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segunda-feira, 13 de outubro de 2025

Mercado financeiro Dólar, Ibovespa e Bolsas: 13/10

Bitcoin: R$ 635.104,33 Reais e US$ 115.624,00 Dólares.

Dólar comercial: R$ 5,4617
Dólar turismo: R$ 5,6643
Dólar ptax: R$ 5,4629
Euro comercial: R$ 6,317
Euro turismo: R$ 6.6326

Dólar cai ante o real em dia de ajustes após Trump baixar o tom sobre a China

Após disparar mais de 2% na sessão anterior, o dólar passou por ajustes no Brasil nesta segunda-feira e encerrou o dia abaixo dos R$5,50, depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aliviou o discurso em relação à China.

A moeda norte-americana à vista fechou com baixa de 0,79%, aos R$5,4603. No ano, a divisa acumula queda de 11,63%. Às 17h03, na B3 o dólar para novembro -- atualmente o mais líquido no Brasil -- cedia 1,28%, aos R$5,4880.

Na sexta-feira, Trump anunciou uma tarifa de 100% sobre os produtos comprados da China e a imposição de controles de exportação ao país asiático de softwares críticos, em mais um episódio da guerra comercial entre as duas nações. Um dia antes, a China já havia elevado o controle sobre a exportação de terras raras -- materiais essenciais para vários setores da indústria norte-americana. No domingo, porém, Trump adotou um tom conciliador, dizendo que os EUA não querem prejudicar a China. Comentários do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, durante entrevista nesta segunda-feira reforçaram a mensagem de acomodação.

“Houve uma desescalada significativa da situação", disse Bessent. "O presidente Trump disse que as tarifas não entrarão em vigor até 1º de novembro. Ele se reunirá com o presidente do partido, Xi (Jinping), na Coreia. Acredito que essa reunião ainda será realizada", disse Bessent.

Em reação, os investidores foram em busca de ativos de maior risco, como ações e moedas de países emergentes, entre elas o real, o rand sul-africano, o peso mexicano e o peso chileno. O dólar à vista marcou a menor cotação da sessão, de R$5,4426 (-1,11%), às 14h46. Ainda assim, a divisa esteve longe de devolver todo o avanço visto na sexta-feira, após Trump ameaçar a China.

“A combinação de bolsas em alta, valorização de moedas emergentes e recuperação das commodities -- especialmente petróleo e minério de ferro -- favorece o real. O principal impulso vem do tom mais brando de Donald Trump em relação à China, após recuar da ameaça de impor tarifas de 100%, o que reduziu as tensões comerciais”, resumiu Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, em comentário escrito.

O feriado do Dia de Colombo nos Estados Unidos, que manteve o mercado de Treasuries fechado, limitou a liquidez global. No fim da tarde, às 17h06, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes -- subia 0,25%, a 99,297, afetado pela queda do euro.

Pela manhã o Banco Central realizou dois leilões de linha (venda de dólares com compromisso de recompra) simultâneos, para rolagem do vencimento de 4 de novembro. Foram vendidos US$1 bilhão nas operações. Além disso, o BC vendeu 40.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 3 de novembro.

Ibovespa fecha em alta após Trump amenizar tom sobre China

O Ibovespa fechou em alta nesta segunda-feira, em linha com o tom positivo que embalou os mercados externos, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assumir uma postura mais conciliadora em relação à China no campo comercial.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,88%, a 141.916,45 pontos, de acordo com dados preliminares, após marcar 140.681,77 pontos na mínima e 142.302,81 pontos na máxima do dia. O volume financeiro no pregão desta segunda-feira somava R$13,1 bilhões antes dos ajustes finais.

Wall Street dispara com comentários de Trump sobre a China e Broadcom sobe

Os principais índices de Wall Street fecharam em forte alta nesta segunda-feira, liderados por ganhos da Broadcom e de outras fabricantes de chips, depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adotou um tom conciliatório em relação às novas tensões comerciais entre os EUA e a China, o que aliviou preocupações de investidores.

De acordo com dados preliminares, o S&P 500 ganhou 1,55%, para 6.654,67 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançou 2,20%, para 22.692,57 pontos. O Dow Jones subiu 1,29%, para 46.070,73 pontos.

As bolsas europeias fecharam em alta nesta 

Em Londres, o FTSE 100 teve alta de 0,18%, a 9.444,71 pontos. Em Frankfurt, o DAX avançou 0,55%, nos 24.375,28 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,07%, a 7.923,92 pontos.

Em Milão, o FTSE MIB teve alta de 0,14%, a 42.106,28 pontos. Em Madri, o Ibex 35 ganhou 0,36%, a 15.542,04 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,65%, a 8.222,83 pontos. 

Na Rússia, o Índice MOEX Russia Index, de Moscou, teve queda de 0,51% a 2.575,24 pontos.

As bolsas asiáticas fecharam em baixa 

Na China continental, o índice Xangai Composto caiu 0,19%, a 3.889,50 pontos, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto recuou 0,74%, a 2.487,22 pontos.

Em outras partes da região, o Hang Seng teve queda de 1,52% em Hong Kong, a 25.889,48 pontos, o sul-coreano Kospi cedeu 0,72% em Seul, a 3.584,55 pontos, e o Taiex registrou baixa de 1,39% em Taiwan, a 26.923,42 pontos. No Japão, não houve negócios hoje devido a um feriado.

Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no vermelho, com perda de 0,84% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.882,80 pontos.
Na Índia, o Índice S&P BSE Sensex, de Bombaim, teve queda de 0,21% a 82.327,05 pontos.

Fontes: Reuters, Dow Jones Newswires.

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