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quarta-feira, 15 de julho de 2026

WNBA Destaques dos Jogos: 14/07/26

Confira todos os resultados no link:
WNBA 14/07/26
 

NBA Liga de Verão de Las Vegas: 14/07/26


 




Cinemas Os lançamentos da semana: 16 a 22/07/26

Nesta semana, A Odisseia, A divina Sarah Bernhardt, Diva Futura, estão entre as principais estreias dos cinemas brasileiros. Em suma, as duas novas produções devem ocupar grande parte das telonas do país nos próximos dias.

Vale destacar que os demais filmes que chegam ao país têm um número de salas reduzidas e, por essa razão, devem chegar apenas às principais capitais.

Lembrando que as estreias da semana nos cinemas estão sempre sujeitas a alterações e os filmes previstos para a exibição podem mudar dependendo do dia.
 
A Odisseia

Título original: The Odyssey
Distribuição: Universal
País: Estados Unidos, Reino Unido
Gênero: épico
Classificação: 16 anos
Direção: Christopher Nolan
Elenco: Matt Damon, Anne Hathaway, Jon Bernthal

Sinopse
Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda.

 

A divina Sarah Bernhardt

Título original: Sarah Bernhardt, La Divine
Distribuição: Imovision
País: França
Gênero: biografia
Duração: 98 minutos
Classificação: 16 anos
Direção: Guillaume Nicloux
Elenco: Sandrine Kiberlain, Laurent Lafitte, Amira Casar

Sinopse
Paris, 1896. Sarah Bernhardt está no auge de sua glória. Ícone de sua época e considerada a primeira estrela mundial, a atriz é também uma mulher extravagante, apaixonada, livre e moderna, que desafia as convenções.

 

Diva Futura*

Título original: Diva Futura
Distribuição: Imovision
País: Itália
Gênero: drama
Duração: 120 minutos
Classificação: 16 anos 
Observação: *Exibição exclusiva no Reserva Cultural.
Direção: Giulia Louise Steigerwalt
Elenco: Pietro Castellitto, Tesa Litvan, Barbara Ronchi

Sinopse
Itália, anos 80 e 90. A indústria adulta italiana nasce e se transforma sob o comando de Riccardo Schicchi e da agência Diva Futura, que revolucionam a cultura com as maiores estrelas da época. Por trás do glamour e da fama, Cicciolina e Moana, conhecidas mundialmente, carregavam histórias profundamente comoventes. Nenhuma delas estava ali por acaso e, juntas, formavam uma grande e peculiar família.

 

 A noite de Alaíde

Distribuição: Bretz Filmes
País: Brasil
Gênero: biografia, animação
Duração: 100 minutos
Classificação: 12 anos
Direção: Liliane Mutti

Sinopse
Alaíde Costa, uma garota simples do subúrbio carioca, chega às rodas da zona sul do Rio de Janeiro dos anos 1960. Ali, conquista os holofotes, figurando ao lado de João Gilberto, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, e se torna a cantora, pianista, compositora e parceira da tríade de ouro da Bossa Nova. Mas, no auge da carreira, como a voz feminina negra e essencial do movimento, Alaíde é sumariamente ignorada pelas gravadoras. Junto com Johnny Alf, outro pioneiro negro da Bossa Nova, ela é vetada da lendária apresentação no Carnegie Hall, em Nova York. Agora, do alto dos seus 90 anos, Alaíde vai atravessar a América em busca do palco que é seu por direito.

 

Xica da Silva (relançamento)

Distribuição: Vitrine Filmes
País: Brasil
Gênero: drama, biografia
Ano de produção: 1976
Duração: 107 minutos
Classificação: 16 anos  
Observação: Sessão Vitrine Petrobras
Direção: Carlos Diegues
Elenco: Zezé Motta, Walmor Chagas, José Wilker

Sinopse
Na segunda metade do século XVIII, a negra escravizada Xica da Silva torna-se o centro das atenções no Distrito Diamantino, onde estão as minas mais ricas do país. João Fernandes, representante da Coroa Portuguesa, apaixona-se por Xica e a transforma na Rainha do Diamante, satisfazendo todos os seus desejos extravagantes. Alertado pelos inimigos do casal, o rei de Portugal manda um emissário a fim de impedir que cresça o poder de Xica na colônia.

terça-feira, 14 de julho de 2026

BEHEMOTH! Teaser Oficial

Na trama, Pedro Pascal interpreta Alex, um talentoso violoncelista que retorna a Hollywood após anos se apresentando com grandes orquestras sinfônicas.

Para dar vida ao personagem, Pascal passou por um intenso treinamento de violoncelo. O ator revelou que aprender o instrumento foi o maior desafio de sua carreira, superando até mesmo a preparação física exigida para Gladiador II.

Alex aparece em todas as cenas, acompanhando uma trajetória que se estende por 25 anos. A música funciona como o principal recurso narrativo: as apresentações do protagonista desencadeiam flashbacks que revelam por que ele abandonou Hollywood e o que o levou a retornar.

Um dos aspectos mais incomuns é sua trilha sonora. Em vez de contratar um único compositor, Gilroy reuniu nove nomes para criar diferentes partituras fictícias presentes no filme, dando uma identidade própria a cada obra musical.

O grupo é formado por:

    Michael Giacchino
    James Newton Howard
    Alan Silvestri
    Michael Abels
    Emily Bear
    Lukas Frank
    Henry Jackman
    Nami Melumad
    Brandon Roberts

O próprio Gilroy convenceu individualmente cada um dos compositores a participar. No entanto, como as regras do Oscar normalmente reconhecem no máximo três compositores creditados por filme, Behemoth! provavelmente não poderá concorrer na categoria de Melhor Trilha Sonora Original.

O elenco conta ainda com Hank Azaria, no papel do pai de Alex, Will Arnett como seu irmão, Eva Victor interpretando uma violoncelista e interesse amoroso do protagonista, e Olivia Wilde como sua ex-companheira.

Behemoth! continua sem previsão de estreia.
 

Nickelback - Rattle The Cage (Official Music Video)


 

 

Diretor: Timothy Hiehle
Produção: Nickelback e Transmute Pictures

Diretor de Fotografia (Unidade Principal): Andy Brown
Operador de Câmera A: Marco Bossow
Operador de Câmera B: Aidan Zanini

Diretores de Fotografia (Segunda Unidade): Joey Graziano e Brad Scott

Chefe de Elétrica (Gaffer): Michael Yeung
Assistente de Elétrica (Best Boy): Noah Wylie
1º Assistente de Câmera (Câmera A): Rogan Lovse
1º Assistente de Câmera (Câmera B): Kama Sood
Assistente de Elétrica (Best Boy): Noah Wylie
Chefe de Maquinária (Key Grip): Adam Zed
Operador de Dolly: Stephen Walsh
Maquinista: Mike DeBarros
2º Assistente de Câmera: Steven Hu

Operador de Console: Jackey Lee
PA/Playback: Derek Mahaffey
Maquiagem e Cabelo: Isabelle Fallu

Edição, Colorização e VFX: Timothy Hiehle

Gestão da Banda:
The Core Entertainment
Bradley Kind 
Brad Roosa 

Sob licença da Virgin Music Group 

Câmera de Bastidores (BTS): Riel McGuire
Edição de Bastidores (BTS): Logan Domer

Pilotos de FPV: Peter Huang, Colin Webb e Mike Maglione

Marvel quebra jejum de 11 meses e confirma filme secreto de Nova

Após tantos anos de espera, os fãs do Marvel Studios que torciam para a estreia do Nova na franquia finalmente podem comemorar: o estúdio confirmou que está desenvolvendo um filme do amado herói dos quadrinhos. 

De acordo com o Deadline, o projeto recebeu o sinal verde da empresa para seguir em frente como um longa-metragem em vez de uma série para o Disney+. Inicialmente, Nova chegaria ao streaming do Mickey no formato seriado, mas reestruturações no departamento de TV da empresa provocaram uma pausa no processo em fevereiro de 2025.

Por enquanto, o longa-metragem ainda está em fase inicial de produção, mas o veículo apontou que Michael Waldron, criador da série Loki e roteirista de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (2022), foi contratado pelo estúdio para desenvolver a trama. Waldron também está negociando para dirigir o filme.

Outras informações acerca do elenco e de quem seria o responsável por dar vida a Richard Rider nas telonas não foram divulgadas pela Marvel até o momento. Considerando que a Saga do Multiverso se aproxima do fim com os lançamentos de Vingadores: Doomsday e Vingadores: Guerras Secretas, é possível que o Marvel Studios já esteja se movimentando nos bastidores para preparar o terreno para o que vem depois disso.

Diante desse cenário, a chegada de Nova pode representar um refresco para o MCU nas telonas e, quem sabe, destacá-lo como um dos personagens centrais da Fase 7 da franquia. Com os X-Men prestes a ganharem um aguardado reboot, pode ser que o herói também sirva como uma ponte para o lado mais cósmico da saga nos próximos anos. A expectativa dos fãs é que mais informações sobre o projeto sejam reveladas na San Diego Comic Con 2026, que ocorre nos Estados Unidos entre os dias 23 e 26 de julho. O filme ainda não teve sua data de estreia revelada pelo estúdio.

Entre Montanhas terror com Anya Taylor-Joy ressurge do nada

Prestes a retornar à Apple TV com uma nova série, Anya Taylor-Joy voltou a chamar a atenção no streaming da Maçã com o filme Entre Montanhas, lançado em 2025. Apesar de não ser recente, o título surpreendeu ao entrar de novo no ranking de mais assistidos da plataforma. 

De acordo com o FlixPatrol, Entre Montanhas está em segundo lugar na listagem de filmes mais populares da Apple TV ao redor do mundo, ficando atrás somente de F1: O Filme (2025), de Brad Pitt. 

O longa ainda conseguiu superar títulos que chegaram recentemente à plataforma, como Eternidade (2025) e Consequência (2026), um feito interessante para uma produção que estreou no catálogo há pouco mais de um ano.Dirigido por Scott Derrickson (O Telefone Preto), Entre Montanhas mistura terror, ficção científica e ação para contar a história de dois agentes mercenários que são posicionados isoladamente de lados opostos de um desfiladeiro para vigiá-lo.

Sem entender o real propósito daquilo, ambos passam a se comunicar à distância, desenvolvendo uma forte conexão. Até que eles são forçados a descer no abismo, descobrindo que um mal terrível vive ali. Com Anya Taylor-Joy dividindo os holofotes com Miles Teller (Top Gun: Maverick), Entre Montanhas aposta na dinâmica entre os protagonistas e no mistério por trás do que se esconde nas profundezas do desfiladeiro para conquistar a atenção do público. Além disso, o filme tem cenas de ação eletrizantes que podem agradar aqueles que curtem o gênero.

Considerando o apelo por trás das estrelas do longa, é possível que muita gente tenha se deparado com Entre Montanhas no catálogo da Apple TV despretensiosamente, mesmo após tanto tempo desde o lançamento do filme no streaming. Outro ponto é que, embora seja mais conhecido por suas séries, o serviço vem ganhando mais espaço no mercado, trazendo novos assinantes que procuram por curadoria em vez de uma enxurrada de lançamentos semanais. 

Entre Montanhas está disponível na Apple TV.
 

Copa do Mundo de Futebol 14/07/26


 



Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 14/07/26

Bitcoin: R$ 329.409,00 Reais e US$ 64.551,60 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,0777
Dólar turismo: R$ 5,2794
Euro comercial: R$ 5,798
Libra: R$ 6,817

Dólar fecha no menor nível em um mês sob influência da inflação dos EUA

O dólar fechou a terça-feira ‌em queda no Brasil e novamente abaixo dos R$5,10, na esteira do recuo da moeda norte-americana também no exterior, após dados de inflação dos Estados Unidos em junho ficarem abaixo do esperado.

O dólar à vista encerrou a sessão com queda de 1,12%, aos R$5,0739. Essa é a menor cotação de fechamento desde 15 de junho, quando o dólar atingiu ⁠R$5,0666. No ano, a moeda norte-americana passou a acumular baixa de 7,56% ante o real.  Às 17h04, ‌o dólar futuro para agosto -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- cedia 1,15% na B3, aos R$5,1000.

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados ‌Unidos recuou 0,4% em junho, conforme o Departamento do ‌Trabalho, mais que a projeção de queda de 0,1% dos economistas consultados em ⁠pesquisa da Reuters. Nos 12 meses até junho, o CPI subiu 3,5%, menos que os 3,8% projetados. O núcleo de inflação, que exclui componentes voláteis como alimentos e energia, ficou estável em junho e subiu 2,6% na base anual -- menos que os 2,9% anteriores. O CPI foi bem recebido pelos investidores, que reduziram as apostas de que o Federal Reserve subirá sua ‌taxa de referência, hoje na faixa de 3,50% a 3,75%, no fim deste mês. Em reação, ‌o dólar cedeu ante as ⁠demais divisas globais, incluindo ⁠o real.

"O resultado reduz a expectativa de que o Federal Reserve precise elevar os juros no curto ⁠prazo. Com uma inflação mais comportada, diminui ‌também a perspectiva de maiores retornos ‌dos títulos do Tesouro americano, o que tende a enfraquecer o dólar frente às demais moedas", avaliou Lucca Bezzon, analista de Inteligência de Mercado da Stonex.

Após marcar a cotação máxima de R$5,1288 (-0,05%) às 9h08, pouco depois da abertura, o dólar à ⁠vista atingiu a mínima de R$5,0653 (-1,29%) às 12h08, sob influência do CPI, para depois encerrar na faixa dos R$5,07.

"Mas não vejo fatores para o dólar se manter abaixo de R$5,10. O próprio (boletim) Focus continua projetando um dólar a R$5,20 no fim do ano, e o Focus costuma ser otimista", opinou Matheus Massote, ‌especialista em câmbio da One Investimentos. Na segunda-feira, o boletim Focus do Banco Central mostrou que a mediana das projeções dos economistas do mercado para o dólar no fim de ⁠2026 está em R$5,20 e no final de 2027 em R$5,28.

No exterior, além do CPI, os investidores seguiram monitorando o conflito entre EUA e Irã e a disputa pelo controle do Estreito de Ormuz. O presidente dos EUA, Donald Trump, recuou em relação à proposta de cobrar uma taxa de trânsito dos navios de 20% para proteger a hidrovia, afirmando que, em vez disso, buscaria acordos de investimento com os países do Golfo Pérsico. No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou a possível cobrança dos EUA como "pirataria". 

 Às 17h12, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,35%, a 100,920. No fim da manhã, sem efeitos sobre as cotações, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 3 de agosto.

Ibovespa fecha em alta após dado de preço nos EUA referendar apetite a risco 

O ⁠Ibovespa fechou em ‌alta nesta terça-feira, ultrapassando ‌os ‌177 mil ⁠pontos no melhor momento, após a divulgação de dados de preços ‌ao consumidor ‌nos Estados ⁠Unidos ⁠abaixo das ⁠expectativas, que ‌referendaram ‌o apetite a risco nos mercados.

Índice de ⁠referência do mercado acionário brasileiro, Ibovespa subiu ‌0,45%, a 176.532,83 pontos, de acordo ⁠com dados preliminares, tendo alcançado 177.179,10 pontos na máxima e marcado 175.742,87 pontos na mínima do dia.

S&P 500 e Nasdaq fecham em alta com dados moderados sobre a inflação e bons resultados de bancos

O S&P 500 e ‌o Nasdaq registraram alta nesta terça-feira, à medida que os sólidos resultados dos grandes bancos e um relatório de inflação mais moderado do que o esperado impulsionaram o apetite pelo risco em meio às crescentes tensões no Oriente Médio.

O Índice Dow Jones Industrial Average teve variação positiva de 0,02%, para 52.508,66 pontos
S&P 500 subiu 0,38%, para ‌7.543,89 pontos, 
Nasdaq Composite avançou 0,90%, para 26.107,01 pontos.

Entre os 11 principais setores do S&P 500, as ações do setor de tecnologia registraram o maior ganho percentual.

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira (14) 

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,30%, a 10.529,39 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,12%, a 25.144,38 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 subiu 0,03%, a 8.366,85 pontos.

Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,10%, a 52.862,50 pontos. 
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,05%, a 19.344,80 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,08%, a 9.126,85 pontos. 

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira  (14)

Em Tóquio, o índice Nikkei subiu 0,74%, a 67.743,50 pontos. 
O sul-coreano Kospi avançou 0,73% em Seul, a 6.856,83 pontos.

Na China continental, o Xangai Composto subiu 1,36%, a 3.967,13 pontos,
Shenzhen Composto avançou 2,26%, a 2.626,15 pontos.
Hang Seng teve modesto ganho de 0,52% em Hong Kong, a 24.340,73 pontos.
Taiex caiu 1,42% em Taiwan, a 44.737,95 pontos.

Na Austrália encerrou o pregão estável, com o índice S&P/ASX 200 em 8.808,50 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,52% em Wellington a 13.651,22 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,15% em Moscou a 2.167,62 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,72% em Bombaim a 77.054,94 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 14/07/26

O S&P 500 e ‌o Nasdaq registraram alta nesta terça-feira, à medida que os sólidos resultados dos grandes bancos e um relatório de inflação mais moderado do que o esperado impulsionaram o apetite pelo risco em meio às crescentes tensões no Oriente Médio.

Uma recuperação nas ações de empresas de chips colocou o Nasdaq na liderança, enquanto os ganhos do Dow foram mais moderados.  O Índice de Preços ao Consumidor ⁠do Departamento do Trabalho mostrou que a inflação esfriou mais do que os analistas esperavam em ‌junho, em grande parte devido à diminuição das pressões sobre os preços da energia, em meio a sinais de progresso nas negociações de paz entre os EUA e o Irã ‌no mês passado.

O chair do Federal Reserve dos EUA, Kevin ‌Warsh, prestou seu primeiro depoimento no Congresso desde sua confirmação no cargo, em parte ⁠para apresentar o plano do banco central para conter as pressões de alta sobre os preços. O depoimento de Warsh ocorreu enquanto a disputa pelo controle do Estreito de Ormuz levou a um aumento nos ataques aéreos entre os Estados Unidos e o Irã e impulsionou os preços do petróleo bruto, reavivando os temores de pressões de alta sobre os preços.

Ainda assim, após ‌o relatório do IPC, os mercados financeiros estavam precificando uma probabilidade de 83,4% de que o ‌Fed mantenha sua taxa básica de ⁠juros inalterada ao final ⁠de sua reunião de política monetária de julho, ante 58,3% na segunda-feira. Os mercados esperam pelo menos ⁠um aumento de 25 pontos-base na taxa antes do ‌final do ano, de acordo ‌com a ferramenta FedWatch da CME.

"O relatório sobre a inflação parece ter enfraquecido o argumento de que o Fed vai aumentar as taxas", disse Chuck Carlson, diretor executivo da Horizon Investment Services em Hammond, Indiana. "Isso dá uma margem de manobra ao Fed, por enquanto."

"(Warsh) ⁠está dizendo que podemos reduzir a inflação, e é isso que as pessoas com quem ele estava falando querem ouvir", acrescentou Carlson. "E talvez a inflação venha a cair sem que seja necessário aumentar as taxas."

O Índice Dow Jones Industrial Average teve variação positiva de 0,02%, para 52.508,66 pontos, o S&P 500 subiu 0,38%, para ‌7.543,89 pontos, e o Nasdaq Composite avançou 0,90%, para 26.107,01 pontos.

Entre os 11 principais setores do S&P 500, as ações do setor de tecnologia registraram o maior ganho percentual.

A temporada de resultados do segundo trimestre começou com cinco grandes bancos norte-americanos divulgando resultados sólidos, impulsionados pela força das operações de mercado e pelas fusões e aquisições.

O Goldman Sachs subiu 9% após superar as expectativas de lucro para o segundo trimestre. O JPMorgan Chase e o Bank of America avançaram 2,5% e 1,9%, respectivamente, após apresentarem lucros acima do consenso. O Citigroup recuou 5,3%, já que as preocupações com as despesas ofuscaram o resultado lucrativo acima do esperado, enquanto o Wells Fargo caiu 2,7%.

"É uma semana importante para os resultados financeiros, então finalmente temos notícias das empresas americanas", disse Tom Hainlin, estrategista nacional de investimentos da U.S. Bank Asset Management, em Minneapolis. "O que continuamos buscando nos bancos é saber o que eles estão observando em termos da saúde do consumidor. Até agora, boas notícias nessa frente."

As ações da IBM despencaram 25,2% depois que a empresa alertou que a receita do segundo trimestre ficaria abaixo das estimativas.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

Estilhaços Assassino em série ronda colégio de elite no trailer

Los Angeles no início dos anos 80 tinha uma estética muito particular. Carros grandes, festas em casas de piscina, uniformes escolares impecáveis e uma classe alta que parecia viver dentro de uma bolha. Foi esse cenário que Bret Easton Ellis escolheu para contar uma história sobre adolescência, desejo e violência escondida atrás de fachadas bonitas.

Anos depois de escrever Psicopata Americano, o autor voltou a esse universo particular com um romance parcialmente autobiográfico. O livro passou primeiro por um formato pouco convencional, como audiobook seriado, antes de ganhar uma edição impressa em 2023. E desde então, a adaptação para a televisão vinha sendo tratada como um dos projetos mais aguardados de Ryan Murphy.

O FX apresentou as primeiras cenas de Estilhaços, produção que reúne o talento de Murphy com o material sombrio de Ellis. E para quem acompanha o catálogo do Disney+ de perto, há uma novidade que vale destacar antes mesmo de falar sobre o enredo.

A versão em português do vídeo ainda não apareceu no YouTube nem nas redes sociais oficiais da Disney no Brasil. Isso deve mudar nas próximas horas, já que o material segue o fluxo normal de divulgação internacional. Mas quem quiser assistir ao trailer completo, já com dublagem e legendas em português, não precisa esperar: a página de Estilhaços já está disponível dentro do próprio Disney+, e o vídeo pode ser conferido lá diretamente.

Estilhaços, “The Shards” no título original, acompanha um grupo de estudantes do último ano em um colégio de elite de Los Angeles. Bret (Igby Rigney), aspirante a escritor e observador nato, vive um cotidiano de festas e privilégios ao lado de amigos próximos.

Essa rotina muda quando um novo aluno chega à escola pouco antes do início do ano letivo. Robert Mallory, vivido por Homer Gere (filho de Richard Gere), desperta desconfiança imediata em Bret. A chegada dele coincide com o avanço de um assassino em série conhecido como O Pescador, que vem atacando adolescentes pela cidade.

No trailer, a tensão entre os dois personagens já aparece de forma direta. Em determinado momento, Robert diz que Bret deveria “fazer um esforço para ser meu amigo”, e ouve como resposta um questionamento sobre as consequências caso isso não aconteça.

    Igby Rigney como Bret
    Kaia Gerber como Susan Reynolds
    Hayes Warner como Debbie Schaffer
    Graham Campbell como Thom Wright
    Homer Gere como Robert Mallory
    Wes Bentley como Terry Schaffer
    Evan Rachel Wood como Liz Schaffer
    Jordan Roth como Steven Reinhardt

Bentley interpreta um editor que ouve Bret descrever a própria história em uma cena de abertura do trailer. Ao ser perguntado se o relato envolve sexo, o jovem escritor confirma sem hesitar. “Todo mundo adora uma boa história de amadurecimento”, responde o editor, resumindo bem o tom irônico que a série promete adotar.

Nos Estados Unidos, os dois primeiros episódios chegam ao FX e ao Hulu em 5 de agosto. No Brasil, a estreia acontece no mesmo dia, quarta-feira, com os dois episódios iniciais disponíveis no Disney+ às 22h no horário de Brasília.

 

D23 2026: Disney revela a programação completa

A contagem regressiva começou. A Disney divulgou a grade completa de atrações, painéis e shows da D23: The Ultimate Fan Event, que tomará conta do Anaheim Convention Center e do Honda Center, na Califórnia, entre os dias 14 e 16 de agosto de 2026. Considerado o evento mais importante do calendário dos fãs da companhia, a D23 promete três dias de nostalgia, grandes anúncios e celebrações de marcos importantes, dos 125 anos de nascimento de Walt Disney aos 65 anos do Homem-Aranha, passando por retrospectivas de clássicos como A Bela e a Fera e Alice no País das Maravilhas.

Para garantir lugar nas atrações e painéis mais concorridos, os participantes precisarão passar por um Processo de Seleção de Reservas (RSP), aberto de segunda-feira, 20 de julho até sexta-feira, 24 de julho. É possível ranquear preferências e solicitar reservas para grupos de até seis pessoas. As confirmações começam a ser enviadas por e-mail a partir de 7 de agosto, e quem não garantir reserva ainda poderá tentar filas de espera nos principais palcos.

Já os três grandes shows noturnos no Honda Center são exclusivos para quem possui os ingressos D23 Ultimate Fan Pass ou Ultimate Preferred Fan Pass, sem reservas ou filas de espera, já que os assentos são definidos na compra do ingresso.

Sexta-feira, 14 de agosto — Disney Entertainment Showcase
O painel mais aguardado por assinantes do Disney+ reunirá os principais nomes da narrativa da companhia, com aparições surpresa, prévias exclusivas de filmes e séries, anúncios inéditos e performances musicais, cobrindo cinema, televisão, games e produções para os palcos.

Sábado, 15 de agosto — Horizons: Disney Experiences Showcase
Apresentado por Neil Patrick Harris, em uma referência direta ao clássico Carrossel do Progresso, o painel vai aprofundar os projetos anunciados em 2024 para os parques e experiências da Disney, com bastidores, conversas com imagineers e algumas surpresas pelo caminho.

Domingo, 16 de agosto — Disney Legends Awards Ceremony
Apresentada por Ryan Seacrest, a cerimônia vai homenagear a nova turma de Lendas da Disney, entre eles Chris Berman, Jerry Bruckheimer, Susan Egan, Eric Goldberg, Anne Hathaway, Bob Iger, Kim Irvine, Dwayne Johnson, os Jonas Brothers, Lin-Manuel Miranda e Alan Tudyk.

Os fãs de música terão uma agenda especial: o compositor Alan Menken, vencedor de oito Oscars, fará um raro show solo repassando canções de clássicos animados e musicais que ajudou a criar; o Disney Rewind Concert vai reunir estrelas da Broadway e da animação em um tributo aos maiores sucessos musicais da Disney nos anos 80 e 90; e Seth MacFarlane vai celebrar o repertório atemporal dos Muppets em um bate-papo musical.

As homenagens de aniversário também ganham destaque: 75 anos de Alice no País das Maravilhas, 35 anos de A Bela e a Fera (com Disney Legends como Paige O’Hara e Susan Egan), 65 anos de 101 Dálmatas, 65 anos do Homem-Aranha, 55 anos de Se Minha Cama Voasse, 20 anos de Encantada e os 125 anos de nascimento de Walt Disney. Ainda no clima retrô, o painel sobre A Família Robinson (1960) vai revisitar a icônica casa na árvore que inspirou a atração dos parques.

Entre os destaques de TV e streaming estão painéis de Os Simpsons, Bob’s Burgers, Scrubs (com o elenco original comemorando o retorno da série ao Sacred Heart Hospital), Percy Jackson e os Olimpianos (prévias da 3ª temporada), Camp Rock 3, Bluey, com direito a adiantamento do filme previsto para 2027, e um painel exclusivo sobre Zootopia: Essa Cidade é o Bicho, celebrando os dez anos da franquia. Fãs de games não vão ficar de fora: haverá um mergulho profundo nos 25 anos de Kingdom Hearts, celebrando a parceria entre Disney, Pixar e Square Enix.

Vale lembrar: a era dos mega-anúncios da D23 de 2019 e 2022, quando dezenas de títulos inéditos do Disney+ eram revelados de uma só vez, parece ter ficado para trás. Desta vez, o Disney Entertainment Showcase concentra tudo em um único painel de duas horas, tempo que se esvai rápido entre performances musicais e convidados especiais.A recomendação é aproveitar o clima de celebração sem esperar uma avalanche de revelações, já que a Marvel Studios, por exemplo, terá seu próprio espaço reservado para a San Diego Comic-Con, no fim deste mês. Ainda não está confirmado se haverá transmissão ao vivo do evento no Disney+.

Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 14/07/26

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira  (14), em meio à recuperação de ações de tecnologia e na esteira de dados chineses de exportação mais fortes do que o esperado.

Em Tóquio, o índice Nikkei subiu 0,74%, a 67.743,50 pontos. O SoftBank Group, que tem enormes investimentos em inteligência artificial, saltou 3,3% depois que seu presidente, Masayoshi Son, ridicularizou a ideia de que existe uma bolha nos investimentos em capacidade para IA durante discurso em um evento da empresa na capital japonesa.

O sul-coreano Kospi avançou 0,73% em Seul, a 6.856,83 pontos, mas reverteu apenas uma fração do tombo de quase 9% que sofreu no pregão anterior. As gigantes de semicondutores Samsung Electronics e SK Hynix, que respondem por mais da metade da capitalização do índice, registraram altas de 3,34% e 3,69%, respectivamente.

Na China continental, o Xangai Composto subiu 1,36%, a 3.967,13 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 2,26%, a 2.626,15 pontos.

Em junho, as exportações chinesas deram um salto anual de 27%, bem maior do que o esperado, e as importações também surpreenderam positivamente. Para o ING, os dados devem ter sustentado o crescimento da segunda maior economia mundial no segundo trimestre do ano.

Em outras partes da Ásia, o Hang Seng teve modesto ganho de 0,52% em Hong Kong, a 24.340,73 pontos, enquanto o Taiex caiu 1,42% em Taiwan, a 44.737,95 pontos.

O apetite por risco predominou hoje nos negócios asiáticos apesar do turbulento cenário geopolítico. No fim da madrugada, o petróleo Brent subia 4% - depois de já ter disparado 9,6% na véspera - após nova troca de ataques entre Estados Unidos e Irã.

Na Oceania, a bolsa australiana encerrou o pregão estável, com o índice S&P/ASX 200 em 8.808,50 pontos.

Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,52% em Wellington a 13.651,22 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,15% em Moscou a 2.167,62 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,72% em Bombaim a 77.054,94 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Mercado financeiro Bolsas da Europa: 14/07/26

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira (14) próximas da estabilidade, após reduzirem perdas registradas no início do pregão.

Investidores seguiram monitorando os desdobramentos do conflito entre Estados Unidos e Irã, que impulsionou os preços do petróleo, mas o alívio veio após dados de CPI (inflação ao consumidor) dos EUA mais fracos do que o esperado reforçarem a perspectiva de que o Fed (Federal Reserve) não precisará endurecer ainda mais a política monetária.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,30%, a 10.529,39 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,12%, a 25.144,38 pontos. Em Paris, o CAC 40 subiu 0,03%, a 8.366,85 pontos.Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,10%, a 52.862,50 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,05%, a 19.344,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,08%, a 9.126,85 pontos. As cotações são preliminares.

No cenário macroeconômico, o foco permaneceu dividido entre a escalada das tensões no Oriente Médio e o CPI americano. Mais cedo, a alta do petróleo alimentou preocupações inflacionárias após os EUA intensificarem os ataques ao Irã e retomarem medidas contra o país.

Para o ING, o restabelecimento do bloqueio naval americano ao Irã tem impacto mais relevante para os mercados do que medidas anteriores sobre as exportações iranianas de petróleo. Já o CPI abaixo das expectativas ajudou a conter a aversão ao risco ao fortalecer apostas de manutenção dos juros pelo Fed.

Entre as ações, o destaque negativo ficou com o setor europeu de tecnologia, após a IBM alertar que clientes estão redirecionando investimentos de software para infraestrutura de IA (inteligência artificial).SAP caiu 2,5% em Frankfurt, enquanto Capgemini recuou 1,8% em Paris. O setor tech, contudo, conseguiu recuperar as perdas mais acentuadas registradas no início da manhã. Ainda na França, a LVMH perdeu 1,3%.

Em contrapartida, petroleiras avançaram acompanhando a disparada do petróleo: BP, que subiu 1,8%, foi beneficiada também por projetar desempenho melhor da divisão de trading de petróleo no segundo trimestre, enquanto Shell (+0,9%) e TotalEnergies (+1,2%) também registraram ganhos.O setor de viagens (-0,15%) permaneceu pressionado pelos custos mais elevados de combustível, embora tenha reduzido parte das perdas vistas no início da sessão, quando chegou a ceder cerca de 2%.

Fontes: Dow Jones Newswires.

Star Wars: The Mandalorian e Grogu | Lançamento Digital

Seja o primeiro a assistir em casa.

Compre *Star Wars: The Mandalorian & Grogu* em versão digital em 21 de julho e garanta sua cópia em 4K Ultra HD em 25 de agosto.

Outrora um caçador de recompensas solitário, o Mandaloriano Din Djarin e seu aprendiz Grogu embarcam em uma nova e empolgante aventura de Guerra nas Estrelas.
 

Mayday Trailer oficial Apple TV

Preso em território russo durante o auge da Guerra Fria, um piloto da marinha dos EUA precisa confiar em um ex-agente da KGB para conseguir escapar da Cortina de Ferro.

Estrelado por Ryan Reynolds e Kenneth Branagh, Mayday estreia em 4 de setembro no Apple TV. 

Ryan Reynolds e Kenneth Branagh formam uma dupla surpreendente em “Mayday”, uma comédia de ação que mistura gêneros e reinventa o thriller de espionagem. Quando o tenente Troy “Assassino” Kelly (Reynolds), um talentoso piloto da marinha dos EUA, é enviado para uma missão ultrassecreta em território russo no auge da Guerra Fria, sua operação vai por água abaixo e ele fica isolado atrás das linhas inimigas. Ao ser encontrado por Nikolai Ustinov (Branagh), um rabugento ex-agente da KGB com uma queda pela cultura norte-americana, Troy acha que é o fim. Mas será que uma aliança improvável pode levar ao resgate de Troy e à criação de um laço inesperado entre os dois homens?
 

Ponto Sem Retorno | Trailer Oficial Dublado, Legendado

O mundo de antes não existe mais.

Em um mundo devastado por um vírus, poucos sobreviveram. Entre eles está Hig, um piloto que resistiu à epidemia, mas perdeu sua esposa. Agora, os sobreviventes vivem sob ameaça dos Ceifadores, saqueadores que vagam em busca do que sobrou.

Ponto Sem Retorno, em 27 de agosto nos cinemas. 

Dirigido por Ridley Scott e estrelado por Jacob Elordi, Josh Brolin e Margaret Qualley.
 

WNBA Destaques dos Jogos: 13/07/26


 Confira todos os resultados no link:
WNBA 13/07/26

NBA Liga de Verão de Las Vegas: 13/07/26


 




segunda-feira, 13 de julho de 2026

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 13/07/26

Bitcoin: R$ 321.209,50 Reais e US$ 62.153,88 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,1315
Dólar turismo: R$ 5,3380
Euro comercial: R$ 5,841
Libra: R$ 6,874

Dólar sobe ante o real com intensificação do conflito entre EUA e Irã

O dólar fechou a segunda-feira em alta ante ‌o real, acompanhando o avanço da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes no exterior, em meio ao recrudescimento da guerra entre Estados Unidos e Irã.

O dólar à vista encerrou a sessão com alta de 0,46%, aos R$5,1314. No ano, a moeda passou a acumular baixa de 6,51% ante o real.  Às 17h02, o dólar futuro para agosto -- atualmente o mais ⁠líquido no mercado brasileiro -- subia 0,36% na B3, aos R$5,1555.

Forças dos EUA e do Irã ‌trocaram ataques com mísseis e drones no Oriente Médio ao longo do fim de semana e nesta segunda-feira. Teerã informou ter fechado novamente o Estreito de Ormuz, via de transporte ‌de cerca de 20% do petróleo e do gás ‌comercializados no mundo. Nesta segunda, Trump afirmou que os EUA estavam restabelecendo o bloqueio naval ⁠ao Irã. Além disso, disse que os EUA serão reembolsados em 20% de toda a carga transportada pelo Estreito de Ormuz, "por todos os custos necessários para garantir a segurança desta região tão instável do mundo".

Em reação, o petróleo Brent teve ganhos fortes durante a sessão, retornando para acima dos US$80 o barril, enquanto os rendimentos dos Treasuries avançaram. Nos mercados de moedas, ‌o dólar sustentou ganhos ante divisas emergentes como o peso chileno, o rand sul-africano e o ‌real -- ainda que no caso ⁠brasileiro as variações fossem ⁠limitadas. Após registrar a cotação mínima de R$5,1089 (+0,02%) às 10h02, o dólar à vista atingiu a máxima de ⁠R$5,1417 (+0,66%) às 13h37, já após o anúncio de ‌Trump.

"A escalada das tensões geopolíticas afetou ‌de novo as cotações e o dólar sobe -- mas não muito", comentou à tarde o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik. "Há uma aversão ao risco, mas não tão profunda."

No cenário local, uma nova pesquisa eleitoral BTG/Nexus mostrou pela manhã empate técnico na ⁠disputa pelo Planalto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Na simulação de segundo turno, Lula tem 47% das intenções de voto, contra 44% de Flávio. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. No boletim Focus divulgado mais cedo, a mediana das ‌projeções dos economistas do mercado para o dólar no fim deste ano seguiu em R$5,20 e para o final do próximo ano em R$5,28.

Já a Selic projetada para o ⁠encerramento de 2026 seguiu em 14,00%, o que pressupõe mais um corte de 25 pontos-base da taxa básica até o fim do ano. Para o final de 2027, a projeção da Selic permaneceu em 12,00%. Atualmente a Selic está em 14,25% ao ano, bem acima das taxas praticadas em países como EUA e Japão, e este diferencial de juros vinha sendo apontado nos últimos meses como um fator favorável à atração de dólares para o Brasil. Hoje o cenário é um pouco diferente em função da perspectiva de alta de juros nos EUA e de nova baixa no Brasil. 

Ibovespa fecha em queda com escalada no conflito EUA-Irã

A bolsa paulista começou a semana pressionada negativamente pelo recrudescimento do conflito entre Estados Unidos e Irã, que reacendeu preocupações com o transporte de energia no Estreito de Ormuz, fazendo os preços do petróleo dispararem nesta segunda-feira. 

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,2%, a 175.739,08 pontos, chegando a 175.567,05 pontos na mínima, após marcar 178.153,90 pontos na máxima do dia. O volume financeiro no pregão somou R$19,59 bilhões. 

Bolsas de NY fecham em queda com ataques no Oriente Médio e disputa por Ormuz 

As bolsas de Nova York fecharam em queda nesta segunda-feira, 13, em meio a escalada de ataques no Oriente Médio e a disputa pelo controle do Estreito de Ormuz entre EUA e Irã, que levaram o petróleo a disparar 9%.

O Dow Jones caiu 0,26%, aos 52.498,82 pontos. O S&P 500 perdeu 0,79%, em 7.515,84 pontos. E o Nasdaq teve baixa de 1,55%, encerrando em 25.873,18 pontos.

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta segunda-feira, 13

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,01%, a 10.498,29 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,08%, a 25.087,18 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,31%, a 8.364,65 pontos. 
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,37%, a 52.809,35 pontos. 
Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,31%, a 19.325,50 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,30%, a 9.133,82 pontos. 

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta segunda-feira (13)

Em Seul, o Kospi tombou 8,95%, a 6.806,93 pontos.
Nikkei recuou 1,92% em Tóquio, a 67.242,73 pontos.
O Hang Seng avançou 0,16% em Hong Kong, a 24.213,72 pontos.

Taiex subiu 0,06% em Taiwan, a 45.380,52 pontos, depois de não operar na sexta-feira (10) por causa da passagem do tufão Bavi.

Na China, o Xangai Composto caiu 2,06%, a 3.913,79 pontos, 
Shenzhen Composto recuou 4,01%, a 2.568,09 pontos.

Na Austrália, com alta marginal de 0,03% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.808,50 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,45% em Wellington a 13.723,20 pontos.

Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,65% em Moscou a 2.159,69 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,061% em Bombaim a 77.616,40 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 13/07/26

As bolsas de Nova York fecharam em queda nesta segunda-feira, 13, em meio a escalada de ataques no Oriente Médio e a disputa pelo controle do Estreito de Ormuz entre EUA e Irã, que levaram o petróleo a disparar 9%.

O Dow Jones caiu 0,26%, aos 52.498,82 pontos. O S&P 500 perdeu 0,79%, em 7.515,84 pontos. E o Nasdaq teve baixa de 1,55%, encerrando em 25.873,18 pontos.

Os EUA anunciaram oficialmente o bloqueio de portos e áreas marítimas próximas ao Irã, em tentativa de retomar pressão econômica contra Teerã. O presidente americano, Donald Trump, também disse que pretende cobrar taxa de 20% para garantir segurança de navegação, gerando protestos e promessas de retaliação pelo regime persa. Paralelamente, trocas de ataques entre Arábia Saudita e Iêmen levaram a fechamento de aeroportos e contribuem para tensões no Oriente Médio.

Nesse cenário de cautela, o setor de tecnologia (-2,07%) foi o mais penalizado da sessão. Empresas ligadas a semicondutores e inteligência artificial (IA) como Sandisk (-12,63%), Micron (-4,4%) e Intel (-6,12%) amargaram fortes perdas, somando temores sobre gastos e demanda. O ADR da empresa sul-coreana de chips SK Hynix tombou mais de 9%, depois da maior oferta pública inicial (IPO, em inglês) de uma ação estrangeira na história dos EUA na semana passada.

Meta e Alphabet caíram 1,86% e 1,31%, respectivamente. As empresas estiveram no radar do noticiário após a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, defender a imposição de limites ao uso de redes sociais por crianças.

O setor bancário também ficou sob pressão: o Citigroup recuou 0,06%, o Bank of America caiu 0,28%, Goldman Sachs cedeu 0,88% e Morgan Stanley teve baixa de 0,54%. As principais agências reguladoras americanas emitiram nesta segunda novas diretrizes sobre como os credores devem gerenciar clientes imigrantes que podem apresentar riscos “elevados”. Na ponta positiva, o setor de energia subiu 3,17%, em linha com os ganhos do petróleo. A Chevron ganhou 3,29% e a ExxonMobil avançou 4,05%.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

Estados americanos processam Paramount para bloquear fusão com Warner

A Califórnia e 11 estados ‌norte-americanos entraram com uma ação judicial para bloquear a aquisição de US$110 bilhões da Warner Bros. Discovery pela Paramount , alegando que o acordo criaria um gigante da mídia com o poder de aumentar os preços no cinema e na televisão.

O processo ameaça prejudicar os planos do presidente-executivo da Paramount, David Ellison, de transformar sua empresa em uma grande concorrente da Netflix e Disney . A empresa não respondeu imediatamente a um pedido de comentário, mas já havia ⁠declarado anteriormente que qualquer processo judicial teria motivação política. Todos os procuradores-gerais estaduais envolvidos no processo de segunda-feira são democratas.

Os ‌críticos do acordo afirmaram que as conexões políticas da Paramount ajudaram a facilitar a aprovação dos órgãos federais de defesa da concorrência no mês passado. O pai do presidente-executivo da Paramount, David Ellison, o bilionário cofundador da Oracle, Larry ‌Ellison, cultivou laços com o presidente republicano Donald Trump.

"Após essa fusão, para cada ‌dólar gerado por filmes de grande lançamento nos cinemas e canais básicos de TV a cabo ⁠neste país, a empresa resultante da fusão embolsará mais de um quarto", afirmaram os estados no processo, acrescentando que "essa fusão, em resumo, criaria um gigante da mídia". Caso o acordo seja aprovado, a Paramount controlará 27% do mercado de distribuição de filmes exibidos em cinemas nos Estados Unidos, 30% da distribuição de filmes de grande sucesso e 27% do mercado de canais básicos de TV a cabo, disseram os estados.

As ações da Paramount ampliaram ligeiramente os ‌ganhos após a abertura do processo, subindo 2,9%. As ações da Warner Bros. subiram 2,6% após a notícia. É provável ‌que a decisão sobre as alegações ⁠dos estados leve meses, causando ⁠um atraso que pode gerar custos de centenas de milhões de dólares para a Paramount. Os estados pediram à Paramount que ⁠adie a conclusão do negócio até que o processo legal ‌seja finalizado e afirmaram que buscarão uma ‌liminar para impedir a conclusão do negócio caso não haja acordo.

A Paramount e a Warner Bros competem pelas melhores datas de lançamento e salas em milhares de cinemas por todo o país, afirmaram os estados. Sem essa competição, cinemas e espectadores poderiam enfrentar preços mais altos, argumentaram os estados. Da mesma ⁠forma, as distribuidoras de TV por assinatura e seus assinantes dependem da competição entre as duas empresas, que juntas controlariam grandes canais como CNN, MTV, HGTV, Cartoon Network e Nickelodeon.

Quando o Departamento de Justiça dos EUA aprovou o acordo no mês passado, afirmou que ele beneficiaria consumidores e trabalhadores. Arizona, Colorado, Connecticut, Massachusetts, Minnesota, Nevada, Nova Jersey, Novo México, Nova York, Oregon e Washington aderiram ao ‌processo. O procurador-geral do Oregon, Dan Rayfield, afirmou que "apesar dos órgãos reguladores federais terem aprovado sem questionamento esse mau acordo, estamos tomando medidas para proteger as famílias, as pequenas empresas e a indústria cinematográfica do Oregon".

O ⁠acordo gerou protestos dos trabalhadores de Hollywood, que temiam que prejudicasse os empregos. Os donos de cinemas também se opuseram ao acordo, preocupados com a possibilidade de menos filmes serem exibidos. A Paramount afirmou que o acordo permitirá produzir mais, e não menos, após cortar US$6 bilhões em infraestrutura redundante, marketing e empregos corporativos. Ellison prometeu que os estúdios de cinema combinados lançariam 30 filmes por ano.

Os estados consideraram esse compromisso inexequível e afirmaram que, mesmo que a empresa cumprisse a promessa, ainda estaria em posição de aumentar os preços e diminuir a qualidade após a fusão. Alegaram que a fusão teria um efeito cascata nas economias dos estados, prejudicando dezenas de milhares de escritores, atores, equipes de filmagem e outros. A Paramount se comprometeu a pagar cerca de US$650 milhões em taxas aos acionistas da Warner Bros. Discovery a cada trimestre, caso o negócio não seja concluído antes de outubro. A empresa afirmou que atrasos podem forçá-la a renegociar o financiamento do negócio, causar incerteza quanto ao preço de suas ações ou até mesmo inviabilizar a transação por completo.

Vingadores: Doutor Destino é nova "Fase Zero" do MCU

A expectativa para o primeiro trailer de Vingadores: Doutor Destino cresce com a chegada do painel da Marvel na SDCC, que acontece no sábado (24) e antes dele, os diretores Anthony e Joe Russo deram uma entrevista à Soundsphere e falaram sobre trabalhar novamente com Robert Downey Jr. e o sentimento com o novo filme, que Joe chamou de "Fase Zero" do MCU.

"Não existe ator melhor no mundo do que Robert Downey Jr. Não vou revelar nada. Tudo fará sentido quando vocês assistirem aos filmes. O que adoramos em contar essas histórias é que elas são seriadas. Este é um experimento gigantesco. Ninguém nunca fez nada parecido antes. A Marvel é única", afirmou o diretor.

"Estamos pegando todas essas franquias diferentes e combinando-as em histórias abrangentes. Se você é fã dos quadrinhos como eu era, eu ainda tenho minha coleção de gibis. Tenho 54 anos e a ideia de... Isso é mudar, se transformar, surpreender você, se reinventar, mudar, se transformar de novo e surpreender você de novo. Isso é emocionante. Então, preparem-se. Estivemos com Robert mais cedo e ambos conversamos sobre esse conceito de que estamos voltando à fase zero. Estamos começando do zero. Queremos garantir que todos sintam que não estamos nos apoiando em nada do passado. Vocês verão quando assistirem ao filme, uma direção completamente nova."

Vingadores: Doutor Destino estreia em 17 de dezembro de 2026.

Behemoth! ganhou fotos na Vanity Fair

Em colaboração com a Searchlight Pictures, a Vanity Fair compartilhou as primeiras imagens oficiais de Behemoth!, novo longa-metragem dirigido por Tony Gilroy (Andor).

Na trama, Pedro Pascal interpreta Alex, um talentoso violoncelista que retorna a Hollywood após anos se apresentando com grandes orquestras sinfônicas.

Para dar vida ao personagem, Pascal passou por um intenso treinamento de violoncelo. O ator revelou que aprender o instrumento foi o maior desafio de sua carreira, superando até mesmo a preparação física exigida para Gladiador II.

Alex aparece em todas as cenas, acompanhando uma trajetória que se estende por 25 anos. A música funciona como o principal recurso narrativo: as apresentações do protagonista desencadeiam flashbacks que revelam por que ele abandonou Hollywood e o que o levou a retornar.

Um dos aspectos mais incomuns é sua trilha sonora. Em vez de contratar um único compositor, Gilroy reuniu nove nomes para criar diferentes partituras fictícias presentes no filme, dando uma identidade própria a cada obra musical.

O grupo é formado por:

    Michael Giacchino
    James Newton Howard
    Alan Silvestri
    Michael Abels
    Emily Bear
    Lukas Frank
    Henry Jackman
    Nami Melumad
    Brandon Roberts

O próprio Gilroy convenceu individualmente cada um dos compositores a participar. No entanto, como as regras do Oscar normalmente reconhecem no máximo três compositores creditados por filme, Behemoth! provavelmente não poderá concorrer na categoria de Melhor Trilha Sonora Original.

O elenco conta ainda com Hank Azaria, no papel do pai de Alex, Will Arnett como seu irmão, Eva Victor interpretando uma violoncelista e interesse amoroso do protagonista, e Olivia Wilde como sua ex-companheira.

Behemoth! continua sem previsão de estreia.
 

Crystal Lake: Veja imagens e detalhes da trama da série de Sexta-Feira 13

Após a divulgação do primeiro teaser de Crystal Lake, foram revelados imagens e detalhes da trama em uma matéria da EW. Agora, temos uma dimensão melhor do que será a série prelúdio de Sexta-Feira 13.

A ideia da produção é mergulhar fundo na história de origem da mulher que deu início a todo o pesadelo de Jason. O showrunner Brad Caleb Kane (It: Bem-Vindos a Derry) explicou que o foco é puramente psicológico. A série mostrará Pamela (Linda Cardellini) “se desfazendo” aos poucos.

A trama começa nos anos 70 e explora a relação de Pamela com o filho, Jason (Jason Voorhees). Saberemos como a tragédia do afogamento no lago acaba sendo o gatilho definitivo para a loucura dela.Basicamente, veremos como as pessoas e as circunstâncias ao redor da Pamela tornam impossível para ela encontrar qualquer tipo de paz após perder o filho.

Vale ressaltar que, apesar de apostar em um drama intenso de estudo de personagem, a série ainda será 100% um slasher. Portanto, espere múltiplas sequências de massacre.

Além da Pamela, vamos ver versões mais jovens dos conselheiros do acampamento que a gente conhece do filme original, o lendário “Crazy Ralph” e novos personagens, como o oficial Levon Brooks, que tem uma relação complexa de amizade e mistério com a Pamela.

Crystal Lake chega ao Peacock nos EUA em 15 de outubro. Por enquanto, não há previsão e nem lar para a produção da A24 chegar ao Brasil.
 




Mercado financeiro Bolsas da Europa: 13/07/26

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta segunda-feira, 13, mas próximas da estabilidade, em um pregão marcado pela cautela com a escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã. A disparada do petróleo sustentou ações do setor de energia, enquanto empresas ligadas à cadeia de semicondutores e companhias aéreas limitaram os ganhos. Investidores também permaneceram atentos ao início da temporada de balanços nos EUA.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,01%, a 10.498,29 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,08%, a 25.087,18 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,31%, a 8.364,65 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,37%, a 52.809,35 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,31%, a 19.325,50 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,30%, a 9.133,82 pontos. As cotações são preliminares.

A nova troca de ataques entre EUA e Irã, também com a possível cobrança de um pedágio pelos americanos para a travessia em Ormuz, conforme anunciado por Donald Trump, manteve o mercado focado no risco de interrupções no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz. Para o ING, a escalada reacende preocupações com restrições de oferta e pressões inflacionárias, enquanto o Commerzbank avaliou que o cenário aumenta a vulnerabilidade dos títulos europeus.

O setor de petróleo e gás subiu pouco mais de 2%, acompanhando a valorização do Brent. Shell (+2,2%), BP (+4,1%), TotalEnergies (+2,8%) e Eni (+3,3%) avançaram. Em Frankfurt, a Rheinmetall caiu 2,8% após anunciar contrato de quase 1 bilhão de euros para fornecer sistemas de treinamento ao Exército britânico. Já a Akzo Nobel subiu 0,5% depois de confirmar o recebimento de uma oferta de 7,5 bilhões de euros da japonesa Nippon Paint por sua divisão de tintas decorativas.

Na ponta negativa, empresas do setor tech (-0,5%) como ASML (-1,7%), ASM International (-2,1%), Infineon (-2,9%) e STMicroelectronics (-0,9%) recuaram após a forte queda das ações da SK Hynix na Coreia do Sul. Companhias aéreas, como Lufthansa (-3,81%), Air France-KLM (-3,3%), IAG (-2,3%), Wizz Air (-4,2%) e Ryanair (-2,2%), também perderam terreno, pressionadas pelo avanço do petróleo e pela renovação das preocupações com viagens ao Oriente Médio.

Fontes: Dow Jones Newswires.

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