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terça-feira, 17 de março de 2026

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 17/03

Bitcoin: R$ 387.156,33 Reais e US$ 74.595,85 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,1991
Dólar turismo: R$ 5,3995
Dólar ptax: R$ 5,2022
Euro comercial: R$ 5,9770
Euro turismo: R$ 6.2966

Dólar cai para R$5,2005 no Brasil seguindo o exterior

O dólar fechou a terça-feira em baixa ante o real e novamente na faixa dos R$5,20, acompanhando o enfraquecimento da moeda norte-americana ante outras divisas de emergentes no exterior, ainda que a guerra no Oriente Médio siga em curso, com o petróleo sendo negociado em alta.

O dólar à vista fechou a sessão com queda de 0,57%, aos R$5,2005, em sintonia com o recuo da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, como o peso chileno, o rand sul-africano e o peso mexicano.

No ano, a divisa passou a registrar queda de 5,26%.

Às 17h39, o dólar futuro para abril -- o mais líquido no mercado brasileiro -- cedia 0,78% na B3, aos R$5,2140.

Na segunda-feira o dólar já havia fechado em baixa firme ante o real, em meio ao alívio nos mercados globais com a possibilidade de avanços diplomáticos para desbloquear o Estreito de Ormuz, por onde são transportados cerca de 20% do petróleo mundial.

Nesta terça-feira, porém, o petróleo voltou a exibir ganhos, com o barril do tipo Brent sendo negociado acima dos US$103 em Londres no fim da tarde.

Enquanto Israel anunciou a morte do chefe de segurança do Irã, Ali Larijani, as forças iranianas voltaram a atacar aliados dos Estados Unidos no Golfo Pérsico. A Reuters informou ainda que o líder supremo do Irã, aiatolá Mojtaba Khamenei, rejeitou propostas para reduzir as tensões ou para um cessar-fogo com os EUA. Apesar das preocupações em torno da guerra, o dólar cedeu ante boa parte das divisas de emergentes.

"O real é uma das moedas latinas que melhor tem resistido à turbulência que os mercados emergentes vêm enfrentando nas últimas semanas", disse pela manhã Matthew Ryan, head de estratégia de mercado da Ebury, em comentário por escrito. "Como exportador de petróleo, o Brasil deve ser capaz de absorver melhor um eventual aumento da inflação decorrente do conflito no Oriente Médio."

O recuo do dólar ocorreu a despeito de no mercado de renda fixa o cenário ter se deteriorado durante a tarde, com as taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) ganhando força em meio a especulações sobre possível greve dos caminhoneiros nos próximos dias. As dúvidas sobre a decisão da noite de quarta-feira do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central sobre juros também permearam os negócios, com o mercado especulando entre um corte de 25 pontos-base da Selic ou a manutenção da taxa básica em 15% ao ano.

O diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos -- cuja taxa de referência está atualmente na faixa de 3,50% a 3,75% -- vinha sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, o que conduziu as cotações do dólar a patamares mais baixos ante o real nos últimos meses. A guerra, porém, tem sido um fator de alta para a moeda norte-americana.

Às 17h37, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,28%, a 99,577.

Ibovespa; Petrobras assegura fechamento positivo, Natura dispara mais de 8%

O Ibovespa reduziu o fôlego e fechou com um acréscimo ‌modesto nesta terça-feira, apoiado principalmente no desempenho das ações da Petrobras em mais um dia de avanço do petróleo no exterior, enquanto Natura disparou após resultado operacional acima das expectativas no mercado.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,3%, a 180.409,73 pontos, após alcançar 182.800,30 pontos na máxima do dia, perdendo fôlego sob pressão principalmente dos bancos. Na mínima, marcou 179.849,79 pontos. O volume financeiro somou R$27,1 bilhões. 

Wall Street fecha em alta com foco no Fed

Wall Street encerrou em alta nesta terça-feira, com ganhos na Delta ⁠Air Lines e em ‌outras ações do setor de viagens, ‌enquanto o Federal ‌Reserve iniciou ⁠sua reunião de política monetária de dois dias em meio às preocupações dos investidores com ‌os altos preços do ‌petróleo ⁠e ⁠com o conflito no Oriente ⁠Médio.

As ações ‌de ‌companhias aéreas e empresas de viagens se recuperaram das perdas das ⁠últimas semanas, relacionadas ao ataque dos EUA e de Israel ‌ao Irã e ao aumento dos preços da ⁠energia.

De acordo com dados preliminares, o S&P 500 ganhou 0,25%, encerrando em 6.716,33 pontos, enquanto o Nasdaq Composite subiu 0,47%, chegando a 22.484,68 pontos. O Dow Jones Industrial Average avançou 0,10%, para 46.999,75 pontos.

As bolsas europeias fecharam em alta 

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,79%, a 10.556,17 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,82%, a 25.005,34 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,54%, a 8.361,46 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,76%, a 45.764,07 pontos. 
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,69%, a 17.970,40 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,17%, a 9.073,89 pontos. 
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,01% a 2,853.53 pontos.

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única 

O índice japonês Nikkei ficou praticamente estável em Tóquio, com baixa de 0,01%, a 53.700,39 pontos, 
enquanto o sul-coreano Kospi avançou 1,63% em Seul, a 5.640,48 pontos, 
o Hang Seng subiu 0,13% em Hong Kong, a 25.868,54 pontos, 
e o Taiex registrou ganho de 1,48% em Taiwan, a 33.836,57 pontos.

Na China continental, o dia foi de perdas, de 0,85% do Xangai Composto, a 4.049,91 pontos, e de 1,87% do menos abrangente Shenzhen Composto, a 2.655,04 pontos.

Na Oceania, a bolsa australiana ficou no azul hoje, com alta de 0,36% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.614,30 pontos, Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,75% a 76.070,84 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters. 

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