sábado, 27 de junho de 2026
F-1 Grande Prêmio da Áustria grid de largada
A Fórmula 1 fechou o sábado com a classificação que definiu o grid de largada para o GP da Áustria, oitava etapa da temporada 2026. E em uma sessão marcada pelo calor, encerrada pela batida de Max Verstappen, George Russell ficou com a pole, à frente de Charles Leclerc e Lewis Hamilton, com Andrea Kimi Antonelli em quarto, enquanto Gabriel Bortoleto ficou em 12º.
No fim da sessão, foi confirmado que a volta da pole de Russell foi anotada pelos comissários por uma possível violação de bandeira amarela. No entanto, a FIA não seguiu com nenhuma investigação.
A Fórmula 1 encerra sua passagem pelo Red Bull Ring no domingo, com a largada para o GP da Áustria marcada para 10h, horário de Brasília, com transmissão da Globo, do SporTV, do GloboPlay e da F1TV Pro.
No fim da sessão, foi confirmado que a volta da pole de Russell foi anotada pelos comissários por uma possível violação de bandeira amarela. No entanto, a FIA não seguiu com nenhuma investigação.
A Fórmula 1 encerra sua passagem pelo Red Bull Ring no domingo, com a largada para o GP da Áustria marcada para 10h, horário de Brasília, com transmissão da Globo, do SporTV, do GloboPlay e da F1TV Pro.
Supergirl supera Morbius, mas perde para Coringa 2 em primeira sexta-feira
O filme da Supergirl está chegando aos cinemas de todo o mundo e sua primeira sexta-feira não é muito animadora nas bilheterias dos Estados Unidos. O longa chegou com 18 milhões de dólares em bilheteria, um valor que supera o desastroso Morbius da Sony, mas que o coloca abaixo de outros filmes. Confira:
Ta Flash – 24,2 milhões de dólares em bilheteria
As Marvels – 21.6 milhões de dólares em bilheteria
Coringa 2 – 20.3 milhões de dólares em bilheteria
Supergirl – 18 milhões de dólares em bilheteria
Morbius – 17.3 milhões de dólares em bilheteria
Com esses valores, as projeções indicam que Supergirl fechará seu primeiro final de semana com um valor entre 37 a 39 milhões de dólares nos Estados Unidos. O grande entrave para o filme é que os críticos não aprovaram o longa e o boca a boca não tem sido bacana.
Supergirl já está em exibição nos cinemas brasileiros. No longa, o público acompanha Kara Zor-El em uma jornada cósmica para salvar Krypto, seu cachorro de estimação.
Ta Flash – 24,2 milhões de dólares em bilheteria
As Marvels – 21.6 milhões de dólares em bilheteria
Coringa 2 – 20.3 milhões de dólares em bilheteria
Supergirl – 18 milhões de dólares em bilheteria
Morbius – 17.3 milhões de dólares em bilheteria
Com esses valores, as projeções indicam que Supergirl fechará seu primeiro final de semana com um valor entre 37 a 39 milhões de dólares nos Estados Unidos. O grande entrave para o filme é que os críticos não aprovaram o longa e o boca a boca não tem sido bacana.
Supergirl já está em exibição nos cinemas brasileiros. No longa, o público acompanha Kara Zor-El em uma jornada cósmica para salvar Krypto, seu cachorro de estimação.
sexta-feira, 26 de junho de 2026
Conta de luz: Aneel mantém bandeira amarela em julho
O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, antecipou na tarde desta sexta-feira, 26, que a bandeira tarifária para o mês de julho será amarela, mantendo o mesmo nível verificado desde maio. Nessa faixa, os consumidores de energia elétrica terão custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.
Como o Estadão/Broadcast mostrou na véspera, a maior parte das projeções já apontava para esse resultado. A cobrança é menor do que a aplicada em julho do ano passado, quando vigorou a bandeira vermelha patamar 1, adicional de R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos.
Feitosa explicou que a bandeira amarela reflete, desde o mês de abril, condições menos favoráveis de geração no País, típicas do período seco. Nesse período, há redução nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas e necessidade de acionamento de térmicas que possuem custo mais elevado.O acionamento da bandeira amarela foi feito após o volume de chuva ficar abaixo da média, com projeções que já apontavam nesse sentido. De janeiro a abril deste ano, a bandeira tarifária permaneceu verde, tendo vista as condições favoráveis à geração de energia no País.
O fenômeno do El Niño, no segundo semestre deste ano, com seu efeito no aumento das temperaturas e redução das chuvas no Norte e Nordeste do País, reforça essa perspectiva de bandeiras tarifárias mais caras ao longo do ano.O volume de chuvas em março passado esteve em nível considerado satisfatório. Houve um aumento no volume de chuvas em fevereiro, resultando na elevação do nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas. Em janeiro, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) anunciou um conjunto de ações consideradas preventivas para o atendimento eletroenergético de 2026, tendo em vista os alertas sobre armazenamento de hidrelétricas.
Além do risco hidrológico (GSF), gatilho para o acionamento das bandeiras mais caras, outro fator de peso é o aumento do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) — valor calculado para a energia a ser produzida em determinado período.De janeiro a abril deste ano, a bandeira tarifária permaneceu verde, tendo vista as condições favoráveis à geração de energia no País. A possibilidade de no segundo semestre deste ano, com seu efeito no aumento das temperaturas e redução da chuva no Norte e no Nordeste do País, reforça essa perspectiva de bandeiras tarifárias mais caras ao longo do ano.
Como é definida a bandeira tarifária
Além do risco hidrológico (GSF), gatilho para o acionamento das bandeiras mais caras, outro fator de peso é o aumento do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) — valor calculado para a energia a ser produzida em determinado período.
Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias indica aos consumidores os custos da geração de energia no País e visa atenuar os impactos nos orçamentos das distribuidoras de energia.Antes, o custo da energia em momentos de mais dificuldades para geração era repassado às tarifas apenas no reajuste anual de cada empresa, com incidência de juros. No modelo atual, os recursos são cobrados e transferidos às distribuidoras mensalmente por meio da "conta Bandeiras".
Como o Estadão/Broadcast mostrou na véspera, a maior parte das projeções já apontava para esse resultado. A cobrança é menor do que a aplicada em julho do ano passado, quando vigorou a bandeira vermelha patamar 1, adicional de R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos.
Feitosa explicou que a bandeira amarela reflete, desde o mês de abril, condições menos favoráveis de geração no País, típicas do período seco. Nesse período, há redução nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas e necessidade de acionamento de térmicas que possuem custo mais elevado.O acionamento da bandeira amarela foi feito após o volume de chuva ficar abaixo da média, com projeções que já apontavam nesse sentido. De janeiro a abril deste ano, a bandeira tarifária permaneceu verde, tendo vista as condições favoráveis à geração de energia no País.
O fenômeno do El Niño, no segundo semestre deste ano, com seu efeito no aumento das temperaturas e redução das chuvas no Norte e Nordeste do País, reforça essa perspectiva de bandeiras tarifárias mais caras ao longo do ano.O volume de chuvas em março passado esteve em nível considerado satisfatório. Houve um aumento no volume de chuvas em fevereiro, resultando na elevação do nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas. Em janeiro, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) anunciou um conjunto de ações consideradas preventivas para o atendimento eletroenergético de 2026, tendo em vista os alertas sobre armazenamento de hidrelétricas.
Além do risco hidrológico (GSF), gatilho para o acionamento das bandeiras mais caras, outro fator de peso é o aumento do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) — valor calculado para a energia a ser produzida em determinado período.De janeiro a abril deste ano, a bandeira tarifária permaneceu verde, tendo vista as condições favoráveis à geração de energia no País. A possibilidade de no segundo semestre deste ano, com seu efeito no aumento das temperaturas e redução da chuva no Norte e no Nordeste do País, reforça essa perspectiva de bandeiras tarifárias mais caras ao longo do ano.
Como é definida a bandeira tarifária
Além do risco hidrológico (GSF), gatilho para o acionamento das bandeiras mais caras, outro fator de peso é o aumento do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) — valor calculado para a energia a ser produzida em determinado período.
Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias indica aos consumidores os custos da geração de energia no País e visa atenuar os impactos nos orçamentos das distribuidoras de energia.Antes, o custo da energia em momentos de mais dificuldades para geração era repassado às tarifas apenas no reajuste anual de cada empresa, com incidência de juros. No modelo atual, os recursos são cobrados e transferidos às distribuidoras mensalmente por meio da "conta Bandeiras".
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 26/06/26
Bitcoin: R$ 312.878,00 Reais e US$ 59.625,82 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,9518
Dólar turismo: R$ 5,3785
Euro comercial: R$ 5,884
Libra: R$ 6,848
Dólar tem leve baixa ante real acompanhando recuo das cotações no exterior
O dólar fechou a sexta-feira com leve baixa ante o real, acompanhando a queda da moeda norte-americana ante boa parte das demais divisas, com investidores moderando as apostas de aumento de juros pelo Federal Reserve após novo recuo do petróleo.
O dólar à vista encerrou o dia com queda de 0,21%, aos R$5,1697. Na semana, a moeda acumulou leve alta de 0,10% e, no ano, baixa de 5,82%. Às 17h05, o dólar futuro para julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- cedia 0,27% na B3, aos R$5,1720.No início do dia, o Banco Central vendeu US$1 bilhão em moeda à vista e 20.000 contratos no valor de US$1 bilhão de swap cambial reverso -- neste caso, uma operação cujo efeito é equivalente à compra de dólares no mercado futuro.
Esses dois leilões simultâneos, em operação conhecida pelo mercado como "casadão", não alteraram de forma substancial a trajetória do dólar, já que o BC vendeu US$1 bilhão em uma ponta e comprou US$1 bilhão em outra. No exterior, a moeda norte-americana cedeu ante boa parte das demais divisas, como o euro, a libra e o iene. O dólar também sustentou perdas ante divisas de países emergentes como o peso mexicano, o rand sul-africano e o sol peruano.
O movimento tinha a influência dos dados econômicos mais recentes divulgados nos EUA, que reduziram um pouco as apostas de alta de juros pelo Fed neste ano. Além disso, a queda do petróleo Brent, para perto dos US$72 o barril, ajudava a aliviar as preocupações com a inflação e com a política monetária norte-americana. No Brasil, o câmbio acompanhou este viés vindo de fora. Após marcar a cotação máxima intradia de R$5,1897 (+0,18%) às 10h19, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,1557 (-0,48%) às 12h30. Durante a tarde, a moeda recuperou um pouco de força, mas ainda assim terminou a sessão em queda.
Pela manhã, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a taxa de desemprego no país atingiu 5,6% nos três meses até maio, menor nível para o período na série histórica e em linha com as expectativas de economistas. No mesmo período de 2025 a taxa estava em 6,2%.Já o BC informou que o Brasil teve déficit em transações correntes de US$3,185 bilhões em maio, menos que o rombo de US$4,159 bilhões projetado em pesquisa da Reuters com economistas. Na outra ponta, os investimentos diretos no país (IDP) somaram US$7,974 bilhões, contra US$5,75 bilhões projetados.
Ibovespa fecha em alta sustentado por bancos; Braskem recua
O Ibovespa fechou em alta nesta sexta-feira, apoiado principalmente nas ações de bancos, enquanto Braskem figurou novamente na ponta negativa, reflexo de preocupações de investidores sobre a situação financeira da petroquímica.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,79%, a 173.347,87 pontos, acumulando um ganho de 2,98% na semana, conforme dados preliminares. Na máxima do dia, chegou a 173.964,44 pontos. Na mínima, registrou 171.123,94 pontos.O volume financeiro somava R$21,45 bilhões antes dos ajustes finais.
EUA: Bolsas fecham em queda com pressão sobre ações de IA
As bolsas dos Estados Unidos fecharam esta sexta-feira (26) em queda, pressionadas pela continuidade das vendas de ações do setor de tecnologia diante de questionamentos sobre as avaliações de empresas ligadas à inteligência artificial (IA).
Dow Jones caiu 0,09% (51.876,11 pontos);
S&P 500 recuou 0,05% (7.354,02 pontos);
Nasdaq fechou em queda de 0,24% (25.297,62 pontos).
Na semana, o Dow Jones subiu 0,58%, enquanto o S&P 500 recuou 1,97% e o Nasdaq acumulou perda de 4,60%.
As bolsas europeias fecharam em queda nesta sexta-feira (26)
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,21%, a 10.508,02 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 1,25%, a 24.681,72 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,55%, a 8.384,87 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,00%, a 51.265,35 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,43%, a 19.430,30 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,23%, a 9.136,18 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam em forte queda nesta sexta-feira (26)
Sul-coreano Kospi tombou 5,81% em Seul, a 8.411,21 pontos.
Em Tóquio, o japonês Nikkei recuou 4,15%, a 69.360,88 pontos.
Hang Seng caiu 1,76% em Hong Kong, a 22.671,86 pontos.
Taiex registrou baixa expressiva de 3,64% em Taiwan, a 44.571,76 pontos.
Na China continental, o Shanghai Composto recuou 2,26%, a 4.027,26 pontos.
Menos abrangente Shenzhen Composto cedeu 3,13%, a 2.786,04 pontos.
Na Austrália: o S&P/ASX 200 avançou 0,18% em Sydney, a 8.764,20 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,016% em Wellington a 13.495,24 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,97% em Moscou a 2.279,16 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,14% em Bombaim a 77.100,47 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Dólar comercial: R$ 5,9518
Dólar turismo: R$ 5,3785
Euro comercial: R$ 5,884
Libra: R$ 6,848
Dólar tem leve baixa ante real acompanhando recuo das cotações no exterior
O dólar fechou a sexta-feira com leve baixa ante o real, acompanhando a queda da moeda norte-americana ante boa parte das demais divisas, com investidores moderando as apostas de aumento de juros pelo Federal Reserve após novo recuo do petróleo.
O dólar à vista encerrou o dia com queda de 0,21%, aos R$5,1697. Na semana, a moeda acumulou leve alta de 0,10% e, no ano, baixa de 5,82%. Às 17h05, o dólar futuro para julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- cedia 0,27% na B3, aos R$5,1720.No início do dia, o Banco Central vendeu US$1 bilhão em moeda à vista e 20.000 contratos no valor de US$1 bilhão de swap cambial reverso -- neste caso, uma operação cujo efeito é equivalente à compra de dólares no mercado futuro.
Esses dois leilões simultâneos, em operação conhecida pelo mercado como "casadão", não alteraram de forma substancial a trajetória do dólar, já que o BC vendeu US$1 bilhão em uma ponta e comprou US$1 bilhão em outra. No exterior, a moeda norte-americana cedeu ante boa parte das demais divisas, como o euro, a libra e o iene. O dólar também sustentou perdas ante divisas de países emergentes como o peso mexicano, o rand sul-africano e o sol peruano.
O movimento tinha a influência dos dados econômicos mais recentes divulgados nos EUA, que reduziram um pouco as apostas de alta de juros pelo Fed neste ano. Além disso, a queda do petróleo Brent, para perto dos US$72 o barril, ajudava a aliviar as preocupações com a inflação e com a política monetária norte-americana. No Brasil, o câmbio acompanhou este viés vindo de fora. Após marcar a cotação máxima intradia de R$5,1897 (+0,18%) às 10h19, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,1557 (-0,48%) às 12h30. Durante a tarde, a moeda recuperou um pouco de força, mas ainda assim terminou a sessão em queda.
Pela manhã, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a taxa de desemprego no país atingiu 5,6% nos três meses até maio, menor nível para o período na série histórica e em linha com as expectativas de economistas. No mesmo período de 2025 a taxa estava em 6,2%.Já o BC informou que o Brasil teve déficit em transações correntes de US$3,185 bilhões em maio, menos que o rombo de US$4,159 bilhões projetado em pesquisa da Reuters com economistas. Na outra ponta, os investimentos diretos no país (IDP) somaram US$7,974 bilhões, contra US$5,75 bilhões projetados.
Ibovespa fecha em alta sustentado por bancos; Braskem recua
O Ibovespa fechou em alta nesta sexta-feira, apoiado principalmente nas ações de bancos, enquanto Braskem figurou novamente na ponta negativa, reflexo de preocupações de investidores sobre a situação financeira da petroquímica.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,79%, a 173.347,87 pontos, acumulando um ganho de 2,98% na semana, conforme dados preliminares. Na máxima do dia, chegou a 173.964,44 pontos. Na mínima, registrou 171.123,94 pontos.O volume financeiro somava R$21,45 bilhões antes dos ajustes finais.
EUA: Bolsas fecham em queda com pressão sobre ações de IA
As bolsas dos Estados Unidos fecharam esta sexta-feira (26) em queda, pressionadas pela continuidade das vendas de ações do setor de tecnologia diante de questionamentos sobre as avaliações de empresas ligadas à inteligência artificial (IA).
Dow Jones caiu 0,09% (51.876,11 pontos);
S&P 500 recuou 0,05% (7.354,02 pontos);
Nasdaq fechou em queda de 0,24% (25.297,62 pontos).
Na semana, o Dow Jones subiu 0,58%, enquanto o S&P 500 recuou 1,97% e o Nasdaq acumulou perda de 4,60%.
As bolsas europeias fecharam em queda nesta sexta-feira (26)
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,21%, a 10.508,02 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 1,25%, a 24.681,72 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,55%, a 8.384,87 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,00%, a 51.265,35 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,43%, a 19.430,30 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,23%, a 9.136,18 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam em forte queda nesta sexta-feira (26)
Sul-coreano Kospi tombou 5,81% em Seul, a 8.411,21 pontos.
Em Tóquio, o japonês Nikkei recuou 4,15%, a 69.360,88 pontos.
Hang Seng caiu 1,76% em Hong Kong, a 22.671,86 pontos.
Taiex registrou baixa expressiva de 3,64% em Taiwan, a 44.571,76 pontos.
Na China continental, o Shanghai Composto recuou 2,26%, a 4.027,26 pontos.
Menos abrangente Shenzhen Composto cedeu 3,13%, a 2.786,04 pontos.
Na Austrália: o S&P/ASX 200 avançou 0,18% em Sydney, a 8.764,20 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,016% em Wellington a 13.495,24 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,97% em Moscou a 2.279,16 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,14% em Bombaim a 77.100,47 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 26/06/26
As bolsas dos Estados Unidos fecharam esta sexta-feira (26) em queda, pressionadas pela continuidade das vendas de ações do setor de tecnologia diante de questionamentos sobre as avaliações de empresas ligadas à inteligência artificial (IA).
Para Raghuram Rajan, ex-presidente do Banco Central da Índia, o uso crescente de dívida para financiar infraestrutura e empresas ligadas à IA pode criar riscos financeiros no futuro, além de indicar que alguns ativos do setor apresentam avaliações elevadas.Também chamou atenção a declaração do presidente do Federal Reserve (Fed) de Minneapolis, Neel Kashkari. O dirigente afirmou acreditar que, no curto prazo, o setor poderá pressionar a inflação e disse esperar uma alta dos juros nos EUA ainda neste ano.
Confira o desempenho dos índices de Nova York:
Dow Jones caiu 0,09% (51.876,11 pontos);
S&P 500 recuou 0,05% (7.354,02 pontos);
Nasdaq fechou em queda de 0,24% (25.297,62 pontos).
Na semana, o Dow Jones subiu 0,58%, enquanto o S&P 500 recuou 1,97% e o Nasdaq acumulou perda de 4,60%.
As ações de fabricantes de semicondutores lideraram as perdas nos EUA. A Micron caiu 6,69%, enquanto a Intel recuou 3,42% e a Oracle perdeu 2,53%. A ON Semiconductor despencou 23,66% após concluir a aquisição da Synaptics, cujas ações também caíram 3,68%. Sandisk recuou 10,46% e Nvidia encerrou o pregão com baixa de 1,64%.Na ponta positiva, o setor de saúde foi o destaque do pregão, com avanço de 3,07%. As ações da Moderna subiram mais de 12%, registrando o maior fechamento desde setembro de 2024, após a empresa anunciar um programa experimental voltado ao tratamento de doenças autoimunes.
A FactSet avançou quase 11% depois de apresentar uma nova ferramenta para investimentos.Já as ações da SpaceX fecharam com leve alta de 0,15%. A Bloomberg informou que a demanda por títulos de dívida emitidos pela empresa ficou abaixo das expectativas do mercado, enquanto o Financial Times revelou planos da companhia de Elon Musk para entrar no mercado de telefonia móvel dos Estados Unidos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Para Raghuram Rajan, ex-presidente do Banco Central da Índia, o uso crescente de dívida para financiar infraestrutura e empresas ligadas à IA pode criar riscos financeiros no futuro, além de indicar que alguns ativos do setor apresentam avaliações elevadas.Também chamou atenção a declaração do presidente do Federal Reserve (Fed) de Minneapolis, Neel Kashkari. O dirigente afirmou acreditar que, no curto prazo, o setor poderá pressionar a inflação e disse esperar uma alta dos juros nos EUA ainda neste ano.
Confira o desempenho dos índices de Nova York:
Dow Jones caiu 0,09% (51.876,11 pontos);
S&P 500 recuou 0,05% (7.354,02 pontos);
Nasdaq fechou em queda de 0,24% (25.297,62 pontos).
Na semana, o Dow Jones subiu 0,58%, enquanto o S&P 500 recuou 1,97% e o Nasdaq acumulou perda de 4,60%.
As ações de fabricantes de semicondutores lideraram as perdas nos EUA. A Micron caiu 6,69%, enquanto a Intel recuou 3,42% e a Oracle perdeu 2,53%. A ON Semiconductor despencou 23,66% após concluir a aquisição da Synaptics, cujas ações também caíram 3,68%. Sandisk recuou 10,46% e Nvidia encerrou o pregão com baixa de 1,64%.Na ponta positiva, o setor de saúde foi o destaque do pregão, com avanço de 3,07%. As ações da Moderna subiram mais de 12%, registrando o maior fechamento desde setembro de 2024, após a empresa anunciar um programa experimental voltado ao tratamento de doenças autoimunes.
A FactSet avançou quase 11% depois de apresentar uma nova ferramenta para investimentos.Já as ações da SpaceX fecharam com leve alta de 0,15%. A Bloomberg informou que a demanda por títulos de dívida emitidos pela empresa ficou abaixo das expectativas do mercado, enquanto o Financial Times revelou planos da companhia de Elon Musk para entrar no mercado de telefonia móvel dos Estados Unidos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 26/06/26
As bolsas europeias fecharam em queda nesta sexta-feira (26) ainda com o setor de tecnologia sob pressão, em meio a temores de que o ciclo de expansão da IA (inteligência artificial) esteja elevando os custos da cadeia de semicondutores.
O movimento acompanhou o enfraquecimento das bolsas asiáticas, enquanto a queda dos preços do petróleo e a busca por ativos defensivos também influenciaram o humor dos investidores.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,21%, a 10.508,02 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 1,25%, a 24.681,72 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,55%, a 8.384,87 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,00%, a 51.265,35 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,43%, a 19.430,30 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,23%, a 9.136,18 pontos. As cotações são preliminares.
O setor tech cedeu 1,5%, enquanto o setor de energia caiu quase 2% com o recuo do petróleo. Entre outras ações, a varejista alemã Zalando recuou cerca de 7,2% em Frankfurt, após o regulador financeiro do país abrir uma auditoria sobre suas demonstrações financeiras relacionadas à aquisição da About You.
A alemã Bayer também apagou ganhos maiores registrados ao longo do pregão e fechou estável, após salto de quase 17% na véspera depois de a Suprema Corte dos EUA decidir a seu favor em um caso envolvendo alegações de que o herbicida Roundup causa câncer.No noticiário econômico, pesquisa do BCE (Banco Central Europeu) mostrou que a expectativa dos consumidores para a inflação da zona do euro em 12 meses caiu de 4% para 3,5% em maio.
O ING vê desaceleração das pressões inflacionárias, mas isso dificilmente mudará a expectativa de mais uma alta de juros do BCE neste ano. Já o Commerzbank afirmou que a inflação mais fraca e a queda do petróleo fortalecem a percepção de que o pico inflacionário ficou para trás.Investidores ainda monitoram notícia de que China e UE (União Europeia) correm o risco de entrar em uma guerra comercial, após novas acusações de protecionismo feitas por Pequim.
Com informações da Dow Jones Newswires.
O movimento acompanhou o enfraquecimento das bolsas asiáticas, enquanto a queda dos preços do petróleo e a busca por ativos defensivos também influenciaram o humor dos investidores.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,21%, a 10.508,02 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 1,25%, a 24.681,72 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,55%, a 8.384,87 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,00%, a 51.265,35 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,43%, a 19.430,30 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,23%, a 9.136,18 pontos. As cotações são preliminares.
O setor tech cedeu 1,5%, enquanto o setor de energia caiu quase 2% com o recuo do petróleo. Entre outras ações, a varejista alemã Zalando recuou cerca de 7,2% em Frankfurt, após o regulador financeiro do país abrir uma auditoria sobre suas demonstrações financeiras relacionadas à aquisição da About You.
A alemã Bayer também apagou ganhos maiores registrados ao longo do pregão e fechou estável, após salto de quase 17% na véspera depois de a Suprema Corte dos EUA decidir a seu favor em um caso envolvendo alegações de que o herbicida Roundup causa câncer.No noticiário econômico, pesquisa do BCE (Banco Central Europeu) mostrou que a expectativa dos consumidores para a inflação da zona do euro em 12 meses caiu de 4% para 3,5% em maio.
O ING vê desaceleração das pressões inflacionárias, mas isso dificilmente mudará a expectativa de mais uma alta de juros do BCE neste ano. Já o Commerzbank afirmou que a inflação mais fraca e a queda do petróleo fortalecem a percepção de que o pico inflacionário ficou para trás.Investidores ainda monitoram notícia de que China e UE (União Europeia) correm o risco de entrar em uma guerra comercial, após novas acusações de protecionismo feitas por Pequim.
Com informações da Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 26/06/26
As bolsas asiáticas fecharam em forte queda nesta sexta-feira (26), à medida que investidores venderam ações de tecnologia para realizar lucros após ralis recentes ligados ao boom da inteligência artificial.
Liderando o movimento, o índice sul-coreano Kospi tombou 5,81% em Seul, a 8.411,21 pontos, depois de o pregão ser temporariamente interrompido pela segunda vez nesta semana. As gigantes de semicondutores Samsung Electronics e SK Hynix caíram 5,3% e 8,4%, respectivamente. Ambas mantêm parcerias em IA com a americana Nvidia.
Em Tóquio, o japonês Nikkei recuou 4,15%, a 69.360,88 pontos, também pressionado por ações de tecnologia, como SoftBank Group (-12,5%) e Advantest (-9,6%).
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng caiu 1,76% em Hong Kong, a 22.671,86 pontos, e o Taiex registrou baixa expressiva de 3,64% em Taiwan, a 44.571,76 pontos.
Na China continental, o Shanghai Composto recuou 2,26%, a 4.027,26 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto cedeu 3,13%, a 2.786,04 pontos.
Ontem, as bolsas de Nova York fecharam sem direção única, mas o Nasdaq - índice com forte peso de ações de tecnologia - caiu pelo quarto pregão consecutivo, após o anúncio de aumento de preços pela Apple ofuscar o balanço positivo da Micron Technology.
Na quinta-feira (25), os mercados asiáticos haviam reagido em forte alta aos resultados da Micron e à revisão para cima das projeções anuais da Qualcomm.
Na Oceania, a bolsa da Austrália ignorou o mau humor na Ásia e encerrou levemente no azul hoje: o S&P/ASX 200 avançou 0,18% em Sydney, a 8.764,20 pontos. Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,016% em Wellington a 13.495,24 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,97% em Moscou a 2.279,16 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,14% em Bombaim a 77.100,47 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Liderando o movimento, o índice sul-coreano Kospi tombou 5,81% em Seul, a 8.411,21 pontos, depois de o pregão ser temporariamente interrompido pela segunda vez nesta semana. As gigantes de semicondutores Samsung Electronics e SK Hynix caíram 5,3% e 8,4%, respectivamente. Ambas mantêm parcerias em IA com a americana Nvidia.
Em Tóquio, o japonês Nikkei recuou 4,15%, a 69.360,88 pontos, também pressionado por ações de tecnologia, como SoftBank Group (-12,5%) e Advantest (-9,6%).
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng caiu 1,76% em Hong Kong, a 22.671,86 pontos, e o Taiex registrou baixa expressiva de 3,64% em Taiwan, a 44.571,76 pontos.
Na China continental, o Shanghai Composto recuou 2,26%, a 4.027,26 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto cedeu 3,13%, a 2.786,04 pontos.
Ontem, as bolsas de Nova York fecharam sem direção única, mas o Nasdaq - índice com forte peso de ações de tecnologia - caiu pelo quarto pregão consecutivo, após o anúncio de aumento de preços pela Apple ofuscar o balanço positivo da Micron Technology.
Na quinta-feira (25), os mercados asiáticos haviam reagido em forte alta aos resultados da Micron e à revisão para cima das projeções anuais da Qualcomm.
Na Oceania, a bolsa da Austrália ignorou o mau humor na Ásia e encerrou levemente no azul hoje: o S&P/ASX 200 avançou 0,18% em Sydney, a 8.764,20 pontos. Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,016% em Wellington a 13.495,24 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,97% em Moscou a 2.279,16 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,14% em Bombaim a 77.100,47 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Homem-Aranha: Um Novo Dia ganha nova foto
Homem-Aranha: Um Novo Dia teve uma nova imagem revelada, que mostra o herói lutando contra o vilão Escorpião.
"Quatro anos se passaram desde os eventos de Sem Volta Para Casa, e Peter agora é um adulto vivendo completamente sozinho, tendo se apagado voluntariamente da vida e das memórias de quem ama. Combatendo o crime em uma Nova York que já não sabe mais o seu nome, ele se dedica integralmente a proteger a cidade — um Homem-Aranha em tempo integral —, mas, à medida que as exigências aumentam, a pressão desencadeia uma surpreendente evolução física que ameaça sua própria existência, enquanto um estranho padrão de crimes dá origem a uma das ameaças mais poderosas que ele já enfrentou."
Além de Tom Holland e Jacob Batalon, Zendaya retorna para o novo filme do Aranha no papel de MJ. A atriz Sadie Sink foi confirmada, mas em papel ainda não especificado. Outra pessoa confirmada, é Jon Bernthal como Justiceiro. Além dele, Mark Ruffalo está no filme como o Hulk.
Homem-Aranha: Um Novo Dia chega em 30 de julho de 2026 nos cinemas.
"Quatro anos se passaram desde os eventos de Sem Volta Para Casa, e Peter agora é um adulto vivendo completamente sozinho, tendo se apagado voluntariamente da vida e das memórias de quem ama. Combatendo o crime em uma Nova York que já não sabe mais o seu nome, ele se dedica integralmente a proteger a cidade — um Homem-Aranha em tempo integral —, mas, à medida que as exigências aumentam, a pressão desencadeia uma surpreendente evolução física que ameaça sua própria existência, enquanto um estranho padrão de crimes dá origem a uma das ameaças mais poderosas que ele já enfrentou."
Além de Tom Holland e Jacob Batalon, Zendaya retorna para o novo filme do Aranha no papel de MJ. A atriz Sadie Sink foi confirmada, mas em papel ainda não especificado. Outra pessoa confirmada, é Jon Bernthal como Justiceiro. Além dele, Mark Ruffalo está no filme como o Hulk.
Homem-Aranha: Um Novo Dia chega em 30 de julho de 2026 nos cinemas.
New look at Spider-Man vs Scorpion in ‘SPIDER-MAN: BRAND NEW DAY’ pic.twitter.com/sMUnKutP4h
— MCU Film News (@MCUFilmNews) June 26, 2026
Maldição da Múmia ganha data para chegar à HBO Max
Maldição da Múmia, dirigido por Lee Cronin, teve sua data de lançamento na HBO Max confirmada para 3 de julho.
O longa-metragem estreou nos cinemas em 17 de abril pela New Line Cinema, e conta com Jack Reynor, Laia Costa, May Calamawy, Natalie Grace e Verónica Falcón no elenco.
A trama acompanha uma família marcada por uma tragédia: a filha de um jornalista desaparece misteriosamente no deserto sem deixar vestígios. Oito anos depois, ela retorna de forma inesperada, mas o que deveria ser um reencontro emocionante rapidamente se transforma em um pesadelo.
“Após a filha de um jornalista desaparecer no deserto sem deixar rastros, oito anos se passam até que ela retorna para sua família. No entanto, o que deveria ser um reencontro feliz logo se transforma em um pesadelo vivo,” diz a sinopse completa.
Nas bilheterias, A Maldição da Múmia ficou acima de US$ 90 milhões ao redor do mundo. O desempenho pode ser considerado positivo, visto que teve um orçamento estimado em US$ 20 milhões.
Vale lembrar que, no Brasil, já está disponível para compra e aluguel em plataformas digitais como Prime Video, Claro TV+, YouTube, Apple TV, Vivo Play e Mercado Play.
A Casa do Dragão 3 bate recorde de crítica, mas perde espectadores
A estreia da terceira temporada de A Casa do Dragão ocorreu no último domingo (21) na HBO e na HBO Max, e os números de audiência foram divulgados pela Warner Bros. Discovery, revelando uma leve queda na audiência.
De acordo com o estúdio, que uniu dados coletados de transmissões na HBO Max e uma mediação da Nielsen da audiência pela TV, o primeiro episódio da nova temporada estreou com 21,5 milhões de espectadores em um período de três dias.
O número representa uma queda de 8% em relação à estreia do segundo capítulo de A Casa do Dragão, em 2024. Na época, o episódio de lançamento da temporada ultrapassou 23,4 milhões de espectadores em três dias.
A Warner também divulgou que na semana que antecedeu a estreia da terceira temporada, a audiência do segundo ano da série triplicou em relação à semana anterior. O movimento pode demonstrar um interesse do público em relembrar os principais acontecimentos do programa antes da nova leva de episódios.
Considerando que a terceira temporada de A Casa do Dragão estreia em um mês em que todas as atenções do público ao redor do globo estão voltadas para a Copa do Mundo da FIFA, a queda na audiência da série pode representar apenas uma mudança no foco dos espectadores no momento.
Por outro lado, A Casa do Dragão enfrentou algumas críticas duras durante a exibição da segunda temporada, algo que pode ter afastado uma parcela pequena do público. Além disso, a insatisfação de George R.R. Martin, criador da saga literária que inspira as adaptações, com a série também pode ter sido um fator decisivo para muitos fãs que buscam esse selo de aprovação.
No começo deste ano, por exemplo, Martin concedeu uma entrevista ao The Hollywood Reporter em que relatou atritos criativos com o showrunner Ryan Condal.
“Eu dava sugestões e nada acontecia. Às vezes, ele explicava o porquê não estava acatando [as sugestões]. Outras vezes, ele me dizia: “Ah, ok, sim, vou pensar nisso’. Foi piorando cada vez mais, e eu comecei a ficar cada vez mais irritado. Finalmente, chegou a um ponto em que a HBO me disse que eu deveria enviar todas as minhas sugestões para eles e que eles enviariam nossas sugestões combinadas para Ryan”, explicou o escritor.
Independentemente das intrigas de bastidores, o fato é que a terceira temporada de A Casa do Dragão vem recebendo críticas positivas dos especialistas da área. Os episódios serão lançados todos os domingos, às 22h, na HBO e na HBO Max.
Para quem não quer perder nenhuma referência da temporada, aproveite para relembrar quem são os Verdes e Pretos: quem é quem na guerra de A Casa do Dragão.
Fonte: Variety.
De acordo com o estúdio, que uniu dados coletados de transmissões na HBO Max e uma mediação da Nielsen da audiência pela TV, o primeiro episódio da nova temporada estreou com 21,5 milhões de espectadores em um período de três dias.
O número representa uma queda de 8% em relação à estreia do segundo capítulo de A Casa do Dragão, em 2024. Na época, o episódio de lançamento da temporada ultrapassou 23,4 milhões de espectadores em três dias.
A Warner também divulgou que na semana que antecedeu a estreia da terceira temporada, a audiência do segundo ano da série triplicou em relação à semana anterior. O movimento pode demonstrar um interesse do público em relembrar os principais acontecimentos do programa antes da nova leva de episódios.
Considerando que a terceira temporada de A Casa do Dragão estreia em um mês em que todas as atenções do público ao redor do globo estão voltadas para a Copa do Mundo da FIFA, a queda na audiência da série pode representar apenas uma mudança no foco dos espectadores no momento.
Por outro lado, A Casa do Dragão enfrentou algumas críticas duras durante a exibição da segunda temporada, algo que pode ter afastado uma parcela pequena do público. Além disso, a insatisfação de George R.R. Martin, criador da saga literária que inspira as adaptações, com a série também pode ter sido um fator decisivo para muitos fãs que buscam esse selo de aprovação.
No começo deste ano, por exemplo, Martin concedeu uma entrevista ao The Hollywood Reporter em que relatou atritos criativos com o showrunner Ryan Condal.
“Eu dava sugestões e nada acontecia. Às vezes, ele explicava o porquê não estava acatando [as sugestões]. Outras vezes, ele me dizia: “Ah, ok, sim, vou pensar nisso’. Foi piorando cada vez mais, e eu comecei a ficar cada vez mais irritado. Finalmente, chegou a um ponto em que a HBO me disse que eu deveria enviar todas as minhas sugestões para eles e que eles enviariam nossas sugestões combinadas para Ryan”, explicou o escritor.
Independentemente das intrigas de bastidores, o fato é que a terceira temporada de A Casa do Dragão vem recebendo críticas positivas dos especialistas da área. Os episódios serão lançados todos os domingos, às 22h, na HBO e na HBO Max.
Para quem não quer perder nenhuma referência da temporada, aproveite para relembrar quem são os Verdes e Pretos: quem é quem na guerra de A Casa do Dragão.
Fonte: Variety.
Fúria | Trailer Oficial Dublado,Legendado
Fúria, série estrelada por Emmy Rossum, atriz lembrada por seu trabalho em Shameless. Desta vez, ela aparece em um papel bem diferente, como uma agente federal envolvida em uma caçada perigosa a uma serial killer.
A produção chega com o selo do Hulu nos Estados Unidos, serviço de streaming que não está disponível no Brasil. Por aqui, esse tipo de conteúdo é lançado dentro do Disney+, que passou a reunir produções adultas, séries do FX, títulos do Hulu e outros conteúdos dos estúdios da Disney em um só lugar.
A trama acompanha Alice Black, uma agente do FBI interpretada por Emmy Rossum. Ela entra em uma busca intensa por uma misteriosa e calculista serial killer, mas a investigação começa a sair do controle quando as vidas das duas passam a se cruzar de forma perigosa.
Segundo a descrição oficial, as duas acreditam estar fazendo a coisa certa. A partir daí, a série coloca em xeque a ideia de certo e errado, especialmente quando a perseguição deixa de ser apenas profissional e passa a mexer com a própria identidade de Alice.
A prévia mostra uma produção sombria, com clima de thriller psicológico e elementos de investigação criminal. O foco parece estar menos no caso da semana e mais no jogo de espelhos entre a agente e a assassina, uma dinâmica que deve conduzir a temporada até o fim.
Além de protagonizar a série, Emmy Rossum também participa como produtora executiva por meio da Composition 8. A equipe de produção ainda inclui Ronald Bass, Matt Olmstead e Sam Hoffman. O elenco conta também com Lola Petticrew, Scoot McNairy, Quincy Tyler Bernstine e Jake Lacy.
Fúria estreia no Disney+ em 27 de julho, com os três primeiros episódios liberados de uma vez. Depois da estreia tripla, a série seguirá com novos episódios toda segunda-feira. O final da temporada está marcado para 31 de agosto.
A produção chega com o selo do Hulu nos Estados Unidos, serviço de streaming que não está disponível no Brasil. Por aqui, esse tipo de conteúdo é lançado dentro do Disney+, que passou a reunir produções adultas, séries do FX, títulos do Hulu e outros conteúdos dos estúdios da Disney em um só lugar.
A trama acompanha Alice Black, uma agente do FBI interpretada por Emmy Rossum. Ela entra em uma busca intensa por uma misteriosa e calculista serial killer, mas a investigação começa a sair do controle quando as vidas das duas passam a se cruzar de forma perigosa.
Segundo a descrição oficial, as duas acreditam estar fazendo a coisa certa. A partir daí, a série coloca em xeque a ideia de certo e errado, especialmente quando a perseguição deixa de ser apenas profissional e passa a mexer com a própria identidade de Alice.
A prévia mostra uma produção sombria, com clima de thriller psicológico e elementos de investigação criminal. O foco parece estar menos no caso da semana e mais no jogo de espelhos entre a agente e a assassina, uma dinâmica que deve conduzir a temporada até o fim.
Além de protagonizar a série, Emmy Rossum também participa como produtora executiva por meio da Composition 8. A equipe de produção ainda inclui Ronald Bass, Matt Olmstead e Sam Hoffman. O elenco conta também com Lola Petticrew, Scoot McNairy, Quincy Tyler Bernstine e Jake Lacy.
Fúria estreia no Disney+ em 27 de julho, com os três primeiros episódios liberados de uma vez. Depois da estreia tripla, a série seguirá com novos episódios toda segunda-feira. O final da temporada está marcado para 31 de agosto.
quinta-feira, 25 de junho de 2026
Supergirl Warner define meta de bilheteria
A Warner Bros. já estabeleceu a faixa de arrecadação que considera satisfatória para Supergirl, próximo longa do Universo DC estrelado por Milly Alcock. Segundo informações divulgadas pelo The Wrap, o estúdio vê qualquer resultado acima de US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais como uma “vitória” para a produção e para a DC Studios.
O filme será o segundo da primeira leva de longas da nova versão do universo DC, que começou com Superman de James Gunn em 2025. Estreou hoje 25 de junho de 2026.
"Supergirl", estrelado por Milly Alcock no duplo papel de Supergirl e Kara Zor-El. Craig Gillespie dirige o filme a partir do roteiro de Ana Nogueira.
Quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar a batalha, Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça.
Coestrelam Supergirl, ao lado de Milly Alcock, Matthias Schoenaerts, Eve Ridley, David Krumholtz, Emily Beecham e Jason Momoa.
O filme será o segundo da primeira leva de longas da nova versão do universo DC, que começou com Superman de James Gunn em 2025. Estreou hoje 25 de junho de 2026.
"Supergirl", estrelado por Milly Alcock no duplo papel de Supergirl e Kara Zor-El. Craig Gillespie dirige o filme a partir do roteiro de Ana Nogueira.
Quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar a batalha, Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça.
Coestrelam Supergirl, ao lado de Milly Alcock, Matthias Schoenaerts, Eve Ridley, David Krumholtz, Emily Beecham e Jason Momoa.
Oscar adiciona 10 brasileiros como votantes
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pelo Oscar, revelou nesta quarta (24), os novos votantes que vão integrar o quadro responsável pelas indicações à maior premiação do cinema norte-americano. A lista inclui 10 brasileiros, entre eles membros da equipe de produção de títulos que foram indicados nos últimos anos, como O Agente Secreto e Sonhos de Trens.
De o Agente Secreto, agora fazem parte do quadro da Academia Evgenia Alexandrova, diretora de fotografia, o diretor de elenco Gabriel Domingues, a figurinista Rita Azevedo, os editores Matheus Faria e Eduardo Serrano e a maquiadora Marisa Amenta, que também trabalhou em Ainda Estou Aqui. A lista ainda inclui Marcelo Caetano (diretor de Baby), Adolpho Veloso (diretor de fotografia de Sonhos de Trem), Bernardo Uzeda (editor de som de As Boas Maneiras), Wilssa Esser (Diretora de fotografia de Nosso Segredo).
Wagner Moura faz parte da lista de votantes do Oscar desde 2021. Já Kleber Mendonça Filho, diretor do longa, foi convidado a integrar o quadro em 2017.
De o Agente Secreto, agora fazem parte do quadro da Academia Evgenia Alexandrova, diretora de fotografia, o diretor de elenco Gabriel Domingues, a figurinista Rita Azevedo, os editores Matheus Faria e Eduardo Serrano e a maquiadora Marisa Amenta, que também trabalhou em Ainda Estou Aqui. A lista ainda inclui Marcelo Caetano (diretor de Baby), Adolpho Veloso (diretor de fotografia de Sonhos de Trem), Bernardo Uzeda (editor de som de As Boas Maneiras), Wilssa Esser (Diretora de fotografia de Nosso Segredo).
Wagner Moura faz parte da lista de votantes do Oscar desde 2021. Já Kleber Mendonça Filho, diretor do longa, foi convidado a integrar o quadro em 2017.
A Odisseia ganha capas na Empire
A revista Empire entrou no clima de A Odisseia e revelou uma série de capas temáticas dedicadas ao novo filme de Christopher Nolan. As edições destacam os protagonistas da adaptação do clássico de Homero, com artes individuais de Matt Damon como Odisseu, Anne Hathaway como Penélope e Tom Holland como Telêmaco, além de uma capa exclusiva para assinantes estampando o lendário navio do herói enfrentando uma tempestade.
O filme é mais uma adaptação do clássico poema heroico de Homero, uma continuação de Ilíada que conta a história de Odisseu (Ulisses em algumas traduções), tentando por 10 anos retornar para casa em Ítaca após a vitória na guerra de Troia. Irado, o deus dos mares, Poseidon, faz de tudo para impedir que ele volte à sua esposa, Penélope.
Matt Damon viverá Odisseu, Anne Hathaway interpretará a esposa do personagem, Penélope. Já Tom Holland interpretará Telêmaco, filho de Ulisses, com Zendaya interpretando a deusa Atena, Charlize Theron como Circe, Benny Safdie como Agamenon e Lupita Nyong'o como Helena de Tróia e Clitemnestra — ou Clitenestra —, esposa de Agamenon.
O elenco conta ainda com mais estrelas: Robert Pattinson, Jon Bernthal, Mia Goth, John Leguizamo e muitos outros nomes. Colaboradores antigos de Nolan estão de volta, como o compositor Ludwig Göransson (TENET e Oppenheimer) e o diretor de fotografia Hoyte Van Hoytema, que filma os longas de Nolan desde Interestelar.
A Odisseia chega aos cinemas em 16 de julho de 2026.
O filme é mais uma adaptação do clássico poema heroico de Homero, uma continuação de Ilíada que conta a história de Odisseu (Ulisses em algumas traduções), tentando por 10 anos retornar para casa em Ítaca após a vitória na guerra de Troia. Irado, o deus dos mares, Poseidon, faz de tudo para impedir que ele volte à sua esposa, Penélope.
Matt Damon viverá Odisseu, Anne Hathaway interpretará a esposa do personagem, Penélope. Já Tom Holland interpretará Telêmaco, filho de Ulisses, com Zendaya interpretando a deusa Atena, Charlize Theron como Circe, Benny Safdie como Agamenon e Lupita Nyong'o como Helena de Tróia e Clitemnestra — ou Clitenestra —, esposa de Agamenon.
O elenco conta ainda com mais estrelas: Robert Pattinson, Jon Bernthal, Mia Goth, John Leguizamo e muitos outros nomes. Colaboradores antigos de Nolan estão de volta, como o compositor Ludwig Göransson (TENET e Oppenheimer) e o diretor de fotografia Hoyte Van Hoytema, que filma os longas de Nolan desde Interestelar.
A Odisseia chega aos cinemas em 16 de julho de 2026.
Matt Damon is Odysseus
— Empire (@empiremagazine) June 25, 2026
Empire's The Odyssey issue has three collectible covers – as we spend two days on set with Christopher Nolan, his cast and crew, following their globe-spanning journey to bring the ultimate myth to life. On sale 2 July.
Read more: https://t.co/JykHfpOmk2 pic.twitter.com/jOjzMi7eNb
Our third cover variant sees Tom Holland as Telemachus in Christopher Nolan's The Odyssey.
— Empire (@empiremagazine) June 25, 2026
Get a copy: https://t.co/5WBsSKfnof pic.twitter.com/J0wJm3PsGn
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 25/06/26
Bitcoin: R$ 312.173,00 Reais e US$ 59.510,90 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,1773
Dólar turismo: R$ 5,3888
Euro comercial: R$ 5,889
Libra: R$ 6,857
Dólar acompanha exterior e volta a fechar abaixo dos R$5,20
O dólar fechou a quinta-feira em queda e novamente abaixo dos R$5,20, acompanhando o recuo da moeda norte-americana ante boa parte das demais divisas no exterior, em uma sessão de certo alívio nas apostas de alta de juros pelo Federal Reserve.
No Brasil o dia foi de agenda cheia, com a divulgação de novos dados de inflação e projeções do Banco Central, além de entrevista coletiva com dirigentes da autarquia. O dólar à vista encerrou o dia com queda de 0,39%, aos R$5,1805. No ano, a moeda passou a acumular baixa de 5,62% ante o real.
Às 17h18, o dólar futuro para julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- cedia 0,26% na B3, aos R$5,1815.
O dólar chegou a oscilar em leve alta ante o real no início do dia, mas logo depois engatou uma trajetória de perdas, em sintonia com a baixa das cotações também no exterior.Pela manhã, a divulgação de números de inflação nos EUA ligeiramente abaixo do esperado por alguns investidores trouxe certo alívio nas apostas de alta de juros pelo Federal Reserve, o que pesou sobre os rendimentos dos Treasuries e sobre o dólar ante boa parte das demais divisas.
Assim, a moeda norte-americana se firmou em queda ante divisas como o peso mexicano, o rand sul-africano e o real.No Brasil, a queda do dólar também ocorreu em paralelo ao fortalecimento das taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) no fim da manhã, em meio à coletiva de imprensa de dirigentes do Banco Central.Na entrevista coletiva, o diretor Paulo Picchetti afirmou que o BC não está alongando o horizonte relevante para a política monetária e não tem a intenção de fazer isso.
Segundo Picchetti, nas comunicações recentes a autarquia chamou atenção para o primeiro trimestre de 2028 porque avalia que o choque de oferta gerado pela guerra no Oriente Médio e pelo fenômeno climático El Niño afeta a inflação, mas é insensível ao que o BC faz com os juros.Picchetti -- que atualmente acumula as diretorias de Assuntos Internacionais e de Política Econômica do BC -- afirmou que um choque de juros "não abriria o Estreito de Ormuz" nem afetaria o fenômeno El Niño, mas causaria uma desaceleração desordenada da atividade.
A discussão sobre o nível dos juros no Brasil, hoje em 14,25% ao ano, e nos Estados Unidos, na faixa de 3,50% a 3,75%, tem sido observada com atenção no mercado de câmbio, bastante sensível aos fluxos gerados pelo diferencial de juros.Nos últimos meses, o diferencial de juros entre Brasil e outros países -- como EUA e Japão, cujas taxas estão em níveis bem menores -- vinha sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, o que conduziu as cotações do dólar a patamares mais baixos. Agora, a percepção é de que este diferencial pode cair.
Neste cenário, após marcar a cotação máxima de R$5,2204 (+0,38%) às 9h35, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,1667 (-0,65%) às 13h26, mantendo-se no território negativo até o fechamento. Antes da abertura do mercado, o BC divulgou seu Relatório de Política Monetária, elevando de 1,6% para 2,0% a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026, citando a aceleração da atividade, o mercado de trabalho resiliente e as medidas de estímulo do governo.
Já o saldo das transações correntes projetado pelo BC para 2026 passou de déficit de US$58 bilhões para US$56 bilhões (2,1% do PIB). A leve redução do déficit esperado foi resultado, conforme o BC, do aumento do saldo comercial (exportações menos importações) projetado para o ano, na esteira do avanço dos preços do petróleo em função da guerra no Oriente Médio.Como exportador da commodity, o Brasil tende a ver números melhores na balança comercial quando os preços do petróleo sobem. Por outro lado, o avanço dos preços do petróleo tende a pressionar a inflação.
Na abertura da sessão, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA-15, considerado uma prévia da inflação oficial, subiu 0,41% em junho, desacelerando ante a alta de 0,62% em maio. Economistas ouvidos pela Reuters projetavam elevação de 0,44% em junho.No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de julho.
Ibovespa fecha em alta em dia com dados de inflação no foco; Braskem desaba
O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira, superando os 173 mil pontos no melhor momento do dia, com dados de inflação do Brasil no radar, enquanto os papéis da Braskem desabaram após buscar proteção temporária contra cobranças de credores financeiros.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,87%, a 171.990,20 pontos, tendo chegado a 173.277,09 pontos na máxima e marcado 170.507,92 pontos na mínima do dia. O volume financeiro somou R$22,6 bilhões.
No penúltimo pregão da semana, investidores repercutiram dados de inflação no Brasil, bem como declarações de dirigentes do Banco Central negando mudanças no horizonte da política monetária.
Wall Street tem desempenho misto em meio a quedas de gigantes de tecnologia
O Nasdaq fechou em queda nesta quinta-feira, prejudicado por perdas nas ações das grandes empresas de tecnologia, enquanto o S&P encerrou perto da estabilidade e o Dow Jones teve alta, com investidores analisando novos dados econômicos.
O índice Dow Jones subiu 0,14%, para 51.920,62 pontos.
O S&P 500 teve variação negativa de 0,01%, para 7.357,49 pontos,
Nasdaq Composite recuou 0,46%, para 25.358,60 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quinta-feira (25)
O índice sul-coreano Kospi saltou 5,42% em Seul, a 8.930,30 pontos.
Em Tóquio, o japonês Nikkei avançou 4,61%, ao patamar inédito de 72.366,34 pontos.
Na China continental, o Shanghai Composite registrou ganho de 0,23%, a 4.120,28 pontos,
menos abrangente Shenzhen Composite subiu 0,72%, a 2.876,11 pontos.
Em Taiwan, o Taiex avançou 0,46%, a 46.255,26 pontos.
Hang Seng caiu 1,43% em Hong Kong, a 23.076,91 pontos.
Na Austrália ficou no vermelho: o S&P/ASX 200 caiu 0,68% em Sydney, a 8.748,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,69% em Wellington a 13.493,05 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,29% em Moscou a 2.250,03 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,14% em Bombaim a 77.100,47 pontos.
As bolsas europeias fecharam em alta nesta quinta-feira (25)
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,65%, a 10.529,89 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 1,05%, a 25.000,54 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,55%, a 8.431,61 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,28%, a 51.782,91 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,63%, a 19.510,80 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,12%, a 9.157,33 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Dólar comercial: R$ 5,1773
Dólar turismo: R$ 5,3888
Euro comercial: R$ 5,889
Libra: R$ 6,857
Dólar acompanha exterior e volta a fechar abaixo dos R$5,20
O dólar fechou a quinta-feira em queda e novamente abaixo dos R$5,20, acompanhando o recuo da moeda norte-americana ante boa parte das demais divisas no exterior, em uma sessão de certo alívio nas apostas de alta de juros pelo Federal Reserve.
No Brasil o dia foi de agenda cheia, com a divulgação de novos dados de inflação e projeções do Banco Central, além de entrevista coletiva com dirigentes da autarquia. O dólar à vista encerrou o dia com queda de 0,39%, aos R$5,1805. No ano, a moeda passou a acumular baixa de 5,62% ante o real.
Às 17h18, o dólar futuro para julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- cedia 0,26% na B3, aos R$5,1815.
O dólar chegou a oscilar em leve alta ante o real no início do dia, mas logo depois engatou uma trajetória de perdas, em sintonia com a baixa das cotações também no exterior.Pela manhã, a divulgação de números de inflação nos EUA ligeiramente abaixo do esperado por alguns investidores trouxe certo alívio nas apostas de alta de juros pelo Federal Reserve, o que pesou sobre os rendimentos dos Treasuries e sobre o dólar ante boa parte das demais divisas.
Assim, a moeda norte-americana se firmou em queda ante divisas como o peso mexicano, o rand sul-africano e o real.No Brasil, a queda do dólar também ocorreu em paralelo ao fortalecimento das taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) no fim da manhã, em meio à coletiva de imprensa de dirigentes do Banco Central.Na entrevista coletiva, o diretor Paulo Picchetti afirmou que o BC não está alongando o horizonte relevante para a política monetária e não tem a intenção de fazer isso.
Segundo Picchetti, nas comunicações recentes a autarquia chamou atenção para o primeiro trimestre de 2028 porque avalia que o choque de oferta gerado pela guerra no Oriente Médio e pelo fenômeno climático El Niño afeta a inflação, mas é insensível ao que o BC faz com os juros.Picchetti -- que atualmente acumula as diretorias de Assuntos Internacionais e de Política Econômica do BC -- afirmou que um choque de juros "não abriria o Estreito de Ormuz" nem afetaria o fenômeno El Niño, mas causaria uma desaceleração desordenada da atividade.
A discussão sobre o nível dos juros no Brasil, hoje em 14,25% ao ano, e nos Estados Unidos, na faixa de 3,50% a 3,75%, tem sido observada com atenção no mercado de câmbio, bastante sensível aos fluxos gerados pelo diferencial de juros.Nos últimos meses, o diferencial de juros entre Brasil e outros países -- como EUA e Japão, cujas taxas estão em níveis bem menores -- vinha sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, o que conduziu as cotações do dólar a patamares mais baixos. Agora, a percepção é de que este diferencial pode cair.
Neste cenário, após marcar a cotação máxima de R$5,2204 (+0,38%) às 9h35, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,1667 (-0,65%) às 13h26, mantendo-se no território negativo até o fechamento. Antes da abertura do mercado, o BC divulgou seu Relatório de Política Monetária, elevando de 1,6% para 2,0% a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026, citando a aceleração da atividade, o mercado de trabalho resiliente e as medidas de estímulo do governo.
Já o saldo das transações correntes projetado pelo BC para 2026 passou de déficit de US$58 bilhões para US$56 bilhões (2,1% do PIB). A leve redução do déficit esperado foi resultado, conforme o BC, do aumento do saldo comercial (exportações menos importações) projetado para o ano, na esteira do avanço dos preços do petróleo em função da guerra no Oriente Médio.Como exportador da commodity, o Brasil tende a ver números melhores na balança comercial quando os preços do petróleo sobem. Por outro lado, o avanço dos preços do petróleo tende a pressionar a inflação.
Na abertura da sessão, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA-15, considerado uma prévia da inflação oficial, subiu 0,41% em junho, desacelerando ante a alta de 0,62% em maio. Economistas ouvidos pela Reuters projetavam elevação de 0,44% em junho.No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de julho.
Ibovespa fecha em alta em dia com dados de inflação no foco; Braskem desaba
O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira, superando os 173 mil pontos no melhor momento do dia, com dados de inflação do Brasil no radar, enquanto os papéis da Braskem desabaram após buscar proteção temporária contra cobranças de credores financeiros.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,87%, a 171.990,20 pontos, tendo chegado a 173.277,09 pontos na máxima e marcado 170.507,92 pontos na mínima do dia. O volume financeiro somou R$22,6 bilhões.
No penúltimo pregão da semana, investidores repercutiram dados de inflação no Brasil, bem como declarações de dirigentes do Banco Central negando mudanças no horizonte da política monetária.
Wall Street tem desempenho misto em meio a quedas de gigantes de tecnologia
O Nasdaq fechou em queda nesta quinta-feira, prejudicado por perdas nas ações das grandes empresas de tecnologia, enquanto o S&P encerrou perto da estabilidade e o Dow Jones teve alta, com investidores analisando novos dados econômicos.
O índice Dow Jones subiu 0,14%, para 51.920,62 pontos.
O S&P 500 teve variação negativa de 0,01%, para 7.357,49 pontos,
Nasdaq Composite recuou 0,46%, para 25.358,60 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quinta-feira (25)
O índice sul-coreano Kospi saltou 5,42% em Seul, a 8.930,30 pontos.
Em Tóquio, o japonês Nikkei avançou 4,61%, ao patamar inédito de 72.366,34 pontos.
Na China continental, o Shanghai Composite registrou ganho de 0,23%, a 4.120,28 pontos,
menos abrangente Shenzhen Composite subiu 0,72%, a 2.876,11 pontos.
Em Taiwan, o Taiex avançou 0,46%, a 46.255,26 pontos.
Hang Seng caiu 1,43% em Hong Kong, a 23.076,91 pontos.
Na Austrália ficou no vermelho: o S&P/ASX 200 caiu 0,68% em Sydney, a 8.748,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,69% em Wellington a 13.493,05 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,29% em Moscou a 2.250,03 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,14% em Bombaim a 77.100,47 pontos.
As bolsas europeias fecharam em alta nesta quinta-feira (25)
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,65%, a 10.529,89 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 1,05%, a 25.000,54 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,55%, a 8.431,61 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,28%, a 51.782,91 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,63%, a 19.510,80 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,12%, a 9.157,33 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas dos EUA: 25/06/26
O Nasdaq fechou em queda nesta quinta-feira, prejudicado por perdas nas ações das grandes empresas de tecnologia, enquanto o S&P encerrou perto da estabilidade e o Dow Jones teve alta, com investidores analisando novos dados econômicos.
As ações do setor de tecnologia reverteram ganhos iniciais e passaram a cair, pesando sobre o Nasdaq, à medida que os investidores se preocupavam com os gastos das gigantes da tecnologia com inteligência artificial. Esses temores superaram sinais favoráveis sobre a demanda por IA vindos da Micron e da Qualcomm. O Nasdaq estava a caminho de sua maior queda mensal desde março de 2025.
A Apple caiu 6,1% após aumentar os preços dos iPads e MacBooks para compensar o aumento dos custos dos chips de memória e armazenamento. As ações da Nvidia, da Microsoft e da Alphabet também registraram quedas entre 0,5% e 3,5%.A Micron disparou 15,7% depois que seus lucros e previsões superaram as estimativas de Wall Street. Ainda assim, preocupações com os gastos financiados por dívidas das hyperscalers e os temores de uma postura mais dura com a inflação do Federal Reserve continuaram pesando sobre o mercado nesta semana.
"O mercado percebeu que os lucros e receitas estrondosos de uma empresa significam que outra está pagando o preço por isso no futuro", disse Carol Schleif, diretora de investimentos da BMO Family Office. "Para a Micron gerar o tipo de lucro e receita que gera, isso está saindo do bolso de outra empresa."A fabricante de chips de memória Sandisk também disparou 22%. Qualcomm, Western Digital e Seagate Technology registraram altas.
O índice Dow Jones subiu 0,14%, para 51.920,62 pontos. O S&P 500 teve variação negativa de 0,01%, para 7.357,49 pontos, e o Nasdaq Composite recuou 0,46%, para 25.358,60 pontos.
O índice Philadelphia SE Semiconductor subiu 3,2% e está a caminho de registrar seu melhor trimestre já registrado, de acordo com dados da LSEG.O Departamento de Comércio dos EUA divulgou uma série de dados nesta quinta-feira.A inflação nos EUA aumentou ainda mais em maio, ultrapassando os 4,0% pela primeira vez em três anos devido aos preços mais altos da energia.Em resposta às crescentes pressões inflacionárias, os operadores de mercado prevêem que o Fed elevará as taxas de juros em pelo menos 25 pontos-base antes do final do ano, de acordo com dados da LSEG.
A estimativa final dos dados do PIB dos EUA do primeiro trimestre mostrou que a economia cresceu 2,1%, em comparação com uma estimativa anterior de 1,6%. Enquanto isso, dados sobre pedidos de auxílio-desemprego mostraram uma queda maior do que o esperado no número de norte-americanos que solicitaram o benefício.
Fontes: Dow Jones Newswires.
As ações do setor de tecnologia reverteram ganhos iniciais e passaram a cair, pesando sobre o Nasdaq, à medida que os investidores se preocupavam com os gastos das gigantes da tecnologia com inteligência artificial. Esses temores superaram sinais favoráveis sobre a demanda por IA vindos da Micron e da Qualcomm. O Nasdaq estava a caminho de sua maior queda mensal desde março de 2025.
A Apple caiu 6,1% após aumentar os preços dos iPads e MacBooks para compensar o aumento dos custos dos chips de memória e armazenamento. As ações da Nvidia, da Microsoft e da Alphabet também registraram quedas entre 0,5% e 3,5%.A Micron disparou 15,7% depois que seus lucros e previsões superaram as estimativas de Wall Street. Ainda assim, preocupações com os gastos financiados por dívidas das hyperscalers e os temores de uma postura mais dura com a inflação do Federal Reserve continuaram pesando sobre o mercado nesta semana.
"O mercado percebeu que os lucros e receitas estrondosos de uma empresa significam que outra está pagando o preço por isso no futuro", disse Carol Schleif, diretora de investimentos da BMO Family Office. "Para a Micron gerar o tipo de lucro e receita que gera, isso está saindo do bolso de outra empresa."A fabricante de chips de memória Sandisk também disparou 22%. Qualcomm, Western Digital e Seagate Technology registraram altas.
O índice Dow Jones subiu 0,14%, para 51.920,62 pontos. O S&P 500 teve variação negativa de 0,01%, para 7.357,49 pontos, e o Nasdaq Composite recuou 0,46%, para 25.358,60 pontos.
O índice Philadelphia SE Semiconductor subiu 3,2% e está a caminho de registrar seu melhor trimestre já registrado, de acordo com dados da LSEG.O Departamento de Comércio dos EUA divulgou uma série de dados nesta quinta-feira.A inflação nos EUA aumentou ainda mais em maio, ultrapassando os 4,0% pela primeira vez em três anos devido aos preços mais altos da energia.Em resposta às crescentes pressões inflacionárias, os operadores de mercado prevêem que o Fed elevará as taxas de juros em pelo menos 25 pontos-base antes do final do ano, de acordo com dados da LSEG.
A estimativa final dos dados do PIB dos EUA do primeiro trimestre mostrou que a economia cresceu 2,1%, em comparação com uma estimativa anterior de 1,6%. Enquanto isso, dados sobre pedidos de auxílio-desemprego mostraram uma queda maior do que o esperado no número de norte-americanos que solicitaram o benefício.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Apple TV em julho de 2026
Com Silo e Lucky como destaques, o Apple TV revelou a sua lista de lançamentos previstos para julho de 2026.
Séries
Silo – Temporada 3 (3 de julho)
A ficção científica distópica retorna com Juliette Nichols lidando com as consequências de uma rebelião, enquanto o surgimento de uma nova ameaça e segredos do passado colocam o destino da humanidade em jogo.
Trying – Temporada 5 (8 de julho)
Na nova temporada desta comédia dramática, a rotina tranquila de Nikki e Jason é abalada pela chegada inesperada da mãe biológica de seus filhos adotivos.
Lucky (15 de julho)
Série dramática de suspense estrelada por Anya Taylor-Joy. Após um assalto dar errado, uma golpista precisa fugir do FBI, de criminosos perigosos e de seu próprio passado.
Filmes
The Dink – A Última Chance (24 de julho)
Comédia esportiva sobre um ex-tenista decadente que decide entrar no competitivo universo do pickleball para salvar um clube e reconquistar o respeito do pai.
Snoopy Apresenta – Não Há Nada Como a Nossa Casa, Snoopy (31 de julho)
Animação em que o beagle mais amado do mundo fica arrasado após sua casinha ser vendida acidentalmente e embarca em uma aventura para recuperá-la.
Finais de Temporada
Cidade das Estrelas (Sexta-feira, 10 de julho)
Thriller conspiratório que encerra sua primeira temporada mostrando a corrida espacial sob a perspectiva da União Soviética por trás da Cortina de Ferro.
Prazer Máximo Garantido (15 de julho)
O suspense de humor ácido chega ao fim acompanhando a investigação de Paula, uma mãe recém-divorciada envolvida em uma teia de chantagem e assassinato.
Cabo do Medo (31 de julho)
A minissérie de suspense psicológico termina com o clímax da vingança e paranoia do perigoso Max Cady contra o casal de advogados que o condenou.
Disney é o primeiro estúdio a superar US$ 3 bilhões
A Disney não deve ter dificuldade para se consolidar, com folga, como o estúdio mais bem-sucedido em 2026. A arrecadação global de bilheteria já ultrapassou os US$ 3 bilhões, e alguns pesos-pesados, incluindo Moana e Vingadores: Doutor Destino, sequer estrearam.
O estúdio do Mickey foi o primeiro a superar marco, e isso aconteceu logo após o seu sucesso mais recente, Toy Story 5 (2026), que registrou a segunda maior estreia da história para uma animação da Pixar, com US$ 312 milhões globais.
Outro filme que fortaleceu as métricas foi O Diabo Veste Prada 2, que arrecadou US$ 677,6 milhões ao redor do mundo.Basicamente, todos os lançamentos cinematográficos da Disney em 2026 estrearam em primeiro lugar nas bilheterias. Além disso, a arrecadação do ano começou com lançamentos de 2025 ainda rendendo alto, como Avatar: Fogo e Cinzas e Zootopia 2.
O principal lançamento do estúdio no ano, Vingadores: Doutor Destino chega aos cinemas em 17 de dezembro.
O estúdio do Mickey foi o primeiro a superar marco, e isso aconteceu logo após o seu sucesso mais recente, Toy Story 5 (2026), que registrou a segunda maior estreia da história para uma animação da Pixar, com US$ 312 milhões globais.
Outro filme que fortaleceu as métricas foi O Diabo Veste Prada 2, que arrecadou US$ 677,6 milhões ao redor do mundo.Basicamente, todos os lançamentos cinematográficos da Disney em 2026 estrearam em primeiro lugar nas bilheterias. Além disso, a arrecadação do ano começou com lançamentos de 2025 ainda rendendo alto, como Avatar: Fogo e Cinzas e Zootopia 2.
O principal lançamento do estúdio no ano, Vingadores: Doutor Destino chega aos cinemas em 17 de dezembro.
A Queda 2: No Limite ganha teaser oficial e data de estreia no Brasil
Estrelado por Harriet Slater (Outlander: Blood of My Blood), Arsema Thomas (Rainha Charlotte: Uma História Bridgerton) e Tom Brittney (Grantchester), A Queda 2: No Limite recebeu um teaser oficial pela Lionsgate.
Trata-se da sequência do elogiado suspense de sobrevivência que trouxe estrelado por Grace Currey (Shazam! A Fúria dos Deuses) e Virginia Gardner (Fugitivos) nos papéis principais.
A estreia no Brasil foi confirmada para 24 de setembro.
Na trama, seguimos Jax, que, abalada pela morte de sua irmã Hunter, cria um vínculo com Luce, amiga destemida de Hunter. Em busca de curar as feridas emocionais, elas decidem enfrentar a famosa, e perigosa, travessia do Monte Kwan, na Tailândia.
No entanto, um deslizamento de rochas repentino faz com que as duas fiquem presas a 900 metros de altura. Jax precisará confrontar seus maiores medos e lutar pela sobrevivência para alcançar a redenção, um terceiro capítulo da franquia está em desenvolvimento, que também deve trazer outro cenário e grupo de protagonistas.
Trata-se da sequência do elogiado suspense de sobrevivência que trouxe estrelado por Grace Currey (Shazam! A Fúria dos Deuses) e Virginia Gardner (Fugitivos) nos papéis principais.
A estreia no Brasil foi confirmada para 24 de setembro.
Na trama, seguimos Jax, que, abalada pela morte de sua irmã Hunter, cria um vínculo com Luce, amiga destemida de Hunter. Em busca de curar as feridas emocionais, elas decidem enfrentar a famosa, e perigosa, travessia do Monte Kwan, na Tailândia.
No entanto, um deslizamento de rochas repentino faz com que as duas fiquem presas a 900 metros de altura. Jax precisará confrontar seus maiores medos e lutar pela sobrevivência para alcançar a redenção, um terceiro capítulo da franquia está em desenvolvimento, que também deve trazer outro cenário e grupo de protagonistas.
Burro do Shrek tem filme solo oficializado
Universal e DreamWorks oficializaram o projeto e reservaram a data de 30 de junho de 2028 para o lançamento. De acordo os estúdios, o longa servirá como uma história de origem sobre como um burro se tornou o Burro.
Intitulado apenas como Burro, o filme será dirigido por Charlie Bean (Lego Batman: O Filme) e Matt Flynn (artista de storyboard de Robô Selvagem e Gato de Botas 2). A produção fica por conta de Rebecca Huntley (Os Caras Malvados).
Burro volta aos cinemas antes desse filme solo, em 29 de junho de 2027, quando Shrek 5 estreia.
Intitulado apenas como Burro, o filme será dirigido por Charlie Bean (Lego Batman: O Filme) e Matt Flynn (artista de storyboard de Robô Selvagem e Gato de Botas 2). A produção fica por conta de Rebecca Huntley (Os Caras Malvados).
Burro volta aos cinemas antes desse filme solo, em 29 de junho de 2027, quando Shrek 5 estreia.
Jenna Ortega no primeiro pôster de ‘Klara e o Sol’
Sony Pictures divulgou o primeiro pôster oficial de “Klara e o Sol” (‘Klara and the Sun’, no original), novo longa-metragem do renomado diretor Taika Waititi (‘Jojo Rabbit’).
O pôster destaca a personagem-título, vivida por Jenna Ortega (‘Wandinha’), e reforça sua profunda conexão com o astro-rei, elemento central da narrativa.
Inspirado no livro homônimo de Kazuo Ishiguro, publicado em 2021, a trama acompanha a trajetória de Klara, uma Amiga Artificial, que, após ser comprada por uma mãe para sua filha adolescente, Josie, desenvolve um forte vínculo com a humana, apesar de ela sofrer de uma doença misteriosa. Ao longo da narrativa, Klara embarca em uma jornada para salvar Josie e aqueles que a amam da dor, aprendendo, nesse processo, sobre a complexidade e o poder do amor humano.
Ao lado de Ortega no papel de Klara, Amy Adams (‘A Chegada’) interpreta a mãe e Mia Tharia (‘Phoenix Rise’) dá vida a sua filha, Josie. Steve Buscemi (‘Gente Grande 2’), Natasha Lyonne (‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’) e Simon Baker (‘O Diabo Veste Prada’) completam o elenco.
Com produção e distribuição da Sony Pictures, o roteiro de “Klara e o Sol” é assinado por Waititi em parceria com Dahvi Waller (‘Mrs. America’) e chega em breve nos cinemas brasileiros.
O pôster destaca a personagem-título, vivida por Jenna Ortega (‘Wandinha’), e reforça sua profunda conexão com o astro-rei, elemento central da narrativa.
Inspirado no livro homônimo de Kazuo Ishiguro, publicado em 2021, a trama acompanha a trajetória de Klara, uma Amiga Artificial, que, após ser comprada por uma mãe para sua filha adolescente, Josie, desenvolve um forte vínculo com a humana, apesar de ela sofrer de uma doença misteriosa. Ao longo da narrativa, Klara embarca em uma jornada para salvar Josie e aqueles que a amam da dor, aprendendo, nesse processo, sobre a complexidade e o poder do amor humano.
Ao lado de Ortega no papel de Klara, Amy Adams (‘A Chegada’) interpreta a mãe e Mia Tharia (‘Phoenix Rise’) dá vida a sua filha, Josie. Steve Buscemi (‘Gente Grande 2’), Natasha Lyonne (‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’) e Simon Baker (‘O Diabo Veste Prada’) completam o elenco.
Com produção e distribuição da Sony Pictures, o roteiro de “Klara e o Sol” é assinado por Waititi em parceria com Dahvi Waller (‘Mrs. America’) e chega em breve nos cinemas brasileiros.
‘Angry Birds 3’: primeiras imagens
a revista People divulgou as primeiras imagens de “Angry Birds 3: O Filme”, novo capítulo da franquia animada inspirada no icônico jogo mobile.
Os registros destacam o retorno de Red, o temperamental pássaro vermelho, agora ao lado de sua esposa Silver e dos filhos do casal. As imagens também confirmam a volta de Bomba e Chuck, personagens queridos pelos fãs.
A divulgação veio acompanhada do anúncio de novos integrantes no elenco de vozes: Walker Scobell, estrela da série “Percy Jackson e os Olimpianos”; Emma Myers, intérprete de Enid na série “Wandinha”; e Psalm West foram escalados para interpretar os filhos do casal de pássaros.Scobell emprestará sua voz a Glider, o filho adolescente aventureiro, enquanto Myers interpretará June, a filha independente e criativa. Já West dará voz a Olly, o caçula e bebê da família. O humorista James Austin Johnson também se junta ao elenco de vozes como Fuzzy, a aranha de estimação dos personagens.
Entre os veteranos, estão confirmados os retornos de Jason Sudeikis como Red, Rachel Bloom como Silver e da dupla Danny McBride e Josh Gad, que voltam a interpretar Bomba e Chuck, respectivamente.Em entrevista à revista, Scobell e Meyers revelaram que cresceram jogando “Angry Birds”, e prometeram que o terceiro filme apresentará uma nova abordagem para a franquia:
“Ele [o filme] apresenta uma visão completamente diferente do universo de ‘Angry Birds’. Tem uma essência muito sincera”, disse Scobell.
“É um filme para a família. Amo ver famílias indo ao cinema juntas, acho isso muito importante”, completou Meyers.
Distribuído pela Paramount Pictures, o novo filme conta com direção de John Rice, responsável pelo filme anterior, a partir de um roteiro assinado por Thurop Van Orman (‘Hora de Aventura’).
“Angry Birds 3: O Filme” tem estreia marcada para 31 de dezembro, exclusivamente nos cinemas do Brasil.
Os registros destacam o retorno de Red, o temperamental pássaro vermelho, agora ao lado de sua esposa Silver e dos filhos do casal. As imagens também confirmam a volta de Bomba e Chuck, personagens queridos pelos fãs.
A divulgação veio acompanhada do anúncio de novos integrantes no elenco de vozes: Walker Scobell, estrela da série “Percy Jackson e os Olimpianos”; Emma Myers, intérprete de Enid na série “Wandinha”; e Psalm West foram escalados para interpretar os filhos do casal de pássaros.Scobell emprestará sua voz a Glider, o filho adolescente aventureiro, enquanto Myers interpretará June, a filha independente e criativa. Já West dará voz a Olly, o caçula e bebê da família. O humorista James Austin Johnson também se junta ao elenco de vozes como Fuzzy, a aranha de estimação dos personagens.
Entre os veteranos, estão confirmados os retornos de Jason Sudeikis como Red, Rachel Bloom como Silver e da dupla Danny McBride e Josh Gad, que voltam a interpretar Bomba e Chuck, respectivamente.Em entrevista à revista, Scobell e Meyers revelaram que cresceram jogando “Angry Birds”, e prometeram que o terceiro filme apresentará uma nova abordagem para a franquia:
“Ele [o filme] apresenta uma visão completamente diferente do universo de ‘Angry Birds’. Tem uma essência muito sincera”, disse Scobell.
“É um filme para a família. Amo ver famílias indo ao cinema juntas, acho isso muito importante”, completou Meyers.
Distribuído pela Paramount Pictures, o novo filme conta com direção de John Rice, responsável pelo filme anterior, a partir de um roteiro assinado por Thurop Van Orman (‘Hora de Aventura’).
“Angry Birds 3: O Filme” tem estreia marcada para 31 de dezembro, exclusivamente nos cinemas do Brasil.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 25/06/26
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quinta-feira (25), com novas máximas históricas no Japão e na Coreia do Sul, à medida que ações de tecnologia dispararam na esteira do balanço positivo da Micron Technology - fabricante americana de chips de memória -, que aliviou preocupações sobre os gastos elevados com infraestrutura de inteligência artificial.
Liderando o movimento, o índice sul-coreano Kospi saltou 5,42% em Seul, a 8.930,30 pontos, em novo recorde. As gigantes de semicondutores Samsung Electronics e SK Hynix subiram 5,3% e 13%, respectivamente.
Em Tóquio, o japonês Nikkei avançou 4,61%, ao patamar inédito de 72.366,34 pontos, também impulsionado por papéis de tecnologia, como os da Advantest (+15%) e da Tokyo Electron (+7,8%).
Na China continental, o Shanghai Composite registrou modesto ganho de 0,23%, a 4.120,28 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composite subiu 0,72%, a 2.876,11 pontos. Em Taiwan, o Taiex avançou 0,46%, a 46.255,26 pontos.Na contramão, o Hang Seng caiu 1,43% em Hong Kong, a 23.076,91 pontos.
Em balanço divulgado no fim da tarde de ontem, a Micron não apenas superou expectativas de lucro e receita, como também agradou com suas projeções.Ainda no setor de tecnologia americano, a fabricante de chips Qualcomm elevou seu guidance anual e anunciou uma parceria com a Meta. As ações de ambas as empresas dispararam no after hours de quarta-feira (24) e seguem em alta no pré-mercado hoje.
Também contribuiu para o apetite por risco na Ásia a continuidade da queda do petróleo. Os preços da commodity recuam pelo quarto dia consecutivo, diante de sinais de que EUA e Irã caminham para um acordo definitivo para encerrar o conflito no Oriente Médio.
Na Oceania, a bolsa da Austrália ignorou o viés positivo dos mercados asiáticos e ficou no vermelho: o S&P/ASX 200 caiu 0,68% em Sydney, a 8.748,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,69% em Wellington a 13.493,05 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,29% em Moscou a 2.250,03 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,14% em Bombaim a 77.100,47 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Liderando o movimento, o índice sul-coreano Kospi saltou 5,42% em Seul, a 8.930,30 pontos, em novo recorde. As gigantes de semicondutores Samsung Electronics e SK Hynix subiram 5,3% e 13%, respectivamente.
Em Tóquio, o japonês Nikkei avançou 4,61%, ao patamar inédito de 72.366,34 pontos, também impulsionado por papéis de tecnologia, como os da Advantest (+15%) e da Tokyo Electron (+7,8%).
Na China continental, o Shanghai Composite registrou modesto ganho de 0,23%, a 4.120,28 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composite subiu 0,72%, a 2.876,11 pontos. Em Taiwan, o Taiex avançou 0,46%, a 46.255,26 pontos.Na contramão, o Hang Seng caiu 1,43% em Hong Kong, a 23.076,91 pontos.
Em balanço divulgado no fim da tarde de ontem, a Micron não apenas superou expectativas de lucro e receita, como também agradou com suas projeções.Ainda no setor de tecnologia americano, a fabricante de chips Qualcomm elevou seu guidance anual e anunciou uma parceria com a Meta. As ações de ambas as empresas dispararam no after hours de quarta-feira (24) e seguem em alta no pré-mercado hoje.
Também contribuiu para o apetite por risco na Ásia a continuidade da queda do petróleo. Os preços da commodity recuam pelo quarto dia consecutivo, diante de sinais de que EUA e Irã caminham para um acordo definitivo para encerrar o conflito no Oriente Médio.
Na Oceania, a bolsa da Austrália ignorou o viés positivo dos mercados asiáticos e ficou no vermelho: o S&P/ASX 200 caiu 0,68% em Sydney, a 8.748,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,69% em Wellington a 13.493,05 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,29% em Moscou a 2.250,03 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,14% em Bombaim a 77.100,47 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Fúria: série de suspense já tem trailer e data no Disney+
Fúria, série estrelada por Emmy Rossum, atriz lembrada por seu trabalho em Shameless. Desta vez, ela aparece em um papel bem diferente, como uma agente federal envolvida em uma caçada perigosa a uma serial killer.
A produção chega com o selo do Hulu nos Estados Unidos, serviço de streaming que não está disponível no Brasil. Por aqui, esse tipo de conteúdo é lançado dentro do Disney+, que passou a reunir produções adultas, séries do FX, títulos do Hulu e outros conteúdos dos estúdios da Disney em um só lugar.
A trama acompanha Alice Black, uma agente do FBI interpretada por Emmy Rossum. Ela entra em uma busca intensa por uma misteriosa e calculista serial killer, mas a investigação começa a sair do controle quando as vidas das duas passam a se cruzar de forma perigosa.
Segundo a descrição oficial, as duas acreditam estar fazendo a coisa certa. A partir daí, a série coloca em xeque a ideia de certo e errado, especialmente quando a perseguição deixa de ser apenas profissional e passa a mexer com a própria identidade de Alice.
A prévia mostra uma produção sombria, com clima de thriller psicológico e elementos de investigação criminal. O foco parece estar menos no caso da semana e mais no jogo de espelhos entre a agente e a assassina, uma dinâmica que deve conduzir a temporada até o fim.
Além de protagonizar a série, Emmy Rossum também participa como produtora executiva por meio da Composition 8. A equipe de produção ainda inclui Ronald Bass, Matt Olmstead e Sam Hoffman. O elenco conta também com Lola Petticrew, Scoot McNairy, Quincy Tyler Bernstine e Jake Lacy.
Fúria estreia no Disney+ em 27 de julho, com os três primeiros episódios liberados de uma vez. Depois da estreia tripla, a série seguirá com novos episódios toda segunda-feira. O final da temporada está marcado para 31 de agosto.
A produção chega com o selo do Hulu nos Estados Unidos, serviço de streaming que não está disponível no Brasil. Por aqui, esse tipo de conteúdo é lançado dentro do Disney+, que passou a reunir produções adultas, séries do FX, títulos do Hulu e outros conteúdos dos estúdios da Disney em um só lugar.
A trama acompanha Alice Black, uma agente do FBI interpretada por Emmy Rossum. Ela entra em uma busca intensa por uma misteriosa e calculista serial killer, mas a investigação começa a sair do controle quando as vidas das duas passam a se cruzar de forma perigosa.
Segundo a descrição oficial, as duas acreditam estar fazendo a coisa certa. A partir daí, a série coloca em xeque a ideia de certo e errado, especialmente quando a perseguição deixa de ser apenas profissional e passa a mexer com a própria identidade de Alice.
A prévia mostra uma produção sombria, com clima de thriller psicológico e elementos de investigação criminal. O foco parece estar menos no caso da semana e mais no jogo de espelhos entre a agente e a assassina, uma dinâmica que deve conduzir a temporada até o fim.
Além de protagonizar a série, Emmy Rossum também participa como produtora executiva por meio da Composition 8. A equipe de produção ainda inclui Ronald Bass, Matt Olmstead e Sam Hoffman. O elenco conta também com Lola Petticrew, Scoot McNairy, Quincy Tyler Bernstine e Jake Lacy.
Fúria estreia no Disney+ em 27 de julho, com os três primeiros episódios liberados de uma vez. Depois da estreia tripla, a série seguirá com novos episódios toda segunda-feira. O final da temporada está marcado para 31 de agosto.
Casamento Sangrento 2: A Viúva já tem data para chegar ao streaming
A sequência, intitulada Casamento Sangrento: A Viúva, já teve sua data de estreia confirmada no streaming.
O novo filme da Searchlight Pictures retoma a história praticamente sem dar tempo para a protagonista respirar. Grace, vivida novamente por Samara Weaving, sobreviveu ao ataque brutal da família Le Domas, mas descobre que aquela noite era apenas o começo de algo muito maior.
Desta vez, ela não está sozinha. Ao lado da irmã distante Faith, interpretada por Kathryn Newton, Grace entra em uma nova fase desse jogo mortal, agora envolvendo quatro famílias rivais, uma disputa por poder e um conselho capaz de controlar o mundo.Casamento Sangrento: A Viúva estreia no Disney+ em 2 de julho de 2026. A produção tem classificação indicativa de 18 anos.
O lançamento no streaming acontece pouco mais de três meses após a estreia nos cinemas brasileiros, em 19 de março de 2026, dentro do padrão de cerca de 100 dias entre a chegada às salas e a inclusão no Disney+.
Na trama, Grace descobre que chegou ao próximo nível do pesadelo. Agora, ela precisa sobreviver, proteger Faith e conquistar o grão-trono do conselho que controla o mundo.
Quatro famílias rivais passam a caçá-la pelo trono. Quem vencer assume o controle.
A sequência amplia a mitologia apresentada no primeiro filme. O que antes parecia ser apenas o ritual macabro de uma família rica se revela parte de um sistema internacional, com outras casas, regras próprias e uma disputa de poder ainda mais violenta.
O elenco reúne Samara Weaving, Kathryn Newton, Sarah Michelle Gellar, Elijah Wood, Shawn Hatosy, David Cronenberg, Néstor Carbonell, Kevin Durand, Olivia Cheng, Varun Saranga e Daniel Beirne.
A direção é de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, dupla da Radio Silence que também comandou o primeiro filme. O roteiro ficou com Guy Busick e R. Christopher Murphy. A produção é assinada por Tripp Vinson, James Vanderbilt, William Sherak e Bradley J. Fischer.
O novo filme da Searchlight Pictures retoma a história praticamente sem dar tempo para a protagonista respirar. Grace, vivida novamente por Samara Weaving, sobreviveu ao ataque brutal da família Le Domas, mas descobre que aquela noite era apenas o começo de algo muito maior.
Desta vez, ela não está sozinha. Ao lado da irmã distante Faith, interpretada por Kathryn Newton, Grace entra em uma nova fase desse jogo mortal, agora envolvendo quatro famílias rivais, uma disputa por poder e um conselho capaz de controlar o mundo.Casamento Sangrento: A Viúva estreia no Disney+ em 2 de julho de 2026. A produção tem classificação indicativa de 18 anos.
O lançamento no streaming acontece pouco mais de três meses após a estreia nos cinemas brasileiros, em 19 de março de 2026, dentro do padrão de cerca de 100 dias entre a chegada às salas e a inclusão no Disney+.
Na trama, Grace descobre que chegou ao próximo nível do pesadelo. Agora, ela precisa sobreviver, proteger Faith e conquistar o grão-trono do conselho que controla o mundo.
Quatro famílias rivais passam a caçá-la pelo trono. Quem vencer assume o controle.
A sequência amplia a mitologia apresentada no primeiro filme. O que antes parecia ser apenas o ritual macabro de uma família rica se revela parte de um sistema internacional, com outras casas, regras próprias e uma disputa de poder ainda mais violenta.
O elenco reúne Samara Weaving, Kathryn Newton, Sarah Michelle Gellar, Elijah Wood, Shawn Hatosy, David Cronenberg, Néstor Carbonell, Kevin Durand, Olivia Cheng, Varun Saranga e Daniel Beirne.
A direção é de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, dupla da Radio Silence que também comandou o primeiro filme. O roteiro ficou com Guy Busick e R. Christopher Murphy. A produção é assinada por Tripp Vinson, James Vanderbilt, William Sherak e Bradley J. Fischer.
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