Bitcoin: R$ 327.987,00 Reais e US$ 63.822,60 Dólares.
Dólar comercial: R$ 5,1216
Dólar turismo: R$ 5,3255
Euro comercial: R$ 5,832
Libra: R$ 6,825
Dólar fecha em leve alta no Brasil com Fed no foco
O dólar fechou a terça-feira em leve alta ante o real, com os agentes assumindo uma posição de cautela às vésperas da decisão de juros do Federal Reserve, que será anunciada quarta-feira, em meio a mais uma sessão de recuo do petróleo no exterior.
O dólar à vista encerrou o dia com variação positiva de 0,17%, aos R$5,1219. Às 17h45, o dólar futuro para agosto -- atualmente o mais negociado no mercado brasileiro -- subia 0,08% na B3, aos R$5,1230.
O movimento do câmbio no Brasil seguiu a dinâmica da divisa norte-americana no exterior ao longo da sessão, tendo pequenas oscilações positivas e negativas. Ainda assim, o dólar permaneceu próximo da máxima de um mês no exterior, enquanto os investidores avaliavam a possibilidade de um aumento da taxa de juros pelo Federal Reserve no encontro que acontece na quarta-feira. De acordo com dados da LSEG, os mercados estão precificando uma probabilidade de quase 40% de aumento de 25 pontos-base na taxa de juros na quarta-feira, acima dos cerca de 20% da semana passada. Os investidores veem uma probabilidade de quase 95% de um aumento até setembro.
Ao mesmo tempo, o petróleo teve mais um dia de queda no mercado internacional, recuando cerca de 5% e atingindo a menor cotação em duas semanas, impulsionados por esperanças cautelosas de que a trégua nos combates entre os Estados Unidos e o Irã leve a negociações para pôr fim à guerra, embora tréguas anteriores tenham se mostrado apenas temporárias.
"A moeda brasileira se tornou um ativo que os investidores procuram quando o preço do petróleo é pressionado, tendo um movimento inverso à commodity", disse Felipe Tavares, economista-chefe da BGC Liquidez.
Localmente, os agentes avaliavam os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) divulgados na abertura. O indicador subiu 0,06% em julho, após avanço de 0,41% em junho. Com isso, o IPCA-15 passou a acumular nos 12 meses até julho alta de 4,52%, contra 4,80% no mês anterior. A meta contínua para a inflação é de 3% medido pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.
As expectativas em pesquisa da Reuters eram de avanços de 0,20% na comparação mensal e de 4,67% em 12 meses.
O dado foi divulgado uma semana antes da próxima reunião de decisão de juros do Banco Central. Em seu último encontro, a autarquia cortou a Selic em 0,25 ponto percentual, a 14,25% ao ano, deixando os próximos passos em aberto.
Ibovespa fecha em alta após desaceleração do IPCA-15
O Ibovespa fechou em alta nesta terça-feira, sustentado pela desaceleração mais forte que o esperado do IPCA-15 e pelo consequente reforço nas apostas de novos cortes da taxa básica de juros pelo Banco Central.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,7%, a 176.564,75 pontos, após marcar 175.326,40 na mínima e 178.538,64 na máxima do dia. O volume financeiro no pregão somou R$22,3 bilhões.
O S&P 500 fechou em alta nesta terça-feira, (28)
O S&P 500 subiu 0,21%, encerrando o pregão em 7.428,78 pontos.
O Nasdaq recuou 0,22%, para 24.876,91 pontos,
Índice Dow Jones Industrial subiu 1,03%, para 52.747,32 pontos.
As principais bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira (28)
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,83%, a 10.871,02 pontos.
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,52%, a 25.492,59 pontos.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,63%, a 8.458,78 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,69%, a 51.698,19 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,01%, a 19.742,64 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,14%, a 9.134,58 pontos.
O índice pan-europeu Stoxx 600 avançou 0,41%, a 647,28 pontos, mas o subíndice de tecnologia caiu 0,62%.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta terça-feira (28)
O índice sul-coreano Kospi caiu 10,84% em Seul, a 6.023,66 pontos
Nikkei teve perda de 3,95% em Tóquio, a 62.364,92 pontos,
Taiex caiu 4,65% em Taiwan, a 41.603,36 pontos,
Na China continental, o Xangai Composto caiu 1,16%, a 3.813,31 pontos,
Shenzhen Composto recuou 3,20%, a 2.410,42 pontos.
Hang Seng avançou 0,41% em Hong Kong, a 25.310,85 pontos.
Na Austrália, o S&P/ASX 200 subiu 0,60% em Sydney, a 8.947,80 pontos.
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve alta de 0,081% em Wellington a 13.861,93 pontos.
Na Russia, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,93% em Moscou a 2,196.22 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,091% em Bombaim a 76.765,92 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires.
