domingo, 5 de julho de 2026
F1 define prazo para decisão sobre remarcação de corridas do Oriente Médio
Ambas as corridas no Oriente Médio foram canceladas em março em meio ao conflito entre EUA, Israel e Irã, e as hostilidades prolongadas nos últimos meses obrigaram a categoria a elaborar planos de contingência, caso as provas de encerramento da temporada no Catar e em Abu Dhabi também corressem o risco de cancelamento.
Mas, após a assinatura de um cessar-fogo e de um 'memorando de entendimento' para resolver o conflito nos próximos 60 dias, Domenicali está otimista de que a F1 possa concluir seu calendário programado conforme o planejado e até mesmo remarcar uma das duas corridas no Oriente Médio que foram canceladas.
“Espero sinceramente que possamos ter todas as condições — segurança em primeiro lugar, é claro, para todo o nosso pessoal — para que possamos ir até lá”, disse o CEO do Campeonato Mundial, Stefano Domenicali, à Sky.
“Se houver algo que possamos anunciar relacionado à possibilidade de remarcar o que ainda não foi disputado até agora, vamos fazê-lo. No momento certo e nas condições certas".
Dado o calendário lotado da F1, a única opção viável é adicionar uma corrida no intervalo de uma semana entre as etapas do Azerbaijão e de Singapura, em setembro, e a escolha provavelmente seria o GP do Bahrein. Domenicali disse que é preciso tomar uma decisão antes da pausa de agosto da F1, devido à logística envolvida.
“Acho que, para aproveitar a eventual possibilidade de recuperar uma das corridas que não realizamos, precisamos fazer isso antes da pausa de verão [na Europa, inverno no Brasil]”, disse o italiano quando questionado sobre o prazo limite.
A F1 também elaborou planos de contingência para o pior cenário possível, caso as corridas do Catar e de Abu Dhabi fiquem ameaçadas, com opções para ir ao circuito português de Portimão, o que serviria como um teste antes que o local volte oficialmente ao calendário em 2027. O prazo para tal decisão foi definido para meados de setembro.
“É dever de um bom organizador ou promotor de garantir que haja planos prontos”, acrescentou Domenicali. “No que diz respeito ao final do ano, para nós isso já está definido e a decisão deve ser tomada até meados de setembro".
F1 GP da Grã-Bretanha Final e classificação 05/07/26
Andrea Kimi Antonelli - líder do campeonato - teve um problema com o carro faltando menos de dez voltas para o fim, insistiu em ficar na pista, acabou punido por ultrapassar inúmeras vezes os limites de pista e cruzou a linha de chegada sem pontos, em 16º.
Gabriel Bortoleto não teve dificuldades com a largada, fez uma prova segura, e encerrou em oitavo lugar, conquistando quatro pontos, e cravando, até aqui, sua melhor posição na temporada. Max Verstappen, que brigava por um pódio, perdeu o controle do carro na Cops, passou direto e abandonou a corrida também no stint final.
A relargada aconteceria restando uma volta para o fim. Leclerc de macios novos, George de médios velhos e Hamilton de macios novos também. Contudo, o SC não saiu e a última volta foi feita guiada pelo carro de segurança.
Próximo Grande Prêmio da Bélgica de 2026 será realizado entre os dias 17 e 19 de julho no icônico circuito de Spa-Francorchamps.
A corrida principal acontecerá no domingo, dia 19 de julho, às 15h00 no horário local (10h00 no horário de Brasília).
Circuito de Spa-Francorchamps (Stavelot, Bélgica)
Voltas: 44 voltas
Extensão da pista: 7.004 km
Distância total: 308.176 km
Programação do Fim de Semana (Horários de Brasília)
Treino Livre 1: Sexta-feira, 17 de julho – 04h30
Treino Livre 2: Sexta-feira, 17 de julho – 08h00
Treino Livre 3: Sábado, 18 de julho – 03h30
Qualificação: Sábado, 18 de julho – 07h00
Corrida Principal: Domingo, 19 de julho – 10h00
sábado, 4 de julho de 2026
X-Men '97 Quem é Mãe Askani?
A personagem explica que trouxe os mutantes para diferentes períodos do tempo para impedir Apocalipse. Apesar de deixar algumas pistas sobre a sua identidade, a Mãe Askani é mais importante do que aparenta.
A Mãe Askani é na verdade Rachel Summers, filha de Ciclope e Jean Grey de uma realidade diferente. Essa versão da personagem, oriunda da Terra-811, acaba sendo enviada para um futuro alternativo após tentar retornar para a sua realidade, após tentar salvar um companheiro que ficou disperso no tempo. Com isso, ela acaba surgindo em um futuro distante em que Apocalipse domina com sua ideologia do mutante mais forte.
Rachel Summers tentou não sucumbir ao regime de Apocalise, e eventualmente, ela consegue angariar seguidores para criar o Clã Askani. Ela também é responsável por criar Cable, que coincidentemente é seu meio-irmão, como um guerreiro destinado a derrotar Apocalipse.
Nos quadrinhos, Rachel Summers é filha de Scott e Jean na linha do tempo de Dias de Um Futuro Esquecido, em que o assassinato do Senador Robert Kelly faz com que o ato de Registro de Mutantes seja efetivado, fazendo com que os Sentinelas começam a caçar os mutantes. Ela foi drogada e usada para caçar outros mutantes, por ser uma telepata extremamente poderosa.
Após se rebelar, ela eventualmente acaba parando em um campo de concentração onde conhece Wolverine e Franklin Richards. É ela quem acaba enviando a consciência de Kitty Pride para o passado para tentar mudar a história. Esse momento faz com que a Força Fênix acabe se conectando com ela, a enviando para o presente.
Nisso, ela acaba descobrindo que Scott tem um filho com Madelyne Pyror e não com Jean Grey, causando conflitos na relação de ambos. Ela se une aos X-Men, consegue utilizar os poderes da Fênix, e ela acaba entrando no grupo Excalibur, mas eventualmente acaba parando no futuro, onde treina Nathan Summers para se tornar Cable e derrotar Apocalipse. Assim, ela acaba se tornando a Mãe Askani, com que os X-Men interagem em X-Men '97.
Quanto aos seus poderes, Rachel é uma telepata de classe Ômega, chegando em alguns momentos a superar Jean Grey. Ela pode ler, manipular e controlar mentes, além de projetar ilusões e alterar ou apagar memórias. Ela também é uma telecinética de nível Ômega, sendo uma das poderosas do Universo Marvel. Além disso, ela também conhece manipular o fluxo temporal para diversos fins e efeitos, conseguindo enviar Kitty Pride para o passado.
Homem-Aranha: Um Novo Dia Previsão aponta bilheteria de estreia de US$ 230M
A previsão mínima atual é de US$ 212 milhões, enquanto a máxima chega ao valor de US$ 255 milhões. Ao final de sua janela de exibição, é esperado que o filme alcance entre US$ 475 milhões e US$ 665 milhões, com o valor de US$ 570 milhões sendo a aposta mais esperada a partir da projeção da estreia.
Já é tomado como certeza que Homem-Aranha: Um Novo Dia baterá o US$ 1 bilhão, mas existe a dúvida se chegará a US$ 2 bilhões, considerando que seu predecessor, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa parou em US$ 1,9 bilhão e tinha o atrativo da presença de Tobey Maguire e Andrew Garfield em seu elenco.
Homem-Aranha: Um Novo Dia chega em 29 de julho de 2026 nos cinemas.
Entrando na Maior Fria muda de título no Brasil
Agora, a versão nacional brinca com o nome da diva pop, passando a ser Entrando Numa Grande Fria.
Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita ganha novo teaser
A trama se passa 24 anos antes da história original e acompanha a 50ª edição do torneio, também chamada de segundo Massacre Quaternário. O foco da narrativa recai sobre a juventude de Haymitch Abernathy, que tenta sobreviver em uma arena rodeada de ameaças letais.
Joseph Zada assume o papel do protagonista titular e atua ao lado de outros nomes de Hollywood. O elenco principal conta com Jesse Plemons, Elle Fanning, Kieran Culkin, Mckenna Grace, Maya Hawke, Ralph Fiennes e Glenn Close.
O roteiro do longa-metragem é assinado por Billy Ray. Já a direção marca o retorno de Francis Lawrence, cineasta responsável por comandar grande parte das adaptações cinematográficas da saga ao longo dos anos.
A equipe de produção optou por utilizar efeitos práticos e figurinos utilitários na caracterização dos novos tributos. A arena exigirá que os competidores utilizem lonas acopladas aos trajes como estratégia principal para coletar água da chuva e suportar o ambiente envenenado.
O material original, escrito por Suzanne Collins, será expandido nas telonas para explorar o passado de figuras do Distrito 12. Joseph Zada elogiou o legado deixado pelo intérprete original de seu personagem: “Sou muito fã do trabalho dele, tem sido intenso viver o Haymitch do Woody [Harrelson] e é muito especial compartilhar esse espaço com ele.”
Elle Fanning, que interpreta uma versão mais jovem de Effie Trinket, comentou sobre a química que buscou replicar na nova produção: “A dinâmica entre Elizabeth [Banks] e Woody [Harrelson] é fantástica, então Joe e eu tentamos incorporar isso em nossos papéis.”
Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita chega aos cinemas em 19 de novembro.
A Maravilhosa Árvore Encantada ganha pôsteres individuais
Na trama, Garfield e Foy interpretam Tim e Polly, um casal que se muda para o campo em busca de um recomeço e de uma nova oportunidade de se reconectar com os filhos. Sem Wi-Fi e longa das telas, as crianças passam a explorar o local e descobrem algo extraordinário: uma árvore mágica capaz de transportá-las para mundos fantásticos, repletos de seres excêntricos e aventuras que acabam transformando toda a família para sempre.
Inspirado na série literária homônima de Enid Blyton, o longa-metragem foi produzido por meio de uma parceria entre Ashland Hill Media Finance, Elysian Film Group, Neal Street Productions, Palisade Park Pictures e StudioCanal.
Além de Garfield e Foy, o elenco ainda conta com a presença de diversos outros talentos conhecidos, como Nicola Coughlan (‘Bridgerton’), Jessica Gunning (‘Bebê Rena’), Jennifer Saunders (‘Shrek 2’) e Rebecca Ferguson (‘Silo’).
Com direção de Ben Gregor (‘Pequenas Super Stars’), comandada a partir de um roteiro assinado por Simon Farnaby, “A Maravilhosa Árvore Encantada” estreia em 10 de setembro no Brasil, exclusivamente nos cinemas.
GP da Grã-Bretanha de Fórmula 1: Sprint e grid largada
Na largada, Max Verstappen perdeu várias posições, caindo para sexto enquanto era superado por Lando Norris, que teve um bom início de corrida e rapidamente 'saltou' para terceiro, e George Russell.
Gabriel Bortoleto, por sua vez, começou em 12º, mas sua Audi voltou a apresentar problemas na largada e o brasileiro perdeu diversas posições, terminando apenas em 14º. Contudo, ganhou uma posição após a corrida por conta da punição ao seu companheiro de equipe. Nico Hulkenberg passou a linha de chegada em 13º, mas foi punido m 5s após o fim da prova e caiu para P15.
As McLarens tiveram um dia distinto entre seus pilotos - enquanto Norris garantiu a terceira posição, Oscar Piastri não conseguiu avançar no pelotão e finalizou apenas em sétimo.
Andrea Kimi Antonelli na pole, mais uma vez na temporada 2026! O piloto da Mercedes cravou o tempo de 1m28s111 - o melhor do fim de semana - e larga da primeira posição do grid no GP da Grã-Bretanha de Fórmula 1.
Charles Leclerc estará ao lado do italiano na primeira fila e Lewis Hamilton completa os três primeiros colocados. George Russell, que briga com o companheiro de equipe das 'Flechas de Prata' pelo título, inicia a prova em quarto.
Gabriel Bortoleto finalizou a classificação em 11º, à frente de Nico Hulkenberg, com uma distância mínima de 0s032 do Q3.
Detalhes da corrida Data: amanhã, 11:00
Circuito: Circuito de Silverstone.
sexta-feira, 3 de julho de 2026
Balança comercial registra superávit de US$ 42,3 bi no 1º semestre
De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC) divulgados nesta sexta-feira, 3, o valor foi alcançado com exportações de US$ 184,773 bilhões e importações de US$ 142,415 bilhões. Nos primeiros seis meses deste ano, as exportações registraram alta de 11,5% na comparação com igual período do ano passado. Houve crescimento nos três setores, com alta de 9,2% em Agropecuária, que somou US$ 42,654 bilhões; crescimento de 24,2% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 46,427 bilhões; e crescimento de 7,1% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 94,701 bilhões.
Em relação às importações, houve alta de 5,1% na mesma comparação com o ano passado, com queda de 16,3% em Agropecuária, que somou US$ 2,709 bilhões; retração de 1,3% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 5,898 bilhões; e, por fim, crescimento de 5,9% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 132,862 bilhões. Só no mês de junho, a balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 9,758 bilhões. O valor foi alcançado com exportações de US$ 36,277 bilhões e importações de US$ 26,52 bilhões. O resultado veio abaixo da mediana apontada na pesquisa Projeções Broadcast, de superávit comercial de US$ 10,6 bilhões
Exportações aos EUA sobem em junho, 1ª alta desde imposição do tarifaço de Trump
As exportações de produtos brasileiros para os Estados Unidos subiram 3,7% em junho de 2026 (totalizando US$ 3,472 bilhões no mês passado, ante US$ 3,347 bilhões registrados em junho de 2025). As importações, por outro lado, diminuíram 12,3% e chegaram a US$ 3,471 bilhões (foram US$ 3,959 bilhões no mesmo mês de 2025). Assim, a balança comercial com este parceiro comercial resultou num superávit de US$ 1 milhão no mês de junho.Esta é a primeira alta nas vendas aos EUA desde julho de 2025, quando houve a imposição da sobretaxa de 50% aplicada pelo governo Donald Trump aos produtos brasileiros, no início do tarifaço.
"É o primeiro aumento desde julho do ano passado. Havia crescido em julho do ano passado, os meses subsequentes apresentaram queda, agora (a exportação) voltou a crescer", explicou o diretor do Departamento de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior, Herlon Brandão. Ele disse que o aumento das exportações brasileiras aos Estados Unidos foi influenciado sobretudo pela alta do preço dos combustíveis. Tiveram aumentos no valor no mês passado os seguintes produtos exportados aos EUA: óleos brutos de petróleo (89,2%), óleos combustíveis (299,3%), aeronaves (60,9%) e carne bovina (89,2%).
"O aumento (nas exportações) para os EUA foi influenciado por esses principais produtos, sobretudo combustíveis, e pelo aumento de preço das cotações internacionais de combustíveis", disse Brandão em coletiva sobre os dados da balança comercial brasileira. Por outro lado, produtos como aço, ferro gusa e ouro tiveram queda na exportação para esse destino. No primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano anterior, as exportações para os EUA caíram 13,0% e atingiram US$ 17,428 bilhões. As importações caíram 12,5% e totalizaram US$ 18,950 bilhões. Dessa forma, a balança comercial com este país apresentou déficit de US$ 1,522 bilhões no acumulado de 2026.
China, Argentina e União Europeia
As exportações de produtos brasileiros para a China cresceram 24,4% em junho de 2026 (somando US$ 12,291 bilhões no mês, ante US$ 9,877 bilhões em junho de 2025). Pelo lado das importações, houve aumento de 27,1% nas compras vindas da China em junho (totalizando US$ 7,801 bilhões, ante US$ 6,140 bilhões em igual mês do ano passado). Com isso, o Brasil teve superávit de US$ 4,490 bilhões com o país asiático no sexto mês deste ano.
No primeiro semestre de 2026, em relação a igual período do ano anterior, as vendas para China cresceram 21,9% e atingiram US$ 58,322 bilhões. As compras cresceram 8,0% e totalizaram US$ 38,545 bilhões. Consequentemente, neste período, a balança comercial apresentou superávit de US$ 19,777 bilhões.
No caso da Argentina, as exportações caíram 18,1% e somaram US$ 1,325 bilhão. As importações subiram 17,2% e totalizaram US$ 1,285 bilhão. Logo, a balança comercial com este parceiro comercial apresentou superávit de US$ 40 milhões. No acumulado de 2026, em relação a igual período do ano anterior, as vendas para a Argentina caíram 19,4% e atingiram US$ 7,352 bilhões. As importações cresceram 3,8% e chegaram US$ 6,401 bilhões. Com isto, neste período, a balança comercial com este país apresentou saldo positivo de US$ 951 milhões.
Sobre o país vizinho, o diretor do Departamento de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Herlon Brandão, argumentou que tem havido uma menor demanda dos argentinos por produtos brasileiros. As exportações de produtos brasileiros para a União Europeia subiram 32,4% em junho deste ano e somaram US$ 4,888 bilhões, ante US$ 3,418 bilhões em junho de 2025. As compras subiram 13,9% (somando US$ 4,708 bilhões, ante US$ 4,133 bilhões no mesmo mês do ano passado). A balança comercial com este bloco resultou num superávit de US$ 180 milhões no mês passado.
No período acumulado de janeiro a junho de 2026, em relação a igual período do ano anterior, as exportações para a União Europeia cresceram 12,8% e atingiram US$ 26,906 bilhões. As importações caíram 0,4% e totalizaram US$ 24,263 bilhões. Consequentemente, neste período, a balança comercial com este bloco comercial apresentou superávit de US$ 2,643 bilhões.
Indagado se já há algum efeito do acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE) nos dados de comércio exterior, Brandão, afirmou que esse impacto ainda não é mensurável.
"É natural e esperado que os importadores da União Europeia - que são os agentes que vão se beneficiar do acordo, uma vez que vão importar os bens sem pagar tarifa - vão aderindo gradualmente a esse volume", disse. "Tem uso, sim, do acordo já, mas não é mensurável, porque quem se beneficia é o importador da União Europeia", argumentou. "Para observar isso [efeitos do acordo] temos que esperar mais um pouco para fazer um levantamento. O que a gente sabe é que já tem relatos de empresas que estão se beneficiando disso, mas certamente tem uso já do acordo nos dois fluxos - de exportação e importação", completou.
Após mais de 25 anos de negociações, o acordo entre os dois blocos comerciais entrou em vigor provisoriamente em 1º de maio, com a redução gradual de tarifas para 91% dos produtos importados pelo Mercosul e 95% dos produtos importados pela UE ao longo dos próximos anos.
MDIC revisa projeção para saldo em 2026 de US$ 72,1 bi para US$ 90 bi
O MDIC revisou a previsão de superávit comercial de 2026 para cima. Agora, a expectativa é de que, no ano, haja superávit de US$ 90,0 bilhões. A primeira projeção era de que o superávit neste ano fosse de US$ 72,1 bilhões. O resultado projetado para este ano é decorrente de uma previsão de US$ 394,4 bilhões em exportações (13,2% maior que o ano passado) e US$ 304,4 bilhões em importações (8,6% maior que em 2025).
Em 2025, o saldo comercial foi de US$ 68,1 bilhões. Se confirmada a previsão do MDIC, haverá uma variação positiva neste ano de 32,3% em relação ao ano passado. Na corrente de comércio, o número projetado para este ano subiu de US$ 656,3 bilhões, na primeira previsão, para US$ 698,8 bilhões, nesta segunda previsão, 11,2% maior que os US$ 628,5 bilhões registrados no ano passado.
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 03/07/26
Dólar comercial: R$ 5,1680
Dólar turismo: R$ 5,3767
Euro comercial: R$ 5,910
Libra: R$ 6,926
Dólar acompanha exterior e cai ante o real em sessão com liquidez menor
O dólar fechou a sexta-feira em baixa ante o real, acompanhando o viés negativo para a moeda norte-americana no exterior, ainda refletindo dados da véspera sobre o mercado de trabalho dos EUA.
O feriado antecipado do Dia da Independência manteve os mercados fechados nos EUA nesta sexta-feira, o que reduziu a liquidez em todo o mundo. O dólar à vista encerrou a sessão com queda de 0,76%, aos R$5,1688. No acumulado da semana, a divisa mostrou estabilidade, com queda de apenas 0,02%. No ano, o dólar passou a acumular baixa de 5,83% ante o real. Às 17h06, o dólar futuro para agosto -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- cedia 0,73% na B3, aos R$5,2060, mas a liquidez era limitada, com apenas cerca de 118 mil contratos transacionados.
Na quinta-feira, a moeda norte-americana havia fechado praticamente estável no Brasil, com o câmbio pressionado pelo noticiário político local, mas a tendência geral ante as demais moedas foi de baixa, na esteira dos dados do mercado de trabalho dos EUA.
O Departamento do Trabalho dos EUA revelou que a economia do país gerou 57 mil postos de trabalho em junho, abaixo dos 110 mil projetados por economistas em pesquisa da Reuters. Os números esfriaram as especulações de alta de juros pelo Federal Reserve no curto prazo, penalizando o dólar.
O movimento continuou nesta sexta-feira, com o dólar em baixa ante o euro, a libra, o peso chileno e o peso colombiano, entre outras divisas. Desta vez, o real acompanhou. Após registrar a cotação máxima de R$5,1997 (-0,16%) às 9h18, ainda na primeira meia hora de negociações, o dólar à vista atingiu a mínima de R$5,1657 (-0,82%) às 12h15, para depois encerrar perto disso.
No exterior, às 17h09 o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,11%, a 100,860.
Pela manhã, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a produção industrial caiu 0,2% em maio ante abril e avançou 0,2% na comparação com maio do ano passado. As expectativas em pesquisa da Reuters com economistas eram de altas de 0,3% na variação mensal e de 1,3% na base anual.
Ibovespa avança e fecha acima de 174 mil pontos em pregão com volume reduzido sem Wall St
O Ibovespa avançou nesta sexta-feira, fechando acima dos 174 mil pontos pela primeira vez em cerca de um mês e assegurando a segunda semana consecutiva de alta, embora a liquidez no dia tenha sido reduzida em razão de feriado nos Estados Unidos. Embraer figurou entre os suportes positivos no dia, após dados de entrega de aviões no segundo trimestre, enquanto ISA Energia foi destaque negativo com potencial oferta de ações no radar.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,84%, a 174.247,45 pontos, acumulando um acréscimo de 0,55% na semana, segundo dados preliminares. Na máxima, chegou a 174.664,35 pontos. Na mínima, a 172.790,39 pontos.
O volume financeiro nesta sexta-feira somava R$11,6 bilhões antes dos ajustes finais, de média diária de R$33,9 bilhões no ano, com as bolsas norte-americanas fechadas por feriado antecipado pelo Dia da Independência, que neste ano é no sábado, dia 4.
As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta sexta-feira (3)
Sul-coreano Kospi saltou 5,76% em Seul, a 8.088,34 pontos.
Em Tóquio, o japonês Nikkei avançou 1,47%, a 69.744,07 pontos.
Hang Seng teve alta de 1,28% em Hong Kong, a 23.350,03 pontos.
Taiex registrou ganho marginal de 0,08% em Taiwan, a 46.780,62 pontos.
Na China continental, o Shanghai Composto subiu 0,37%, a 4.043,64 pontos,
e o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 0,76%, a 2.792,58 pontos.
Na Austrália, e o S&P/ASX 200 avançou 1,37% em Sydney, a 8.844,40 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,29% em Wellington a 13.618,42 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,62% em Moscou a 2.242,02 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,34% em Bombaim a 77.763,91 pontos.
As bolsas europeias fecharam em alta nesta sexta-feira (3)
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,25%, a 10.679 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,85%, a 25.797 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,39%, a 8.508 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,75%, a 52.818 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,93%, a 19.854 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,40%, a 9.328 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Temporada 3 de Silo estreia na Apple TV e responde grande dúvida
Inspirada na trilogia do escritor Hugh Howey, Silo se passa em um mundo onde apenas 10 mil pessoas restaram após uma crise catastrófica que obrigou os seres humanos a se refugiarem em abrigos subterrâneos.
No meio desse cenário apocalíptico, Juliette (Ferguson) é uma engenheira que se depara com misteriosos assassinatos no local onde vive, ocorrências que a levam a descobrir a verdade a respeito do porquê aqueles silos foram construídos em primeiro lugar.
Sucesso na Apple TV, a série avançou para sua terceira temporada com a missão de responder às questões deixadas pelo intrigante mistério ao redor dos silos, além do destino da protagonista, que terminou a segunda temporada em uma situação bastante complicada.
No último episódio da segunda temporada de Silo, Juliette e Bernard (Tim Robbins) acabam presos no Silo 18 depois que a engenheira revela que encontrou uma forma de salvar os habitantes do abrigo do Procedimento de Salvaguarda, o protocolo de contingência que libera um gás tóxico para eliminar habitantes rebeldes e proteger os segredos da fundação.
Contudo, ela não tem muito tempo para explicar o que descobriu, porque chamas começam a tomar o local e a temporada se encerra, deixando no ar o que aconteceu com Juliette e Bernard.
Como já era antecipado pelo trailer da terceira temporada de Silo, Juliette sobreviveu, mas as coisas mudaram completamente para ela. Isso porque a engenheira inicia o novo capítulo sofrendo de amnésia, sem reconhecer quem era antes de perder a memória.
Embora muitos acreditem que essa dificuldade em se lembrar de acontecimentos passados tenha sido resultado do trauma vivido no Silo 18, o primeiro episódio da nova temporada deixa claro que pode existir um teor conspiratório por trás da amnésia de Juliette.
Bernard, por sua vez, não teve a mesma sorte. Ao longo do episódio, Juliette tenta descobrir o que aconteceu com ele, até que Robert Sims (Common) conta para ela que o “veneno” da câmara de descontaminação o matou.
Porém, não é isso que um flashback do momento trágico revela, já que Bernard aparece com queimaduras graves, mas vivo. A teoria, por enquanto, é que o prefeito do Silo 18 possa ter sobrevivido por causa do traje de bombeira que Juliette usava quando eles ficaram presos no local. Contudo, a coisa fica ainda mais complexa considerando que o flashback também parece sugerir que Bernard teria sido morto por Robert eventualmente.
Com uma estrutura narrativa diferente em relação às temporadas anteriores, o terceiro ano de Silo vai se aprofundar nos mistérios envolvendo a origem dos abrigos subterrâneos, prometendo explicar o que aconteceu para que a humanidade chegasse até aquele ponto.
Além de explorar o que está por trás da perda de memória de Juliette, o novo ano vai contar com uma linha temporal no passado, acompanhando uma jornalista e um congressista momentos antes da crise que abalou o mundo. Para quem quer respostas, parece que a temporada está pronta para revelar algumas informações bombásticas.
Vale lembrar que a quarta temporada de Silo já foi confirmada e será a última do programa. Os episódios do terceiro ano serão lançados semanalmente na Apple TV, todas as sextas-feiras.
WhatsApp libera recurso que muda o jeito de usar o app no iPad
Até então, o WhatsApp no iPad funcionava apenas em modo companion, dependente de um smartphone para manter a sessão ativa. Agora, o aplicativo pode ser configurado como principal, nos mesmos moldes de um iPhone ou de um celular Android.O processo de registro segue o fluxo já conhecido de outros dispositivos. O usuário informa o código do país, o número de telefone e aguarda o código de verificação de seis dígitos enviado pelo WhatsApp.
Quem já configurou uma passkey na conta pode pular essa etapa. Nesse caso, a autenticação acontece pelo gerenciador de senhas do próprio aparelho, sem a necessidade de aguardar o código por SMS, segundo o WABetaInfo.
Usuários que preferem manter o iPad como dispositivo secundário ainda podem vincular o tablet a uma conta já ativa em outro aparelho, do mesmo modo como funcionava antes.
O modo companion, no entanto, mantém algumas limitações. Não é possível compartilhar localização em tempo real, nem criar ou visualizar listas de transmissão pelo tablet. Há ainda uma regra de segurança que desconecta automaticamente os aparelhos secundários, incluindo o iPad, caso o celular principal fique 14 dias seguidos sem uso no WhatsApp.Ao configurar o iPad como dispositivo principal, essas restrições deixam de existir. O tablet passa a operar com todos os recursos do aplicativo, sem depender da atividade do smartphone.
O WhatsApp testa uma função equivalente para tablets Android, segundo apurou o WABetaInfo em outro levantamento. Alguns usuários da versão beta já veem, na primeira abertura do aplicativo, uma tela chamada "Choose an option" (Escolha uma opção, em inglês), com dois caminhos possíveis.
O primeiro vincula o tablet a uma conta existente, como já acontecia. O segundo permite transferir a conta para o tablet, tornando-o o dispositivo principal. A transferência pede o mesmo processo de código do país, número de telefone e código de seis dígitos, e leva cerca de um minuto, sem necessidade de usar o celular durante a etapa. O histórico de conversas pode ser restaurado a partir do Google Drive, como ocorre em qualquer novo registro.
Quando a transferência é concluída, o antigo aparelho principal é desconectado automaticamente, já que uma conta do WhatsApp comporta apenas um dispositivo principal por vez. O celular anterior pode voltar a ser vinculado como secundário a qualquer momento, e a conta pode ser transferida de volta quando o usuário quiser.
No Android, a função ainda está em fase beta de testes, sem data anunciada para chegar à versão estável.
Tanto no iPad quanto nos tablets Android, o recurso está disponível apenas para parte dos usuários e deve se expandir nas próximas semanas, de acordo com o WABetaInfo. A empresa não informou uma data para a chegada da função às versões estáveis dos dois sistemas.
Cada vez mais, o WhatsApp depende menos de um número de telefone para que as pessoas iniciem conversas. Na última semana, a Meta anunciou a implementação dos nomes de usuário no mensageiro.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 03/07/26
Liderando o movimento, o índice sul-coreano Kospi saltou 5,76% em Seul, a 8.088,34 pontos, revertendo parte do tombo de quase 8% da véspera. A Samsung Electronics, maior empresa do país e uma das principais fabricantes de chips de computador, avançou 8,22%. A concorrente menor SK Hynix disparou 10,88%.
Em Tóquio, o japonês Nikkei avançou 1,47%, a 69.744,07 pontos. A Kioxia, que fabrica chips de memória, subiu 9,23%.
Em outras praças da Ásia, o Hang Seng teve alta de 1,28% em Hong Kong, a 23.350,03 pontos, e o Taiex registrou ganho marginal de 0,08% em Taiwan, a 46.780,62 pontos.
Na China continental, o dia foi de altas modestas: o Shanghai Composto subiu 0,37%, a 4.043,64 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 0,76%, a 2.792,58 pontos, após dados de atividade de serviços melhores do que o esperado.
Ontem, as bolsas de Nova York encerraram sem direção única, com nova máxima histórica do Dow Jones, estabilidade do S&P 500 e perdas do Nasdaq, que concentra papéis de tecnologia. Hoje, os mercados americanos não operam devido ao feriado do Dia da Independência nos EUA.
Nos últimos meses, ações globais ligadas à inteligência artificial têm mostrado forte volatilidade, em meio a dúvidas sobre o retorno de pesados investimentos feitos em infraestrutura de IA.
Na Oceania, a bolsa da Austrália seguiu o tom positivo da Ásia, e o S&P/ASX 200 avançou 1,37% em Sydney, a 8.844,40 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,29% em Wellington a 13.618,42 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,62% em Moscou a 2.242,02 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,34% em Bombaim a 77.763,91 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Europa:03/07/26
Indicadores de atividade melhores do que o esperado na Europa também deram suporte aos mercados, em uma sessão de liquidez reduzida devido ao feriado da Independência nos EUA.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,25%, a 10.679 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,85%, a 25.797 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,39%, a 8.508 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,75%, a 52.818 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,93%, a 19.854 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,40%, a 9.328 pontos. As cotações são preliminares.
Na agenda macroeconômica, os PMIs de serviços de junho da Alemanha, da zona do euro e do Reino Unido foram revisados para cima em relação às leituras preliminares. Apesar da melhora, os índices de serviços permaneceram abaixo de 50 pontos, sinalizando contração da atividade. Paralelamente, o dirigente do Banco Central Europeu (BCE) Emmanuel Moulin afirmou que a alta de juros de junho não representa o início de um novo ciclo de aperto monetário e reiterou que as próximas decisões seguirão dependentes dos dados, exaltando a queda recente do petróleo.
O setor tech registrou alta no pregão (+1,4%) acompanhando a forte recuperação das fabricantes asiáticas de semicondutores. ASML (+3,2%), ASM International (+3,6%) e Infineon (+1,4%) avançaram. Em Paris, a Pluxee subiu pouco mais de 7% após divulgar receita trimestral acima do esperado, apesar de alertar para os impactos da nova regulamentação do mercado de vale-refeição no Brasil.
Entre outros papéis, a L'Oréal cedeu 1,4% em Paris, enquanto, em Frankfurt, a Rheinmetall recuou 2% após o JPMorgan alertar para riscos adicionais às perspectivas da companhia de defesa.
Com informações da Dow Jones Newswires.
Minions & Monsters alcança US$ 62,6 milhões na bilheteria
O terceiro filme dos adoráveis Minions, vale destacar, recebeu a maior aprovação do estúdio no Rotten Tomatoes, com uma nota de 90% até o momento.
De acordo com a sinopse, "a trama segue James, um Minion solitário que, ao tentar produzir seu longa-metragem, acidentalmente liberta monstros que ameaçam o mundo, forçando a turma a salvar o planeta".
Werwulf ganha título no Brasil e trailer legendado
Por aqui, o novo projeto de Robert Eggers se chama Lobis-Homem. É um título bem sugestivo sobre o que o público vai encontrar ao assistir ao filme.
Lobis-Homem chega aos cinemas brasileiros em janeiro de 2027, inclusive nas salas IMAX. O longa é estrelado por Aaron Taylor-Johnson, Willem Dafoe e Lily-Rose Depp.
A trama acompanha uma diabólica história de devoção e expiação onde, em plena Inglaterra medieval do século XIII, um homem enfrenta uma transformação corporal em lobisomem, lidando com as consequências sobrenaturais e os perigos da época.

















































