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quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 31/12

Bitcoin: R$ 482.049,33 Reais e US$ 87.607,03 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,4887
Dólar turismo: R$ 5,7019
Dólar ptax: R$ 5,5024
Euro comercial: R$ 6,488
Euro turismo: R$ 6.7704

Confira o funcionamento do pregão no Ano Novo. 

Uma dúvida comum entre os investidores no final do ano é sobre o funcionamento da bolsa nos dias de celebração, como o Réveillon. Em 2025, a B3 não terá pregão nos dias 31 de dezembro e 1º de janeiro, e volta a funcionar normalmente na sexta-feira, 2 de janeiro.

Wall Street recua no último pregão do ano, mas encerra 2025 em forte valorização; Nasdaq tem salto de 20% 

Os índices de Wall Street fecharam o último pregão do ano em queda, em dia de liquidez limitada: Dow Jones: -0,63%, aos 48.063,29 pontos; S&P 500: -0,74%, aos 6.845,50 pontos; Nasdaq: -0,76%, aos 23.241,99 pontos.

Em 2025, o tom foi positivo. O índice Dow Jones avançou 16%, o terceiro ano consecutivo de ganhos; o S&P 500 acumulou alta de 13% e o Nasdaq teve valorização de 20%. A Inteligência artificial (IA) continuuou a ser a força-motriz do mercado norte-americano, pelo terceiro ano consecutivo.

Em 2023, o índice S&P 500 subiu 24%, após o lançamento do ChatGPT no ano anterior, que desencadeou um grande entusiasmo em torno das empresas com maior probabilidade de se beneficiarem de uma revolução tecnológica que remonta aos primórdios da internet. Em 2024, o índice de mercado em geral registrou uma alta adicional de 23%.

A narrativa da IA ​​se fragmentou um pouco este ano, à medida que a alta começou a se estender a outros setores, e até mesmo o desempenho das chamadas “Sete Magníficas” se dividiu. Alphabet, dona do Google, e a Amazon foram as grandes vencedoras entre as megacaps, com alta de mais de 65% no acumulado do ano, à medida que os investidores apostavam que a gigante das buscas poderia superar a OpenAI.

A Nvidia (NVDA), a gigante de semicondutores para o desenvolvimento da IA, se tornou a primeira empresa do mundo a atingir US$ 5 trilhões em valor de mercado. Ao longo do ano, porém, Wall Street enfrentou alguns percalços: a política tarifária do presidente Donald Trump, a paralisação da máquina pública e as críticas da Casa Branca à condução da política monetária.

Em abril, Trump anunciou tarífas recíprocas – no dia 2, denominado como o “Liberation Day” –sobre 10% dos produtos de todos os parceiros comerciais, além de taxas “extras” para países em que a balança comercial norte-americana era deficitária — salvo algumas exceções, como o Brasil, que foi taxado em 40% mais a alíquota ‘mundial’. Logo após o anúncio do tarifaço, os investidores aumentaram a aversão a risco com a perspectiva de que tarifas tendem a causar impacto “estagflacionário”, ou seja, que causa queda na atividade ao mesmo tempo que pressiona a inflação – movimentos que geralmente caminham em sentidos opostos.

As taxas de importação também marcaram uma nova configuração da “guerra comercial” entre os Estados Unidos e a China – com a corrida pelo desenvolvimento da IA no centro das disputas. Já na reta final do ano, novas incertezas surgiram com o shutdown, que adiou a divulgação de dados econômicos como o payroll – o relatório oficial de empregos dos Estados Unidos e referência do mercado de trabalho para o Federal Reserve (Fed), o Banco Central norte-americano. A paralisação foi a maior história norte-americana com duração de 43 dias, com fim em novembro após a Câmara dos Representantes aprovar o projeto de lei que garante o pagamento retroativo dos funcionários federais e mantém o governo em funcionamento até 30 de janeiro.

No campo monetário, o Fed, iniciou o ciclo de afrouxamento monetário, reduzindo os juros da faixa de 4,25% a 4,50% ao ano para 3,50% a 3,75% ao ano, em três cortes consecutivos iniciados em setembro. 

Além da flexibilização, o BC manteve-se sobre os holofotes com as sucessivas críticas de Trump e a exigência de juros mais baixos, além da expectativa pelo anúncio do novo presidente do Fed. O mandato de Jerome Powell como presidente da autarquia termina em maio e Kevin Hassett, diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, e o diretor do BC, Christopher Waller, são os nomes mais cotados para a cadeira.

As bolsas da Europa encerraram o pregão em queda

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,09%, a 9.931,38 pontos, e subiu 2,17% no mês. 
Em Paris, o CAC 40 recuou 0,23%, a 8.149,50 pontos, com avanço de 0,33% em dezembro. 
Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,2%, aos 17.320,00 pontos, e subiu 5,79% no mês. 
Em Lisboa, o PSI 20 fechou estável aos 8.263,65 pontos, e alta de 1,89% no último mês do ano.
Em 2025, os avanços foram de 21,5%, 10,4%, 48% e 29,6%, respectivamente. 
O DAX, de Frankfurt, e o FTSE MIB, de Milão, não operaram hoje.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,90% a 2.766,62 pontos.
O índice pan-europeu Stoxx 600 caiu 0,11%, a 592.15 pontos. No acumulado de 2025, porém, o Stoxx 600 teve seu melhor desempenho anual desde 2021, segundo a Reuters, com ganhos de 15,8%.

As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam sem direção única 

Na China continental, o índice Xangai Composto teve alta marginal de 0,09%, a 3.968,84 pontos, encerrando 2025 com ganho acumulado de 18%. O menos abrangente Shenzhen Composto avançou 0,30%, a 2.530,96 pontos, terminando o ano com valorização de 29%.
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng caiu 0,87% hoje, a 25.630,54 pontos, mas encerrou 2025 com alta de 28%, seu melhor desempenho desde 2017, enquanto o Taiex subiu 0,89% em Taiwan, a 28.963,60 pontos, fechando o ano com avanço de 25,7%.
Na Oceania, a bolsa australiana terminou o pregão com ligeira perda, de 0,03%, a 8.714,30 pontos. Em 2025, porém, o índice S&P/ASX 200 apresentou alta de 6,8%.
As bolsas de Seul e de Tóquio, que ontem operaram pela última vez no ano, acumularam respectivos ganhos de 76% e 26% em 2025.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, de Bombaim, teve alta de 0,64% a 85.220,60 pontos.

Fontes: Reuters, Dow Jones Newswires.

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