, é o valor", disse Ross Mayfield, analista de estratégia de investimentos da Baird em Louisville, Kentucky. "O PIB está sólido, o mercado de trabalho continua se movimentando e, em muitos lugares, há indícios de que os gastos do consumidor estão voltando a acelerar."
A Coca-Cola subiu 5% depois que a empresa de bebidas elevou suas previsões anuais de receita e lucro. A Boeing subiu 4,8% depois que a fabricante de aeronaves gerou fluxo de caixa livre positivo, à medida que seus planos de recuperação ganharam impulso.
O Federal Reserve vai anunciar sua decisão sobre as taxas de juros na quarta-feira. Os operadores estimam uma probabilidade de 71% de que o banco central mantenha as taxas inalteradas e uma chance de 29% de um aumento de 25 pontos-base, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME.
Taxas mais altas poderiam pressionar ainda mais as empresas de IA, que estão se tornando cada vez mais dependentes do financiamento por meio de dívida. A Corning despencou 12% depois que as previsões de vendas para o terceiro trimestre ficaram abaixo das estimativas, enquanto a empresa de pesquisa contratada IQVIA Holdings subiu 14% após elevar sua previsão de lucro anual. Os preços do petróleo trouxeram algum alívio mais amplo, com o Brent caindo 4,8% e fechando em US$84,09 o barril, diante das expectativas de que as tensões no Oriente Médio e na Ucrânia se amenizariam, enquanto a Casa Branca recebia Benjamin Netanyahu, de Israel, e Volodymyr Zelenskiy, da Ucrânia.
Analistas esperam, em média, que os lucros agregados do S&P 500 no segundo trimestre aumentem 39% em relação ao ano anterior, com as ações relacionadas à IA sendo responsáveis por grande parte desse crescimento, de acordo com a LSEG I/B/E/S.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Os mercados globais têm se mostrado voláteis neste mês, com os investidores preocupados com a possibilidade de Alphabet, Microsoft, Amazon e outras gigantes da tecnologia estarem gastando excessivamente com centros de dados de IA, em sua corrida para dominar essa tecnologia emergente.
O S&P 500 subiu 0,21%, encerrando o pregão em 7.428,78 pontos.
O Nasdaq recuou 0,22%, para 24.876,91 pontos, enquanto o Índice Dow Jones Industrial subiu 1,03%, para 52.747,32 pontos.
A Microsoft subiu 1,1% antes de divulgar seu relatório na quarta-feira, enquanto a Amazon caiu 0,2% antes da divulgação de seus resultados na quinta-feira. A Apple subiu quase 1%, para US$340,08. A ação atingiu um pico de US$342,89 durante o pregão, elevando brevemente seu valor de mercado para US$5 trilhões pela primeira vez. A fabricante do iPhone divulga seus resultados na quinta-feira.
As fabricantes de chips que se beneficiaram dos altos gastos com IA ampliaram suas perdas recentes, com o índice PHLX caindo 4,5%. Ele já caiu cerca de 25% em relação ao seu fechamento recorde em 22 de junho, mas ainda apresenta alta de 56% em 2026. O índice S&P 500 do setor de saúde subiu 2,4%, o índice de bens de consumo básico registrou alta de 2% e o índice de materiais subiu 1,7%, enquanto a queda das fabricantes de chips manteve o índice de tecnologia em baixa de 1,4%.
"O que está por trás do movimento em direção a essas empresas não ligadas à tecnologia? Em parte, é o valor", disse Ross Mayfield, analista de estratégia de investimentos da Baird em Louisville, Kentucky. "O PIB está sólido, o mercado de trabalho continua se movimentando e, em muitos lugares, há indícios de que os gastos do consumidor estão voltando a acelerar."
A Coca-Cola subiu 5% depois que a empresa de bebidas elevou suas previsões anuais de receita e lucro. A Boeing subiu 4,8% depois que a fabricante de aeronaves gerou fluxo de caixa livre positivo, à medida que seus planos de recuperação ganharam impulso.
O Federal Reserve vai anunciar sua decisão sobre as taxas de juros na quarta-feira. Os operadores estimam uma probabilidade de 71% de que o banco central mantenha as taxas inalteradas e uma chance de 29% de um aumento de 25 pontos-base, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME.
Taxas mais altas poderiam pressionar ainda mais as empresas de IA, que estão se tornando cada vez mais dependentes do financiamento por meio de dívida. A Corning despencou 12% depois que as previsões de vendas para o terceiro trimestre ficaram abaixo das estimativas, enquanto a empresa de pesquisa contratada IQVIA Holdings subiu 14% após elevar sua previsão de lucro anual. Os preços do petróleo trouxeram algum alívio mais amplo, com o Brent caindo 4,8% e fechando em US$84,09 o barril, diante das expectativas de que as tensões no Oriente Médio e na Ucrânia se amenizariam, enquanto a Casa Branca recebia Benjamin Netanyahu, de Israel, e Volodymyr Zelenskiy, da Ucrânia.
Analistas esperam, em média, que os lucros agregados do S&P 500 no segundo trimestre aumentem 39% em relação ao ano anterior, com as ações relacionadas à IA sendo responsáveis por grande parte desse crescimento, de acordo com a LSEG I/B/E/S.
Fontes: Dow Jones Newswires.
A Queda 2 ganha novo pôster
A Queda 2, sequência do suspense que virou hit no cinema e no streaming, ganhou um novo pôster e anunciou o lançamento de um trailer inédito para esta quarta, 29.
O elenco é liderado por Harriet Slater (Outlander: Sangue do meu Sangue), Arsema Thomas (Queen Charlotte: A Bridgerton Story) e Tom Brittney (Grantchester).
“Arrasada pela morte de sua irmã Hunter, Jax (Slater) se conecta com Luce (Thomas), a amiga destemida de Hunter. Para se recuperar, eles tentam a infame caminhada de prancha do Monte Kwan, na Tailândia. Depois que um deslizamento repentino de rochas os deixa presos em uma prancha frágil a 910 metros de altura, Jax precisa confrontar seus medos mais profundos e lutar pela sobrevivência para encontrar uma solução”.
A Queda 2 tem data de estreia marcada para 24 de setembro nos cinemas do Brasil.
O elenco é liderado por Harriet Slater (Outlander: Sangue do meu Sangue), Arsema Thomas (Queen Charlotte: A Bridgerton Story) e Tom Brittney (Grantchester).
“Arrasada pela morte de sua irmã Hunter, Jax (Slater) se conecta com Luce (Thomas), a amiga destemida de Hunter. Para se recuperar, eles tentam a infame caminhada de prancha do Monte Kwan, na Tailândia. Depois que um deslizamento repentino de rochas os deixa presos em uma prancha frágil a 910 metros de altura, Jax precisa confrontar seus medos mais profundos e lutar pela sobrevivência para encontrar uma solução”.
A Queda 2 tem data de estreia marcada para 24 de setembro nos cinemas do Brasil.
Assinar:
Postagens (Atom)














































