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quarta-feira, 29 de novembro de 2023

Mercado financeiro Dólar e Ibovespa: 29/11/23

Bitcoin: R$ 185.622,61 Reais e US$ 37.782,10 Dólares.

Dólar comercialR$ 4,8719
Dólar turismoR$ 5,0719
Dólar ptaxR$ 4,8867
Euro comercialR$ 5,368
Euro turismoR$ 5.6214

O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,8865 reais na venda, em alta de 0,28%. Em novembro, a moeda ainda acumula baixa de 3,06%.

Na B3 (BVMF:B3SA3), às 17:15 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,40%, a 4,8920 reais.
No início da sessão, o dólar chegou a ceder ante o real, dando continuidade ao movimento da véspera e com investidores ainda repercutindo comentários de autoridades do Federal Reserve.

Na tarde de terça-feira o diretor do Fed Christopher Waller disse que as autoridades do banco central parecem cada vez mais confortáveis em encerrar 2023 sem mexer na taxa básica de juros. A fala reforçou a avaliação de que o Fed tende a manter sua taxa básica na faixa de 5,25% a 5,50% e pode iniciar o processo de cortes ainda no primeiro semestre de 2024. O movimento, em tese, é desfavorável ao dólar.

Neste cenário, o dólar à vista marcou a cotação mínima de 4,8649 reais (-0,17%) às 9h03.
A moeda norte-americana, no entanto, migrou para o território positivo ainda pela manhã, com profissionais do mercado citando diferentes motivos para a alta.

“Com uma queda acumulada de mais de 3% em novembro, é compreensível que haja um ajuste para cima das cotações”, comentou o diretor da assessoria de câmbio FB Capital, Fernando Bergallo.

Profissionais citaram ainda a demanda maior pela moeda norte-americana -- algo comum em finais de ano, quando multinacionais e fundos costumam mandar recursos para outros países -- e a briga pela formação da Ptax de fim de mês, que vai se intensificar na quinta-feira.

A Ptax é uma taxa de câmbio calculada pelo Banco Central com base nas cotações do mercado à vista e que serve de referência para a liquidação de contratos futuros. No fim de cada mês, agentes financeiros costumam tentar direcioná-la a níveis mais convenientes às suas posições, sejam elas compradas (no sentido de alta das cotações) ou vendidas em dólar (no sentido de baixa).

Divulgados na manhã desta quarta-feira, os dados do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA também impactaram as cotações. Os números mostraram que a economia norte-americana cresceu a uma taxa anualizada de 5,2% no último trimestre, acima do ritmo de 4,9% informado anteriormente. Economistas consultados pela Reuters esperavam que o crescimento do PIB seria revisado para cima, a uma taxa de 5,0%.

Embora os gastos do consumidor tenham sido revisados para baixo, o resultado cheio do PIB dos EUA deu força ao dólar em relação às divisas fortes e ante a maior parte das moedas de emergentes e exportadores de commodities.

No Brasil, o movimento fez o dólar à vista marcar a máxima de 4,9061 reais (+0,68%) às 11h19.

Durante a tarde, porém, o dólar index -- que mede a relação da divisa norte-americana ante uma cesta de moedas fortes – perdeu força, o que fez a divisa dos EUA também desacelerar no Brasil

Divulgado às 16h, o Livro Bege do Fed -- relatório com apontamentos da instituição sobre a economia -- registrou que a atividade nos EUA desacelerou do fim de outubro até meados de novembro, enquanto as empresas relataram uma moderação da inflação e maior facilidade na contratação de empregos.

Às 17:15 (de Brasília), o índice do dólar --que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas-- subia 0,18%, a 102,800. Pela manhã, o BC vendeu todos os 16.000 contratos de swap cambial tradicional ofertados na rolagem dos vencimentos de fevereiro.

O Ibovespa fechou em baixa nesta quarta-feira, após superar 127 mil pontos pela primeira vez desde 2021, em meio a movimentos de realização de lucros, mas ainda caminha para o melhor desempenho mensal em três anos, apoiado na expectativa de que o Federal Reserve encerrou o ciclo de alta de juros nos Estados Unidos.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,34%, a 126.109,08 pontos., de acordo com dados preliminares. Na máxima do dia, chegou a 127.388,15 pontos, maior patamar intradia desde 16 de julho de 2021. Na mínima, atingiu 126.017,97 pontos. O volume financeiro somava 20,45 bilhões de reais antes dos ajustes finais.

Com tal desempenho, Ibovespa caminha para a melhor performance mensal em três anos, com o ganho acumulado até o momento alcançando 11,5%. Tal movimento tem sido apoiado principalmente pelo retorno do capital externo para a bolsa, com o saldo no mês positivo em 17,4 bilhões de reais até o dia 27.

Bolsas dos EUA: Ações fecham mistas após alerta de desaceleração econômica
As bolsas de Nova York encerraram a sessão desta quarta-feira (29) com desempenhos divergentes, mantendo-se próximas à estabilidade durante o dia e, posteriormente, registrando movimentos negativos, com o S&P 500 sendo afetado especialmente pelo setor de tecnologia e comunicações. Essa oscilação ocorreu em meio a comentários divergentes de dirigentes do Federal Reserve (Fed) e à divulgação do Livro Bege, que alertou para a desaceleração da economia norte-americana.

    Dow Jones: apresentou alta de 0,04%, alcançando os 35.430,82 pontos;
    S&P 500: recuou 0,09%, atingindo os 4.550,60 pontos;
    Nasdaq: fechou em queda de 0,16%, totalizando 14.258,49 pontos.

Bolsas da Europa: Mercados fecham com variações; Londres cai com volatilidade do petróleo
Boa parte das bolsas europeias fechou em alta nesta quarta-feira (29), impulsionadas pelo arrefecimento da inflação na Alemanha. Este cenário alimentou a expectativa por relaxamento monetário na região.

A taxa anual do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) desacelerou para 3,8% na leitura preliminar de outubro, consolidando as apostas de um possível corte de juros pelo Banco Central Europeu (BCE) ao longo de 2024.

O dirigente do BCE, Yiannis Stournaras, indicou que espera a primeira redução da taxa básica no terceiro trimestre do próximo ano.

    FTSE 100 (Londres): recuou 0,43%, fechando em 7.423,46 pontos;
    DAX (Frankfurt): avançou 1,09% ao fechamento, atingindo 16.166,45 pontos;
    CAC 40 (Paris): registrou alta de 0,24%, alcançando 7.267,64 pontos;
    FTSE MIB (Milão): teve ganhos de 1,06%, atingindo 29.688,45 pontos;
    PSI 20 (Lisboa): teve leve alta de 0,02%, fechando em 6.439,50 pontos;
    Ibex 35 (Madri): registrou um aumento de 0,63%, chegando a 10.066,40 pontos.

Bolsas da Ásia:

Os mercados acionários da Ásia tiveram pregão em geral negativo, nesta quarta-feira. Na China, preocupações sobre o setor imobiliário voltaram a pesar, enquanto em Tóquio a força do iene pressionou ações de exportadoras japonesas.

A Bolsa de Xangai fechou em baixa de 0,55%, em 3.021,69 pontos, e a de Shenzhen, de menor abrangência, caiu 0,79%, a 1.977,05 pontos.
Na Bolsa de Tóquio, o índice Nikkei registrou queda de 0,26%, para 33.321,22 pontos.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou em baixa de 2,08%, em 16.993,44 pontos,
Em Taiwan, o Taiex subiu 0,17%, a 17.370,56 pontos.   

Na Bolsa de Seul, o índice Kospi fechou em baixa de 0,08%, em 2.519,81 pontos. 

Na Oceania, em Sydney o índice S&P/ASX 200 registrou alta de 0,29%, a 7.035,30 pontos. Leitura de inflação abaixo do previsto na Austrália para outubro deu ao mercado local impulso positivo, com ganhos em tecnologia e no setor de saúde, mas fraqueza em energia e entre papéis do setor financeiro.

Fontes: Reuters,Dow Jones Newswires.

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