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terça-feira, 13 de outubro de 2026

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 13/10/26

Bitcoin: R$ 420.030,50 Reais e US$ 83.343,15 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,020
Dólar turismo: R$ 5,216
Euro comercial: R$ 5,621
Libra: R$ 6,663

Dólar fecha em alta com pesquisas mostrando empate técnico entre Flávio e Lula

O dólar fechou a terça-feira pós-feriado no Brasil em alta, depois de novos dados da corrida presidencial indicarem empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto no exterior a moeda norte-americana cedeu ante boa parte das demais divisas.

O dólar à vista encerrou a sessão com elevação de 0,74%, a R$5,0227. No ano, a divisa passou a acumular baixa de 8,50%. Às 17h15, o dólar futuro para novembro -- o mais negociado no Brasil -- subia 0,56% na B3, aos R$5,0400.

A nova pesquisa BTG/Nexus mostrou pela manhã Flávio com 48% das intenções de voto no segundo turno, contra 45% de Lula. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, os dois estão em empate técnico. O percentual de eleitores que não pretendem votar ou que votarão em branco ou nulo está em 5%. O levantamento foi realizado entre 10 e 12 de outubro.

Essa foi a primeira pesquisa realizada pela Nexus após o primeiro turno, quando Flávio ficou 1,87 ponto percentual à frente de Lula. Na pesquisa PoderData/Aya, também divulgada nesta terça-feira, Flávio obteve 51% e Lula somou 49%, empatados dentro da margem de erro de 1,8 ponto percentual. O segundo turno eleitoral acontece em 25 de outubro.

No mercado, boa parte dos agentes considera que, com Flávio no Planalto, crescem as chances de um maior controle das contas públicas -- ainda que o candidato e seus porta-vozes econômicos não tenham apresentado propostas concretas de ajuste. No limite, o equilíbrio das contas públicas abriria espaço para juros mais baixos, o que se refletiu na semana passada na redução de prêmios na curva de DIs (Depósitos Interfinanceiros) e no recuo do dólar ante o real. Nesta terça-feira, porém, o dólar se manteve em alta, na esteira dos números sobre a corrida eleitoral.

“Ontem o dólar subiu lá fora, então hoje houve um ajuste técnico de alta na abertura da sessão no Brasil. Mas depois também surgiram as pesquisas, que assustaram o mercado”, comentou o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik. “Então, foi mais o ‘trade eleitoral’ que fez com que o dólar subisse ante o real”, acrescentou.

O movimento esteve na contramão do exterior, onde a moeda norte-americana recuou ante divisas fortes como o iene, o euro e a libra. O dólar também cedeu ante divisas de emergentes como a rupia indiana, o peso colombiano e o rand sul-africano, mas avançou ante o peso mexicano.

Às 17h05, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,34%, a 102,190. No fim da manhã, por conta de um problema técnico, o Banco Central cancelou o leilão regular de rolagem de swap cambial com oferta de 50.000 contratos para 3 de novembro.

Ibovespa fecha em queda com correção e pesquisas eleitorais no radar

O Ibovespa encerrou a terça-feira em queda firme, após uma ⁠sessão marcada ‌por realização de lucros ‌depois dos ‌recordes históricos ⁠da semana anterior, ao mesmo tempo em que investidores avaliaram as ‌últimas pesquisas ‌eleitorais sobre ⁠a ⁠disputa presidencial.

Índice de ⁠referência do ‌mercado ‌acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,08%, a ⁠206.804,23 pontos, de acordo com dados preliminares, ‌após marcar 206.146,15 na mínima e ⁠209.071,98 na máxima do dia.O volume financeiro no pregão desta terça-feira somava R$40,53 bilhões antes dos ajustes finais. 

As bolsas dos Estados Unidos fecharam em queda

Dow Jones caiu 0,35% (51.670,10 pontos);
S&P 500 recuou 0,02% (7.805,45 pontos);
Nasdaq teve queda de 0,15% (27.204,38 pontos).

As bolsas asiáticas encerraram sem uma tendência definida.

O Kospi, recuou 5,46% em Seul, para 6.035,35 pontos.
Nikkei caiu 1,82% em Tóquio, para 67.777,52 pontos, na volta de um feriado no Japão.
Taiex recuou 1,95% em Taiwan, para 48.341,31 pontos.
Hang Seng avançou 0,30% em Hong Kong, para 24.345,22 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto subiu 0,10%, para 3.800,86 pontos,
 e o Shenzhen Composto avançou 0,08%, para 2.329,11 pontos.

Na Austrália, o S&P/ASX 200, teve alta de 0,0080% em Sydney a 8.783,90 pontos.
Na Nova Zelândia, o S&P/NZX 50, teve baixa de 0,56% em Wellington a 13.749,60 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve alta de 1,07% em Moscou a 2.419,38 pontos.
Na Índia, o BSE Sensex 30, teve alta de 1,54% em Bombaim a 73.033,78 pontos.

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,06%, a 10.650,33 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,10%, a 25.251,15 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 recuou de 0,07%, a 7.827,63 pontos. 

Em Milão, o FTSE MIB subiu 0,04%, a 50.057,18 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,38%, a 19.211,80 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 teve alta de 0,73%, a 9.379,79 pontos. 

Fontes: Dow Jones Newswires.

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