quinta-feira, 6 de agosto de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 06/08/26
Bitcoin: R$ 329.646,50 Reais e US$ 64.292,08 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,1070
Dólar turismo: R$ 5,3088
Euro comercial: R$ 5,885
Libra: R$ 6,893
Dólar contraria exterior e fecha em baixa no Brasil
O dólar fechou a quinta-feira em baixa no Brasil e novamente na faixa de R$5,10, na contramão do exterior, onde a moeda norte-americana se firmou em alta ante a maioria das demais divisas, em meio a novas ameaças do Irã aos EUA. O dólar à vista encerrou a sessão com queda de 0,44%, aos R$5,1055 na venda. No ano, a moeda passou a acumular baixa de 6,99%. Às 17h03, o dólar futuro para setembro -- atualmente o mais líquido -- cedia 0,24% na B3, aos R$5,1390.
Na noite de quarta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa básica Selic em 25 pontos-base, para 14,00% ao ano, como era largamente projetado pelos agentes do mercado, sem se comprometer quanto ao que será feito na reunião de setembro. O colegiado indicou que continuará acompanhando a evolução do cenário para só então decidir por um novo corte ou pela manutenção da Selic.
Com a Selic ainda bem acima das taxas praticadas em países como EUA e Japão, o diferencial de juros vinha sendo apontado nos últimos meses como um fator favorável à atração de dólares para o Brasil. Hoje o cenário é um pouco diferente diante da perspectiva de alta de juros nos EUA e da possibilidade de novas baixas no Brasil. Mesmo com o menor diferencial de juros, o dólar se firmou em baixa no Brasil nesta quinta-feira, na contramão do que se via em outras praças.
"O dólar está ganhando ante alguns pares (do real) no exterior, se recuperando ante as divisas emergentes, mas no Brasil a gente vê queda. Temos exportadores vendendo moeda", comentou no fim da manhã o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik.
Após atingir a cotação máxima intradia de R$5,1295 (+0,02%) às 9h12, o dólar à vista marcou a mínima de R$5,0903 (-0,74%) às 11h43, para depois se manter pouco acima dos R$5,10.
No exterior, as atenções se voltaram novamente para o Oriente Médio. Enquanto Irã e Omã propuseram um acordo para dar fim à guerra no Oriente Médio, ainda não houve comentário dos EUA sobre a proposta. Ao mesmo tempo, o Irã alertou os países do Golfo Pérsico de que qualquer novo ataque dos EUA ao seu território desencadearia retaliações contra infraestruturas energéticas essenciais em toda a região, segundo cinco fontes ouvidas pela Reuters.
Às 17h10, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,31%, a 99,964. No fim da manhã, sem efeito sobre as cotações, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de setembro.
Ibovespa recua mais de 1% por falta de sinalização do BC sobre juros, em dia cheio de balanços
O Ibovespa fechou em queda nesta quinta-feira, abaixo dos 176 mil pontos, após o Banco Central reduzir a Selic a 14% ao ano, mas não sinalizar os próximos passos. Investidores também repercutiram uma bateria de resultados corporativos, entre eles os números de Bradesco e Axia, enquanto o final do dia reserva novas divulgações, incluindo o balanço da Petrobras.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 1,23%, a 175.546,36 pontos, terminando perto da mínima do dia (175.514,86 pontos). Na máxima, marcou 177.720 pontos.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC decidiu na quarta-feira cortar a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, mas deixou os próximos passos em aberto, argumentando que manterá “a restrição adequada” para assegurar a convergência da inflação à meta.
Os índices Dow e S&P 500 fecharam em baixa nesta quinta-feira
S&P 500 perdeu 0,18%, fechando em 7.709,99 pontos,
Nasdaq Composite recuou 0,04%, para 26.352,45 pontos.
O Dow Jones Industrial Average caiu 0,83%, para 53.895,48 pontos.
As bolsas europeias, com exceção de Londres, avançaram nesta quinta-feira
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,19%, a 10.867,89 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,05%, a 26.140,13 pontos.
Em Paris, o CAC 40 avançou 0,35%, a 8.699,71 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB ganhou 0,44%, a 53.682,72 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 0,62%, a 20.180,40 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,52%, a 9.224,19 pontos.
O índice pan-europeu Stoxx 600 renovou novamente recorde, nos 660,91 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta quinta-feira
O índice sul-coreano Kospi caiu 4,58% em Seul, para 6.296,38 pontos.
Nikkei recuou 0,93% em Tóquio, a 65.683,26 pontos.
Hang Seng cedeu 1,49% em Hong Kong, a 25.530,28 pontos.
Em Taiwan, o Taiex caiu 0,48%, para 44.396,70 pontos.
China continental: o Xangai Composto avançou 0,57%, para 3.900,35 pontos,
Shenzhen Composto, menos abrangente, teve alta marginal de 0,06%, a 2.539,10 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana encerrou em alta de 0,47% em Sydney, a 9.271,60 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,28% em Wellington a 13.958,06 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,76% em Moscou a 2.284,22 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,48% em Bombaim a 78.954,76 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Dólar comercial: R$ 5,1070
Dólar turismo: R$ 5,3088
Euro comercial: R$ 5,885
Libra: R$ 6,893
Dólar contraria exterior e fecha em baixa no Brasil
O dólar fechou a quinta-feira em baixa no Brasil e novamente na faixa de R$5,10, na contramão do exterior, onde a moeda norte-americana se firmou em alta ante a maioria das demais divisas, em meio a novas ameaças do Irã aos EUA. O dólar à vista encerrou a sessão com queda de 0,44%, aos R$5,1055 na venda. No ano, a moeda passou a acumular baixa de 6,99%. Às 17h03, o dólar futuro para setembro -- atualmente o mais líquido -- cedia 0,24% na B3, aos R$5,1390.
Na noite de quarta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa básica Selic em 25 pontos-base, para 14,00% ao ano, como era largamente projetado pelos agentes do mercado, sem se comprometer quanto ao que será feito na reunião de setembro. O colegiado indicou que continuará acompanhando a evolução do cenário para só então decidir por um novo corte ou pela manutenção da Selic.
Com a Selic ainda bem acima das taxas praticadas em países como EUA e Japão, o diferencial de juros vinha sendo apontado nos últimos meses como um fator favorável à atração de dólares para o Brasil. Hoje o cenário é um pouco diferente diante da perspectiva de alta de juros nos EUA e da possibilidade de novas baixas no Brasil. Mesmo com o menor diferencial de juros, o dólar se firmou em baixa no Brasil nesta quinta-feira, na contramão do que se via em outras praças.
"O dólar está ganhando ante alguns pares (do real) no exterior, se recuperando ante as divisas emergentes, mas no Brasil a gente vê queda. Temos exportadores vendendo moeda", comentou no fim da manhã o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik.
Após atingir a cotação máxima intradia de R$5,1295 (+0,02%) às 9h12, o dólar à vista marcou a mínima de R$5,0903 (-0,74%) às 11h43, para depois se manter pouco acima dos R$5,10.
No exterior, as atenções se voltaram novamente para o Oriente Médio. Enquanto Irã e Omã propuseram um acordo para dar fim à guerra no Oriente Médio, ainda não houve comentário dos EUA sobre a proposta. Ao mesmo tempo, o Irã alertou os países do Golfo Pérsico de que qualquer novo ataque dos EUA ao seu território desencadearia retaliações contra infraestruturas energéticas essenciais em toda a região, segundo cinco fontes ouvidas pela Reuters.
Às 17h10, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,31%, a 99,964. No fim da manhã, sem efeito sobre as cotações, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de setembro.
Ibovespa recua mais de 1% por falta de sinalização do BC sobre juros, em dia cheio de balanços
O Ibovespa fechou em queda nesta quinta-feira, abaixo dos 176 mil pontos, após o Banco Central reduzir a Selic a 14% ao ano, mas não sinalizar os próximos passos. Investidores também repercutiram uma bateria de resultados corporativos, entre eles os números de Bradesco e Axia, enquanto o final do dia reserva novas divulgações, incluindo o balanço da Petrobras.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 1,23%, a 175.546,36 pontos, terminando perto da mínima do dia (175.514,86 pontos). Na máxima, marcou 177.720 pontos.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC decidiu na quarta-feira cortar a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, mas deixou os próximos passos em aberto, argumentando que manterá “a restrição adequada” para assegurar a convergência da inflação à meta.
Os índices Dow e S&P 500 fecharam em baixa nesta quinta-feira
S&P 500 perdeu 0,18%, fechando em 7.709,99 pontos,
Nasdaq Composite recuou 0,04%, para 26.352,45 pontos.
O Dow Jones Industrial Average caiu 0,83%, para 53.895,48 pontos.
As bolsas europeias, com exceção de Londres, avançaram nesta quinta-feira
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,19%, a 10.867,89 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,05%, a 26.140,13 pontos.
Em Paris, o CAC 40 avançou 0,35%, a 8.699,71 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB ganhou 0,44%, a 53.682,72 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 0,62%, a 20.180,40 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,52%, a 9.224,19 pontos.
O índice pan-europeu Stoxx 600 renovou novamente recorde, nos 660,91 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta quinta-feira
O índice sul-coreano Kospi caiu 4,58% em Seul, para 6.296,38 pontos.
Nikkei recuou 0,93% em Tóquio, a 65.683,26 pontos.
Hang Seng cedeu 1,49% em Hong Kong, a 25.530,28 pontos.
Em Taiwan, o Taiex caiu 0,48%, para 44.396,70 pontos.
China continental: o Xangai Composto avançou 0,57%, para 3.900,35 pontos,
Shenzhen Composto, menos abrangente, teve alta marginal de 0,06%, a 2.539,10 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana encerrou em alta de 0,47% em Sydney, a 9.271,60 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,28% em Wellington a 13.958,06 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,76% em Moscou a 2.284,22 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,48% em Bombaim a 78.954,76 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 06/08/26
Os índices Dow e S&P 500 fecharam em baixa nesta quinta-feira, dando uma pausa após um início de semana forte, enquanto os investidores analisavam a última rodada de resultados corporativos e buscavam sinais de progresso em direção a um acordo de paz entre os EUA e o Irã.
Uma temporada de resultados financeiros robusta, que amenizou algumas preocupações sobre os gastos maciços das empresas ligadas à inteligência artificial, e o otimismo crescente em relação ao possível fim das hostilidades na guerra com o Irã ajudaram a impulsionar tanto o Dow Jones quanto o S&P 500 a níveis recordes nesta semana.
Nesta quinta-feira, os preços do petróleo subiram, com o petróleo bruto dos EUA fechando com alta de 2,75%, a US$77,29 o barril, e o Brent fechando a US$82,49 o barril, com alta de 3,83%. A agência de notícias semioficial iraniana Fars informou que uma comissão parlamentar iraniana está analisando um projeto de lei preliminar que proibiria navios dos EUA, de Israel e de outros países "hostis" de transitar pelo Estreito de Ormuz.
"Estamos vendo talvez uma reação mais moderada às notícias macroeconômicas do que seria de se esperar, provavelmente devido ao fato de estarmos no verão e a um certo cansaço; há um certo cansaço em relação às manchetes, especificamente em torno do Irã", disse Robert Bernstone, chefe de operações da SummitTX Capital em Nova York.
"O Irã está causando menos impacto no momento; para ser claro, não estou dizendo que não tenha impacto... os tuítes são uma coisa, as manchetes são outra."
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 0,18%, fechando em 7.709,99 pontos, enquanto o Nasdaq Composite recuou 0,04%, para 26.352,45 pontos. O Dow Jones Industrial Average caiu 0,83%, para 53.895,48 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Uma temporada de resultados financeiros robusta, que amenizou algumas preocupações sobre os gastos maciços das empresas ligadas à inteligência artificial, e o otimismo crescente em relação ao possível fim das hostilidades na guerra com o Irã ajudaram a impulsionar tanto o Dow Jones quanto o S&P 500 a níveis recordes nesta semana.
Nesta quinta-feira, os preços do petróleo subiram, com o petróleo bruto dos EUA fechando com alta de 2,75%, a US$77,29 o barril, e o Brent fechando a US$82,49 o barril, com alta de 3,83%. A agência de notícias semioficial iraniana Fars informou que uma comissão parlamentar iraniana está analisando um projeto de lei preliminar que proibiria navios dos EUA, de Israel e de outros países "hostis" de transitar pelo Estreito de Ormuz.
"Estamos vendo talvez uma reação mais moderada às notícias macroeconômicas do que seria de se esperar, provavelmente devido ao fato de estarmos no verão e a um certo cansaço; há um certo cansaço em relação às manchetes, especificamente em torno do Irã", disse Robert Bernstone, chefe de operações da SummitTX Capital em Nova York.
"O Irã está causando menos impacto no momento; para ser claro, não estou dizendo que não tenha impacto... os tuítes são uma coisa, as manchetes são outra."
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 0,18%, fechando em 7.709,99 pontos, enquanto o Nasdaq Composite recuou 0,04%, para 26.352,45 pontos. O Dow Jones Industrial Average caiu 0,83%, para 53.895,48 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Pinóquio Maldição de Madeira: Trailer e pôster
Direção: Rhys Frake-Waterfield.
Elenco: Evan Lloyd, Richard Brake, Robert Englund, Adrian Burton.
Sinopse: Uma reimaginação sombria de Pinóquio, esse conto inquietante explora a natureza misteriosa do boneco icônico, confundindo as linhas entre realidade e fantasia.
"Pinóquio: Maldição de Madeira" estreia em 12 de novembro no Brasil, exclusivamente nos cinemas.
Elenco: Evan Lloyd, Richard Brake, Robert Englund, Adrian Burton.
Sinopse: Uma reimaginação sombria de Pinóquio, esse conto inquietante explora a natureza misteriosa do boneco icônico, confundindo as linhas entre realidade e fantasia.
"Pinóquio: Maldição de Madeira" estreia em 12 de novembro no Brasil, exclusivamente nos cinemas.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 06/08/26
As bolsas europeias, com exceção de Londres, avançaram nesta quinta-feira (6). Os resultados corporativos ajudavam a impulsionar os índices, enquanto investidores acompanham as negociações entre Estados Unidos e Irã para a possível reabertura do Estreito de Ormuz.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,19%, a 10.867,89 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,05%, a 26.140,13 pontos. Em Paris, o CAC 40 avançou 0,35%, a 8.699,71 pontos. Em Milão, o FTSE MIB ganhou 0,44%, a 53.682,72 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 0,62%, a 20.180,40 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,52%, a 9.224,19 pontos. As cotações são preliminares.
O índice pan-europeu Stoxx 600 renovou novamente recorde, nos 660,91 pontos.
Entre balanços, a alemã Siemens caiu 4,5% ao informar que as encomendas de sua divisão Digital Industries cresceram menos do que o esperado no trimestre, apesar de a receita ter vindo ligeiramente acima das projeções. A Deutsche Telekom, maior operadora de telefonia da Europa, saltou mais de 6,3% após aumentar seu programa de recompra de ações.
Ainda em Frankfurt, o Commerzbank quase dobrou seu lucro no segundo trimestre, mas os papéis fecharam em queda de 2,2%. Já a Diageo disparou cerca de 5,6% e ajudou a amenizar as perdas em Londres depois que a destilaria previu um retorno ao crescimento em meio a uma reestruturação.
As vendas no varejo da zona do euro caíram 0,3% em junho ante maio, segundo dados com ajustes sazonais publicados nesta quinta, contrariando expectativas de alta no período. Enquanto isso, as encomendas à indústria da Alemanha subiram 3,1% na mesma comparação, superando estimativas. Na política monetária, o governo da Alemanha está considerando a possibilidade de nomear Joachim Nagel para a presidência do Banco Central Europeu (BCE), de acordo com a Bloomberg.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,19%, a 10.867,89 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,05%, a 26.140,13 pontos. Em Paris, o CAC 40 avançou 0,35%, a 8.699,71 pontos. Em Milão, o FTSE MIB ganhou 0,44%, a 53.682,72 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 0,62%, a 20.180,40 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,52%, a 9.224,19 pontos. As cotações são preliminares.
O índice pan-europeu Stoxx 600 renovou novamente recorde, nos 660,91 pontos.
Entre balanços, a alemã Siemens caiu 4,5% ao informar que as encomendas de sua divisão Digital Industries cresceram menos do que o esperado no trimestre, apesar de a receita ter vindo ligeiramente acima das projeções. A Deutsche Telekom, maior operadora de telefonia da Europa, saltou mais de 6,3% após aumentar seu programa de recompra de ações.
Ainda em Frankfurt, o Commerzbank quase dobrou seu lucro no segundo trimestre, mas os papéis fecharam em queda de 2,2%. Já a Diageo disparou cerca de 5,6% e ajudou a amenizar as perdas em Londres depois que a destilaria previu um retorno ao crescimento em meio a uma reestruturação.
As vendas no varejo da zona do euro caíram 0,3% em junho ante maio, segundo dados com ajustes sazonais publicados nesta quinta, contrariando expectativas de alta no período. Enquanto isso, as encomendas à indústria da Alemanha subiram 3,1% na mesma comparação, superando estimativas. Na política monetária, o governo da Alemanha está considerando a possibilidade de nomear Joachim Nagel para a presidência do Banco Central Europeu (BCE), de acordo com a Bloomberg.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 06/08/26
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta quinta-feira (6), lideradas pela Coreia do Sul, onde o mercado voltou a ser derrubado por ações de gigantes de semicondutores.
O índice sul-coreano Kospi caiu 4,58% em Seul, para 6.296,38 pontos, com tombos da SK Hynix (-10,4%) e da Samsung Electronics (-6,3%). Em outras praças da região, o japonês Nikkei recuou 0,93% em Tóquio, a 65.683,26 pontos, enquanto o Hang Seng cedeu 1,49% em Hong Kong, a 25.530,28 pontos. Em Taiwan, o Taiex caiu 0,48%, para 44.396,70 pontos.
Os mercados da China continental, por outro lado, ficaram no azul: o Xangai Composto avançou 0,57%, para 3.900,35 pontos, e o Shenzhen Composto, menos abrangente, teve alta marginal de 0,06%, a 2.539,10 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana encerrou em alta de 0,47% em Sydney, a 9.271,60 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,28% em Wellington a 13.958,06 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,76% em Moscou a 2.284,22 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,48% em Bombaim a 78.954,76 pontos.
Os mercados terão uma atualização sobre o emprego nos EUA amanhã, com a divulgação do relatório payroll de julho, e analistas afirmam que os investidores já se posicionam diante do potencial impacto do indicador.
“A liquidação de ações de chips na Ásia parece combinar realização de lucros com redução de risco antes do payroll de sexta-feira”, disse Stephen Innes, da SPI Asset Management, em nota.
Em geral, a temporada de balanços robustos e as expectativas de continuidade do crescimento têm sustentado as ações nos EUA. Na Ásia, porém, os principais índices vêm sendo pressionados por rodadas de venda em fabricantes de semicondutores e em outras empresas associadas ao boom da inteligência artificial. Ontem, as ações de tecnologia do Nasdaq voltaram a ficar sob pressão, interrompendo um rali de quatro pregões.
O conflito no Oriente Médio também segue no radar. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz está próximo. O conflito, porém, já dura cinco meses e tem sido marcado por sucessivos avanços e recuos, restringindo a oferta global de petróleo e sacudindo os mercados de energia.
Fontes: Dow Jones Newswires.
O índice sul-coreano Kospi caiu 4,58% em Seul, para 6.296,38 pontos, com tombos da SK Hynix (-10,4%) e da Samsung Electronics (-6,3%). Em outras praças da região, o japonês Nikkei recuou 0,93% em Tóquio, a 65.683,26 pontos, enquanto o Hang Seng cedeu 1,49% em Hong Kong, a 25.530,28 pontos. Em Taiwan, o Taiex caiu 0,48%, para 44.396,70 pontos.
Os mercados da China continental, por outro lado, ficaram no azul: o Xangai Composto avançou 0,57%, para 3.900,35 pontos, e o Shenzhen Composto, menos abrangente, teve alta marginal de 0,06%, a 2.539,10 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana encerrou em alta de 0,47% em Sydney, a 9.271,60 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,28% em Wellington a 13.958,06 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,76% em Moscou a 2.284,22 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,48% em Bombaim a 78.954,76 pontos.
Os mercados terão uma atualização sobre o emprego nos EUA amanhã, com a divulgação do relatório payroll de julho, e analistas afirmam que os investidores já se posicionam diante do potencial impacto do indicador.
“A liquidação de ações de chips na Ásia parece combinar realização de lucros com redução de risco antes do payroll de sexta-feira”, disse Stephen Innes, da SPI Asset Management, em nota.
Em geral, a temporada de balanços robustos e as expectativas de continuidade do crescimento têm sustentado as ações nos EUA. Na Ásia, porém, os principais índices vêm sendo pressionados por rodadas de venda em fabricantes de semicondutores e em outras empresas associadas ao boom da inteligência artificial. Ontem, as ações de tecnologia do Nasdaq voltaram a ficar sob pressão, interrompendo um rali de quatro pregões.
O conflito no Oriente Médio também segue no radar. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz está próximo. O conflito, porém, já dura cinco meses e tem sido marcado por sucessivos avanços e recuos, restringindo a oferta global de petróleo e sacudindo os mercados de energia.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Marvel escolhe Kit Connor, como o novo Ciclope dos X-Men
A preparação do primeiro filme dos X-Men produzido integralmente pela Marvel Studios entrou em uma fase decisiva. Depois de definir o diretor e avançar com o roteiro, o estúdio começou a montar a equipe de mutantes que vai ocupar um espaço central no Universo Cinematográfico da Marvel.
Algumas escolhas já indicavam a idade e o perfil buscados para essa nova formação. Sadie Sink foi apresentada como Jean Grey em Homem-Aranha: Um Novo Dia, enquanto Samara Weaving foi escolhida para viver Emma Frost.
Faltava, porém, uma das decisões mais importantes. Scott Summers não é apenas outro integrante da equipe. Ciclope costuma ser o responsável por transformar os planos de Charles Xavier em ações no campo, organizar os demais mutantes e assumir decisões difíceis durante as missões.
A Marvel agora teria encontrado o ator para essa função. Kit Connor, estrela de Heartstopper e dublador de Brightbill em Robô Selvagem, foi escolhido para interpretar Scott Summers no novo filme dos X-Men.
A escalação ainda não recebeu um anúncio público da Marvel Studios. A informação, no entanto, vem de um dos principais veículos que acompanham negociações e contratações em Hollywood.
Segundo o Deadline, Kevin Feige e o diretor Jake Schreier se reuniram com vários candidatos durante os últimos meses. Um grupo menor fez testes depois do feriado de 4 de julho nos Estados Unidos, até que Connor recebeu a aprovação final na semana passada.
O veículo resumiu o encerramento da seleção desta forma: “Depois de muitas idas e vindas, a Marvel escolheu Connor para interpretar Summers.”
O reboot dos X-Men ainda não tem título oficial nem data de estreia. A expectativa nos bastidores é que o longa chegue aos cinemas em 2028 ou 2029, depois de Vingadores: Guerras Secretas abrir caminho para uma nova formação dos mutantes no MCU.
Algumas escolhas já indicavam a idade e o perfil buscados para essa nova formação. Sadie Sink foi apresentada como Jean Grey em Homem-Aranha: Um Novo Dia, enquanto Samara Weaving foi escolhida para viver Emma Frost.
Faltava, porém, uma das decisões mais importantes. Scott Summers não é apenas outro integrante da equipe. Ciclope costuma ser o responsável por transformar os planos de Charles Xavier em ações no campo, organizar os demais mutantes e assumir decisões difíceis durante as missões.
A Marvel agora teria encontrado o ator para essa função. Kit Connor, estrela de Heartstopper e dublador de Brightbill em Robô Selvagem, foi escolhido para interpretar Scott Summers no novo filme dos X-Men.
A escalação ainda não recebeu um anúncio público da Marvel Studios. A informação, no entanto, vem de um dos principais veículos que acompanham negociações e contratações em Hollywood.
Segundo o Deadline, Kevin Feige e o diretor Jake Schreier se reuniram com vários candidatos durante os últimos meses. Um grupo menor fez testes depois do feriado de 4 de julho nos Estados Unidos, até que Connor recebeu a aprovação final na semana passada.
O veículo resumiu o encerramento da seleção desta forma: “Depois de muitas idas e vindas, a Marvel escolheu Connor para interpretar Summers.”
O reboot dos X-Men ainda não tem título oficial nem data de estreia. A expectativa nos bastidores é que o longa chegue aos cinemas em 2028 ou 2029, depois de Vingadores: Guerras Secretas abrir caminho para uma nova formação dos mutantes no MCU.
Antártida | Trailer Oficial
Na estação de pesquisas brasileira na Antártida, a equipe formada por cientistas e militares se prepara para uma vigorosa temporada de inverno. Mas na primeira noite uma jovem cientista é violentada. Sem conseguir identificar seu agressor, ela será forçada a conviver com ele durante toda a temporada. A subcomandante da base inicia uma investigação implacável e não descansará, enquanto não descobrir quem cometeu o crime.
Direção: Bruno Safadi
Roteiristas: Kim Battaglin, Cláudia Gomes, Cláudia Jouvin
Estrelas: Marina Ruy Barbosa, Leandra Leal, Lázaro Ramos, Andrea Beltrão, Antonio Calloni.
O filme chega aos cinemas brasileiros em 17 de setembro.
Direção: Bruno Safadi
Roteiristas: Kim Battaglin, Cláudia Gomes, Cláudia Jouvin
Estrelas: Marina Ruy Barbosa, Leandra Leal, Lázaro Ramos, Andrea Beltrão, Antonio Calloni.
O filme chega aos cinemas brasileiros em 17 de setembro.
quarta-feira, 5 de agosto de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 05/08/26
Bitcoin: R$ 332.730,00 Reais e US$ 64.622,28 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,1281
Dólar turismo: R$ 5,3338
Euro comercial: R$ 5,924
Libra: R$ 6,920
Dólar apaga perdas e fecha estável no Brasil sob influência do noticiário político
Após ceder abaixo dos R$5,10 pela manhã, o dólar fechou a quarta-feira estável no Brasil, com o mercado reagindo negativamente à indicação do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como candidato a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Com os investidores à espera da decisão sobre juros do Banco Central, marcada para o início da noite, o dólar à vista encerrou o dia com variação negativa de 0,04%, aos R$5,1283 na venda. Às 17h09, o dólar futuro para setembro -- atualmente o mais líquido -- subia 0,05% na B3, aos R$5,1600.
No início do dia, a nova pesquisa Genial/Quaest mostrou uma diferença menor entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo Planalto. Na projeção de segundo turno, Lula tem 44% das intenções de voto, contra 39% de Flávio, com margem de erro de 2 pontos percentuais. No levantamento anterior, Lula tinha 45% e Flávio somava 37%.
Em função da pesquisa e do exterior favorável, o dólar operou em queda ante o real, chegando a ser cotado abaixo dos R$5,10, mas o cenário mudou no fim da manhã, com o anúncio de Gaspar como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio. Operador ouvido pela Reuters afirmou que Gaspar -- um nome que não vinha sendo ventilado como vice e que surpreendeu, já que a campanha buscava fortalecer Flávio entre o voto feminino -- não foi bem recebido.
Após marcar a cotação mínima de R$5,0975 (-0,64%) às 11h07, antes do anúncio, o dólar à vista se aproximou dos R$5,13 minutos depois da indicação, zerando as perdas. À tarde, às 14h21, a divisa atingiu o pico do dia, aos R$5,1348 (+0,09%).
No mercado, parte dos agentes ainda avalia que a reeleição de Lula seria um fator negativo para o equilíbrio fiscal. Assim, a piora do petista na pesquisa Genial/Quaest foi percebida como um fator baixista para o dólar ante o real. Por outro lado, uma notícia não tão favorável a Flávio, como a escolha de Gaspar para vice, foi um fator altista. Além de observarem o cenário político, os investidores aguardavam a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, a ser divulgada após as 18h30. O consenso é de que o BC reduzirá a taxa Selic em 25 pontos-base, mas há dúvidas sobre a continuidade dos cortes em setembro.
Atualmente a Selic está em 14,25% ao ano, bem acima das taxas praticadas em países como EUA e Japão, e esse diferencial de juros vinha sendo apontado nos últimos meses como um fator favorável à atração de dólares para o Brasil. Hoje o cenário é um pouco diferente diante da perspectiva de alta de juros nos EUA e de novas baixas no Brasil.
No exterior, a expectativa de que possa haver um novo acordo entre EUA e Irã para paralisar o conflito no Oriente Médio alimentava a busca por moedas de países emergentes, como o peso colombiano e o peso mexicano, mas as variações eram modestas.Às 17h07 o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- também cedia, para 99,699 (-0,16%).
Ibovespa fecha quase estável com pressão de Petrobras antes de decisão do Copom
O Ibovespa fechou quase estável nesta quarta-feira, com o declínio das ações da Petrobras ofuscando as performances positivas de papéis como Itaú Unibanco e RD Saúde em meio a avaliações positivas dos respectivos resultados trimestrais.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa encerrou com variação negativa de 0,09%, a 177.726,17 pontos, após marcar 180.194,51 pontos na máxima e 177.690,45 pontos na mínima do dia. O pregão encerrou com agentes financeiros no aguardo da decisão do Banco Central sobre a taxa Selic, principalmente o comunicado que será divulgado ao final da reunião de dois dias do Comitê de Política Monetária (Copom).
Projeções no mercado apontavam expectativa de queda de 0,25 ponto percentual, levando a taxa básica de juros do país para 14% ao ano. Na visão do sócio na Supernova Investimentos, João Debom, um corte na taxa Selic traz um alívio de curto prazo, mas o cenário ainda é de juros em patamar elevado e incerteza fiscal crescente conforme avança o calendário eleitoral de 2026.
"E agora também a tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos, que adiciona um ingrediente de risco que o mercado ainda não sabe bem como precificar", pontuou.
As bolsas dos Estados Unidos fecharam esta quarta-feira sem direção única.
Dow Jones subiu 0,49% (54.349,12 pontos) — novo recorde;
S&P 500 caiu 0,17% (7.723,55 pontos);
Nasdaq recuou 0,83% (26.363,44 pontos).
As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta quarta-feira
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,08%, a 10.888,30 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,24%, a 26.139,03 pontos.
Em Paris, o CAC 40 avançou 0,03%, a 8.669,30 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB cedeu 0,18%, a 53.446,80 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,16%, a 20.054,80 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,08%, a 9.176,10 pontos.
O índice pan-europeu Stoxx 600 avançou 0,03%, para 657,04 pontos, um novo recorde.
As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quarta-feira
No Japão, o Nikkei subiu 3,66%, para 66.300,44 pontos.
Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 3,76%, para 6.598,26 pontos.
Em Taiwan, o Taiex ganhou 2,88%, a 44.611,60 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto avançou 1,47%, para 3.878,43 pontos,
Shenzhen Composto, menos abrangente, teve alta de 2,07%, a 2.537,55 pontos.
Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 0,24%, para 25.915,82 pontos.
Na Austrália, com alta de 0,90% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, para 9.227,80 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,67% em Wellington a 13.997,18 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,24% em Moscou a 2.297,47 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,19% em Bombaim a 78.581,00 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Dólar comercial: R$ 5,1281
Dólar turismo: R$ 5,3338
Euro comercial: R$ 5,924
Libra: R$ 6,920
Dólar apaga perdas e fecha estável no Brasil sob influência do noticiário político
Após ceder abaixo dos R$5,10 pela manhã, o dólar fechou a quarta-feira estável no Brasil, com o mercado reagindo negativamente à indicação do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como candidato a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Com os investidores à espera da decisão sobre juros do Banco Central, marcada para o início da noite, o dólar à vista encerrou o dia com variação negativa de 0,04%, aos R$5,1283 na venda. Às 17h09, o dólar futuro para setembro -- atualmente o mais líquido -- subia 0,05% na B3, aos R$5,1600.
No início do dia, a nova pesquisa Genial/Quaest mostrou uma diferença menor entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo Planalto. Na projeção de segundo turno, Lula tem 44% das intenções de voto, contra 39% de Flávio, com margem de erro de 2 pontos percentuais. No levantamento anterior, Lula tinha 45% e Flávio somava 37%.
Em função da pesquisa e do exterior favorável, o dólar operou em queda ante o real, chegando a ser cotado abaixo dos R$5,10, mas o cenário mudou no fim da manhã, com o anúncio de Gaspar como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio. Operador ouvido pela Reuters afirmou que Gaspar -- um nome que não vinha sendo ventilado como vice e que surpreendeu, já que a campanha buscava fortalecer Flávio entre o voto feminino -- não foi bem recebido.
Após marcar a cotação mínima de R$5,0975 (-0,64%) às 11h07, antes do anúncio, o dólar à vista se aproximou dos R$5,13 minutos depois da indicação, zerando as perdas. À tarde, às 14h21, a divisa atingiu o pico do dia, aos R$5,1348 (+0,09%).
No mercado, parte dos agentes ainda avalia que a reeleição de Lula seria um fator negativo para o equilíbrio fiscal. Assim, a piora do petista na pesquisa Genial/Quaest foi percebida como um fator baixista para o dólar ante o real. Por outro lado, uma notícia não tão favorável a Flávio, como a escolha de Gaspar para vice, foi um fator altista. Além de observarem o cenário político, os investidores aguardavam a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, a ser divulgada após as 18h30. O consenso é de que o BC reduzirá a taxa Selic em 25 pontos-base, mas há dúvidas sobre a continuidade dos cortes em setembro.
Atualmente a Selic está em 14,25% ao ano, bem acima das taxas praticadas em países como EUA e Japão, e esse diferencial de juros vinha sendo apontado nos últimos meses como um fator favorável à atração de dólares para o Brasil. Hoje o cenário é um pouco diferente diante da perspectiva de alta de juros nos EUA e de novas baixas no Brasil.
No exterior, a expectativa de que possa haver um novo acordo entre EUA e Irã para paralisar o conflito no Oriente Médio alimentava a busca por moedas de países emergentes, como o peso colombiano e o peso mexicano, mas as variações eram modestas.Às 17h07 o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- também cedia, para 99,699 (-0,16%).
Ibovespa fecha quase estável com pressão de Petrobras antes de decisão do Copom
O Ibovespa fechou quase estável nesta quarta-feira, com o declínio das ações da Petrobras ofuscando as performances positivas de papéis como Itaú Unibanco e RD Saúde em meio a avaliações positivas dos respectivos resultados trimestrais.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa encerrou com variação negativa de 0,09%, a 177.726,17 pontos, após marcar 180.194,51 pontos na máxima e 177.690,45 pontos na mínima do dia. O pregão encerrou com agentes financeiros no aguardo da decisão do Banco Central sobre a taxa Selic, principalmente o comunicado que será divulgado ao final da reunião de dois dias do Comitê de Política Monetária (Copom).
Projeções no mercado apontavam expectativa de queda de 0,25 ponto percentual, levando a taxa básica de juros do país para 14% ao ano. Na visão do sócio na Supernova Investimentos, João Debom, um corte na taxa Selic traz um alívio de curto prazo, mas o cenário ainda é de juros em patamar elevado e incerteza fiscal crescente conforme avança o calendário eleitoral de 2026.
"E agora também a tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos, que adiciona um ingrediente de risco que o mercado ainda não sabe bem como precificar", pontuou.
As bolsas dos Estados Unidos fecharam esta quarta-feira sem direção única.
Dow Jones subiu 0,49% (54.349,12 pontos) — novo recorde;
S&P 500 caiu 0,17% (7.723,55 pontos);
Nasdaq recuou 0,83% (26.363,44 pontos).
As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta quarta-feira
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,08%, a 10.888,30 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,24%, a 26.139,03 pontos.
Em Paris, o CAC 40 avançou 0,03%, a 8.669,30 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB cedeu 0,18%, a 53.446,80 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,16%, a 20.054,80 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,08%, a 9.176,10 pontos.
O índice pan-europeu Stoxx 600 avançou 0,03%, para 657,04 pontos, um novo recorde.
As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quarta-feira
No Japão, o Nikkei subiu 3,66%, para 66.300,44 pontos.
Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 3,76%, para 6.598,26 pontos.
Em Taiwan, o Taiex ganhou 2,88%, a 44.611,60 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto avançou 1,47%, para 3.878,43 pontos,
Shenzhen Composto, menos abrangente, teve alta de 2,07%, a 2.537,55 pontos.
Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 0,24%, para 25.915,82 pontos.
Na Austrália, com alta de 0,90% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, para 9.227,80 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,67% em Wellington a 13.997,18 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,24% em Moscou a 2.297,47 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,19% em Bombaim a 78.581,00 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 05/08/26
As bolsas dos Estados Unidos fecharam esta quarta-feira (5) sem direção única. O Dow Jones bateu recorde de fechamento, enquanto os outros índices acompanharam novos ataques no Oriente Médio, indicadores macroeconômicos e uma série de balanços.
Informações de que Irã e Omã concluíram o rascunho de um acordo para a reabertura do Estreito de Ormuz animaram os investidores. Ao mesmo tempo, novos ataques na região mantiveram as preocupações com a segurança no Oriente Médio.Na agenda econômica, os índices de gerentes de compras (PMIs) de serviços divulgados pelo ISM e pela S&P Global mostraram expansão da atividade do setor em julho. Já o relatório ADP apontou uma criação de vagas no setor privado abaixo das expectativas do mercado.
Dow Jones subiu 0,49% (54.349,12 pontos) — novo recorde;
S&P 500 caiu 0,17% (7.723,55 pontos);
Nasdaq recuou 0,83% (26.363,44 pontos).
As ações da SpaceX recuaram 13,6%. Apesar de a companhia ter divulgado resultados acima das estimativas dos analistas, as despesas de capital ficaram acima do esperado por Wall Street.A Advanced Micro Devices (AMD) caiu 7,04%, após Elon Musk afirmar que a SpaceX utilizará exclusivamente chips da Nvidia. As ações da Nvidia avançaram 4,3%.
Já os papéis da Alphabet, controladora do Google, recuaram 4% após o anúncio da saída de Jeff Dean, executivo que participou do desenvolvimento da estratégia de inteligência artificial da empresa. Fora do setor, a Walt Disney avançou 2,9% após divulgar resultados acima das expectativas, impulsionados pelo desempenho de produções como Toy Story 5 e O Diabo Veste Prada 2.
A farmacêutica Eli Lilly subiu 4,2% depois de elevar sua projeção de vendas para 2026, citando a demanda por medicamentos da classe GLP-1, utilizados principalmente no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade. Na outra ponta, a Flutter Entertainment caiu 11,5% após divulgar resultados considerados mistos, anunciar a saída do diretor-presidente e reduzir suas projeções. A empresa informou que sua receita global cresceu 3% no trimestre encerrado em 30 de junho. No Brasil, o faturamento aumentou 64% na comparação anual, impulsionado pela aquisição da BetNacional.
As ações da Uber também encerraram em queda, recuando 5,3% após a divulgação de seus resultados trimestrais.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Informações de que Irã e Omã concluíram o rascunho de um acordo para a reabertura do Estreito de Ormuz animaram os investidores. Ao mesmo tempo, novos ataques na região mantiveram as preocupações com a segurança no Oriente Médio.Na agenda econômica, os índices de gerentes de compras (PMIs) de serviços divulgados pelo ISM e pela S&P Global mostraram expansão da atividade do setor em julho. Já o relatório ADP apontou uma criação de vagas no setor privado abaixo das expectativas do mercado.
Dow Jones subiu 0,49% (54.349,12 pontos) — novo recorde;
S&P 500 caiu 0,17% (7.723,55 pontos);
Nasdaq recuou 0,83% (26.363,44 pontos).
As ações da SpaceX recuaram 13,6%. Apesar de a companhia ter divulgado resultados acima das estimativas dos analistas, as despesas de capital ficaram acima do esperado por Wall Street.A Advanced Micro Devices (AMD) caiu 7,04%, após Elon Musk afirmar que a SpaceX utilizará exclusivamente chips da Nvidia. As ações da Nvidia avançaram 4,3%.
Já os papéis da Alphabet, controladora do Google, recuaram 4% após o anúncio da saída de Jeff Dean, executivo que participou do desenvolvimento da estratégia de inteligência artificial da empresa. Fora do setor, a Walt Disney avançou 2,9% após divulgar resultados acima das expectativas, impulsionados pelo desempenho de produções como Toy Story 5 e O Diabo Veste Prada 2.
A farmacêutica Eli Lilly subiu 4,2% depois de elevar sua projeção de vendas para 2026, citando a demanda por medicamentos da classe GLP-1, utilizados principalmente no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade. Na outra ponta, a Flutter Entertainment caiu 11,5% após divulgar resultados considerados mistos, anunciar a saída do diretor-presidente e reduzir suas projeções. A empresa informou que sua receita global cresceu 3% no trimestre encerrado em 30 de junho. No Brasil, o faturamento aumentou 64% na comparação anual, impulsionado pela aquisição da BetNacional.
As ações da Uber também encerraram em queda, recuando 5,3% após a divulgação de seus resultados trimestrais.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Sobrenatural: Agora Entre Nós | Trailer Final | Dublado
O mal encontrou uma saída.
O trailer final está no nosso mundo! Sobrenatural: Agora Entre Nós estreia em 20 de agosto, exclusivamente nos cinemas.
Direção: Jacob Chase
Roteiro: Jacob Chase
Argumento: David Leslie Johnson-McGoldrick e Jacob Chase
Baseado nas personagens criadas por: Leigh Whannell
Produção: Jason Blum, Oren Peli, James Wan, Leigh Whannell
Produção executiva: Steven Schneider, Ryan Turek, Brian Kavanaugh-Jones
Elenco: Amelia Eve, Brandon Perea e Lin Shaye
Em Sobrenatural: Agora Entre Nós, Amelia Eve interpreta Gemma, uma jovem mãe que cria sua filha na casa onde cresceu e descobre que pode viajar para O Além, o reino purgatorial de almas perdidas no coração do universo Sobrenatural. Quando algo maligno passa a persegui-la, Gemma descobre uma habilidade que muda tudo: ela não apenas entra em O Além — ela pode trazer o que vive lá de volta ao mundo real. Quando os demônios percebem seu poder, nosso mundo se torna o playground deles.
Com Lin Shaye reprisando seu icônico papel como Elise Rainier e direção de Jacob Chase (Come Play).
O trailer final está no nosso mundo! Sobrenatural: Agora Entre Nós estreia em 20 de agosto, exclusivamente nos cinemas.
Direção: Jacob Chase
Roteiro: Jacob Chase
Argumento: David Leslie Johnson-McGoldrick e Jacob Chase
Baseado nas personagens criadas por: Leigh Whannell
Produção: Jason Blum, Oren Peli, James Wan, Leigh Whannell
Produção executiva: Steven Schneider, Ryan Turek, Brian Kavanaugh-Jones
Elenco: Amelia Eve, Brandon Perea e Lin Shaye
Em Sobrenatural: Agora Entre Nós, Amelia Eve interpreta Gemma, uma jovem mãe que cria sua filha na casa onde cresceu e descobre que pode viajar para O Além, o reino purgatorial de almas perdidas no coração do universo Sobrenatural. Quando algo maligno passa a persegui-la, Gemma descobre uma habilidade que muda tudo: ela não apenas entra em O Além — ela pode trazer o que vive lá de volta ao mundo real. Quando os demônios percebem seu poder, nosso mundo se torna o playground deles.
Com Lin Shaye reprisando seu icônico papel como Elise Rainier e direção de Jacob Chase (Come Play).
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 05/08/26
As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta quarta-feira (5) com investidores reagindo aos balanços corporativos e à iminência de um acordo entre os Estados Unidos e o Irã que possa reabrir o Estreito de Ormuz.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,08%, a 10.888,30 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,24%, a 26.139,03 pontos. Em Paris, o CAC 40 avançou 0,03%, a 8.669,30 pontos. Em Milão, o FTSE MIB cedeu 0,18%, a 53.446,80 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,16%, a 20.054,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,08%, a 9.176,10 pontos. As cotações são preliminares. O índice pan-europeu Stoxx 600 avançou 0,03%, para 657,04 pontos, um novo recorde.
Entre os destaques do pregão, a Glencore avançou cerca de 4% em Londres, após a mineradora divulgar lucro semestral forte e anunciar planos de buscar uma listagem secundária no mercado acionário da Austrália.
Já a cervejaria Heineken subiu 2,42% em Amsterdã ao registrar aceleração no crescimento dos volumes, o que impulsionou os resultados. A farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, por outro lado, caiu mais de 4% em Copenhague, pressionada por vendas abaixo do esperado do novo Wegovy em comprimidos, apesar de ter melhorado suas projeções para 2026. A Siemens Energy perdeu 0,25% em Frankfurt após os lucros.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta madrugada que um acordo sobre Ormuz pode ser fechado já nesta quarta ou quinta-feira. Além disso, os EUA removeram sanções de contraterrorismo contra empresas do Iraque ligadas ao regime iraniano, de acordo com o Departamento do Tesouro - uma pré-condição de Teerã para avançar em negociações de paz.
No radar macroeconômico, o índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) de serviços da zona do euro atingiu o maior nível em cinco meses, segundo pesquisa final da S&P Global. O mesmo indicador para a Alemanha e do Reino Unido também foi revisado para cima. Já o índice de preços ao produtor (PPI, em inglês) da zona do euro subiu 4,6% na comparação anual de junho.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,08%, a 10.888,30 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,24%, a 26.139,03 pontos. Em Paris, o CAC 40 avançou 0,03%, a 8.669,30 pontos. Em Milão, o FTSE MIB cedeu 0,18%, a 53.446,80 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,16%, a 20.054,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,08%, a 9.176,10 pontos. As cotações são preliminares. O índice pan-europeu Stoxx 600 avançou 0,03%, para 657,04 pontos, um novo recorde.
Entre os destaques do pregão, a Glencore avançou cerca de 4% em Londres, após a mineradora divulgar lucro semestral forte e anunciar planos de buscar uma listagem secundária no mercado acionário da Austrália.
Já a cervejaria Heineken subiu 2,42% em Amsterdã ao registrar aceleração no crescimento dos volumes, o que impulsionou os resultados. A farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, por outro lado, caiu mais de 4% em Copenhague, pressionada por vendas abaixo do esperado do novo Wegovy em comprimidos, apesar de ter melhorado suas projeções para 2026. A Siemens Energy perdeu 0,25% em Frankfurt após os lucros.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta madrugada que um acordo sobre Ormuz pode ser fechado já nesta quarta ou quinta-feira. Além disso, os EUA removeram sanções de contraterrorismo contra empresas do Iraque ligadas ao regime iraniano, de acordo com o Departamento do Tesouro - uma pré-condição de Teerã para avançar em negociações de paz.
No radar macroeconômico, o índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) de serviços da zona do euro atingiu o maior nível em cinco meses, segundo pesquisa final da S&P Global. O mesmo indicador para a Alemanha e do Reino Unido também foi revisado para cima. Já o índice de preços ao produtor (PPI, em inglês) da zona do euro subiu 4,6% na comparação anual de junho.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 05/08/26
As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quarta-feira (5), após Wall Street estender o rali ontem, em meio a esperanças de que EUA e Irã cheguem a um acordo para a reabertura do Estreito de Ormuz.
Os principais índices acionários avançaram mais de 3% em Tóquio e Seul, puxados pela alta de ações de fabricantes de chips e de outras empresas ligadas à IA (inteligência artificial). No Japão, o Nikkei subiu 3,66%, para 66.300,44 pontos. A fabricante de chips Kioxia ganhou 4,2%, enquanto a Advantest, produtora de equipamentos de teste de semicondutores, disparou 8,8%.
Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 3,76%, para 6.598,26 pontos, liderado por um ganho de 5,8% da fabricante de chips de memória SK Hynix. A gigante de tecnologia Samsung Electronics subiu 2,5%.
Em Taiwan, o Taiex ganhou 2,88%, a 44.611,60 pontos, com a principal fabricante de chips do mercado, a TSMC, subindo 3,7%.
"Está claro que hoje o mercado subiu com força puxado por ações de IA. Quando você olha para os outros setores, há alguma atividade aqui e ali, mas o foco voltou mesmo para semicondutores, tecnologia e IA", disse Neil Newman, chefe de estratégia da Astris Advisory Japan.
Na China continental, o Xangai Composto avançou 1,47%, para 3.878,43 pontos, e o Shenzhen Composto, menos abrangente, teve alta de 2,07%, a 2.537,55 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 0,24%, para 25.915,82 pontos.
Ontem, as bolsas de Nova York estenderam o rali recente pelo quarto pregão consecutivo, com recordes de fechamento do Dow Jones e do S&P 500, em meio a um clima mais otimista em relação ao conflito no Oriente Médio. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o país pode chegar a um acordo com o Irã para a reabertura do Estreito de Ormuz até esta quarta-feira. O Brent, que na véspera caiu mais de 5%, subia 1% no fim desta madrugada.
Na a bolsa australiana também teve desempenho positivo, com alta de 0,90% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, para 9.227,80 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,67% em Wellington a 13.997,18 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,24% em Moscou a 2.297,47 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,19% em Bombaim a 78.581,00 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Os principais índices acionários avançaram mais de 3% em Tóquio e Seul, puxados pela alta de ações de fabricantes de chips e de outras empresas ligadas à IA (inteligência artificial). No Japão, o Nikkei subiu 3,66%, para 66.300,44 pontos. A fabricante de chips Kioxia ganhou 4,2%, enquanto a Advantest, produtora de equipamentos de teste de semicondutores, disparou 8,8%.
Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 3,76%, para 6.598,26 pontos, liderado por um ganho de 5,8% da fabricante de chips de memória SK Hynix. A gigante de tecnologia Samsung Electronics subiu 2,5%.
Em Taiwan, o Taiex ganhou 2,88%, a 44.611,60 pontos, com a principal fabricante de chips do mercado, a TSMC, subindo 3,7%.
"Está claro que hoje o mercado subiu com força puxado por ações de IA. Quando você olha para os outros setores, há alguma atividade aqui e ali, mas o foco voltou mesmo para semicondutores, tecnologia e IA", disse Neil Newman, chefe de estratégia da Astris Advisory Japan.
Na China continental, o Xangai Composto avançou 1,47%, para 3.878,43 pontos, e o Shenzhen Composto, menos abrangente, teve alta de 2,07%, a 2.537,55 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 0,24%, para 25.915,82 pontos.
Ontem, as bolsas de Nova York estenderam o rali recente pelo quarto pregão consecutivo, com recordes de fechamento do Dow Jones e do S&P 500, em meio a um clima mais otimista em relação ao conflito no Oriente Médio. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o país pode chegar a um acordo com o Irã para a reabertura do Estreito de Ormuz até esta quarta-feira. O Brent, que na véspera caiu mais de 5%, subia 1% no fim desta madrugada.
Na a bolsa australiana também teve desempenho positivo, com alta de 0,90% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, para 9.227,80 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,67% em Wellington a 13.997,18 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,24% em Moscou a 2.297,47 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,19% em Bombaim a 78.581,00 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Cinemas Os lançamentos da semana: 06 a 12/08/26
Nesta semana, Insaciável, Champagne - Uma viagem de pai e filho, Nimrods: A Green Day comedy, estão entre as principais estreias dos cinemas brasileiros. Em suma, as duas novas produções devem ocupar grande parte das telonas do país nos próximos dias.
Vale destacar que os demais filmes que chegam ao país têm um número de salas reduzidas e, por essa razão, devem chegar apenas às principais capitais.
Lembrando que as estreias da semana nos cinemas estão sempre sujeitas a alterações e os filmes previstos para a exibição podem mudar dependendo do dia.
Insaciável
Título original: Saccharine
Distribuição: Diamond
País: Austrália
Gênero: terror
Duração: 112 minutos
Classificação: 18 anos
Direção: Natalie Erika James
Elenco: Midori FrancisAnna AdamsJoseph Baldwin
Sinopse
Hana é uma estudante de medicina que há anos nutre uma preocupação permanente com o próprio corpo e a perda de peso. Influenciada por uma amiga, ela decide começar um programa extremo à base de pílulas produzidas com cinzas humanas.
Título original: Champagne
Distribuição: Autoral Filmes
País: Países Baixos
Gênero: drama
Duração: 90 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Tim Kamps
Elenco: Leo AlkemadeHuub StapelBeppie Melissen
Sinopse
Quando Maarten descobre que seu pai está com uma doença terminal, ele o leva em uma última viagem à região de Champagne, na França. Com conversas tensas e velhos padrões ressurgindo, eles se conectam através de refeições compartilhadas e pequenos momentos inesperados que, aos poucos, os aproximam.
Título original: Nimrods: A Green Day comedy
Distribuição: Trafalgar
País: Estados Unidos
Gênero: comédia
Duração: 116 minutos
Classificação: 16 anos
Direção: Lee Kirk
Elenco: Mason ThamesMckenna GraceKylr Coffman
Sinopse
Quando Tommy recebe uma ligação convidando sua banda para abrir o show do Green Day no Réveillon, ele nem imagina que tudo não passa de uma pegadinha muito bem armada por seu irmão. Querendo acreditar que sua vida está prestes a mudar, Tommy rouba o carro dele para levar sua banda de Kansas City até Los Angeles, decidido a chegar lá em três dias. O resultado é uma viagem caótica e hilária pelos Estados Unidos, inspirada no início da carreira do Green Day.
Distribuição: Bretz Filmes
País: Brasil
Gênero: documentário
Duração: 80 minutos
Classificação: 12 anos
Direção: Tarsila AraújoMarcelo Mello
Sinopse
Em 1967, os cineastas Luiz Sergio Person e Jean-Claude Bernardet escreveram o roteiro daquele que seria um de seus mais importantes filmes, um projeto cinematográfico radical nunca filmado: A hora dos ruminantes. Uma história sobre o cinema brasileiro dos anos 1960 e 1970 e suas questões políticas, revelações de documentos inéditos e confidenciais da ditadura militar em diálogo com Hollywood.
Título original: Katseye: Wild hearts
Distribuição: Trafalgar
País: Estados Unidos
Gênero: documentário
Duração: 80 minutos
Classificação: livre
Direção: Nadia Hallgren
Sinopse
Com imagens inéditas, vídeos enviados pelo fandom EYEKONS e entrevistas intimas com as integrantes, o filme explora o poderoso vínculo entre o KATSEYE e seu fandom global.
Título original: ATEEZ: 'Light the way' in cinemas
Distribuição: Trafalgar
País: Coreia do Sul
Gênero: show
Duração: 65 minutos
Classificação: livre
Direção: Jiae Kim
Sinopse
Um dia, uma mensagem misteriosa chega ao ATEEZ, que desfrutava de momentos tranquilos em seu esconderijo. Naquele instante, tudo começou a mudar. O ATINY desapareceu... Como se estivessem sob um feitiço, os integrantes do ATEEZ vagam por uma paisagem onírica e desolada, por um mundo em colapso envolto em chamas e pela Cidade Sombria encoberta por uma densa neblina. Perseguidos por uma força desconhecida, eles iniciam uma luta para encontrar o ATINY.
Vale destacar que os demais filmes que chegam ao país têm um número de salas reduzidas e, por essa razão, devem chegar apenas às principais capitais.
Lembrando que as estreias da semana nos cinemas estão sempre sujeitas a alterações e os filmes previstos para a exibição podem mudar dependendo do dia.
Insaciável
Título original: Saccharine
Distribuição: Diamond
País: Austrália
Gênero: terror
Duração: 112 minutos
Classificação: 18 anos
Direção: Natalie Erika James
Elenco: Midori FrancisAnna AdamsJoseph Baldwin
Sinopse
Hana é uma estudante de medicina que há anos nutre uma preocupação permanente com o próprio corpo e a perda de peso. Influenciada por uma amiga, ela decide começar um programa extremo à base de pílulas produzidas com cinzas humanas.
Champagne - Uma viagem de pai e filho
Título original: Champagne
Distribuição: Autoral Filmes
País: Países Baixos
Gênero: drama
Duração: 90 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Tim Kamps
Elenco: Leo AlkemadeHuub StapelBeppie Melissen
Sinopse
Quando Maarten descobre que seu pai está com uma doença terminal, ele o leva em uma última viagem à região de Champagne, na França. Com conversas tensas e velhos padrões ressurgindo, eles se conectam através de refeições compartilhadas e pequenos momentos inesperados que, aos poucos, os aproximam.
(11/08) Nimrods: A Green Day comedy
Título original: Nimrods: A Green Day comedy
Distribuição: Trafalgar
País: Estados Unidos
Gênero: comédia
Duração: 116 minutos
Classificação: 16 anos
Direção: Lee Kirk
Elenco: Mason ThamesMckenna GraceKylr Coffman
Sinopse
Quando Tommy recebe uma ligação convidando sua banda para abrir o show do Green Day no Réveillon, ele nem imagina que tudo não passa de uma pegadinha muito bem armada por seu irmão. Querendo acreditar que sua vida está prestes a mudar, Tommy rouba o carro dele para levar sua banda de Kansas City até Los Angeles, decidido a chegar lá em três dias. O resultado é uma viagem caótica e hilária pelos Estados Unidos, inspirada no início da carreira do Green Day.
Os ruminantes
Distribuição: Bretz Filmes
País: Brasil
Gênero: documentário
Duração: 80 minutos
Classificação: 12 anos
Direção: Tarsila AraújoMarcelo Mello
Sinopse
Em 1967, os cineastas Luiz Sergio Person e Jean-Claude Bernardet escreveram o roteiro daquele que seria um de seus mais importantes filmes, um projeto cinematográfico radical nunca filmado: A hora dos ruminantes. Uma história sobre o cinema brasileiro dos anos 1960 e 1970 e suas questões políticas, revelações de documentos inéditos e confidenciais da ditadura militar em diálogo com Hollywood.
(12/08) Katseye: Wild hearts
Título original: Katseye: Wild hearts
Distribuição: Trafalgar
País: Estados Unidos
Gênero: documentário
Duração: 80 minutos
Classificação: livre
Direção: Nadia Hallgren
Sinopse
Com imagens inéditas, vídeos enviados pelo fandom EYEKONS e entrevistas intimas com as integrantes, o filme explora o poderoso vínculo entre o KATSEYE e seu fandom global.
ATEEZ: 'Light the way' in cinemas
Título original: ATEEZ: 'Light the way' in cinemas
Distribuição: Trafalgar
País: Coreia do Sul
Gênero: show
Duração: 65 minutos
Classificação: livre
Direção: Jiae Kim
Sinopse
Um dia, uma mensagem misteriosa chega ao ATEEZ, que desfrutava de momentos tranquilos em seu esconderijo. Naquele instante, tudo começou a mudar. O ATINY desapareceu... Como se estivessem sob um feitiço, os integrantes do ATEEZ vagam por uma paisagem onírica e desolada, por um mundo em colapso envolto em chamas e pela Cidade Sombria encoberta por uma densa neblina. Perseguidos por uma força desconhecida, eles iniciam uma luta para encontrar o ATINY.
terça-feira, 4 de agosto de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 04/08/26
Bitcoin: R$ 330.083,50 Reais e US$ 64.205,94 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,1312
Dólar turismo: R$ 5,3410
Euro comercial: R$ 5,917
Libra: R$ 6,921
Dólar fecha em alta ante real antes de anúncio de sanção dos EUA a embaixadora brasileira
O dólar fechou a terça-feira com alta ante o real, refletindo o temor de novas sanções dos Estados Unidos ao Brasil, além da expectativa de novos cortes da taxa básica Selic.
O avanço das cotações no Brasil foi sustentado ainda pela queda do petróleo Brent no exterior, já que o país é exportador da commodity. O dólar à vista encerrou o dia com alta de 0,84%, aos R$5,1304. No ano, a divisa passou a acumular baixa de 6,53%. Com o mercado à vista já fechado, o Departamento de Estado dos EUA anunciou que o visto da embaixadora Maria Luiza Viotti, chefe da missão brasileira nos EUA, foi cancelado.
Às 17h32, já após essa notícia, o dólar futuro para setembro -- atualmente o mais líquido -- subia 0,62% na B3, aos R$5,1570.
No início do dia o dólar chegou a operar em queda ante o real, acompanhando o recuo da moeda norte-americana ante divisas emergentes como o peso chileno, o rand sul-africano e o peso mexicano, em meio à expectativa de que EUA e Irã possam chegar a um acordo de paz.
No entanto, o dólar ganhou força gradativamente ante o real pela manhã e, durante a tarde, acelerou com a notícia de que o Brasil esperava pelo anúncio de novas sanções diplomáticas dos EUA. A notícia foi dada pelo site da Exame. As novas sanções seriam uma reação dos EUA após o governo brasileiro ter negado vistos para duas autoridades norte-americanas que viriam ao país para, na visão do Planalto, interferir nas eleições de outubro.
Assim, após atingir a cotação mínima intradia de R$5,0707 (-0,33%) às 9h01, o dólar à vista marcou a máxima de R$5,1480 (+1,19%) às 15h47. O pico do dólar ocorreu em paralelo às máximas das taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) em vários vencimentos e à perda de força do Ibovespa.
Durante o dia, profissionais ouvidos pela Reuters também citaram, como justificativa para o dólar forte, a expectativa de que o Banco Central anuncie novo corte de 25 pontos-base da taxa Selic na quarta-feira, para 14,00% ao ano, podendo promover outra redução de 25 pontos-base em setembro.
Essa possibilidade foi reforçada pela manhã por dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrando que a produção industrial caiu 1,8% em junho ante maio, mais que a retração de 0,8% projetada por economistas ouvidos pela Reuters. Na comparação com junho de 2025, houve alta de 1,7%, também abaixo da projeção de 3,0%.
"A precificação (de corte de 25 pontos-base da Selic na quarta-feira) já vinha sendo feita. Nosso juro real continua bom, mas um pouco pior do que estava antes, e a produção industrial abaixo do esperado acaba dando espaço para a Selic cair mais", comentou durante a tarde Nicolas Gomes, especialista em câmbio da Manchester Investimentos. De acordo com Gomes, o recuo do petróleo Brent, para abaixo dos US$80 o barril, também justificava o avanço do dólar ante o real.No exterior, porém, a moeda norte-americana operava em queda ante várias divisas no fim da tarde. Às 17h16, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,15%, a 99,863.
Ibovespa fecha em queda com Itaú e Petrobras após superar 180 mil pontos
O Ibovespa fechou praticamente estável nesta terça-feira, após superar os 180 mil pontos, pressionado principalmente por Itaú Unibanco, antes da divulgação do balanço do segundo trimestre, e Petrobras, com novo declínio do preço do petróleo no exterior
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,06%, a 177.894,97 pontos, após chegar a 180.679,47 na máxima e marcar 177.580,77 na mínima do dia. No exterior, o barril de petróleo sob o contrato Brent encerrou em baixa de 5,3%, a US$79,36, após comentários de autoridades do Catar e dos Estados Unidos aumentarem as esperanças de uma resolução diplomática para a guerra com o Irã.
O S&P 500 e o Dow fecharam em níveis recordes nesta terça-feira
O Índice Dow Jones Industrial Average subiu 1,71%, para 54.085,88 pontos.
S&P 500 avançou 1,79%, para 7.736,52 pontos.
Nasdaq Composite teve alta de 2,59%, para 26.584,99 pontos.
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,20%, a 10.879,38 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,85%, a 26.223,26 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,61%, a 8.666,63 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,26%, a 53.540,50 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,20%, a 20.023,22 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,03%, a 9.169,02 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta terça-feira
O índice sul-coreano Kospi subiu 1,62% em Seul, para 6.358,95 pontos.
Em Tóquio, o Nikkei teve alta de 0,32%, para 63.957,53 pontos.
Hang Seng caiu 0,60% em Hong Kong, para 25.852,92 pontos.
Taiex registrou baixa marginal de 0,06% em Taiwan, a 43.360,66 pontos.
Na China continental, O Xangai Composto registrou ganho de 0,33%, para 3.822,28 pontos,
menos abrangente Shenzhen Composto avançou 2,73%, para 2.486,10 pontos.
Na Austrália em alta de 1,40% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, para 9.145,80 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,93% em Wellington a 13.903,46 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,06% em Moscou a 2.264,03 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,27% em Bombaim a 78.428,95 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Dólar comercial: R$ 5,1312
Dólar turismo: R$ 5,3410
Euro comercial: R$ 5,917
Libra: R$ 6,921
Dólar fecha em alta ante real antes de anúncio de sanção dos EUA a embaixadora brasileira
O dólar fechou a terça-feira com alta ante o real, refletindo o temor de novas sanções dos Estados Unidos ao Brasil, além da expectativa de novos cortes da taxa básica Selic.
O avanço das cotações no Brasil foi sustentado ainda pela queda do petróleo Brent no exterior, já que o país é exportador da commodity. O dólar à vista encerrou o dia com alta de 0,84%, aos R$5,1304. No ano, a divisa passou a acumular baixa de 6,53%. Com o mercado à vista já fechado, o Departamento de Estado dos EUA anunciou que o visto da embaixadora Maria Luiza Viotti, chefe da missão brasileira nos EUA, foi cancelado.
Às 17h32, já após essa notícia, o dólar futuro para setembro -- atualmente o mais líquido -- subia 0,62% na B3, aos R$5,1570.
No início do dia o dólar chegou a operar em queda ante o real, acompanhando o recuo da moeda norte-americana ante divisas emergentes como o peso chileno, o rand sul-africano e o peso mexicano, em meio à expectativa de que EUA e Irã possam chegar a um acordo de paz.
No entanto, o dólar ganhou força gradativamente ante o real pela manhã e, durante a tarde, acelerou com a notícia de que o Brasil esperava pelo anúncio de novas sanções diplomáticas dos EUA. A notícia foi dada pelo site da Exame. As novas sanções seriam uma reação dos EUA após o governo brasileiro ter negado vistos para duas autoridades norte-americanas que viriam ao país para, na visão do Planalto, interferir nas eleições de outubro.
Assim, após atingir a cotação mínima intradia de R$5,0707 (-0,33%) às 9h01, o dólar à vista marcou a máxima de R$5,1480 (+1,19%) às 15h47. O pico do dólar ocorreu em paralelo às máximas das taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) em vários vencimentos e à perda de força do Ibovespa.
Durante o dia, profissionais ouvidos pela Reuters também citaram, como justificativa para o dólar forte, a expectativa de que o Banco Central anuncie novo corte de 25 pontos-base da taxa Selic na quarta-feira, para 14,00% ao ano, podendo promover outra redução de 25 pontos-base em setembro.
Essa possibilidade foi reforçada pela manhã por dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrando que a produção industrial caiu 1,8% em junho ante maio, mais que a retração de 0,8% projetada por economistas ouvidos pela Reuters. Na comparação com junho de 2025, houve alta de 1,7%, também abaixo da projeção de 3,0%.
"A precificação (de corte de 25 pontos-base da Selic na quarta-feira) já vinha sendo feita. Nosso juro real continua bom, mas um pouco pior do que estava antes, e a produção industrial abaixo do esperado acaba dando espaço para a Selic cair mais", comentou durante a tarde Nicolas Gomes, especialista em câmbio da Manchester Investimentos. De acordo com Gomes, o recuo do petróleo Brent, para abaixo dos US$80 o barril, também justificava o avanço do dólar ante o real.No exterior, porém, a moeda norte-americana operava em queda ante várias divisas no fim da tarde. Às 17h16, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,15%, a 99,863.
Ibovespa fecha em queda com Itaú e Petrobras após superar 180 mil pontos
O Ibovespa fechou praticamente estável nesta terça-feira, após superar os 180 mil pontos, pressionado principalmente por Itaú Unibanco, antes da divulgação do balanço do segundo trimestre, e Petrobras, com novo declínio do preço do petróleo no exterior
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,06%, a 177.894,97 pontos, após chegar a 180.679,47 na máxima e marcar 177.580,77 na mínima do dia. No exterior, o barril de petróleo sob o contrato Brent encerrou em baixa de 5,3%, a US$79,36, após comentários de autoridades do Catar e dos Estados Unidos aumentarem as esperanças de uma resolução diplomática para a guerra com o Irã.
O S&P 500 e o Dow fecharam em níveis recordes nesta terça-feira
O Índice Dow Jones Industrial Average subiu 1,71%, para 54.085,88 pontos.
S&P 500 avançou 1,79%, para 7.736,52 pontos.
Nasdaq Composite teve alta de 2,59%, para 26.584,99 pontos.
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,20%, a 10.879,38 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,85%, a 26.223,26 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,61%, a 8.666,63 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,26%, a 53.540,50 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,20%, a 20.023,22 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,03%, a 9.169,02 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta terça-feira
O índice sul-coreano Kospi subiu 1,62% em Seul, para 6.358,95 pontos.
Em Tóquio, o Nikkei teve alta de 0,32%, para 63.957,53 pontos.
Hang Seng caiu 0,60% em Hong Kong, para 25.852,92 pontos.
Taiex registrou baixa marginal de 0,06% em Taiwan, a 43.360,66 pontos.
Na China continental, O Xangai Composto registrou ganho de 0,33%, para 3.822,28 pontos,
menos abrangente Shenzhen Composto avançou 2,73%, para 2.486,10 pontos.
Na Austrália em alta de 1,40% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, para 9.145,80 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,93% em Wellington a 13.903,46 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,06% em Moscou a 2.264,03 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,27% em Bombaim a 78.428,95 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 04/08/26
O S&P 500 e o Dow fecharam em níveis recordes nesta terça-feira, impulsionados pelos últimos resultados financeiros de empresas ligadas à IA, como a Caterpillar e a Palantir, que acalmaram as preocupações com a demanda, enquanto os preços do petróleo bruto e os rendimentos dos títulos do Tesouro caíram devido às esperanças de um acordo na guerra contra o Irã.
A Palantir Technologies disparou 29,5% e registrou seu maior ganho percentual diário desde fevereiro de 2024, após elevar sua previsão de receita anual. A Caterpillar , considerada um termômetro da economia industrial global, saltou 5,6% após elevar sua previsão de crescimento da receita anual, já que a expansão dos data centers de IA impulsionou a demanda por seus equipamentos de geração de energia e construção.
O movimento da Caterpillar representou o maior impulso para o Índice Dow Jones, contribuindo com cerca de 280 pontos para a alta do índice. Os investidores têm acompanhado de perto os números das empresas ligadas à IA nesta temporada de divulgação de resultados, em busca de sinais de que os gastos maciços no setor sejam justificados.
Outro fator que apoiou as ações foi uma queda de cerca de 5% nos preços do petróleo bruto, depois que uma autoridade do Catar afirmou que os esforços para garantir uma solução diplomática para o conflito continuavam, enquanto o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, disse que um acordo com o Irã para reabrir o Estreito de Ormuz poderia ser fechado nos próximos dois dias.
A queda nos preços do petróleo também reduziu as expectativas de um aumento da taxa de juros pelo Federal Reserve em sua reunião de setembro de 67,2% no pregão anterior para 56,9%, de acordo com o CME FedWatch, o que contribuiu para uma retração nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA.
"Não percebo nem um pingo de ceticismo entre os investidores, seja em relação ao petróleo, às taxas de juros ou às ações", disse Jack Ablin, estrategista-chefe de investimentos e sócio fundador da Cresset Capital Management, em Chicago.
"Os relatórios de lucros foram certamente favoráveis, e isso é uma ótima notícia, mas não tenho certeza se alguns poucos relatórios de lucros justificam novos recordes no S&P."
O Índice Dow Jones Industrial Average subiu 1,71%, para 54.085,88 pontos, o S&P 500 avançou 1,79%, para 7.736,52 pontos, e o Nasdaq Composite teve alta de 2,59%, para 26.584,99 pontos.
As ações do setor de chips, também vistas como beneficiárias dos gastos com IA, dispararam. O Índice Philadelphia Semiconductor subiu 6,6% e registrou alta pela quarta sessão consecutiva, após cair 20,6% em julho. O setor de tecnologia do S&P 500 registrou alta de 4,1%, sendo o que apresentou melhor desempenho entre os 11 principais setores do S&P.
Os resultados dos lucros corporativos neste trimestre têm sido, em sua maioria, robustos. Das 304 empresas do S&P 500 que divulgaram seus resultados do segundo trimestre até sexta-feira, 85,2% superaram as estimativas, contra a média de longo prazo de 67,5%, de acordo com dados da LSEG, com todos os principais setores do S&P apresentando crescimento nos lucros.
As ações da SpaceX, de Elon Musk, fecharam com alta de 9,4% antes da divulgação de seus resultados trimestrais. Após o fechamento do mercado, as ações caíram cerca de 4% após o anúncio de seus primeiros resultados financeiros desde a abertura de capital.As ações da McDonald's subiram 1,2% apesar de terem divulgado resultados decepcionantes, enquanto as da Pfizer valorizaram 1,5% após a divulgação de resultados trimestrais otimistas.
No front dos dados, as vagas de emprego em aberto diminuíram em junho em meio a uma queda acentuada no setor de saúde e assistência social, mas o aumento nas contratações e o baixo número de demissões indicam que o mercado de trabalho permaneceu estável. Esses dados são os primeiros de uma série de relatórios sobre o mercado de trabalho nesta semana, que culminarão no relatório de empregos do governo na sexta-feira.
A Palantir Technologies disparou 29,5% e registrou seu maior ganho percentual diário desde fevereiro de 2024, após elevar sua previsão de receita anual. A Caterpillar , considerada um termômetro da economia industrial global, saltou 5,6% após elevar sua previsão de crescimento da receita anual, já que a expansão dos data centers de IA impulsionou a demanda por seus equipamentos de geração de energia e construção.
O movimento da Caterpillar representou o maior impulso para o Índice Dow Jones, contribuindo com cerca de 280 pontos para a alta do índice. Os investidores têm acompanhado de perto os números das empresas ligadas à IA nesta temporada de divulgação de resultados, em busca de sinais de que os gastos maciços no setor sejam justificados.
Outro fator que apoiou as ações foi uma queda de cerca de 5% nos preços do petróleo bruto, depois que uma autoridade do Catar afirmou que os esforços para garantir uma solução diplomática para o conflito continuavam, enquanto o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, disse que um acordo com o Irã para reabrir o Estreito de Ormuz poderia ser fechado nos próximos dois dias.
A queda nos preços do petróleo também reduziu as expectativas de um aumento da taxa de juros pelo Federal Reserve em sua reunião de setembro de 67,2% no pregão anterior para 56,9%, de acordo com o CME FedWatch, o que contribuiu para uma retração nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA.
"Não percebo nem um pingo de ceticismo entre os investidores, seja em relação ao petróleo, às taxas de juros ou às ações", disse Jack Ablin, estrategista-chefe de investimentos e sócio fundador da Cresset Capital Management, em Chicago.
"Os relatórios de lucros foram certamente favoráveis, e isso é uma ótima notícia, mas não tenho certeza se alguns poucos relatórios de lucros justificam novos recordes no S&P."
O Índice Dow Jones Industrial Average subiu 1,71%, para 54.085,88 pontos, o S&P 500 avançou 1,79%, para 7.736,52 pontos, e o Nasdaq Composite teve alta de 2,59%, para 26.584,99 pontos.
As ações do setor de chips, também vistas como beneficiárias dos gastos com IA, dispararam. O Índice Philadelphia Semiconductor subiu 6,6% e registrou alta pela quarta sessão consecutiva, após cair 20,6% em julho. O setor de tecnologia do S&P 500 registrou alta de 4,1%, sendo o que apresentou melhor desempenho entre os 11 principais setores do S&P.
Os resultados dos lucros corporativos neste trimestre têm sido, em sua maioria, robustos. Das 304 empresas do S&P 500 que divulgaram seus resultados do segundo trimestre até sexta-feira, 85,2% superaram as estimativas, contra a média de longo prazo de 67,5%, de acordo com dados da LSEG, com todos os principais setores do S&P apresentando crescimento nos lucros.
As ações da SpaceX, de Elon Musk, fecharam com alta de 9,4% antes da divulgação de seus resultados trimestrais. Após o fechamento do mercado, as ações caíram cerca de 4% após o anúncio de seus primeiros resultados financeiros desde a abertura de capital.As ações da McDonald's subiram 1,2% apesar de terem divulgado resultados decepcionantes, enquanto as da Pfizer valorizaram 1,5% após a divulgação de resultados trimestrais otimistas.
No front dos dados, as vagas de emprego em aberto diminuíram em junho em meio a uma queda acentuada no setor de saúde e assistência social, mas o aumento nas contratações e o baixo número de demissões indicam que o mercado de trabalho permaneceu estável. Esses dados são os primeiros de uma série de relatórios sobre o mercado de trabalho nesta semana, que culminarão no relatório de empregos do governo na sexta-feira.
A Casa do Dragão Família Targaryen: Daenerys descende de qual personagem
Situada cerca de 200 anos antes dos eventos de Game of Thrones, a série A Casa do Dragão colocou a família Targaryen no centro dos holofotes para narrar a guerra civil que dividiu a poderosa dinastia em uma sangrenta disputa pelo Trono de Ferro. Uma família tão poderosa que, mesmo em meio ao caos, foi a responsável por colocar no mundo Daenerys Targaryens, que possui uma ligação de sangue importante com personagens do spin-off.
Uma das personagens mais icônicas de Game of Thrones, Daenerys costumava ser a Targaryen mais popular da franquia até o lançamento de A Casa do Dragão, quando Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) e outros integrantes da dinastia começaram a mostrar um outro lado da família.
Embora a ligação de Daenerys com Rhaenyra seja óbvia para os fãs de longa data, pode ser que muita gente ainda se questione sobre qual é o parentesco entre elas e de quem exatamente a Mãe de Dragões descende.
Pode até parecer que não, mas a ligação de Daenerys com Rhaenyra é um tanto quanto complexa. Isso porque a árvore genealógica da Casa Targaryen é bastante extensa, o que pode causar uma certa confusão em quem olha pela primeira vez.
A resposta mais curta é que Daenerys descende diretamente da linhagem de Rhaenyra, e as duas estão separadas por sete gerações. Logo, para simplificar, vamos considerar Rhaenyra como o ponto de partida da linhagem (embora ela seja mais longa do que isso).
Dos seis filhos que Rhaenyra teve com Daemon Targaryen, Viserys II é o que nos interessa neste momento. Casado com Larra Rogare, Viserys II foi o pai de Aegon IV e Naerys, que juntos tiveram Daeron II.
Herdeiro legítimo de Aegon IV, Daeron II se uniu com Myriah Martell, um casamento que deu fruto a Maekar l, e é aqui que a relação com Daenerys fica mais próxima. Casado com Dayne, Maekar gera Aegon, o Improvável, que vira pai de Jaehaerys II, este sendo o avô de Daenerys.
Chegamos então a Aerys II, fruto da união entre Jaehaerys II e Shaera. Aerys II, popularmente conhecido como o Rei Louco, se casou com Rhaella, tornando-se pai de Rhaegar, Viserys e, por fim, Daenerys Targaryen.
Vale mencionar ainda que Daenerys vem da linhagem de Aegon, o Conquistador, o fundador e primeiro rei da Casa Targaryen. Ele foi o responsável por unificar seis dos Sete Reinos quando a família deixou Valíria, abrindo espaço para a expansão da dinastia que chegou até a Khaleesi.
Uma das personagens mais icônicas de Game of Thrones, Daenerys costumava ser a Targaryen mais popular da franquia até o lançamento de A Casa do Dragão, quando Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) e outros integrantes da dinastia começaram a mostrar um outro lado da família.
Embora a ligação de Daenerys com Rhaenyra seja óbvia para os fãs de longa data, pode ser que muita gente ainda se questione sobre qual é o parentesco entre elas e de quem exatamente a Mãe de Dragões descende.
Pode até parecer que não, mas a ligação de Daenerys com Rhaenyra é um tanto quanto complexa. Isso porque a árvore genealógica da Casa Targaryen é bastante extensa, o que pode causar uma certa confusão em quem olha pela primeira vez.
A resposta mais curta é que Daenerys descende diretamente da linhagem de Rhaenyra, e as duas estão separadas por sete gerações. Logo, para simplificar, vamos considerar Rhaenyra como o ponto de partida da linhagem (embora ela seja mais longa do que isso).
Dos seis filhos que Rhaenyra teve com Daemon Targaryen, Viserys II é o que nos interessa neste momento. Casado com Larra Rogare, Viserys II foi o pai de Aegon IV e Naerys, que juntos tiveram Daeron II.
Herdeiro legítimo de Aegon IV, Daeron II se uniu com Myriah Martell, um casamento que deu fruto a Maekar l, e é aqui que a relação com Daenerys fica mais próxima. Casado com Dayne, Maekar gera Aegon, o Improvável, que vira pai de Jaehaerys II, este sendo o avô de Daenerys.
Chegamos então a Aerys II, fruto da união entre Jaehaerys II e Shaera. Aerys II, popularmente conhecido como o Rei Louco, se casou com Rhaella, tornando-se pai de Rhaegar, Viserys e, por fim, Daenerys Targaryen.
Vale mencionar ainda que Daenerys vem da linhagem de Aegon, o Conquistador, o fundador e primeiro rei da Casa Targaryen. Ele foi o responsável por unificar seis dos Sete Reinos quando a família deixou Valíria, abrindo espaço para a expansão da dinastia que chegou até a Khaleesi.
Strange New Words fotos do terceiro episódio da 4ª temporada
A 4ª temporada de Star Trek: Strange New Worlds continua esta semana, e hoje temos várias fotos do 3º episódio, denominado “Human Best Friend”, que foi descrito como “uma aventura divertida”. Neste episódio, Erica Ortegas (Melissa Navia) e Scotty (Martin Quinn), que estão em conflito, precisam tirar seus companheiros de tripulação de um louco fim de semana de folga em terra firme, depois de acordarem sem nenhuma lembrança das travessuras que fizeram durante as férias.
O roteiro é de Kathryn Lyn, que também escreveu para Star Trek: Lower Decks. A direção fica a cargo de Yana Gorskaya, diretora vencedora do Emmy, mais conhecida por seu trabalho em comédias.
Esta é a sinopse do episódio:
A licença em terra, em um planeta de lazer, se torna perigosa quando a escapada prometida à tripulação deixa de ser divertida.
A diversão do episódio “Human Best Friend” da 4ª temporada de Star Trek: Strange New Worlds estreia na quinta-feira, 6 de agosto. Os novos episódios são apresentados todas as quintas-feiras, ao longo da temporada de 10 episódios.
Fonte: Trekmovie e Trekcore
O roteiro é de Kathryn Lyn, que também escreveu para Star Trek: Lower Decks. A direção fica a cargo de Yana Gorskaya, diretora vencedora do Emmy, mais conhecida por seu trabalho em comédias.
Esta é a sinopse do episódio:
A licença em terra, em um planeta de lazer, se torna perigosa quando a escapada prometida à tripulação deixa de ser divertida.
A diversão do episódio “Human Best Friend” da 4ª temporada de Star Trek: Strange New Worlds estreia na quinta-feira, 6 de agosto. Os novos episódios são apresentados todas as quintas-feiras, ao longo da temporada de 10 episódios.
Fonte: Trekmovie e Trekcore
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