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quinta-feira, 9 de julho de 2020

Mercado Financeiro: 09/07

Bitcoin: R$ 49.870,55 Reais e US$ 9.237,75 Dólares.

O dólar comercial fechou nesta quinta-feira (9) praticamente estável, com leve queda de 0,07%. A moeda norte-americana ficou cotada a R$ 5,344 na venda. O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, terminou o pregão com queda de 0,61%, a 99.160,33 pontos.

O Ibovespa voltou a tocar os 100 mil pontos nesta quinta-feira, o que não acontecia desde março, mas perdeu força, com Braskem liderando as perdas, em meio a um cenário externo menos favorável a ativos de risco.

Na máxima, por volta de 10h10, o Ibovespa chegou a 100.191,24 pontos. Após encostar nos 120 mil pontos em janeiro, o índice afundou em março por causa da covid-19, chegando a 61.690,53 pontos no pior momento. Desde então, já subiu mais de 60%.

Ontem (8) o dólar comercial tinha desvalorizado 0,71%, negociado por R$ 5,347, enquanto o Ibovespa fechou em alta de 2,05%.

A moeda abriu em queda e posteriormente zerou o movimento, mas voltou a cair e renovou mínimas de olho no ambiente externo positivo, enquanto os futuros de Wall Street melhoravam o sinal e o dólar enfraquecia mais nos mercados internacionais em meio a confiança na recuperação da economia global.

Às 10h09, o dólar recuava 1,65%, a 5,2592 reais na venda. Na mínima, a cotação desceu a 5,2460 reais (queda de 1,89%) e, na máxima, teve variação positiva de 0,01%, a 5,348 reais.

O real liderava os ganhos entre as principais moedas, seguido por rublo russo e peso chileno --divisas, assim como a brasileira, correlacionadas às commodities e que se beneficiam de momentos de maior apetite por risco.

O índice do dólar cedia 0,1%, indo às mínimas da sessão.

"Vamos ter um dia muito próximo ao de ontem, está com toda cara de mais um dia positivo, à medida que for mexendo lá fora vai tendo impacto aqui", disse Raphael Figueredo, sócio-analista da Eleven Financial.

Mas o vaivém dos preços persistia e tem chamado atenção do mercado e do Banco Central.

Em entrevista à Reuters, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, disse que a autarquia vê com preocupação o fato de a volatilidade do real estar sempre acima das demais moedas, mas que ainda estuda as causas por trás desse fenômeno.
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