Bitcoin: R$ 405.234,50 Reais e US$ 78.690,55 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,1513
Dólar turismo: R$ 5,3531
Euro comercial: R$ 6,003
Libra: R$ 7,013
Dólar tem leve alta no Brasil após divulgação de dados econômicos dos EUA
O dólar fechou a quarta-feira com leve alta no Brasil e novamente acima dos R$5,15, acompanhando o fortalecimento da moeda norte-americana no exterior após a divulgação de novos dados sobre a economia dos Estados Unidos.
O dólar à vista fechou o dia com alta de 0,23%, aos R$5,1533. No ano, a divisa passou a acumular baixa de 6,12%. Às 17h03, o dólar futuro para setembro -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- subia 0,06% na B3, aos R$5,1570.
O Departamento de Comércio dos EUA informou pela manhã que o índice de inflação PCE -- bastante observado pelo Federal Reserve em sua política monetária -- subiu 0,2% em julho, após cair 0,1% em junho. Nos 12 meses até julho, o índice subiu 3,7%, repetindo a taxa de junho, mas superando a previsão de 3,6%.
O núcleo do PCE subiu 0,2% em julho, em linha com o esperado. Já o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre nos EUA cresceu 1,5%, também em linha com as expectativas. Na esteira dos números de inflação, os rendimentos dos Treasuries ganharam força, assim como o dólar ante boa parte das demais divisas, em meio à avaliação de que o Fed pode ser levado a subir juros no curto prazo para conter a alta de preços.
No mercado de câmbio brasileiro, isso se materializou no avanço do dólar ante o real. Após marcar a cotação mínima intradia de R$5,1394 (-0,04%) às 9h06, antes da divulgação dos dados norte-americanos, o dólar à vista atingiu a máxima de R$5,1673 (+0,50%) às 12h52, já depois dos números.
O fortalecimento do dólar ante o real esteve em sintonia com o avanço da moeda norte-americana ante outras divisas de emergentes, como o peso colombiano e o peso chileno. A moeda norte-americana também avançou ante divisas fortes como o euro e a libra. Às 17h09, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,24%, a 99,148.
No início do dia, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA-15, considerado uma prévia da inflação oficial, cedeu 0,40% em agosto, após ter subido 0,06% em julho. A deflação no mês foi maior que o recuo de 0,30% esperado pelo mercado, conforme pesquisa.
A abertura do indicador, no entanto, não trouxe números tão favoráveis, com aceleração de preços em algumas métricas de serviços e na média dos núcleos de inflação. No fim da manhã, o Banco Central vendeu 60.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de setembro. À tarde, o BC informou que o Brasil registrou fluxo cambial total negativo de US$2,552 bilhões em agosto até o dia 21.
Ibovespa perde fôlego e fecha quase estável após superar 176 mil pontos
O Ibovespa fechou praticamente estável nesta quarta-feira, perdendo o fôlego após superar os 176 mil pontos no melhor momento do dia, em meio a um ambiente de incertezas que ainda mina o apetite a risco na bolsa paulista.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa terminou com acréscimo de 0,01%, a 174.586,26 pontos, após ajustes. Mesmo que marginal, a variação assegurou o sexto fechamento seguido com sinal positivo. Na máxima do dia, o Ibovespa chegou a 176.296,49 pontos. Na mínima, marcou 174.208,48 pontos. O volume financeiro somou R$29,8 bilhões.
Dados da B3 sobre a movimentação de estrangeiros na bolsa mostram alguma trégua na pressão vendedora em agosto, com entrada líquida no último dia 24, de R$69 milhões. No pregão anterior, na sexta-feira, as compras superaram as vendas em R$1,76 bilhão. Para o especialista em investimentos Marcos Bassani, sócio-fundador da Boa Brasil Capital, trata-se de um fluxo bem pontual, pois "investidores ainda aguardam o fim da guerra (no Oriente Médio) e a definição da eleição presidencial". No mês, o saldo de capital externo na bolsa segue negativo em R$21,37 bilhões.
Os principais índices de Wall Street fecharam em leve queda
O Dow Jones Industrial Average caiu 0,21%, para 53.463,88 pontos,
S&P 500 teve variação negativa de 0,02%, para 7.675,70 pontos,
Nasdaq Composite recuou 0,08%, para 26.130,20 pontos.
As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,07%, a 10.878,12 pontos.
Em Frankfurt, o DAX ganhou 0,19%, a 26.315,91 pontos.
Em Paris, o CAC 40 subiu 0,27%, a 8.462,39 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,31%, a 52.882,99 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 0,04%, a 20.063,87 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,01%, a 9.446,39 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam em alta
O índice japonês Nikkei subiu 0,62% em Tóquio, para 66.262,16 pontos.
O sul-coreano Kospi avançou 0,97% em Seul, para 6.808,21 pontos.
Em Hong Kong, o Hang Seng teve ganho de 0,56%, para 25.652,97 pontos.
Taiwan, o Taiex encerrou o pregão em alta de 1,47%, para 45.832,62 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto avançou 0,59%, para 3.912,52 pontos,
Shenzhen Composto subiu 0,50%, para 2.517,87 pontos.
Na Austrália o índice S&P/ASX 200 terminou em baixa de 0,40% em Sydney, para 9.127,80 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,15% em Wellington a 14.013,21 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,82% em Moscou a 2.078,56 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,24% em Bombaim a 77.472,94 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
