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quarta-feira, 13 de dezembro de 2023

Mercado financeiro Dólar e Ibovespa: 13/12/23

Bitcoin: R$ 212.261,77 Reais e US$ 42.775,00 Dólares.

Dólar comercialR$ 4,9177
Dólar turismoR$ 5,1536
Dólar ptaxR$ 4,9580
Euro comercialR$ 5,354
Euro turismoR$ 5.6217


O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,9202 reais na venda, em queda de 0,96%. O recuo interrompeu uma sequência de quatro sessões consecutivas de alta para a moeda norte-americana no Brasil. Com o movimento desta quarta-feira, o dólar passou a acumular em dezembro alta de 0,10%.

Na B3 (BVMF:B3SA3), às 17:22 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,90%, a 4,9240 reais.

Até a decisão do Fed, às 16h, o dólar oscilou em margens estreitas no Brasil, em meio à expectativa dos investidores pelo resultado da reunião de política monetária norte-americana. Às 10h25, a divisa à vista marcou a cotação máxima de 4,9780 reais (+0,20%), mas sem força para atingir patamares mais altos.

A divulgação da inflação ao produtor nos EUA, ainda pela manhã, fez o dólar chegar a oscilar no território negativo. O Índice de Preços ao Produtor (PPI, na sigla em inglês) ficou estável em novembro, enquanto economistas consultados pela Reuters projetavam aumento de 0,1%.
Mas foi a decisão de juros do Fed que definiu o dia. Além de manter sua taxa básica na faixa de 5,25% a 5,50%, o Fed projetou cortes de juros de 75 pontos-base em 2024 -- mais do que o previsto anteriormente -- e inflação na meta de 2% em 2026. A postura foi considerada mais branda -- ou dovish, no jargão do mercado -- que em reuniões anteriores.

Em reação, os rendimentos dos Treasuries ampliaram as perdas e, em paralelo, o dólar cedeu ante boa parte das demais divisas. No Brasil, o dólar à vista -- que estava praticamente estável pouco antes do anúncio do Fed -- desabou nos minutos seguintes. Na mínima da sessão, às 16h45, marcou 4,9162 reais (-1,04%).

No fim da tarde, o viés negativo ainda predominava no exterior, em meio a uma visão positiva sobre a decisão do Fed e à possibilidade de cortes de juros nos EUA no início de 2024.
No Brasil, os investidores aguardavam ainda o anúncio de decisão sobre os juros pelo Banco Central, com a expectativa consensual por um novo corte de 0,50 ponto percentual da taxa Selic, atualmente em 12,25% ao ano. A decisão será comunicada após as 18h30.

Às 17:22 (de Brasília), o índice do dólar --que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas-- caía 0,84%, a 102,890. Pela manhã, o BC vendeu todos os 16.000 contratos de swap cambial tradicional ofertados na rolagem dos vencimentos de fevereiro.

O Ibovespa fechou em alta de mais de 2% e renovou máximas desde meados de 2021, nesta quarta-feira, após o Federal Reserve sinalizar que o aperto histórico da política monetária nos Estados Unidos chegou ao fim e cortes devem ocorrer em 2024. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 2,38%, a 129.411,43 pontos, maior patamar de fechamento desde 24 de junho de 2021, de acordo com dados preliminares, aproximando-se das suas máximas históricas -- de 130.776,27 pontos para o fechamento e de 131.190,30 pontos no intradia, ambas registradas em 7 de junho de 2021.

No melhor momento desta quarta-feira, o Ibovespa chegou a 129.793,35 pontos. Na mínima, foi a 126.298,76 pontos, em pregão também marcado pelo vencimento de opções sobre o Ibovespa e do índice futuro. O volume financeiro somava 27,15 bilhões de reais antes dos ajustes finais.

Bolsas dos EUA: Dow Jones bate recorde e índices fecham com altas de mais de 1%
Na sessão desta quarta-feira (13), as bolsas de Nova York apresentaram um desempenho expressivo, impulsionadas por perspectivas de corte de juros pelo Federal Reserve (Fed).

O índice Dow Jones atingiu uma marca histórica, ultrapassando os 37 mil pontos pela primeira vez, fechando com alta de 1,40%. O Nasdaq e o S&P 500 também registraram elevações, encerrando o dia com ganhos de 1,38% e 1,37%, respectivamente.

As Bolsas de Valores da Europa encerraram suas negociações hoje (13), sem uma direção definida, revertendo os ganhos da manhã. Esse comportamento se deu em um contexto de expectativa para as decisões monetárias de instituições como o Federal Reserve (Fed), agendada para hoje, e o Banco Central Europeu (BCE) e o Banco da Inglaterra (BoE), marcadas para amanhã.

FTSE 100 (Londres): apresentou um aumento de 0,08%, atingindo 7.548,44 pontos;
    
DAX (Frankfurt): registrou queda de 0,15%, fechando em 16.766,05 pontos;
    
CAC 40 (Paris): cedeu 0,16%, atingindo 7.531,22 pontos;
    
FTSE MIB (Milão): também encerrou em baixa, com declínio de 0,15%, situando-se em 30.295,69 pontos;
    
Ibex 35 (Madri): apresentou uma redução de 0,16%, atingindo 10.101,70 pontos;
    
PSI 20 (Lisboa): teve um avanço de 0,45%, alcançando 6.456,88 pontos.

Os mercados acionários da Ásia não mostraram direção única nesta quarta-feira (13), mas o sinal negativo predominou. Xangai registrou perda de mais de 1%, com ceticismo entre investidores sobre novos estímulos da China e Seul ficou perto disso, enquanto em Tóquio apresentou ganho, com impulso limitado e expectativa pela decisão de mais tarde do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).

A Bolsa de Xangai fechou em baixa de 1,15%, em 2.968,76 pontos, e a de Shenzhen, de menor abrangência, caiu 1,21%, a 1.930,53 pontos. O quadro piorou à tarde após uma conferência econômica anual local terminar sem anúncio de qualquer estímulo importante para impulsionar o crescimento.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 0,89%, a 16.228,75 pontos. Em Taiwan, o Taiex avançou 0,10%, a 17.468,83 pontos, chegando a oscilar no negativo em parte da tarde, mas confirmando ganho.

Na Bolsa de Seul, o índice Kospi recuou 0,97%, a 2.510,66 pontos. A praça sul-coreana registrou perdas na sequência de três dias de ganhos, hoje com ações de baterias, do setor de defesa e de robótica sob pressão.

Na Oceania, em Sydney o índice S&P/ASX 200 fechou em alta de 0,31%, em 7.257,80 pontos. O mercado australiano manteve com isso o quadro positivo desta semana, mesmo que nesta quarta-feira ações do setor de energia tenham recuado.

Fontes: Reuters,Dow Jones Newswires,Broadcast.
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