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O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,9679 reais na venda, em alta de 0,65%. Nas últimas quatro sessões, a divisa dos EUA acumulou elevação de 1,34%. Em dezembro, a moeda acumula alta de 1,07%.
Na B3 (BVMF:B3SA3), às 17:13 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,52%, a 4,9720 reais. No início do dia, o dólar oscilou entre altas e baixas, enquanto os investidores aguardavam pela divulgação do índice de preços ao consumidor dos EUA (CPI, na sigla em inglês), às 10h30. Na cotação mínima da sessão, às 9h36, a divisa à vista marcou 4,9230 reais (-0,26%). Após a divulgação do CPI, a moeda norte-americana firmou uma trajetória de alta ante o real.
O Departamento do Trabalho dos EUA informou que o CPI subiu 0,1% em novembro, depois de ficar estável em outubro. Nos 12 meses até novembro, o índice avançou 3,1%, após alta de 3,2% em outubro. Economistas consultados pela Reuters previram que o índice de preços ao consumidor ficaria inalterado no mês e aumentaria 3,1% na base anual.
Apesar da leve alta do índice cheio, o núcleo o CPI, que exclui os componentes voláteis de alimentos e energia, subiu 0,3% em novembro, em linha com a expectativa dos economistas.
Mais do que o CPI, as cotações no Brasil foram conduzidas pelas tradicionais compras de moeda de fim de ano, quando fundos e multinacionais costumam enviar recursos para o exterior.
“De manhã, continuamos tendo fluxo de compra corporativa, para remessa ao exterior”, pontuou o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik. “Estamos com pouco mais de dez dias úteis até o fim do ano. A janela está se estreitando e quem tem que mandar (recursos para fora) está comprando (dólares)”, acrescentou.
Durante a tarde, o dólar renovou algumas cotações máximas em relação ao real, na esteira do fortalecimento da divisa norte-americana também no exterior -- embora ela se mantivesse no território negativo em relação a outras moedas fortes e ante boa parte das divisas de emergentes. Às 14h38, o dólar à vista marcou a cotação máxima de 4,9745 reais (+0,78%).
Com os dados de inflação divulgados, os investidores voltarão suas atenções para as decisões de política monetária do Banco Central do Brasil e do Federal Reserve, ambas nesta quarta-feira.
No fim da tarde, com os rendimentos dos Treasuries em queda, o dólar também cedia ante as divisas fortes no exterior.
Às 17:13 (de Brasília), o índice do dólar --que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas-- caía 0,23%, a 103,820. Pela manhã, o BC vendeu todos os 16.000 contratos de swap cambial tradicional ofertados na rolagem dos vencimentos de fevereiro.
O Ibovespa fechou em baixa nesta terça-feira, pressionado particularmente pelo declínio de Petrobras (BVMF:PETR4), na esteira do tombo dos preços do petróleo, com agentes financeiros também repercutindo dados de inflação à espera de decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,43%, a 126.370,14 pontos, de acordo com dados preliminares, em véspera de vencimento de opções sobre o Ibovespa e do contrato futuro do índice. Na máxima do dia, chegou a 127.359,19 pontos. Na mínima, a 126.013,15 pontos.
As bolsas de Nova York encerraram o pregão de hoje com ganhos, um dia antes da tão esperada decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed). Essa movimentação se deu em meio a um alívio nos rendimentos dos Treasuries, títulos do Tesouro americano.
Inicialmente, um leve aumento na inflação ao consumidor (CPI) nos EUA gerou pressão nas ações, porém os índices acionários se fortaleceram à medida que os investidores analisaram os dados e a realização de um leilão de títulos americanos, que registrou uma demanda acima do comum.
Dow Jones: teve alta de 0,48%, atingindo 36.577,94 pontos;
S&P 500: registrou um ganho de 0,46%, alcançando 4.643,70 pontos;
Nasdaq: subiu 0,70%, atingindo a marca de 14.533,40 pontos, alcançando sua máxima do dia.
As bolsas europeias encerraram o dia em ligeira queda, influenciadas pela divulgação da inflação ao consumidor nos EUA e antecipando-se à decisão iminente do Federal Reserve (Fed). Esta semana é marcada pelas decisões de juros do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco da Inglaterra (BoE), eventos que impactam os mercados financeiros.
FTSE 100 (Londres): recuou 0,03%, alcançando 7.542,77 pontos;
DAX (Frankfurt): fechou em queda de 0,02%, totalizando 16.791,74 pontos;
CAC 40 (Paris): cedeu 0,11% e atingiu 7.543,55 pontos;
FTSE MIB (Milão): registrou declínio de 0,28%, fechando a 30.342,15 pontos;
Ibex 35 (Madri): teve uma queda de 0,80%, alcançando 10.116,20 pontos;
PSI 20 (Lisboa): registrou queda de 1,23%, atingindo 6.427,78 pontos.
Os mercados acionários da Ásia registraram ganhos nesta terça-feira (12). Expectativas de estímulo na China beneficiaram o mercado acionário local, enquanto em Tóquio o quadro foi mais contido, com expectativa por decisões importantes de política monetária na semana, inclusive a do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), nesta quarta-feira (13).
A Bolsa de Xangai fechou em alta de 0,40%, em 3.003,44 pontos, e a de Shenzhen, de menor abrangência, subiu 0,15%, a 1.954,25 pontos. Havia especulações sobre mais medidas de estímulos por Pequim após reuniões recentes de autoridades. Entre os setores, o imobiliário se destacou, com Poly Developments & Holdings Group em alta de 7,6% e Beijing Urban Construction Investment & Development, de 4,7%. Já ações ligadas ao setor médico caíram, como Eyebright Medical Technology Beijing, em queda de 2,5%.
Em Tóquio, o índice Nikkei avançou 0,16%, em 32.843,70 pontos. O mercado acionário japonês chegou a exibir mais fôlego, porém conteve o movimento, com alguma cautela antes de decisões importantes de política monetária nesta semana, segundo Michael Hewson, analista-chefe de mercado da CMC Markets. Entre papéis em foco, Renesas Electronics subiu 4,4% e Screen Holdings, 3,05%, enquanto Fujitsu teve alta de 2,4%.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng avançou 1,07%, a 16.374,50 pontos. Em Taiwan, o índice Taiex subiu 0,19%, a 17.450,63 pontos.
Na Bolsa de Seul, o índice Kospi avançou 0,39%, a 2.535,27 pontos. Ações de transporte marítimo de carga e semicondutores apoiaram os ganhos, com HD Korea Shipbuilding & Offshore Engineering em alta de 4,0% e SK Hynix, de 1,6%.
Na Oceania, na Bolsa de Sydney o índice S&P/ASX 200 fechou em alta de 0,50%, em 7.235,30 pontos. Quase todos os setores terminaram em território positivo, apesar da piora na confiança da empresas e do sentimento ainda fraco dos consumidores. Entre ações de tecnologia, Xero subiu 3,8% e WiseTech Global, 2,9%, com Altium em alta de 1,3%.
Fontes: Reuters,Dow Jones Newswires,Broadcast.


