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quinta-feira, 14 de maio de 2026

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 14/05/26

Bitcoin: R$ 405.099,66 Reais e US$ 81.417,16 Dólares.

Dólar comercial: R$ 4,9860
Dólar turismo: R$ 5,1930
Euro comercial: R$ 5,819
Libra: R$ 6,711

Dólar à vista fecha em baixa de 0,37%, a R$4,9872 na venda

Após abrir perto da estabilidade, o dólar passou a exibir leve alta ante o real nesta manhã de quarta-feira, com investidores atentos à viagem do presidente dos EUA, Donald Trump, à China e à mais recente pesquisa presidencial no Brasil.

Às 9h26 o dólar à vista subia 0,36%, aos R$4,9125 na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro para junho -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- avançava 0,38%, aos R$4,9320.

Trump desembarcou nesta manhã na China para uma cúpula com o presidente Xi Jinping, mas indicou, antes mesmo da viagem, que não espera precisar da ajuda de Pequim para acabar com a guerra com o Irã e aliviar o controle de Teerã sobre o Estreito de Ormuz.

O impasse entre Irã e EUA continua, com Washington pedindo que Teerã elimine seu programa nuclear e suspenda seu controle sobre o estreito, enquanto o Irã exige uma compensação pelos danos da guerra, o fim do bloqueio naval norte-americano e o encerramento dos combates em todas as frentes, inclusive no Líbano. Com os investidores à espera de novidades nas negociações, o dólar subia nesta manhã ante outras divisas fortes, mas tinha sinais mistos em relação às demais moedas.

No Brasil, o mercado tem como foco, além do exterior, a pesquisa Genial/Quaest, mostrando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa presidencial de outubro. Lula tem 42% das intenções de voto no segundo turno, contra 41% de Flávio. Na prática, há empate técnico, já que a margem de erro de é de 2 pontos percentuais. No levantamento anterior, Lula tinha 40% e Flávio somava 42%.

Em simulação de primeiro turno, Lula aparece com 39% e Flávio Bolsonaro com 33%. Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) estão empatados com 4%. Na terça-feira, a moeda norte-americana à vista fechou o dia com leve alta de 0,08%, aos R$4,8949. Às 11h30, o BC realiza leilão de 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 1º de junho.

Ibovespa fecha em alta em dia de recuperação

O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira, após três quedas seguidas, com Itaú Unibanco entre os principais ⁠suportes, em mais um ‌pregão marcado pela repercussão de resultados corporativos, incluindo ‌os números de ‌Banco do Brasil, ⁠CSN e Braskem.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 0,80%, a 178.521,87 pontos, de ‌acordo com dados preliminares, ‌após acumular ⁠um ⁠declínio de 3,8% nos primeiros pregões ⁠da ‌semana, fechando ‌na véspera em uma mínima desde 20 de março. Na máxima da sessão, ⁠chegou a 179.475,97 pontos. Na mínima, a 177.103,81 pontos. O volume financeiro somava ‌R$27,48 bilhões antes dos ajustes finais.

Wall Street fecha em alta com impulso do setor de tecnologia; investidores ficam de olho em Pequim

As ações nos EUA avançaram ‌nesta quinta-feira, impulsionadas pela alta dos papeis de tecnologia, com os investidores absorvendo dados econômicos em geral sólidos e observando os acontecimentos em Pequim, onde o presidente dos EUA, Donald Trump, se reuniu com seu colega chinês, Xi Jinping.

Todos os três principais índices acionários ganharam terreno, com o S&P 500 e o Nasdaq estabelecendo o último de uma série de recordes de fechamento.O índice Dow encerrou a apenas 0,3% ⁠de seu recorde histórico de fechamento, atingido em 10 de fevereiro.

 O Dow Jones Industrial Average subiu 0,75%, para 50.063,46 pontos, o S&P 500 ganhou 0,77%, para 7.501,24 pontos, e o Nasdaq Composite avançou 0,88%, para 26.635,22 pontos.

Entre os 11 principais setores do S&P 500, as ações de tecnologia lideraram os ganhos percentuais, enquanto o de materiais sofreu a perda mais acentuada.

As bolsas da Europa fecharam em alta

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,36%, a 10.362,80 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX subiu 1,31%, a 24.452,62 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,93%, a 8.082,27 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,15%, a 50.050,27 pontos. 
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,86%, a 17.806,00 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 teve alta de 0,57%, a 9.124,26 pontos. 

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única 

O índice japonês Nikkei caiu 0,98% em Tóquio, a 62.654,05 pontos, 
O sul-coreano Kospi avançou 1,75% em Seul, a um novo recorde de 7.981,41 pontos,
Em Hong Kong, o Hang Seng ficou estável, em 26.389,04 pontos.
Taiex subiu 0,91% em Taiwan, a 41.751,75 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto recuou 1,52%, a 4.177,92 pontos, 
menos abrangente Shenzhen Composto cedeu 2,11%, a 2.886,99 pontos. 
Na Oceania, a bolsa australiana, leve alta de 0,12% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.640,70 pontos. 
Na Nova Zelândia, o NZX 50, teve baixa de 0,29% em Wellington a 13.025,07 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,36% a 2.658,06 pontos. 
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 1,06% em Bombaim a 75.398,72 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters. 

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