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Dólar fecha quase estável no Brasil enquanto EUA avaliam extensão de prazo ao Irã
Após exibir altas em diferentes momentos da sessão, o dólar fechou a terça-feira praticamente estável ante o real, após notícia de que a Casa Branca avalia uma proposta para estender o prazo dado pelo presidente norte-americano, Donald Trump, para que o Irã aceite um acordo e reabra o Estreito de Ormuz.
O dólar à vista fechou com leve alta de 0,16%, aos R$5,1549. No ano, a divisa passou a acumular recuo de 6,09%. O ultimato dado ao Irã permeou os mercados globais nesta terça-feira, sem que surgisse uma solução até o momento para que o Estreito de Ormuz seja reaberto à navegação. O prazo dado originalmente por Trump para que um acordo seja fechado vai até 21h (pelo horário de Brasília).
Pela manhã, Trump reiterou as ameaças contra o Irã e disse que "uma civilização inteira morrerá esta noite" se não for alcançado um acordo. Em contrapartida, uma fonte iraniana afirmou que "toda a região e a Arábia Saudita cairão na escuridão total com os ataques de retaliação do Irã".
Neste cenário, o dólar à vista atingiu a cotação máxima intradia de R$5,1738 (+0,53%) às 14h, acompanhando o avanço da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes no exterior, como o peso chileno e o rand sul-africano. No fim da sessão, no entanto, a notícia de que Trump foi informado sobre uma proposta do Paquistão para estender em duas semanas o prazo dado ao Irã trouxe certo alívio para os mercados globais de moedas. A Casa Branca prometeu uma resposta.
Em função disso, o dólar à vista se reaproximou da estabilidade ante o real, enquanto a divisa para maio, negociada até mais tarde na B3, desacelerou. Às 17h23, o dólar futuro para maio -- o mais líquido no mercado brasileiro -- subia 0,21%, aos R$5,1780. No exterior, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- caía 0,38%, a 99,618.
No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 4 de maio.
Ibovespa fecha estável com cautela antes de fim de ultimato dos EUA ao Irã
Após passar a maior parte desta terça-feira no vermelho, o Ibovespa encerrou o pregão próximo da estabilidade, em meio ao sentimento de cautela que dominou os mercados globais antes do término do prazo dado pelos Estados Unidos para que o Irã aceite um acordo e reabra o Estreito de Ormuz.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,05%, a 188.258,91 pontos, na máxima do dia, após marcar 185.885,25 na mínima. O volume financeiro somou R$26,4 bilhões.
Wall Street fecha sem direção comum conforme prazo final de Trump para Irã se aproxima
As ações norte-americanas terminaram sem uma direção comum nesta terça-feira, em meio a sinais de progresso nas negociações, enquanto os minutos se aproximavam do final do prazo dado pelo presidente Donald Trump para o Irã abrir o Estreito de Ormuz.
Na última hora de negociação, todos os três principais índices se recuperaram de perdas acentuadas no início da sessão, depois que o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, disse no X que os esforços diplomáticos para a solução pacífica da guerra em curso no Oriente Médio estavam progredindo de forma constante, enquanto ele pediu a Trump para estender seu prazo ao Irã por duas semanas e solicitou que o Irã abrisse o Estreito pelo mesmo período como um gesto de boa vontade.
Minutos antes do fechamento, o S&P 500 e o Nasdaq reverteram suas perdas e fecharam em leve alta, marcando sua quinta sessão consecutiva de ganhos. O Dow Jones Industrial Average caiu 0,18%, para 46.584,46 pontos, o S&P 500 ganhou 0,08%, para 6.616,85 pontos e o Nasdaq Composite avançou 0,10%, para 22.017,85 pontos.
Dos 11 principais setores do S&P 500, os serviços de comunicação tiveram os maiores ganhos percentuais, enquanto os bens de consumo básico tiveram as maiores perdas.
As bolsas europeias perderam fôlego e fecharam majoritariamente em queda
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,84%, a 10.348,79 pontos.
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,99%, a 22.937,65 pontos.
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,67%, a 7.908,74 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,47%, a 45.411,79 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,62%, a 17.446,50 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 recuou 0,03%, a 9.366,70 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve alta de 0,48% a 2.798,13 pontos.
As bolsas asiáticas fecharam em alta
Liderando o movimento na Ásia, o índice Taiex subiu 2,02% em Taiwan, a 33.229,82 pontos,
o sul-coreano Kospi avançou 0,82% em Seul, a 5.494,78 pontos.
Em Tóquio, o Nikkei teve ganho apenas marginal de 0,03%, a 53.429,56 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto 0,26%, a 3.890,16 pontos,
e o menos abrangente Shenzhen Composto subiu 0,80%, a 2.518,39 pontos.
Em Hong Kong, não houve negócios hoje devido a um feriado.
Na Oceania, a bolsa australiana o S&P/ASX 200 avançou 1,74% em Sydney, a 8.728,80 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 0,69% a 74.616,58 pontos.
Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.
