sexta-feira, 29 de maio de 2026
Conta de luz seguirá com bandeira amarela em junho
A bandeira tarifária da energia elétrica no Brasil permanecerá amarela em junho, afirmou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta sexta-feira, o que representa um custo adicional de R$1,885 a cada 100 kWh consumidos.
A decisão ocorreu devido ao período seco no Brasil, o que leva a uma geração hidrelétrica menor e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado, acrescentou a agência.
Nesta sexta-feira, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) previu que as chuvas nas usinas hidrelétricas do Brasil em junho deverão ficar abaixo da média histórica em todos os subsistemas.
De janeiro a abril deste ano, a bandeira tarifária permaneceu verde (sem cobrança adicional), refletindo as condições favoráveis de geração no período.
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 29/05/26
Bitcoin: R$ 370.717,00 Reais e US$ 73.422,75 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,0424
Dólar turismo: R$ 5,2459
Euro comercial: R$ 5,881
Libra: R$ 6,805
Dólar sobe em dia negativo para ativos brasileiros e acumula alta de 1,82% em maio
O dólar fechou a sexta-feira em alta no Brasil, em uma sessão no geral negativa para os ativos brasileiros, com fluxo de saída de estrangeiros da bolsa e cautela em relação ao cenário econômico, enquanto no exterior os agentes aguardavam por um desfecho nas negociações entre EUA e Irã.
A moeda norte-americana à vista encerrou o dia com alta de 0,24%, aos R$5,0453. Na semana, o dólar acumulou ganho de 0,27% e, em maio, alta de 1,82%. Às 17h31, o dólar futuro para julho -- que nesta sessão passou a ser o mais líquido no mercado brasileiro - cedia 0,18% na B3, aos R$5,0700.
Na primeira metade do dia parte dos agentes operou tendo como foco a determinação da Ptax de fim de mês. Calculada pelo Banco Central com base nas cotações do mercado à vista, a Ptax serve de referência para a liquidação de contratos futuros. No fim de cada mês, agentes financeiros tentam direcioná-la a níveis mais convenientes às suas posições, sejam elas compradas (no sentido de alta das cotações) ou vendidas em dólar (no sentido de baixa).
Em meio à disputa, a moeda norte-americana à vista atingiu a cotação máxima da sessão de R$5,0722 (+0,77%) às 11h51.
Definida a Ptax (R$5,0563 para compra e R$5,0569 para venda) no início da tarde, o dólar passou a oscilar sem a influência técnica da disputa, mas se manteve no território positivo, em uma sessão de perdas para os ativos locais.
"Quando olhamos para o cenário externo, estamos em um dia positivo para ativos norte-americanos, com os índices de ações subindo, mas mais uma vez os ativos domésticos estão sofrendo. O Ibovespa está em mais uma semana de queda e o dólar sobe", comentou durante a tarde Tadeu Arantes, head de alocação da gestora Ghia.
"Este movimento é explicado pela dinâmica de fluxo externo. O rali anterior de ativos brasileiros foi explicado pela rotação de fluxo global, que foi destinado para países emergentes, mas a narrativa que beneficiou o Brasil mudou um pouco agora", acrescentou Arantes. "O fluxo de investimentos para emergentes continua, mas para países que se beneficiam mais da inteligência artificial, como Taiwan e Coreia do Sul, enquanto o Brasil acaba ficando para trás."
De fato, de janeiro a abril a bolsa brasileira havia recebido R$42,4 bilhões em investimentos estrangeiros, excluindo operações com novas ofertas de ações e ofertas iniciais. Somente em maio, até o dia 27, saíram da bolsa R$14,1 bilhões em investimentos estrangeiros. Este fluxo de saída acaba impactando o câmbio. Outro ponto de atenção nesta sexta-feira foi a notícia de que os EUA vão designar como terroristas as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV).
Para além das implicações políticas, ainda não estão claros os efeitos macroeconômicos e sobre as empresas que atuam no Brasil, mas há a percepção de que os prêmios de risco para os ativos brasileiros podem aumentar. "É um fator a mais a ser considerado na hora de o estrangeiro alocar no Brasil", avaliou Arantes.
Na agenda de indicadores, destaque para o avanço de 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2026 ante os três meses anteriores, acelerando ante a alta de 0,3% do último trimestre de 2025. Economistas ouvidos pela Reuters projetavam avanço de 1,0% no primeiro trimestre deste ano. Na comparação com o primeiro trimestre de 2025, o PIB cresceu 1,8%, em linha com a expectativa.
O resultado reforçou as preocupações com a inflação, colocando em dúvida a continuidade do ciclo de cortes da taxa básica Selic nos próximos meses. Atualmente a Selic está em 14,50% ao ano, bem acima das taxas praticadas em países como EUA e Japão, e este diferencial de juros vinha sendo apontado nos últimos meses como um fator favorável à atração de dólares para o Brasil.
No exterior, as atenções se voltaram novamente para o Oriente Médio. O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou em uma publicação nas redes sociais que tomará ainda nesta sexta-feira uma decisão final sobre um acordo entre EUA e Irã, enquanto uma fonte iraniana disse que um entendimento político entre os dois países ainda não foi finalizado.
Com os mercados à espera de uma definição, no fim da tarde o dólar tinha sinais mistos ante as demais moedas no exterior. Às 17h31, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,06%, a 98,932.
Ibovespa fecha abaixo de 174 mil pontos e tem pior mês desde 2023 com saída de estrangeiros
O Ibovespa fechou em queda nesta sexta-feira, acumulando a sétima semana negativa seguida e confirmando o pior desempenho mensal desde 2023, em uma correção ditada pela saída de investidores estrangeiros da bolsa brasileira.
Índice de referência do mercado acionário, o Ibovespa caiu 0,73%, a 173.787,49 pontos, somando uma perda de 1,37% na semana e de 7,22% em maio. A série de perdas semanais é a maior desde uma sequência também de sete quedas entre abril e maio de 2004. De acordo com dados da LSEG, considerando a série histórica até 1982, o Ibovespa nunca caiu por mais do que sete semanas consecutivas.
A queda no mês foi a maior desde o declínio registrado em fevereiro de 2023 (-7,49%) -- um movimento que tem como pano de fundo um saldo de capital externo negativo em R$14,1 bilhões em maio até o dia 27, excluindo ofertas de ações (IPOs e follow-ons). Estrategistas têm apontado que o desempenho de maio reflete uma rotação de volta para o setor de tecnologia nos EUA e Ásia, bem como perspectiva de um ciclo de cortes mais lento da Selic e incerteza com o cenário eleitoral.
O UBS cortou a recomendação das ações brasileiras de "atrativas" para "neutra" nesta semana, citando uma mudança no perfil de risco versus retorno, enquanto mantém uma visão positiva para mercados emergentes da uma forma mais ampla.
"Três fatores adversos convergentes agora alteram, em nossa visão, o equilíbrio de risco-retorno: o aumento da incerteza política relacionada às eleições, um ciclo de afrouxamento monetário do BC mais curto e menos intenso, e a aceleração do afrouxamento fiscal no período pré-eleitoral", pontuou a equipe do banco em relatório. "Embora os fundamentos permaneçam resilientes, essas dinâmicas devem manter o equilíbrio entre risco e retorno até a eleição de outubro."
O desempenho em maio poderia ter sido pior, uma vez que o Ibovespa chegou a 172.686,36 pontos na mínima desta sexta-feira, menor patamar intradia desde 22 de janeiro. Na máxima, marcou 175.064,44 pontos. O volume financeiro nesta sexta-feira na bolsa somou R$46,67 bilhões, influenciado por operações relacionadas ao rebalanceamento de índices MSCI Global Standard que passou a vigorar no fechamento desta sexta-feira. No caso do MSCI Brasil, foram incluídas as ações do Itaú Unibanco e da Aura Minerals e excluído o papel da Totvs.
O último pregão da semana incluiu a análise de dados do PIB brasileiro no primeiro trimestre, que mostraram a atividade econômica acelerando ante o final de 2025, bem como repercussão da decisão dos Estados Unidos de designar as facções criminosas Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho como "Organizações Terroristas Estrangeiras".
Os principais índices de Wall Street atingiram novos recordes de fechamento
O Dow Jones Industrial Average subiu 0,72%, para 51.032,34 pontos, o S&P 500 ganhou 0,22%, para 7.580,07 pontos, e o Nasdaq Composite avançou 0,21%, para 26.972,62 pontos. O índice Russell 2000 de pequena capitalização caiu 0,6%.
Durante a semana, o S&P 500 ganhou 1,43%, o Nasdaq subiu 2,39% e o Dow avançou 0,9%. O índice Russell 2000 subiu 1,72%. No mês, o S&P 500 ganhou 5,15%, o Nasdaq teve alta de 8,36% e o Dow subiu 2,78%. O índice Russell 2000 subiu 4,24%.
As bolsas europeias fecharam sem direção única
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,16%, a 10.409,28 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,08%, a 25.113,06 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,07%, a 8.183,34 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,42%, a 50.036,75 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,75%, a 18.415,90 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,12%, a 9.076,53 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta
Nikkei subiu 2,53%, para o patamar inédito de 66.329,50 pontos.
Em Seul, o sul-coreano Kospi avançou 3,55%, a 8.476,15 pontos.
Hang Seng registrou alta de 0,70% em Hong Kong, a 25.182,39 pontos.
Taiex subiu 2,51% em Taiwan, a 44.732,94 pontos.
China continental: o Xangai Composto recuou 0,73%, a 4.068,57 pontos,
Shenzhen Composto teve queda de 1,90%, a 2.805,62 pontos.
Na Austrália o S&P/ASX 200 avançou 1,62% em Sydney, a 8.731,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,29% em Wellington a 13.244,55 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,70% em Moscou a 2.565,70 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 1,44% em Bombaim a 74.775,74 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Dólar comercial: R$ 5,0424
Dólar turismo: R$ 5,2459
Euro comercial: R$ 5,881
Libra: R$ 6,805
Dólar sobe em dia negativo para ativos brasileiros e acumula alta de 1,82% em maio
O dólar fechou a sexta-feira em alta no Brasil, em uma sessão no geral negativa para os ativos brasileiros, com fluxo de saída de estrangeiros da bolsa e cautela em relação ao cenário econômico, enquanto no exterior os agentes aguardavam por um desfecho nas negociações entre EUA e Irã.
A moeda norte-americana à vista encerrou o dia com alta de 0,24%, aos R$5,0453. Na semana, o dólar acumulou ganho de 0,27% e, em maio, alta de 1,82%. Às 17h31, o dólar futuro para julho -- que nesta sessão passou a ser o mais líquido no mercado brasileiro - cedia 0,18% na B3, aos R$5,0700.
Na primeira metade do dia parte dos agentes operou tendo como foco a determinação da Ptax de fim de mês. Calculada pelo Banco Central com base nas cotações do mercado à vista, a Ptax serve de referência para a liquidação de contratos futuros. No fim de cada mês, agentes financeiros tentam direcioná-la a níveis mais convenientes às suas posições, sejam elas compradas (no sentido de alta das cotações) ou vendidas em dólar (no sentido de baixa).
Em meio à disputa, a moeda norte-americana à vista atingiu a cotação máxima da sessão de R$5,0722 (+0,77%) às 11h51.
Definida a Ptax (R$5,0563 para compra e R$5,0569 para venda) no início da tarde, o dólar passou a oscilar sem a influência técnica da disputa, mas se manteve no território positivo, em uma sessão de perdas para os ativos locais.
"Quando olhamos para o cenário externo, estamos em um dia positivo para ativos norte-americanos, com os índices de ações subindo, mas mais uma vez os ativos domésticos estão sofrendo. O Ibovespa está em mais uma semana de queda e o dólar sobe", comentou durante a tarde Tadeu Arantes, head de alocação da gestora Ghia.
"Este movimento é explicado pela dinâmica de fluxo externo. O rali anterior de ativos brasileiros foi explicado pela rotação de fluxo global, que foi destinado para países emergentes, mas a narrativa que beneficiou o Brasil mudou um pouco agora", acrescentou Arantes. "O fluxo de investimentos para emergentes continua, mas para países que se beneficiam mais da inteligência artificial, como Taiwan e Coreia do Sul, enquanto o Brasil acaba ficando para trás."
De fato, de janeiro a abril a bolsa brasileira havia recebido R$42,4 bilhões em investimentos estrangeiros, excluindo operações com novas ofertas de ações e ofertas iniciais. Somente em maio, até o dia 27, saíram da bolsa R$14,1 bilhões em investimentos estrangeiros. Este fluxo de saída acaba impactando o câmbio. Outro ponto de atenção nesta sexta-feira foi a notícia de que os EUA vão designar como terroristas as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV).
Para além das implicações políticas, ainda não estão claros os efeitos macroeconômicos e sobre as empresas que atuam no Brasil, mas há a percepção de que os prêmios de risco para os ativos brasileiros podem aumentar. "É um fator a mais a ser considerado na hora de o estrangeiro alocar no Brasil", avaliou Arantes.
Na agenda de indicadores, destaque para o avanço de 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2026 ante os três meses anteriores, acelerando ante a alta de 0,3% do último trimestre de 2025. Economistas ouvidos pela Reuters projetavam avanço de 1,0% no primeiro trimestre deste ano. Na comparação com o primeiro trimestre de 2025, o PIB cresceu 1,8%, em linha com a expectativa.
O resultado reforçou as preocupações com a inflação, colocando em dúvida a continuidade do ciclo de cortes da taxa básica Selic nos próximos meses. Atualmente a Selic está em 14,50% ao ano, bem acima das taxas praticadas em países como EUA e Japão, e este diferencial de juros vinha sendo apontado nos últimos meses como um fator favorável à atração de dólares para o Brasil.
No exterior, as atenções se voltaram novamente para o Oriente Médio. O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou em uma publicação nas redes sociais que tomará ainda nesta sexta-feira uma decisão final sobre um acordo entre EUA e Irã, enquanto uma fonte iraniana disse que um entendimento político entre os dois países ainda não foi finalizado.
Com os mercados à espera de uma definição, no fim da tarde o dólar tinha sinais mistos ante as demais moedas no exterior. Às 17h31, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,06%, a 98,932.
Ibovespa fecha abaixo de 174 mil pontos e tem pior mês desde 2023 com saída de estrangeiros
O Ibovespa fechou em queda nesta sexta-feira, acumulando a sétima semana negativa seguida e confirmando o pior desempenho mensal desde 2023, em uma correção ditada pela saída de investidores estrangeiros da bolsa brasileira.
Índice de referência do mercado acionário, o Ibovespa caiu 0,73%, a 173.787,49 pontos, somando uma perda de 1,37% na semana e de 7,22% em maio. A série de perdas semanais é a maior desde uma sequência também de sete quedas entre abril e maio de 2004. De acordo com dados da LSEG, considerando a série histórica até 1982, o Ibovespa nunca caiu por mais do que sete semanas consecutivas.
A queda no mês foi a maior desde o declínio registrado em fevereiro de 2023 (-7,49%) -- um movimento que tem como pano de fundo um saldo de capital externo negativo em R$14,1 bilhões em maio até o dia 27, excluindo ofertas de ações (IPOs e follow-ons). Estrategistas têm apontado que o desempenho de maio reflete uma rotação de volta para o setor de tecnologia nos EUA e Ásia, bem como perspectiva de um ciclo de cortes mais lento da Selic e incerteza com o cenário eleitoral.
O UBS cortou a recomendação das ações brasileiras de "atrativas" para "neutra" nesta semana, citando uma mudança no perfil de risco versus retorno, enquanto mantém uma visão positiva para mercados emergentes da uma forma mais ampla.
"Três fatores adversos convergentes agora alteram, em nossa visão, o equilíbrio de risco-retorno: o aumento da incerteza política relacionada às eleições, um ciclo de afrouxamento monetário do BC mais curto e menos intenso, e a aceleração do afrouxamento fiscal no período pré-eleitoral", pontuou a equipe do banco em relatório. "Embora os fundamentos permaneçam resilientes, essas dinâmicas devem manter o equilíbrio entre risco e retorno até a eleição de outubro."
O desempenho em maio poderia ter sido pior, uma vez que o Ibovespa chegou a 172.686,36 pontos na mínima desta sexta-feira, menor patamar intradia desde 22 de janeiro. Na máxima, marcou 175.064,44 pontos. O volume financeiro nesta sexta-feira na bolsa somou R$46,67 bilhões, influenciado por operações relacionadas ao rebalanceamento de índices MSCI Global Standard que passou a vigorar no fechamento desta sexta-feira. No caso do MSCI Brasil, foram incluídas as ações do Itaú Unibanco e da Aura Minerals e excluído o papel da Totvs.
O último pregão da semana incluiu a análise de dados do PIB brasileiro no primeiro trimestre, que mostraram a atividade econômica acelerando ante o final de 2025, bem como repercussão da decisão dos Estados Unidos de designar as facções criminosas Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho como "Organizações Terroristas Estrangeiras".
Os principais índices de Wall Street atingiram novos recordes de fechamento
O Dow Jones Industrial Average subiu 0,72%, para 51.032,34 pontos, o S&P 500 ganhou 0,22%, para 7.580,07 pontos, e o Nasdaq Composite avançou 0,21%, para 26.972,62 pontos. O índice Russell 2000 de pequena capitalização caiu 0,6%.
Durante a semana, o S&P 500 ganhou 1,43%, o Nasdaq subiu 2,39% e o Dow avançou 0,9%. O índice Russell 2000 subiu 1,72%. No mês, o S&P 500 ganhou 5,15%, o Nasdaq teve alta de 8,36% e o Dow subiu 2,78%. O índice Russell 2000 subiu 4,24%.
As bolsas europeias fecharam sem direção única
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,16%, a 10.409,28 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,08%, a 25.113,06 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,07%, a 8.183,34 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,42%, a 50.036,75 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,75%, a 18.415,90 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,12%, a 9.076,53 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta
Nikkei subiu 2,53%, para o patamar inédito de 66.329,50 pontos.
Em Seul, o sul-coreano Kospi avançou 3,55%, a 8.476,15 pontos.
Hang Seng registrou alta de 0,70% em Hong Kong, a 25.182,39 pontos.
Taiex subiu 2,51% em Taiwan, a 44.732,94 pontos.
China continental: o Xangai Composto recuou 0,73%, a 4.068,57 pontos,
Shenzhen Composto teve queda de 1,90%, a 2.805,62 pontos.
Na Austrália o S&P/ASX 200 avançou 1,62% em Sydney, a 8.731,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,29% em Wellington a 13.244,55 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,70% em Moscou a 2.565,70 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 1,44% em Bombaim a 74.775,74 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas dos E.U.A: 29/05/26
Os principais índices de Wall Street atingiram novos recordes de fechamento nesta sexta-feira e registraram ganhos semanais e mensais, uma vez que os resultados da Dell impulsionaram a alta das ações de tecnologia, enquanto os investidores aguardavam detalhes sobre um possível acordo entre os EUA e o Irã.
O presidente norte-americano, Donald Trump, disse em uma postagem na mídia social que tomaria uma decisão final sobre o acordo com o Irã nesta sexta-feira. Teerã disse mais cedo que estava buscando ação, e não palavras, quando se tratava de um acordo. A Dell disparou 32,8% depois de aumentar suas previsões de lucro e receita para o ano inteiro na quinta-feira. O setor de tecnologia subiu 1,87%, impulsionado por ganhos em ações de chips.
Os pares Hewlett Packard Enterprise e Super Micro Computer saltaram 12,6% e 11,6%, respectivamente. A Microsoft subiu 5,4%. O índice de serviços de software também avançou mais de 6%, apagando todas as perdas desde o final de janeiro, quando as preocupações com as mudanças decorrentes da IA pesaram sobre o setor. No início da sessão, todos os três índices atingiram recordes intradiários, aproveitando o otimismo renovado em relação à IA e ao forte crescimento dos lucros, apesar das preocupações com o impacto da guerra do Irã sobre a inflação e a economia global.
O Dow Jones Industrial Average subiu 0,72%, para 51.032,34 pontos, o S&P 500 ganhou 0,22%, para 7.580,07 pontos, e o Nasdaq Composite avançou 0,21%, para 26.972,62 pontos. O índice Russell 2000 de pequena capitalização caiu 0,6%.
Durante a semana, o S&P 500 ganhou 1,43%, o Nasdaq subiu 2,39% e o Dow avançou 0,9%. O índice Russell 2000 subiu 1,72%. No mês, o S&P 500 ganhou 5,15%, o Nasdaq teve alta de 8,36% e o Dow subiu 2,78%. O índice Russell 2000 subiu 4,24%. O S&P 500 registrou seu nono ganho semanal consecutivo, sua mais longa sequência de altas desde dezembro de 2023.
"Definitivamente há um sentimento de euforia no mercado em relação à IA. A alta foi realmente impulsionada pelos lucros", disse Ohsung Kwon, estrategista-chefe de ações do Wells Fargo. Ele sugeriu que os investidores comprassem e mantivessem ações de IA e, em seguida, obtivessem uma renda extra vendendo opções de compra a preços muito mais altos do que o preço atual das ações.
Melissa Brown, chefe de pesquisa de decisões de investimento da SimCorp, disse que, nas últimas semanas, o volume aumentou, o que sugere que mais pessoas estão entrando no mercado. O setor de serviços de comunicações do S&P 500 caiu, com a Alphabet recuando 2,5%.
As ações de bens de consumo básicos foram fracas, com os pesos pesados Costco e Walmart caindo 3,9% e 2,6%, respectivamente. O índice de montadoras do S&P caiu após reportagens de que o governo Trump quer que os veículos fabricados na América do Norte tenham 82% de conteúdo regional para se qualificarem para tratamento preferencial no âmbito do Acordo EUA-México-Canadá.
As ações da General Motors caíram 1,3% e as ações da Stellantis , listadas nos EUA, caíram 2,7%. Os dados econômicos dos EUA na quinta-feira mostraram que a inflação aumentou no ritmo mais forte em três anos em abril, enquanto o PIB do primeiro trimestre foi revisado para baixo, para um aumento anual de 1,6%.
O presidente do Fed de Kansas City, Jeffrey Schmid, alertou que o choque de energia pode não ser temporário. A vice-chair de Supervisão, Michelle Bowman, disse que um aumento persistente da inflação pode exigir uma política monetária mais rígida.
Os mercados esperam que o Federal Reserve mantenha as taxas de juros estáveis até o fim do ano, com expectativas de um aumento de 25 pontos-base em dezembro.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
O presidente norte-americano, Donald Trump, disse em uma postagem na mídia social que tomaria uma decisão final sobre o acordo com o Irã nesta sexta-feira. Teerã disse mais cedo que estava buscando ação, e não palavras, quando se tratava de um acordo. A Dell disparou 32,8% depois de aumentar suas previsões de lucro e receita para o ano inteiro na quinta-feira. O setor de tecnologia subiu 1,87%, impulsionado por ganhos em ações de chips.
Os pares Hewlett Packard Enterprise e Super Micro Computer saltaram 12,6% e 11,6%, respectivamente. A Microsoft subiu 5,4%. O índice de serviços de software também avançou mais de 6%, apagando todas as perdas desde o final de janeiro, quando as preocupações com as mudanças decorrentes da IA pesaram sobre o setor. No início da sessão, todos os três índices atingiram recordes intradiários, aproveitando o otimismo renovado em relação à IA e ao forte crescimento dos lucros, apesar das preocupações com o impacto da guerra do Irã sobre a inflação e a economia global.
O Dow Jones Industrial Average subiu 0,72%, para 51.032,34 pontos, o S&P 500 ganhou 0,22%, para 7.580,07 pontos, e o Nasdaq Composite avançou 0,21%, para 26.972,62 pontos. O índice Russell 2000 de pequena capitalização caiu 0,6%.
Durante a semana, o S&P 500 ganhou 1,43%, o Nasdaq subiu 2,39% e o Dow avançou 0,9%. O índice Russell 2000 subiu 1,72%. No mês, o S&P 500 ganhou 5,15%, o Nasdaq teve alta de 8,36% e o Dow subiu 2,78%. O índice Russell 2000 subiu 4,24%. O S&P 500 registrou seu nono ganho semanal consecutivo, sua mais longa sequência de altas desde dezembro de 2023.
"Definitivamente há um sentimento de euforia no mercado em relação à IA. A alta foi realmente impulsionada pelos lucros", disse Ohsung Kwon, estrategista-chefe de ações do Wells Fargo. Ele sugeriu que os investidores comprassem e mantivessem ações de IA e, em seguida, obtivessem uma renda extra vendendo opções de compra a preços muito mais altos do que o preço atual das ações.
Melissa Brown, chefe de pesquisa de decisões de investimento da SimCorp, disse que, nas últimas semanas, o volume aumentou, o que sugere que mais pessoas estão entrando no mercado. O setor de serviços de comunicações do S&P 500 caiu, com a Alphabet recuando 2,5%.
As ações de bens de consumo básicos foram fracas, com os pesos pesados Costco e Walmart caindo 3,9% e 2,6%, respectivamente. O índice de montadoras do S&P caiu após reportagens de que o governo Trump quer que os veículos fabricados na América do Norte tenham 82% de conteúdo regional para se qualificarem para tratamento preferencial no âmbito do Acordo EUA-México-Canadá.
As ações da General Motors caíram 1,3% e as ações da Stellantis , listadas nos EUA, caíram 2,7%. Os dados econômicos dos EUA na quinta-feira mostraram que a inflação aumentou no ritmo mais forte em três anos em abril, enquanto o PIB do primeiro trimestre foi revisado para baixo, para um aumento anual de 1,6%.
O presidente do Fed de Kansas City, Jeffrey Schmid, alertou que o choque de energia pode não ser temporário. A vice-chair de Supervisão, Michelle Bowman, disse que um aumento persistente da inflação pode exigir uma política monetária mais rígida.
Os mercados esperam que o Federal Reserve mantenha as taxas de juros estáveis até o fim do ano, com expectativas de um aumento de 25 pontos-base em dezembro.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 29/05/26
As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta sexta-feira (29) enquanto investidores acompanharam notícias sobre uma possível extensão do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã.
Os índices ganharam certo fôlego na reta final do pregão, após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que "pontos menos importantes foram acordados" e que entraria em reunião para decidir sobre o conflito. O alívio nos temores sobre o petróleo ajudou setores sensíveis ao crescimento econômico, enquanto investidores também monitoraram indicadores da região e desdobramentos geopolíticos no Leste Europeu.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,16%, a 10.409,28 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,08%, a 25.113,06 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,07%, a 8.183,34 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,42%, a 50.036,75 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,75%, a 18.415,90 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,12%, a 9.076,53 pontos. As cotações são preliminares.
Os mercados europeus ganharam ímpeto e firmaram alta após Trump publicar que participará de reunião nesta tarde para tomar uma decisão final sobre o Irã, condicionando os avanços à garantia de que o país persa nunca terá arma nuclear e deixará navegação livre no Estreito de Ormuz.
Na agenda econômica, a revisão do PIB (Produto Interno Bruto) francês mostrou contração de 0,1% no primeiro trimestre, frustrando projeções. O CPI anual da Alemanha, por sua vez, desacelerou a 2,6% em maio, abaixo do esperado. O setor aeroespacial e de defesa voltou a subir. Airbus avançou cerca de 1,2%, enquanto a polonesa Creotech Instruments subiu mais de 4%, em meio à continuidade do rali do segmento após um drone russo atingir um prédio residencial na Romênia e diante das perspectivas de aumento dos gastos europeus com defesa.
No setor farmacêutico, a GSK recuou cerca de 1,4% mesmo após o Jefferies destacar o potencial de seu medicamento experimental contra hepatite B. Já a Bayer ficou sob pressão e cedeu 4,2% depois de o mesmo banco reiterar preocupações com as disputas judiciais da companhia nos Estados Unidos. Bancos (+1,06%) e empresas ligadas a viagens e lazer (+1,21%) também figuraram entre os destaques de alta do pregão.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Os índices ganharam certo fôlego na reta final do pregão, após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que "pontos menos importantes foram acordados" e que entraria em reunião para decidir sobre o conflito. O alívio nos temores sobre o petróleo ajudou setores sensíveis ao crescimento econômico, enquanto investidores também monitoraram indicadores da região e desdobramentos geopolíticos no Leste Europeu.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,16%, a 10.409,28 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,08%, a 25.113,06 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,07%, a 8.183,34 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,42%, a 50.036,75 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,75%, a 18.415,90 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,12%, a 9.076,53 pontos. As cotações são preliminares.
Os mercados europeus ganharam ímpeto e firmaram alta após Trump publicar que participará de reunião nesta tarde para tomar uma decisão final sobre o Irã, condicionando os avanços à garantia de que o país persa nunca terá arma nuclear e deixará navegação livre no Estreito de Ormuz.
Na agenda econômica, a revisão do PIB (Produto Interno Bruto) francês mostrou contração de 0,1% no primeiro trimestre, frustrando projeções. O CPI anual da Alemanha, por sua vez, desacelerou a 2,6% em maio, abaixo do esperado. O setor aeroespacial e de defesa voltou a subir. Airbus avançou cerca de 1,2%, enquanto a polonesa Creotech Instruments subiu mais de 4%, em meio à continuidade do rali do segmento após um drone russo atingir um prédio residencial na Romênia e diante das perspectivas de aumento dos gastos europeus com defesa.
No setor farmacêutico, a GSK recuou cerca de 1,4% mesmo após o Jefferies destacar o potencial de seu medicamento experimental contra hepatite B. Já a Bayer ficou sob pressão e cedeu 4,2% depois de o mesmo banco reiterar preocupações com as disputas judiciais da companhia nos Estados Unidos. Bancos (+1,06%) e empresas ligadas a viagens e lazer (+1,21%) também figuraram entre os destaques de alta do pregão.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 29/05/26
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira (29), com recordes no Japão e na Coreia do Sul, em meio a expectativas de que Estados Unidos e Irã estendam o atual cessar-fogo por 60 dias.
O índice japonês Nikkei subiu 2,53%, para o patamar inédito de 66.329,50 pontos, após dados mostrarem que a taxa de inflação subjacente de Tóquio em maio aumentou em ritmo mais lento do que o esperado.Ao longo deste mês, o Nikkei acumulou ganhos de 12%.
Em Seul, o sul-coreano Kospi avançou 3,55%, a 8.476,15 pontos, também nível recorde, impulsionado por ações de tecnologia favorecidas pelo boom global da inteligência artificial.
Líder no setor, a Samsung Electronics saltou 5,84%. Em maio, o Kospi subiu 28%, com o desempenho liderado por ações de semicondutores.
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng registrou alta de 0,70% em Hong Kong, a 25.182,39 pontos, e o Taiex subiu 2,51% em Taiwan, a 44.732,94 pontos.
Na contramão, os mercados da China continental ficaram no vermelho: o Xangai Composto recuou 0,73%, a 4.068,57 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto teve queda de 1,90%, a 2.805,62 pontos.
Negociadores dos EUA e do Irã chegaram ontem a um entendimento preliminar para prorrogar o cessar-fogo e realizar uma nova rodada de negociações sobre o programa nuclear iraniano, segundo um funcionário do governo americano. O Irã ainda não confirmou publicamente o acordo, que também depende da aprovação final do presidente dos EUA, Donald Trump.
Investidores acompanham de perto a possível reabertura do Estreito de Ormuz, por onde transita cerca de um quinto do petróleo mundial. De acordo com o funcionário americano, o acordo provisório deixa claro que o Irã não poderá impor tarifas a embarcações que transitam pelo estreito, enquanto os EUA reduzirão gradualmente o bloqueio marítimo aos portos iranianos. O petróleo Brent, referência internacional, operava em baixa marginal no fim da madrugada.
Na Oceania, a bolsa australiana seguiu o viés positivo da Ásia, e o S&P/ASX 200 avançou 1,62% em Sydney, a 8.731,70 pontos. Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,29% em Wellington a 13.244,55 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,70% em Moscou a 2.565,70 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 1,44% em Bombaim a 74.775,74 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
O índice japonês Nikkei subiu 2,53%, para o patamar inédito de 66.329,50 pontos, após dados mostrarem que a taxa de inflação subjacente de Tóquio em maio aumentou em ritmo mais lento do que o esperado.Ao longo deste mês, o Nikkei acumulou ganhos de 12%.
Em Seul, o sul-coreano Kospi avançou 3,55%, a 8.476,15 pontos, também nível recorde, impulsionado por ações de tecnologia favorecidas pelo boom global da inteligência artificial.
Líder no setor, a Samsung Electronics saltou 5,84%. Em maio, o Kospi subiu 28%, com o desempenho liderado por ações de semicondutores.
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng registrou alta de 0,70% em Hong Kong, a 25.182,39 pontos, e o Taiex subiu 2,51% em Taiwan, a 44.732,94 pontos.
Na contramão, os mercados da China continental ficaram no vermelho: o Xangai Composto recuou 0,73%, a 4.068,57 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto teve queda de 1,90%, a 2.805,62 pontos.
Negociadores dos EUA e do Irã chegaram ontem a um entendimento preliminar para prorrogar o cessar-fogo e realizar uma nova rodada de negociações sobre o programa nuclear iraniano, segundo um funcionário do governo americano. O Irã ainda não confirmou publicamente o acordo, que também depende da aprovação final do presidente dos EUA, Donald Trump.
Investidores acompanham de perto a possível reabertura do Estreito de Ormuz, por onde transita cerca de um quinto do petróleo mundial. De acordo com o funcionário americano, o acordo provisório deixa claro que o Irã não poderá impor tarifas a embarcações que transitam pelo estreito, enquanto os EUA reduzirão gradualmente o bloqueio marítimo aos portos iranianos. O petróleo Brent, referência internacional, operava em baixa marginal no fim da madrugada.
Na Oceania, a bolsa australiana seguiu o viés positivo da Ásia, e o S&P/ASX 200 avançou 1,62% em Sydney, a 8.731,70 pontos. Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,29% em Wellington a 13.244,55 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,70% em Moscou a 2.565,70 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 1,44% em Bombaim a 74.775,74 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Disney+ em junho de 2026
O Disney+ divulgou seus lançamentos para junho de 2026. Entre os principais destaques do mês está Avatar: Fogo e Cinzas, que levará os assinantes de volta a Pandora no conforto de casa. Outra grande novidade é Cara de Um, Focinho de Outro, da Pixar, uma das animações mais divertidas do ano.
FILMES
Cara de Um, Focinho de Outro
– 3 de junho
Avatar: Fogo e Cinzas
– 24 de junho
SÉRIES
Doutor à Beira do Amor
– 1º de junho
Inapropriados para o Trabalho
– 2 de junho
O Melhor do Mundo com Antoni Porowski
– 8 de junho
Dragon Striker
– 10 de junho
Homem de Ferro e seus Amigos Incríveis
– 12 de junho
Supergatinhos – Temporada 3
– 17 de junho
Equipe de Resgate – Temporada 3
– 24 de junho
Doc – Temporada 2
– 24 de junho
O Urso – Temporada 5 (final)
– 25 de junho
Bem-vindos ao Wrexham – Temporada 5
– 26 de junho
Rivais – Temporada 2
– Final da temporada em 5 de junho
ESPECIAIS
Hannah Berner: Não é da Minha Conta
– 5 de junho
FILMES
Cara de Um, Focinho de Outro
– 3 de junho
Avatar: Fogo e Cinzas
– 24 de junho
SÉRIES
Doutor à Beira do Amor
– 1º de junho
Inapropriados para o Trabalho
– 2 de junho
O Melhor do Mundo com Antoni Porowski
– 8 de junho
Dragon Striker
– 10 de junho
Homem de Ferro e seus Amigos Incríveis
– 12 de junho
Supergatinhos – Temporada 3
– 17 de junho
Equipe de Resgate – Temporada 3
– 24 de junho
Doc – Temporada 2
– 24 de junho
O Urso – Temporada 5 (final)
– 25 de junho
Bem-vindos ao Wrexham – Temporada 5
– 26 de junho
Rivais – Temporada 2
– Final da temporada em 5 de junho
ESPECIAIS
Hannah Berner: Não é da Minha Conta
– 5 de junho
X-Men ’97 revela número de episódios da 2ª temporada
X-Men ’97 está muito perto de retornar com novas aventuras para o streaming, e contagem de episódios da aguardada 2ª temporada é confirmada.
Após o lançamento do mais recente trailer do show, a Marvel Animation revelou detalhes inéditos, incluindo o fato de que o 2º ano terá 9 capítulos ao total, conforme noticiou a revista Empire.
Para efeito de comparação, o número de episódios é inferior ao do ano de estreia lançado em 2024, que contou com uma programação de 10 capítulos.
Nos eventos seguintes da série animada, veremos a equipe de heróis dividida em diferentes épocas do tempo, enquanto o Apocalipse se prepara para sua ascensão catastrófica no presente, pondo a humanidade em risco.
A 2ª temporada de X-Men ’97 começará a ser exibida no Disney+ a partir do dia 1º de julho de 2026.
Após o lançamento do mais recente trailer do show, a Marvel Animation revelou detalhes inéditos, incluindo o fato de que o 2º ano terá 9 capítulos ao total, conforme noticiou a revista Empire.
Para efeito de comparação, o número de episódios é inferior ao do ano de estreia lançado em 2024, que contou com uma programação de 10 capítulos.
Nos eventos seguintes da série animada, veremos a equipe de heróis dividida em diferentes épocas do tempo, enquanto o Apocalipse se prepara para sua ascensão catastrófica no presente, pondo a humanidade em risco.
A 2ª temporada de X-Men ’97 começará a ser exibida no Disney+ a partir do dia 1º de julho de 2026.
Prime Video em junho de 2026
Depois de um quinto mês agitado, o Prime Video está revelando sua lista oficial de lançamentos para junho de 2026, contando com grandes destaques cinematográficos deste ano e mais.
Incluindo o novo Todo Mundo em Pânico (2026), descubra o que a plataforma de streaming reserva entre suas novidades para o sexto mês do ano:
Filmes e Séries
A Lenda de Vox Machina, 4ª temporada (03/06)
Destruição Final 2 (05/06)
Five Nights at Freddy’s 2 (06/06)
Yaz Evi (08/06)
O Roubo da Taça (09/06)
Depois Daquele Ano, 1ª temporada (10/06)
Viagem Sem Retorno (10/06)
Hallow Road: Caminho Sem Volta (12/06)
Sua Culpa: Londres (17/06)
O Frio da Morte (19/06)
Os Estranhos: Capítulo 2 (20/06)
See You At Work Tomorrow!, 1ª temporada (22/06)
Driver’s Ed (26/06)
Nuremberg (26/06)
Loja Prime Video
Zico: O Samurai de Quintino (03/06)
Vidas Entrelaçadas (04/06)
O Advogado de Deus (04/06)
Assinaturas Adicionais
Cabo do Medo: Apple TV – (05/06)
Devoradores de Estrelas: MGM+ – (18/06)
A Casa do Dragão, 3ª temporada: HBO Max – (21/06)
Incluindo o novo Todo Mundo em Pânico (2026), descubra o que a plataforma de streaming reserva entre suas novidades para o sexto mês do ano:
Filmes e Séries
A Lenda de Vox Machina, 4ª temporada (03/06)
Destruição Final 2 (05/06)
Five Nights at Freddy’s 2 (06/06)
Yaz Evi (08/06)
O Roubo da Taça (09/06)
Depois Daquele Ano, 1ª temporada (10/06)
Viagem Sem Retorno (10/06)
Hallow Road: Caminho Sem Volta (12/06)
Sua Culpa: Londres (17/06)
O Frio da Morte (19/06)
Os Estranhos: Capítulo 2 (20/06)
See You At Work Tomorrow!, 1ª temporada (22/06)
Driver’s Ed (26/06)
Nuremberg (26/06)
Loja Prime Video
Zico: O Samurai de Quintino (03/06)
Vidas Entrelaçadas (04/06)
O Advogado de Deus (04/06)
Assinaturas Adicionais
Cabo do Medo: Apple TV – (05/06)
Devoradores de Estrelas: MGM+ – (18/06)
A Casa do Dragão, 3ª temporada: HBO Max – (21/06)
Apple TV em junho de 2026
A Apple TV não está ficando para trás quando se trata de novidades no streaming em junho de 2026, e plataforma revela quais serão seus próximos lançamentos.
Incluindo a nova releitura de Cabo do Medo, produzida por Martin Scorsese e Steven Spielberg, descubra quais são as novidades do serviço de streaming para o sexto mês do ano:
ESTREIAS
Cabo do Medo (05/06)
Quando o perigoso Max Cady (Javier Bardem), que busca vingança contra o casal de advogados responsável por sua prisão, é solto, Anne (Amy Adams) e Tom (Patrick Wilson) veem sua vida perfeita desmoronar.
Sugar, 2ª temporada (19/06)
O detetive John Sugar (Colin Farrell) retorna para mais uma investigação envolvendo o desaparecimento do irmão de um jovem boxeador, além de se deparar no centro de uma conspiração em Los Angeles. À medida que ele avança no caso, Sugar enfrenta dilemas morais sobre até onde ir para fazer o que é certo.
Snoopy Vai Acampar, 2ª temporada (26/06)
Após descobrir o afastamento iminente de sua turma, Snoopy e os Escoteiros Beagle embarcam em uma aventura ao ar livre para se reconectarem. Enquanto isso, Charlie Brown e seus amigos curtem as férias de verão no Acampamento Spring Lake.
FINAIS DE TEMPORADA
Seus Amigos e Vizinhos, 2ª temporada (05/06)
Após Andrew Cooper (Jon Hamm) se aprofundar nas complicações de sua vida dupla como ladrão suburbano, qual será seu desfecho? Com a chegada de um vizinho misterioso, ele terá seus segredos ameaçados, colocando todos seus feitos em risco.
Histórico Criminal, 2ª temporada (10/06)
Após um assassinato em um comício político, dois policiais rivais são forçados a unir forças em um caso que evolui para uma investigação criminal focada em uma ameaça terrorista no coração de Londres.
O Segredo de Widow’s Bay (17/06)
Em uma ilha isolada cerca de lendas. um prefeito tenta revitalizar a comunidade em meio a acontecimentos sombrios que desestabilizam os moradores.
Incondicional (19/05)
Quando as férias de uma mãe e uma filha se transformam em um verdadeiro pesadelo, após Gail ser presa aos 23 anos por suspeita de tráfico de drogas, Orna se recusa a aceitar as evidências, sendo levada a teia mortal de crime e corrupção enquanto luta pela liberdade de sua filha.
Incluindo a nova releitura de Cabo do Medo, produzida por Martin Scorsese e Steven Spielberg, descubra quais são as novidades do serviço de streaming para o sexto mês do ano:
ESTREIAS
Cabo do Medo (05/06)
Quando o perigoso Max Cady (Javier Bardem), que busca vingança contra o casal de advogados responsável por sua prisão, é solto, Anne (Amy Adams) e Tom (Patrick Wilson) veem sua vida perfeita desmoronar.
Sugar, 2ª temporada (19/06)
O detetive John Sugar (Colin Farrell) retorna para mais uma investigação envolvendo o desaparecimento do irmão de um jovem boxeador, além de se deparar no centro de uma conspiração em Los Angeles. À medida que ele avança no caso, Sugar enfrenta dilemas morais sobre até onde ir para fazer o que é certo.
Snoopy Vai Acampar, 2ª temporada (26/06)
Após descobrir o afastamento iminente de sua turma, Snoopy e os Escoteiros Beagle embarcam em uma aventura ao ar livre para se reconectarem. Enquanto isso, Charlie Brown e seus amigos curtem as férias de verão no Acampamento Spring Lake.
FINAIS DE TEMPORADA
Seus Amigos e Vizinhos, 2ª temporada (05/06)
Após Andrew Cooper (Jon Hamm) se aprofundar nas complicações de sua vida dupla como ladrão suburbano, qual será seu desfecho? Com a chegada de um vizinho misterioso, ele terá seus segredos ameaçados, colocando todos seus feitos em risco.
Histórico Criminal, 2ª temporada (10/06)
Após um assassinato em um comício político, dois policiais rivais são forçados a unir forças em um caso que evolui para uma investigação criminal focada em uma ameaça terrorista no coração de Londres.
O Segredo de Widow’s Bay (17/06)
Em uma ilha isolada cerca de lendas. um prefeito tenta revitalizar a comunidade em meio a acontecimentos sombrios que desestabilizam os moradores.
Incondicional (19/05)
Quando as férias de uma mãe e uma filha se transformam em um verdadeiro pesadelo, após Gail ser presa aos 23 anos por suspeita de tráfico de drogas, Orna se recusa a aceitar as evidências, sendo levada a teia mortal de crime e corrupção enquanto luta pela liberdade de sua filha.
A Casa do Dragão - Temporada 3 | Trailer Final Dublado
O trono não tem piedade. A Casa Do Dragão estreia em 21 de junho na HBO Max.
Os novos episódios aproximarão os fãs dos eventos finais do show, enquanto adapta o contínuo conflito dos Targaryen pelo Trono do Ferro, algo que resultou na chamada A Dança dos Dragões.
Os novos episódios aproximarão os fãs dos eventos finais do show, enquanto adapta o contínuo conflito dos Targaryen pelo Trono do Ferro, algo que resultou na chamada A Dança dos Dragões.
quinta-feira, 28 de maio de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 28/05/26
Bitcoin: R$ 371.048,00 Reais e US$ 73.478,16 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,0317
Dólar turismo: R$ 5,2331
Euro comercial: R$ 5,860
Libra: R$ 6,793
Dólar fecha em baixa após notícias sobre acordo preliminar entre EUA e Irã
Após iniciar a sessão em leve alta, o dólar perdeu força ante o real no fim da manhã e fechou a quinta-feira em baixa, após notícias de que EUA e Irã teriam chegado a um memorando de entendimentos para estender o cessar-fogo no Oriente Médio por 60 dias.
O dólar à vista encerrou o dia com baixa de 0,56%, aos R$5,0331. No ano, passou a acumular recuo de 8,31% ante o real. Às 17h10, o dólar futuro para junho -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- cedia 0,56% na B3, aos R$5,0360.
No fim da manhã, o site Axios informou que EUA e Irã teriam chegado a um acordo preliminar para estender o cessar-fogo por 60 dias. O acordo, confirmado posteriormente pela Reuters, ainda dependia da aprovação do presidente norte-americano, Donald Trump.
A possibilidade de um acordo se refletiu na queda dos preços do petróleo Brent, no recuo dos rendimentos dos Treasuries e no enfraquecimento do dólar ante as demais divisas, incluindo o real. O dólar seguiu em queda ainda que, durante a tarde, a agência de notícias iraniana Tasnim tenha afirmado que o memorando não havia sido finalizado ou confirmado. Às 15h17, o dólar à vista atingiu a cotação mínima de R$5,0229 (-0,76%).
"O movimento (de queda do dólar) ganhou força após anúncio de um possível acordo entre Washington e Teerã estar praticamente fechado, dependendo apenas da aprovação final de Donald Trump, reduzindo parte do prêmio de risco geopolítico", resumiu no fim da tarde Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, em comentário escrito. No noticiário local, o diretor de Política Monetária do Banco Central, Nilton David, reiterou pela manhã o desconforto com a alta das expectativas de inflação para 2028 no Brasil, acrescentando que a instituição buscará atingir a meta inflacionária.
"Hoje temos uma perturbação relevante", comentou David, em referência ao conflito no Oriente Médio, durante palestra em evento do Banco Pine, em São Paulo. "O BC está atento a isso, não vai permitir que isso se transforme em inflação além do horizonte relevante", acrescentou. No mercado, a expectativa é de que o BC promova mais um corte de 25 pontos-base da Selic em junho, mas há dúvidas sobre o espaço para novas reduções depois disso, justamente por conta do descolamento das expectativas de inflação da meta, em meio à continuidade da guerra no Oriente Médio.
Atualmente a Selic está em 14,50% ao ano, bem acima das taxas praticadas em países como EUA e Japão, e este diferencial de juros foi nos últimos meses um fator favorável à atração de dólares para o Brasil. No evento, David avaliou ainda que o real se comportou de forma atípica nos últimos 12 meses, quase como um "unicórnio" -- ou seja, uma exceção -- em eventos de pressão sobre as moedas globais, em meio ao tarifaço dos EUA e da guerra no Oriente Médio.
No exterior, às 17h25, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- caía 0,27%, a 99,028.
Ibovespa fecha dia volátil em queda pressionado por Petrobras
O Ibovespa fechou com queda modesta nesta quinta-feira, após trocar de sinal em vários momentos, influenciado pelo noticiário sobre as negociações entre Estados Unidos e Irã, em pregão marcado ainda por uma bateria de dados econômicos.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,31%, a 175.195,61 pontos, de acordo com dados preliminares. As ações da Petrobras ficaram entre as maiores pressões negativas, mesmo com o anúncio de aumento no preço da gasolina pela estatal. Na máxima do dia, o Ibovespa marcou 176.627,32 pontos. Na mínima, 174.686,40. O volume financeiro no pregão somava R$18,48 bilhões antes dos ajustes finais, de uma média de R$31,1 bilhões em maio.
As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta quinta-feira, 28, renovando recordes apesar de operarem voláteis diante do possível acordo preliminar para acabar com a guerra no Oriente Médio e dos novos ataques entre os EUA e o Irã durante a madrugada. Inflação medida pelo (PCE, na sigla em inglês) abaixo do esperado nos EUA também deu alívio.
O Dow Jones subiu 0,05%, aos 50.668,97 pontos, em novo recorde de fechamento. O S&P 500 avançou 0,6%, a 7.563,63 pontos, renovando recordes de fechamento e intradiário, após atingir 7.568,72 durante a sessão. Já o Nasdaq encerrou em alta de 0,91%, nos 26.917,47 pontos, também renovando máximas de fechamento e intradiária depois de bater 26.934,84.
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em baixa
Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 0,69%, a 10.432,70 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,30%, a 25.102,61 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,23%, a 8.188,87 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,50%, a 49.825,32 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,53%, a 18.283,77 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 teve queda de 0,53%, a 9.087,82 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa
Nikkei caiu 0,47% em Tóquio, a 64.693,12 pontos,
Em Seul, o Kospi recuou 0,53%, a 8.185,29 pontos,
Hang Seng cedeu 1,27% em Hong Kong, a 25.006,16 pontos,
Taiex caiu 1,40% em Taiwan, a 43.636,44 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto subiu 0,12%, a 4.098,64 pontos,
Shenzhen Composto avançou 0,88%, a 2.859,88 pontos.
Na Austrália, o S&P/ASX 200 caiu 1,43% em Sydney, a 8.592,90 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,16% em Wellington a 13.206,11 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,24% em Moscou a 2.584,13 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,19% em Bombaim a 75.867,80 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Dólar comercial: R$ 5,0317
Dólar turismo: R$ 5,2331
Euro comercial: R$ 5,860
Libra: R$ 6,793
Dólar fecha em baixa após notícias sobre acordo preliminar entre EUA e Irã
Após iniciar a sessão em leve alta, o dólar perdeu força ante o real no fim da manhã e fechou a quinta-feira em baixa, após notícias de que EUA e Irã teriam chegado a um memorando de entendimentos para estender o cessar-fogo no Oriente Médio por 60 dias.
O dólar à vista encerrou o dia com baixa de 0,56%, aos R$5,0331. No ano, passou a acumular recuo de 8,31% ante o real. Às 17h10, o dólar futuro para junho -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- cedia 0,56% na B3, aos R$5,0360.
No fim da manhã, o site Axios informou que EUA e Irã teriam chegado a um acordo preliminar para estender o cessar-fogo por 60 dias. O acordo, confirmado posteriormente pela Reuters, ainda dependia da aprovação do presidente norte-americano, Donald Trump.
A possibilidade de um acordo se refletiu na queda dos preços do petróleo Brent, no recuo dos rendimentos dos Treasuries e no enfraquecimento do dólar ante as demais divisas, incluindo o real. O dólar seguiu em queda ainda que, durante a tarde, a agência de notícias iraniana Tasnim tenha afirmado que o memorando não havia sido finalizado ou confirmado. Às 15h17, o dólar à vista atingiu a cotação mínima de R$5,0229 (-0,76%).
"O movimento (de queda do dólar) ganhou força após anúncio de um possível acordo entre Washington e Teerã estar praticamente fechado, dependendo apenas da aprovação final de Donald Trump, reduzindo parte do prêmio de risco geopolítico", resumiu no fim da tarde Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, em comentário escrito. No noticiário local, o diretor de Política Monetária do Banco Central, Nilton David, reiterou pela manhã o desconforto com a alta das expectativas de inflação para 2028 no Brasil, acrescentando que a instituição buscará atingir a meta inflacionária.
"Hoje temos uma perturbação relevante", comentou David, em referência ao conflito no Oriente Médio, durante palestra em evento do Banco Pine, em São Paulo. "O BC está atento a isso, não vai permitir que isso se transforme em inflação além do horizonte relevante", acrescentou. No mercado, a expectativa é de que o BC promova mais um corte de 25 pontos-base da Selic em junho, mas há dúvidas sobre o espaço para novas reduções depois disso, justamente por conta do descolamento das expectativas de inflação da meta, em meio à continuidade da guerra no Oriente Médio.
Atualmente a Selic está em 14,50% ao ano, bem acima das taxas praticadas em países como EUA e Japão, e este diferencial de juros foi nos últimos meses um fator favorável à atração de dólares para o Brasil. No evento, David avaliou ainda que o real se comportou de forma atípica nos últimos 12 meses, quase como um "unicórnio" -- ou seja, uma exceção -- em eventos de pressão sobre as moedas globais, em meio ao tarifaço dos EUA e da guerra no Oriente Médio.
No exterior, às 17h25, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- caía 0,27%, a 99,028.
Ibovespa fecha dia volátil em queda pressionado por Petrobras
O Ibovespa fechou com queda modesta nesta quinta-feira, após trocar de sinal em vários momentos, influenciado pelo noticiário sobre as negociações entre Estados Unidos e Irã, em pregão marcado ainda por uma bateria de dados econômicos.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,31%, a 175.195,61 pontos, de acordo com dados preliminares. As ações da Petrobras ficaram entre as maiores pressões negativas, mesmo com o anúncio de aumento no preço da gasolina pela estatal. Na máxima do dia, o Ibovespa marcou 176.627,32 pontos. Na mínima, 174.686,40. O volume financeiro no pregão somava R$18,48 bilhões antes dos ajustes finais, de uma média de R$31,1 bilhões em maio.
As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta quinta-feira, 28, renovando recordes apesar de operarem voláteis diante do possível acordo preliminar para acabar com a guerra no Oriente Médio e dos novos ataques entre os EUA e o Irã durante a madrugada. Inflação medida pelo (PCE, na sigla em inglês) abaixo do esperado nos EUA também deu alívio.
O Dow Jones subiu 0,05%, aos 50.668,97 pontos, em novo recorde de fechamento. O S&P 500 avançou 0,6%, a 7.563,63 pontos, renovando recordes de fechamento e intradiário, após atingir 7.568,72 durante a sessão. Já o Nasdaq encerrou em alta de 0,91%, nos 26.917,47 pontos, também renovando máximas de fechamento e intradiária depois de bater 26.934,84.
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em baixa
Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 0,69%, a 10.432,70 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,30%, a 25.102,61 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,23%, a 8.188,87 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,50%, a 49.825,32 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,53%, a 18.283,77 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 teve queda de 0,53%, a 9.087,82 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa
Nikkei caiu 0,47% em Tóquio, a 64.693,12 pontos,
Em Seul, o Kospi recuou 0,53%, a 8.185,29 pontos,
Hang Seng cedeu 1,27% em Hong Kong, a 25.006,16 pontos,
Taiex caiu 1,40% em Taiwan, a 43.636,44 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto subiu 0,12%, a 4.098,64 pontos,
Shenzhen Composto avançou 0,88%, a 2.859,88 pontos.
Na Austrália, o S&P/ASX 200 caiu 1,43% em Sydney, a 8.592,90 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,16% em Wellington a 13.206,11 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,24% em Moscou a 2.584,13 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,19% em Bombaim a 75.867,80 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas dos E.U.A: 28/05/26
As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta quinta-feira (28) renovando recordes apesar de operarem voláteis diante do possível acordo preliminar para acabar com a guerra no Oriente Médio e dos novos ataques entre os EUA e o Irã durante a madrugada. Inflação medida pelo (PCE, na sigla em inglês) abaixo do esperado nos EUA também deu alívio.
O Dow Jones subiu 0,05%, aos 50.668,97 pontos, em novo recorde de fechamento. O S&P 500 avançou 0,6%, a 7.563,63 pontos, renovando recordes de fechamento e intradiário, após atingir 7 568,72 durante a sessão. Já o Nasdaq encerrou em alta de 0,91%, nos 26.917,47 pontos, também renovando máximas de fechamento e intradiária depois de bater 26.934,84.
Os índices oscilaram, com tensões elevadas após a troca de ataques no Oriente Médio, mas firmaram alta diante da possibilidade de um acordo preliminar entre Washington e Teerã. O documento, segundo a Axios, prevê a reabertura completa do Estreito de Ormuz, assim como o prolongamento do cessar-fogo.No cenário macro, o PCE nos EUA avançou menos que o esperado. Para a Capital Economics, a inflação alta por mais tempo pode ser um "grande obstáculo para as ações, especialmente no setor de tecnologia".
Dentre as principais movimentações do mercado, a Snowflake saltou 36,48% diante de um acordo de US$ 6 bilhões com a Amazon (+0,79%). A Dell subiu 3,84% após fechar um acordo de quase US$ 10 bilhões com o Pentágono. Em reação aos balanços, a Marvell Technology avançou 3,09%, enquanto a Salesforce caiu 0,75%.
Outras empresas de tecnologia também avançaram, como a Oracle (+6,67%) e Palantir (+8,17%), além das quânticas Rigetti Computing (+9,79%) e D-Wave Quantum (+7,31%).Já as ações da Eli Lilly subiram 4,05% e se aproximaram do seu valor recorde após o seu remédio para perda de peso ser incluído na lista de medicamentos preferenciais da administradora de benefícios farmacêuticos CVS Caremark.
Empresas mineradoras acompanharam a recuperação dos metais preciosos e também avançaram, como a Freeport McMoran (+3,52%), a Anglogold Ashanti (+1,89%) e a Newmont (+0,93%).
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
O Dow Jones subiu 0,05%, aos 50.668,97 pontos, em novo recorde de fechamento. O S&P 500 avançou 0,6%, a 7.563,63 pontos, renovando recordes de fechamento e intradiário, após atingir 7 568,72 durante a sessão. Já o Nasdaq encerrou em alta de 0,91%, nos 26.917,47 pontos, também renovando máximas de fechamento e intradiária depois de bater 26.934,84.
Os índices oscilaram, com tensões elevadas após a troca de ataques no Oriente Médio, mas firmaram alta diante da possibilidade de um acordo preliminar entre Washington e Teerã. O documento, segundo a Axios, prevê a reabertura completa do Estreito de Ormuz, assim como o prolongamento do cessar-fogo.No cenário macro, o PCE nos EUA avançou menos que o esperado. Para a Capital Economics, a inflação alta por mais tempo pode ser um "grande obstáculo para as ações, especialmente no setor de tecnologia".
Dentre as principais movimentações do mercado, a Snowflake saltou 36,48% diante de um acordo de US$ 6 bilhões com a Amazon (+0,79%). A Dell subiu 3,84% após fechar um acordo de quase US$ 10 bilhões com o Pentágono. Em reação aos balanços, a Marvell Technology avançou 3,09%, enquanto a Salesforce caiu 0,75%.
Outras empresas de tecnologia também avançaram, como a Oracle (+6,67%) e Palantir (+8,17%), além das quânticas Rigetti Computing (+9,79%) e D-Wave Quantum (+7,31%).Já as ações da Eli Lilly subiram 4,05% e se aproximaram do seu valor recorde após o seu remédio para perda de peso ser incluído na lista de medicamentos preferenciais da administradora de benefícios farmacêuticos CVS Caremark.
Empresas mineradoras acompanharam a recuperação dos metais preciosos e também avançaram, como a Freeport McMoran (+3,52%), a Anglogold Ashanti (+1,89%) e a Newmont (+0,93%).
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Supergirl ganhou dois clips
Supergirl nunca mais será a mesma e A galáxia precisa ser defendida.
"Supergirl", estrelado por Milly Alcock no duplo papel de Supergirl e Kara Zor-El. Craig Gillespie dirige o filme a partir do roteiro de Ana Nogueira.
Quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar a batalha, Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça.
Coestrelam Supergirl, ao lado de Milly Alcock, Matthias Schoenaerts, Eve Ridley, David Krumholtz, Emily Beecham e Jason Momoa.
Aventura pelo espaço chega aos cinemas no próximo dia 25 de junho.
Homem-Aranha: Um Novo Dia é destaque nas capas de junho da Empire
A Empire vai trazer uma matéria especial de Homem-Aranha: Um Novo Dia (2026) em sua próxima edição. Uma montagem do Cabeça de Teia sendo perseguido pelo Tentáculo estampa a capa da revista para as bancas.
A edição trará declarações de Tom Holland, Zendaya e Jon Bernthal, além de Kevin Feige, da produtora Amy Pascal e do novo diretor da franquia, Destin Daniel Cretton.
Há também uma capa especial para assinantes com o Homem-Aranha atraindo o Tentáculo para a sua teia, ilustrada por Edgar Ascensão.
A próxima edição da Empire será lançada no Reino Unido na quinta-feira da semana que vem, 4 de junho. Haverá ainda matérias especiais sobre Minions & Monstros (2026), Supergirl (2026), Jackass e mais.
Homem-Aranha: Um Novo Dia (2026) chega aos cinemas em 30 de julho. O longa mostrará Peter Parker tentando seguir em frente após os acontecimentos de Sem Volta Para Casa (2021).
A edição trará declarações de Tom Holland, Zendaya e Jon Bernthal, além de Kevin Feige, da produtora Amy Pascal e do novo diretor da franquia, Destin Daniel Cretton.
Há também uma capa especial para assinantes com o Homem-Aranha atraindo o Tentáculo para a sua teia, ilustrada por Edgar Ascensão.
A próxima edição da Empire será lançada no Reino Unido na quinta-feira da semana que vem, 4 de junho. Haverá ainda matérias especiais sobre Minions & Monstros (2026), Supergirl (2026), Jackass e mais.
Homem-Aranha: Um Novo Dia (2026) chega aos cinemas em 30 de julho. O longa mostrará Peter Parker tentando seguir em frente após os acontecimentos de Sem Volta Para Casa (2021).
Cara de Um, Focinho de Outro já tem data de lançamento
Cara de Um, Focinho de Outro o filme acumulou 94% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes e, em seu primeiro fim de semana, arrecadou cerca de US$ 46 milhões só no mercado norte-americano, alcançando a marca de US$ 88 milhões globalmente. Uma largada impressionante para qualquer animação.
O desempenho garantiu ao filme a maior abertura de uma animação original da Pixar desde Viva: A Vida é uma Festa, em 2017, que faturou US$ 71,2 milhões em sua estreia global. Ao final da janela de exibição nos cinemas, o filme somou US$ 371,9 milhões.
O filme chega ao Disney+ no dia 3 de junho de 2026. A data também foi atualizada na página do filme no Disney+, que já foi criada há um bom tempo.
A história acompanha Mabel, uma jovem amante dos animais que usa uma tecnologia revolucionária para transferir sua consciência para o corpo de um castor robótico. Com isso, ela passa a explorar o mundo animal de uma perspectiva completamente nova, além de acessar suas próprias emoções e imaginação.
O problema surge quando Mabel se depara com Jerry, o prefeito anti-animal interpretado por Jon Hamm, cuja postura hostil coloca os bichos em risco. Para desvendar os planos dele e proteger seus amigos de patas e penas, Mabel precisa agir disfarçada como uma marmota robô.
O desempenho garantiu ao filme a maior abertura de uma animação original da Pixar desde Viva: A Vida é uma Festa, em 2017, que faturou US$ 71,2 milhões em sua estreia global. Ao final da janela de exibição nos cinemas, o filme somou US$ 371,9 milhões.
O filme chega ao Disney+ no dia 3 de junho de 2026. A data também foi atualizada na página do filme no Disney+, que já foi criada há um bom tempo.
A história acompanha Mabel, uma jovem amante dos animais que usa uma tecnologia revolucionária para transferir sua consciência para o corpo de um castor robótico. Com isso, ela passa a explorar o mundo animal de uma perspectiva completamente nova, além de acessar suas próprias emoções e imaginação.
O problema surge quando Mabel se depara com Jerry, o prefeito anti-animal interpretado por Jon Hamm, cuja postura hostil coloca os bichos em risco. Para desvendar os planos dele e proteger seus amigos de patas e penas, Mabel precisa agir disfarçada como uma marmota robô.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 28/05/26
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em baixa nesta quinta-feira (28) apesar de os Estados Unidos e o Irã terem chegado a um acordo preliminar para encerrar a guerra, o qual precisa da chancela do presidente norte-americano, Donald Trump.
Investidores ainda monitoraram dados econômicos da zona do euro e a ata da última reunião de política monetária do BCE (Banco Central Europeu).
Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 0,69%, a 10.432,70 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,30%, a 25.102,61 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,23%, a 8.188,87 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,50%, a 49.825,32 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,53%, a 18.283,77 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve queda de 0,53%, a 9.087,82 pontos. As cotações são preliminares.
O mercado europeu permaneceu majoritariamente em queda durante todo o pregão, pressionado pelas preocupações com o Oriente Médio, ainda que tenham circulado notícias de um acordo preliminar entre Washington e Teerã. Segundo a Axios, o acordo prevê a navegação irrestrita pelo Estreito de Ormuz e o bloqueio naval imposto pelos EUA ao país persa sendo gradualmente suspenso, mas a mídia internacional aponta que os termos ainda não foram aprovados por Trump ou autoridades iranianas.
Entre ações, a Saab subiu 7,36% em Estocolmo, após a Suécia fechar um novo acordo que prevê que a Ucrânia receba 36 caças Gripen da empresa de defesa. Em Milão, o salto da empresa de defesa Leonardo (+5,44%) ajudou a sustentar os ganhos do FTSE MIB, enquanto o subíndice do setor subiu 1,03% no Stoxx 600.
O setor de tecnologia também avançou 0,72%, com entusiasmo renovado por semicondutores e IA (inteligência artificial) nos EUA. No radar macroeconômico, o índice de sentimento econômico da zona do euro, que mede a confiança de setores corporativos e dos consumidores, veio acima do esperado por analistas.
A União Europeia ainda ampliará o uso de suas defesas comerciais para proteger setores industriais das importações chinesas, disse nesta quinta o comissário de Indústria do bloco, Stéphane Séjourné. Os dirigentes do BCE, em ata, sinalizaram pela manhã uma possível alta de juros para manter a estabilidade de preços.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Investidores ainda monitoraram dados econômicos da zona do euro e a ata da última reunião de política monetária do BCE (Banco Central Europeu).
Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 0,69%, a 10.432,70 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,30%, a 25.102,61 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,23%, a 8.188,87 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,50%, a 49.825,32 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,53%, a 18.283,77 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve queda de 0,53%, a 9.087,82 pontos. As cotações são preliminares.
O mercado europeu permaneceu majoritariamente em queda durante todo o pregão, pressionado pelas preocupações com o Oriente Médio, ainda que tenham circulado notícias de um acordo preliminar entre Washington e Teerã. Segundo a Axios, o acordo prevê a navegação irrestrita pelo Estreito de Ormuz e o bloqueio naval imposto pelos EUA ao país persa sendo gradualmente suspenso, mas a mídia internacional aponta que os termos ainda não foram aprovados por Trump ou autoridades iranianas.
Entre ações, a Saab subiu 7,36% em Estocolmo, após a Suécia fechar um novo acordo que prevê que a Ucrânia receba 36 caças Gripen da empresa de defesa. Em Milão, o salto da empresa de defesa Leonardo (+5,44%) ajudou a sustentar os ganhos do FTSE MIB, enquanto o subíndice do setor subiu 1,03% no Stoxx 600.
O setor de tecnologia também avançou 0,72%, com entusiasmo renovado por semicondutores e IA (inteligência artificial) nos EUA. No radar macroeconômico, o índice de sentimento econômico da zona do euro, que mede a confiança de setores corporativos e dos consumidores, veio acima do esperado por analistas.
A União Europeia ainda ampliará o uso de suas defesas comerciais para proteger setores industriais das importações chinesas, disse nesta quinta o comissário de Indústria do bloco, Stéphane Séjourné. Os dirigentes do BCE, em ata, sinalizaram pela manhã uma possível alta de juros para manter a estabilidade de preços.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 28/05/26
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta quinta-feira (28), após uma nova troca de ataques entre Estados Unidos e Irã, o que evidenciou a fragilidade do cessar-fogo entre os dois países, mesmo com negociações de paz em andamento, e voltou a impulsionar os preços do petróleo.
O índice japonês Nikkei caiu 0,47% em Tóquio, a 64.693,12 pontos, pressionado por ações ligadas a chips e metais. Em Seul, o Kospi recuou 0,53%, a 8.185,29 pontos, interrompendo quatro altas seguidas, depois que o BoK (banco central sul-coreano) manteve o juro básico em 2,5%, mas deixou aberta a possibilidade de elevação com a perspectiva de inflação mais forte por causa do petróleo.
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng cedeu 1,27% em Hong Kong, a 25.006,16 pontos, e o Taiex caiu 1,40% em Taiwan, a 43.636,44 pontos.
Na China continental, por outro lado, o dia foi de ganhos leves a moderados: o Xangai Composto subiu 0,12%, a 4.098,64 pontos, e o Shenzhen Composto avançou 0,88%, a 2.859,88 pontos.
Autoridades dos EUA informaram que forças do Comando Central derrubaram quatro drones iranianos de ataque unidirecional que representavam uma ameaça nas proximidades do Estreito de Ormuz. Os militares americanos também atacaram uma estação iraniana de controle em terra, em Bandar Abbas, que estaria prestes a lançar um quinto drone.
Em retaliação, o Irã atacou uma base americana no Kuwait. As ações ocorreram após outros ataques realizados no início da semana. O presidente americano, Donald Trump, afirmou que o Irã está "negociando no limite" e reiterou que as eleições parlamentares de meio de mandato nos EUA, marcadas para novembro, não o farão apressar um acordo para encerrar o conflito. A renovação das tensões entre EUA e Irã voltou a impulsionar o petróleo. No fim da madrugada, o Brent subia cerca de 2,5%, após ter caído mais de 4,5% na sessão de ontem.
Na Oceania, a bolsa australiana acompanhou o viés negativo da Ásia, e o S&P/ASX 200 caiu 1,43% em Sydney, a 8.592,90 pontos. Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,16% em Wellington a 13.206,11 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,24% em Moscou a 2.584,13 pontos. Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,19% em Bombaim a 75.867,80 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
O índice japonês Nikkei caiu 0,47% em Tóquio, a 64.693,12 pontos, pressionado por ações ligadas a chips e metais. Em Seul, o Kospi recuou 0,53%, a 8.185,29 pontos, interrompendo quatro altas seguidas, depois que o BoK (banco central sul-coreano) manteve o juro básico em 2,5%, mas deixou aberta a possibilidade de elevação com a perspectiva de inflação mais forte por causa do petróleo.
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng cedeu 1,27% em Hong Kong, a 25.006,16 pontos, e o Taiex caiu 1,40% em Taiwan, a 43.636,44 pontos.
Na China continental, por outro lado, o dia foi de ganhos leves a moderados: o Xangai Composto subiu 0,12%, a 4.098,64 pontos, e o Shenzhen Composto avançou 0,88%, a 2.859,88 pontos.
Autoridades dos EUA informaram que forças do Comando Central derrubaram quatro drones iranianos de ataque unidirecional que representavam uma ameaça nas proximidades do Estreito de Ormuz. Os militares americanos também atacaram uma estação iraniana de controle em terra, em Bandar Abbas, que estaria prestes a lançar um quinto drone.
Em retaliação, o Irã atacou uma base americana no Kuwait. As ações ocorreram após outros ataques realizados no início da semana. O presidente americano, Donald Trump, afirmou que o Irã está "negociando no limite" e reiterou que as eleições parlamentares de meio de mandato nos EUA, marcadas para novembro, não o farão apressar um acordo para encerrar o conflito. A renovação das tensões entre EUA e Irã voltou a impulsionar o petróleo. No fim da madrugada, o Brent subia cerca de 2,5%, após ter caído mais de 4,5% na sessão de ontem.
Na Oceania, a bolsa australiana acompanhou o viés negativo da Ásia, e o S&P/ASX 200 caiu 1,43% em Sydney, a 8.592,90 pontos. Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,16% em Wellington a 13.206,11 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,24% em Moscou a 2.584,13 pontos. Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,19% em Bombaim a 75.867,80 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
In the Hand of Dante | Trailer Oficial | Netflix
Em In the Hand of Dante (Tradução livre Na Mão de Dante), acompanhamos as vidas paralelas de um escritor nova-iorquino (Nick Tosches) no século XXI, que embarca em uma jornada violenta após ser recrutado por um chefão da máfia para roubar a Divina Comédia, escrita à mão pelo próprio poeta italiano Dante Alighieri, e a de Dante no século XIV, em busca de inspiração para escrever sua obra mais importante. Cada um desses homens está conectado, sem saber, pelo tempo e pela busca obsessiva por amor, beleza e o divino.
Dirigido por Julian Schnabel, com Oscar Isaac, Gal Gadot, Gerard Butler, John Malkovich, Louis Cancelmi, Sabrina Impacciatore, Franco Nero, Benjamin Clementine, Paolo Bonacelli, Martin Scorsese, Al Pacino e Jason Momoa.
Em "Na Mão de Dante", na Netflix, a partir de 24 de junho.
Dirigido por Julian Schnabel, com Oscar Isaac, Gal Gadot, Gerard Butler, John Malkovich, Louis Cancelmi, Sabrina Impacciatore, Franco Nero, Benjamin Clementine, Paolo Bonacelli, Martin Scorsese, Al Pacino e Jason Momoa.
Em "Na Mão de Dante", na Netflix, a partir de 24 de junho.
As Dez Vantangens de Morrer Depois de Você | Trailer Oficial
Arrasada após a morte trágica de sua melhor amiga, Gabriela descobre que ela deixou um presente de despedida inesperado: dez cartas com desafios para ajudá-la a superar o luto.
Explora a dor da perda e o caminho para seguir em frente. Aborda sentimentos de culpa e sua superação, mantendo viva a memória de quem partiu enquanto se abre para novos vínculos que enriquecem, sem apagar o passado.
Baseado na obra literária “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você” de Fernanda De Castro Lima.
Direção: Diego Freitas
Roteiristas: Diego Freitas,Rod Azevedo,Fernanda de Castro Lima
Estrelas: Giulia Be,Any Gabrielly.
Explora a dor da perda e o caminho para seguir em frente. Aborda sentimentos de culpa e sua superação, mantendo viva a memória de quem partiu enquanto se abre para novos vínculos que enriquecem, sem apagar o passado.
Baseado na obra literária “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você” de Fernanda De Castro Lima.
Direção: Diego Freitas
Roteiristas: Diego Freitas,Rod Azevedo,Fernanda de Castro Lima
Estrelas: Giulia Be,Any Gabrielly.
quarta-feira, 27 de maio de 2026
Mercado financeiro Bolsa dos E.U.A: 27/05/26
A alta das ações do setor de saúde e de consumo impulsionou o Dow Jones Industrial Average nesta quarta-feira, atingindo novo fechamento recorde, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq permaneceram estáveis, com os investidores fazendo uma pausa no rali do mercado alimentado pela IA e observando com cautela as negociações de paz no Oriente Médio.
Ganhos fracionários foram suficientes para empurrar o índice S&P 500 e o Nasdaq para recordes de fechamento pelo segundo dia consecutivo. As ações do setor bancário caíram, conforme as ações do JPMorgan Chase recuaram 2,4% depois que o presidente-executivo Jamie Dimon alertou que as despesas deste ano poderiam ser US$1 bilhão mais altas do que o estimado.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, disse que houve algum progresso nas negociações com o Irã em direção a um acordo. No entanto, o presidente Donald Trump afirmou que os EUA e o Irã ainda têm questões a serem resolvidas e a agência Fars do Irã disse que ainda há questões não resolvidas.
O Dow, que também atingiu recordes de fechamento na sexta-feira e na quinta-feira, foi impulsionado por uma rotação em ações de saúde e de consumo. As ações da Procter & Gamble subiram 3,2%, enquanto a UnitedHealth subiu 1,9%.
Um recuo nas ações de chips pesou sobre o Nasdaq, de forte peso tecnológico. O Dow Jones Industrial Average subiu 0,36%, para 50.644,28 pontos, o S&P 500 teve variação positiva de 0,02%, para 7.520,36 pontos, e o Nasdaq Composite oscilou 0,07%, para cima, a 26.674,74 pontos.
"Depois de uma alta tão grande nos mercados, não me surpreende que haja uma pequena pausa", disse Sean Clark, diretor de investimentos do Clark Capital Management Group. "Há muitos aspectos positivos a serem observados neste momento. Embora as empresas com desempenho superior estejam realmente sendo impulsionadas por temas de tecnologia, IA e correlatos à IA, eu não descartaria o fato de que o mercado amplo também está participando."
Entre os subíndices, o setor de consumo discricionário liderou os ganhos, com alta de 1,9%. Enquanto isso, o índice de energia do S&P 500 caiu 1,5%, acompanhando uma queda de até 5% nos preços do petróleo. As ações de tecnologia caíram depois de atingir um recorde histórico na terça-feira. As ações de chips caíram após uma forte alta. A Intel recuou 1,4% e a Marvell Technology teve forte queda de 4,6%, enquanto a Qualcomm desabou 6% após fortes ganhos na terça-feira.
A gigante dos chips Nvidia enfraqueceu 1% e o índice Philadelphia SE Semiconductor perdeu 1,4% depois de atingir novo recorde na terça-feira. "A liderança tecnológica continua difícil de ser ignorada, com o setor continuando a atingir novas máximas, tanto em termos absolutos quanto relativos, em comparação com o mercado mais amplo", disse Adam Turnquist, estrategista técnico chefe da LPL Financial.
"Dito isso, as condições de momentum cada vez mais esticadas e o posicionamento elevado levantam questões sobre a durabilidade do avanço no curto prazo." A Zscaler despencou 31,5% depois que a empresa de segurança em nuvem projetou uma receita para o quarto trimestre abaixo das expectativas.
O Goldman Sachs elevou sua previsão para o fim de 2026 para o S&P 500 de 7.600 para 8.000, citando a força contínua dos lucros corporativos. Os mercados estarão agora atentos aos dados do índice de gastos com consumo pessoal na quinta-feira. A medida de inflação preferida do Federal Reserve pode fornecer novas pistas sobre o caminho da política monetária sob o comando do novo chair, Kevin Warsh.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Ganhos fracionários foram suficientes para empurrar o índice S&P 500 e o Nasdaq para recordes de fechamento pelo segundo dia consecutivo. As ações do setor bancário caíram, conforme as ações do JPMorgan Chase recuaram 2,4% depois que o presidente-executivo Jamie Dimon alertou que as despesas deste ano poderiam ser US$1 bilhão mais altas do que o estimado.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, disse que houve algum progresso nas negociações com o Irã em direção a um acordo. No entanto, o presidente Donald Trump afirmou que os EUA e o Irã ainda têm questões a serem resolvidas e a agência Fars do Irã disse que ainda há questões não resolvidas.
O Dow, que também atingiu recordes de fechamento na sexta-feira e na quinta-feira, foi impulsionado por uma rotação em ações de saúde e de consumo. As ações da Procter & Gamble subiram 3,2%, enquanto a UnitedHealth subiu 1,9%.
Um recuo nas ações de chips pesou sobre o Nasdaq, de forte peso tecnológico. O Dow Jones Industrial Average subiu 0,36%, para 50.644,28 pontos, o S&P 500 teve variação positiva de 0,02%, para 7.520,36 pontos, e o Nasdaq Composite oscilou 0,07%, para cima, a 26.674,74 pontos.
"Depois de uma alta tão grande nos mercados, não me surpreende que haja uma pequena pausa", disse Sean Clark, diretor de investimentos do Clark Capital Management Group. "Há muitos aspectos positivos a serem observados neste momento. Embora as empresas com desempenho superior estejam realmente sendo impulsionadas por temas de tecnologia, IA e correlatos à IA, eu não descartaria o fato de que o mercado amplo também está participando."
Entre os subíndices, o setor de consumo discricionário liderou os ganhos, com alta de 1,9%. Enquanto isso, o índice de energia do S&P 500 caiu 1,5%, acompanhando uma queda de até 5% nos preços do petróleo. As ações de tecnologia caíram depois de atingir um recorde histórico na terça-feira. As ações de chips caíram após uma forte alta. A Intel recuou 1,4% e a Marvell Technology teve forte queda de 4,6%, enquanto a Qualcomm desabou 6% após fortes ganhos na terça-feira.
A gigante dos chips Nvidia enfraqueceu 1% e o índice Philadelphia SE Semiconductor perdeu 1,4% depois de atingir novo recorde na terça-feira. "A liderança tecnológica continua difícil de ser ignorada, com o setor continuando a atingir novas máximas, tanto em termos absolutos quanto relativos, em comparação com o mercado mais amplo", disse Adam Turnquist, estrategista técnico chefe da LPL Financial.
"Dito isso, as condições de momentum cada vez mais esticadas e o posicionamento elevado levantam questões sobre a durabilidade do avanço no curto prazo." A Zscaler despencou 31,5% depois que a empresa de segurança em nuvem projetou uma receita para o quarto trimestre abaixo das expectativas.
O Goldman Sachs elevou sua previsão para o fim de 2026 para o S&P 500 de 7.600 para 8.000, citando a força contínua dos lucros corporativos. Os mercados estarão agora atentos aos dados do índice de gastos com consumo pessoal na quinta-feira. A medida de inflação preferida do Federal Reserve pode fornecer novas pistas sobre o caminho da política monetária sob o comando do novo chair, Kevin Warsh.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 2705/26
Bitcoin: R$ 377.933,00 Reais e US$ 74.334,00 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,0607
Dólar turismo: R$ 5,2628
Euro comercial: R$ 5,885
Libra: R$ 6,816
Dólar sobe ante real em meio à cautela sobre negociações entre EUA e Irã
O dólar fechou a quarta-feira em alta ante o real, em meio à cautela dos investidores em relação ao cenário no Oriente Médio, marcado por avanços e retrocessos nas negociações de paz entre Estados Unidos e Irã.
A moeda norte-americana à vista encerrou o dia com alta de 0,68%, aos R$5,0616. No ano, ela passou a acumular baixa de 7,79% ante o real. Às 17h02, o dólar futuro para junho -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- subia 0,46% na B3, aos R$5,0630.
Durante o dia, a TV estatal do Irã disse que Teerã obteve um esboço de estrutura para um acordo com os EUA que restauraria a navegação no Estreito de Ormuz dentro de um mês, em troca de uma retirada militar norte-americana e do levantamento do bloqueio naval. Já a Casa Branca afirmou que a reportagem da TV estatal do Irã citando o esboço não era verdadeira. À tarde, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que ainda não estava satisfeito em relação a um acordo, acrescentando que o país não estava discutindo a flexibilização das sanções contra o Irã.
Neste cenário, o petróleo Brent cedeu nesta quarta-feira, para abaixo dos US$95 o barril. "O Brent caiu hoje com a notícia de uma minuta de entendimento entre EUA e Irã. O petróleo mais barato afeta negativamente o câmbio, por conta de estrangeiros que saem de empresas na bolsa brasileira", comentou durante a tarde Jonathan Joo Lee, head da mesa de internacional e câmbio da Mirae Asset, ao justificar o avanço do dólar ante o real.
"O maior fluxo (de saída de recursos do país) vai ser de Petrobras", acrescentou. Após atingir a cotação mínima de R$5,0311 (+0,08%) às 9h30, o dólar à vista marcou a máxima de R$5,0716 (0,88%), mantendo-se acima dos R$5,05 até o fim da sessão.
A influência trazida pelo exterior se sobrepôs inclusive aos dados de inflação divulgados pela manhã no Brasil. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA-15, considerado uma espécie de prévia da inflação oficial, subiu 0,62% em maio, mais que a taxa de 0,53% projetada por economistas ouvidos pela Reuters. Em abril, a taxa havia sido de 0,89%.
Nos 12 meses até maio, o índice passou a acumular alta de 4,64% - acima da expectativa de 4,55% dos economistas e do teto da meta de inflação perseguida pelo Banco Central, de 4,5%. A abertura do indicador também sugeriu um cenário ainda de pressão de preços. A inflação de serviços, conforme cálculos do banco Bmg, acelerou de 0,02% em abril para 0,48% em maio.
Para Leonel de Oliveira Mattos, analista de inteligência de mercado da Stonex, a pressão nos preços, causada pelo fechamento do tráfego de petroleiros no Estreito de Ormuz, tem se espalhado para além dos itens de energia, o que diminui o espaço para cortes da taxa básica Selic, hoje em 14,50% ao ano. "E a ideia de que vai ter menos cortes ou cortes mais devagar no Brasil favorece o rendimento dos títulos nacionais, favorece a atração de capital externo, e deveria fazer pressão baixista sobre a taxa de câmbio", disse Mattos.
Segundo ele, a pressão baixista não se materializou "talvez muito por conta ainda do cenário geopolítico mais complexo".
Durante a tarde, o Banco Central informou que o Brasil registrou fluxo cambial total negativo de US$2,062 bilhões em maio até o dia 22. No exterior, às 17h08 o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,10%, a 99,200.
Ibovespa recua e fecha abaixo de 175 mil pontos pressionado por Petrobras
O Ibovespa fechou em queda nesta quarta-feira, com as ações da Petrobras entre as maiores pressões, em meio ao declínio dos preços do petróleo no exterior, com investidores na expectativa de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã.
A Copasa foi destaque negativo, com a notícia de que fará mudanças na oferta de ações que pode levar à privatização da companhia, após propostas de potenciais investidores de referência ficarem aquém do pretendido pelo estado de Minas Gerais.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,48%, a 175.744,37 pontos. Na mínima do dia, recuou a 175.554,89 pontos. Na máxima, avançou a 177.640,02 pontos. O volume financeiro no pregão somou R$22,85 bilhões antes dos ajustes finais.
Índices de Wall Street registram recordes de fechamento e pausa no rali da IA
A alta das ações do setor de saúde e de consumo impulsionou o Dow Jones Industrial Average nesta quarta-feira, atingindo novo fechamento recorde, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq permaneceram estáveis, com os investidores fazendo uma pausa no rali do mercado alimentado pela IA e observando com cautela as negociações de paz no Oriente Médio.
Ganhos fracionários foram suficientes para empurrar o índice S&P 500 e o Nasdaq para recordes de fechamento pelo segundo dia consecutivo. O Dow Jones Industrial Average subiu 0,36%, para 50.644,28 pontos, o S&P 500 teve variação positiva de 0,02%, para 7.520,36 pontos, e o Nasdaq Composite oscilou 0,07%, para cima, a 26.674,74 pontos.
As bolsas europeias fecharam sem direção única
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,13%, a 10.505,01 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,13%, a 25.217,96 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,43%, a 8.207,89 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,64%, a 49.578,67 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,49%, a 18.381,10 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0 65%, a 9.136,10 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única
Kospi avançou 2,25% em Seul, a 8.228,70 pontos.
Nikkei terminou estável em Tóquio, em 64.999,41 pontos.
Em Taiwan, o Taiex avançou 1,68%, a 44.256,80 pontos.
Na China Xangai Composto recuou 1,25%, a 4.093,73 pontos,
Shenzhen Composto caiu 1,30%, a 2.834,85 pontos.
O Hang Seng cedeu 1,06% em Hong Kong, a 25.328,23 pontos.
Na bolsa australiana ganho de 0,69% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.717,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 1,21% em Wellington a 13.227,81 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,40% em Moscou a 2.590,70 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,19% em Bombaim a 75.867,80 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Dólar comercial: R$ 5,0607
Dólar turismo: R$ 5,2628
Euro comercial: R$ 5,885
Libra: R$ 6,816
Dólar sobe ante real em meio à cautela sobre negociações entre EUA e Irã
O dólar fechou a quarta-feira em alta ante o real, em meio à cautela dos investidores em relação ao cenário no Oriente Médio, marcado por avanços e retrocessos nas negociações de paz entre Estados Unidos e Irã.
A moeda norte-americana à vista encerrou o dia com alta de 0,68%, aos R$5,0616. No ano, ela passou a acumular baixa de 7,79% ante o real. Às 17h02, o dólar futuro para junho -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- subia 0,46% na B3, aos R$5,0630.
Durante o dia, a TV estatal do Irã disse que Teerã obteve um esboço de estrutura para um acordo com os EUA que restauraria a navegação no Estreito de Ormuz dentro de um mês, em troca de uma retirada militar norte-americana e do levantamento do bloqueio naval. Já a Casa Branca afirmou que a reportagem da TV estatal do Irã citando o esboço não era verdadeira. À tarde, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que ainda não estava satisfeito em relação a um acordo, acrescentando que o país não estava discutindo a flexibilização das sanções contra o Irã.
Neste cenário, o petróleo Brent cedeu nesta quarta-feira, para abaixo dos US$95 o barril. "O Brent caiu hoje com a notícia de uma minuta de entendimento entre EUA e Irã. O petróleo mais barato afeta negativamente o câmbio, por conta de estrangeiros que saem de empresas na bolsa brasileira", comentou durante a tarde Jonathan Joo Lee, head da mesa de internacional e câmbio da Mirae Asset, ao justificar o avanço do dólar ante o real.
"O maior fluxo (de saída de recursos do país) vai ser de Petrobras", acrescentou. Após atingir a cotação mínima de R$5,0311 (+0,08%) às 9h30, o dólar à vista marcou a máxima de R$5,0716 (0,88%), mantendo-se acima dos R$5,05 até o fim da sessão.
A influência trazida pelo exterior se sobrepôs inclusive aos dados de inflação divulgados pela manhã no Brasil. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA-15, considerado uma espécie de prévia da inflação oficial, subiu 0,62% em maio, mais que a taxa de 0,53% projetada por economistas ouvidos pela Reuters. Em abril, a taxa havia sido de 0,89%.
Nos 12 meses até maio, o índice passou a acumular alta de 4,64% - acima da expectativa de 4,55% dos economistas e do teto da meta de inflação perseguida pelo Banco Central, de 4,5%. A abertura do indicador também sugeriu um cenário ainda de pressão de preços. A inflação de serviços, conforme cálculos do banco Bmg, acelerou de 0,02% em abril para 0,48% em maio.
Para Leonel de Oliveira Mattos, analista de inteligência de mercado da Stonex, a pressão nos preços, causada pelo fechamento do tráfego de petroleiros no Estreito de Ormuz, tem se espalhado para além dos itens de energia, o que diminui o espaço para cortes da taxa básica Selic, hoje em 14,50% ao ano. "E a ideia de que vai ter menos cortes ou cortes mais devagar no Brasil favorece o rendimento dos títulos nacionais, favorece a atração de capital externo, e deveria fazer pressão baixista sobre a taxa de câmbio", disse Mattos.
Segundo ele, a pressão baixista não se materializou "talvez muito por conta ainda do cenário geopolítico mais complexo".
Durante a tarde, o Banco Central informou que o Brasil registrou fluxo cambial total negativo de US$2,062 bilhões em maio até o dia 22. No exterior, às 17h08 o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,10%, a 99,200.
Ibovespa recua e fecha abaixo de 175 mil pontos pressionado por Petrobras
O Ibovespa fechou em queda nesta quarta-feira, com as ações da Petrobras entre as maiores pressões, em meio ao declínio dos preços do petróleo no exterior, com investidores na expectativa de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã.
A Copasa foi destaque negativo, com a notícia de que fará mudanças na oferta de ações que pode levar à privatização da companhia, após propostas de potenciais investidores de referência ficarem aquém do pretendido pelo estado de Minas Gerais.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,48%, a 175.744,37 pontos. Na mínima do dia, recuou a 175.554,89 pontos. Na máxima, avançou a 177.640,02 pontos. O volume financeiro no pregão somou R$22,85 bilhões antes dos ajustes finais.
Índices de Wall Street registram recordes de fechamento e pausa no rali da IA
A alta das ações do setor de saúde e de consumo impulsionou o Dow Jones Industrial Average nesta quarta-feira, atingindo novo fechamento recorde, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq permaneceram estáveis, com os investidores fazendo uma pausa no rali do mercado alimentado pela IA e observando com cautela as negociações de paz no Oriente Médio.
Ganhos fracionários foram suficientes para empurrar o índice S&P 500 e o Nasdaq para recordes de fechamento pelo segundo dia consecutivo. O Dow Jones Industrial Average subiu 0,36%, para 50.644,28 pontos, o S&P 500 teve variação positiva de 0,02%, para 7.520,36 pontos, e o Nasdaq Composite oscilou 0,07%, para cima, a 26.674,74 pontos.
As bolsas europeias fecharam sem direção única
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,13%, a 10.505,01 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,13%, a 25.217,96 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,43%, a 8.207,89 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,64%, a 49.578,67 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,49%, a 18.381,10 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0 65%, a 9.136,10 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única
Kospi avançou 2,25% em Seul, a 8.228,70 pontos.
Nikkei terminou estável em Tóquio, em 64.999,41 pontos.
Em Taiwan, o Taiex avançou 1,68%, a 44.256,80 pontos.
Na China Xangai Composto recuou 1,25%, a 4.093,73 pontos,
Shenzhen Composto caiu 1,30%, a 2.834,85 pontos.
O Hang Seng cedeu 1,06% em Hong Kong, a 25.328,23 pontos.
Na bolsa australiana ganho de 0,69% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.717,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 1,21% em Wellington a 13.227,81 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,40% em Moscou a 2.590,70 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,19% em Bombaim a 75.867,80 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
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