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quinta-feira, 18 de junho de 2026

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 18/06/26

Bitcoin: R$ 325.286,50 Reais e US$ 62.770,54 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,1740
Dólar turismo: R$ 5,3819
Euro comercial: R$ 5,927
Libra: R$ 6,848

Dólar sobe a R$5,1745 com Fed vendo alta de juros e Copom sugerindo nova baixa

O dólar emplacou nesta quinta-feira a ‌quarta sessão consecutiva de ganhos ante o real, com as decisões sobre juros da véspera, nos Estados Unidos e no Brasil, justificando o aumento das cotações.

Enquanto o Federal Reserve passou indicações de que sua taxa de referência vai subir ainda em 2026, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central preparou terreno para mais cortes de juros.  O dólar à vista fechou o dia com alta de ⁠1,25%, aos R$5,1745. No ano, a divisa passou a acumular queda de 5,73% ante o real. Às 17h06, ‌o dólar futuro para julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 1,17% na B3, aos R$5,1820.

As decisões de política monetária do Fed e do BC na véspera, cada uma a sua ‌maneira, atuaram para o avanço do dólar ante o real.
 No ‌caso do Fed, a instituição manteve na tarde de quarta-feira sua taxa de juros na ⁠faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, mas passou indicações de que um aumento pode ocorrer até o fim do ano. Com isso, os investidores globais elevaram as apostas de pelo menos um aumento de juros pelo Fed, possivelmente já em agosto.

Em reação, o dólar exibiu ganhos ante a maior parte das demais divisas nesta quinta-feira, incluindo divisas de países emergentes como o real, o peso chileno, ‌a lira turca e o peso mexicano. O real esteve durante todo o dia entre as moedas que ‌mais perdiam valor, com o mercado ⁠também reagindo negativamente ao ⁠anúncio da véspera do Copom.

O colegiado cortou a taxa básica Selic em 25 pontos-base, para 14,25% ao ano, e ⁠adotou na visão de alguns analistas uma postura "dovish" (mais suave ‌no combate à inflação), ao estender ‌o horizonte relevante para que a inflação possa convergir à meta de 3%.

Na prática, o BC "adiou" o atingimento da meta de 3% do quarto trimestre de 2027 para o primeiro trimestre de 2028, reforçando a percepção de que pode haver novo corte da Selic em agosto. "O ⁠grande destaque ficou por conta justamente da rolagem do horizonte relevante em um trimestre à frente, sinalizando que o comitê... opta por buscar uma justificativa que sustente um corte de juros, mostrando uma postura mais propensa a riscos inflacionários", avaliou a equipe da Genial Investimentos em análise publicada após a decisão.

Assim, a perspectiva de juros mais altos nos ‌EUA, somada à possibilidade de novo corte no Brasil, torna o diferencial de juros brasileiro menos atrativo ao investimento estrangeiro, o que em tese pode prejudicar o fluxo de dólares para o ⁠país. Em reação, o dólar à vista se reaproximou dos R$5,20 durante a sessão desta quinta-feira. Às 13h19, a divisa atingiu a cotação máxima de R$5,1909 (+1,58%). "Recentemente, a moeda americana vinha acumulando quedas impulsionadas pelo diferencial de juros favorável ao Brasil. Agora, com a perspectiva de juros mais altos nos Estados Unidos, ocorre uma pequena realocação de recursos", comentou Leonardo Santana, especialista em investimentos e sócio da casa de análise Top Gain.

"Parte do capital deixa a bolsa brasileira e até mesmo a renda fixa local para buscar oportunidades no mercado americano", acrescentou.

No exterior, o dólar também se mantinha em alta ante as demais divisas neste fim de tarde. Às 17h17, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- subia 0,44%, a 100,790. No fim da manhã, sem efeito sobre as cotações, o Banco Central vendeu 60.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de julho.

Ibovespa fecha com queda modesta após BC deixar em aberto próximas decisões sobre a Selic

O Ibovespa fechou com uma queda modesta nesta quinta-feira, um ‌dia após o Banco Central cortar a taxa Selic para 14,25% e deixar em aberto os próximos movimentos de política monetária. 

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,1%, a 168.277,55 pontos, após marcar 169.542,37 pontos na máxima e 167.910,63 pontos na mínima do dia. O volume financeiro no pregão somou R$26,3 bilhões.

Os índices de Wall Street ‌fecharam em alta nesta quinta-feira

O índice Dow Jones Industrial Average subiu 72,15 pontos, ou 0,14%, para 51.564,70,
S&P ‌500  ganhou 80,48 pontos, ou 1,08%, para 7.500,58 
Nasdaq Composite ganhou 496,28 pontos, ou ‌1,91%, para 26.517,93.

As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta quinta-feira (18)

Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 1,04%, a 10.399,70 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,37%, a 25.028,06 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,44%, a 8.467,98 pontos.

Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,18%, a 52.688,22 pontos. 
Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,09%, a 19.404,10 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,55%, a 9.040,40 pontos.

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quinta-feira (18).

Kospi avançou 2,25% em Seul, para 9.063,84 pontos
Nikkei subiu 1,65% em Tóquio, a 71.053,49 pontos - ambos em máximas históricas.
Taiex registrou alta de 1,28% em Taiwan, a 46.465,20 pontos
Hang Seng caiu 1,59% em Hong Kong, a 23.924,81 pontos.

Na China continental, o Shanghai Composto recuou 0,43%, a 4.090,48 pontos, 
Shenzhen Composto subiu 0,53%, a 2.853,37 pontos.

Na Austrália fechou em baixa hoje, de 0,62% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.911,10 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,22% em Wellington a 13.363,31 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,96% em Moscou a 2.436,27 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,33% em Bombaim a 77.409,98 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 18/06/26

Os índices de Wall Street ‌fecharam em alta nesta quinta-feira, impulsionados pelas ações do setor de semicondutores e pela diminuição dos temores em relação à inflação, embora os investidores ainda tenham precificado aumentos nas taxas de juros pelo Federal Reserve neste ano.

O índice de semicondutores da Filadélfia apresentou desempenho significativamente superior ao do restante do mercado, à medida que as ações da Intel atingiram uma alta recorde. O ⁠presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a fabricante do iPhone, a Apple, concordou em trabalhar ‌com a Intel para projetar e fabricar seus chips nos EUA. No início do pregão, os preços do petróleo caíram para seus níveis mais baixos desde o início de março, depois ‌que os EUA e o Irã assinaram um acordo provisório ‌que prorroga o cessar-fogo de abril por mais 60 dias, a fim de dar ⁠tempo às partes para chegarem a um acordo definitivo.

Embora Trump tenha ameaçado retomar os ataques caso o Irã não honre seus compromissos, os primeiros navios começaram a navegar pelo Estreito de Ormuz, onde o transporte de petróleo, gás, fertilizantes e outras cargas estava interrompido desde o início da guerra.

O índice Dow Jones Industrial Average subiu 72,15 pontos, ou 0,14%, para 51.564,70, o S&P ‌500  ganhou 80,48 pontos, ou 1,08%, para 7.500,58 e o Nasdaq Composite ganhou 496,28 pontos, ou ‌1,91%, para 26.517,93.

Todos os três ⁠principais índices de Wall ⁠Street caíram na sessão anterior, à medida que os investidores precificaram a probabilidade de aumentos nas taxas de ⁠juros pelo Fed, depois que o novo presidente ‌do banco central, Kevin Warsh, ressaltou ‌a necessidade de conter a inflação e outros formuladores de política monetária sinalizaram custos de empréstimos mais altos no futuro.

"Os mercados ficaram assustados com a promessa feita ontem por Warsh de conter a inflação", disse Tony Welch, diretor de investimentos da SignatureFD, mas ⁠ele destacou a queda nos preços do petróleo e a recente solidez nos resultados financeiros e nos dados econômicos. "O conjunto de dados ainda é favorável, independentemente de o Fed ter se tornado um pouco mais 'hawkish' ou não."

Os operadores apostavam em uma chance de cerca de 50% de um aumento de 25 pontos-base da taxa básica ‌de juros já em setembro e em uma probabilidade de cerca de 20% para um aumento de 50 pontos-base, de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group. Os investidores ainda ⁠estavam avaliando a indicação de Warsh de que o Fed fornecerá menos orientações sobre futuros movimentos de política monetária e seu foco declarado na estabilidade de preços. Eric Johnston, estrategista-chefe de ações e macroeconomia da Cantor, disse: "A conclusão de hoje é que o Fed tem mais credibilidade em relação à inflação."

No que diz respeito aos dados, informações do Departamento do Trabalho mostraram que o número de norte-americanos que solicitaram auxílio-desemprego caiu na semana passada.

As ações da SpaceX, de Elon Musk, caíram pelo segundo dia consecutivo, depois que a empresa de tecnologia espacial e IA registrou forte alta nos primeiros dias de negociação após sua estreia na bolsa na última sexta-feira. A quinta-feira também marcou o vencimento simultâneo, que ocorre uma vez por trimestre, de contratos de derivativos vinculados a ações, opções sobre índices e futuros — também conhecido como "triple witching" —, o que pode impulsionar o volume de negociações e agravar a volatilidade.

 Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

Fallout 3ª temporada: Manny Jacinto e mais entram para o elenco

O Prime Video está convocando uma seleção potente para a 3ª temporada da série de Fallout. Manny Jacinto (The Acolyte) é o mais novo nome de peso a se juntar ao elenco.

Não só ele. Emily Mortimer e Thomasin McKenzie também foram escaladas. Os papéis dos três ainda estão mantidos sob sigilo.

Aaron Paul, de Braking Bad, também é uma das novidades do elenco, que terá os retornos de Ella Purnell, Aaron Moten, Walton Goggins, Kyle MacLachlan, Moisés Arias, Frances Turner, Annabel O’Hagan e Dave Register.

Fallout retorna a Los Angeles ainda este mês para dar início às filmagens da 3ª temporada.

 

Moana pode superar US$ 85 milhões em estreia nos EUA

A versão em live-action de Moana já começa a chamar atenção antes mesmo da estreia. De acordo com as primeiras projeções compartilhadas pelo Deadline, a produção da Walt Disney Studios deve arrecadar cerca de US$ 85 milhões em sua abertura na América do Norte.

O site observa que, embora seja um número expressivo, acabou ficando abaixo de algumas expectativas para uma das principais apostas do estúdio.Analistas destacam, porém, que ainda é cedo para previsões definitivas, especialmente porque enfrentará forte concorrência nas semanas anteriores.

Entre os principais rivais estão Toy Story 5, que atualmente tem projeções entre US$ 140 milhões e US$ 150 milhões, e Minions & Monstros, da Illumination, que pode abrir com pelo menos US$ 95 milhões.

Para efeito de comparação, a animação original, lançada em 2016, arrecadou US$ 82 milhões nos cinco primeiros dias de exibição, se aproveitando do feriado de Ação de Graças.

Moana chegará aos cinemas em 9 de julho.

Homem-Aranha: Um Novo Dia registra maior abertura de pré-venda dos últimos anos

Produzido em colaboração entre Sony Pictures e Marvel Studios, Homem-Aranha: Um Novo Dia começou demonstrando grande força comercial.

De acordo com relatório do Deadline, a abertura da pré-venda dos ingressos nos Estados Unidos foi a maior dos últimos cinco anos.

Além disso, é o melhor desempenho de pré-venda de qualquer lançamento de 2026 até agora.O último a atingir números tão expressivos em vendas antecipadas foi Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa. Na ocasião, acumulou cerca de US$ 78 milhões em pré-venda antes de chegar aos cinemas e acabou registrando a segunda maior abertura da história da bilheteria norte-americana, com US$ 260,1 milhões.

Analistas consultados pelo site apontam que Um Novo Dia também ficou acima da pré-venda de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, que estreou em 2022 arrecadando US$ 187,4 milhões.

A direção fica por conta de Destin Daniel Cretton (Shang-Chi), e a estreia nos cinemas brasileiros está marcada para 29 de julho.

Homem-Aranha: Um Novo Dia se passa vários anos após os acontecimentos de Sem Volta Para Casa, quando Peter Parker toma a difícil decisão de apagar as memórias de todos sobre sua identidade secreta.

A pré-venda para o live-action de ‘Moana’ já está aberta no Brasil

O mar acaba de completar seu chamado: a pré-venda para “Moana”, novo live-action da Disney, já está aberta no Brasil.

Agora, por meio do site ou aplicativos da Ingresso.com, já é possível garantir os melhores lugares nas primeiras sessões do filme, que estreia nos cinemas nacionais em 8 de julho. 

“Moana” é inspirado na animação de 2016, que conquistou público e crítica ao combinar visuais vibrantes e uma trilha sonora marcante com a valorização da cultura polinésia - o que lhe rendeu um Grammy pela canção “How Far I’ll Go” e indicações ao Oscar, BAFTA e Globo de Ouro. Em 2024, a franquia teve seu sucesso significativamente ampliado com uma sequência, que elevou a arrecadação global de bilheteria para cerca de US$ 1,7 bilhão, e consolidou de vez a jovem exploradora como uma das princesas mais populares.

Com direção de Thomas Kail (‘Hamilton’), a partir de um roteiro assinado por Jared Bush e Danna Miller - responsáveis pelo segundo capítulo da animação -, a versão em live-action promete seguir a história original, acompanhando a jornada da protagonista ao deixar a ilha de Motunui em uma missão para salvar seu povo.

Catherine Laga’aia é quem interpreta a personagem-título, ao lado de diversos outros nomes de peso que compõem o elenco, como John Tui (‘Han Solo: Uma História Star Wars’), Frankie Adams (‘Máquinas Mortais’), Rena Owen (‘Refém de Uma Mentira’) e Dwayne “The Rock” Johnson na pele do semideus Maui.

WNBA Destaques dos Jogos: 17/06/26

Confira todos os resultados no link:
WNBA 17/06/26
 

Liga das Nações Vôlei Feminina: 18/06/26


 




Copa do Mundo de Futebol 17/06/26


 


Mercado financeiro Bolsas da Europa: 18/06/26


 As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta quinta-feira (18) em sessão marcada pela avaliação dos desdobramentos do acordo provisório de paz entre EUA e Irã, pela decisão de política monetária do BoE (Banco da Inglaterra) e pela repercussão do tom mais duro adotado pelo Fed (Federal Reserve). A queda dos preços do petróleo favoreceu setores ligados ao consumo e à indústria.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 1,04%, a 10.399,70 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,37%, a 25.028,06 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,44%, a 8.467,98 pontos.Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,18%, a 52.688,22 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,09%, a 19.404,10 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,55%, a 9.040,40 pontos. As cotações são preliminares.

O BoE manteve sua taxa básica e reiterou que seguirá monitorando os impactos do conflito no Oriente Médio sobre a inflação. A autoridade monetária destacou que os preços de energia continuam elevados e voláteis, enquanto o presidente Andrew Bailey afirmou que o banco está pronto para reagir caso surjam efeitos inflacionários de segunda rodada mais fortes.

O ING avaliou que a decisão reforça a perspectiva de uma pausa prolongada nos juros britânicos e que um eventual corte pode ficar para 2027.Já o economista-chefe do BCE (Banco Central Europeu), Philip Lane, afirmou que a inflação da zona do euro deverá permanecer acima da meta por um período prolongado e defendeu a alta de juros promovida na semana passada, ressaltando que a instituição continua preparada para agir novamente, se necessário.

Entre as ações, a holandesa BE Semiconductor subiu cerca de 1,6% após elevar suas metas de receita e rentabilidade de longo prazo com o avanço da demanda relacionada à inteligência artificial (IA). Em Londres, a Tesco recuou 1,2% após divulgar crescimento das vendas comparáveis no trimestre. Em Paris, a L'Oréal avançou perto de 0,5% depois de anunciar a aquisição de uma participação majoritária na indiana Innovist.

Já as petroleiras europeias limitaram ganhos ou operaram em queda ao longo da sessão, refletindo o recuo do petróleo diante das perspectivas de normalização dos fluxos pelo Estreito de Ormuz. O setor cedeu 1,5%.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 18/06/26

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quinta-feira (18). Os índices do Japão e da Coreia do Sul atingiram novos recordes após Estados Unidos e Irã assinarem um acordo preliminar para encerrar a guerra no Oriente Médio.

Ontem, porém, Wall Street sofreu perdas generalizadas depois de o Fed sinalizar que pode elevar os juros antes do fim do ano.

Liderando os ganhos na região, o Kospi avançou 2,25% em Seul, para 9.063,84 pontos, e o Nikkei subiu 1,65% em Tóquio, a 71.053,49 pontos - ambos em máximas históricas. Em outras partes da Ásia, o Taiex registrou alta de 1,28% em Taiwan, a 46.465,20 pontos, enquanto o Hang Seng caiu 1,59% em Hong Kong, a 23.924,81 pontos.

Na China continental, o Shanghai Composto recuou 0,43%, a 4.090,48 pontos, mas o Shenzhen Composto subiu 0,53%, a 2.853,37 pontos.

Líderes dos EUA e do Irã assinaram um acordo para encerrar permanentemente as hostilidades e reabrir o Estreito de Ormuz - por onde transita cerca de 20% do petróleo mundial -, iniciando um prazo de 60 dias de negociações para alcançar um entendimento final sobre o futuro do programa nuclear iraniano. Até lá, o texto prevê que Teerã dilua seu estoque de urânio altamente enriquecido.

Segundo detalhes divulgados por ambos os governos, o acordo também suspende sanções com apoio dos EUA, permitindo que o Irã volte a vender seu petróleo livremente, em uma concessão significativa de Washington.No fim da madrugada, o petróleo Brent recuava 2%, para menos de US$ 78 por barril.O comportamento misto dos mercados asiáticos também veio após as bolsas de Nova York caírem ao menos 1% ontem, depois de o Fed deixar os juros inalterados, como esperado, mas indicar que pode elevá-los ainda neste ano.

Na Oceania, a bolsa da Austrália fechou em baixa hoje, com queda de 0,62% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.911,10 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,22% em Wellington a 13.363,31 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,96% em Moscou a 2.436,27 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,33% em Bombaim a 77.409,98 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires.

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 17/06/26

Bitcoin: R$ 329.286,00 Reais e US$ 64.296,00 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,1076
Dólar turismo: R$ 5,3010
Euro comercial: R$ 5,870
Libra: R$ 6,822

Dólar fecha em alta no Brasil após Fed indicar possível alta de juros em 2026

O dólar fechou ‌a quarta-feira em alta ante o real, acompanhando o fortalecimento da moeda norte-americana ante as demais divisas no exterior, após o Federal Reserve não alterar sua taxa de juros, mas indicar que um aumento pode ocorrer ainda em 2026.

O dólar à vista fechou o dia com alta de 0,41%, aos R$5,1104. No acumulado ⁠do ano, a divisa passou a acumular queda de 6,90% ante o real.  Às 17h03, ‌o dólar futuro para julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 0,36% na B3, aos R$5,1245.

Até a decisão do Fed, anunciada às 15h00, ‌o dólar exibiu perdas ante o real e outras ‌divisas da América Latina, como o peso chileno, o sol peruano ⁠e o peso mexicano. O ambiente mudou após o Fed manter a taxa de referência na faixa de 3,50% a 3,75%, como era largamente esperado, mas indicar que espera por um aumento ainda este ano. A perspectiva de juros mais altos nos EUA deu força aos rendimentos dos Treasuries e ao dólar ante todas as ‌demais divisas, incluindo o real.

"Na primeira reunião sob a gestão de Kevin Warsh, o ‌Fed não trouxe surpresas: manteve ⁠os juros inalterados, ⁠em um patamar que ainda pressiona a atividade econômica, mas reflete a cautela do novo presidente ⁠diante das incertezas geradas pelo conflito ‌no Oriente Médio", destacou Edson ‌Mendes, sócio-fundador da Private Investimentos, em referência ao fato de esta decisão ser a primeira com Warsh como chair do Fed.

"No curto prazo, a decisão tende a reforçar o dólar frente às moedas emergentes e pode continuar ⁠reduzindo o fluxo de capitais para esses mercados", acrescentou. Após atingir a cotação mínima de R$5,0511 (-0,75%) às 14h59 -- 1 minuto antes do anúncio do Fed -- o dólar à vista marcou a máxima de R$5,1225 (+0,65%) às 16h38, já após a decisão e à coletiva de imprensa de Warsh.

Agora, ‌investidores aguardam pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central sobre a taxa básica Selic, hoje em 14,50% ao ano, após as 18h30. Ainda ⁠que boa parte do mercado espere por novo corte de 25 pontos-base da Selic, os agentes estarão atentos ao comunicado, em busca de pistas sobre a decisão seguinte, em agosto.

O diferencial de juros entre Brasil e outros países -- como EUA e Japão, cujas taxas estão em níveis bem menores -- vinha sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, o que conduziu as cotações do dólar a patamares mais baixos ante o real nos últimos meses. No fim da manhã, o Banco Central vendeu 60.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de julho. À tarde, o BC informou que o Brasil registrou fluxo cambial total positivo de US$4,130 bilhões em junho até dia 12.

Ibovespa fecha em queda após Fed sinalizar alta de juros neste ano

O Ibovespa fechou em queda nesta quarta-feira, perdendo fôlego ‌após projeções de autoridades do banco central norte-americano apontarem uma alta na taxa de juros da maior economia do mundo ainda neste ano.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,7%, a 168.453,93 pontos, renovando mínima de fechamento desde janeiro. Durante a sessão, chegou a 167.915,71 pontos na mínima, após avançar a 171.878,23 pontos na máxima. O volume financeiro somou R$68,79 bilhões, em pregão também marcado pelo vencimento de opções sobre o Ibovespa e do contrato futuro do índice.

Bolsas de NY fecham em queda de cerca de 1%, após decisão do Fed e incertezas sobre EUA-Irã

As bolsas de Nova York fecharam em forte queda nesta quarta-feira, pressionadas pela manutenção de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e retirada de orientação futura na primeira decisão sob comando de Kevin Warsh. Ainda, relatos divergentes sobre o acordo entre EUA e Irã retomam temores sobre a fragilidade do acordo.

O Dow Jones fechou em queda de 0,98%, aos 51.492,55 pontos. O S&P 500 perdeu 1,21%, nos 7.420,10 pontos. E o Nasdaq recuou 1,34%, encerrando em 26.021,66 pontos. 

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,14%, a 10.508,61 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,08%, a 24.931,55 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,20%, a 8.430,79 pontos. 

Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,31%, a 52.595,23 pontos. 
Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,20%, a 19.392,90 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,76%, a 9.090,72 pontos. 

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira (17)

Sul-coreano Kospi avançou 1,58% em Seul, para o novo patamar inédito de 8.864,24 pontos, 
Nikkei subiu 0,72% em Tóquio, a 69.902,25 pontos, também em nível recorde.
Taiex teve ligeiro ganho de 0,15% em Taiwan, a 45.877,39 pontos, 
Hang Seng caiu 0,74% em Hong Kong, a 24.312,16 pontos.

Na China continental, o Shanghai Composto avançou 0,40%, a 4.108,08 pontos, 
e o menos abrangente Shenzhen Composto subiu 0,73%, a 2.838,35 pontos.

Na Austrália também, com alta de 0,54% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.966,30 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,25% em Wellington a 13.392,98 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,18% em Moscou a 2.485,99 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,45% em Bombaim a 77.155,62 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 17/06/26

As bolsas de Nova York fecharam em forte queda nesta quarta-feira, pressionadas pela manutenção de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e retirada de orientação futura na primeira decisão sob comando de Kevin Warsh. Ainda, relatos divergentes sobre o acordo entre EUA e Irã retomam temores sobre a fragilidade do acordo.

O Dow Jones fechou em queda de 0,98%, aos 51.492,55 pontos. O S&P 500 perdeu 1,21%, nos 7.420,10 pontos. E o Nasdaq recuou 1,34%, encerrando em 26.021,66 pontos.

A cautela contagiou Wall Street ao longo da tarde, levando todos os setores do S&P 500 a fecharem em queda. Comunicação (-2,98%) e consumo discricionário (-2,69%) lideraram perdas, mas até setores que começaram a sessão em alta, como tecnologia (-0,61%), perderam ímpeto. A primeira decisão do Fed sob Kevin Warsh reformulou o comunicado ao retirar perspectivas futuras e alterar a forma de classificar o desempenho da economia americana. Em coletiva de imprensa, o presidente do BC dos EUA sinalizou que há mais mudanças por vir e evitou comentários sobre trajetórias de juros. Em suas projeções e gráficos de pontos, contudo, os dirigentes elevaram expectativas de inflação e sinalizaram aumento dos Fed Funds nos próximos anos.

Bancos regionais firmaram queda após a decisão do Fed. O índice bancário KBW do Nasdaq caiu 0,36%, enquanto ações do Western Alliance cederam 3,74% e do Metropolitan Bank recuaram 2,89%. Entre grandes bancos, o Goldman Sachs (+0,78%) e o Morgan Stanley (+1,87%) avançaram, mas Wells Fargo (-1,46%) e Bank of America (-0,55%) caíram.

Esta também foi a primeira menção do Fed ao Oriente Médio como possível pressão inflacionária desde o início da guerra. Hoje, o presidente Donald Trump voltou a ameaçar o Irã com bombardeios se o memorando de entendimento não for assinado e um acordo final não for alcançado, em meio a um turbilhão de diferentes relatos da imprensa sobre as negociações entre ambos países e os termos do texto em questão. As petrolíferas Chevron (-1,40%) e ExxonMobil (-0,79%) recuaram. 

Parte das ações de tecnologia sucumbiu ao ambiente de cautela, com poucas exceções. A Micron subiu 2,20% e a Broadcom avançou 4,30%, após receberem elevação de preço-alvo e manutenção de recomendação de compra pelo Citi e pelo JPMorgan, respectivamente. Já a Intel avançou 3,46%, seguindo anúncio de testes de novo processo de produção de chips.

A Robinhood também divergiu do setor cripto ao saltar quase 9%, também por receber elevação de preço-alvo após cortar número de empregados em 10%. A AST Spacemobile teve alta de 3,87%, após sucesso em missão para colocar satélites em órbita, enquanto a rival SpaceX reverteu ganhos da abertura e caiu 4,95%.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

WhatsApp prepara recurso para gravar e mandar áudio sem abrir o app

O WhatsApp está desenvolvendo um widget para a tela inicial do Android que vai permitir gravar e enviar mensagens de voz sem precisar abrir o aplicativo. A novidade foi identificada pelo site especializado WABetaInfo na versão beta 2.26.24.2 do app para Android, disponível na Google Play Store, mas ainda não está liberada para testadores.

O widget tem tamanho padrão de 3x1 na tela inicial, mas pode ser redimensionado após a instalação. O visual é simples: um botão com ícone de microfone e o texto "Tap to record" ("Toque para gravar", em inglês). Ao tocar nele, a gravação começa imediatamente. Depois de concluída, o usuário escolhe para quem enviar o áudio, com a possibilidade de selecionar vários contatos ao mesmo tempo.
 

Hoje, mandar um áudio no WhatsApp exige abrir o app, localizar a conversa e, só então, gravar. Para enviar o mesmo áudio a mais de um contato, é preciso encaminhar a mensagem manualmente para cada chat.

Com o widget, esse processo é reduzido a dois passos: gravar e selecionar os destinatários, tudo a partir da tela inicial. Também será possível compartilhar o áudio diretamente nos status.

O recurso se junta a outro widget que o WhatsApp desenvolve em paralelo, um atalho para visualizar atualizações de status, anunciado na versão beta 2.26.18.5. Segundo o WABetaInfo, a empresa vem ampliando sua aposta em widgets para Android como forma de levar funções frequentes para fora do aplicativo.

 Por enquanto, o widget de mensagens de voz segue em desenvolvimento e não tem data confirmada para chegar aos testadores. 

A expectativa do WABetaInfo é de que o recurso apareça em uma atualização beta antes de ser liberado para todos os usuários na versão estável do app.

Fonte: WABetaInfo.

Cinemas Os lançamentos da semana: 18 a 24/06/26

Nesta semana, Toy story 5, Quinze dias,  A vida à parte*, estão entre as principais estreias dos cinemas brasileiros. Em suma, as duas novas produções devem ocupar grande parte das telonas do país nos próximos dias.

Vale destacar que os demais filmes que chegam ao país têm um número de salas reduzidas e, por essa razão, devem chegar apenas às principais capitais.

Lembrando que as estreias da semana nos cinemas estão sempre sujeitas a alterações e os filmes previstos para a exibição podem mudar dependendo do dia.
 
 Toy story 5

Título original: Toy story 5
Distribuição: Disney
País: Estados Unidos
Gênero: animação
Classificação: PG supervisão dos pais
Direção: Andrew Stanton

Sinopse
Buzz, Woody, Jessie e os demais brinquedos tradicionais são desafiados pela nova obsessão das crianças do século XXI: os dispositivos eletrônicos.


Quinze dias

Distribuição: Manequim Filmes
País: Brasil
Gênero: romance
Duração: 100 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Daniel Lieff
Elenco: Miguel Lallo, Diego Lira, Débora Falabella

Sinopse
Felipe é um garoto gordo e tímido que sofre bullying na escola e aguarda pelas férias de julho desde o início das aulas. Afastado dos colegas que o maltratam, Felipe finalmente vai poder se dedicar somente ao que gosta: livros e séries. No entanto, as coisas fogem do controle quando sua mãe informa que concordou em hospedar o vizinho Caio, que foi sua primeira paixãozinha na infância, por longos 15 dias.

 

A vida à parte*

Título original: La vita accanto
Distribuição: Imovision
País: Itália
Gênero: drama
Duração: 100 minutos
Classificação: 16 anos
Observação: *Exibição exclusiva no Reserva Cultural.
Direção: Marco Tullio Giordana
Elenco: Valentina Bellè, Sonia Bergamasco, Alessandro Bressanello

Sinopse
Nos anos 1980, uma família rica se vê devastada quando Rebecca nasce com uma mancha vermelha que desfigura seu rosto. A dor e o desespero tomam conta de todos, enquanto antigos segredos familiares começam a emergir.

 

 As correntes

Título original: Las corrientes
Distribuição: Filmes do Estação
País: Argentina, Suíça
Gênero: drama
Duração: 104 minutos
Classificação: 16 anos
Direção: Milagros Mumenthaler
Elenco: Isabel Aimé Gonzalez-Sola, Esteban Bigliardi, Claudia Sánchez

Sinopse
Lina, uma estilista bem-sucedida, volta de uma viagem internacional com um segredo, uma fobia e uma vida prestes a transbordar.

 

 Cinco da tarde

Distribuição: 3 Tabela Filmes
País: Brasil,Portugal
Gênero: drama
Duração: 125 minutos
Classificação: Livre 
Direção: Eduardo Nunes
Elenco: Bárbara Luz, Sharon Cho, Analu Prestes

Sinopse
Com a morte da avó, Anabel, uma jovem de 17 anos, aproxima-se de Meiko, uma tímida vizinha. Aos poucos, esta singela aproximação mostra-se reveladora de sentimentos escondidos e semelhanças improváveis.

Mercado financeiro Bolsas da Europa: 17/06/26

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira (17) em sessão marcada pela cautela antes da decisão de política monetária do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano) e pela expectativa em torno de mais detalhes sobre o acordo provisório entre Estados Unidos e Irã.

Investidores também repercutiram sinais mistos da inflação na Europa e no Reino Unido, enquanto avaliavam os possíveis impactos do conflito no Oriente Médio sobre o crescimento econômico e os preços de energia.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,14%, a 10.508,61 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,08%, a 24.931,55 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,20%, a 8.430,79 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,31%, a 52.595,23 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,20%, a 19.392,90 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,76%, a 9.090,72 pontos. As cotações são preliminares.

A inflação ao consumidor da zona do euro acelerou para 3,2% em maio, confirmando leitura preliminar da Eurostat e permanecendo acima da meta de 2% do BCE (Banco Central Europeu). Em paralelo, o dirigente do BCE Gediminas Simkus afirmou que ao menos mais uma alta de juros é mais provável do que a manutenção das taxas, diante da persistência das pressões inflacionárias.

No Reino Unido, o CPI ficou estável em 2,8% em maio, abaixo da expectativa do mercado. Para a Capital Economics, a inflação britânica ainda pode se aproximar de 4% nos próximos meses, mas a recente queda do petróleo reduz a necessidade de aperto monetário pelo BoE (Banco da Inglaterra, na sigla em inglês).

Já o ING prevê pico próximo de 3,5% em setembro, sem que isso justifique novas elevações de juros. Entre as ações, a BMW recuou 8,69% após cortar sua projeção anual de lucro, citando a deterioração do mercado chinês e os efeitos indiretos da guerra no Oriente Médio. O movimento pressionou todo o setor automotivo europeu, que cedeu 3,4%.

Em contrapartida, a suíça Straumann subiu 10,2% após elevar sua perspectiva de rentabilidade para o ano, beneficiada por tarifas menores do que o esperado e medidas de redução de custos. O setor de energia recuou 0,1%, apesar da alta do petróleo, enquanto investidores repercutiam os termos vazados do memorando entre Washington e Teerã.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Sia: Nostalgia do Presente trailer e pôster

Uma voz. Um espetáculo inesquecível.

Sia: Nostalgia do Presente - uma experiência ousada e inovadora que troca o glamour pop pela pura arte. Vocais inspiradores, coreografias de tirar o fôlego e performances icônicas, capturadas cinematograficamente e com uma trilha sonora incomparável de sucessos. Em 2016, Sia percorreu o mundo reproduzindo este filme ao vivo no palco, quadro a quadro. Remasterizado para o seu décimo aniversário, ele se apresenta pela primeira vez como uma obra-prima visual, não como um filme de concerto, mas como algo inédito na música desde então.

Sia: Nostalgia do Presente - uma experiência ousada que desafia gêneros e troca o glamour pop pela pura arte. Vozes inspiradoras, coreografias de tirar o fôlego e performances icônicas, capturadas cinematograficamente e com uma trilha sonora incomparável. 

Dirigido por Sia e Daniel Askill, Direção Criativa por Sia, Daniel Askill e Ryan Heffington, Coreografia por Ryan Heffington

Estrelando Maddie Ziegler, Nicholas Lanzisera, Stephanie Mincone e Wyatt Rocker. Com Paul Dano, Gaby Hoffman, Ben Mendelsohn, Tig Notaro e Kristen Wiig.

Um filme da Monkey Puzzle em associação com Serial Pictures, Radical Media e Collider.

Sia: Nostalgic For The Present, exclusivamente nos cinemas a partir de 23 de julho, por tempo limitado.


Homem-Aranha: Um Novo Dia - Novo Trailer

É UM NOVO DIA para Peter Parker. Combatendo o crime em tempo integral como Homem-Aranha em um mundo que não se lembra mais dele e lidando com a pressão de ver seus antigos amigos seguirem em frente sem sua presença.

Peter passa por uma mudança que talvez nem ele tenha o poder de controlar. Mas essa transformação também pode ser a única coisa capaz de deter uma surpreendente nova ameaça à cidade e às pessoas que ele ama: um poderoso vilão que ninguém sequer consegue enxergar.

O mundo pode ter se esquecido de Peter Parker, mas ele não se esqueceu do mundo.

Elenco: Tom Holland, Zendaya, Sadie Sink, Jacob Batalon, Jon Bernthal, Tramell Tillman, Michael Mando e Mark Ruffalo

Dirigido por: Destin Daniel Cretto

29 de julho exclusivamente nos cinemas.
 

Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 17/06/26

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira (17), com recordes no Japão e na Coreia do Sul, enquanto investidores aguardam a decisão de juros do Fed (Federal Reserve), sob a presidência de Kevin Warsh, e detalhes de um acordo provisório entre Estados Unidos e Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio.

Liderando os ganhos, o índice sul-coreano Kospi avançou 1,58% em Seul, para o novo patamar inédito de 8.864,24 pontos, enquanto o japonês Nikkei subiu 0,72% em Tóquio, a 69.902,25 pontos, também em nível recorde.

Em outras partes da Ásia, o Taiex teve ligeiro ganho de 0,15% em Taiwan, a 45.877,39 pontos, e o Hang Seng caiu 0,74% em Hong Kong, a 24.312,16 pontos.

Na China continental, o Shanghai Composto avançou 0,40%, a 4.108,08 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto subiu 0,73%, a 2.838,35 pontos.

Com o Fed amplamente esperado para manter sua taxa básica inalterada, entre 3,5% e 3,75%, os mercados financeiros devem concentrar a atenção no comunicado do FOMC (Comitê Federal de Mercado Aberto) e na divulgação do Sumário Trimestral de Projeções Econômicas, conhecido como "dot plot".

No ano passado, Warsh defendeu cortes de juros e foi escolhido para implementá-los, mas muitos dirigentes do Fed desde então passaram a pedir aumentos da taxa. Dados recentes da economia dos EUA sugerem que o emprego voltou a ganhar força e que a inflação está em alta. Mais adiante, investidores seguem otimistas de que EUA e Irã assinem, na sexta-feira (19), um acordo de paz preliminar que reabra o Estreito de Ormuz, por onde transita cerca de 20% do petróleo e do gás natural mundiais.

Na Oceania, a bolsa da Austrália também ficou no azul hoje, com alta de 0,54% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.966,30 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,25% em Wellington a 13.392,98 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,18% em Moscou a 2.485,99 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,45% em Bombaim a 77.155,62 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires.

A Morte de Robin Hood | Trailer Oficial Dublado | 13 de agosto nos cinemas

Heróis se vão. Lendas são para sempre. 

Atormentado pelas cicatrizes de uma vida marcada pelo crime, Robin Hood (Hugh Jackman) sobrevive por pouco àquela que acreditava ser sua batalha final. Gravemente ferido, ele é encontrado por uma mulher misteriosa que o recolhe das sombras e passa a cuidar de seus ferimentos. Com o corpo fora de combate, cada erro cometido no passado volta para assombrá-lo.

Estrelas: Hugh Jackman, Jodie Comer, Bill Skarsgård, Jade Croot, Katie Breen, Fintan Shevlin.

A Morte de Robin Hood 13 de agosto nos cinemas
 

WNBA Destaques dos Jogos: 16/06/26

Confira todos os resultados no link:
WNBA 16/06/26
 

Copa do Mundo de Futebol 16/06/26


 



Liga das Nações Vôlei Feminina: 17/06/26


 



terça-feira, 16 de junho de 2026

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 16/06/26

Bitcoin: R$ 334.660,50 Reais e US$  Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,0862
Dólar turismo: R$ 5,2976
Euro comercial: R$ 5,904
Libra: R$ 6,854

Dólar sobe a R$5,0894 após nova pesquisa eleitoral e antes de decisões sobre juros

O dólar fechou a terça-feira em ‌alta ante o real, ainda que no exterior a moeda norte-americana tenha cedido ante outras divisas de países emergentes, com investidores à espera das decisões sobre juros no Brasil e nos EUA e repercutindo nova pesquisa eleitoral CNT/MDA. O dólar à vista fechou o dia com alta de 0,45%, aos R$5,0894. No ano, a divisa passou a acumular baixa de 7,28% ante o real.  Às 17h03, o dólar futuro para ⁠julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 0,56% na B3, aos R$5,1040.

O acordo preliminar assinado ‌por Estados Unidos e Irã na segunda-feira seguiu permeando os negócios nesta terça-feira, mas não foi suficiente para segurar o dólar no território negativo no Brasil. "A tendência de alta (para o dólar) está sendo ‌percebida desde ontem por aqui. O mercado está confiante nos ‌anúncios de paz, mas está com o pé atrás. Este deve ter sido o décimo ⁠anúncio do (presidente dos EUA, Donald) Trump a respeito de um acordo", ponderou Nicolas Gomes, especialista de câmbio da Manchester Investimentos.

O viés de alta para a moeda norte-americana foi reforçado no fim da manhã, após divulgação de pesquisa mostrando que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu vantagem de 12,5 pontos sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma simulação de segundo turno da eleição presidencial de outubro. Lula ‌tem 49,3% das intenções de voto, ao passo que Flávio soma 36,8%, conforme pesquisa do instituto MDA, contratado ‌pela Confederação Nacional do Transporte (CNT).

No levantamento ⁠anterior, de abril, o ⁠atual presidente tinha 44,9%, ante 40,2% do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ainda que a campanha eleitoral não tenha começado ⁠oficialmente, os mercados no Brasil têm reagido negativamente a algumas ‌pesquisas que indicam chances maiores ‌de Lula vencer a eleição. Por trás disso está a leitura de uma parcela dos agentes de que o controle fiscal seria mais frouxo em um novo governo Lula.

Assim, após marcar a cotação mínima intradia de R$5,0478 (-0,37%) às 9h00, na abertura da sessão, o dólar à vista ⁠atingiu a máxima de R$5,1043 (+0,74%) às 11h41, após a divulgação da pesquisa eleitoral. O avanço da moeda norte-americana no Brasil ocorreu a despeito de no exterior o dólar ter sustentado perdas ante divisas emergentes como o peso colombiano e o peso chileno. Às 17h13, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de ‌seis divisas fortes - também estava em baixa, de 0,09%, aos 99,568.

Nesta terça-feira, investidores também se prepararam para a decisão de política monetária do Federal Reserve, na quarta-feira à tarde, e do Comitê de ⁠Política Monetária (Copom) do Banco Central, no início da noite. Enquanto a expectativa no caso do Fed é de manutenção dos juros na faixa de 3,50% a 3,75%, os agentes estão divididos em relação ao Copom, entre novo corte de 25 pontos-base da Selic ou manutenção da taxa em 14,50%.  No caso do Fed, mais do que a decisão em si, as atenções estarão voltadas para a primeira entrevista coletiva do novo chair da instituição, Kevin Warsh.

"Temos (na curva norte-americana) precificação de aumento de juros nos EUA (até o fim do ano), mas todo mundo está apreensivo para entender qual será o direcionamento que Warsh vai passar nesta reunião", ponderou Gomes. O diferencial de juros entre Brasil e outros países -- como EUA e Japão, cujas taxas estão em níveis bem menores -- vinha sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, o que conduziu as cotações do dólar a patamares mais baixos ante o real nos últimos meses.

Ibovespa recua e fecha abaixo de 170 mil pontos pressionado por Petrobras

O Ibovespa fechou com declínio modesto nesta terça-feira, ditado principalmente ‌pela queda das ações da Petrobras, em mais uma sessão de recuo dos preços do petróleo no exterior.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,45%, a 169.648,47 pontos, após marcar 169.121,31 pontos na mínima e 170.415,52 pontos na máxima do dia. O volume financeiro no pregão somou R$27,94 bilhões. 

As bolsas dos Estados Unidos fecharam mistas nesta terça-feira (16)

Dow Jones subiu 0,64% (51.999,67 pontos);
S&P 500 recuou 0,57% (7.511,35 pontos);
Nasdaq teve queda de 1,15% (26.376,34 pontos).

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira (16) 

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,61%, a 10.494,21 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,08%, a 24.914,76 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,75%, a 8.447,27 pontos.

Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,15%, a 52.432,56 pontos. 
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,61%, a 19.148,50 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,26%, a 9.022,42 pontos.

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta terça-feira (16)

O Nikkei subiu 0,13% em Tóquio, a 69.404,50 pontos, 
Kospi avançou 2,11% em Seul, a 8.726,60 pontos.
Taiex registrou ganho de 0,91% em Taiwan, a 45.809,19 pontos,
Hang Seng caiu 1,40% em Hong Kong, a 24.493,95 pontos.

Na China continental, o Shanghai Composto teve leve baixa de 0,11%, a 4.091,89 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 1,02%, a 2.817,80 pontos.

Austrália, com alta marginal de 0,04% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.917,70 pontos. 
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,49% em Wellington a 13.426,13 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,95% em Moscou a 2.493,35 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,71% em Bombaim a 76.808,48 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 16/06/26

As bolsas dos Estados Unidos fecharam mistas nesta terça-feira (16). Enquanto o setor bancário impulsionou o Dow Jones a um novo recorde de fechamento, as perdas em fabricantes de chips e empresas ligadas à inteligência artificial (IA) pressionaram o Nasdaq e o S&P 500.

O mercado também aguarda a decisão de juros do Federal Reserve (Fed), prevista para esta superquarta, além dos avanços nas negociações entre EUA e Irã para um acordo provisório de paz no Oriente Médio.

Dow Jones subiu 0,64% (51.999,67 pontos);
S&P 500 recuou 0,57% (7.511,35 pontos);
Nasdaq teve queda de 1,15% (26.376,34 pontos).

As ações do setor financeiro lideraram os ganhos nos EUA. O destaque ficou para o JPMorgan, que avançou 3,7% após relatos de que pretende ampliar suas operações na Europa. Outros grandes bancos também registraram alta, incluindo Goldman Sachs, Bank of America e Citi, que subiram mais de 1% cada.

Empresas de meios de pagamento e serviços financeiros acompanharam o movimento positivo. Visa avançou 2,9%, enquanto American Express ganhou 1,7%. As ações de tecnologia tiveram um dia de forte correção. Entre as maiores quedas estiveram: Intel (-8,5%), Marvell Technology (-9,8%), Broadcom (-4,4%), Micron Technology (-6,2%) e AMD (-7,3%).

A AMD recuou mesmo após anunciar um acordo de computação voltado à inteligência artificial com a Rackspace Technology, cujas ações subiram 5%.Na contramão do setor, a SpaceX avançou 4,8% após anunciar a compra da Anysphere por US$ 60 bilhões. Durante a manhã, os papéis chegaram a subir mais de 10%, levando a companhia de Elon Musk a ultrapassar momentaneamente Amazon e Microsoft em valor de mercado.

No setor de saúde, a Moderna avançou 6,3%. As ações reagiram a documentos divulgados pela Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, que indicaram a possibilidade de aprovação da vacina contra gripe desenvolvida pela companhia.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

Mercado financeiro Bolsas da Europa: 16/06/26

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira (16) com investidores mantendo expectativa para a formalização de um acordo de paz provisório entre Estados Unidos e Irã.

A perspectiva de reabertura do Estreito de Ormuz pressionou os preços do petróleo e reforçou o otimismo dos investidores, enquanto a atenção também começou a se voltar para as decisões de política monetária dos principais bancos centrais nos próximos dias.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,61%, a 10.494,21 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,08%, a 24.914,76 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,75%, a 8.447,27 pontos.

Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,15%, a 52.432,56 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,61%, a 19.148,50 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,26%, a 9.022,42 pontos. As cotações são preliminares.

Na Alemanha, o índice ZEW de expectativas econômicas avançou de -10,2 em maio para 10,5 em junho, superando a previsão de analistas, sob esperanças de resolução do conflito no Oriente Médio, segundo o Deutsche Bank.

O banco alemão avaliou que os mercados se estabilizaram após a forte onda de otimismo gerada pelo acordo anunciado entre EUA e Irã, mas ponderou que ainda há incertezas sobre sua implementação. A Generali Investments destacou que o foco dos investidores deve migrar para o Fed (Federal Reserve), argumentando que dados de inflação mais firmes tornam difícil sustentar uma perspectiva de corte de juros no curto prazo.

Entre as ações, o UniCredit avançou cerca de 4,3% em Milão, após o governo alemão rejeitar sua proposta para ampliar participação no Commerzbank (+0,3%). O setor bancário do Stoxx 600 também subiu cerca de 1,6%, favorecido pela melhora do sentimento global e pela queda dos preços da energia. O setor de petróleo caiu 0,3%.

Ainda na ponta negativa, a STMicroelectronics recuou por volta de 4% depois de anunciar planos para captar US$ 1,5 bilhão por meio da emissão de bônus conversíveis.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 16/06/26

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta terça-feira (16), com o índice japonês Nikkei chegando a superar brevemente a marca de 70 mil pontos pela primeira vez, antes de o BoJ (Banco do Japão) elevar sua taxa de juros em 25 pontos-base, para 1%, o maior patamar em três décadas.

O Nikkei subiu 0,13% em Tóquio, a 69.404,50 pontos, novo recorde de fechamento, enquanto o sul-coreano Kospi avançou 2,11% em Seul, a 8.726,60 pontos. Em outras partes da Ásia, o Taiex registrou ganho de 0,91% em Taiwan, a 45.809,19 pontos, e o Hang Seng caiu 1,40% em Hong Kong, a 24.493,95 pontos.

No Japão, a ação do aplicativo de transporte Go saltou 10% na estreia em Tóquio, após a maior IPO (oferta pública inicial) do país neste ano.

Na China continental, o Shanghai Composto teve leve baixa de 0,11%, a 4.091,89 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 1,02%, a 2.817,80 pontos.

Investidores na Ásia também seguem na expectativa de que Estados Unidos e Irã assinem até o fim da semana um acordo de paz provisório, anunciado no domingo (14), para encerrar a guerra no Oriente Médio, iniciada há três meses e meio.

A perspectiva de que o acordo leve à reabertura do Estreito de Ormuz - por onde transita cerca de 20% do petróleo mundial - mantém a commodity em baixa. No fim da madrugada, o Brent caía mais de 2%, para cerca de US$ 81 por barril.

Além do BoJ, que também decidiu reduzir as compras de títulos da dívida pública do Japão, o Fed (Federal Reserve) e o BoE (Banco da Inglaterra) anunciam decisões de juros nesta semana, amanhã e na quinta-feira (18), respectivamente.

Na Oceania, a bolsa da Austrália ficou praticamente estável, com alta marginal de 0,04% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.917,70 pontos. Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,49% em Wellington a 13.426,13 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,95% em Moscou a 2.493,35 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,71% em Bombaim a 76.808,48 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Twisted Metal escala Mark Hamill na 3ª temporada

De acordo com Deadline, Mark Hamill, vencedor do Emmy e mundialmente conhecido pela franquia Star Wars, foi confirmado no elenco recorrente da terceira temporada de Twisted Metal.

O ator interpretará Papa Charlie Kane, líder da organização Eastern Sovereignty (algo como Soberania Oriental) e pai afastado de Sweet Tooth.

A chegada de Hamill foi celebrada por Anthony Mackie, protagonista e produtor executivo da série.

“Ter Mark Hamill entrando nesse universo conosco é incrível. É alguém que admiro há muito tempo, uma verdadeira lenda que influenciou gerações de atores. Poder chamá-lo agora de colega de elenco é uma honra enorme, e estamos ansiosos para ver o que ele trará ao mundo de Twisted Metal”.

David Reed (The Boys) assumiu a função de roteirista-chefe, substituindo Michael Jonathan Smith.No Brasil, as duas primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.

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