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segunda-feira, 13 de abril de 2026

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 13/04/26

Bitcoin: R$ 365.255,00 Reais e US$ 73.184,87 Dólares.

Dólar comercial: R$ 4,9969
Dólar turismo: R$ 5,1922
Dólar ptax: R$ 5,0223
Euro comercial: R$ 5,876
Euro turismo: R$ 5,95

Dólar fecha abaixo de R$5,00 pela primeira vez em dois anos

O dólar fechou abaixo dos R$5,00 pela primeira vez em dois anos nesta segunda-feira, após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que o Irã quer chegar a um acordo sobre a guerra.

Após superar os R$5,04 pela manhã, o dólar à vista fechou em baixa de 0,25%, aos R$4,9980, o menor valor de fechamento desde 27 de março de 2024, quando atingiu R$4,9805. Desde essa data o dólar não terminava uma sessão abaixo dos R$5,00.
Foi a quarta sessão consecutiva de perdas para a moeda norte-americana no Brasil. No ano, a divisa passou a acumular baixa de 8,95%. Às 17h04, o dólar futuro para maio -- atualmente o mais líquido no mercado brasileiro -- cedia 0,36% na B3, aos R$5,0150.

No início do dia o dólar avançou ante o real, acompanhando a alta da moeda norte-americana no exterior, depois de EUA e Irã não chegarem a um acordo de paz nas negociações do fim de semana, em Islamabad. Trump prometeu bloquear todo o Estreito de Ormuz ao tráfego de navios que entram e saem de portos iranianos, enquanto Teerã ameaçou retaliar os portos de seus vizinhos do Golfo Pérsico.

No início da tarde desta segunda-feira, porém, o cenário mudou em todo o mundo, após Trump dizer que o Irã havia "ligado esta manhã" e que "eles gostariam de fechar um acordo". Ao mesmo tempo, o norte-americano afirmou que não aceitará nenhum acordo que permita que Teerã tenha uma arma nuclear. Os investidores se apegaram à esperança de um acordo, o que fez os ativos brasileiros ganharem força, incluindo o real em relação ao dólar.

Após registrar a cotação máxima de R$5,0411 (+0,61%) às 9h04, em meio ao fracasso das negociações no fim de semana, o dólar à vista cedeu à mínima de R$4,9826 (-0,55%) às 14h19, já após os comentários de Trump. "A despeito... do começo de dia ruim, bolsa para baixo e dólar para cima, o mercado deu uma bela virada em linha com Trump", comentou Fernando Bergallo, diretor da assessoria FB Capital.

No exterior, a moeda norte-americana também exibia perdas ante boa parte das demais divisas de países emergentes, como o peso chileno e o peso colombiano. Na esteira da fala de Trump, o dólar caía no fim da tarde ante o euro, a libra e o franco suíço.
No Brasil, sem efeitos sobre as cotações, o Banco Central vendeu no fim da manhã 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 4 de maio.

Ibovespa avança e supera 198 mil pontos pela 1ª vez puxado por Vale e Petrobras

O Ibovespa renovou recordes nesta segunda-feira, superando os 198 mil pontos pela primeira vez, em ⁠movimento sustentado principalmente pelo ‌avanço das blue chips Vale e Petrobras, endossadas ‌pela alta de ‌commodities como o minério ⁠de ferro e o petróleo no exterior. 

O fracasso nas negociações entre os Estados Unidos e o Irã ‌no fim de semana, que ‌buscavam colocar ⁠fim ⁠ao conflito que começou no final ⁠de ‌fevereiro, teve ‌um efeito negativo tímido na bolsa paulista, que segue amparada pelo fluxo de ⁠recursos estrangeiros.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 0,41%, a ‌198.132,23  pontos, de acordo com dados preliminares. Na máxima do ⁠dia, chegou a 198.173,39 pontos. Na mínima, recuou a 196.222,86 pontos. O volume financeiro no pregão somava R$29,7 bilhões antes dos ajustes finais.

Bolsas de NY fecham em alta e S&P apaga perdas da guerra após Trump citar canal de negociação 

As bolsas em Nova York fecharam em alta nesta segunda-feira, 13, com o índice S&P 500 apagando perdas desde o início da guerra, após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que o Irã entrou em contato com o governo americano em busca de um acordo para o conflito no Oriente Médio. O sinal de que o canal das negociações segue aberto atenuou a apreensão sobre o impasse na rodada de conversas do fim de semana.

O Dow Jones fechou em alta de 0,63%, aos 48.218,25 pontos. O S&P 500 subiu 1,02%, aos 6.886,24 pontos. O Nasdaq ganhou 1,23%, aos 23.183,74 pontos.

As bolsas europeias fecharam em baixa

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,17%, a 10.582,96 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX caiu 0,23%, a 23.749,49 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,29%, a 8.235,98 pontos. 
Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,17%, a 47.527,16 pontos. 
Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,99%, a 18.023,80 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 1,04%, a 9.359,51 pontos.

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única

O índice japonês Nikkei caiu 0,74% em Tóquio, a 56.502,77 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi recuou 0,86% em Seul, a 5.808,62 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng cedeu 0,90%, a 25.660,85 pontos.

Na China continental, o Xangai Composto registrou alta marginal de 0,06%, a 3.988,56 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 0,54%, a 2.666,54 pontos. 
Em Taiwan, o Taiex subiu 0,11%, a 35.457,29 pontos.

Na Oceania, a bolsa australiana terminou a sessão no vermelho: o S&P/ASX 200 caiu 0,39% em Sydney, a 8.926,00 pontos.
Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 0,91% a 76.847,57 pontos.
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 0,16% a 2.721,02 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

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