sábado, 7 de fevereiro de 2026
Horóscopo da Lua da semana de 08 de Fevereiro a 14 de Fevereiro de 2026
A lua em Escorpião no início desta semana pode levá-lo a mergulhar e encontrar recursos dentro de você, apesar do cansaço. Você é então impulsionado pelo que motiva todo Escorpião, as forças ocultas. Mas isso não leva em consideração a passagem da lua pelo signo de Sagitário, que fará você erguer os olhos para o céu em busca de entusiasmo.
Avise seus amigos para um passeio, a fim de recuperar o sorriso! No entanto, todo Sagitário é humano e é preciso saber descansar. Nos 2 dias seguintes em Capricórnio, o clima muda da austeridade para a leveza. Energias que diferem um pouco da habitual atmosfera capricorniana. Você ficará surpreso com a vivacidade da situação no domingo, encerrando a semana com beleza.
A atmosfera da lua nesta semana
- Domingo, 08 de Fevereiro de 2026, Lua em Escorpião: Se você perdeu algo, libere sua tensão mental, deixe sua intuição falar: esqueça tudo, faça outra coisa, você vai encontrar. Da mesma forma, suas conquistas estão protegidas, seja no plano financeiro ou afetivo.
- Segunda-feira, 09 de Fevereiro de 2026, Lua em Escorpião: Você sente tudo mais intensamente. A alegria, a dor, o amor, a ausência. Como se suas emoções tivessem se multiplicado de repente. Isso não é um fardo, é uma força. Hoje, não tente amenizar. Viva plenamente, mesmo que isso doa. Há beleza no excesso… quando é verdadeiro.
- Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2026, Lua em Escorpião: Não faça do seu ambiente o descarregador das suas angústias existenciais, seus próximos também têm o direito de viver serenamente. Você ganhará tanto respeito quanto estima e serenidade ao ouvir uns aos outros, ao levar em conta os sentimentos deles e ao se adaptar…
- Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2026, Lua em Sagitário: A lua é expansiva, expressiva e libertária, você se sente com asas e irradia literalmente sedução. É um dia magnífico do qual você deve aproveitar, dando amplitude a todos os seus projetos, se possível em boa companhia, com um entusiasmo contagioso.
- Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2026, Lua em Sagitário: É um dia perfeito para viajar ou começar estudos avançados: a lua faz você ver mais longe e almejar mais alto! O clima entusiástico e amigável dá confiança a você, e você está apto a enfrentar um desafio tanto divertido quanto instrutivo ou lucrativo, tudo com bom humor!
- Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2026, Lua em Capricórnio: Você não tem nenhuma dificuldade em refletir sobre suas realizações e examinar seus projetos. Sua mente está afiada, você transborda boas ideias e se sente sereno em uma atmosfera séria e construtiva. É uma ótima oportunidade para mostrar do que você é capaz.
- Sábado, 14 de Fevereiro de 2026, Lua em Capricórnio: Os deslocamentos são favorecidos, assim como as trocas. É um bom dia para os cuidadores, professores e assistentes que verão seus talentos reconhecidos e talvez recompensados. Você tem a oportunidade de aprofundar seus objetivos, de encontrar melhores áreas de atuação.
O Cavaleiro dos Sete Reinos: Showrunner revela por que episódios são curtos
O showrunner de O Cavaleiro dos Sete Reinos, Ira Parker, comentou recentemente sobre a decisão criativa de adotar episódios com apenas 30 minutos de duração. Em entrevista concedida à GQ, o produtor explicou que a HBO ofereceu total flexibilidade em relação ao tempo de execução e à estrutura da temporada, o que permitiu uma abordagem diferente das séries anteriores baseadas na obra de George R.R. Martin.
Ira Parker revelou que, inicialmente, sua expectativa era seguir o padrão estabelecido pela franquia. "Quando me perguntaram pela primeira vez se eu queria fazer a série, presumi que seriam 10 episódios de uma hora cada, como todas as outras temporadas de Game of Thrones", afirmou o showrunner. No entanto, a escolha por seis episódios de meia hora foi estratégica para manter o dinamismo da narrativa. Segundo ele, esse formato permite que a produção seja mais compacta e entregue algo que funcione como um deleite visual e narrativo.
A intenção da equipe criativa é garantir que a série não se torne cansativa para o espectador. "Espero que não ultrapasse o tempo de permanência e torne tudo ainda mais agradável", pontuou Parker. Essa mudança de ritmo diferencia a obra de A Casa do Dragão e Game of Thrones, que focam em tramas políticas densas e episódios longos, enquanto a nova produção adapta contos mais lineares e focados na jornada de Dunk e Egg.
A série acompanha as aventuras de um cavaleiro andante e seu jovem escudeiro em uma Westeros que ainda vive sob o domínio da dinastia Targaryen. O foco em episódios mais curtos visa respeitar a escala reduzida dos livros originais de George R.R. Martin, conhecidos como os Contos de Dunk e Egg, proporcionando uma experiência mais leve dentro do universo de fantasia.
O Cavaleiro dos Sete Reinos está disponível no catálogo da HBO Max e possui exibição semanal no canal HBO.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 06/02
Bitcoin: R$ 369.728,33 Reais e US$ 70.627,60 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,2202
Dólar turismo: R$ 5,4232
Dólar ptax: R$ 5,2341
Euro comercial: R$ 6,170
Euro turismo: R$ 6.4789
Dólar fecha em baixa no Brasil sob influência do exterior
O dólar fechou a sexta-feira em baixa ante o real, acompanhando o recuo da moeda norte-americana ante boa parte das demais divisas no exterior, em uma sessão no geral positiva para ativos de risco ao redor do mundo.
O dólar à vista fechou o dia com queda de 0,66%, aos R$5,2195. Na semana, a divisa acumulou baixa de 0,54% e, no ano, recuo de 4,91%. Às 17h04, o dólar futuro para março -- atualmente o mais líquido no Brasil -- cedia 1,09% na B3, aos R$5,2415.
As preocupações em torno dos impactos da inteligência artificial sobre vários setores da economia seguiram permeando os negócios globais, mas os mercados de ações na Europa e nos Estados Unidos mostraram reação nesta sexta-feira, com os investidores voltando a buscar ativos de maior risco.
Neste cenário, o dólar recuava tanto em relação a divisas fortes como a libra e o euro, quanto na comparação com moedas de emergentes como o rand sul-africano, o peso mexicano, o peso chileno e o próprio real. Após marcar a cotação máxima da sessão de R$5,2551 (+0,02%) às 10h01, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,2053 (-0,93%) às 14h43, em um momento em que o Ibovespa também exibia ganhos firmes. Depois, retomou um pouco de força.
"Este fluxo, principalmente estrangeiro, que entrou nos últimos dias... que fez preço principalmente em bolsa, com altas recordes, parece que deu uma equalizada. A gente não tem novas perspectivas de grandes movimentos de entrada (de recursos no Brasil)", comentou no fim da tarde Otávio Oliveira, gerente de Tesouraria do Daycoval. "Então, parece que o dólar conseguiu um suporte um pouco mais forte nesta casa dos R$5,20. Agora ele vai ser negociado em R$5,20, R$5,21... mas não deve ter uma queda muito brusca, pelo menos até o final do dia de hoje", acrescentou, antes do fechamento.
No início do dia, a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda revisou de 2,2% para 2,3% a projeção para o Produto Interno Bruto de 2025 e de 2,4% para 2,3% o PIB de 2026. Já a inflação calculada para este ano foi de 3,5% para 3,6%.
Mais do que os números em si, o mercado esteve atento à entrevista coletiva com o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello -- cotado para assumir a Diretoria de Política Econômica do Banco Central, mas cujo nome foi mal-recebido pelo mercado.
Um dos receios é o de que Mello, um economista de perfil heterodoxo, possa favorecer uma guinada "dovish" (mais branda) na diretoria do BC, que este ano passará a ter todas as suas nove cadeiras ocupadas por indicações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na entrevista coletiva, Mello afirmou que ainda não foi formalmente convidado para ocupar uma diretoria do BC, mas disse estar à disposição. Ao mesmo tempo, evitou prever os próximos passos da política de juros da autarquia, apesar de dizer que vê espaço para corte na Selic, hoje em 15% ao ano.
O diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos -- cuja taxa de referência hoje está na faixa de 3,50% a 3,75% -- vem sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, conduzindo as cotações do dólar a patamares mais baixos nos últimos meses.
No início da tarde, após ter cancelado uma operação anterior que havia sido programada para o fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de março. Às 17h07, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,33%, a 97,639.
Ibovespa fecha em alta blindado por Itaú e B3; Bradesco recua após previsões frustrarem
O Ibovespa fechou em alta nesta sexta-feira, blindado pela performance robusta das ações do Itaú Unibanco e da B3, em pregão de forte queda dos papéis do Bradesco, após previsões do banco para o ano frustrarem expectativas de analistas.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,45%, a 182.949,78 pontos, após marcar 183.262,07 na máxima e 181.390,73 na mínima do dia. Na semana, o Ibovespa assegurou uma alta de 0,87%. O volume financeiro nesta sexta-feira somou R$30,1 bilhões.
Para o especialista em investimentos Christian Iarussi, sócio da The Hill Capital, o Ibovespa teve um dia volátil, contrabalançando a melhora em Wall Street e o fluxo estrangeiro com a queda do minério de ferro e os números do Bradesco. Iarussi vê o mercado brasileiro ainda apoiado no curto prazo pela entrada de capital externo, que deve continuar, ajudado por preços atrativos no Brasil e migração global para ativos de mercados emergentes, além da expectativa de queda da Selic.
Dow Jones atinge 50.000 pontos e Nvidia salta conforme gastos com IA entram em foco
O índice Dow Jones atingiu a marca histórica de 50.000 pontos nesta sexta-feira e o índice S&P 500 encerrou em alta acentuada, conforme a Nvidia e outros fabricantes de chips dispararam e a Amazon despencou após a gigante da nuvem prever um aumento acentuado nos gastos com infraestrutura de inteligência artificial (IA).
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 ganhou 1,94%, para 6.930,27 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançou 2,15%, para 23.026,20 pontos. O Dow Jones subiu 2,47%, para 50.118,53 pontos.
As bolsas da Europa fecharam em alta
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,59%, a 10.369,75 pontos, acumulando quase 2% de alta na semana.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,93%, a 24.719,80 pontos, e teve elevação de 1,69% na semana.
Em Paris, o CAC 40 avançou 0,43%, a 8.273,84 pontos, e 2,51% na semana.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,27%, a 8.890,30 pontos, e quase 3% na semana.
Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 1,11%, a 17.943.30 pontos, e cerca de 1% na semana.
O FTSE MIB teve alta de 0,13% em Milão, a 45.877,20 pontos, e 1,78% na semana.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,10% a 2.734,35 pontos.
As bolsas da Ásia tiveram um desempenho misto
Em Tóquio, o índice Nikkei fechou em alta de 0,8%, aos 54.253,68 pontos.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng perdeu 1,2%, aos 26.559,95 pontos.
Em Seul, o Kospi caiu 1,4%, a 5.089,14 pontos.
China, o índice chinês Xangai Composto fechou em baixa de 0,25%, aos 4.065,58 pontos,
e o menos abrangente Shenzhen Composto ficou estável, aos 2.649,57 pontos.
O Taiex, de Taiwan, recuou 0,1%, aos 31.782,92 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana caiu e o índice S&P/ASX despencou 2%, para 8.708,80 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,32% a 83.580,40 pontos.
Fontes: Reuters/Dow Jones Newswires.
Dólar comercial: R$ 5,2202
Dólar turismo: R$ 5,4232
Dólar ptax: R$ 5,2341
Euro comercial: R$ 6,170
Euro turismo: R$ 6.4789
Dólar fecha em baixa no Brasil sob influência do exterior
O dólar fechou a sexta-feira em baixa ante o real, acompanhando o recuo da moeda norte-americana ante boa parte das demais divisas no exterior, em uma sessão no geral positiva para ativos de risco ao redor do mundo.
O dólar à vista fechou o dia com queda de 0,66%, aos R$5,2195. Na semana, a divisa acumulou baixa de 0,54% e, no ano, recuo de 4,91%. Às 17h04, o dólar futuro para março -- atualmente o mais líquido no Brasil -- cedia 1,09% na B3, aos R$5,2415.
As preocupações em torno dos impactos da inteligência artificial sobre vários setores da economia seguiram permeando os negócios globais, mas os mercados de ações na Europa e nos Estados Unidos mostraram reação nesta sexta-feira, com os investidores voltando a buscar ativos de maior risco.
Neste cenário, o dólar recuava tanto em relação a divisas fortes como a libra e o euro, quanto na comparação com moedas de emergentes como o rand sul-africano, o peso mexicano, o peso chileno e o próprio real. Após marcar a cotação máxima da sessão de R$5,2551 (+0,02%) às 10h01, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,2053 (-0,93%) às 14h43, em um momento em que o Ibovespa também exibia ganhos firmes. Depois, retomou um pouco de força.
"Este fluxo, principalmente estrangeiro, que entrou nos últimos dias... que fez preço principalmente em bolsa, com altas recordes, parece que deu uma equalizada. A gente não tem novas perspectivas de grandes movimentos de entrada (de recursos no Brasil)", comentou no fim da tarde Otávio Oliveira, gerente de Tesouraria do Daycoval. "Então, parece que o dólar conseguiu um suporte um pouco mais forte nesta casa dos R$5,20. Agora ele vai ser negociado em R$5,20, R$5,21... mas não deve ter uma queda muito brusca, pelo menos até o final do dia de hoje", acrescentou, antes do fechamento.
No início do dia, a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda revisou de 2,2% para 2,3% a projeção para o Produto Interno Bruto de 2025 e de 2,4% para 2,3% o PIB de 2026. Já a inflação calculada para este ano foi de 3,5% para 3,6%.
Mais do que os números em si, o mercado esteve atento à entrevista coletiva com o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello -- cotado para assumir a Diretoria de Política Econômica do Banco Central, mas cujo nome foi mal-recebido pelo mercado.
Um dos receios é o de que Mello, um economista de perfil heterodoxo, possa favorecer uma guinada "dovish" (mais branda) na diretoria do BC, que este ano passará a ter todas as suas nove cadeiras ocupadas por indicações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na entrevista coletiva, Mello afirmou que ainda não foi formalmente convidado para ocupar uma diretoria do BC, mas disse estar à disposição. Ao mesmo tempo, evitou prever os próximos passos da política de juros da autarquia, apesar de dizer que vê espaço para corte na Selic, hoje em 15% ao ano.
O diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos -- cuja taxa de referência hoje está na faixa de 3,50% a 3,75% -- vem sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, conduzindo as cotações do dólar a patamares mais baixos nos últimos meses.
No início da tarde, após ter cancelado uma operação anterior que havia sido programada para o fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de março. Às 17h07, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,33%, a 97,639.
Ibovespa fecha em alta blindado por Itaú e B3; Bradesco recua após previsões frustrarem
O Ibovespa fechou em alta nesta sexta-feira, blindado pela performance robusta das ações do Itaú Unibanco e da B3, em pregão de forte queda dos papéis do Bradesco, após previsões do banco para o ano frustrarem expectativas de analistas.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,45%, a 182.949,78 pontos, após marcar 183.262,07 na máxima e 181.390,73 na mínima do dia. Na semana, o Ibovespa assegurou uma alta de 0,87%. O volume financeiro nesta sexta-feira somou R$30,1 bilhões.
Para o especialista em investimentos Christian Iarussi, sócio da The Hill Capital, o Ibovespa teve um dia volátil, contrabalançando a melhora em Wall Street e o fluxo estrangeiro com a queda do minério de ferro e os números do Bradesco. Iarussi vê o mercado brasileiro ainda apoiado no curto prazo pela entrada de capital externo, que deve continuar, ajudado por preços atrativos no Brasil e migração global para ativos de mercados emergentes, além da expectativa de queda da Selic.
Dow Jones atinge 50.000 pontos e Nvidia salta conforme gastos com IA entram em foco
O índice Dow Jones atingiu a marca histórica de 50.000 pontos nesta sexta-feira e o índice S&P 500 encerrou em alta acentuada, conforme a Nvidia e outros fabricantes de chips dispararam e a Amazon despencou após a gigante da nuvem prever um aumento acentuado nos gastos com infraestrutura de inteligência artificial (IA).
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 ganhou 1,94%, para 6.930,27 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançou 2,15%, para 23.026,20 pontos. O Dow Jones subiu 2,47%, para 50.118,53 pontos.
As bolsas da Europa fecharam em alta
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,59%, a 10.369,75 pontos, acumulando quase 2% de alta na semana.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,93%, a 24.719,80 pontos, e teve elevação de 1,69% na semana.
Em Paris, o CAC 40 avançou 0,43%, a 8.273,84 pontos, e 2,51% na semana.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,27%, a 8.890,30 pontos, e quase 3% na semana.
Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 1,11%, a 17.943.30 pontos, e cerca de 1% na semana.
O FTSE MIB teve alta de 0,13% em Milão, a 45.877,20 pontos, e 1,78% na semana.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,10% a 2.734,35 pontos.
As bolsas da Ásia tiveram um desempenho misto
Em Tóquio, o índice Nikkei fechou em alta de 0,8%, aos 54.253,68 pontos.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng perdeu 1,2%, aos 26.559,95 pontos.
Em Seul, o Kospi caiu 1,4%, a 5.089,14 pontos.
China, o índice chinês Xangai Composto fechou em baixa de 0,25%, aos 4.065,58 pontos,
e o menos abrangente Shenzhen Composto ficou estável, aos 2.649,57 pontos.
O Taiex, de Taiwan, recuou 0,1%, aos 31.782,92 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana caiu e o índice S&P/ASX despencou 2%, para 8.708,80 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,32% a 83.580,40 pontos.
Fontes: Reuters/Dow Jones Newswires.
Predador: Terras Selvagens já tem data de lançamento
Após sua boa passagem pelos cinemas, Predador: Terras Selvagens agora tem data oficial de lançamento no Disney+. E nossa previsão de que a inclusão no catálogo do streaming aconteceria na primeira quinzena de fevereiro foi certeira.
O filme, que chegou às telonas em novembro de 2025, passa a integrar o catálogo do Disney+ a partir do dia 12 de fevereiro, uma quinta-feira, para ajudar a ampliar o alcance de um dos capítulos mais bem-sucedidos da franquia nos últimos anos.
Predador: Terras Selvagens marca um ponto de virada importante na saga ao colocar, pela primeira vez, os próprios Yautja no centro da história. Diferente dos filmes anteriores, em que humanos lutavam para sobreviver à caçada, aqui o foco está na cultura, nos códigos e nos conflitos internos da espécie.
Ambientado no futuro, em um planeta hostil chamado Genna, o filme acompanha Dek, um jovem Predador considerado fraco por seu clã e expulso de sua própria família. Determinado a recuperar sua honra, ele embarca em uma jornada perigosa para enfrentar uma criatura lendária.
Durante essa busca, Dek cruza o caminho de Thia, uma androide danificada que acaba se tornando uma aliada improvável. A relação entre os dois é central para a evolução do protagonista, que deixa de ser apenas um guerreiro rejeitado e passa a agir como um estrategista cuidadoso.
O filme constrói essa transformação ao longo da trama, explorando o rígido código de honra dos Yautja, onde o valor de cada indivíduo é medido exclusivamente pelo sucesso na caça.
O elenco principal traz nomes que ajudam a sustentar a proposta ambiciosa do filme:
Elle Fanning interpreta dois papéis, a androide Thia e sua “irmã” antagonista, Tessa
Dimitrius Schuster-Koloamatangi vive Dek, o jovem Predador protagonista
Reuben de Jong aparece como Father, o pai de Dek
Alison Wright dá voz à inteligência artificial MU/TH/UR
Entre as curiosidades, o filme traz pistas e easter eggs em sua cena pós-créditos que provocam teorias sobre uma possível ligação com a série Alien: Earth, sugerindo caminhos interessantes para o futuro desse universo compartilhado.
Com a chegada ao Disney+, Predador: Terras Selvagens ganha uma nova vitrine e deve alcançar um público ainda maior, consolidando essa fase renovada da franquia fora das salas de cinema.
O filme, que chegou às telonas em novembro de 2025, passa a integrar o catálogo do Disney+ a partir do dia 12 de fevereiro, uma quinta-feira, para ajudar a ampliar o alcance de um dos capítulos mais bem-sucedidos da franquia nos últimos anos.
Predador: Terras Selvagens marca um ponto de virada importante na saga ao colocar, pela primeira vez, os próprios Yautja no centro da história. Diferente dos filmes anteriores, em que humanos lutavam para sobreviver à caçada, aqui o foco está na cultura, nos códigos e nos conflitos internos da espécie.
Ambientado no futuro, em um planeta hostil chamado Genna, o filme acompanha Dek, um jovem Predador considerado fraco por seu clã e expulso de sua própria família. Determinado a recuperar sua honra, ele embarca em uma jornada perigosa para enfrentar uma criatura lendária.
Durante essa busca, Dek cruza o caminho de Thia, uma androide danificada que acaba se tornando uma aliada improvável. A relação entre os dois é central para a evolução do protagonista, que deixa de ser apenas um guerreiro rejeitado e passa a agir como um estrategista cuidadoso.
O filme constrói essa transformação ao longo da trama, explorando o rígido código de honra dos Yautja, onde o valor de cada indivíduo é medido exclusivamente pelo sucesso na caça.
O elenco principal traz nomes que ajudam a sustentar a proposta ambiciosa do filme:
Elle Fanning interpreta dois papéis, a androide Thia e sua “irmã” antagonista, Tessa
Dimitrius Schuster-Koloamatangi vive Dek, o jovem Predador protagonista
Reuben de Jong aparece como Father, o pai de Dek
Alison Wright dá voz à inteligência artificial MU/TH/UR
Entre as curiosidades, o filme traz pistas e easter eggs em sua cena pós-créditos que provocam teorias sobre uma possível ligação com a série Alien: Earth, sugerindo caminhos interessantes para o futuro desse universo compartilhado.
Com a chegada ao Disney+, Predador: Terras Selvagens ganha uma nova vitrine e deve alcançar um público ainda maior, consolidando essa fase renovada da franquia fora das salas de cinema.
Status do WhatsApp terá 'melhores amigos' como no Instagram
O WhatsApp está testando um recurso que vai permitir compartilhar status apenas com um grupo de “melhores amigos”, parecido com o que já existe no Instagram. A novidade foi divulgada pelo portal WABetaInfo, que encontrou a funcionalidade na versão beta 2.26.5.13 para Android. Por enquanto, a ferramenta ainda está em desenvolvimento e não pode ser usada pelo público.
Com o recurso, será possível criar um grupo de contatos mais próximos. Ao postar um status, o usuário poderá escolher compartilhar apenas com esse círculo restrito. A lista pode ser atualizada a qualquer momento para adicionar ou remover pessoas, porém essas alterações só se aplicam a status novos, as postagens antigas vão continuar visíveis para quem já tinha acesso no momento da publicação.
Também será possível gerenciar o grupo tanto pelas configurações de privacidade do status quanto na tela de postagem. Nas opções de compartilhamento, junto das opções existentes (público, contatos ou contatos exceto…) haverá um botão para enviar a postagem para os “Melhores Amigos”. Quem estiver na lista verá um anel colorido diferente ao redor da foto de perfil do autor do status, indicando que faz parte desse grupo restrito.
Além de selecionar quais contatos farão parte dos “melhores amigos”, o WhatsApp deve oferecer mais opções de personalização. Em versões beta anteriores, o WABetaInfo identificou que o app estava testando a possibilidade de criar listas com nomes e emojis, o que ajudaria a diferenciar visualmente cada grupo.
Ainda não há previsão para o lançamento. A expectativa é que o WhatsApp realize testes com usuários beta, colete feedback e ajuste o funcionamento antes de liberar a ferramenta para todos em uma atualização futura.
Com o recurso, será possível criar um grupo de contatos mais próximos. Ao postar um status, o usuário poderá escolher compartilhar apenas com esse círculo restrito. A lista pode ser atualizada a qualquer momento para adicionar ou remover pessoas, porém essas alterações só se aplicam a status novos, as postagens antigas vão continuar visíveis para quem já tinha acesso no momento da publicação.
Também será possível gerenciar o grupo tanto pelas configurações de privacidade do status quanto na tela de postagem. Nas opções de compartilhamento, junto das opções existentes (público, contatos ou contatos exceto…) haverá um botão para enviar a postagem para os “Melhores Amigos”. Quem estiver na lista verá um anel colorido diferente ao redor da foto de perfil do autor do status, indicando que faz parte desse grupo restrito.
Além de selecionar quais contatos farão parte dos “melhores amigos”, o WhatsApp deve oferecer mais opções de personalização. Em versões beta anteriores, o WABetaInfo identificou que o app estava testando a possibilidade de criar listas com nomes e emojis, o que ajudaria a diferenciar visualmente cada grupo.
Ainda não há previsão para o lançamento. A expectativa é que o WhatsApp realize testes com usuários beta, colete feedback e ajuste o funcionamento antes de liberar a ferramenta para todos em uma atualização futura.
O Cavaleiro dos Sete Reinos | Episódio 5 | HBO Max
Assista a O Cavaleiro dos Sete Reinos aos domingos na HBO
Estrelando: Peter Claffey, Dexter Sol Ansell, Finn Bennett, Bertie Carvel, Tanzyn Crawford, Daniel Ings, Sam Spruell
Estrelando: Peter Claffey, Dexter Sol Ansell, Finn Bennett, Bertie Carvel, Tanzyn Crawford, Daniel Ings, Sam Spruell
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 06/02
As bolsas da Europa fecharam em alta nesta sexta-feira, 6, refletindo a recuperação observada em Nova York, em meio a uma semana marcada por divulgações de resultados de grandes empresas europeias e crescentes preocupações sobre os investimentos de empresas de tecnologia no setor de inteligência artificial (IA).
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,59%, a 10.369,75 pontos, acumulando quase 2% de alta na semana. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,93%, a 24.719,80 pontos, e teve elevação de 1,69% na semana. Em Paris, o CAC 40 avançou 0,43%, a 8.273,84 pontos, e 2,51% na semana. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,27%, a 8.890,30 pontos, e quase 3% na semana. Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 1,11%, a 17.943.30 pontos, e cerca de 1% na semana. O FTSE MIB teve alta de 0,13% em Milão, a 45.877,20 pontos, e 1,78% na semana. As cotações são preliminares.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,10% a 2.734,35 pontos.
Pela manhã, as bolsas europeias acompanhavam a queda contabilizada pelos índices futuros de Nova York, que ainda refletia a fuga recente dos investidores do setor em tecnologia após o balanço da Amazon e dos temores mais amplos sobre o impacto da IA na receita de empresas de software. Para o ING, a recente agitação no mundo da IA e de softwares levanta novas questões sobre a sustentabilidade do excepcionalismo dos EUA, que depende de investimentos relacionados ao setor e da valorização das ações.
Balanços de algumas das maiores empresas da Europa, incluindo a farmacêutica Novo Nordisk, também concentraram atenções. As ações da empresa subiram mais de 5% após indicações de que a agência sanitária dos EUA pode barrar a venda de cópias baratas do Wegovy pela Hims & Hers.
Os balanços da Shell (+0,29%) e grandes nomes do setor bancário também pesaram, com o Santander subindo 1,57%, HBSC em alta de 2,62% e o Barclays em alta de 2,83%.No setor de mineração, Rio Tinto (+0,3%) e Glencore (+1,63%) avançaram, refletindo o aumento nos preços dos metais e revertendo o movimento baixista recente, após a notícia do abandono das negociações para potencial fusão.
Na contramão, as ações da Stellantis despencaram 24,69% após balanço. Outras ações do setor automotivo francês também registraram quedas. Valeo e Forvia fecharam em queda de 0,47% e 0,67, respectivamente, enquanto a Renault recuou 2,94%.
A produção industrial da Alemanha registrou um inesperado declínio anual de 0,6%. O superávit comercial do país aumentou mais do que o previsto em dezembro, com exportações e importações crescendo acima das expectativas.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,59%, a 10.369,75 pontos, acumulando quase 2% de alta na semana. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,93%, a 24.719,80 pontos, e teve elevação de 1,69% na semana. Em Paris, o CAC 40 avançou 0,43%, a 8.273,84 pontos, e 2,51% na semana. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,27%, a 8.890,30 pontos, e quase 3% na semana. Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 1,11%, a 17.943.30 pontos, e cerca de 1% na semana. O FTSE MIB teve alta de 0,13% em Milão, a 45.877,20 pontos, e 1,78% na semana. As cotações são preliminares.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,10% a 2.734,35 pontos.
Pela manhã, as bolsas europeias acompanhavam a queda contabilizada pelos índices futuros de Nova York, que ainda refletia a fuga recente dos investidores do setor em tecnologia após o balanço da Amazon e dos temores mais amplos sobre o impacto da IA na receita de empresas de software. Para o ING, a recente agitação no mundo da IA e de softwares levanta novas questões sobre a sustentabilidade do excepcionalismo dos EUA, que depende de investimentos relacionados ao setor e da valorização das ações.
Balanços de algumas das maiores empresas da Europa, incluindo a farmacêutica Novo Nordisk, também concentraram atenções. As ações da empresa subiram mais de 5% após indicações de que a agência sanitária dos EUA pode barrar a venda de cópias baratas do Wegovy pela Hims & Hers.
Os balanços da Shell (+0,29%) e grandes nomes do setor bancário também pesaram, com o Santander subindo 1,57%, HBSC em alta de 2,62% e o Barclays em alta de 2,83%.No setor de mineração, Rio Tinto (+0,3%) e Glencore (+1,63%) avançaram, refletindo o aumento nos preços dos metais e revertendo o movimento baixista recente, após a notícia do abandono das negociações para potencial fusão.
Na contramão, as ações da Stellantis despencaram 24,69% após balanço. Outras ações do setor automotivo francês também registraram quedas. Valeo e Forvia fecharam em queda de 0,47% e 0,67, respectivamente, enquanto a Renault recuou 2,94%.
A produção industrial da Alemanha registrou um inesperado declínio anual de 0,6%. O superávit comercial do país aumentou mais do que o previsto em dezembro, com exportações e importações crescendo acima das expectativas.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia: 06/02
As bolsas da Ásia tiveram um desempenho misto nesta sexta-feira. O mercado de Tóquio subiu antes das eleições gerais no Japão que devem solidificar o poder da primeira-ministra Sanae Takaichi.
Na direção oposta, Seul e Hong Kong computaram perdas acentuadas diante das vendas de ações de tecnologia com previsão de despesas de capitais de gigantes como Amazon e Alphabet para fazer frente à corrida por infraestrutura para inteligência artificial.
Em Tóquio, o índice Nikkei fechou em alta de 0,8%, aos 54.253,68 pontos. O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou apoio à premiê do Japão e sua coalizão antes das eleições legislativas de domingo.As ações da Ajinomoto saltaram 13% após a empresa de alimentos e condimentos reportar um aumento de 16% no lucro operacional do terceiro trimestre fiscal ante o mesmo período do ano anterior.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng perdeu 1,2%, aos 26.559,95 pontos. A Knowledge Atlas Techno, desenvolvedora de sistemas de grande porte para uso geral, caiu 6%.Operações de momentum, que tiveram um desempenho muito bom nos últimos trimestres, estão sendo desfeitas, disse Eugene Leow, do DBS Group Research. "Isso inclui posições compradas em tecnologia, posições compradas em metais preciosos e posições vendidas em dólar", afirmou o estrategista sênior de taxas de juros.
Em Seul, o Kospi caiu 1,4%, a 5.089,14 pontos. A Samsung Electronics e a SK Hynix perderam ambas 0,4%. A CJ Cheiljedang recuou 1% após a companhia de alimentos anunciar corte nos preços de farinha e açúcar, citando que a estratégia visa aliviar as pressões inflacionárias.
Referenciais do mercado continental da China, o índice chinês Xangai Composto fechou em baixa de 0,25%, aos 4.065,58 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto ficou estável, aos 2.649,57 pontos.
O Taiex, de Taiwan, recuou 0,1%, aos 31.782,92 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana caiu e o índice S&P/ASX despencou 2%, para 8.708,80 pontos. A REA Group, empresa de publicidade digital especializada em imóveis, perdeu 7,8%, após resultados. A BHP cedeu 3%.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,32% a 83.580,40 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Na direção oposta, Seul e Hong Kong computaram perdas acentuadas diante das vendas de ações de tecnologia com previsão de despesas de capitais de gigantes como Amazon e Alphabet para fazer frente à corrida por infraestrutura para inteligência artificial.
Em Tóquio, o índice Nikkei fechou em alta de 0,8%, aos 54.253,68 pontos. O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou apoio à premiê do Japão e sua coalizão antes das eleições legislativas de domingo.As ações da Ajinomoto saltaram 13% após a empresa de alimentos e condimentos reportar um aumento de 16% no lucro operacional do terceiro trimestre fiscal ante o mesmo período do ano anterior.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng perdeu 1,2%, aos 26.559,95 pontos. A Knowledge Atlas Techno, desenvolvedora de sistemas de grande porte para uso geral, caiu 6%.Operações de momentum, que tiveram um desempenho muito bom nos últimos trimestres, estão sendo desfeitas, disse Eugene Leow, do DBS Group Research. "Isso inclui posições compradas em tecnologia, posições compradas em metais preciosos e posições vendidas em dólar", afirmou o estrategista sênior de taxas de juros.
Em Seul, o Kospi caiu 1,4%, a 5.089,14 pontos. A Samsung Electronics e a SK Hynix perderam ambas 0,4%. A CJ Cheiljedang recuou 1% após a companhia de alimentos anunciar corte nos preços de farinha e açúcar, citando que a estratégia visa aliviar as pressões inflacionárias.
Referenciais do mercado continental da China, o índice chinês Xangai Composto fechou em baixa de 0,25%, aos 4.065,58 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto ficou estável, aos 2.649,57 pontos.
O Taiex, de Taiwan, recuou 0,1%, aos 31.782,92 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana caiu e o índice S&P/ASX despencou 2%, para 8.708,80 pontos. A REA Group, empresa de publicidade digital especializada em imóveis, perdeu 7,8%, após resultados. A BHP cedeu 3%.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,32% a 83.580,40 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 05/02
Bitcoin: R$ 335.547,33 Reais e US$ 63.428,12 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,2538
Dólar turismo: R$ 5,4567
Dólar ptax: R$ 5,2580
Euro comercial: R$ 6,195
Euro turismo: R$ 6.5049
Dólar fecha estável no Brasil apesar de avanço das cotações no exterior
Em uma sessão de agenda relativamente esvaziada no Brasil, o dólar oscilou em margens estreitas e fechou a quinta-feira quase estável ante o real, apesar do avanço da moeda norte-americana ante boa parte das divisas de emergentes no exterior.
O dólar à vista fechou o dia com leve alta de 0,07%, aos R$5,2540. No ano, a moeda acumula agora queda de 4,28%. Às 17h03, o dólar futuro para março -- atualmente o mais líquido no Brasil -- subia 0,27% na B3, aos R$5,2800.
No exterior, o dólar registrou ganhos firmes ante a libra após o Banco da Inglaterra manter sua taxa de juros de referência em 3,75%, em votação apertada. A moeda norte-americana também oscilou em alta ante o euro, depois de o Banco Central Europeu (BCE) manter sua taxa de depósito em 2%, como esperado. Às 17h08, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas, incluindo a libra e o euro -- subia 0,16%, a 97,842.
No grupo de divisas pares do real, o dólar sustentou ganhos ante o peso chileno, o peso mexicano e o peso colombiano, entre outros, em uma sessão de maior busca por ativos de segurança nos mercados globais. Ainda assim, a moeda norte-americana não conseguiu se firmar em alta no Brasil. Após marcar a cotação máxima intradia de R$5,2746 (+0,47%) às 9h46, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,2349 (-0,29%) às 11h50 -- em um momento em que o Ibovespa registrava ganhos firmes. Durante a tarde, a divisa dos EUA se reaproximou da estabilidade.
Investidores também acompanharam, no início da tarde, entrevista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao portal UOL.
Nela, Lula afirmou que sua viagem a Washington para se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve ocorrer na primeira semana de março.
Sobre o escândalo envolvendo a liquidação do Banco Master, o presidente afirmou que esta é uma "chance real de pegar" os magnatas da corrupção ligada à lavagem de dinheiro no país. Lula também reclamou que a taxa de juros está elevada no Brasil, mas acrescentou que a economia não parou de crescer apesar disso. "Bons resultados da economia vão virar votos, só deixar a campanha começar", disse Lula, em referência à corrida eleitoral deste ano.
No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de março. À tarde, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços informou que a balança comercial brasileira teve superávit de US$4,343 bilhões em janeiro, uma alta de 85,8% sobre o dado do mesmo mês de 2025.
Ibovespa fecha em alta com Itaú, mas Vale reduz ganho
O Ibovespa fechou com uma alta modesta nesta quinta-feira, assegurada pelas ações do Itaú Unibanco após resultado robusto, enquanto Vale pressionou na ponta negativa, em sessão de correção depois de forte valorização recente.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 0,18%, a 182.035,83 pontos, de acordo com dados preliminares. Na máxima do dia, chegou a 184.017,44 pontos. Na mínima, marcou 181.568,98 pontos. O volume financeiro somava R$30,2 bilhões antes dos ajustes finais.
Wall Street encerra em forte queda devido a preocupações com IA
Wall Street encerrou em forte queda nesta quinta-feira, com o índice de tecnologia Nasdaq sendo pressionado para seu nível mais baixo desde novembro pelas perdas da Microsoft , Amazon e outras gigantes da tecnologia, depois que a Alphabet anunciou que pode dobrar os gastos de capital em inteligência artificial na corrida para dominar a tecnologia emergente.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 1,20%, para 6.799,99 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 1,57%, para 22.544,25 pontos. O Dow Jones caiu 1,19%, para 48.897,51 pontos.
As bolsas da Europa fecharam em queda
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,90%, a 10.309,22 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,63%, a 24.448,58 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,29%, a 8.238,17 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,75%, a 45.819,57 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,90%, a 17.758,30 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 1,16%, a 8.779,01 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,55% a 2.733,28 pontos.
As bolsas da Ásia fecharam majoritariamente em queda
Em Tóquio, o índice japonês Nikkei fechou em baixa de 0,9%, aos 53.818,04 pontos.
Em Seul, o Kospi caiu 3,9%, a 5.163,57 pontos.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng terminou, com variação de 0,1%, aos 26.885,24 pontos.
China, o índice chinês Xangai Composto fechou em baixa de 0,6%, aos 4.075,92 pontos,
e o menos abrangente Shenzhen Composto perdeu 1,3%, a 2.650,65 pontos.
O Taiex, de Taiwan, registrou desvalorização de 1,5%, aos 31.801,27 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana marcou perdas e o índice S&P/ASX recuou 0,43%, para 8.889,20 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,60% a 83.313,93 pontos.
Fontes: Reuters/Dow Jones Newswires.
Dólar comercial: R$ 5,2538
Dólar turismo: R$ 5,4567
Dólar ptax: R$ 5,2580
Euro comercial: R$ 6,195
Euro turismo: R$ 6.5049
Dólar fecha estável no Brasil apesar de avanço das cotações no exterior
Em uma sessão de agenda relativamente esvaziada no Brasil, o dólar oscilou em margens estreitas e fechou a quinta-feira quase estável ante o real, apesar do avanço da moeda norte-americana ante boa parte das divisas de emergentes no exterior.
O dólar à vista fechou o dia com leve alta de 0,07%, aos R$5,2540. No ano, a moeda acumula agora queda de 4,28%. Às 17h03, o dólar futuro para março -- atualmente o mais líquido no Brasil -- subia 0,27% na B3, aos R$5,2800.
No exterior, o dólar registrou ganhos firmes ante a libra após o Banco da Inglaterra manter sua taxa de juros de referência em 3,75%, em votação apertada. A moeda norte-americana também oscilou em alta ante o euro, depois de o Banco Central Europeu (BCE) manter sua taxa de depósito em 2%, como esperado. Às 17h08, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas, incluindo a libra e o euro -- subia 0,16%, a 97,842.
No grupo de divisas pares do real, o dólar sustentou ganhos ante o peso chileno, o peso mexicano e o peso colombiano, entre outros, em uma sessão de maior busca por ativos de segurança nos mercados globais. Ainda assim, a moeda norte-americana não conseguiu se firmar em alta no Brasil. Após marcar a cotação máxima intradia de R$5,2746 (+0,47%) às 9h46, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,2349 (-0,29%) às 11h50 -- em um momento em que o Ibovespa registrava ganhos firmes. Durante a tarde, a divisa dos EUA se reaproximou da estabilidade.
Investidores também acompanharam, no início da tarde, entrevista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao portal UOL.
Nela, Lula afirmou que sua viagem a Washington para se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve ocorrer na primeira semana de março.
Sobre o escândalo envolvendo a liquidação do Banco Master, o presidente afirmou que esta é uma "chance real de pegar" os magnatas da corrupção ligada à lavagem de dinheiro no país. Lula também reclamou que a taxa de juros está elevada no Brasil, mas acrescentou que a economia não parou de crescer apesar disso. "Bons resultados da economia vão virar votos, só deixar a campanha começar", disse Lula, em referência à corrida eleitoral deste ano.
No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de março. À tarde, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços informou que a balança comercial brasileira teve superávit de US$4,343 bilhões em janeiro, uma alta de 85,8% sobre o dado do mesmo mês de 2025.
Ibovespa fecha em alta com Itaú, mas Vale reduz ganho
O Ibovespa fechou com uma alta modesta nesta quinta-feira, assegurada pelas ações do Itaú Unibanco após resultado robusto, enquanto Vale pressionou na ponta negativa, em sessão de correção depois de forte valorização recente.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 0,18%, a 182.035,83 pontos, de acordo com dados preliminares. Na máxima do dia, chegou a 184.017,44 pontos. Na mínima, marcou 181.568,98 pontos. O volume financeiro somava R$30,2 bilhões antes dos ajustes finais.
Wall Street encerra em forte queda devido a preocupações com IA
Wall Street encerrou em forte queda nesta quinta-feira, com o índice de tecnologia Nasdaq sendo pressionado para seu nível mais baixo desde novembro pelas perdas da Microsoft , Amazon e outras gigantes da tecnologia, depois que a Alphabet anunciou que pode dobrar os gastos de capital em inteligência artificial na corrida para dominar a tecnologia emergente.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 1,20%, para 6.799,99 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 1,57%, para 22.544,25 pontos. O Dow Jones caiu 1,19%, para 48.897,51 pontos.
As bolsas da Europa fecharam em queda
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,90%, a 10.309,22 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,63%, a 24.448,58 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,29%, a 8.238,17 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,75%, a 45.819,57 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,90%, a 17.758,30 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 1,16%, a 8.779,01 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,55% a 2.733,28 pontos.
As bolsas da Ásia fecharam majoritariamente em queda
Em Tóquio, o índice japonês Nikkei fechou em baixa de 0,9%, aos 53.818,04 pontos.
Em Seul, o Kospi caiu 3,9%, a 5.163,57 pontos.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng terminou, com variação de 0,1%, aos 26.885,24 pontos.
China, o índice chinês Xangai Composto fechou em baixa de 0,6%, aos 4.075,92 pontos,
e o menos abrangente Shenzhen Composto perdeu 1,3%, a 2.650,65 pontos.
O Taiex, de Taiwan, registrou desvalorização de 1,5%, aos 31.801,27 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana marcou perdas e o índice S&P/ASX recuou 0,43%, para 8.889,20 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,60% a 83.313,93 pontos.
Fontes: Reuters/Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 05/02
As bolsas da Europa fecharam em queda nesta quinta-feira, 5, pressionadas pela cautela em torno balanços corporativos de bancos e sinais mistos da economia. Investidores reagiram ainda à manutenção dos juros pelo Banco Central Europeu (BCE) e pelo Banco da Inglaterra (BoE, em inglês). Ainda, a liquidação de commodities pesou sobre papéis do setor.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,90%, a 10.309,22 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,63%, a 24.448,58 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,29%, a 8.238,17 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,75%, a 45.819,57 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,90%, a 17.758,30 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 1,16%, a 8.779,01 pontos. As cotações são preliminares.
Em Madri, o Santander recuou 2%, ampliando perdas após anunciar a compra do Webster Financial, colocando em segundo plano resultados acima do esperado. O BBVA também cedia 7,9%, depois de frustrar expectativa de lucro no quarto trimestre. Outros grandes bancos europeus também recuavam, com o subíndice do Stoxx 600 em queda de 3,3%. Na contramão, o BNP Paribas avançou 1,5% em Paris, após elevar metas de médio prazo.
No setor de saúde, a Novo Nordisk cedeu 7,8% em Copenhague, com receios de maior concorrência nos EUA, após a Hims & Hers anunciar a oferta de uma versão manipulada do comprimido do Wegovy a preço inferior.
Em Londres, a Shell caiu 3,5% depois de divulgar lucro trimestral abaixo do consenso, em meio à queda dos preços do petróleo. Entre mineradoras, Fresnillo, Antofagasta e Anglo American recuaram cerca de 5,9%, 3% e 3%, respectivamente, também em linha com metais básicos e preciosos.
Entre as ações de defesa, a Rheinmetall cedeu cerca de 6,6% em Frankfurt, após sinalizar projeções preliminares mais fracas para 2026, em um contexto de menor prêmio geopolítico.
No fronte macro, o BCE manteve suas taxas pela quinta vez consecutiva, decisão amplamente esperada. Na visão do Citi, não há razões imediatas para mudanças na política monetária. No Reino Unido, o presidente do BoE, Andrew Bailey, afirmou que o processo de desinflação está "no caminho certo" e mais avançado do que o previsto, elevando a confiança em alcançar a meta de 2% até meados de 2027.
Dados mostraram ainda que as encomendas à indústria alemã superaram as expectativas, enquanto as vendas no varejo da zona do euro recuaram mais do que o esperado.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,55% a 2.733,28 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,90%, a 10.309,22 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,63%, a 24.448,58 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,29%, a 8.238,17 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,75%, a 45.819,57 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,90%, a 17.758,30 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 1,16%, a 8.779,01 pontos. As cotações são preliminares.
Em Madri, o Santander recuou 2%, ampliando perdas após anunciar a compra do Webster Financial, colocando em segundo plano resultados acima do esperado. O BBVA também cedia 7,9%, depois de frustrar expectativa de lucro no quarto trimestre. Outros grandes bancos europeus também recuavam, com o subíndice do Stoxx 600 em queda de 3,3%. Na contramão, o BNP Paribas avançou 1,5% em Paris, após elevar metas de médio prazo.
No setor de saúde, a Novo Nordisk cedeu 7,8% em Copenhague, com receios de maior concorrência nos EUA, após a Hims & Hers anunciar a oferta de uma versão manipulada do comprimido do Wegovy a preço inferior.
Em Londres, a Shell caiu 3,5% depois de divulgar lucro trimestral abaixo do consenso, em meio à queda dos preços do petróleo. Entre mineradoras, Fresnillo, Antofagasta e Anglo American recuaram cerca de 5,9%, 3% e 3%, respectivamente, também em linha com metais básicos e preciosos.
Entre as ações de defesa, a Rheinmetall cedeu cerca de 6,6% em Frankfurt, após sinalizar projeções preliminares mais fracas para 2026, em um contexto de menor prêmio geopolítico.
No fronte macro, o BCE manteve suas taxas pela quinta vez consecutiva, decisão amplamente esperada. Na visão do Citi, não há razões imediatas para mudanças na política monetária. No Reino Unido, o presidente do BoE, Andrew Bailey, afirmou que o processo de desinflação está "no caminho certo" e mais avançado do que o previsto, elevando a confiança em alcançar a meta de 2% até meados de 2027.
Dados mostraram ainda que as encomendas à indústria alemã superaram as expectativas, enquanto as vendas no varejo da zona do euro recuaram mais do que o esperado.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,55% a 2.733,28 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia: 05/02
As bolsas da Ásia fecharam majoritariamente em queda, com o índice sul-coreano Kospi registrando perdas acentuadas. Ativos de tecnologia foram pressionados sob influência da queda do índice Nasdaq em Wall Street na véspera. Em meio à aproximação das eleições gerais no domingo no Japão, a Bolsa de Tóquio cedeu.
Em Tóquio, o índice japonês Nikkei fechou em baixa de 0,9%, aos 53.818,04 pontos, pressionado por ações de tecnologia. Os papéis do Softbank cederam 7% e os da NEC recuaram 6,9%. Na direção oposta, as ações da Ajinomoto subiram 1,4% e as da Nissin ganharam 1,5%. A Fast Retailing computou alta de 2,6%.
Uma pesquisa mostrou que 63% dos candidatos do Partido Liberal Democrático nas eleições para a Câmara Baixa apoiam um corte no imposto sobre o consumo, um aumento em relação aos 26% registrados na disputa para a Câmara Alta no verão passado, segundo o Asahi Shimbun
Em Seul, o Kospi caiu 3,9%, a 5.163,57 pontos. A Samsung e a SK Hynix caíram 5,8% e 6,4%, respectivamente.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng terminou perto da estabilidade, com variação de 0,1%, aos 26.885,24 pontos. As ações da Yum China, listadas em Hong Kong, subiram 11,4% e tocaram o maior nível em mais de dois anos após a divulgação de resultados do quarto trimestre melhores do que o esperado.
A empresa, que opera as redes de fast-food KFC, Pizza Hut e Taco Bell na China, informou que sua receita no quarto trimestre aumentou 9,0% em comparação com o mesmo período do ano anterior, para US$ 2,8 bilhões.
Referenciais do mercado continental da China, o índice chinês Xangai Composto fechou em baixa de 0,6%, aos 4.075,92 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto perdeu 1,3%, a 2.650,65 pontos. A China Coal Energy subiu 1,7% e a Shaanxi Coal Industry caiu 2,9% após ganhos na sessão anterior.
O Taiex, de Taiwan, registrou desvalorização de 1,5%, aos 31.801,27 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana marcou perdas e o índice S&P/ASX recuou 0,43%, para 8.889,20 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,60% a 83.313,93 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Em Tóquio, o índice japonês Nikkei fechou em baixa de 0,9%, aos 53.818,04 pontos, pressionado por ações de tecnologia. Os papéis do Softbank cederam 7% e os da NEC recuaram 6,9%. Na direção oposta, as ações da Ajinomoto subiram 1,4% e as da Nissin ganharam 1,5%. A Fast Retailing computou alta de 2,6%.
Uma pesquisa mostrou que 63% dos candidatos do Partido Liberal Democrático nas eleições para a Câmara Baixa apoiam um corte no imposto sobre o consumo, um aumento em relação aos 26% registrados na disputa para a Câmara Alta no verão passado, segundo o Asahi Shimbun
Em Seul, o Kospi caiu 3,9%, a 5.163,57 pontos. A Samsung e a SK Hynix caíram 5,8% e 6,4%, respectivamente.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng terminou perto da estabilidade, com variação de 0,1%, aos 26.885,24 pontos. As ações da Yum China, listadas em Hong Kong, subiram 11,4% e tocaram o maior nível em mais de dois anos após a divulgação de resultados do quarto trimestre melhores do que o esperado.
A empresa, que opera as redes de fast-food KFC, Pizza Hut e Taco Bell na China, informou que sua receita no quarto trimestre aumentou 9,0% em comparação com o mesmo período do ano anterior, para US$ 2,8 bilhões.
Referenciais do mercado continental da China, o índice chinês Xangai Composto fechou em baixa de 0,6%, aos 4.075,92 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto perdeu 1,3%, a 2.650,65 pontos. A China Coal Energy subiu 1,7% e a Shaanxi Coal Industry caiu 2,9% após ganhos na sessão anterior.
O Taiex, de Taiwan, registrou desvalorização de 1,5%, aos 31.801,27 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana marcou perdas e o índice S&P/ASX recuou 0,43%, para 8.889,20 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,60% a 83.313,93 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Disputa de Netflix e Paramount pela Warner Trump diz que não vai interferir
O presidente americano Donald Trump afirmou que não vai interferir na disputa entre Netflix e Paramount pela aquisição da Warner Bros.. A fala surgiu em conversa com a NBCNews.
“Recebi ligações de ambos os lados… mas decidi que não devo me envolver. O Departamento de Justiça cuidará disso”, afirmou Trump. Vale lembrar que, nas últimas semanas, a Paramount tem investido pesado para impedir o streaming de Ted Sarandos de adquirir a Warner, inclusive recorrendo às vias judiciais.
Ao que parece, entretanto, o negócio entre Netflix e Warner está próximo de ser oficializado, com o quadro de acionistas do estúdio tendo aprovado a proposta do streaming.
Em audiência recente no Senado dos EUA, Ted Sarandos defendeu a proposta de aquisição da Warner Bros. Discovery com o argumento de que a fusão trará "mais conteúdo por menos" para os consumidores. A afirmação foi feita durante interrogatório sobre o impacto antitruste do negócio de US$ 82,7 bilhões.
Mestres do Universo estampa capas da Empire
Mestres do Universo (2026) é o tema das capas de fevereiro da revista Empire.
Os destaques vão para He-Man, Mentor, Teela e o Castelo de Grayskull.
A edição de fevereiro da Empire virá repleta de novidades de peso. A revista britânica promete detalhes inéditos sobre Pânico 7 (2026) e a primeira entrevista dos Irmãos Russo sobre Vingadores: Doutor Destino (2026).
Quanto ao conteúdo voltado a Mestres do Universo (2026), a edição contará com entrevistas de Nicholas Galitzine, Idris Elba, Camila Mendes e o diretor Travis Knight.
Mestres do Universo (2026) estreia em 5 de junho nos cinemas brasileiros.
Os destaques vão para He-Man, Mentor, Teela e o Castelo de Grayskull.
A edição de fevereiro da Empire virá repleta de novidades de peso. A revista britânica promete detalhes inéditos sobre Pânico 7 (2026) e a primeira entrevista dos Irmãos Russo sobre Vingadores: Doutor Destino (2026).
Quanto ao conteúdo voltado a Mestres do Universo (2026), a edição contará com entrevistas de Nicholas Galitzine, Idris Elba, Camila Mendes e o diretor Travis Knight.
Mestres do Universo (2026) estreia em 5 de junho nos cinemas brasileiros.
Os Dinossauros | Trailer oficial | Netflix
Mergulhe no universo de "Os Dinossauros", uma jornada épica por um mundo perdido. Esta série documental revolucionária do produtor executivo Steven Spielberg, da Amblin Entertainment e da premiada equipe por trás de "A Vida no Nosso Planeta" acompanha a ascensão e queda dos dinossauros ao longo de milhões e milhões de anos.
Com narração em inglês do vencedor do Oscar® Morgan Freeman.
Assista a "Os Dinossauros", só na Netflix, em 6 de março.
Com narração em inglês do vencedor do Oscar® Morgan Freeman.
Assista a "Os Dinossauros", só na Netflix, em 6 de março.
Casamento Sangrento: A Viúva | Trailer 2 Oficial Dublado
Nada de "felizes para sempre" para a Grace.
Casamento Sangrento: A Viúva, em 19 de março nos cinemas.
A noiva retorna em uma nova e sinistra rodada do tradicional jogo de esconde-esconde, agora com elementos sobrenaturais e demoníacos.
Estrelas: Shawn Hatosy, Elijah Wood, Samara Weaving, Kathryn Newton.
Young Sherlock - Trailer Oficial | Prime Video
Pense rápido. Lute mais rápido ainda. Jovem Sherlock. 4 de março no meu streaming.
De Guy Ritchie, testemunhe a lendária história de origem de Sherlock Holmes nesta irreverente e eletrizante série de mistério que acompanha as primeiras aventuras do icônico detetive. Sherlock Holmes é um jovem desonrado – bruto e sem filtros – quando se vê envolvido em um caso de assassinato que ameaça sua liberdade.
Seu primeiro caso revela uma conspiração global, culminando em um confronto explosivo que muda sua vida para sempre. Ambientada na Oxford da década de 1870 e em aventuras pelo mundo, a série expõe as primeiras travessuras do adolescente anárquico que ainda estava para se tornar o residente mais famoso da Baker Street.
Estrelas: Hero Fiennes Tiffin, Zine Tseng, Holly Cattle
De Guy Ritchie, testemunhe a lendária história de origem de Sherlock Holmes nesta irreverente e eletrizante série de mistério que acompanha as primeiras aventuras do icônico detetive. Sherlock Holmes é um jovem desonrado – bruto e sem filtros – quando se vê envolvido em um caso de assassinato que ameaça sua liberdade.
Seu primeiro caso revela uma conspiração global, culminando em um confronto explosivo que muda sua vida para sempre. Ambientada na Oxford da década de 1870 e em aventuras pelo mundo, a série expõe as primeiras travessuras do adolescente anárquico que ainda estava para se tornar o residente mais famoso da Baker Street.
Estrelas: Hero Fiennes Tiffin, Zine Tseng, Holly Cattle
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 04/02
Bitcoin: R$ 385.880,33 Reais e US$ 73.319,63 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,2495
Dólar turismo: R$ 5,4590
Dólar ptax: R$ 5,2359
Euro comercial: R$ 6,199
Euro turismo: R$ 6.5091
Dólar fecha estável ante o real apesar da forte queda do Ibovespa
Após alternar altas e baixas em diferentes momentos da sessão, o dólar fechou a quarta-feira próximo da estabilidade no Brasil, resistindo à influência da realização de lucros na bolsa e do avanço da moeda norte-americana no exterior.
O dólar à vista fechou o dia com leve alta de 0,03%, aos R$5,2501. No ano, a moeda acumula agora queda de 4,35%. Às 17h03, o dólar futuro para março -- atualmente o mais líquido no Brasil -- subia 0,20% na B3, aos R$5,2775.
O dólar à vista chegou a oscilar abaixo dos R$5,22 pela manhã, em meio à queda ante outras divisas de países emergentes, mas ao longo da sessão a moeda norte-americana ganhou força ante o real, enquanto também se fortalecia no exterior.
No Brasil, investidores também aproveitaram a quarta-feira para realizar os lucros recentes na bolsa, levando o Ibovespa a cair mais de 2%, com impactos no câmbio. "Após vários pregões de forte apetite ao risco, com o real se valorizando ante o dólar e Ibovespa batendo recordes, o investidor começa a realizar lucros", comentou à tarde João Duarte, especialista em câmbio da One Investimentos.
Assim, após atingir a cotação mínima intradia de R$5,2167 (-0,60%) às 10h53, o dólar à vista escalou até a máxima de R$5,2654 (+0,32%) às 16h07. No entanto, antes do fechamento o dólar se reaproximou da estabilidade, mesmo com a bolsa se mantendo com perdas firmes até o fim da tarde. No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de março.
À tarde, o BC informou que o Brasil registrou fluxo cambial total positivo de US$5,086 bilhões em janeiro, impulsionado pela forte entrada líquida de recursos no país na semana passada, de US$4,180 bilhões. No exterior, às 17h10, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,23%, a 97,637.
Ibovespa recua mais de 2% em dia de correção na bolsa paulista após recordes
O Ibovespa fechou em queda nesta quarta-feira, quase perdendo os 180 mil pontos no pior momento, em dia de forte correção na bolsa paulista após recordes recentes, com bancos entre as maiores pressões, assim como os papéis da Totvs, que desabaram 13%.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 2,36%, a 181.300,84 pontos, de acordo com dados preliminares, chegando a 180.268,54 na mínima, após marcar 185.670,99 na máxima do dia. O volume financeiro somava R$32,5 bilhões antes dos ajustes finais.
Wall Street recua conforme preocupações com IA afetam ações de tecnologia
Os principais índices de ações dos Estados Unidos encerraram em baixa nesta quarta-feira, com perdas na Advanced Micro Devices, Palantir e outras empresas de tecnologia, com investidores preocupados com valuations caras e se a alta relacionada à inteligência artificial em Wall Street atingiu seu pico.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 0,51%, para 6.882,22 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq caiu 1,51%, para 22.903,13 pontos. O Dow Jones subiu 0,51%, para 49.487,55 pontos.
As bolsas da Europa encerraram o pregão majoritariamente em alta
Em Londres, o FTSE 100 subiu 0,85%, fechando em nível recorde aos 10.402,34 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,52%, a 24.652,77
Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,01%, a 8.262,16 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,47%, a 46.636,43 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,11%, a 18.139,20 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,61%, a 8.881,79 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,42% a 2.774,45 pontos.
As bolsas da Ásia fecharam com desempenhos distintos
Em Tóquio, o índice japonês Nikkei fechou em baixa de 0,8%, aos 54.293,36 pontos.
Em Seul, o Kospi subiu 1,6%, a 5.371,10 pontos.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng, com variação de 0,05%, aos 26.847,32 pontos.
China, o índice chinês Xangai Composto fechou em alta de 0,85%, aos 4.102,20 pontos,
e o menos abrangente Shenzhen Composto subiu 0,3%, a 2.685,46 pontos.
O Taiex, de Taiwan, registrou valorização de 0,3%, aos 32.289,81 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana o índice S&P/ASX subiu 0,80%, para 8.927,80 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,094% a 83.817,69 pontos.
Fontes: Reuters/Dow Jones Newswires.
Dólar comercial: R$ 5,2495
Dólar turismo: R$ 5,4590
Dólar ptax: R$ 5,2359
Euro comercial: R$ 6,199
Euro turismo: R$ 6.5091
Dólar fecha estável ante o real apesar da forte queda do Ibovespa
Após alternar altas e baixas em diferentes momentos da sessão, o dólar fechou a quarta-feira próximo da estabilidade no Brasil, resistindo à influência da realização de lucros na bolsa e do avanço da moeda norte-americana no exterior.
O dólar à vista fechou o dia com leve alta de 0,03%, aos R$5,2501. No ano, a moeda acumula agora queda de 4,35%. Às 17h03, o dólar futuro para março -- atualmente o mais líquido no Brasil -- subia 0,20% na B3, aos R$5,2775.
O dólar à vista chegou a oscilar abaixo dos R$5,22 pela manhã, em meio à queda ante outras divisas de países emergentes, mas ao longo da sessão a moeda norte-americana ganhou força ante o real, enquanto também se fortalecia no exterior.
No Brasil, investidores também aproveitaram a quarta-feira para realizar os lucros recentes na bolsa, levando o Ibovespa a cair mais de 2%, com impactos no câmbio. "Após vários pregões de forte apetite ao risco, com o real se valorizando ante o dólar e Ibovespa batendo recordes, o investidor começa a realizar lucros", comentou à tarde João Duarte, especialista em câmbio da One Investimentos.
Assim, após atingir a cotação mínima intradia de R$5,2167 (-0,60%) às 10h53, o dólar à vista escalou até a máxima de R$5,2654 (+0,32%) às 16h07. No entanto, antes do fechamento o dólar se reaproximou da estabilidade, mesmo com a bolsa se mantendo com perdas firmes até o fim da tarde. No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de março.
À tarde, o BC informou que o Brasil registrou fluxo cambial total positivo de US$5,086 bilhões em janeiro, impulsionado pela forte entrada líquida de recursos no país na semana passada, de US$4,180 bilhões. No exterior, às 17h10, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,23%, a 97,637.
Ibovespa recua mais de 2% em dia de correção na bolsa paulista após recordes
O Ibovespa fechou em queda nesta quarta-feira, quase perdendo os 180 mil pontos no pior momento, em dia de forte correção na bolsa paulista após recordes recentes, com bancos entre as maiores pressões, assim como os papéis da Totvs, que desabaram 13%.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 2,36%, a 181.300,84 pontos, de acordo com dados preliminares, chegando a 180.268,54 na mínima, após marcar 185.670,99 na máxima do dia. O volume financeiro somava R$32,5 bilhões antes dos ajustes finais.
Wall Street recua conforme preocupações com IA afetam ações de tecnologia
Os principais índices de ações dos Estados Unidos encerraram em baixa nesta quarta-feira, com perdas na Advanced Micro Devices, Palantir e outras empresas de tecnologia, com investidores preocupados com valuations caras e se a alta relacionada à inteligência artificial em Wall Street atingiu seu pico.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 0,51%, para 6.882,22 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq caiu 1,51%, para 22.903,13 pontos. O Dow Jones subiu 0,51%, para 49.487,55 pontos.
As bolsas da Europa encerraram o pregão majoritariamente em alta
Em Londres, o FTSE 100 subiu 0,85%, fechando em nível recorde aos 10.402,34 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,52%, a 24.652,77
Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,01%, a 8.262,16 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,47%, a 46.636,43 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,11%, a 18.139,20 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,61%, a 8.881,79 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,42% a 2.774,45 pontos.
As bolsas da Ásia fecharam com desempenhos distintos
Em Tóquio, o índice japonês Nikkei fechou em baixa de 0,8%, aos 54.293,36 pontos.
Em Seul, o Kospi subiu 1,6%, a 5.371,10 pontos.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng, com variação de 0,05%, aos 26.847,32 pontos.
China, o índice chinês Xangai Composto fechou em alta de 0,85%, aos 4.102,20 pontos,
e o menos abrangente Shenzhen Composto subiu 0,3%, a 2.685,46 pontos.
O Taiex, de Taiwan, registrou valorização de 0,3%, aos 32.289,81 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana o índice S&P/ASX subiu 0,80%, para 8.927,80 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,094% a 83.817,69 pontos.
Fontes: Reuters/Dow Jones Newswires.
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