Ao permitir que o controvertido vídeo de uma mulher mexicana supostamente sendo decapitada por “traição”, o Facebook ofereceu o motivo de que tais veiculações seriam para fins de condenação. “O Facebook é há muito tempo um lugar par aque as pessoas compartilhem as suas experiências, notadamente quanto elas se ligam a eventos controversos”, disse a companhia em comunicado oficial.
Mas parece que a rede social pensou melhor no assunto, tendo recentemente tirado do ar o referido vídeo, considerando, eventualmente, que se tratava exatamente daquilo que havia sido inicialmente estipulado como filtro: uma “glorificação imprópria e irresponsável da violência”. De fato, vale lembrar que o crivo anunciado foi o de que, “caso um vídeo fosse celebrado, ou as ações encorajadas, a nossa abordagem seria diferente”.
Vídeos violentos ainda serão permitidos, desde que...
Entretanto, embora o Facebook pareça mesmo ter reconsiderado a postura inicial, fato é que ainda deve ser possível o compartilhamento de vídeos com violência explícita — novamente, desde que para fins de condenação. Entretanto, agora há um pedido para que os usuários “o façam de forma responsável, selecionando cuidadosamente a audiência e avisando sobre a natureza do conteúdo, de forma que seja possível tomar uma decisão informada”.
Vale lembrar que o site considerou recentemente implementar um sistema avançado para avisar sobre conteúdos sensoriais potencialmente ofensivos.
Fonte: AllThingsD