Com a estreia de A Odisseia se aproximando, novos materiais promocionais do épico estão sendo lançados. Nesta sexta (5), a Dolby lançou um novo pôster exclusivo.
A história de Odisseu (Ulisses em algumas traduções), tentando por 10 anos retornar para casa em Ítaca após a vitória na guerra de Troia. Irado, o deus dos mares, Poseidon, faz de tudo para impedir que ele volte à sua esposa, Penélope.
Matt Damon viverá Odisseu, Anne Hathaway interpretará a esposa do personagem, Penélope. Já Tom Holland interpretará Telêmaco, filho de Ulisses, com Zendaya interpretando a deusa Atena, Charlize Theron como Circe, Benny Safdie como Agamenon e Lupita Nyong'o como Helena de Tróia e Clitemnestra ou Clitenestra, esposa de Agamenon.
O elenco conta ainda com mais estrelas: Robert Pattinson, Jon Bernthal, Mia Goth, John Leguizamo e muitos outros nomes.
Colaboradores antigos de Nolan estão de volta, como o compositor Ludwig Göransson e o diretor de fotografia Hoyte Van Hoytema, que filma os longas de Nolan desde Interestelar.
A Odisseia chega aos cinemas em 16 de julho de 2026.
sexta-feira, 5 de junho de 2026
Supergirl conhece o Superman ao chegar na Terra em novo clipe
Supergirl (2026) volta promover nova reunião da heroína com o Superman em novo clipe oficial.
O segundo filme da DC Studios ganhou um material destacando a participação de David Corenswet na trama, e ainda exibe à chegada de Kara Zor-El (Milly Alcock) na Terra com seu cão, Krypto.
No vislumbre, a kryptoniana é recepcionada por seu primo nas proximidades da Fortaleza da Solidão.
Os dois personagens chegaram a se encontrar na trama de Superman (2025), e também se reunirão em Homem do Amanhã (2027), filme que segue em atualmente em produção.
O próximo longa do DCU é uma adaptação da aclamada HQ, Supergirl: A Mulher do Amanhã, em que acompanhamos a heroína em uma jornada espacial de vingança.
Depois de Krypto ser gravemente ferido por Krem das Colinas Amarelas (Matthias Schoenaerts), a protagonista partirá em busca do mercenário com a ajuda da jovem Ruthye (Eve Ridley), enquanto esbarra com outros personagens como o Lobo (Jason Momoa).
O novo filme tem direção de Criag Gillespie (Cruella), e a estreia nos cinemas segue marcada para o próximo dia 25 de junho nos cinemas brasileiros.
O segundo filme da DC Studios ganhou um material destacando a participação de David Corenswet na trama, e ainda exibe à chegada de Kara Zor-El (Milly Alcock) na Terra com seu cão, Krypto.
No vislumbre, a kryptoniana é recepcionada por seu primo nas proximidades da Fortaleza da Solidão.
Os dois personagens chegaram a se encontrar na trama de Superman (2025), e também se reunirão em Homem do Amanhã (2027), filme que segue em atualmente em produção.
O próximo longa do DCU é uma adaptação da aclamada HQ, Supergirl: A Mulher do Amanhã, em que acompanhamos a heroína em uma jornada espacial de vingança.
Depois de Krypto ser gravemente ferido por Krem das Colinas Amarelas (Matthias Schoenaerts), a protagonista partirá em busca do mercenário com a ajuda da jovem Ruthye (Eve Ridley), enquanto esbarra com outros personagens como o Lobo (Jason Momoa).
O novo filme tem direção de Criag Gillespie (Cruella), e a estreia nos cinemas segue marcada para o próximo dia 25 de junho nos cinemas brasileiros.
Mestres do Universo tem resultado pior que o esperado em pré-estreia
As projeções para a pré-estreia de Mestres do Universo (2026) já eram ruins, mas o resultado ficou ainda pior.
O longa da Amazon MGM arrecadou US$ 4,4 milhões em sua pré-estreia doméstica, ficando em quinto lugar na bilheteria da quinta-feira (4). Segue o ranking de arrecadação pelos EUA na data:
The Amazing Digital Circus: O Último Ato – US$ 7,8 milhões.
Todo Mundo em Pânico – US$ 7,7 milhões
Backrooms – US$ 5 milhões
Obsessão – US$ 4,6 milhões
Mestres do Universo – US$ 4,4 milhões
Mestres do Universo, já está em exibição nos cinemas brasileiros. A trama apresenta uma nova origem para He-Man, que agora é retratado como um alienígena exilado na Terra que busca, a todo custo, retornar para o seu verdadeiro lar.
O longa da Amazon MGM arrecadou US$ 4,4 milhões em sua pré-estreia doméstica, ficando em quinto lugar na bilheteria da quinta-feira (4). Segue o ranking de arrecadação pelos EUA na data:
The Amazing Digital Circus: O Último Ato – US$ 7,8 milhões.
Todo Mundo em Pânico – US$ 7,7 milhões
Backrooms – US$ 5 milhões
Obsessão – US$ 4,6 milhões
Mestres do Universo – US$ 4,4 milhões
Mestres do Universo, já está em exibição nos cinemas brasileiros. A trama apresenta uma nova origem para He-Man, que agora é retratado como um alienígena exilado na Terra que busca, a todo custo, retornar para o seu verdadeiro lar.
A Era Do Gelo: Mundo de Lava Ganhou pôster nacional
Sinopse: Uma aventura selvagem por dinossauros e lava enquanto Manny, Sid, Diego, Ellie, Scrat e a manada exploram regiões desconhecidas do perigoso Mundo Perdido.
A Era Do Gelo: Mundo de Lava, 4 de fevereiro de 2027 (Brasil)
A Era Do Gelo: Mundo de Lava, 4 de fevereiro de 2027 (Brasil)
Hollywood aprova contrato que limita uso de atores criados por IA
Os membros do sindicato SAG-AFTRA aprovaram um novo contrato de quatro anos com os grandes estúdios de Hollywood que estabelece regras para o uso de atores gerados por inteligência artificial (IA). O acordo foi ratificado com 91,4% dos votos favoráveis entre os participantes da votação, encerrando meses de negociações sobre temas que incluem IA, remuneração e benefícios previdenciários.
O resultado representa mais um capítulo da disputa entre trabalhadores da indústria do entretenimento e empresas que buscam incorporar ferramentas de IA aos processos de produção. Desde a greve histórica de atores e roteiristas em 2023, o uso da tecnologia se tornou uma das principais preocupações dos sindicatos do setor.
Uma das principais novidades do contrato é a criação de regras específicas para os chamados “performers sintéticos”, personagens gerados por inteligência artificial que podem ser utilizados em filmes e séries.
Pelas novas regras, os estúdios só poderão recorrer a esses personagens quando eles oferecerem “valor adicional significativo” em comparação com um ator humano ou com o avatar digital desse profissional. Segundo a direção do SAG-AFTRA, a medida foi desenhada para evitar que a tecnologia seja usada simplesmente como substituta de trabalhadores.
Sean Astin, presidente do sindicato, afirmou anteriormente que o acordo coloca a entidade na vanguarda das discussões sobre IA no mercado de trabalho. Já Duncan Crabtree-Ireland, diretor executivo do SAG-AFTRA, declarou que as novas cláusulas buscam garantir que os personagens sintéticos permaneçam como exceção na indústria, e não se tornem uma prática comum.
O resultado representa mais um capítulo da disputa entre trabalhadores da indústria do entretenimento e empresas que buscam incorporar ferramentas de IA aos processos de produção. Desde a greve histórica de atores e roteiristas em 2023, o uso da tecnologia se tornou uma das principais preocupações dos sindicatos do setor.
Uma das principais novidades do contrato é a criação de regras específicas para os chamados “performers sintéticos”, personagens gerados por inteligência artificial que podem ser utilizados em filmes e séries.
Pelas novas regras, os estúdios só poderão recorrer a esses personagens quando eles oferecerem “valor adicional significativo” em comparação com um ator humano ou com o avatar digital desse profissional. Segundo a direção do SAG-AFTRA, a medida foi desenhada para evitar que a tecnologia seja usada simplesmente como substituta de trabalhadores.
Sean Astin, presidente do sindicato, afirmou anteriormente que o acordo coloca a entidade na vanguarda das discussões sobre IA no mercado de trabalho. Já Duncan Crabtree-Ireland, diretor executivo do SAG-AFTRA, declarou que as novas cláusulas buscam garantir que os personagens sintéticos permaneçam como exceção na indústria, e não se tornem uma prática comum.
HBO Max e Paramount+ estão prestes a se tornar streaming único
A novela dramática que resultou na aquisição da Warner Bros. Discovery pela Paramount Skydance promete dar um chacoalhão na indústria de entretenimento, inclusive no mercado de streaming com a união entre a HBO Max e o Paramount+ em um único lugar.
Para quem não acompanhou os desdobramentos da compra da Warner pela Paramount, que conseguiu superar o valor oferecido pela Netflix em uma negociação bilionária, a junção entre os dois estúdios vai mexer nas estruturas de ambas as empresas, afetando também o streaming.
Embora detalhes aprofundados não tenham sido revelados, a ideia é juntar as duas plataformas de cada empresa em um “super streaming”, gerando uma maior competitividade no setor.A ideia de unir a HBO Max e o Paramount+ veio à tona pela primeira vez em março deste ano, quando David Ellison, chefe da Paramount, revelou que a empresa pretende concretizar a junção após a conclusão do processo de aquisição da Warner.
“Planejamos unir os dois serviços, o que hoje nos dá um pouco mais de 200 milhões de assinantes no modelo direto ao consumidor”, Ellison explicou em comunicado na época. Ele ainda ressaltou que a medida posicionaria a Paramount em um posto mais atrativo para “competir com os líderes do setor”.
Ainda não se sabe qual nome será adotado no streaming que unirá as duas marcas, mas Ellison comentou que todos os serviços da Paramount estarão disponíveis em um espaço que também vai receber a HBO Max.
Por enquanto, parece que a HBO não sofrerá grandes alterações com a fusão entre a Paramount e a Warner. Selo de qualidade quando falamos de televisão, a HBO também é vista com bons olhos por David Ellison, que garantiu que a emissora vai continuar operando de maneira “independente” em relação aos outros serviços das empresas.
“Planejamos operar de forma independente para que a HBO possa, honestamente, fazer o que faz incrivelmente bem. Acreditamos que a HBO deve continuar sendo a HBO [...] Mas, ao integrar as plataformas, todo o nosso conteúdo poderá alcançar um público ainda maior do que conseguiríamos individualmente”, Ellison afirmou.
Não há mais informações sobre como esse processo vai acontecer, tampouco se a HBO Max será mantida como um serviço dentro da plataforma do Paramount ou se será totalmente integrada. Independente da escolha, o fato é que a fusão entre as duas empresas também vai marcar a união entre grandes franquias da indústria, como Game of Thrones e Star Trek.
Fonte: CBR.
Para quem não acompanhou os desdobramentos da compra da Warner pela Paramount, que conseguiu superar o valor oferecido pela Netflix em uma negociação bilionária, a junção entre os dois estúdios vai mexer nas estruturas de ambas as empresas, afetando também o streaming.
Embora detalhes aprofundados não tenham sido revelados, a ideia é juntar as duas plataformas de cada empresa em um “super streaming”, gerando uma maior competitividade no setor.A ideia de unir a HBO Max e o Paramount+ veio à tona pela primeira vez em março deste ano, quando David Ellison, chefe da Paramount, revelou que a empresa pretende concretizar a junção após a conclusão do processo de aquisição da Warner.
“Planejamos unir os dois serviços, o que hoje nos dá um pouco mais de 200 milhões de assinantes no modelo direto ao consumidor”, Ellison explicou em comunicado na época. Ele ainda ressaltou que a medida posicionaria a Paramount em um posto mais atrativo para “competir com os líderes do setor”.
Ainda não se sabe qual nome será adotado no streaming que unirá as duas marcas, mas Ellison comentou que todos os serviços da Paramount estarão disponíveis em um espaço que também vai receber a HBO Max.
Por enquanto, parece que a HBO não sofrerá grandes alterações com a fusão entre a Paramount e a Warner. Selo de qualidade quando falamos de televisão, a HBO também é vista com bons olhos por David Ellison, que garantiu que a emissora vai continuar operando de maneira “independente” em relação aos outros serviços das empresas.
“Planejamos operar de forma independente para que a HBO possa, honestamente, fazer o que faz incrivelmente bem. Acreditamos que a HBO deve continuar sendo a HBO [...] Mas, ao integrar as plataformas, todo o nosso conteúdo poderá alcançar um público ainda maior do que conseguiríamos individualmente”, Ellison afirmou.
Não há mais informações sobre como esse processo vai acontecer, tampouco se a HBO Max será mantida como um serviço dentro da plataforma do Paramount ou se será totalmente integrada. Independente da escolha, o fato é que a fusão entre as duas empresas também vai marcar a união entre grandes franquias da indústria, como Game of Thrones e Star Trek.
Fonte: CBR.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 05/06/26
As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta sexta-feira, 5, em um ambiente marcado pela liquidação global de ações tech ligadas a semicondutores e pela reavaliação das perspectivas para a política monetária dos Estados Unidos, após o payroll de maio vir acima do esperado.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,07%, a 10.368,05 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,69%, a 24.773,72 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,32%, a 8.218,24 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,56%, a 49.893,05 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,46%, a 18.359,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,13%, a 8.931,54 pontos. As cotações são preliminares.
As ações ligadas à inteligência artificial (IA) continuaram pressionando as fabricantes de chips. A Infineon recuou cerca de 8,7% em Frankfurt, enquanto a ASML perdeu quase 2,2% em Amsterdã, acompanhando o movimento global desencadeado pela reação negativa ao balanço da Broadcom. Em Helsinque, a Nokia cedeu mais de 5,8%, devolvendo parte dos ganhos recentes do setor, que recuou 2,8%.
Dados macroeconômicos também pressionaram os mercados. Uma revisão mostrou que o PIB da zona do euro encolheu 0,2% no 1º trimestre, ante estimativa anterior de alta de 0,1%. Nos Estados Unidos, o payroll de maio superou as expectativas e reforçou as apostas de altas de juros pelo Federal Reserve (Fed) ainda neste ano.
As perspectivas para os juros europeus também seguiram no radar às vésperas da reunião do Banco Central Europeu (BCE) da próxima semana. O Commerzbank prevê alta nas principais taxas do BC comandado por Christine Lagarde na reunião deste mês, com possível sinalização de outra alta futura.
Entre outros destaques, a Raspberry Pi disparou 25,8% em Londres após projetar lucro anual significativamente acima das expectativas do mercado. A Evoke avançou 11,8% depois de aceitar uma oferta de aquisição da Bally's Intralot. Em contrapartida, a Bodycote caiu 12,9% após a Apollo Global Management desistir de formalizar uma proposta de compra da companhia.
Investidores também seguiram acompanhando os desdobramentos do conflito no Oriente Médio e seus potenciais impactos sobre crescimento e inflação.
Fontes: Dow Jones Newswires
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,07%, a 10.368,05 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,69%, a 24.773,72 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,32%, a 8.218,24 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,56%, a 49.893,05 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,46%, a 18.359,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,13%, a 8.931,54 pontos. As cotações são preliminares.
As ações ligadas à inteligência artificial (IA) continuaram pressionando as fabricantes de chips. A Infineon recuou cerca de 8,7% em Frankfurt, enquanto a ASML perdeu quase 2,2% em Amsterdã, acompanhando o movimento global desencadeado pela reação negativa ao balanço da Broadcom. Em Helsinque, a Nokia cedeu mais de 5,8%, devolvendo parte dos ganhos recentes do setor, que recuou 2,8%.
Dados macroeconômicos também pressionaram os mercados. Uma revisão mostrou que o PIB da zona do euro encolheu 0,2% no 1º trimestre, ante estimativa anterior de alta de 0,1%. Nos Estados Unidos, o payroll de maio superou as expectativas e reforçou as apostas de altas de juros pelo Federal Reserve (Fed) ainda neste ano.
As perspectivas para os juros europeus também seguiram no radar às vésperas da reunião do Banco Central Europeu (BCE) da próxima semana. O Commerzbank prevê alta nas principais taxas do BC comandado por Christine Lagarde na reunião deste mês, com possível sinalização de outra alta futura.
Entre outros destaques, a Raspberry Pi disparou 25,8% em Londres após projetar lucro anual significativamente acima das expectativas do mercado. A Evoke avançou 11,8% depois de aceitar uma oferta de aquisição da Bally's Intralot. Em contrapartida, a Bodycote caiu 12,9% após a Apollo Global Management desistir de formalizar uma proposta de compra da companhia.
Investidores também seguiram acompanhando os desdobramentos do conflito no Oriente Médio e seus potenciais impactos sobre crescimento e inflação.
Fontes: Dow Jones Newswires
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 05/06/26
As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta sexta-feira (5), à medida que o tombo de ações ligadas à inteligência artificial em Wall Street na véspera pesou sobre o setor de tecnologia da região.
Liderando as perdas, o índice Kospi caiu 5,54% em Seul, a 8.160,59 pontos. As gigantes de semicondutores Samsung Electronics e SK Hynix registraram quedas de 6,40% e 9,92%, respectivamente.
Em Tóquio, o japonês Nikkei recuou 1,31%, a 66.588,12 pontos, também pressionado por ações relacionadas a chips, como a Tokyo Electron (-6,61%).
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng cedeu 1,15% em Hong Kong, a 24.961,95 pontos, e o Taiex caiu 1,33% em Taiwan, a 45.070,94 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto recuou 0,74%, a 4.027,74 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto teve baixa de 1,33%, a 2.763,92 pontos.
Na véspera, a fabricante de chips Broadcom tombou 12,69% em Nova York, após divulgar projeções abaixo das expectativas em seu último balanço, arrastando para baixo outras ações americanas de tecnologia que vinham sendo impulsionadas pelo entusiasmo com o boom da IA.
A questão do conflito no Oriente Médio também reduziu o apetite por risco na Ásia, em meio a incertezas sobre um novo cessar-fogo entre Israel e Líbano e sobre as chances de que Estados Unidos e Irã cheguem a um acordo para encerrar a guerra, deflagrada há mais de três meses, e reabrir o Estreito de Ormuz, por onde normalmente circulam 20% do petróleo e do gás natural mundiais.
Na Oceania, a bolsa australiana também encerrou o pregão no vermelho: o S&P/ASX 200 caiu 0,70% em Sydney, a 8.625,10 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,46% em Wellington a 13.161,97 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,71% em Moscou a 2.561,57 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,16% em Bombaim a 74.243,34 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Liderando as perdas, o índice Kospi caiu 5,54% em Seul, a 8.160,59 pontos. As gigantes de semicondutores Samsung Electronics e SK Hynix registraram quedas de 6,40% e 9,92%, respectivamente.
Em Tóquio, o japonês Nikkei recuou 1,31%, a 66.588,12 pontos, também pressionado por ações relacionadas a chips, como a Tokyo Electron (-6,61%).
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng cedeu 1,15% em Hong Kong, a 24.961,95 pontos, e o Taiex caiu 1,33% em Taiwan, a 45.070,94 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto recuou 0,74%, a 4.027,74 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto teve baixa de 1,33%, a 2.763,92 pontos.
Na véspera, a fabricante de chips Broadcom tombou 12,69% em Nova York, após divulgar projeções abaixo das expectativas em seu último balanço, arrastando para baixo outras ações americanas de tecnologia que vinham sendo impulsionadas pelo entusiasmo com o boom da IA.
A questão do conflito no Oriente Médio também reduziu o apetite por risco na Ásia, em meio a incertezas sobre um novo cessar-fogo entre Israel e Líbano e sobre as chances de que Estados Unidos e Irã cheguem a um acordo para encerrar a guerra, deflagrada há mais de três meses, e reabrir o Estreito de Ormuz, por onde normalmente circulam 20% do petróleo e do gás natural mundiais.
Na Oceania, a bolsa australiana também encerrou o pregão no vermelho: o S&P/ASX 200 caiu 0,70% em Sydney, a 8.625,10 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,46% em Wellington a 13.161,97 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,71% em Moscou a 2.561,57 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,16% em Bombaim a 74.243,34 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
quinta-feira, 4 de junho de 2026
Mercado financeiro Bolsas dos E.U.A: 04/06/26
Wall Street avançou nesta quinta-feira, com o progresso em direção ao fim da guerra do Irã melhorando o humor dos investidores, enquanto os resultados decepcionantes da Broadcom lideraram uma venda de ações de chips que puxou o Nasdaq para baixo.
O Dow atingiu um novo recorde de fechamento, com um impulso do setor de saúde e das ações financeiras . O S&P 500 registrou ganhos mais discretos, enquanto o Nasdaq terminou nominalmente em baixa no dia. A fabricante de chips Broadcom não atingiu as expectativas de receita, fazendo com que suas ações desabassem 12,6% e lançando uma sombra sobre o frenesi da IA, que fez com que as ações de chips subissem mais de 92% até agora neste ano.
"A única mancha no mercado neste momento é a Broadcom, e acho que os investidores estão comprando a queda", disse Paul Nolte, consultor sênior de patrimônio e estrategista de mercado da Murphy & Sylvest em Elmhurst, Illinois. "Não acho que os investidores tenham desistido dos papéis de chips ainda, mas o que eles ainda não entenderam é: 'Isso é real? Essas avaliações são legítimas?' Ainda não tenho certeza de que os investidores tenham realmente questionado isso."
A Câmara dos Deputados dos EUA aprovou uma medida na quarta-feira que impediria o presidente Donald Trump de continuar a guerra contra o Irã. Além disso, um acordo de cessar-fogo mediado pelos EUA entre Israel e o Líbano, uma condição essencial para um acordo de paz com o Irã, reforçou o otimismo de uma solução de curto prazo para a guerra. Mas a trégua foi rejeitada pelo Hezbollah pró-Irã, que disse que não retiraria as tropas do Líbano.
Uma queda nos futuros do petróleo bruto no contrato mais curto refletiu as esperanças de que o tráfego de navios-tanque pelo crucial Estreito de Ormuz poderia ser retomado em breve.
"Quantos acordos já fizemos? É sempre na esquina, uma esquina que ainda não alcançamos", acrescentou Nolte. "As coisas estão se movendo, mas será que estão se movendo em um ritmo que permitirá que o mundo volte ao que é considerado normal em algumas semanas, alguns meses ou talvez em algum momento do próximo ano?"
Na frente econômica, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego aumentaram inesperadamente 6,1%, e os custos de mão de obra e a produtividade do primeiro trimestre foram revisados acentuadamente para baixo. Um relatório da Challenger, Gray and Christmas mostrou que as demissões anunciadas pelas empresas dos EUA aumentaram 11% em maio, chegando a 97.006. Quase 40% dessas demissões foram atribuídas à IA.
O Dow Jones Industrial Average subiu 1,73%, para 51.561,93 pontos, o S&P 500 ganhou 0,41%, para 7.584,31 pontos, e o Nasdaq Composite perdeu 0,09%, para 26.830,96 pontos.
Entre os 11 principais setores do S&P 500, os setores de saúde e financeiro apresentaram os maiores ganhos percentuais, enquanto o de tecnologia teve a maior perda. A fabricante de chips Marvell Technology ganhou 4,9%, enquanto a Advanced Micro Devices , a Micron Technology e a Qualcomm caíram entre 2,6% e 7,7%.
O setor de saúde recebeu um impulso da UnitedHealth , que saltou 5,2% depois que o Bank of America elevou sua recomendação das ações do conglomerado de saúde para "compra".
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
O Dow atingiu um novo recorde de fechamento, com um impulso do setor de saúde e das ações financeiras . O S&P 500 registrou ganhos mais discretos, enquanto o Nasdaq terminou nominalmente em baixa no dia. A fabricante de chips Broadcom não atingiu as expectativas de receita, fazendo com que suas ações desabassem 12,6% e lançando uma sombra sobre o frenesi da IA, que fez com que as ações de chips subissem mais de 92% até agora neste ano.
"A única mancha no mercado neste momento é a Broadcom, e acho que os investidores estão comprando a queda", disse Paul Nolte, consultor sênior de patrimônio e estrategista de mercado da Murphy & Sylvest em Elmhurst, Illinois. "Não acho que os investidores tenham desistido dos papéis de chips ainda, mas o que eles ainda não entenderam é: 'Isso é real? Essas avaliações são legítimas?' Ainda não tenho certeza de que os investidores tenham realmente questionado isso."
A Câmara dos Deputados dos EUA aprovou uma medida na quarta-feira que impediria o presidente Donald Trump de continuar a guerra contra o Irã. Além disso, um acordo de cessar-fogo mediado pelos EUA entre Israel e o Líbano, uma condição essencial para um acordo de paz com o Irã, reforçou o otimismo de uma solução de curto prazo para a guerra. Mas a trégua foi rejeitada pelo Hezbollah pró-Irã, que disse que não retiraria as tropas do Líbano.
Uma queda nos futuros do petróleo bruto no contrato mais curto refletiu as esperanças de que o tráfego de navios-tanque pelo crucial Estreito de Ormuz poderia ser retomado em breve.
"Quantos acordos já fizemos? É sempre na esquina, uma esquina que ainda não alcançamos", acrescentou Nolte. "As coisas estão se movendo, mas será que estão se movendo em um ritmo que permitirá que o mundo volte ao que é considerado normal em algumas semanas, alguns meses ou talvez em algum momento do próximo ano?"
Na frente econômica, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego aumentaram inesperadamente 6,1%, e os custos de mão de obra e a produtividade do primeiro trimestre foram revisados acentuadamente para baixo. Um relatório da Challenger, Gray and Christmas mostrou que as demissões anunciadas pelas empresas dos EUA aumentaram 11% em maio, chegando a 97.006. Quase 40% dessas demissões foram atribuídas à IA.
O Dow Jones Industrial Average subiu 1,73%, para 51.561,93 pontos, o S&P 500 ganhou 0,41%, para 7.584,31 pontos, e o Nasdaq Composite perdeu 0,09%, para 26.830,96 pontos.
Entre os 11 principais setores do S&P 500, os setores de saúde e financeiro apresentaram os maiores ganhos percentuais, enquanto o de tecnologia teve a maior perda. A fabricante de chips Marvell Technology ganhou 4,9%, enquanto a Advanced Micro Devices , a Micron Technology e a Qualcomm caíram entre 2,6% e 7,7%.
O setor de saúde recebeu um impulso da UnitedHealth , que saltou 5,2% depois que o Bank of America elevou sua recomendação das ações do conglomerado de saúde para "compra".
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas da Europa: 04/06/26
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta quinta-feira, 4, com investidores dividindo atenção entre as negociações de Israel e Líbano por uma trégua e as incertezas sobre guerra no Irã. A queda dos preços do petróleo após o cessar-fogo ajudou a amenizar parte do temor inflacionário dos mercados, enquanto parte do setor tech seguiu pressionado após balanço da Broadcom.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,27%, a 10.360,32 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,48%, a 24.916,19 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,15%, a 8.244,29 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,27%, a 50.174,36 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,37%, a 18.243,50 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,88%, a 8.919,68 pontos. As cotações são preliminares.
“O sentimento dos mercados continua sustentado pela expectativa de que um acordo entre Estados Unidos e Irã esteja próximo”, afirmou o LBBW, acrescentando que as sucessivas frustrações com essas negociações ainda não provocaram impactos relevantes. A reunião da semana que vem do Banco Central Europeu (BCE) também ficou no radar. A Fitch projeta alta nos juros, assim como o KBC Bank – que vê esse movimento “totalmente incorporado” nos preços. No noticiário macroeconômico, as vendas no varejo da zona do euro recuaram 0,4% em abril ante março, resultado ligeiramente pior que o esperado.
Entre as ações, a Rémy Cointreau disparou quase 10% após apresentar um plano de transformação para elevar o lucro operacional em cerca de 100 milhões de euros até 2029. A Jefferies destacou que os resultados vieram ligeiramente acima do consenso.
Na ponta negativa, a Universal Music recuou perto de 4,5% em Amsterdã após a venda da participação da Pershing Square, de Bill Ackman. A Nokia caiu cerca de 6%, na esteira da divulgação dos resultados da Broadcom, que pressionou parte do setor tech, enquanto o restante conseguiu estender ganhos no pregão, como a alemã SAP (+5,5%).
Entre bancos, o Commerzbank (+1,21%) permaneceu no radar após solicitar ao regulador financeiro da Alemanha uma revisão dos níveis de adesão da oferta de aquisição feita pelo UniCredit (+1,05%).
Fontes: Dow Jones Newswires.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,27%, a 10.360,32 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,48%, a 24.916,19 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,15%, a 8.244,29 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,27%, a 50.174,36 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,37%, a 18.243,50 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,88%, a 8.919,68 pontos. As cotações são preliminares.
“O sentimento dos mercados continua sustentado pela expectativa de que um acordo entre Estados Unidos e Irã esteja próximo”, afirmou o LBBW, acrescentando que as sucessivas frustrações com essas negociações ainda não provocaram impactos relevantes. A reunião da semana que vem do Banco Central Europeu (BCE) também ficou no radar. A Fitch projeta alta nos juros, assim como o KBC Bank – que vê esse movimento “totalmente incorporado” nos preços. No noticiário macroeconômico, as vendas no varejo da zona do euro recuaram 0,4% em abril ante março, resultado ligeiramente pior que o esperado.
Entre as ações, a Rémy Cointreau disparou quase 10% após apresentar um plano de transformação para elevar o lucro operacional em cerca de 100 milhões de euros até 2029. A Jefferies destacou que os resultados vieram ligeiramente acima do consenso.
Na ponta negativa, a Universal Music recuou perto de 4,5% em Amsterdã após a venda da participação da Pershing Square, de Bill Ackman. A Nokia caiu cerca de 6%, na esteira da divulgação dos resultados da Broadcom, que pressionou parte do setor tech, enquanto o restante conseguiu estender ganhos no pregão, como a alemã SAP (+5,5%).
Entre bancos, o Commerzbank (+1,21%) permaneceu no radar após solicitar ao regulador financeiro da Alemanha uma revisão dos níveis de adesão da oferta de aquisição feita pelo UniCredit (+1,05%).
Fontes: Dow Jones Newswires.
Mercado financeiro Bolsas da Ásia, Oceânia: 04/06/26
As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta quinta-feira (4), após Wall Street interromper um rali em meio à retomada das tensões entre Estados Unidos e Irã.
Liderando as perdas, o índice Kospi caiu 1,84% em Seul, a 8.639 pontos, depois de não operar na quarta-feira (3) devido às eleições locais na Coreia do Sul. Em Tóquio, o japonês Nikkei recuou 1,36%, a 67.470 pontos, após encerrar o pregão anterior em nível recorde. Em outras partes da Ásia, o Hang Seng registrou queda de 1,48% em Hong Kong, a 25.253 pontos, e o Taiex cedeu 1,68% em Taiwan, a 45.677 pontos.
Na China continental, as perdas foram mais moderadas: o Xangai Composto recuou 0,64%, a 4.057 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto caiu 0,41%, a 2.801 pontos.
Na quarta (3), as bolsas de Nova York terminaram em baixa após uma nova troca de ataques entre EUA e Irã, interrompendo uma sequência de recordes impulsionada principalmente pelo entusiasmo com a forte expansão da inteligência artificial (IA).
A escalada das tensões no Oriente Médio levou o petróleo a avançar pela terceira sessão consecutiva na quarta (3). No fim da madrugada, porém, a commodity recuava mais de 1%, após Israel e o Líbano - também envolvidos no conflito - concordarem em adotar um novo cessar-fogo condicionado ao encerramento das hostilidades pelo Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã.
Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no vermelho, com baixa de 1,13% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.686 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,10% em Wellington a 13.101,61 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,86% em Moscou a 2.578,91 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,019% em Bombaim a 74.360,01 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
Liderando as perdas, o índice Kospi caiu 1,84% em Seul, a 8.639 pontos, depois de não operar na quarta-feira (3) devido às eleições locais na Coreia do Sul. Em Tóquio, o japonês Nikkei recuou 1,36%, a 67.470 pontos, após encerrar o pregão anterior em nível recorde. Em outras partes da Ásia, o Hang Seng registrou queda de 1,48% em Hong Kong, a 25.253 pontos, e o Taiex cedeu 1,68% em Taiwan, a 45.677 pontos.
Na China continental, as perdas foram mais moderadas: o Xangai Composto recuou 0,64%, a 4.057 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto caiu 0,41%, a 2.801 pontos.
Na quarta (3), as bolsas de Nova York terminaram em baixa após uma nova troca de ataques entre EUA e Irã, interrompendo uma sequência de recordes impulsionada principalmente pelo entusiasmo com a forte expansão da inteligência artificial (IA).
A escalada das tensões no Oriente Médio levou o petróleo a avançar pela terceira sessão consecutiva na quarta (3). No fim da madrugada, porém, a commodity recuava mais de 1%, após Israel e o Líbano - também envolvidos no conflito - concordarem em adotar um novo cessar-fogo condicionado ao encerramento das hostilidades pelo Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã.
Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no vermelho, com baixa de 1,13% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.686 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,10% em Wellington a 13.101,61 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,86% em Moscou a 2.578,91 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,019% em Bombaim a 74.360,01 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
A Odisseia ganha pôster imax
Para anunciar a pré-venda de ingressos (por enquanto apenas nos EUA) para IMAX, a Universal Pictures divulgou novos pôsteres de A Odisseia, o novo épico de Christopher Nolan.
Vale lembrar que ingressos para sessões em IMAX 70mm foram vendidos um ano antes da estreia do filme e esgotaram em um dia. Haverá novas salas nessa segunda leva, assim como ingressos de IMAX em outros formatos.
No momento, a Universal do Brasil não anunciou a pré-venda de ingressos da A Odisseia.
O filme é mais uma adaptação do clássico poema heroico de Homero, uma continuação de Ilíada que conta a história de Odisseu (Ulisses em algumas traduções), tentando por 10 anos retornar para casa em Ítaca após a vitória na guerra de Troia. Irado, o deus dos mares, Poseidon, faz de tudo para impedir que ele volte à sua esposa, Penélope.
Matt Damon viverá Odisseu. Segundo a imprensa da Grécia, onde boa parte do filme foi rodado, Anne Hathaway interpretará a esposa do personagem, Penélope. Já Tom Holland interpretará Telêmaco, filho de Ulisses, com Zendaya interpretando a deusa Atena, Charlize Theron como Circe, Benny Safdie como Agamenon e Lupita Nyong'o como Helena de Tróia e Clitemnestra — ou Clitenestra —, esposa de Agamenon. O elenco conta ainda com mais estrelas: Robert Pattinson, Jon Bernthal, Mia Goth, John Leguizamo e muitos outros nomes. Colaboradores antigos de Nolan estão de volta, como o compositor Ludwig Göransson (TENET e Oppenheimer) e o diretor de fotografia Hoyte Van Hoytema, que filma os longas de Nolan desde Interestelar.
A Odisseia chega aos cinemas em 16 de julho de 2026.
Vale lembrar que ingressos para sessões em IMAX 70mm foram vendidos um ano antes da estreia do filme e esgotaram em um dia. Haverá novas salas nessa segunda leva, assim como ingressos de IMAX em outros formatos.
No momento, a Universal do Brasil não anunciou a pré-venda de ingressos da A Odisseia.
O filme é mais uma adaptação do clássico poema heroico de Homero, uma continuação de Ilíada que conta a história de Odisseu (Ulisses em algumas traduções), tentando por 10 anos retornar para casa em Ítaca após a vitória na guerra de Troia. Irado, o deus dos mares, Poseidon, faz de tudo para impedir que ele volte à sua esposa, Penélope.
Matt Damon viverá Odisseu. Segundo a imprensa da Grécia, onde boa parte do filme foi rodado, Anne Hathaway interpretará a esposa do personagem, Penélope. Já Tom Holland interpretará Telêmaco, filho de Ulisses, com Zendaya interpretando a deusa Atena, Charlize Theron como Circe, Benny Safdie como Agamenon e Lupita Nyong'o como Helena de Tróia e Clitemnestra — ou Clitenestra —, esposa de Agamenon. O elenco conta ainda com mais estrelas: Robert Pattinson, Jon Bernthal, Mia Goth, John Leguizamo e muitos outros nomes. Colaboradores antigos de Nolan estão de volta, como o compositor Ludwig Göransson (TENET e Oppenheimer) e o diretor de fotografia Hoyte Van Hoytema, que filma os longas de Nolan desde Interestelar.
A Odisseia chega aos cinemas em 16 de julho de 2026.
A Queda 2: Sequência do thriller de sobrevivência ganha trailer
A Queda 2, sequência do suspense que virou hit no cinema e no streaming, ganhou um trailer.
O elenco é liderado por Harriet Slater (Outlander: Sangue do meu Sangue), Arsema Thomas (Queen Charlotte: A Bridgerton Story) e Tom Brittney (Grantchester).
Os diretores de Jogos Mortais: Jigsaw e O Predestinado, Michael e Peter Spierig, dirigiram o segundo filme da franquia, e o roteirista e diretor original de A Queda, Scott Mann, coescreveu o roteiro com Jonathan Frank.
“Arrasada pela morte de sua irmã Hunter, Jax (Slater) se conecta com Luce (Thomas), a amiga destemida de Hunter. Para se recuperar, eles tentam a infame caminhada de prancha do Monte Kwan, na Tailândia. Depois que um deslizamento repentino de rochas os deixa presos em uma prancha frágil a 910 metros de altura, Jax precisa confrontar seus medos mais profundos e lutar pela sobrevivência para encontrar uma solução”.
A Queda 2 tem data de estreia marcada para 6 de agosto de 2026 no Brasil.
O elenco é liderado por Harriet Slater (Outlander: Sangue do meu Sangue), Arsema Thomas (Queen Charlotte: A Bridgerton Story) e Tom Brittney (Grantchester).
Os diretores de Jogos Mortais: Jigsaw e O Predestinado, Michael e Peter Spierig, dirigiram o segundo filme da franquia, e o roteirista e diretor original de A Queda, Scott Mann, coescreveu o roteiro com Jonathan Frank.
“Arrasada pela morte de sua irmã Hunter, Jax (Slater) se conecta com Luce (Thomas), a amiga destemida de Hunter. Para se recuperar, eles tentam a infame caminhada de prancha do Monte Kwan, na Tailândia. Depois que um deslizamento repentino de rochas os deixa presos em uma prancha frágil a 910 metros de altura, Jax precisa confrontar seus medos mais profundos e lutar pela sobrevivência para encontrar uma solução”.
A Queda 2 tem data de estreia marcada para 6 de agosto de 2026 no Brasil.
Lanternas: Série da DC Studios ganha pôster inédito
Para aumentar a ansiedade dos fãs, a HBO liberou um novo pôster oficial da série da DC Studios.
Se no primeiro pôster o destaque foi o fato de John Stewart ter sido convocado como reserva de Hal Jordan — o que gerou o dilema de que só um dos dois poderia usar o anel —, agora a atenção se volta para o juramento clássico da Tropa dos Lanternas Verdes. As primeiras frases ganham destaque: “No dia mais claro. Na noite mais densa…”
Caso esteja se perguntando, esse é o juramento completo da Tropa dos Lanternas Verdes: “No dia mais claro. Na noite mais densa. Nenhum mal escapará ante a minha presença. Todo aquele que venera o mal há de penar, 1uando o poder do Lanterna Verde enfrentar!“
Criada por Damon Lindelof (The Leftovers; Lost), Tom King (Estranhas Aventuras) e Chris Mundy (Ozark; True Detective: Terra Noturna), Lanternas estreia em 16 de agosto na HBO e na HBO Max.
A trama será dividida em duas linhas do tempo: 2016 e 2026. No passado, um Hal Jordan veterano é forçado a treinar seu reserva, John Stewart, enquanto eles investigam um tiroteio suspeito no Nebraska. Já no futuro, a história segue sob sigilo, mas sabe-se que as duas investigações vão se entrelaçar em torno de uma ameaça em comum.
Se no primeiro pôster o destaque foi o fato de John Stewart ter sido convocado como reserva de Hal Jordan — o que gerou o dilema de que só um dos dois poderia usar o anel —, agora a atenção se volta para o juramento clássico da Tropa dos Lanternas Verdes. As primeiras frases ganham destaque: “No dia mais claro. Na noite mais densa…”
Caso esteja se perguntando, esse é o juramento completo da Tropa dos Lanternas Verdes: “No dia mais claro. Na noite mais densa. Nenhum mal escapará ante a minha presença. Todo aquele que venera o mal há de penar, 1uando o poder do Lanterna Verde enfrentar!“
Criada por Damon Lindelof (The Leftovers; Lost), Tom King (Estranhas Aventuras) e Chris Mundy (Ozark; True Detective: Terra Noturna), Lanternas estreia em 16 de agosto na HBO e na HBO Max.
A trama será dividida em duas linhas do tempo: 2016 e 2026. No passado, um Hal Jordan veterano é forçado a treinar seu reserva, John Stewart, enquanto eles investigam um tiroteio suspeito no Nebraska. Já no futuro, a história segue sob sigilo, mas sabe-se que as duas investigações vão se entrelaçar em torno de uma ameaça em comum.
A Era Do Gelo: Mundo de Lava | Teaser Oficial Dublado, Legendado
Eles vão chegar fervendo.
Data de lançamento nos EUA: 5 de fevereiro de 2027
Estrelando: Denis Leary, John Leguizamo, Simon Pegg
Sinopse: Uma aventura selvagem por dinossauros e lava enquanto Manny, Sid, Diego, Ellie, Scrat e a manada exploram regiões desconhecidas do perigoso Mundo Perdido.
A Era Do Gelo: Mundo de Lava, 4 de fevereiro de 2027 (Brasil)
Data de lançamento nos EUA: 5 de fevereiro de 2027
Estrelando: Denis Leary, John Leguizamo, Simon Pegg
Sinopse: Uma aventura selvagem por dinossauros e lava enquanto Manny, Sid, Diego, Ellie, Scrat e a manada exploram regiões desconhecidas do perigoso Mundo Perdido.
A Era Do Gelo: Mundo de Lava, 4 de fevereiro de 2027 (Brasil)
quarta-feira, 3 de junho de 2026
Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 03/06/26
Bitcoin: R$ 329.596,50 Reais e US$ 65.448,62 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,0665
Dólar turismo: R$ 5,2740
Euro comercial: R$ 5,876
Libra: R$ 6,818
Dólar tem alta firme antes de feriado no Brasil em dia de tensão no Oriente Médio
O dólar fechou a quarta-feira pré-feriado em alta firme ante o real, acompanhando o avanço da moeda norte-americana ante outras divisas no exterior após novos ataques de EUA e Irã no Oriente Médio.
Entre as moedas negociadas globalmente, o real foi a que teve pior desempenho, com as cotações refletindo também a busca pela segurança do dólar antes do feriado de Corpus Christi e o mal-estar com a nova ameaça tarifária ao Brasil. O dólar à vista encerrou com alta de 1,12%, aos R$5,0661. No ano, passou a acumular baixa de 7,70% ante o real. Às 17h05, o dólar futuro para julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 1,12% na B3, aos R$5,0975.
Os EUA dispararam um míssil na terça-feira contra um navio-tanque que se dirigia ao Irã, enquanto as forças iranianas lançaram dois mísseis contra o Kuweit e três contra o Barein, que não atingiram seus alvos, conforme fontes norte-americanas. As dúvidas sobre um possível acordo entre Irã e EUA deram força ao dólar ante quase todas as demais divisas, incluindo pares do real como o peso chileno, o rand sul-africano e a rupia indiana.
No Brasil, as cotações aceleraram à tarde em meio ao noticiário sobre as tarifas comerciais. Após o Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR) defender uma cobrança de 25% sobre várias exportações brasileiras, o órgão propôs uma tarifa adicional de 10% ou 12,5% sobre vários países, incluindo o Brasil, por falhas no combate ao trabalho forçado. No caso brasileiro, a tarifa seria de 12,5%.
Ainda que as tarifas ainda precisem de aprovação, a percepção mais geral entre os agentes foi negativa, poucos dias depois de os EUA também designarem o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
Após marcar a cotação mínima de R$5,0119 (+0,04%) às 9h03, o dólar à vista atingiu a máxima de R$5,0917 (+1,63%) às 15h38, com os investidores se posicionando antes do feriado de quinta-feira, quando o mercado brasileiro estará fechado.
Durante a sessão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar o anúncio de tarifas, após ter lançado na véspera uma ofensiva para colar na família Bolsonaro a culpa pela deterioração das relações entre Brasil e EUA.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por golpe de Estado, é atualmente visto como o principal adversário de Lula na disputa pelo Planalto. Os anúncios sobre as organizações criminosas e sobre as novas tarifas ocorreram após encontro recente de Flávio com Trump, em Washington. À tarde, o Banco Central informou que o Brasil registrou fluxo cambial total positivo de US$743 milhões em maio.
Ibovespa fecha em forte queda com aversão a risco global
O Ibovespa fechou em forte queda nesta quarta-feira, embalado pela maior aversão aos ativos de risco nos mercados globais após novos ataques envolvendo os Estados Unidos e o Irã no Oriente Médio, pressionando os preços do petróleo e as perspectivas para a inflação.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 2,22%, a 170.330,63 pontos, após marcar 170.007,55 na mínima e 174.192,19 na máxima do dia. O volume financeiro somou R$28,52 bilhões.
As ações de Wall Street recuaram nesta quarta-feira
S&P 500 perdeu 0,74%, encerrando em 7.555,67 pontos,
Nasdaq Composite caiu 0,85%, para 26.862,93 pontos.
O Dow Jones Industrial Average recuou 1,13%, para 50.725,95 pontos.
As bolsas da Europa fecharam majoritariamente em queda
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,40%, a 10.332,30 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 1,24%, a 24.811,63 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,71%, a 8.150,42 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,07%, a 50.038,16 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,39%, a 18.201,20 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,46%, a 8.999,30 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta
O índice Nikkei avançou 2,5% em Tóquio, para o nível inédito de 68.402,13 pontos.
Taiex subiu 1,98% em Taiwan, a 46.459,16 pontos.
Hang Seng caiu 1,56% em Hong Kong, a 25.633,31 pontos.
Em Seul, não houve pregão devido às eleições locais na Coreia do Sul.
Na China continental, o Xangai Composto avançou 0,22%, a 4.083,97 pontos,
menos abrangente Shenzhen Composto subiu 0,27%, a 2.812,92 pontos.
Na Oceania, a bolsa australianao S&P/ASX 200 avançou 0,70% em Sydney, a 8.785,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,42% em Wellington a 13.115,08 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve queda de 0,64% em Moscou a 2.603,61 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,41% em Bombaim a 74.346,17 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Dólar comercial: R$ 5,0665
Dólar turismo: R$ 5,2740
Euro comercial: R$ 5,876
Libra: R$ 6,818
Dólar tem alta firme antes de feriado no Brasil em dia de tensão no Oriente Médio
O dólar fechou a quarta-feira pré-feriado em alta firme ante o real, acompanhando o avanço da moeda norte-americana ante outras divisas no exterior após novos ataques de EUA e Irã no Oriente Médio.
Entre as moedas negociadas globalmente, o real foi a que teve pior desempenho, com as cotações refletindo também a busca pela segurança do dólar antes do feriado de Corpus Christi e o mal-estar com a nova ameaça tarifária ao Brasil. O dólar à vista encerrou com alta de 1,12%, aos R$5,0661. No ano, passou a acumular baixa de 7,70% ante o real. Às 17h05, o dólar futuro para julho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 1,12% na B3, aos R$5,0975.
Os EUA dispararam um míssil na terça-feira contra um navio-tanque que se dirigia ao Irã, enquanto as forças iranianas lançaram dois mísseis contra o Kuweit e três contra o Barein, que não atingiram seus alvos, conforme fontes norte-americanas. As dúvidas sobre um possível acordo entre Irã e EUA deram força ao dólar ante quase todas as demais divisas, incluindo pares do real como o peso chileno, o rand sul-africano e a rupia indiana.
No Brasil, as cotações aceleraram à tarde em meio ao noticiário sobre as tarifas comerciais. Após o Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR) defender uma cobrança de 25% sobre várias exportações brasileiras, o órgão propôs uma tarifa adicional de 10% ou 12,5% sobre vários países, incluindo o Brasil, por falhas no combate ao trabalho forçado. No caso brasileiro, a tarifa seria de 12,5%.
Ainda que as tarifas ainda precisem de aprovação, a percepção mais geral entre os agentes foi negativa, poucos dias depois de os EUA também designarem o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
Após marcar a cotação mínima de R$5,0119 (+0,04%) às 9h03, o dólar à vista atingiu a máxima de R$5,0917 (+1,63%) às 15h38, com os investidores se posicionando antes do feriado de quinta-feira, quando o mercado brasileiro estará fechado.
Durante a sessão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar o anúncio de tarifas, após ter lançado na véspera uma ofensiva para colar na família Bolsonaro a culpa pela deterioração das relações entre Brasil e EUA.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por golpe de Estado, é atualmente visto como o principal adversário de Lula na disputa pelo Planalto. Os anúncios sobre as organizações criminosas e sobre as novas tarifas ocorreram após encontro recente de Flávio com Trump, em Washington. À tarde, o Banco Central informou que o Brasil registrou fluxo cambial total positivo de US$743 milhões em maio.
Ibovespa fecha em forte queda com aversão a risco global
O Ibovespa fechou em forte queda nesta quarta-feira, embalado pela maior aversão aos ativos de risco nos mercados globais após novos ataques envolvendo os Estados Unidos e o Irã no Oriente Médio, pressionando os preços do petróleo e as perspectivas para a inflação.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 2,22%, a 170.330,63 pontos, após marcar 170.007,55 na mínima e 174.192,19 na máxima do dia. O volume financeiro somou R$28,52 bilhões.
As ações de Wall Street recuaram nesta quarta-feira
S&P 500 perdeu 0,74%, encerrando em 7.555,67 pontos,
Nasdaq Composite caiu 0,85%, para 26.862,93 pontos.
O Dow Jones Industrial Average recuou 1,13%, para 50.725,95 pontos.
As bolsas da Europa fecharam majoritariamente em queda
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,40%, a 10.332,30 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 1,24%, a 24.811,63 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,71%, a 8.150,42 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,07%, a 50.038,16 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,39%, a 18.201,20 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,46%, a 8.999,30 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta
O índice Nikkei avançou 2,5% em Tóquio, para o nível inédito de 68.402,13 pontos.
Taiex subiu 1,98% em Taiwan, a 46.459,16 pontos.
Hang Seng caiu 1,56% em Hong Kong, a 25.633,31 pontos.
Em Seul, não houve pregão devido às eleições locais na Coreia do Sul.
Na China continental, o Xangai Composto avançou 0,22%, a 4.083,97 pontos,
menos abrangente Shenzhen Composto subiu 0,27%, a 2.812,92 pontos.
Na Oceania, a bolsa australianao S&P/ASX 200 avançou 0,70% em Sydney, a 8.785,70 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,42% em Wellington a 13.115,08 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve queda de 0,64% em Moscou a 2.603,61 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,41% em Bombaim a 74.346,17 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Mercado financeiro Bolsas dos E.U.A: 03/06/26
As ações de Wall Street recuaram nesta quarta-feira uma vez que o aumento das tensões no Oriente Médio e o aumento dos preços do petróleo alimentaram o nervosismo com a inflação e convenceram os investidores a realizar alguns lucros.
Todos os três principais índices acionários dos EUA fecharam em território negativo, arrastados para baixo pelos setores financeiro e de tecnologia , com o Russell 2000 de pequena capitalização apresentando desempenho inferior ao de suas contrapartes de maior capitalização.
Os papéis de chips avançaram, indicando que o entusiasmo com a inteligência artificial segue vivo e bem. Ainda assim, a maior parte da Sete Magníficas relacionadas à IA estava em baixa.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 0,74%, encerrando em 7.555,67 pontos, enquanto o Nasdaq Composite caiu 0,85%, para 26.862,93 pontos. O Dow Jones Industrial Average recuou 1,13%, para 50.725,95 pontos.
O temor de inflação mais elevada nos Estados Unidos voltou a ‘assombrar’ os investidores e a derrubar os índices em Wall Street, em meio a escalada das tensões no Oriente Médio e dados de emprego mais fortes do que o esperado.O mercado passou a precificar menos chances de um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã após novas declarações do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
Em entrevista à CNBC, Netanyahu afirmou que embora ele e o [presidente norte-americano Donald] Trump possam ter “divergências táticas” sobre como lidar com a guerra, eles “concordam em muitas coisas”. Segundo ele, Trump já afirmou que “haverá um retorno em grande escalada à ação militar se necessário” e que o Irã “sabe disso”.
“E o Irã certamente sabe o que [Trump] disse, que se necessário, haverá um retorno em grande escala à ação militar”, disse Netanyahu. “É uma decisão do presidente, Israel está pronto e as forças americanas estão prontas.”
Mais cedo, Trump disse, em entrevista ao ao podcast “Pod Force One”, que o Irã concordou em não ter armas nucleares e que provavelmente se encontraria com o líder supremo Mojtaba Khamenei em algum momento, se as coisas “correrem bem”.
Na noite de ontem, os EUA bombardearam um alvo militar no Estreito de Ormuz em resposta ao Irã, que lançou mísseis contra o Kuwait e o Bahrein. Teerã condenou as ações e afirmou que está realizando ataques de autodefesa.Os dados do mercado de trabalho também dividiram as atenções dos investidores.
Pela manhã, o relatório ADP mostrou a criação de 122.000 postos de trabalho no setor privado em maio, após 105.000 em abril em dado revisado para baixo, acima do esperado. O economistas consultados pela Reuters previam criação de 117.000 vagas, depois de 109.000 em abril conforme relatado anteriormente.
O Livro Bege, divulgado pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA), também apontou que a contratação no setor manufatureiro foi o principal destaque em vários distritos, impulsionada por atividades relacionadas à defesa e pelo aumento da demanda por data centers.Com os dados, os rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano, os Treasuries, avançaram em meio a leitura de juros elevados por mais tempo.
Perto do fechamento, a ferramenta FedWatch, do CME Group, apontava 58,4% de chance de o Fed elevar os juros em dezembro deste ano. Para a próxima decisão de política monetária, no final deste mês, a aposta majoritária (98,4%) é de manutenção dos juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano.
Agora, a expectativa é para o relatório oficial de empregos, o payroll, de maio, que será divulgado na próxima sexta-feira (5).
Segundo a pesquisa da Reuters com economistas, a economia dos EUA deve ter aberto 85.000 postos de trabalho fora do setor agrícola em maio, depois de 115.000 em abril. A projeção é de que a taxa de desemprego se mantenha em 4,3%.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
Todos os três principais índices acionários dos EUA fecharam em território negativo, arrastados para baixo pelos setores financeiro e de tecnologia , com o Russell 2000 de pequena capitalização apresentando desempenho inferior ao de suas contrapartes de maior capitalização.
Os papéis de chips avançaram, indicando que o entusiasmo com a inteligência artificial segue vivo e bem. Ainda assim, a maior parte da Sete Magníficas relacionadas à IA estava em baixa.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 0,74%, encerrando em 7.555,67 pontos, enquanto o Nasdaq Composite caiu 0,85%, para 26.862,93 pontos. O Dow Jones Industrial Average recuou 1,13%, para 50.725,95 pontos.
O temor de inflação mais elevada nos Estados Unidos voltou a ‘assombrar’ os investidores e a derrubar os índices em Wall Street, em meio a escalada das tensões no Oriente Médio e dados de emprego mais fortes do que o esperado.O mercado passou a precificar menos chances de um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã após novas declarações do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
Em entrevista à CNBC, Netanyahu afirmou que embora ele e o [presidente norte-americano Donald] Trump possam ter “divergências táticas” sobre como lidar com a guerra, eles “concordam em muitas coisas”. Segundo ele, Trump já afirmou que “haverá um retorno em grande escalada à ação militar se necessário” e que o Irã “sabe disso”.
“E o Irã certamente sabe o que [Trump] disse, que se necessário, haverá um retorno em grande escala à ação militar”, disse Netanyahu. “É uma decisão do presidente, Israel está pronto e as forças americanas estão prontas.”
Mais cedo, Trump disse, em entrevista ao ao podcast “Pod Force One”, que o Irã concordou em não ter armas nucleares e que provavelmente se encontraria com o líder supremo Mojtaba Khamenei em algum momento, se as coisas “correrem bem”.
Na noite de ontem, os EUA bombardearam um alvo militar no Estreito de Ormuz em resposta ao Irã, que lançou mísseis contra o Kuwait e o Bahrein. Teerã condenou as ações e afirmou que está realizando ataques de autodefesa.Os dados do mercado de trabalho também dividiram as atenções dos investidores.
Pela manhã, o relatório ADP mostrou a criação de 122.000 postos de trabalho no setor privado em maio, após 105.000 em abril em dado revisado para baixo, acima do esperado. O economistas consultados pela Reuters previam criação de 117.000 vagas, depois de 109.000 em abril conforme relatado anteriormente.
O Livro Bege, divulgado pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA), também apontou que a contratação no setor manufatureiro foi o principal destaque em vários distritos, impulsionada por atividades relacionadas à defesa e pelo aumento da demanda por data centers.Com os dados, os rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano, os Treasuries, avançaram em meio a leitura de juros elevados por mais tempo.
Perto do fechamento, a ferramenta FedWatch, do CME Group, apontava 58,4% de chance de o Fed elevar os juros em dezembro deste ano. Para a próxima decisão de política monetária, no final deste mês, a aposta majoritária (98,4%) é de manutenção dos juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano.
Agora, a expectativa é para o relatório oficial de empregos, o payroll, de maio, que será divulgado na próxima sexta-feira (5).
Segundo a pesquisa da Reuters com economistas, a economia dos EUA deve ter aberto 85.000 postos de trabalho fora do setor agrícola em maio, depois de 115.000 em abril. A projeção é de que a taxa de desemprego se mantenha em 4,3%.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
A Queda 2: Sequência ganha pôster e anuncia trailer
A Queda 2, sequência do suspense que virou hit no cinema e no streaming, ganhou um pôster e divulgou que seu primeiro trailer será lançado nesta quinta, 4 de junho.
O elenco é liderado por Harriet Slater (Outlander: Sangue do meu Sangue), Arsema Thomas (Queen Charlotte: A Bridgerton Story) e Tom Brittney (Grantchester).
“Arrasada pela morte de sua irmã Hunter, Jax (Slater) se conecta com Luce (Thomas), a amiga destemida de Hunter. Para se recuperar, eles tentam a infame caminhada de prancha do Monte Kwan, na Tailândia. Depois que um deslizamento repentino de rochas os deixa presos em uma prancha frágil a 910 metros de altura, Jax precisa confrontar seus medos mais profundos e lutar pela sobrevivência para encontrar uma solução”.
A Queda 2 tem data de estreia marcada para 6 de agosto de 2026 no Brasil.
O elenco é liderado por Harriet Slater (Outlander: Sangue do meu Sangue), Arsema Thomas (Queen Charlotte: A Bridgerton Story) e Tom Brittney (Grantchester).
“Arrasada pela morte de sua irmã Hunter, Jax (Slater) se conecta com Luce (Thomas), a amiga destemida de Hunter. Para se recuperar, eles tentam a infame caminhada de prancha do Monte Kwan, na Tailândia. Depois que um deslizamento repentino de rochas os deixa presos em uma prancha frágil a 910 metros de altura, Jax precisa confrontar seus medos mais profundos e lutar pela sobrevivência para encontrar uma solução”.
A Queda 2 tem data de estreia marcada para 6 de agosto de 2026 no Brasil.
A Odisseia ganha pôster inédito e anuncia pré-venda de ingressos
Para anunciar a pré-venda de ingressos (por enquanto apenas nos EUA) para IMAX e outros formatos de grande tela, a Universal Pictures divulgou um novo pôster de A Odisseia, o novo épico de Christopher Nolan.
Vale lembrar que ingressos para sessões em IMAX 70mm foram vendidos um ano antes da estreia do filme e esgotaram em um dia. Haverá novas salas nessa segunda leva, assim como ingressos de IMAX em outros formatos.
No momento, a Universal do Brasil não anunciou a pré-venda de ingressos da A Odisseia.
O filme é mais uma adaptação do clássico poema heroico de Homero, uma continuação de Ilíada que conta a história de Odisseu (Ulisses em algumas traduções), tentando por 10 anos retornar para casa em Ítaca após a vitória na guerra de Troia. Irado, o deus dos mares, Poseidon, faz de tudo para impedir que ele volte à sua esposa, Penélope.
A Odisseia chega aos cinemas em 16 de julho de 2026.
Vale lembrar que ingressos para sessões em IMAX 70mm foram vendidos um ano antes da estreia do filme e esgotaram em um dia. Haverá novas salas nessa segunda leva, assim como ingressos de IMAX em outros formatos.
No momento, a Universal do Brasil não anunciou a pré-venda de ingressos da A Odisseia.
O filme é mais uma adaptação do clássico poema heroico de Homero, uma continuação de Ilíada que conta a história de Odisseu (Ulisses em algumas traduções), tentando por 10 anos retornar para casa em Ítaca após a vitória na guerra de Troia. Irado, o deus dos mares, Poseidon, faz de tudo para impedir que ele volte à sua esposa, Penélope.
A Odisseia chega aos cinemas em 16 de julho de 2026.
Mestres do Universo tem cena pós-créditos?
Mestres do Universo (2026) chega aos cinemas nesta semana. Se você pretende assistir, certamente quer saber se há alguma cena pós-créditos no longa. Bem, veio ao lugar certo para encontrar a resposta.
Sim, há cena pós-créditos no filme do He-Man. Na verdade, não é apenas uma, mas três!
A primeira é curta e vem logo antes da sequência de créditos finais. A próxima é a mais longa e aparece no meio dos créditos. A última, por sua vez, é exibida depois que todas as letras param de rolar na tela. Portanto, não saia antes do finalzinho se quiser ver tudo.
Mestres do Universo (2026) chega aos cinemas nesta quinta-feira, 4 de junho. A trama apresenta uma nova história de origem para He-Man, que agora será retratado como um alienígena exilado na Terra que busca, a todo custo, retornar para o seu verdadeiro lar: Eternia.
Sim, há cena pós-créditos no filme do He-Man. Na verdade, não é apenas uma, mas três!
A primeira é curta e vem logo antes da sequência de créditos finais. A próxima é a mais longa e aparece no meio dos créditos. A última, por sua vez, é exibida depois que todas as letras param de rolar na tela. Portanto, não saia antes do finalzinho se quiser ver tudo.
Mestres do Universo (2026) chega aos cinemas nesta quinta-feira, 4 de junho. A trama apresenta uma nova história de origem para He-Man, que agora será retratado como um alienígena exilado na Terra que busca, a todo custo, retornar para o seu verdadeiro lar: Eternia.
Cinemas Os lançamentos da semana: 04 a 10/06/26
Nesta semana, Mestres do Universo, Todo mundo em pânico, Dolores, estão entre as principais estreias dos cinemas brasileiros. Em suma, as duas novas produções devem ocupar grande parte das telonas do país nos próximos dias.
Vale destacar que os demais filmes que chegam ao país têm um número de salas reduzidas e, por essa razão, devem chegar apenas às principais capitais.
Lembrando que as estreias da semana nos cinemas estão sempre sujeitas a alterações e os filmes previstos para a exibição podem mudar dependendo do dia.
Mestres do Universo
Título original: Masters of the Universe
Distribuição: Sony
País: Estados Unidos
Gênero: aventura
Duração: 134 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Travis Knight
Elenco: Nicholas Galitzine, Jared Leto, Alison Brie
Sinopse
Após ficarem separados por 15 anos, a Espada do Poder conduz o Príncipe Adam de volta a Eternia, onde ele descobre seu lar devastado sob o domínio perverso de Esqueleto. Para salvar sua família e seu mundo, Adam precisa unir forças com os aliados mais próximos e aceitar seu verdadeiro destino como He-Man — o homem mais poderoso do universo.
Título original: Scary movie 6
Distribuição: Paramount Pictures
País: Estados Unidos
Gênero: comédia
Classificação: 18 anos
Direção: Michael Tiddes
Elenco: Anna Faris, Regina Hall, Marlon Wayans
Sinopse
Mais de 25 anos depois de escaparem de um assassino mascarado muito familiar, o quarteto formado por Shorty, Ray, Cindy e Brenda está novamente na mira do criminoso e nenhuma franquia de terror está a salvo.
Distribuição: California Filmes
País: Brasil
Gênero: drama
Duração: 84 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Maria Clara Escobar, Marcelo Gomes
Elenco: Carla Ribas, Naruna Costa, Ariane Aparecida
Sinopse
Às vésperas de completar 65 anos, Dolores tem uma premonição: sua vida vai mudar e ela será dona de um cassino de sucesso. Mas seu passado de vício em jogo pode jogar contra ela. Deborah, sua única filha, espera a saída do namorado da prisão para começar uma nova vida, enquanto Duda, neta de Dolores, se agarra a uma oportunidade de trabalhar nos Estados Unidos.
Título original: Regarde
Distribuição: Autoral Filmes
País: França
Gênero: drama
Duração: 91 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Emmanuel Poulain-Arnaud
Elenco: Audrey Fleurot, Dany Boon, Ewan Bourdelles
Sinopse
Desde o divórcio, Chris e Antoine parecem não concordar em nada, exceto no amor pelo filho de 15 anos, Milo, cujo mundo gira em torno do surfe e de sua paixão de verão, Nina. Prestes a ir passar férias na casa de praia do avô, Milo recebe o diagnóstico de um problema de visão que pode levá-lo à cegueira em breve.
Título original: 100 nights of Hero
Distribuição: Paris
País: Reino Unido
Gênero: drama, fantasia
Duração: 91 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Julia Jackman
Elenco: Maika Monroe, Emma Corrin, Nicholas Galitzine
Sinopse
Quando um hóspede encantador chega a um castelo isolado, a delicada dinâmica entre um marido negligente, sua inocente noiva Cherry e a dedicada criada Hero vira um caos.
Distribuição: Filmicca
País: Brasil
Gênero: suspense, fantasia
Duração: 82 minutos
Classificação: 16 anos
Direção: Matheus Marchetti
Elenco: Giuliano Garutti, Lucas Bocalon, Henrique Natálio
Sinopse
Um garoto do interior se perde na madrugada da cidade grande, passando por uma série de encontros sexuais progressivamente bizarros, enquanto um assassino espreita pelas sombras da metrópole.
Título original: Leurs enfants après eux
Distribuição: Imovision
País: França
Gênero: drama
Duração: 140 minutos
Classificação: 18 anos
Direção: Ludovic Boukherma, Zoran Boukherma
Elenco: Paul Kircher, Angelina Woreth, Sayyid El Alami
Sinopse
No verão de 1992, no leste da França, Anthony, de 14 anos, vive o impacto do primeiro amor e o fim da infância. Mas a chegada de Hacine, um jovem rebelde, e o roubo de uma motocicleta mudam completamente o rumo de sua vida. Ao longo de quatro verões, os destinos de Anthony, Steph e Hacine se cruzam em meio a conflitos, descobertas e tentativas de amor.
Título original: Alpha
Distribuição: O2 Play
País: França, Bélgica
Gênero: drama
Duração: 128 minutos
Classificação: 18 anos
Direção: Julia Ducournau
Elenco: Mélissa Boros, Tahar Rahim, Golshifteh Farahani
Sinopse
Nos anos 1980, a adolescente Alpha passa a ser rejeitada pelos colegas de escola após rumores de que estaria infectada por uma nova doença.
Título original: The president's cake
Distribuição: Kajá Filmes
País: Iraque, Catar, Estados Unidos
Gênero: drama
Duração: 105 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Hasan Hadi
Elenco: Baneen Ahmed Nayyef, Sajad Mohamad Qasem, Waheed Thabet Khreibat
Sinopse
Nos anos 1990, no Iraque, Lamia, de 9 anos, é escolhida para preparar um bolo em comemoração ao aniversário do presidente. Em uma paisagem de medo e escassez, onde ingredientes básicos são praticamente impossíveis de encontrar, Lamia parte em uma jornada pela cidade grande em busca de ovos, farinha e açúcar.
Distribuição: Retrato Filmes
País: Brasil
Gênero: animação
Duração: 73 minutos
Classificação: 10 anos
Direção: Ale McHaddo
Sinopse
Um grupo de aventureiros do sertão brasileiro foge do temido Cabra da Peste ao conseguir os planos de uma máquina do tempo, mas uma perseguição os separa entre passado e futuro.
Título original: The Amazing Digital Circus: The last act
Distribuição: Cinemark
País: Estados Unidos, Austrália
Gênero: animação
Duração: 93 minutos
Classificação: 12 anos
Direção: Gooseworx
Sinopse
Últimos dois episódios da websérie de animação surrealista sobre seis humanos aprisionados em um universo virtual com tema de circo.
Vale destacar que os demais filmes que chegam ao país têm um número de salas reduzidas e, por essa razão, devem chegar apenas às principais capitais.
Lembrando que as estreias da semana nos cinemas estão sempre sujeitas a alterações e os filmes previstos para a exibição podem mudar dependendo do dia.
Mestres do Universo
Título original: Masters of the Universe
Distribuição: Sony
País: Estados Unidos
Gênero: aventura
Duração: 134 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Travis Knight
Elenco: Nicholas Galitzine, Jared Leto, Alison Brie
Sinopse
Após ficarem separados por 15 anos, a Espada do Poder conduz o Príncipe Adam de volta a Eternia, onde ele descobre seu lar devastado sob o domínio perverso de Esqueleto. Para salvar sua família e seu mundo, Adam precisa unir forças com os aliados mais próximos e aceitar seu verdadeiro destino como He-Man — o homem mais poderoso do universo.
Todo mundo em pânico
Título original: Scary movie 6
Distribuição: Paramount Pictures
País: Estados Unidos
Gênero: comédia
Classificação: 18 anos
Direção: Michael Tiddes
Elenco: Anna Faris, Regina Hall, Marlon Wayans
Sinopse
Mais de 25 anos depois de escaparem de um assassino mascarado muito familiar, o quarteto formado por Shorty, Ray, Cindy e Brenda está novamente na mira do criminoso e nenhuma franquia de terror está a salvo.
Dolores
Distribuição: California Filmes
País: Brasil
Gênero: drama
Duração: 84 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Maria Clara Escobar, Marcelo Gomes
Elenco: Carla Ribas, Naruna Costa, Ariane Aparecida
Sinopse
Às vésperas de completar 65 anos, Dolores tem uma premonição: sua vida vai mudar e ela será dona de um cassino de sucesso. Mas seu passado de vício em jogo pode jogar contra ela. Deborah, sua única filha, espera a saída do namorado da prisão para começar uma nova vida, enquanto Duda, neta de Dolores, se agarra a uma oportunidade de trabalhar nos Estados Unidos.
Olhe o mar
Título original: Regarde
Distribuição: Autoral Filmes
País: França
Gênero: drama
Duração: 91 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Emmanuel Poulain-Arnaud
Elenco: Audrey Fleurot, Dany Boon, Ewan Bourdelles
Sinopse
Desde o divórcio, Chris e Antoine parecem não concordar em nada, exceto no amor pelo filho de 15 anos, Milo, cujo mundo gira em torno do surfe e de sua paixão de verão, Nina. Prestes a ir passar férias na casa de praia do avô, Milo recebe o diagnóstico de um problema de visão que pode levá-lo à cegueira em breve.
100 noites de desejo
Título original: 100 nights of Hero
Distribuição: Paris
País: Reino Unido
Gênero: drama, fantasia
Duração: 91 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Julia Jackman
Elenco: Maika Monroe, Emma Corrin, Nicholas Galitzine
Sinopse
Quando um hóspede encantador chega a um castelo isolado, a delicada dinâmica entre um marido negligente, sua inocente noiva Cherry e a dedicada criada Hero vira um caos.
Labirinto dos garotos perdidos
Distribuição: Filmicca
País: Brasil
Gênero: suspense, fantasia
Duração: 82 minutos
Classificação: 16 anos
Direção: Matheus Marchetti
Elenco: Giuliano Garutti, Lucas Bocalon, Henrique Natálio
Sinopse
Um garoto do interior se perde na madrugada da cidade grande, passando por uma série de encontros sexuais progressivamente bizarros, enquanto um assassino espreita pelas sombras da metrópole.
E seus filhos depois deles
Título original: Leurs enfants après eux
Distribuição: Imovision
País: França
Gênero: drama
Duração: 140 minutos
Classificação: 18 anos
Direção: Ludovic Boukherma, Zoran Boukherma
Elenco: Paul Kircher, Angelina Woreth, Sayyid El Alami
Sinopse
No verão de 1992, no leste da França, Anthony, de 14 anos, vive o impacto do primeiro amor e o fim da infância. Mas a chegada de Hacine, um jovem rebelde, e o roubo de uma motocicleta mudam completamente o rumo de sua vida. Ao longo de quatro verões, os destinos de Anthony, Steph e Hacine se cruzam em meio a conflitos, descobertas e tentativas de amor.
Alpha
Título original: Alpha
Distribuição: O2 Play
País: França, Bélgica
Gênero: drama
Duração: 128 minutos
Classificação: 18 anos
Direção: Julia Ducournau
Elenco: Mélissa Boros, Tahar Rahim, Golshifteh Farahani
Sinopse
Nos anos 1980, a adolescente Alpha passa a ser rejeitada pelos colegas de escola após rumores de que estaria infectada por uma nova doença.
O bolo do presidente
Título original: The president's cake
Distribuição: Kajá Filmes
País: Iraque, Catar, Estados Unidos
Gênero: drama
Duração: 105 minutos
Classificação: 14 anos
Direção: Hasan Hadi
Elenco: Baneen Ahmed Nayyef, Sajad Mohamad Qasem, Waheed Thabet Khreibat
Sinopse
Nos anos 1990, no Iraque, Lamia, de 9 anos, é escolhida para preparar um bolo em comemoração ao aniversário do presidente. Em uma paisagem de medo e escassez, onde ingredientes básicos são praticamente impossíveis de encontrar, Lamia parte em uma jornada pela cidade grande em busca de ovos, farinha e açúcar.
Cordélicos - A origem do Cabra da Peste
Distribuição: Retrato Filmes
País: Brasil
Gênero: animação
Duração: 73 minutos
Classificação: 10 anos
Direção: Ale McHaddo
Sinopse
Um grupo de aventureiros do sertão brasileiro foge do temido Cabra da Peste ao conseguir os planos de uma máquina do tempo, mas uma perseguição os separa entre passado e futuro.
The Amazing Digital Circus: O último ato
Título original: The Amazing Digital Circus: The last act
Distribuição: Cinemark
País: Estados Unidos, Austrália
Gênero: animação
Duração: 93 minutos
Classificação: 12 anos
Direção: Gooseworx
Sinopse
Últimos dois episódios da websérie de animação surrealista sobre seis humanos aprisionados em um universo virtual com tema de circo.
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