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segunda-feira, 4 de março de 2024

Mercado financeiro Dólar e Ibovespa: 04/03/24

Bitcoin: R$ 334.393,17 Reais e US$ 67.331,90 Dólares.



O dólar caiu ligeiramente frente ao real nesta segunda-feira, com investidores evitando fazer grandes apostas antes de dados econômicos dos Estados Unidos e de falas do chair do Federal Reserve, Jerome Powell.

A moeda norte-americana à vista fechou em queda de 0,12%, a 4,9488 reais na venda. Na B3 (BVMF:B3SA3), onde os negócios vão além das 17h, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,16%, a 4,9590 reais.

Esse movimento não divergiu muito da estabilidade vista no índice que compara o dólar a uma cesta de partes fortes ao longo da sessão.

"O principal fator de incerteza é como as nações mais fortes economicamente irão reagir aos desafios da inflação e quais são seus planos para a política monetária", disse Diego Costa, chefe de Câmbio para Norte e Nordeste da B&T Câmbio.

"A quebra de expectativa de seis cortes de juros nos Estados Unidos e uma perspectiva de início de afrouxamento monetário na zona do euro apenas no meio do ano deixou o mercado mais cauteloso... Para calibrar essas expectativas, o mercado segue atento aos indicadores, às falas de representantes dos bancos centrais."

O chair do Fed, Jerome Powell, dará depoimento a parlamentares na quarta e na quinta-feira, fala que virá após moderação recente nas apostas de mercado sobre cortes de juros. No mês passado, dados dos índices de preços ao consumidor e ao produtor dos Estados Unidos surpreenderam para cima, embora a inflação medida pelo PCE -- indicador preferido do Fed -- tenha ficado dentro do esperado.

"Nos EUA, embora o relatório de inflação PCE de janeiro não tenha impressionado muito as expectativas, a tendência de alta nos preços não parece estar se dissipando. Juntamente com a ausência de quaisquer sinais sérios de desaceleração no mercado de trabalho dos Estados Unidos, isso parece excluir a possibilidade de cortes na taxa de juros do Federal Reserve nos próximos meses", disse Eduardo Moutinho, analista de mercado do Ebury Bank.

Segundo ele, essa visão será testada na sexta-feira, quando for divulgado o relatório de criação de vagas fora do setor agrícola dos EUA de fevereiro. A expectativa é de abertura ainda sólida de 200 mil vagas de trabalho, contra 353 mil em janeiro, e qualquer dado acima do esperado deve levar a nova onda de pessimismo quanto ao início do afrouxamento monetário do Fed.

Juros elevados por mais tempo nos Estados Unidos pintam um cenário frutífero para o dólar, em que o mercado de renda fixa norte-americano atrai mais investimentos por estar oferecendo, ao mesmo tempo, retornos atraentes e segurança, elevando desta forma a demanda pela divisa local. Esse mesmo ambiente torna as divisas emergentes comparativamente menos interessantes, pois, embora sejam muito rentáveis, são também mais arriscadas.

Nesta segunda-feira, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse em relação ao quadro fiscal do Brasil que o governo tem condições de entregar um resultado que surpreenda para melhor, o que, segundo alguns participantes do mercado, pode ter ajudado a apoiar o real, embora o foco tenha permanecido no cenário externo.

O Ibovespa fechou em queda nesta segunda-feira, em meio a cautela antes de eventos relevantes nos Estados Unidos nesta semana, enquanto Embraer avançou mais de 4% após acordo com a American Airlines (NASDAQ:AAL).

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,65%, a 128.340,54 pontos. Na máxima do dia, chegou a 129.307,41 pontos. Na mínima, a 128.278,26 pontos. O volume financeiro somou 17,7 bilhões de reais.

As bolsas de Nova York encerraram o pregão de forma mista, com destaque para o Nasdaq, que registrou queda, afastando-se da máxima histórica alcançada na sexta-feira. O desempenho foi influenciado pela punição à Apple pela União Europeia, que impôs à empresa uma multa de quase US$ 2 bilhões por práticas consideradas injustas em relação à concorrentes.
    
O Nasdaq fechou hoje em queda de 0,41%, aos 16.207,51 pontos;
    
O S&P 500 cedeu 0,12%, aos 5.130,95 pontos;
    
O Dow Jones caiu 00,25%, aos 38.989,83 pontos.

As bolsas europeias fecharam, majoritariamente, em baixa, nesta segunda-feira.
Em Londres, o FTSE 100 cedeu 0,55%, aos 7.640,33 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX recuou 0,11%, aos 17.716,17 pontos. O CAC-40, referencial da Bolsa de Paris, subiu 0,28%, para encerrar aos 7.956,41 pontos. As cotações são preliminares.

O Ibex 35 fechou com variação de 0,05%, a 10.069,80 pontos.
Entre os outros índices referenciais da região, o FTSE MIB, de Milão, cedeu 0,11%, a 32.912,34 pontos; em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,39%, aos 6.175,64 pontos.

As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta segunda-feira.
Em Tóquio, o índice japonês Nikkei avançou 0,50%, a 40.109,23 pontos,

Na China continental, o índice Xangai Composto subiu 0,41%, a 3.039,31 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto teve modesta alta de 0,18%, a 1.728,52 pontos.

Em outras partes da Ásia, o sul-coreano Kospi avançou 1,21% em Seul, a 2.647,27 pontos, enquanto o Taiex subiu 1,95% em Taiwan, a 19.305,31 pontos, e o Hang Seng registrou alta marginal de 0,04% em Hong Kong, a 16.595,97 pontos.

Na Oceania, a bolsa australiana contrariou o tom positivo da Ásia e ficou levemente no vermelho, O S&P/ASX 200 caiu 0,13% em

Fontes: Reuters,Dow Jones Newswires,Broadcast.

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