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segunda-feira, 23 de março de 2026

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 23/03

Bitcoin: R$ 371.602,66 Reais e US$ 70.895,18 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,2402
Dólar turismo: R$ 5,4445
Dólar ptax: R$ 5,2440
Euro comercial: R$ 6,0850
Euro turismo: R$ 6.3889

Dólar fecha abaixo dos R$5,25 após Trump citar negociações entre EUA e Irã

O dólar fechou a ‌segunda-feira com queda firme no Brasil, voltando a patamar abaixo dos R$5,25, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adiar ataques contra usinas de energia do Irã e citar negociações "produtivas" com o país, o que foi negado por Teerã.

O dólar à vista fechou a sessão com baixa ⁠de 1,33%, aos R$5,2418, em sintonia com o recuo da moeda norte-americana ‌ante outras divisas de emergentes, como o peso chileno e o peso mexicano. Com o movimento, o dólar devolveu parte da alta da sessão anterior, ‌na sexta-feira, quando saltou 1,84% frente ao ‌real em meio a temores relacionados à guerra no Oriente Médio. ⁠No ano, a divisa dos EUA passou a acumular agora baixa de 4,50%. Às 17h21, o dólar futuro para abril -- o mais líquido no mercado brasileiro -- cedia 0,95% na B3, aos R$5,2460.

Trump afirmou nesta segunda-feira que deu instruções para adiar quaisquer ataques militares contra usinas de energia iranianas por cinco ‌dias, além de citar conversas "muito boas e produtivas" entre os países. Durante o ‌dia, ele reforçou a possibilidade ⁠de um acordo. "Com ⁠o Irã, estamos negociando há muito tempo e, desta vez, eles estão falando sério", ⁠disse.

Ainda que Teerã tenha desmentido a ‌informação de que mantém ‌conversas com os EUA, a possibilidade de um desfecho para a guerra no Oriente Médio disparou a busca global por ativos de risco. O barril do petróleo tipo Brent cedeu abaixo dos US$100 e os ⁠índices de ações tiveram ganhos nos EUA e no Brasil. Nos mercados de moedas, o dólar sustentou baixas ante a maior parte das demais divisas, incluindo o real.

"Trata-se de um movimento que deve diminuir os temores em relação ao prolongamento do conflito ‌e traz algum sinal, ainda que inicial, de possível conciliação entre os dois países", disse pela manhã Lucca Bezzon, analista de inteligência de ⁠mercado da Stonex, ao avaliar o recuo do dólar no Brasil. Após atingir a cotação máxima intradia de R$5,3142 (+0,03%) às 9h10, pouco depois da abertura, o dólar à vista cedeu à mínima de R$5,2152 (-1,83%) às 12h08. À tarde, a moeda norte-americana mostrou alguma recuperação.
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No meio da manhã, o Banco Central vendeu US$1,8 bilhão em leilão de linha (venda de dólares com compromisso de recompra) para rolagem do vencimento de 2 de abril. No fim da manhã, o BC negociou 60.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 1º de abril. No exterior, às 17h21 o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,42%, a 99,127.

Ibovespa avança mais de 3% após Trump citar conversas produtivas com Irã

O Ibovespa disparou mais de 3% nesta segunda-feira, encostando em ‌183 mil pontos na máxima, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspender ataques à infraestrutura energética iraniana e citar conversas "produtivas" com o Irã.

A semana na bolsa brasileira também começou com noticiário corporativo movimentado, com o holofote voltado para nomes como Embraer, Fleury, CSN, Desktop, entre outros. 

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 3,24%, a 181.931,93 pontos, tendo alcançado 182.973,41 na máxima e 176.220,82 na mínima. O volume financeiro no pregão somou R$32,38 bilhões.

Wall Street sobe após Trump adiar ataques a usinas de energia do Irã

Os principais índices dos EUA fecharam em alta de mais de 1% nesta segunda-feira com a queda dos ⁠preços do petróleo, depois que ‌o presidente norte-americano, Donald Trump, disse que havia ‌ordenado que os militares ‌adiassem os ataques contra ⁠as usinas iranianas após "conversas produtivas" com Teerã.

No entanto, o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, postou nas mídias ‌sociais que não houve conversas ‌com os ⁠EUA, ⁠contradizendo o anúncio de Trump de que ⁠houve ‌conversas entre ‌os Estados Unidos e o Irã no último dia, nas quais os dois lados ⁠tiveram "grandes pontos de acordo" e que um acordo poderia ser feito em breve para resolver ‌a guerra.

 De acordo com dados preliminares, o S&P 500 ganhou 1,13%, ⁠encerrando em 6.580,25 pontos, enquanto o Nasdaq Composite avançou 1,39%, para 21.948,55 pontos. O Dow Jones Industrial Average subiu 1,39%, para 46.211,53 pontos.

O Índice de Volatilidade CBOE, indicador de medo de Wall Street, recuou depois de ter atingido seu nível mais alto em duas semanas.

As bolsas da Europa fecharam mistas 

Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 0,24%, a 9.894,15 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,96%, a 22.595,25 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,79%, a 7.726,20 pontos. 
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,81%, a 43.189,80 pontos. 
Em Madri, o Ibex 35 computou alta de 1,07%, a 16.900,10 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,25%, a 8.778,51 pontos. 
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixa de 1,29% a 2.827,88 pontos.

As bolsas asiáticas fecharam em forte baixa

Liderando as perdas na Ásia, o índice sul-coreano Kospi tombou 6,49% em Seul, a 5.405,75 pontos, enquanto o japonês Nikkei caiu 3,48% em Tóquio, a 51.515,49 pontos, na volta de um feriado no Japão, o Hang Seng amargou queda de 3,54% em Hong Kong, a 24.382,47 pontos, e o Taiex cedeu 2,45% em Taiwan, a 32.722,50 pontos.

Na China continental, as perdas também foram expressivas: de 3,63% do Xangai Composto - a maior desde abril de 2025 -, a 3.813,28 pontos, e de 4,19% do menos abrangente Shenzhen Composto, a 2.480,75 pontos.

Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no vermelho, com baixa de 0,74% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.365,90 pontos.Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve baixa de 2,46% a 72.696,39 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters. 

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