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terça-feira, 12 de dezembro de 2023

Mercado financeiro Dólar e Ibovespa: 12/12/23

Bitcoin: R$ 206.225,79 Reais e US$ 41.062,80 Dólares.

Dólar comercialR$ 4,9659
Dólar turismoR$ 5,1571
Dólar ptaxR$ 4,9476
Euro comercialR$ 5,358
Euro turismoR$ 5.626



O dólar à vista emplacou nesta terça-feira a quarta sessão consecutiva de alta ante o real, impulsionado pelo movimento tradicional de compra de moeda no fim de ano no Brasil, em um dia marcado por dados de inflação nos Estados Unidos, que ficaram perto da expectativa do mercado.

O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,9679 reais na venda, em alta de 0,65%. Nas últimas quatro sessões, a divisa dos EUA acumulou elevação de 1,34%. Em dezembro, a moeda acumula alta de 1,07%.

Na B3 (BVMF:B3SA3), às 17:13 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,52%, a 4,9720 reais. No início do dia, o dólar oscilou entre altas e baixas, enquanto os investidores aguardavam pela divulgação do índice de preços ao consumidor dos EUA (CPI, na sigla em inglês), às 10h30. Na cotação mínima da sessão, às 9h36, a divisa à vista marcou 4,9230 reais (-0,26%). Após a divulgação do CPI, a moeda norte-americana firmou uma trajetória de alta ante o real.

O Departamento do Trabalho dos EUA informou que o CPI subiu 0,1% em novembro, depois de ficar estável em outubro. Nos 12 meses até novembro, o índice avançou 3,1%, após alta de 3,2% em outubro. Economistas consultados pela Reuters previram que o índice de preços ao consumidor ficaria inalterado no mês e aumentaria 3,1% na base anual.
Apesar da leve alta do índice cheio, o núcleo o CPI, que exclui os componentes voláteis de alimentos e energia, subiu 0,3% em novembro, em linha com a expectativa dos economistas.
Mais do que o CPI, as cotações no Brasil foram conduzidas pelas tradicionais compras de moeda de fim de ano, quando fundos e multinacionais costumam enviar recursos para o exterior.

“De manhã, continuamos tendo fluxo de compra corporativa, para remessa ao exterior”, pontuou o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik. “Estamos com pouco mais de dez dias úteis até o fim do ano. A janela está se estreitando e quem tem que mandar (recursos para fora) está comprando (dólares)”, acrescentou.

Durante a tarde, o dólar renovou algumas cotações máximas em relação ao real, na esteira do fortalecimento da divisa norte-americana também no exterior -- embora ela se mantivesse no território negativo em relação a outras moedas fortes e ante boa parte das divisas de emergentes. Às 14h38, o dólar à vista marcou a cotação máxima de 4,9745 reais (+0,78%).

Com os dados de inflação divulgados, os investidores voltarão suas atenções para as decisões de política monetária do Banco Central do Brasil e do Federal Reserve, ambas nesta quarta-feira.
No fim da tarde, com os rendimentos dos Treasuries em queda, o dólar também cedia ante as divisas fortes no exterior.
Às 17:13 (de Brasília), o índice do dólar --que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas-- caía 0,23%, a 103,820. Pela manhã, o BC vendeu todos os 16.000 contratos de swap cambial tradicional ofertados na rolagem dos vencimentos de fevereiro.

O Ibovespa fechou em baixa nesta terça-feira, pressionado particularmente pelo declínio de Petrobras (BVMF:PETR4), na esteira do tombo dos preços do petróleo, com agentes financeiros também repercutindo dados de inflação à espera de decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,43%, a 126.370,14 pontos, de acordo com dados preliminares, em véspera de vencimento de opções sobre o Ibovespa e do contrato futuro do índice. Na máxima do dia, chegou a 127.359,19 pontos. Na mínima, a 126.013,15 pontos.

As bolsas de Nova York encerraram o pregão de hoje com ganhos, um dia antes da tão esperada decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed). Essa movimentação se deu em meio a um alívio nos rendimentos dos Treasuries, títulos do Tesouro americano.

Inicialmente, um leve aumento na inflação ao consumidor (CPI) nos EUA gerou pressão nas ações, porém os índices acionários se fortaleceram à medida que os investidores analisaram os dados e a realização de um leilão de títulos americanos, que registrou uma demanda acima do comum.

Dow Jones: teve alta de 0,48%, atingindo 36.577,94 pontos;
S&P 500: registrou um ganho de 0,46%, alcançando 4.643,70 pontos;
Nasdaq: subiu 0,70%, atingindo a marca de 14.533,40 pontos, alcançando sua máxima do dia.

As bolsas europeias encerraram o dia em ligeira queda, influenciadas pela divulgação da inflação ao consumidor nos EUA e antecipando-se à decisão iminente do Federal Reserve (Fed). Esta semana é marcada pelas decisões de juros do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco da Inglaterra (BoE), eventos que impactam os mercados financeiros.

FTSE 100 (Londres): recuou 0,03%, alcançando 7.542,77 pontos;
DAX (Frankfurt): fechou em queda de 0,02%, totalizando 16.791,74 pontos;
CAC 40 (Paris): cedeu 0,11% e atingiu 7.543,55 pontos;
FTSE MIB (Milão): registrou declínio de 0,28%, fechando a 30.342,15 pontos;
Ibex 35 (Madri): teve uma queda de 0,80%, alcançando 10.116,20 pontos;
PSI 20 (Lisboa): registrou queda de 1,23%, atingindo 6.427,78 pontos.

Os mercados acionários da Ásia registraram ganhos nesta terça-feira (12). Expectativas de estímulo na China beneficiaram o mercado acionário local, enquanto em Tóquio o quadro foi mais contido, com expectativa por decisões importantes de política monetária na semana, inclusive a do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), nesta quarta-feira (13).

A Bolsa de Xangai fechou em alta de 0,40%, em 3.003,44 pontos, e a de Shenzhen, de menor abrangência, subiu 0,15%, a 1.954,25 pontos. Havia especulações sobre mais medidas de estímulos por Pequim após reuniões recentes de autoridades. Entre os setores, o imobiliário se destacou, com Poly Developments & Holdings Group em alta de 7,6% e Beijing Urban Construction Investment & Development, de 4,7%. Já ações ligadas ao setor médico caíram, como Eyebright Medical Technology Beijing, em queda de 2,5%.

Em Tóquio, o índice Nikkei avançou 0,16%, em 32.843,70 pontos. O mercado acionário japonês chegou a exibir mais fôlego, porém conteve o movimento, com alguma cautela antes de decisões importantes de política monetária nesta semana, segundo Michael Hewson, analista-chefe de mercado da CMC Markets. Entre papéis em foco, Renesas Electronics subiu 4,4% e Screen Holdings, 3,05%, enquanto Fujitsu teve alta de 2,4%.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng avançou 1,07%, a 16.374,50 pontos. Em Taiwan, o índice Taiex subiu 0,19%, a 17.450,63 pontos.
Na Bolsa de Seul, o índice Kospi avançou 0,39%, a 2.535,27 pontos. Ações de transporte marítimo de carga e semicondutores apoiaram os ganhos, com HD Korea Shipbuilding & Offshore Engineering em alta de 4,0% e SK Hynix, de 1,6%.

Na Oceania, na Bolsa de Sydney o índice S&P/ASX 200 fechou em alta de 0,50%, em 7.235,30 pontos. Quase todos os setores terminaram em território positivo, apesar da piora na confiança da empresas e do sentimento ainda fraco dos consumidores. Entre ações de tecnologia, Xero subiu 3,8% e WiseTech Global, 2,9%, com Altium em alta de 1,3%.

Fontes: Reuters,Dow Jones Newswires,Broadcast.
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