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segunda-feira, 16 de março de 2026

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 16/03

Bitcoin: R$ 394.206,33 Reais e US$ 74.663,18 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,2294
Dólar turismo: R$ 5,4339
Dólar ptax: R$ 5,2647
Euro comercial: R$ 6,0180
Euro turismo: R$ 6.3193

Dólar tem queda firme e atinge R$5,23 em dia de alívio nos mercados globais

O dólar fechou a segunda-feira ‌em queda firme no Brasil, em sintonia com o recuo da moeda norte-americana ante quase todas as demais divisas no exterior, com a guerra no Oriente Médio e decisões de bancos centrais sobre juros no foco dos investidores.

O dólar à vista fechou a sessão com baixa de 1,62% no Brasil, aos R$5,2303, em sintonia com o ⁠recuo da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, como o peso chileno, o ‌rand sul-africano e o peso mexicano.  No ano, a divisa dos EUA passou a registrar queda de 4,71% ante o real.

Às 17h36, o dólar futuro para abril -- o ‌mais líquido no mercado brasileiro -- cedia 1,83% na B3, ‌aos R$5,2555. Na sexta-feira, o dólar à vista havia encerrado o dia com alta ⁠de 1,34%, aos R$5,3166, em meio a uma piora generalizada da percepção global em relação à guerra no Oriente Médio.

 Nesta segunda-feira, a moeda norte-americana cedeu ante quase todas as demais divisas globais, incluindo o real, em uma sessão de ajustes de preços e de certa busca por ativos de risco, ainda que a guerra siga em ‌andamento. O preço do petróleo, que tem servido como uma espécie de termômetro para o ‌estresse global, recuou durante o ⁠dia.

"A expectativa de avanços ⁠diplomáticos e esforços coordenados para garantir a retomada do tráfego de navios petroleiros no Estreito de ⁠Ormuz reduziu parte do prêmio de risco ‌geopolítico, levando a um recuo ‌nos preços do petróleo", disse à tarde Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, em comentário escrito. "O movimento resultou em uma melhora do apetite por risco na sessão de hoje, com bolsas mundiais em alta, queda do índice DXY e ⁠dos rendimentos dos Treasuries -- favorecendo moedas emergentes no geral", acrescentou.

Na cotação mínima do dia, às 16h10, o dólar à vista marcou R$5,2255 (-1,71%), para depois encerrar pouco acima disso.
No campo econômico, os agentes aguardam para esta semana as decisões sobre juros dos bancos centrais de EUA, Reino Unido, Japão, ‌além do Brasil. No caso do Federal Reserve, a expectativa é de que a taxa seja mantida na faixa entre 3,50% e 3,75%.

Com o forte recuo desta segunda-feira, ⁠em meio a duas intervenções do Tesouro Nacional no mercado, a curva de juros brasileira passou a precificar chances ainda maiores de corte de 25 pontos-base, sendo que uma redução de 50 pontos-base foi descartada pelos agentes. Atualmente a Selic está em 15% ao ano. O diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos vinha sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, o que conduziu as cotações do dólar a patamares mais baixos ante o real nos últimos meses. A guerra, porém, tem impulsionado a moeda norte-americana.

No fim da manhã, o Banco Central vendeu 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 1º de abril. Às 17h36 o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,53%, a 99,806.

Ibovespa avança mais de 1% com alívio externo, mas incertezas persistem

O Ibovespa fechou em alta nesta segunda-feira, superando os 181 mil ‌pontos no melhor momento do pregão, em dia de recuperação endossada pelo cenário externo, com alívio nos preços do petróleo e viés positivo em Wall Street.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 1,25%, a 179.875,44 pontos, após três sessões seguidas de queda, período em que acumulou um declínio de mais de 3%. Na máxima do dia, chegou a marcar 181.254,85 pontos. Na mínima, registrou 177.656,24 pontos. O volume financeiro somou R$22,7 bilhões. 

Wall Street encerra em alta com retorno dos operadores às ações de IA

Wall Street encerrou em alta ‌acentuada nesta segunda-feira, impulsionada por ganhos em ações relacionadas à IA, com a Meta subindo após uma reportagem de que está se preparando para demissões em massa abrangentes, enquanto os preços do petróleo recuaram em meio à incerteza contínua sobre o conflito no Oriente Médio.

A Meta subiu 2,3% depois que a Reuters informou que a plataforma de mídia social planeja ⁠reduzir sua força de trabalho em pelo menos 20% para compensar as dispendiosas apostas em ‌infraestrutura de inteligência artificial e se preparar para uma maior eficiência trazida pelos trabalhadores assistidos por IA.  Nvidia avançou 1,6% depois que o presidente-executivo Jensen Huang anunciou novos componentes na ‌conferência anual de desenvolvedores da fabricante de chips.

A Foxconn de ‌Taiwan, que fabrica servidores de IA usando chips Nvidia, emitiu uma forte previsão ⁠de receita trimestral nesta segunda-feira. A Tesla subiu 1,1% depois que o presidente-executivo Elon Musk disse que o projeto Terafab da empresa para fabricar chips de IA será lançado em sete dias. Micron Technology saltou 3,7% depois que a fabricante de chips de memória anunciou planos para uma segunda fábrica em Taiwan.

O S&P 500 subiu 1,01%, encerrando a sessão em 6.699,38 pontos, seu maior ganho em um dia em mais de um mês. O Nasdaq ganhou 1,22%, para 22.374,18 pontos, enquanto o Dow Jones Industrial Average subiu 0,83%, para 46.946,41 pontos.

Todos os 11 índices setoriais do S&P 500 subiram, liderados pela tecnologia da informação, com alta de 1,39%, seguido por um ganho de 1,34% no setor de consumo discricionário. O medidor de medo de Wall Street, o índice de volatilidade CBOE, caiu 3,5 pontos, para 23,7, enquanto o índice Russell 2000, sensível a taxas, subiu 0,94%.

As bolsas da Europa fecharam majoritariamente em alta 

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,55%, a 10.317,69 pontos. 
Em Frankfurt, o DAX subiu 0,51%, a 23.565,79 pontos. 
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,31%, a 7.935,97 pontos. 
Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,07%, a 44.347,56 pontos. 
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,47%, a 17.140,20 pontos. 
Em Lisboa, o PSI 20 teve queda de 0,15%, a 9.129,84 pontos. 
Em Moscou, o MOEX Russia Index, teve baixaa de 0,66% a 2.852,99 pontos.

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única 

O índice japonês Nikkei caiu 0,13% em Tóquio, a 53.751,15 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi avançou 1,14% em Seul, a 5.549,85 pontos, o Hang Seng subiu 1,45% em Hong Kong, a 25.834,02 pontos, e o Taiex recuou 0,17% em Taiwan, a 33.342,51 pontos.

Na China continental, o Xangai Composto terminou o pregão em baixa de 0,26%, a 4.084,79 pontos, mas o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 0,16%, a 2.705,65 pontos. 

Na Oceania, a bolsa australiana ficou no vermelho hoje, com baixa de 0,39% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.583,40 pontos.Na Índia, o S&P BSE Sensex, teve alta de 1,26% a 75.502,85 pontos.

Fontes: Dow Jones Newswires/Reuters.

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