A Lionsgate tem motivos de sobra para comemorar, pois acaba de garantir um dos maiores fenômenos de retorno sobre investimento (ROI) dos últimos anos. O suspense A Empregada (The Housemaid), estrelado pelas atrizes Sydney Sweeney e Amanda Seyfried, ultrapassou oficialmente a marca de US$ 350 milhões em bilheteria mundial, consolidando-se como um sucesso absoluto.
Os números atualizados são impressionantes: o longa alcançou um total global de US$ 354,7 milhões. Deste montante, US$ 123 milhões vieram do mercado doméstico (América do Norte), enquanto o mercado internacional contribuiu com robustos US$ 231 milhões. O desempenho mostra que a produção encontrou uma audiência global ávida pelo gênero de suspense psicológico.
O dado que realmente chama a atenção, no entanto, é a eficiência financeira do projeto. Com um orçamento de produção estimado em modestos US$ 35 milhões, A Empregada já arrecadou mais de 10 vezes o seu custo. Para colocar isso em perspectiva dentro da indústria cinematográfica: a "regra de ouro" para que um filme comece a dar lucro real (após descontar os custos de marketing e a parte dos cinemas) é arrecadar cerca de 2,5 vezes o seu orçamento.
Neste caso, o filme não apenas cruzou a linha da lucratividade rapidamente, como a destruiu, gerando uma margem de lucro comparável a grandes blockbusters, mas com uma fração do risco financeiro. O sucesso reafirma o poder de atração de Sweeney e Seyfried nas telonas e prova que produções de orçamento médio ainda têm um espaço vital — e lucrativo — no mercado atual.
A Empregada continua em cartaz nos cinemas do Brasil.
