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quarta-feira, 8 de novembro de 2023

Mercado financeiro Dólar e Ibovespa: 08/11/2023

Bitcoin: R$ 175.064,94 Reais e US$ 35.558,60 Dólares.

Dólar comercialR$ 4,8689
Dólar turismoR$ 5,0668
Dólar ptaxR$ 4,8670
Euro comercialR$ 0,00
Euro turismoR$ 5.46

O dólar à vista interrompeu uma sequência de cinco sessões consecutivas de baixa e encerrou a quarta-feira em alta ante o real, em meio a ajustes de preços e posições no mercado brasileiro e a uma piora dos mercados globais no período da tarde.

O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,9078 reais na venda, em alta de 0,70%. Em novembro, porém, a divisa norte-americana acumula baixa de 2,63%. Na B3 (BVMF:B3SA3), às 17:25 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,76%, a 4,9195 reais.

Durante a manhã, o dólar oscilou em alta ante o real na maior parte do tempo, com participantes do mercado ajustando posições e realizando lucros após os recuos mais recentes.
“O dia foi de realização de lucros, de correção mesmo, um pouco com a ajuda do exterior. Se o exterior tivesse com um dólar mais fraco, teríamos outro dia de queda também no Brasil”, comentou o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik.

O dólar até ensaiou um novo recuo ao marcar a cotação mínima de 4,8713 reais (-0,05%) às 11h40, mas rapidamente voltou para o território positivo. Operador ouvido pela Reuters citou a atuação de estrangeiros na ponta de compra da moeda norte-americana no mercado futuro -- o mais líquido do Brasil e, no limite, o que define as cotações no segmento à vista.

Durante a tarde, o dólar renovou as máximas da sessão, em sintonia com a piora dos índices de ações em Nova York e no Brasil. Na máxima da sessão, às 15h20, a divisa à vista foi cotada a 4,9180 reais (+0,91%).
Até o fechamento, desacelerou novamente, também em sintonia com os índices de ações em Nova York e em São Paulo, que retomaram parte do fôlego.

No mercado global de moedas, o dólar seguia no fim da tarde muito perto da estabilidade ante uma cesta de moedas fortes, e tinha alta ante boa parte das divisas de exportadores de commodities e emergentes.
Às 17:25 (de Brasília), o índice do dólar --que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas-- caía 0,01%, a 105,530. Pela manhã, o BC vendeu todos os 16.000 contratos de swap cambial tradicional ofertados na rolagem dos vencimentos de janeiro.

O Ibovespa encostou em 120 mil pontos, mas perdeu o fôlego e fechou com uma queda discreta nesta quarta-feira, em dia marcado por movimentos de realização de lucros e forte queda das ações da Petrobras, com agentes financeiros também analisando uma série de balanços corporativos.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,08%, a 119.176,67 pontos. Na máxima do dia, chegou a 119.975,84 pontos. Na mínima, a 118.463,87 pontos. O volume financeiro somou 23,6 bilhões de reais.

Bolsas dos EUA: Mercados fecham em alta com destaque para o Nasdaq; desvalorização do petróleo impacta setor de energia
No fechamento dos mercados nesta sessão (7), as bolsas de Nova York registraram ganhos, com destaque para o índice Nasdaq, em meio à queda dos juros dos Treasuries e desafios enfrentados pelo setor de energia. Os investidores observam atentamente as implicações desses movimentos para suas estratégias de investimento.

Dow Jones encerrou o dia com alta de 0,17%, atingindo 34.152,60 pontos; S&P 500 registrou ganho de 0,28%, fechando a 4.378,38 pontos; Nasdaq, que avançou 0,90%, chegando a 13.639,86 pontos.

O S&P 500 teve sua sétima sessão consecutiva de ganhos, enquanto o Nasdaq acumulou sua oitava sessão positiva, marcando a sequência mais longa desde o final de 2021.

Bolsas da Europa: Mercados fecham em alta impulsionados por perspesctivas de relaxamento monetário
As bolsas da Europa encerraram a sessão em alta, impulsionadas por perspectivas de relaxamento no aperto monetário dos bancos centrais locais, indicadores econômicos e balanços do setor bancário.

FTSE 100 (Londres): caiu 0,11%, atingindo 7.401,72 pontos; DAX (Frankfurt): teve um aumento de 0,51%, atingindo 15.229,60 pontos; CAC 40 (Paris): registrou uma alta de 0,69%, alcançando 7.034,16 pontos; FTSE MIB (Milão): registrou um ganho de 0,13%, atingindo 28.433,33 pontos; Ibex 35 (Madri): subiu 0,60%, chegando a 9.291,40 pontos; PSI 20 (Lisboa): teve um aumento de 0,06%, atingindo 6.231,32 pontos. O índice pan-europeu Stoxx 600 subiu 0,32%, atingindo 444,21 pontos.

Bolsas da Ásia: pistas vindas de dirigentes do Fed abalam mercados
As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam sem direção única nesta quarta-feira (8), em meio a temores renovados sobre a perspectiva dos juros nos Estados Unidos e à espera de novos dados de inflação da China. Vários outros dirigentes do Fed se pronunciam, incluindo o presidente da autoridade monetária americana, Jerome Powell.

O índice japonês Nikkei caiu 0,33% em Tóquio hoje, a 32.166,48 pontos, enquanto o Hang Seng recuou 0,58% em Hong Kong, a 17.568,46 pontos, e o Kospi cedeu 0,91% em Seul, em seu segundo pregão negativo após o salto de quase 5,7% do começo da semana, quando a proibição de vendas a descoberto de ações voltou a entrar temporariamente em vigor na Coreia do Sul.

Na China continental, os mercados ficaram mistos pelo segundo dia consecutivo. O Xangai Composto teve baixa de 0,16%, a 3.052,37 pontos, mas o menos abrangente Shenzhen Composto garantiu modesto ganho de 0,14%, a 1.920,84 pontos. No fim da noite de hoje, serão divulgados números chineses sobre inflação ao consumidor (CPI) e produtor (PPI) referentes a outubro. O Taiex ficou também no azul em Taiwan, com alta de 0,33%, a 16.740,83 pontos.

Na Oceania, a bolsa australiana teve desempenho positivo, graças à recuperação de ações de grandes bancos domésticos. O S&P/ASX 200 avançou 0,26% em Sydney, a 6.995,40 pontos.

Fontes: Reuters.
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