A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 7,394 bilhões em agosto, segundo dados divulgados nesta sexta-feira, 4, pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/Mdic). O valor foi alcançado com exportações de US$ 33,158 bilhões e importações de US$ 25,764 bilhões.
Em agosto, as exportações registraram alta de 12,2% na comparação com o mesmo mês de 2025, com crescimento de 11,4% em Agropecuária, que somou US$ 7,388 bilhões; alta de 16,4% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 8,346 bilhões; e, por fim, crescimento de 10,2% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 17,174 bilhões.
As importações subiram 9,2% em agosto ante o mesmo mês de 2025, com alta de 7,4% em Agropecuária, que somou US$ 470 milhões; queda de 41,3% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 1,027 bilhão; e, por fim, crescimento de 13,4% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 24,118 bilhões.
Acumulado de 2026
A balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 55,318 bilhões no ano até agosto. O valor foi alcançado com exportações de US$ 250,855 bilhões e importações de US$ 195,538 bilhões e é 28,2% maior do que no mesmo período de 2025. No acumulado de 2026, comparado ao mesmo período de 2025, as exportações registraram alta de 10,3%, com crescimento de 9,5% em Agropecuária, que somou US$ 57,855 bilhões; alta de 19,6% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 62,137 bilhões; e, por fim, crescimento de 6,6% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 129,410 bilhões.
As importações subiram 6,1% de janeiro a agosto de 2026 ante o mesmo período de 2025, com queda de 12,3% em Agropecuária, que somou US$ 3,658 bilhões; queda de 5,5% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 8,249 bilhões; e, por fim, crescimento de 7,1% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 182,349 bilhões.
Estados Unidos
As exportações de produtos brasileiros para os Estados Unidos subiram 12,1% em agosto de 2026 (somando US$ 3,190 bilhões no mês, ante US$ 2,845 bilhões em agosto de 2025, quando os EUA aplicaram as primeiras tarifas ao Brasil). Pelo lado das importações, houve alta de 1,1% nas compras vindas dos EUA em agosto (totalizando US$ 4,014 bilhões, ante US$ 3,970 bilhões em igual mês do ano passado). Assim, a balança comercial com os EUA resultou em déficit de US$ 824 milhões em agosto. No entanto, no acumulado de janeiro a agosto de 2026, em relação ao mesmo período do ano anterior, as exportações para os Estados Unidos caíram 9,7% e atingiram US$ 24,105 bilhões. As importações recuaram 8,6% e totalizaram US$ 27,316 bilhões. Dessa forma, no período, a balança comercial com os Estados Unidos apresentou déficit de US$ 3,211 bilhões.
China
As exportações de produtos brasileiros para a China caíram 10,9% em agosto de 2026, somando US$ 8,340 bilhões, ante US$ 9,361 bilhões em agosto de 2025. Pelo lado das importações, houve crescimento de 21,3% nas compras vindas da China em agosto, totalizando US$ 6,609 bilhões no mês, ante US$ 5,449 bilhões em igual mês do ano passado. Com isso, o Brasil teve superávit de US$ 1,731 bilhão com o país asiático no oitavo mês deste ano. No período de janeiro a agosto de 2026, em relação a igual período do ano anterior, as vendas para China cresceram 15,0% e atingiram US$ 77,070 bilhões. As importações cresceram 9,5% e totalizaram US$ 51,561 bilhões. Consequentemente, neste período, a balança comercial com a China apresentou superávit de US$ 25,509 bilhões.
União Europeia
As exportações de produtos brasileiros para a União Europeia cresceram 46,4% em agosto deste ano e somaram US$ 5,824 bilhões, ante US$ 3,978 bilhões em agosto de 2025. As importações subiram 11,8% (somando US$ 4,725 bilhões, ante US$ 4,228 bilhões no mesmo mês do ano passado). A balança comercial com este bloco resultou em superávit de US$ 1,100 bilhão em agosto. No período acumulado de janeiro a agosto de 2026, em relação a igual período do ano anterior, as exportações para a União Europeia cresceram 15,0% e atingiram US$ 37,293 bilhões. As importações subiram 2,1% e totalizaram US$ 34,0 bilhões. Consequentemente, no período, a balança comercial com este bloco comercial apresentou superávit de US$ 3,293 bilhões.
Argentina
No caso da Argentina, as exportações caíram 9,6% e somaram US$ 1,479 bilhão. As importações cresceram 6,9% e totalizaram US$ 1,099 bilhão. Logo, a balança comercial com este parceiro comercial apresentou superávit de US$ 380 milhões. Nos oito meses do ano, as vendas para a Argentina caíram 17,5% e atingiram US$ 10,228 bilhões. As importações cresceram 4,2% e chegaram a US$ 8,647 bilhões. Com isto, no período, a balança comercial para este país apresentou saldo positivo de US$ 1,581 bilhão.
Argentina e UE, ao lado da China e dos Estados Unidos, são os principais parceiros comerciais do Brasil.
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 04/09/26
Bitcoin: R$ 410.277,50 Reais e US$ 79.801,35 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,130
Dólar turismo: R$ 5,329
Euro comercial: R$ 5,958
Libra: R$ 6,940
Dólar fecha em alta ante real após dados de emprego nos EUA
O dólar fechou a sexta-feira em alta ante o real após dados do governo dos EUA indicarem geração de postos de trabalho acima do esperado no país em agosto, enquanto no Brasil a disputa pela Presidência seguiu no radar dos investidores.
O dólar à vista fechou a sessão com ganho de 0,50%, a R$5,1296, mas ainda assim encerrou a semana com queda acumulada de 1,28%. No ano, a divisa acumula baixa de 6,55%. Às 17h09, o dólar futuro para outubro -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- subia 0,49% na B3, aos R$5,1565.
Relatório do Departamento do Trabalho dos EUA mostrou que a economia norte-americana criou 162 mil postos de trabalho em agosto, quase três vezes a projeção de 56 mil vagas calculada por economistas ouvidos pela Reuters. A taxa de desemprego no país ficou em 4,1% em agosto, em linha com o esperado.
Após a divulgação, os rendimentos dos Treasuries ganharam força -- em especial os de curto prazo, em meio às apostas de que o Federal Reserve poderá subir juros no curto prazo. O dólar também ganhou força ao redor do mundo, firmando-se em alta ante boa parte das demais divisas, incluindo o real. Após marcar a cotação mínima de R$5,1018 (-0,05%) às 9h01, logo depois da abertura, o dólar à vista atingiu a máxima de R$5,1400 (+0,70%) às 9h30, após os dados de emprego dos EUA.
No Brasil, porém, parte das atenções seguiu voltada para a corrida presidencial. A nova pesquisa do Datafolha, publicada na noite de quinta-feira, mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 46% das intenções de voto na simulação de segundo turno, contra 44% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Os dois estão em empate técnico, já que a margem de erro é de 2 pontos percentuais. O resultado representa uma diminuição numérica da distância entre Lula e Flávio. No levantamento anterior, eles tinham 47% e 43%, respectivamente.
Nos últimos dias, outras pesquisas mostrando o acirramento da disputa pelo Planalto trouxeram um viés de baixa para o dólar. De modo geral, Lula tem sido visto com desconfiança por boa parte do mercado, que enxerga sua reeleição como um empecilho para o controle das contas públicas e, consequentemente, da inflação. Assim, notícias favoráveis a Flávio -- como a redução numérica da distância para Lula -- têm favorecido a queda do dólar ante o real.
Nesta sexta-feira, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou que a corte dará uma resposta institucional firme e rigorosa sobre a crise por que passa, destacando que não haverá precipitação nem atalhos, mas tampouco omissão.
Essa foi a primeira declaração de Fachin após o embate que tem sido travado entre os ministros do STF André Mendonça e Alexandre de Moraes, em que cada um tem levantado suspeitas sobre o outro. No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de outubro. Durante a tarde, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) informou que a balança comercial brasileira registrou superávit de US$7,394 bilhões em agosto, com as vendas para os EUA apresentando alta apesar das tarifas.
No exterior, às 17h16 o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,20%, a 99,161.
Ibovespa tem 2ª melhor semana do ano com estrangeiro e cena eleitoral
O Ibovespa fechou praticamente estável nesta sexta-feira, mas assegurou o segundo melhor desempenho semanal do ano com o retorno de estrangeiros e a disputa presidencial no foco.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa terminou com variação negativa de 0,02%, a 185.147,15 pontos, tendo marcado 186.544,81 na máxima e 183.251,93 na mínima do dia. O volume financeiro somou R$25,06 bilhões, em pregão véspera de fim de semana prolongado pelo feriado do Dia da Independência no Brasil na segunda-feira.
Na semana, o Ibovespa acumulou uma valorização de 5,40%, chegando a rondar os 189 mil pontos no melhor momento. No ano, tal desempenho só perde para a alta de 8,53% registrada na semana encerrada em 23 de janeiro.
Setembro começou com o retorno do capital externo para as ações brasileiras, com os primeiros dois pregões do mês registrando um saldo positivo de R$2,2 bilhões, segundo os dados da B3, o que apoiou um fôlego também embalado pelo "trade eleitoral".
Os índices de Wall Street encerram em baixa após o dado mais forte do payroll
Dow Jones: -0,51%, aos 53.414,25 pontos;
S&P 500: -0,38%, aos 7.718,60 pontos;
Nasdaq: +0,29%, aos 26.506,99 pontos.
Na semana:
Dow Jones recuou 0,27%,
S&P 500 teve leve alta de 0,09%
Nasdaq teve ganho de 0,40%.
As bolsas asiáticas fecharam sem sintonia
Em Tóquio, o índice japonês Nikkei subiu 1,3%, a 65.020.94 pontos.
O índice sul-coreano Kospi esticou seus ganhos com alta de 1,6% em Seul, para 6.687,21 pontos.
Em Hong Kong, o Hang Seng terminou com alta de 1,7%, a 25.650,87 pontos.
Já o Taiex, referencial de Taiwan, subiu 1,5% em Taiwan, para 46.551.13 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto caiu 0,3%, aos 3.930,12 pontos,
Shenzhen Composto cedeu 0,8%, aos 2.492,96 pontos.
Na Austrália, com queda de 0,16% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, para 9.005,90 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,92% em Wellington a 13.974,18 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,85% em Moscou a 2.255,75 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,48% em Bombaim a 76.515,43 pontos.
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda
Em Londres, o FTSE 100 fechou estável, a 10.831,09 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,17%, a 26.048,38 pontos.
Em Paris, o CAC 40 recuou 0,09%, a 8.278,77 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB cedeu 0,28%, a 52.100,43 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,25%, a 20.050,60 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 recuou 0,14%, a 9.388,77 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Dólar comercial: R$ 5,130
Dólar turismo: R$ 5,329
Euro comercial: R$ 5,958
Libra: R$ 6,940
Dólar fecha em alta ante real após dados de emprego nos EUA
O dólar fechou a sexta-feira em alta ante o real após dados do governo dos EUA indicarem geração de postos de trabalho acima do esperado no país em agosto, enquanto no Brasil a disputa pela Presidência seguiu no radar dos investidores.
O dólar à vista fechou a sessão com ganho de 0,50%, a R$5,1296, mas ainda assim encerrou a semana com queda acumulada de 1,28%. No ano, a divisa acumula baixa de 6,55%. Às 17h09, o dólar futuro para outubro -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- subia 0,49% na B3, aos R$5,1565.
Relatório do Departamento do Trabalho dos EUA mostrou que a economia norte-americana criou 162 mil postos de trabalho em agosto, quase três vezes a projeção de 56 mil vagas calculada por economistas ouvidos pela Reuters. A taxa de desemprego no país ficou em 4,1% em agosto, em linha com o esperado.
Após a divulgação, os rendimentos dos Treasuries ganharam força -- em especial os de curto prazo, em meio às apostas de que o Federal Reserve poderá subir juros no curto prazo. O dólar também ganhou força ao redor do mundo, firmando-se em alta ante boa parte das demais divisas, incluindo o real. Após marcar a cotação mínima de R$5,1018 (-0,05%) às 9h01, logo depois da abertura, o dólar à vista atingiu a máxima de R$5,1400 (+0,70%) às 9h30, após os dados de emprego dos EUA.
No Brasil, porém, parte das atenções seguiu voltada para a corrida presidencial. A nova pesquisa do Datafolha, publicada na noite de quinta-feira, mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 46% das intenções de voto na simulação de segundo turno, contra 44% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Os dois estão em empate técnico, já que a margem de erro é de 2 pontos percentuais. O resultado representa uma diminuição numérica da distância entre Lula e Flávio. No levantamento anterior, eles tinham 47% e 43%, respectivamente.
Nos últimos dias, outras pesquisas mostrando o acirramento da disputa pelo Planalto trouxeram um viés de baixa para o dólar. De modo geral, Lula tem sido visto com desconfiança por boa parte do mercado, que enxerga sua reeleição como um empecilho para o controle das contas públicas e, consequentemente, da inflação. Assim, notícias favoráveis a Flávio -- como a redução numérica da distância para Lula -- têm favorecido a queda do dólar ante o real.
Nesta sexta-feira, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou que a corte dará uma resposta institucional firme e rigorosa sobre a crise por que passa, destacando que não haverá precipitação nem atalhos, mas tampouco omissão.
Essa foi a primeira declaração de Fachin após o embate que tem sido travado entre os ministros do STF André Mendonça e Alexandre de Moraes, em que cada um tem levantado suspeitas sobre o outro. No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de outubro. Durante a tarde, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) informou que a balança comercial brasileira registrou superávit de US$7,394 bilhões em agosto, com as vendas para os EUA apresentando alta apesar das tarifas.
No exterior, às 17h16 o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,20%, a 99,161.
Ibovespa tem 2ª melhor semana do ano com estrangeiro e cena eleitoral
O Ibovespa fechou praticamente estável nesta sexta-feira, mas assegurou o segundo melhor desempenho semanal do ano com o retorno de estrangeiros e a disputa presidencial no foco.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa terminou com variação negativa de 0,02%, a 185.147,15 pontos, tendo marcado 186.544,81 na máxima e 183.251,93 na mínima do dia. O volume financeiro somou R$25,06 bilhões, em pregão véspera de fim de semana prolongado pelo feriado do Dia da Independência no Brasil na segunda-feira.
Na semana, o Ibovespa acumulou uma valorização de 5,40%, chegando a rondar os 189 mil pontos no melhor momento. No ano, tal desempenho só perde para a alta de 8,53% registrada na semana encerrada em 23 de janeiro.
Setembro começou com o retorno do capital externo para as ações brasileiras, com os primeiros dois pregões do mês registrando um saldo positivo de R$2,2 bilhões, segundo os dados da B3, o que apoiou um fôlego também embalado pelo "trade eleitoral".
Os índices de Wall Street encerram em baixa após o dado mais forte do payroll
Dow Jones: -0,51%, aos 53.414,25 pontos;
S&P 500: -0,38%, aos 7.718,60 pontos;
Nasdaq: +0,29%, aos 26.506,99 pontos.
Na semana:
Dow Jones recuou 0,27%,
S&P 500 teve leve alta de 0,09%
Nasdaq teve ganho de 0,40%.
As bolsas asiáticas fecharam sem sintonia
Em Tóquio, o índice japonês Nikkei subiu 1,3%, a 65.020.94 pontos.
O índice sul-coreano Kospi esticou seus ganhos com alta de 1,6% em Seul, para 6.687,21 pontos.
Em Hong Kong, o Hang Seng terminou com alta de 1,7%, a 25.650,87 pontos.
Já o Taiex, referencial de Taiwan, subiu 1,5% em Taiwan, para 46.551.13 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto caiu 0,3%, aos 3.930,12 pontos,
Shenzhen Composto cedeu 0,8%, aos 2.492,96 pontos.
Na Austrália, com queda de 0,16% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, para 9.005,90 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,92% em Wellington a 13.974,18 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,85% em Moscou a 2.255,75 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,48% em Bombaim a 76.515,43 pontos.
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda
Em Londres, o FTSE 100 fechou estável, a 10.831,09 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,17%, a 26.048,38 pontos.
Em Paris, o CAC 40 recuou 0,09%, a 8.278,77 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB cedeu 0,28%, a 52.100,43 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,25%, a 20.050,60 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 recuou 0,14%, a 9.388,77 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 04/09/26
Os índices de Wall Street encerram em baixa após o dado mais forte do payroll de agosto reforçar as apostas em uma alta dos juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).
Dow Jones: -0,51%, aos 53.414,25 pontos;
S&P 500: -0,38%, aos 7.718,60 pontos;
Nasdaq: +0,29%, aos 26.506,99 pontos.
Na semana, o Dow Jones recuou 0,27%, enquanto S&P 500 teve leve alta de 0,09% e o Nasdaq teve ganho de 0,40%.
O relatório de empregos divulgado nesta manhã mostrou um crescimento do emprego nos EUA muito acima das projeções do mercado, reforçando a perspectiva de que o Fed poderá manter ou até aumentar as taxas de juros para conter a inflação.
A economia dos EUA abriu 162 mil vagas de emprego em agosto, segundo relatório divulgado nesta sexta-feira pelo U.S. Bureau of Labor Statistics (BLS). Apesar da robustez do número, a taxa de desemprego permaneceu estável em 4,1%. O resultado ficou bem acima das expectativas do mercado. Economistas projetavam a abertura de 55 mil postos de trabalho.
Na avaliação de Vinicius Flores, gestor de investimentos e sócio da Stratton Capital, o payroll reforça uma economia forte e resiliente que continua crescendo apesar de todos os eventos de volatilidade vivenciados nos Estados Unidos, como as tarifas de Trump e o choque no preço do petróleo causado pela guerra no Irã.
“Acredito que o dado aumenta as chances de um aumento de 25 pontos-base na taxa de juros norte-americana na reunião de setembro, pois reforça que estamos em uma economia aquecida. Entretanto, o mercado de trabalho já estava estável desde o início do ano e com certeza o principal fator de decisão do Fed para setembro será os dados de inflação (CPI) que serão divulgados na próxima semana”, explica.
Com o dado, o dólar e os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries, ganharam força. Os rendimentos de 2 anos, mais sensíveis à política monetária, atingiram o nível mais alto desde janeiro de 2025. Já os índices operaram em baixa. Apenas os setores de tecnologia, utilities e indústria operaram em alta. Pela ferramenta Fed Watch, do CME Group, a probabilidade de uma alta nos juros em setembro ganhou força, saindo de 50,4% na véspera para 58% nesta sexta-feira.
Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse aos repórteres que os Estados Unidos podem atacar a Montanha Pickaxe, no Irã, muito em breve. A Montanha Pickaxe, localizada perto da instalação de enriquecimento de urânio de Natanz, que sofreu graves danos, é um local fortificado que abriga dois complexos de túneis profundamente enterrados.
O contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para novembro fechou com alta de 0,80%, a US$ 96,28 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Dow Jones: -0,51%, aos 53.414,25 pontos;
S&P 500: -0,38%, aos 7.718,60 pontos;
Nasdaq: +0,29%, aos 26.506,99 pontos.
Na semana, o Dow Jones recuou 0,27%, enquanto S&P 500 teve leve alta de 0,09% e o Nasdaq teve ganho de 0,40%.
O relatório de empregos divulgado nesta manhã mostrou um crescimento do emprego nos EUA muito acima das projeções do mercado, reforçando a perspectiva de que o Fed poderá manter ou até aumentar as taxas de juros para conter a inflação.
A economia dos EUA abriu 162 mil vagas de emprego em agosto, segundo relatório divulgado nesta sexta-feira pelo U.S. Bureau of Labor Statistics (BLS). Apesar da robustez do número, a taxa de desemprego permaneceu estável em 4,1%. O resultado ficou bem acima das expectativas do mercado. Economistas projetavam a abertura de 55 mil postos de trabalho.
Na avaliação de Vinicius Flores, gestor de investimentos e sócio da Stratton Capital, o payroll reforça uma economia forte e resiliente que continua crescendo apesar de todos os eventos de volatilidade vivenciados nos Estados Unidos, como as tarifas de Trump e o choque no preço do petróleo causado pela guerra no Irã.
“Acredito que o dado aumenta as chances de um aumento de 25 pontos-base na taxa de juros norte-americana na reunião de setembro, pois reforça que estamos em uma economia aquecida. Entretanto, o mercado de trabalho já estava estável desde o início do ano e com certeza o principal fator de decisão do Fed para setembro será os dados de inflação (CPI) que serão divulgados na próxima semana”, explica.
Com o dado, o dólar e os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries, ganharam força. Os rendimentos de 2 anos, mais sensíveis à política monetária, atingiram o nível mais alto desde janeiro de 2025. Já os índices operaram em baixa. Apenas os setores de tecnologia, utilities e indústria operaram em alta. Pela ferramenta Fed Watch, do CME Group, a probabilidade de uma alta nos juros em setembro ganhou força, saindo de 50,4% na véspera para 58% nesta sexta-feira.
Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse aos repórteres que os Estados Unidos podem atacar a Montanha Pickaxe, no Irã, muito em breve. A Montanha Pickaxe, localizada perto da instalação de enriquecimento de urânio de Natanz, que sofreu graves danos, é um local fortificado que abriga dois complexos de túneis profundamente enterrados.
O contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para novembro fechou com alta de 0,80%, a US$ 96,28 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 04/09/26
As bolsas asiáticas fecharam sem sintonia após as expectativas de aumento das taxas de juros nos EUA serem reduzidas na véspera por comentários de dirigente do Federal Reserve.
O mercado acionário japonês estancou a sequência de sessões em queda, com ações de tecnologia e fabricantes de componentes eletrônicos ajudando na recuperação em dia de queda dos juros projetados nos títulos japoneses.
Em Tóquio, o índice japonês Nikkei subiu 1,3%, a 65.020.94 pontos. Ganhos expressivos vieram de ações como as da Kioxia (5,4%), SoftBank (11,8%), Taiyo Yuden (6,4%) e Advantest (2,5%).
Ainda assim, o Nikkei recuou 2,08% na semana, uma vez que os preços elevados do petróleo e a recente alta nos rendimentos dos títulos globais pressionaram as ações no período. A Dynamic Map Platform marcou queda de 15,9%, após as ações da fornecedora japonesa de dados de mapas em 3D de alta precisão subirem 83% no último mês.
O índice sul-coreano Kospi esticou seus ganhos com alta de 1,6% em Seul, para 6.687,21 pontos. Avanço das ações de tecnologia ontem em Nova York ajudou a impulsionar a Samsung Electronics e a SK hynix, que fecharam em alta de 2,20% e 3,2%, respectivamente.
Em Hong Kong, o Hang Seng terminou com alta de 1,7%, a 25.650,87 pontos, após quatro quedas seguidas. A Shein continuou em liquidação e cedeu 9,2% no seu quarto dia de negociação no mercado acionário após Oferta Pública Inicial em Hong Kong.
Já o Taiex, referencial de Taiwan, subiu 1,5% em Taiwan, para 46.551.13 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto caiu 0,3%, aos 3.930,12 pontos, e o Shenzhen Composto cedeu 0,8%, aos 2.492,96 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana fechou em baixa, com queda de 0,16% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, para 9.005,90 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,92% em Wellington a 13.974,18 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,85% em Moscou a 2.255,75 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,48% em Bombaim a 76.515,43 pontos.
(Com informações da Dow Jones Newswires)
O mercado acionário japonês estancou a sequência de sessões em queda, com ações de tecnologia e fabricantes de componentes eletrônicos ajudando na recuperação em dia de queda dos juros projetados nos títulos japoneses.
Em Tóquio, o índice japonês Nikkei subiu 1,3%, a 65.020.94 pontos. Ganhos expressivos vieram de ações como as da Kioxia (5,4%), SoftBank (11,8%), Taiyo Yuden (6,4%) e Advantest (2,5%).
Ainda assim, o Nikkei recuou 2,08% na semana, uma vez que os preços elevados do petróleo e a recente alta nos rendimentos dos títulos globais pressionaram as ações no período. A Dynamic Map Platform marcou queda de 15,9%, após as ações da fornecedora japonesa de dados de mapas em 3D de alta precisão subirem 83% no último mês.
O índice sul-coreano Kospi esticou seus ganhos com alta de 1,6% em Seul, para 6.687,21 pontos. Avanço das ações de tecnologia ontem em Nova York ajudou a impulsionar a Samsung Electronics e a SK hynix, que fecharam em alta de 2,20% e 3,2%, respectivamente.
Em Hong Kong, o Hang Seng terminou com alta de 1,7%, a 25.650,87 pontos, após quatro quedas seguidas. A Shein continuou em liquidação e cedeu 9,2% no seu quarto dia de negociação no mercado acionário após Oferta Pública Inicial em Hong Kong.
Já o Taiex, referencial de Taiwan, subiu 1,5% em Taiwan, para 46.551.13 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto caiu 0,3%, aos 3.930,12 pontos, e o Shenzhen Composto cedeu 0,8%, aos 2.492,96 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana fechou em baixa, com queda de 0,16% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, para 9.005,90 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,92% em Wellington a 13.974,18 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,85% em Moscou a 2.255,75 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,48% em Bombaim a 76.515,43 pontos.
(Com informações da Dow Jones Newswires)
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 04/09/26
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda nesta sexta-feira (4) pressionadas pelo payroll dos Estados Unidos bem mais forte que o esperado e por sinais mistos da economia regional.
Enquanto o varejo da zona do euro decepcionou, encomendas à indústria alemã surpreenderam positivamente, em meio ainda à cautela com juros e aos preços elevados de energia.
Em Londres, o FTSE 100 fechou estável, a 10.831,09 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,17%, a 26.048,38 pontos. Em Paris, o CAC 40 recuou 0,09%, a 8.278,77 pontos. Em Milão, o FTSE MIB cedeu 0,28%, a 52.100,43 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,25%, a 20.050,60 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 recuou 0,14%, a 9.388,77 pontos. As cotações são preliminares.
Após os dados divergentes da economia europeia, o BNP Paribas avalia que a persistência do conflito no Oriente Médio, a pressão dos preços de energia e a resiliência da atividade reforçam o argumento por uma alta de 25 pontos-base pelo Banco Central Europeu (BCE) na semana que vem.
Em Frankfurt, Volkswagen saltou quase 6%, ajudando o DAX, após o conselho de supervisão aprovar plano para dobrar os cortes de empregos, a 100 mil, e reduzir pela metade o portfólio de modelos. Analistas do Deutsche Bank classificaram a decisão como uma "grande surpresa" e avanço importante na reestruturação, embora tenham alertado que a execução segue crucial.
Em Milão, bancos operaram no vermelho durante a maior parte do pregão, com Banco BPM (-1,3%) e Banca Mediolanum (-0,63%) fechando em baixa. Intesa Sanpaolo (-0,04%) e Mediobanca (+0,2%) ensaiaram recuperação no fim da sessão.
Em Paris, Dassault Systèmes (-0,4%) e TotalEnergies (-2,4%) recuaram, enquanto Legrand avançou cerca de 3,3%. Em Londres, Experian caiu perto de 4,5%. Anglo American (-0,12%) e Rio Tinto (+0,45%), que aprofundaram queda logo após a divulgação do payroll, que pressionou a cotação de metais, conseguiram se recuperar, ao menos parcialmente, no restante das negociações.
(Com informações da Dow Jones Newswires)
Enquanto o varejo da zona do euro decepcionou, encomendas à indústria alemã surpreenderam positivamente, em meio ainda à cautela com juros e aos preços elevados de energia.
Em Londres, o FTSE 100 fechou estável, a 10.831,09 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,17%, a 26.048,38 pontos. Em Paris, o CAC 40 recuou 0,09%, a 8.278,77 pontos. Em Milão, o FTSE MIB cedeu 0,28%, a 52.100,43 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,25%, a 20.050,60 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 recuou 0,14%, a 9.388,77 pontos. As cotações são preliminares.
Após os dados divergentes da economia europeia, o BNP Paribas avalia que a persistência do conflito no Oriente Médio, a pressão dos preços de energia e a resiliência da atividade reforçam o argumento por uma alta de 25 pontos-base pelo Banco Central Europeu (BCE) na semana que vem.
Em Frankfurt, Volkswagen saltou quase 6%, ajudando o DAX, após o conselho de supervisão aprovar plano para dobrar os cortes de empregos, a 100 mil, e reduzir pela metade o portfólio de modelos. Analistas do Deutsche Bank classificaram a decisão como uma "grande surpresa" e avanço importante na reestruturação, embora tenham alertado que a execução segue crucial.
Em Milão, bancos operaram no vermelho durante a maior parte do pregão, com Banco BPM (-1,3%) e Banca Mediolanum (-0,63%) fechando em baixa. Intesa Sanpaolo (-0,04%) e Mediobanca (+0,2%) ensaiaram recuperação no fim da sessão.
Em Paris, Dassault Systèmes (-0,4%) e TotalEnergies (-2,4%) recuaram, enquanto Legrand avançou cerca de 3,3%. Em Londres, Experian caiu perto de 4,5%. Anglo American (-0,12%) e Rio Tinto (+0,45%), que aprofundaram queda logo após a divulgação do payroll, que pressionou a cotação de metais, conseguiram se recuperar, ao menos parcialmente, no restante das negociações.
(Com informações da Dow Jones Newswires)
O Rastreador 4ª temporada ganha teaser
A 4ª temporada de O Rastreador (Tracker), série estrelada por Justin Hartley, ganhou seu primeiro trailer. A produção retorna nos Estados Unidos em 4 de outubro, na CBS, com Colter Shaw enfrentando um novo caso no Porto de Los Angeles: o desaparecimento de um pai solteiro que teria sido sequestrado.
A principal novidade da temporada está por trás das câmeras: após três anos de gravações em Vancouver, no Canadá, a série transferiu sua produção para Los Angeles, mudança que também será incorporada à história.
No Brasil, O Rastreador é transmitida pelo Disney+. A nova temporada deve ter 22 episódios e também contará com o retorno de Jensen Ackles como Russell Shaw. A data no Brasil ainda não foi confirmada.
A principal novidade da temporada está por trás das câmeras: após três anos de gravações em Vancouver, no Canadá, a série transferiu sua produção para Los Angeles, mudança que também será incorporada à história.
No Brasil, O Rastreador é transmitida pelo Disney+. A nova temporada deve ter 22 episódios e também contará com o retorno de Jensen Ackles como Russell Shaw. A data no Brasil ainda não foi confirmada.
Silo 4ª e última temporada primeiro trailer e data de estreia
Apple TV divulgou o primeiro trailer da 4ª temporada e última temporada de Silo, série de ficção científica estrelada por Rebecca Ferguson. A prévia mostra Juliette se preparando para o confronto que deve encerrar os mistérios envolvendo os silos e o mundo exterior. A temporada final estreia em 9 de julho de 2027 na Apple TV.
Baseada nos livros de Hugh Howey, Silo acompanha os últimos sobreviventes da humanidade vivendo em uma gigantesca estrutura subterrânea, onde ninguém sabe por que os silos foram construídos ou o que realmente aconteceu com o mundo do lado de fora. Após o encontro das duas principais tramas no final da 3ª temporada, a última leva de episódios promete finalmente responder as principais perguntas da série.
Baseada nos livros de Hugh Howey, Silo acompanha os últimos sobreviventes da humanidade vivendo em uma gigantesca estrutura subterrânea, onde ninguém sabe por que os silos foram construídos ou o que realmente aconteceu com o mundo do lado de fora. Após o encontro das duas principais tramas no final da 3ª temporada, a última leva de episódios promete finalmente responder as principais perguntas da série.
Resident Evil Reboot de Zach Cregger deve ter estreia recorde para a franquia
O reboot de Resident Evil, dirigido por Zach Cregger, tem uma prévia empolgante de bilheteria para a estreia e pode estabelecer um novo recorde para a franquia. Segundo projeções repercutidas pelo Deadline, o filme deve arrecadar cerca de US$ 35 milhões em seu primeiro fim de semana nos Estados Unidos, mas o desempenho das vendas antecipadas e do primeiro dia pode elevar a estimativa para até US$ 50 milhões.
Caso alcance US$ 35 milhões, o novo Resident Evil já terá a maior estreia doméstica da franquia, superando os US$ 26,6 milhões de Resident Evil 4: Recomeço (2010).
O interesse pelo reboot também é impulsionado pelo sucesso de Cregger com A Hora do Mal, que arrecadou US$ 151,5 milhões nos EUA e US$ 270 milhões mundialmente. O filme estrelado por Austin Abrams e Paul Walter Hauser lidera atualmente a preferência do público masculino com menos de 25 anos, mas o principal desafio será conquistar espectadores além dos fãs mais dedicados da franquia.
A nova versão de Resident Evil chega aos cinemas em 17 de setembro.
Caso alcance US$ 35 milhões, o novo Resident Evil já terá a maior estreia doméstica da franquia, superando os US$ 26,6 milhões de Resident Evil 4: Recomeço (2010).
O interesse pelo reboot também é impulsionado pelo sucesso de Cregger com A Hora do Mal, que arrecadou US$ 151,5 milhões nos EUA e US$ 270 milhões mundialmente. O filme estrelado por Austin Abrams e Paul Walter Hauser lidera atualmente a preferência do público masculino com menos de 25 anos, mas o principal desafio será conquistar espectadores além dos fãs mais dedicados da franquia.
A nova versão de Resident Evil chega aos cinemas em 17 de setembro.
Star Wars: Com detalhes, filme de Dave Filoni recebe atualização
Os planos para o futuro de Star Wars ainda são nebulosos, mas atualizações recentes garantem que o “filme evento” comandado por Dave Filoni, atual presidente da Lucasfilm, ainda deve acontecer, contrariando os rumores de um possível cancelamento.
Agora, conforme noticiou o Screen Rant, o site Production Weekly informou que o projeto, anunciado com o título provisório de Herdeiro do Império, pode ter recebido sinal verde para iniciar sua produção. Embora não se trate de um anúncio oficial, a atualização pode indicar que a Lucasfilm estaria se preparando para publicar novidades sobre o longa-metragem, que deve ser uma culminação dos eventos do “Mandoverso”.
De acordo ainda com a sinopse compartilhada pelo site: “A história se concentrará na Nova República e encerrará as narrativas interligadas contadas em The Mandalorian, O Livro de Boba Fett, Ahsoka e outras séries do Disney+.”
O projeto, como indica a sinopse compartilhada pelo site, deve encerrar a narrativa interligada entre as séries que estão ambientadas anos após os eventos do Ep. VI: O Retorno de Jedi (1983). Lars Mikkelsen reprisaria o papel do Grão Almirante Thrawn, o vilão central do megaevento, embora detalhes adicionais permaneçam em segredo.
Uma data de lançamento para o filme permanece indefinida até o momento.
Fonte: Screen Rant.
Agora, conforme noticiou o Screen Rant, o site Production Weekly informou que o projeto, anunciado com o título provisório de Herdeiro do Império, pode ter recebido sinal verde para iniciar sua produção. Embora não se trate de um anúncio oficial, a atualização pode indicar que a Lucasfilm estaria se preparando para publicar novidades sobre o longa-metragem, que deve ser uma culminação dos eventos do “Mandoverso”.
De acordo ainda com a sinopse compartilhada pelo site: “A história se concentrará na Nova República e encerrará as narrativas interligadas contadas em The Mandalorian, O Livro de Boba Fett, Ahsoka e outras séries do Disney+.”
O projeto, como indica a sinopse compartilhada pelo site, deve encerrar a narrativa interligada entre as séries que estão ambientadas anos após os eventos do Ep. VI: O Retorno de Jedi (1983). Lars Mikkelsen reprisaria o papel do Grão Almirante Thrawn, o vilão central do megaevento, embora detalhes adicionais permaneçam em segredo.
Uma data de lançamento para o filme permanece indefinida até o momento.
Fonte: Screen Rant.
Netflix supera auge da TV paga
A Netflix já reúne mais de 35 milhões de pessoas ativas mensalmente no Brasil em seu plano com anúncios, número que supera com folga o auge da TV por assinatura no país. A modalidade mais barata da plataforma também movimenta centenas de milhões de reais por mês e se tornou uma peça importante da estratégia comercial da empresa.
O dado foi apresentado pela Netflix durante o evento Behind The Streams, realizado na quarta-feira (2), em São Paulo, para o mercado publicitário. Segundo a companhia, cerca de 60% dos novos assinantes brasileiros escolhem atualmente o plano com publicidade. A comparação com a televisão paga ajuda a dimensionar esse alcance. O setor brasileiro atingiu seu pico em 2014, quando chegou a aproximadamente 20 milhões de assinantes. Dados da época mostram que a base chegou a 19,8 milhões em novembro daquele ano.
Os números não representam exatamente a mesma métrica. A Netflix informa 35 milhões de pessoas ativas por mês no plano com anúncios, enquanto a Anatel contabilizava assinaturas ou pontos de TV por assinatura. Ainda assim, a diferença dá uma dimensão da escala alcançada pelo streaming. O público mensalmente ativo da modalidade com publicidade equivale a cerca de 1,8 vez o maior número de assinantes registrado pela TV paga brasileira.
O comportamento desse público também interessa ao mercado publicitário. De acordo com a Netflix, 52% dos usuários do plano com anúncios acessam a plataforma diariamente e o consumo médio chega a 54 horas de conteúdo por mês. A modalidade foi lançada no Brasil em 2022 e se tornou uma alternativa para consumidores que aceitam assistir a publicidade em troca de uma mensalidade menor. O plano atualmente custa R$ 21,90.
O tamanho da audiência também criou uma nova fonte de receita para a Netflix. Em cálculo publicado pela coluna Outro Canal, da Folha, a modalidade pode representar cerca de R$ 547,5 milhões por mês em pagamentos no Brasil, considerando o plano mais barato. O valor é uma estimativa da coluna e se refere à receita das mensalidades. A Netflix ainda recebe dinheiro dos anunciantes que compram espaço dentro do serviço, portanto o faturamento associado ao plano não se limita ao pagamento feito pelos usuários.
A empresa também pretende ampliar a participação da publicidade em seus resultados. Segundo a Netflix, a meta é fazer com que os anúncios respondam por aproximadamente 10% da receita total até 2030. No segundo trimestre de 2026, a companhia registrou US$ 12,56 bilhões em receita global e afirmou que a publicidade estava entre os fatores que contribuíram para o resultado. A estratégia ganha escala fora do Brasil. Globalmente, o plano com anúncios já alcança 250 milhões de pessoas ativas mensalmente, segundo a Netflix, enquanto a companhia prevê levar a modalidade a outros 15 países em 2027.
O movimento aproxima o streaming de uma lógica que durante décadas esteve associada à televisão tradicional: reunir uma grande audiência em uma mesma plataforma e transformar o tempo de consumo em inventário publicitário. A diferença está na possibilidade de combinar esse modelo com uma mensalidade paga pelo próprio espectador.
O dado foi apresentado pela Netflix durante o evento Behind The Streams, realizado na quarta-feira (2), em São Paulo, para o mercado publicitário. Segundo a companhia, cerca de 60% dos novos assinantes brasileiros escolhem atualmente o plano com publicidade. A comparação com a televisão paga ajuda a dimensionar esse alcance. O setor brasileiro atingiu seu pico em 2014, quando chegou a aproximadamente 20 milhões de assinantes. Dados da época mostram que a base chegou a 19,8 milhões em novembro daquele ano.
Os números não representam exatamente a mesma métrica. A Netflix informa 35 milhões de pessoas ativas por mês no plano com anúncios, enquanto a Anatel contabilizava assinaturas ou pontos de TV por assinatura. Ainda assim, a diferença dá uma dimensão da escala alcançada pelo streaming. O público mensalmente ativo da modalidade com publicidade equivale a cerca de 1,8 vez o maior número de assinantes registrado pela TV paga brasileira.
O comportamento desse público também interessa ao mercado publicitário. De acordo com a Netflix, 52% dos usuários do plano com anúncios acessam a plataforma diariamente e o consumo médio chega a 54 horas de conteúdo por mês. A modalidade foi lançada no Brasil em 2022 e se tornou uma alternativa para consumidores que aceitam assistir a publicidade em troca de uma mensalidade menor. O plano atualmente custa R$ 21,90.
O tamanho da audiência também criou uma nova fonte de receita para a Netflix. Em cálculo publicado pela coluna Outro Canal, da Folha, a modalidade pode representar cerca de R$ 547,5 milhões por mês em pagamentos no Brasil, considerando o plano mais barato. O valor é uma estimativa da coluna e se refere à receita das mensalidades. A Netflix ainda recebe dinheiro dos anunciantes que compram espaço dentro do serviço, portanto o faturamento associado ao plano não se limita ao pagamento feito pelos usuários.
A empresa também pretende ampliar a participação da publicidade em seus resultados. Segundo a Netflix, a meta é fazer com que os anúncios respondam por aproximadamente 10% da receita total até 2030. No segundo trimestre de 2026, a companhia registrou US$ 12,56 bilhões em receita global e afirmou que a publicidade estava entre os fatores que contribuíram para o resultado. A estratégia ganha escala fora do Brasil. Globalmente, o plano com anúncios já alcança 250 milhões de pessoas ativas mensalmente, segundo a Netflix, enquanto a companhia prevê levar a modalidade a outros 15 países em 2027.
O movimento aproxima o streaming de uma lógica que durante décadas esteve associada à televisão tradicional: reunir uma grande audiência em uma mesma plataforma e transformar o tempo de consumo em inventário publicitário. A diferença está na possibilidade de combinar esse modelo com uma mensalidade paga pelo próprio espectador.
O Mandaloriano e Grogu se passa 10 anos após O Retorno de Jedi
A posição de Din Djarin e Grogu na cronologia de Star Wars sempre pareceu relativamente simples: as aventuras da dupla acontecem depois da queda do Império e muito antes da ascensão da Primeira Ordem. O que nunca esteve tão claro era quanto tempo realmente havia passado dentro desse período.
Essa conta ficou mais interessante depois da estreia de Star Wars: O Mandaloriano e Grogu. O longa dá continuidade à história iniciada em The Mandalorian, mas a Lucasfilm não havia colocado um número preciso na distância temporal entre o começo da série e a aventura nos cinemas.
Agora, Jon Favreau finalmente deu uma resposta. A informação aparece em Star Wars O Mandaloriano e Grogu: O Podcast Oficial, produção de dois episódios lançada nesta quinta-feira (3) no Disney+.
Ao falar sobre o período em que o filme acontece, o diretor e criador de The Mandalorian confirmou que “O Mandaloriano e Grogu se passa cerca de 10 anos após os acontecimentos de O Retorno de Jedi“. E esse número revela um detalhe importante sobre quanto tempo Din Djarin e Grogu já passaram juntos.
Cerca de cinco anos separam o início da série e o filme
Quando The Mandalorian estreou em 2019, sua posição na cronologia foi estabelecida em aproximadamente cinco anos após Star Wars: O Retorno de Jedi (Episódio VI). Esse período da linha do tempo começa depois da derrota do Império e acompanha os primeiros anos da Nova República. Se a primeira temporada acontece cerca de cinco anos depois do Episódio VI e Favreau agora coloca Star Wars: O Mandaloriano e Grogu aproximadamente dez anos depois do mesmo filme, a conta indica que cerca de cinco anos transcorreram dentro do universo de Star Wars entre o começo de The Mandalorian e o longa.
Há, porém, uma diferença importante nessa interpretação. Isso não significa que exista um salto de cinco anos entre o final da terceira temporada e o filme. A declaração de Favreau estabelece a distância entre O Retorno de Jedi e a aventura cinematográfica. Portanto, os cinco anos são uma comparação com o ponto inicial da primeira temporada. O intervalo exato entre o episódio final da terceira temporada e os acontecimentos de O Mandaloriano e Grogu continua sem uma confirmação específica.
O dado também deixa claro que as aventuras exibidas nas três temporadas de The Mandalorian, além dos acontecimentos envolvendo Din e Grogu em O Livro de Boba Fett, cobrem um período maior do que uma simples sequência de acontecimentos ocorridos em poucos meses.
Filme e podcast já estão no Disney+
Essa conta ficou mais interessante depois da estreia de Star Wars: O Mandaloriano e Grogu. O longa dá continuidade à história iniciada em The Mandalorian, mas a Lucasfilm não havia colocado um número preciso na distância temporal entre o começo da série e a aventura nos cinemas.
Agora, Jon Favreau finalmente deu uma resposta. A informação aparece em Star Wars O Mandaloriano e Grogu: O Podcast Oficial, produção de dois episódios lançada nesta quinta-feira (3) no Disney+.
Ao falar sobre o período em que o filme acontece, o diretor e criador de The Mandalorian confirmou que “O Mandaloriano e Grogu se passa cerca de 10 anos após os acontecimentos de O Retorno de Jedi“. E esse número revela um detalhe importante sobre quanto tempo Din Djarin e Grogu já passaram juntos.
Cerca de cinco anos separam o início da série e o filme
Quando The Mandalorian estreou em 2019, sua posição na cronologia foi estabelecida em aproximadamente cinco anos após Star Wars: O Retorno de Jedi (Episódio VI). Esse período da linha do tempo começa depois da derrota do Império e acompanha os primeiros anos da Nova República. Se a primeira temporada acontece cerca de cinco anos depois do Episódio VI e Favreau agora coloca Star Wars: O Mandaloriano e Grogu aproximadamente dez anos depois do mesmo filme, a conta indica que cerca de cinco anos transcorreram dentro do universo de Star Wars entre o começo de The Mandalorian e o longa.
Há, porém, uma diferença importante nessa interpretação. Isso não significa que exista um salto de cinco anos entre o final da terceira temporada e o filme. A declaração de Favreau estabelece a distância entre O Retorno de Jedi e a aventura cinematográfica. Portanto, os cinco anos são uma comparação com o ponto inicial da primeira temporada. O intervalo exato entre o episódio final da terceira temporada e os acontecimentos de O Mandaloriano e Grogu continua sem uma confirmação específica.
O dado também deixa claro que as aventuras exibidas nas três temporadas de The Mandalorian, além dos acontecimentos envolvendo Din e Grogu em O Livro de Boba Fett, cobrem um período maior do que uma simples sequência de acontecimentos ocorridos em poucos meses.
Filme e podcast já estão no Disney+
'Três Horas Para Viver' ganha pôster explosivo
Diamond Films divulgou um novo pôster de "Três Horas Para Viver", novo longa de ação estrelado por Alan Ritchson ('Reacher'), Owen Wilson ('Marley & Eu') e o brasileiro Rodrigo Santoro ('O Último Azul').
A trama do longa acompanha Ritchson e Wilson na pele de Hank Malone e Ben Bishop, respectivamente, dupla encarregada pelo transporte de um órgão essencial para a sobrevivência de uma garotinha de sete anos. No entanto, a missão aparentemente simples passa a ser ameaçada pelo criminoso Damián Zaldívar (Santoro), desencadeando uma corrida contra o relógio para salvar uma vida.
Além do trio principal, o elenco ainda conta com a presença de diversos outros talentos conhecidos, como Leila George, Kate Box, Peta Sergeant, Goran D. Kleut, Geraldine Hakewill, Salomé Chandler, Jacob Hohua, Thomas Larkin, Cecilia Toussaint e Callie Brutnell.
Com direção de Scott Waugh ('Projeto Extração'), comandada a partir de um roteiro assinado por Miles Hubley e Tommy White, "Três Horas Para Viver" estreia em 8 de outubro no Brasil, exclusivamente nos cinemas.
Angry Birds 3 novo pôster, inspirado em 'Duna'
"Angry Birds 3: O Filme" divulgou, em suas redes sociais, uma nova arte promocional da animação, inspirada no pôster de "Duna – Parte 3".
A trama de "Angry Birds 3: O Filme" acompanha uma nova fase na vida do rabugento Red, que agora precisa equilibrar os desafios da paternidade enquanto embarca em mais uma missão para salvar o mundo.
Distribuído pela Paramount Pictures, a direção do novo filme a cargo de John Rice, responsável pelo longa anterior, a partir de um roteiro assinado por Thurop Van Orman ('Hora da Aventura').
O elenco de vozes original conta com o retorno de Jason Sudeikis como Red, Rachel Bloom como Silver e da dupla Danny McBride e Josh Gad, que voltam a interpretar Bomba e Chuck, respectivamente. Já entre os novos nomes estão Walker Scobell ('Percy Jackson e os Olimpianos'), Emma Myers ('Wandinha') e Psalm West, que interpretam Gilder, June e Olly, respectivamente, os filhos do casal de pássaros.
"Angry Birds 3: O Filme" tem estreia marcada para 1º de janeiro de 2027 no Brasil, exclusivamente nos cinemas.
Supergirl | Trailer Oficial | HBO Max
Hora de encontrar seu lugar no universo.
Não perca a estreia de Supergirl. Dia 10 de setembro, só aqui na HBO Max!
Não perca a estreia de Supergirl. Dia 10 de setembro, só aqui na HBO Max!
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 03/09/26
Bitcoin: R$ 416.946,50 Reais e US$ 81.339,60 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,1050
Dólar turismo: R$ 5,3010
Euro comercial: R$ 5,936
Libra: R$ 6,909
Dólar zera perdas da manhã e fecha acima dos R$5,10
Após oscilar perto dos R$5,07 no início da sessão, o dólar se reaproximou da estabilidade e encerrou a quinta-feira acima dos R$5,10, com parte do mercado aproveitando as cotações mais baixas para comprar moeda, enquanto no exterior o dia foi de queda para a divisa norte-americana.
O dólar à vista encerrou a sessão com variação negativa de apenas 0,04%, a R$5,1043. No ano, a divisa passou a acumular queda de 7,01%. Às 17h22, o dólar futuro para outubro -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- subia 0,29% na B3, aos R$5,1400.
Na quarta-feira o dólar havia completado três sessões consecutivas de perdas ante o real, com os agentes reagindo positivamente a uma pesquisa da Quaest mostrando uma diferença menor nas intenções de voto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Os dois estão tecnicamente empatados no segundo turno.
Nesta quinta-feira, os investidores aguardavam pela divulgação de nova pesquisa Datafolha prevista para o início da noite. De modo geral, Lula tem sido visto com desconfiança por boa parte do mercado, que enxerga sua reeleição como um empecilho para o controle das contas públicas e, consequentemente, da inflação. Assim, notícias favoráveis a Flávio -- como a redução numérica da distância para Lula -- têm se refletido na queda do dólar ante o real.
Mas a sessão desta quinta-feira também foi de baixa do dólar ante outras divisas no exterior, em paralelo ao recuo firme dos rendimentos dos Treasuries após o diretor do Federal Reserve Christopher Waller afirmar, durante evento da Reuters em Washington, que, se os dados confirmarem o arrefecimento das pressões inflacionárias, ele tende a defender a manutenção dos juros nos EUA.
Um dos destaques foi a queda forte do dólar ante o iene, em meio ao aumento das apostas de que o Banco do Japão (BoJ) subirá juros para conter a inflação. No Brasil, porém, alguns agentes aproveitaram o dólar mais fraco para recomprar moeda, o que reconduziu a cotação para acima dos R$5,10.
"O dólar veio desde a abertura com um viés de baixa. Os ativos locais como o real (estavam) se beneficiando da queda lá fora do dólar, seguindo a (baixa da) curva de rendimentos dos Treasuries", pontuou o diretor da assessoria FB Capital, Fernando Bergallo. "E aí, rompendo o R$5,10, (surge) muita ordem de compra, até pelas estimativas do mercado serem de um dólar mais alto no final do ano. Os otimistas estão dizendo R$5,20, os pessimistas R$5,40", acrescentou Bergallo. "O dólar está barato."
Após marcar a cotação mínima intradia de R$5,0702 (-0,71%) às 9h32, o dólar à vista atingiu a máxima de R$5,1147 (+0,16%) às 13h22, em meio à busca dos agentes pela moeda. No restante da tarde, as cotações se mantiveram próximas da estabilidade.
No fim da manhã, sem efeito sobre as cotações, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de outubro. No exterior, às 17h17 o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,61%, a 98,988.
Ibovespa pausa sequência de altas com realização de lucros após rondar 189 mil pontos
O Ibovespa fechou praticamente estável nesta quinta-feira, enfraquecido por movimentos de realização de lucros após uma sequência positiva que o aproximou dos 189 mil pontos.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa terminou com variação negativa de 0,01%, a 185.188,13 pontos, encerrando uma série de 11 altas, período em que acumulou um ganho de 11,34%.
Na máxima do dia, porém, chegou a 188.891,50 pontos (+1,99%), ensaiando mais um fechamento positivo. Mas o ímpeto arrefeceu, pressionado particularmente pelas blue chips Vale e Petrobras. Na mínima, chegou a 184.718,36 pontos (-0,26%). O volume financeiro na bolsa somou R$35,19 bilhões. O retorno do capital externo para a bolsa paulista no final e expectativas eleitorais referendaram a recuperação recente do Ibovespa, que nesta quinta-feira ainda encontrou respaldo no alívio dos rendimentos dos Treasuries nos primeiros negócios.
Wall Street encerra dia com forte alta, conforme declarações de Waller amenizam temor de elevação dos juros
O Dow Jones Industrial Average subiu 1,18%, para 53.686,11 pontos,
S&P 500 avançou 1,06%, para 7.747,71 pontos,
Nasdaq Composite teve alta de 1,40%, para 26.584,06 pontos.
As bolsas europeias fecharam em alta
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,70%, a 10.831,52 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,65%, a 26.007,57 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,07%, a 8.286,40 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,88%, a 52.245,47 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,11%, a 19.998,20 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,04%, a 9.401,50 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única e com variações limitadas
O índice japonês Nikkei caiu 0,17%, para 64.214,48 pontos.
O índice sul-coreano Kospi subiu 0,3% em Seul, para 6.579.48 pontos.
Em Hong Kong, o Hang Seng terminou com baixa de 0,4%, a 25.213,31 pontos.
Já o Taiex, cedeu 0,7% em Taiwan, para 45.857.66 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto ficou perto da estabilidade (+0,02%), aos 3.942,09 pontos,
Shenzhen Composto também fechou estável, aos 2.512,87 pontos.
Na Austrália, com alta de 0,46% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, para 9.020,10 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,61% em Wellington a 13.846,18 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,34% em Moscou a 2.214,35 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,55% em Bombaim a 76.152,86 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Dólar comercial: R$ 5,1050
Dólar turismo: R$ 5,3010
Euro comercial: R$ 5,936
Libra: R$ 6,909
Dólar zera perdas da manhã e fecha acima dos R$5,10
Após oscilar perto dos R$5,07 no início da sessão, o dólar se reaproximou da estabilidade e encerrou a quinta-feira acima dos R$5,10, com parte do mercado aproveitando as cotações mais baixas para comprar moeda, enquanto no exterior o dia foi de queda para a divisa norte-americana.
O dólar à vista encerrou a sessão com variação negativa de apenas 0,04%, a R$5,1043. No ano, a divisa passou a acumular queda de 7,01%. Às 17h22, o dólar futuro para outubro -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- subia 0,29% na B3, aos R$5,1400.
Na quarta-feira o dólar havia completado três sessões consecutivas de perdas ante o real, com os agentes reagindo positivamente a uma pesquisa da Quaest mostrando uma diferença menor nas intenções de voto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Os dois estão tecnicamente empatados no segundo turno.
Nesta quinta-feira, os investidores aguardavam pela divulgação de nova pesquisa Datafolha prevista para o início da noite. De modo geral, Lula tem sido visto com desconfiança por boa parte do mercado, que enxerga sua reeleição como um empecilho para o controle das contas públicas e, consequentemente, da inflação. Assim, notícias favoráveis a Flávio -- como a redução numérica da distância para Lula -- têm se refletido na queda do dólar ante o real.
Mas a sessão desta quinta-feira também foi de baixa do dólar ante outras divisas no exterior, em paralelo ao recuo firme dos rendimentos dos Treasuries após o diretor do Federal Reserve Christopher Waller afirmar, durante evento da Reuters em Washington, que, se os dados confirmarem o arrefecimento das pressões inflacionárias, ele tende a defender a manutenção dos juros nos EUA.
Um dos destaques foi a queda forte do dólar ante o iene, em meio ao aumento das apostas de que o Banco do Japão (BoJ) subirá juros para conter a inflação. No Brasil, porém, alguns agentes aproveitaram o dólar mais fraco para recomprar moeda, o que reconduziu a cotação para acima dos R$5,10.
"O dólar veio desde a abertura com um viés de baixa. Os ativos locais como o real (estavam) se beneficiando da queda lá fora do dólar, seguindo a (baixa da) curva de rendimentos dos Treasuries", pontuou o diretor da assessoria FB Capital, Fernando Bergallo. "E aí, rompendo o R$5,10, (surge) muita ordem de compra, até pelas estimativas do mercado serem de um dólar mais alto no final do ano. Os otimistas estão dizendo R$5,20, os pessimistas R$5,40", acrescentou Bergallo. "O dólar está barato."
Após marcar a cotação mínima intradia de R$5,0702 (-0,71%) às 9h32, o dólar à vista atingiu a máxima de R$5,1147 (+0,16%) às 13h22, em meio à busca dos agentes pela moeda. No restante da tarde, as cotações se mantiveram próximas da estabilidade.
No fim da manhã, sem efeito sobre as cotações, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de outubro. No exterior, às 17h17 o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,61%, a 98,988.
Ibovespa pausa sequência de altas com realização de lucros após rondar 189 mil pontos
O Ibovespa fechou praticamente estável nesta quinta-feira, enfraquecido por movimentos de realização de lucros após uma sequência positiva que o aproximou dos 189 mil pontos.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa terminou com variação negativa de 0,01%, a 185.188,13 pontos, encerrando uma série de 11 altas, período em que acumulou um ganho de 11,34%.
Na máxima do dia, porém, chegou a 188.891,50 pontos (+1,99%), ensaiando mais um fechamento positivo. Mas o ímpeto arrefeceu, pressionado particularmente pelas blue chips Vale e Petrobras. Na mínima, chegou a 184.718,36 pontos (-0,26%). O volume financeiro na bolsa somou R$35,19 bilhões. O retorno do capital externo para a bolsa paulista no final e expectativas eleitorais referendaram a recuperação recente do Ibovespa, que nesta quinta-feira ainda encontrou respaldo no alívio dos rendimentos dos Treasuries nos primeiros negócios.
Wall Street encerra dia com forte alta, conforme declarações de Waller amenizam temor de elevação dos juros
O Dow Jones Industrial Average subiu 1,18%, para 53.686,11 pontos,
S&P 500 avançou 1,06%, para 7.747,71 pontos,
Nasdaq Composite teve alta de 1,40%, para 26.584,06 pontos.
As bolsas europeias fecharam em alta
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,70%, a 10.831,52 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,65%, a 26.007,57 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,07%, a 8.286,40 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,88%, a 52.245,47 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,11%, a 19.998,20 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,04%, a 9.401,50 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única e com variações limitadas
O índice japonês Nikkei caiu 0,17%, para 64.214,48 pontos.
O índice sul-coreano Kospi subiu 0,3% em Seul, para 6.579.48 pontos.
Em Hong Kong, o Hang Seng terminou com baixa de 0,4%, a 25.213,31 pontos.
Já o Taiex, cedeu 0,7% em Taiwan, para 45.857.66 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto ficou perto da estabilidade (+0,02%), aos 3.942,09 pontos,
Shenzhen Composto também fechou estável, aos 2.512,87 pontos.
Na Austrália, com alta de 0,46% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, para 9.020,10 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,61% em Wellington a 13.846,18 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,34% em Moscou a 2.214,35 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,55% em Bombaim a 76.152,86 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 03/09/26
Wall Street registrou alta nesta quinta-feira, à medida que os investidores moderaram suas apostas em novos aumentos das taxas de juros, depois que o diretor do Federal Reserve Christopher Waller afirmou que apoiaria a manutenção da taxa básica de juros caso os dados indiquem que as pressões inflacionárias estejam diminuindo.
Todos os três principais índices acionários dos EUA fecharam com alta de 1% ou mais, com o Nasdaq recebendo um impulso do grupo das "sete magníficas", formado por ações de megacapitalização relacionadas à inteligência artificial. Todos os três índices estavam a caminho de registrar ganhos semanais.
Waller disse à Reuters que estaria inclinado a deixar as taxas de juros de referência inalteradas caso os próximos dados confirmem que as pressões sobre os preços estão diminuindo, mas acrescentou que apoiaria um aumento das taxas caso a inflação não esfrie. Após as declarações de Waller, os mercados financeiros moderaram as expectativas de aumentos das taxas na reunião do Fed em setembro, reduzindo a probabilidade de 63,2% na quarta-feira para 50,4%, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME.
O rendimento de referência dos títulos do Tesouro dos EUA recuou pela segunda sessão consecutiva, após atingir seu nível mais alto desde novembro de 2023. As expectativas de aumento das taxas haviam disparado nas últimas sessões, à medida que os rendimentos dos títulos de longo prazo subiram para os níveis mais altos em anos, em meio a uma onda global de vendas de títulos impulsionada por temores de inflação, aumento da dívida e incertezas geopolíticas.
"Os comentários do diretor do Fed Waller estão proporcionando um impulso generalizado para os mercados como um todo", disse Bill Northey, diretor sênior de investimentos da U.S. Bank Wealth Management, em Billings, Montana.
"Por trás dos índices gerais do mercado, estamos vendo uma influência contínua das empresas que divulgaram seus resultados mais tarde na temporada de divulgação dos lucros do segundo trimestre", acrescentou Northey. "E isso está gerando alguma diferenciação entre setores como o de chips, onde tivemos um relatório de grande destaque ontem à tarde, e também no setor de software, onde observamos alguns resultados diferenciados, atendendo ou superando padrões um pouco mais baixos."
Os relatórios econômicos desta quinta-feira foram, em geral, otimistas, com baixo número de pedidos de auxílio-desemprego e uma aceleração no setor de serviços. Por outro lado, os dados mostraram que os preços dos insumos no setor de serviços atingiram seu nível mais alto desde outubro de 2022, e o déficit comercial internacional aumentou 24,4%. Na sexta-feira, o Departamento do Trabalho deve divulgar seu relatório de emprego de agosto, que deve mostrar que a economia dos EUA criou 56.000 empregos no mês passado, mantendo a taxa de desemprego estável em 4,1%.
O Dow Jones Industrial Average subiu 1,18%, para 53.686,11 pontos, o S&P 500 avançou 1,06%, para 7.747,71 pontos, e o Nasdaq Composite teve alta de 1,40%, para 26.584,06 pontos.
Dos 11 principais setores do S&P 500, o de bens de consumo discricionário registrou o maior ganho percentual, enquanto as ações do setor de energia ficaram para trás.
A Nvidia subiu 1,8% depois que a empresa anunciou que compraria a plataforma de desenvolvimento Hugging Face por US$12,9 bilhões, em um desafio à OpenAI e à Anthropic. Mas a fabricante de chips Broadcom registrou queda de 2,7% após divulgar uma previsão de receita para o quarto trimestre abaixo do esperado, um lembrete de que as empresas no centro da expansão da IA têm um grande desafio a superar.
A Snowflake disparou 16,6% após prever uma receita anual robusta, impulsionando o otimismo em todo o setor de software. A ServiceNow, a Salesforce e a Adobe registraram ganhos entre 2,1% e 6,5% no dia. Ações ligadas a criptomoedas subiram depois que o bitcoin se recuperou após duas sessões consecutivas de perdas, com a Strategy saltando 17,6% e a Coinbase Global registrando alta de 10,1%. A plataforma de negociação de varejo Robinhood Markets disparou 16,6%.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Todos os três principais índices acionários dos EUA fecharam com alta de 1% ou mais, com o Nasdaq recebendo um impulso do grupo das "sete magníficas", formado por ações de megacapitalização relacionadas à inteligência artificial. Todos os três índices estavam a caminho de registrar ganhos semanais.
Waller disse à Reuters que estaria inclinado a deixar as taxas de juros de referência inalteradas caso os próximos dados confirmem que as pressões sobre os preços estão diminuindo, mas acrescentou que apoiaria um aumento das taxas caso a inflação não esfrie. Após as declarações de Waller, os mercados financeiros moderaram as expectativas de aumentos das taxas na reunião do Fed em setembro, reduzindo a probabilidade de 63,2% na quarta-feira para 50,4%, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME.
O rendimento de referência dos títulos do Tesouro dos EUA recuou pela segunda sessão consecutiva, após atingir seu nível mais alto desde novembro de 2023. As expectativas de aumento das taxas haviam disparado nas últimas sessões, à medida que os rendimentos dos títulos de longo prazo subiram para os níveis mais altos em anos, em meio a uma onda global de vendas de títulos impulsionada por temores de inflação, aumento da dívida e incertezas geopolíticas.
"Os comentários do diretor do Fed Waller estão proporcionando um impulso generalizado para os mercados como um todo", disse Bill Northey, diretor sênior de investimentos da U.S. Bank Wealth Management, em Billings, Montana.
"Por trás dos índices gerais do mercado, estamos vendo uma influência contínua das empresas que divulgaram seus resultados mais tarde na temporada de divulgação dos lucros do segundo trimestre", acrescentou Northey. "E isso está gerando alguma diferenciação entre setores como o de chips, onde tivemos um relatório de grande destaque ontem à tarde, e também no setor de software, onde observamos alguns resultados diferenciados, atendendo ou superando padrões um pouco mais baixos."
Os relatórios econômicos desta quinta-feira foram, em geral, otimistas, com baixo número de pedidos de auxílio-desemprego e uma aceleração no setor de serviços. Por outro lado, os dados mostraram que os preços dos insumos no setor de serviços atingiram seu nível mais alto desde outubro de 2022, e o déficit comercial internacional aumentou 24,4%. Na sexta-feira, o Departamento do Trabalho deve divulgar seu relatório de emprego de agosto, que deve mostrar que a economia dos EUA criou 56.000 empregos no mês passado, mantendo a taxa de desemprego estável em 4,1%.
O Dow Jones Industrial Average subiu 1,18%, para 53.686,11 pontos, o S&P 500 avançou 1,06%, para 7.747,71 pontos, e o Nasdaq Composite teve alta de 1,40%, para 26.584,06 pontos.
Dos 11 principais setores do S&P 500, o de bens de consumo discricionário registrou o maior ganho percentual, enquanto as ações do setor de energia ficaram para trás.
A Nvidia subiu 1,8% depois que a empresa anunciou que compraria a plataforma de desenvolvimento Hugging Face por US$12,9 bilhões, em um desafio à OpenAI e à Anthropic. Mas a fabricante de chips Broadcom registrou queda de 2,7% após divulgar uma previsão de receita para o quarto trimestre abaixo do esperado, um lembrete de que as empresas no centro da expansão da IA têm um grande desafio a superar.
A Snowflake disparou 16,6% após prever uma receita anual robusta, impulsionando o otimismo em todo o setor de software. A ServiceNow, a Salesforce e a Adobe registraram ganhos entre 2,1% e 6,5% no dia. Ações ligadas a criptomoedas subiram depois que o bitcoin se recuperou após duas sessões consecutivas de perdas, com a Strategy saltando 17,6% e a Coinbase Global registrando alta de 10,1%. A plataforma de negociação de varejo Robinhood Markets disparou 16,6%.
Fontes: Dow Jones Newswires.
WhatsApp Brecha grave permite ver suas fotos mesmo com a tela bloqueada
Uma vulnerabilidade crítica de privacidade no WhatsApp para Android pode permitir o acesso à galeria de fotos de um celular mesmo quando o aparelho está bloqueado. A falha foi descoberta pelo pesquisador de segurança Jose Rodriguez e demonstrada em sua conta no X. O problema não exige um ataque sofisticado e está relacionado à interface de chamadas de vídeo do aplicativo.
A exploração depende do acesso físico ao celular. Quando um aparelho Android bloqueado recebe uma chamada de vídeo pelo WhatsApp, uma pessoa com o dispositivo em mãos pode atender a ligação. Depois, basta tocar no ícone “Efeitos”, acessar a aba “Planos de Fundo” e selecionar “Criar com Meta AI”.
Dentro desse menu, ao escolher a opção para editar uma foto existente, o WhatsApp pode abrir a galeria completa do aparelho sem solicitar a senha, o PIN ou a autenticação biométrica. Dessa forma, imagens armazenadas no celular ficam visíveis mesmo com a tela de bloqueio ativada.
A vulnerabilidade foi reportada à Meta e ao Google. Como a exploração exige que alguém esteja com o smartphone em mãos, não é possível executá-la remotamente. Ainda assim, o problema é relevante porque contorna uma das principais barreiras de proteção do aparelho.
A vulnerabilidade não se manifesta da mesma forma em todos os celulares. Os testes indicam que o comportamento depende de como cada fabricante implementa as restrições de segurança da tela de bloqueio em sua própria versão do Android.
O Google Pixel 6 Pro com Android 17, o Oppo K13 com ColorOS 16 e aparelhos da Vivo aparecem entre os modelos nos quais a galeria pode ser acessada pelo menu de efeitos da Meta AI sem exigir senha ou biometria. Já o Galaxy S25 Ultra com One UI 8.5 e Android 16 bloqueia o acesso e direciona o usuário para a tela de autenticação. Nos iPhones, a interface nativa de chamadas do iOS também impede que o recurso seja usado para chegar à galeria enquanto o aparelho está bloqueado.
A exploração depende do acesso físico ao celular. Quando um aparelho Android bloqueado recebe uma chamada de vídeo pelo WhatsApp, uma pessoa com o dispositivo em mãos pode atender a ligação. Depois, basta tocar no ícone “Efeitos”, acessar a aba “Planos de Fundo” e selecionar “Criar com Meta AI”.
Dentro desse menu, ao escolher a opção para editar uma foto existente, o WhatsApp pode abrir a galeria completa do aparelho sem solicitar a senha, o PIN ou a autenticação biométrica. Dessa forma, imagens armazenadas no celular ficam visíveis mesmo com a tela de bloqueio ativada.
A vulnerabilidade foi reportada à Meta e ao Google. Como a exploração exige que alguém esteja com o smartphone em mãos, não é possível executá-la remotamente. Ainda assim, o problema é relevante porque contorna uma das principais barreiras de proteção do aparelho.
A vulnerabilidade não se manifesta da mesma forma em todos os celulares. Os testes indicam que o comportamento depende de como cada fabricante implementa as restrições de segurança da tela de bloqueio em sua própria versão do Android.
O Google Pixel 6 Pro com Android 17, o Oppo K13 com ColorOS 16 e aparelhos da Vivo aparecem entre os modelos nos quais a galeria pode ser acessada pelo menu de efeitos da Meta AI sem exigir senha ou biometria. Já o Galaxy S25 Ultra com One UI 8.5 e Android 16 bloqueia o acesso e direciona o usuário para a tela de autenticação. Nos iPhones, a interface nativa de chamadas do iOS também impede que o recurso seja usado para chegar à galeria enquanto o aparelho está bloqueado.
Policia Federal consegue recuperar mensagens apagadas do WhatsApp?
Mensagens apagadas e criptografadas do WhatsApp podem ser recuperadas pela Polícia Federal durante investigações. Ainda que o conteúdo não esteja mais disponível pelo usuário, ele pode deixar rastros ou ser encontrado com a ajuda de softwares específicos.
Um caso emblemático envolveu o banqueiro Daniel Vorcaro, envolvido no escândalo do Banco Master. As autoridades tiveram acesso ao celular de Vorcaro para localizar trocas de mensagens com outras figuras importantes, incluindo um número associado ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
No caso envolvendo Daniel Vorcaro, um documento da Polícia Federal tornado público na terça-feira (1º) explicou como os investigadores tiveram acesso a algumas mensagens. O banqueiro escrevia o recado no app Notas, tirava um print da tela e enviava a imagem como uma mensagem de visualização única pelo WhatsApp.
A PF identificou que os prints geravam um arquivo PDF em pasta temporária com o mesmo conteúdo do texto. O procedimento acontece automaticamente no iPhone, sem a intervenção do usuário (é normal que os sistemas criem arquivos ou pastas temporárias durante o uso).
O padrão era sempre parecido: abrir o Notas, tirar o print, abrir o WhatsApp e enviar o conteúdo em visualização única. Dessa forma, o material foi acessado pela polícia.
Por padrão, as mensagens do WhatsApp são protegidas por criptografia de ponta a ponta. Isso significa que o app protege o conteúdo com uma combinação aleatória e permita a visualização apenas pelas partes envolvidas na conversa (nem mesmo o app tem acesso).
Porém, existem softwares usados por autoridades policiais capazes de quebrar a criptografia dos aparelhos e liberar acesso às mensagens em investigações. No caso do Banco Master, a tecnologia usada pela PF é capaz até de acessar recados apagados.
Vale reforçar que o software é licenciado e não está disponível ao público. Quer entender como as autoridades conseguem acessar tantos dados? Confira este episódio do Podcast Canaltech que explica como as informações são guardadas na nuvem e podem ser localizadas em investigações.
Um caso emblemático envolveu o banqueiro Daniel Vorcaro, envolvido no escândalo do Banco Master. As autoridades tiveram acesso ao celular de Vorcaro para localizar trocas de mensagens com outras figuras importantes, incluindo um número associado ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
No caso envolvendo Daniel Vorcaro, um documento da Polícia Federal tornado público na terça-feira (1º) explicou como os investigadores tiveram acesso a algumas mensagens. O banqueiro escrevia o recado no app Notas, tirava um print da tela e enviava a imagem como uma mensagem de visualização única pelo WhatsApp.
A PF identificou que os prints geravam um arquivo PDF em pasta temporária com o mesmo conteúdo do texto. O procedimento acontece automaticamente no iPhone, sem a intervenção do usuário (é normal que os sistemas criem arquivos ou pastas temporárias durante o uso).
O padrão era sempre parecido: abrir o Notas, tirar o print, abrir o WhatsApp e enviar o conteúdo em visualização única. Dessa forma, o material foi acessado pela polícia.
Por padrão, as mensagens do WhatsApp são protegidas por criptografia de ponta a ponta. Isso significa que o app protege o conteúdo com uma combinação aleatória e permita a visualização apenas pelas partes envolvidas na conversa (nem mesmo o app tem acesso).
Porém, existem softwares usados por autoridades policiais capazes de quebrar a criptografia dos aparelhos e liberar acesso às mensagens em investigações. No caso do Banco Master, a tecnologia usada pela PF é capaz até de acessar recados apagados.
Vale reforçar que o software é licenciado e não está disponível ao público. Quer entender como as autoridades conseguem acessar tantos dados? Confira este episódio do Podcast Canaltech que explica como as informações são guardadas na nuvem e podem ser localizadas em investigações.
Avatar: O Último Mestre do Ar primeira imagem e janela de lançamento da 3ª temporada
A Netflix divulgou a primeira imagem da 3ª temporada de Avatar: O Último Mestre do Ar, que mostra Daniel Dae Kim de volta como o Senhor do Fogo Ozai. A nova temporada será lançada em 2027 e marcará o encerramento da série live-action baseada na animação da Nickelodeon.
A produção já concluiu as filmagens e levará Aang e seus aliados para a Nação do Fogo. A trama dará continuidade aos acontecimentos da segunda temporada, que terminou com Aang gravemente ferido após ser atingido pelo raio de Azula no Estado Avatar, enquanto Zuko voltou a se aliar à irmã e ao pai.
A temporada final também terá novos personagens, incluindo Piandao, Hama, Jeong Jeong, Lo e Li e Ursa, interpretados por Jon Jon Briones, Tantoo Cardinal, Terry Chen, Dolly De Leon e Lily Gao, respectivamente.
A produção já concluiu as filmagens e levará Aang e seus aliados para a Nação do Fogo. A trama dará continuidade aos acontecimentos da segunda temporada, que terminou com Aang gravemente ferido após ser atingido pelo raio de Azula no Estado Avatar, enquanto Zuko voltou a se aliar à irmã e ao pai.
A temporada final também terá novos personagens, incluindo Piandao, Hama, Jeong Jeong, Lo e Li e Ursa, interpretados por Jon Jon Briones, Tantoo Cardinal, Terry Chen, Dolly De Leon e Lily Gao, respectivamente.
Lanternas explode de audiência
Lanternas é um hit absoluto! O episódio 3, que foi ao ar no último domingo (30), registrou a maior audiência da série no recorte dos três primeiros dias de exibição. Foram 10 milhões de espectadores globalmente, sendo 7 milhões apenas nos Estados Unidos.
Caso não se lembre, a série da DC Studios registrou a 3ª melhor estreia de 1ª temporada da história da HBO, perdendo apenas para A Casa do Dragão e The Last of Us, e foi também a maior estreia da história da DC na emissora e em seu serviço de streaming, a HBO Max. Agora, dados oficiais revelam que o piloto ultrapassou a marca de 20 milhões de espectadores no mundo todo e continua crescendo.
Criada por Chris Mundy, Damon Lindelof e Tom King, Lanternas é um dos maiores sucessos da história da HBO e deve ter uma 2ª temporada encomendada muito em breve. Os roteiros dos novos episódios já estão sendo escritos, sob a liderança de Mundy e Christopher Cantwell, criador da aclamada série Halt and Catch Fire e roteirista de quadrinhos premiado por trabalhos na Marvel e na DC Comics.
Cantwell está substituindo Lindelof e King, que estão deixando os cargos de roteiristas-chefes para se dedicarem a novos projetos na HBO.
A 1ª temporada de Lanternas continuará ganhando episódios inéditos aos domingos, sempre às 22h (no horário de Brasília), até 4 de outubro. A trama envolve Hal Jordan sendo obrigado a treinar John Stewart durante a investigação de um crime suspeito no coração do Nebraska.
Caso não se lembre, a série da DC Studios registrou a 3ª melhor estreia de 1ª temporada da história da HBO, perdendo apenas para A Casa do Dragão e The Last of Us, e foi também a maior estreia da história da DC na emissora e em seu serviço de streaming, a HBO Max. Agora, dados oficiais revelam que o piloto ultrapassou a marca de 20 milhões de espectadores no mundo todo e continua crescendo.
Criada por Chris Mundy, Damon Lindelof e Tom King, Lanternas é um dos maiores sucessos da história da HBO e deve ter uma 2ª temporada encomendada muito em breve. Os roteiros dos novos episódios já estão sendo escritos, sob a liderança de Mundy e Christopher Cantwell, criador da aclamada série Halt and Catch Fire e roteirista de quadrinhos premiado por trabalhos na Marvel e na DC Comics.
Cantwell está substituindo Lindelof e King, que estão deixando os cargos de roteiristas-chefes para se dedicarem a novos projetos na HBO.
A 1ª temporada de Lanternas continuará ganhando episódios inéditos aos domingos, sempre às 22h (no horário de Brasília), até 4 de outubro. A trama envolve Hal Jordan sendo obrigado a treinar John Stewart durante a investigação de um crime suspeito no coração do Nebraska.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 03/09/26
As bolsas europeias fecharam em alta nesta quinta-feira (3) com exceção de Lisboa, apoiadas pelo alívio nos juros globais e por algum apetite por risco, embora as tensões no Oriente Médio sigam limitando os ganhos.
Em Paris, a forte queda do setor de luxo pesou e pressionou o CAC 40, que conseguiu se recuperar no final do pregão.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,70%, a 10.831,52 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,65%, a 26.007,57 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,07%, a 8.286,40 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,88%, a 52.245,47 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,11%, a 19.998,20 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,04%, a 9.401,50 pontos. As cotações são preliminares.
Na agenda, o PPI da zona do euro teve alta anual de 5,8% em agosto, com alta acima do esperado na comparação mensal, enquanto os PMIs de serviços mostraram expansão no bloco e no Reino Unido, mas contração na Alemanha.
O Goldman Sachs avaliou que a adaptação do transporte ao bloqueio de Ormuz tende a limitar novas altas do petróleo, mesmo com interrupções prolongadas. Já Kristina Hooper, da Man Group, vê ações europeias apoiadas por gastos em defesa, indústria e infraestrutura.
Em Londres, Airtel Africa (+2,3%) e Vodafone (+2,6%) avançaram e deram suporte ao FTSE 100. Em Frankfurt, Deutsche Telekom (+1,4%) ganhou força após notícia de que a Elliott Investment Management adquiriu participação na companhia. Montadoras como Volkswagen (+3,1%) e BMW (+1,8%) também subiram no dia.
Paris foi um dos focos negativos, com o setor de luxo (-1,9%) penalizado por temores sobre demanda na China e no Oriente Médio. Hermès caiu cerca de 3%, LVMH perdeu 2,1%, perto da mínima em quase seis anos, e Kering recuou 2%. Analistas do JPMorgan veem fraqueza persistente nas vendas chinesas ao longo do restante do ano e possivelmente em 2027. Em Madri, Acerinox esteve entre os destaques positivos, com alta de 3,2%.
(Com informações da Dow Jones Newswires)
Em Paris, a forte queda do setor de luxo pesou e pressionou o CAC 40, que conseguiu se recuperar no final do pregão.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,70%, a 10.831,52 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,65%, a 26.007,57 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,07%, a 8.286,40 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,88%, a 52.245,47 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,11%, a 19.998,20 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,04%, a 9.401,50 pontos. As cotações são preliminares.
Na agenda, o PPI da zona do euro teve alta anual de 5,8% em agosto, com alta acima do esperado na comparação mensal, enquanto os PMIs de serviços mostraram expansão no bloco e no Reino Unido, mas contração na Alemanha.
O Goldman Sachs avaliou que a adaptação do transporte ao bloqueio de Ormuz tende a limitar novas altas do petróleo, mesmo com interrupções prolongadas. Já Kristina Hooper, da Man Group, vê ações europeias apoiadas por gastos em defesa, indústria e infraestrutura.
Em Londres, Airtel Africa (+2,3%) e Vodafone (+2,6%) avançaram e deram suporte ao FTSE 100. Em Frankfurt, Deutsche Telekom (+1,4%) ganhou força após notícia de que a Elliott Investment Management adquiriu participação na companhia. Montadoras como Volkswagen (+3,1%) e BMW (+1,8%) também subiram no dia.
Paris foi um dos focos negativos, com o setor de luxo (-1,9%) penalizado por temores sobre demanda na China e no Oriente Médio. Hermès caiu cerca de 3%, LVMH perdeu 2,1%, perto da mínima em quase seis anos, e Kering recuou 2%. Analistas do JPMorgan veem fraqueza persistente nas vendas chinesas ao longo do restante do ano e possivelmente em 2027. Em Madri, Acerinox esteve entre os destaques positivos, com alta de 3,2%.
(Com informações da Dow Jones Newswires)
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 03/09/26
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única e com variações limitadas, após uma sessão volátil. O mercado acionário japonês prolongou queda diante da valorização do iene ante o dólar e outras moedas com perspectiva de aperto monetário pelo Banco do Japão.
O índice japonês Nikkei caiu 0,17%, para 64.214,48 pontos, após tombo de 2,9% na sessão anterior. O Banco do Japão tem permanecido em destaque, afirmou a equipe de pesquisa de Economia e Mercados Globais do UOB em relatório.
Em um discurso na quarta-feira (2), Hajime Takata - membro do conselho do banco com postura mais agressiva em relação à política monetária - "deixou a porta aberta para um aumento expressivo da taxa de juros e para elevações consecutivas", disse a equipe. Takata também afirmou que um aumento de 25 pontos-base na taxa "não está necessariamente definido de forma imutável", citaram os analistas.
A Dynamic Map Platform avançou 21%, após salto de dois dígitos na véspera. As ações da fornecedora japonesa de dados de mapas em 3D de alta precisão são negociadas à luz do atual contexto em que companhias americanas mudam nomes de localidades geográficas em resposta a diretrizes do presidente dos EUA, Donald Trump.
Ontem foi a vez de a Apple Maps atualizar seu aplicativo Mapas para exibir o Lake America e não Lake Ontário a muitos usuários e torná-lo pesquisável para pessoas nos EUA, seguindo mesma decisão da Google Maps.
O índice sul-coreano Kospi se recuperou da queda da véspera e subiu 0,3% em Seul, para 6.579.48 pontos.
Em Hong Kong, o Hang Seng terminou com baixa de 0,4%, a 25.213,31 pontos. A Shein estendeu a liquidação da véspera e cedeu 8,7% no seu terceiro dia de negociação no mercado acionário após Oferta Pública Inicial em Hong Kong. Já o Taiex, referencial de Taiwan, cedeu 0,7% em Taiwan, para 45.857.66 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto ficou perto da estabilidade (+0,02%), aos 3.942,09 pontos, e o Shenzhen Composto também fechou estável, aos 2.512,87 pontos. O PMI de serviços da China subiu para 51,4 em agosto, elevando o índice composto.
Na Oceania, a bolsa australiana fechou em alta de 0,46% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, para 9.020,10 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,61% em Wellington a 13.846,18 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,34% em Moscou a 2.214,35 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,55% em Bombaim a 76.152,86 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
O índice japonês Nikkei caiu 0,17%, para 64.214,48 pontos, após tombo de 2,9% na sessão anterior. O Banco do Japão tem permanecido em destaque, afirmou a equipe de pesquisa de Economia e Mercados Globais do UOB em relatório.
Em um discurso na quarta-feira (2), Hajime Takata - membro do conselho do banco com postura mais agressiva em relação à política monetária - "deixou a porta aberta para um aumento expressivo da taxa de juros e para elevações consecutivas", disse a equipe. Takata também afirmou que um aumento de 25 pontos-base na taxa "não está necessariamente definido de forma imutável", citaram os analistas.
A Dynamic Map Platform avançou 21%, após salto de dois dígitos na véspera. As ações da fornecedora japonesa de dados de mapas em 3D de alta precisão são negociadas à luz do atual contexto em que companhias americanas mudam nomes de localidades geográficas em resposta a diretrizes do presidente dos EUA, Donald Trump.
Ontem foi a vez de a Apple Maps atualizar seu aplicativo Mapas para exibir o Lake America e não Lake Ontário a muitos usuários e torná-lo pesquisável para pessoas nos EUA, seguindo mesma decisão da Google Maps.
O índice sul-coreano Kospi se recuperou da queda da véspera e subiu 0,3% em Seul, para 6.579.48 pontos.
Em Hong Kong, o Hang Seng terminou com baixa de 0,4%, a 25.213,31 pontos. A Shein estendeu a liquidação da véspera e cedeu 8,7% no seu terceiro dia de negociação no mercado acionário após Oferta Pública Inicial em Hong Kong. Já o Taiex, referencial de Taiwan, cedeu 0,7% em Taiwan, para 45.857.66 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto ficou perto da estabilidade (+0,02%), aos 3.942,09 pontos, e o Shenzhen Composto também fechou estável, aos 2.512,87 pontos. O PMI de serviços da China subiu para 51,4 em agosto, elevando o índice composto.
Na Oceania, a bolsa australiana fechou em alta de 0,46% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, para 9.020,10 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,61% em Wellington a 13.846,18 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,34% em Moscou a 2.214,35 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,55% em Bombaim a 76.152,86 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Marshals: Uma História de Yellowstone | Trailer 2ª Temporada
Kayce Dutton tá de volta. E o caos veio junto!
O legado dos Dutton continua na 2ª temporada de Marshals, com Kayce encarando uma nova conspiração, novas missões e mais problemas em Montana.
Estreia 5 de outubro no meu streaming.
O legado dos Dutton continua na 2ª temporada de Marshals, com Kayce encarando uma nova conspiração, novas missões e mais problemas em Montana.
Estreia 5 de outubro no meu streaming.
Maxton Hall Teaser Trailer da 3ª e última temporada da série
A 3ª e última temporada do sucesso teen Maxton Hall – O Mundo Entre Nós ganhou um primeiro trailer divulgado pelo Prime Video. A prévia mostra Ruby e James enfrentando novos conflitos no relacionamento, enquanto a protagonista é suspensa do colégio de elite e vê seu sonho de estudar em Oxford ameaçado.
Baseada no terceiro livro da trilogia de Mona Kasten, Save Us, a temporada final estreia mundialmente em 9 de dezembro. Harriet Herbig-Matten e Damian Hardung retornam como Ruby e James, respectivamente, com Martin Schreier novamente na direção.
Baseada no terceiro livro da trilogia de Mona Kasten, Save Us, a temporada final estreia mundialmente em 9 de dezembro. Harriet Herbig-Matten e Damian Hardung retornam como Ruby e James, respectivamente, com Martin Schreier novamente na direção.
Terra da Máfia é renovada para a 3ª temporada
Se existiram conflitos entre a equipe de Terra da Máfia com Tom Hardy, essas questões foram resolvidas, já que a série acaba de receber uma renovação formal para a 3ª temporada com o co-protagonista.
A novidade foi compartilhada nas redes nesta quinta-feira (03), confirmando que a Paramount+ deu sinal verde para novos episódios do drama, e que contarão com a volta do intérprete de Harry Da Souza no centro da trama.
Em relatórios passados, foi dito que equipe não estava satisfeita com o comportamento de Hardy com os trabalhos na produção, e que Helen Mirren e Pierce Brosnan não estavam confortáveis com a ideia do astro continuar no elenco.
Terra da Máfia retornará em breve com sua segunda temporada na plataforma da Paramount, mais precisamente, no próximo dia 18 de setembro. Os episódios serão lançados semanalmente.
Enquanto isso, a 3ª temporada ainda não possui uma previsão de lançamento definida.
A novidade foi compartilhada nas redes nesta quinta-feira (03), confirmando que a Paramount+ deu sinal verde para novos episódios do drama, e que contarão com a volta do intérprete de Harry Da Souza no centro da trama.
Em relatórios passados, foi dito que equipe não estava satisfeita com o comportamento de Hardy com os trabalhos na produção, e que Helen Mirren e Pierce Brosnan não estavam confortáveis com a ideia do astro continuar no elenco.
Terra da Máfia retornará em breve com sua segunda temporada na plataforma da Paramount, mais precisamente, no próximo dia 18 de setembro. Os episódios serão lançados semanalmente.
Enquanto isso, a 3ª temporada ainda não possui uma previsão de lançamento definida.
Código: Vingança ganha data para chegar ao streaming
Após uma fraca abertura e uma grande confusão com o vazamento no Prime Video, Código: Vingança (2026) já está sendo preparado para ser lançado oficialmente no streaming on demand dos Estados Unidos.
A Lionsgate vai liberar compra e aluguel digital na América do Norte na próxima terça-feira, 8 de setembro. No Brasil, obviamente, o lançamento oficial deve demorar mais um pouco, visto que a estreia nos cinemas acontecerá apenas em 10 de setembro.
No fim, após toda a confusão do vazamento, Código: Vingança concluirá a sua janela de exclusividade cinematográfica em apenas 18 dias.
Com orçamento estimado em US$ 40 milhões, o longa arrecadou US$ 22 milhões globalmente até agora. Os produtores acreditam que o vazamento foi determinante para o fracasso financeiro. Bem, eles claramente estão jogando a tolha nos cinemas e apostando tudo agora na receita de VOD.
Dirigido por Jean-François Richet e estrelado por Jason Statham, Código: Vingança segue Cole Reed (Statham), um homem que é incriminado pela morte do patrão bilionário e busca vingança contra a conspiração que armou para ele. Para isso, o protagonista invade um navio de carga e conduz toda uma cruzada solitária nele.
A Lionsgate vai liberar compra e aluguel digital na América do Norte na próxima terça-feira, 8 de setembro. No Brasil, obviamente, o lançamento oficial deve demorar mais um pouco, visto que a estreia nos cinemas acontecerá apenas em 10 de setembro.
No fim, após toda a confusão do vazamento, Código: Vingança concluirá a sua janela de exclusividade cinematográfica em apenas 18 dias.
Com orçamento estimado em US$ 40 milhões, o longa arrecadou US$ 22 milhões globalmente até agora. Os produtores acreditam que o vazamento foi determinante para o fracasso financeiro. Bem, eles claramente estão jogando a tolha nos cinemas e apostando tudo agora na receita de VOD.
Dirigido por Jean-François Richet e estrelado por Jason Statham, Código: Vingança segue Cole Reed (Statham), um homem que é incriminado pela morte do patrão bilionário e busca vingança contra a conspiração que armou para ele. Para isso, o protagonista invade um navio de carga e conduz toda uma cruzada solitária nele.
Supergirl ganha data para chegar à HBO Max
Mais de dois meses depois da estreia nos cinemas, Supergirl (2026) ganhou data para chegar ao catálogo da HBO Max.
O segundo filme da DC Studios chegará ao serviço de streaming por assinatura da Warner em 10 de setembro. Vale destacar que já há disponibilidade no on demand nas principais plataformas digitais do Brasil.
Supergirl foi o primeiro grande fracasso da DC sob a gestão de James Gunn e Peter Safran. O filme dirigido por Craig Gillespie dividiu os críticos e arrecadou US$ 126 milhões ao redor do mundo, contra um orçamento de US$ 175 milhões.
O segundo filme da DC Studios chegará ao serviço de streaming por assinatura da Warner em 10 de setembro. Vale destacar que já há disponibilidade no on demand nas principais plataformas digitais do Brasil.
Supergirl foi o primeiro grande fracasso da DC sob a gestão de James Gunn e Peter Safran. O filme dirigido por Craig Gillespie dividiu os críticos e arrecadou US$ 126 milhões ao redor do mundo, contra um orçamento de US$ 175 milhões.
Razão e Sensibilidade novas imagens
Entertainment Weekly divulgou novas imagens de "Razão e Sensibilidade", nova adaptação do clássico e homônimo romance de Jane Austen.
A trama do longa acompanha Elinor Dashwood (Edgar-Jones), a sensata primogênita da família que, após a morte do pai, se muda com a mãe e as duas irmãs para uma propriedade distante, onde enfrentam dificuldades financeiras enquanto descobrem as complexidades do amor na Inglaterra do século XIX.
Desenvolvido por meio de uma parceria entre Kiddo Films, November Pictures e Working Title Films, o novo longa-metragem teve direção de Georgia Oakley ('Little Bird'), comandada a partir de um script assinado por Diana Reid.
Ao lado de Edgar-Jones e Creed-Miles como as irmãs Dashwood, o elenco conta com Caitrona Balfe interpretando a Sra. Dashwood, mãe das garotas. Os interesses amorosos das jovens ficam a cargo de George MacKay (Edward Ferrars) e Herbet Nordrum (Coronel Brandon). Frank Dillane viverá John Willoughby, o interesse amoroso inicial de Marianne. Fiona Shaw dará vida a espirituosa Sra. Jennigs, enquanto Bodhi Rae Breathnach viverá Margaret, a caçula das Dashwood.
Distribuído pela Universal Pictures, "Razão e Sensibilidade" estreia em 15 de outubro no Brasil, exclusivamente nos cinemas.
A trama do longa acompanha Elinor Dashwood (Edgar-Jones), a sensata primogênita da família que, após a morte do pai, se muda com a mãe e as duas irmãs para uma propriedade distante, onde enfrentam dificuldades financeiras enquanto descobrem as complexidades do amor na Inglaterra do século XIX.
Desenvolvido por meio de uma parceria entre Kiddo Films, November Pictures e Working Title Films, o novo longa-metragem teve direção de Georgia Oakley ('Little Bird'), comandada a partir de um script assinado por Diana Reid.
Ao lado de Edgar-Jones e Creed-Miles como as irmãs Dashwood, o elenco conta com Caitrona Balfe interpretando a Sra. Dashwood, mãe das garotas. Os interesses amorosos das jovens ficam a cargo de George MacKay (Edward Ferrars) e Herbet Nordrum (Coronel Brandon). Frank Dillane viverá John Willoughby, o interesse amoroso inicial de Marianne. Fiona Shaw dará vida a espirituosa Sra. Jennigs, enquanto Bodhi Rae Breathnach viverá Margaret, a caçula das Dashwood.
Distribuído pela Universal Pictures, "Razão e Sensibilidade" estreia em 15 de outubro no Brasil, exclusivamente nos cinemas.
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