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O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,9288 reais na venda, em alta de 0,41%. Na semana, a moeda norte-americana acumulou ganhos de 0,97% ante a divisa brasileira.
Na B3 (BVMF:B3SA3), às 17:15 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,23%, a 4,9345 reais.
Durante a semana, a principal expectativa dos investidores girou em torno da divulgação dos dados do relatório de empregos payroll, nesta sexta-feira. Antes de os números saírem, o dólar chegou a oscilar no território negativo, marcando a cotação mínima de 4,8951 reais (-0,28%) às 9h31.
Com a divulgação do payroll às 10h30, o cenário mudou. O relatório mostrou que cerca de 199.000 empregos foram criados fora do setor agrícola no mês passado. O resultado ficou acima dos 180.000 empregos projetados por economistas ouvidos pela Reuters. Os dados de outubro não foram revisados e seguiram mostrando a criação de 150.000 empregos.
No mercado financeiro, os números seguraram um pouco do ímpeto mais recente dos investidores, que passaram a reduzir as apostas de que o Fed começará a cortar juros já em março. Isso se traduziu na alta dos rendimentos dos Treasuries, que acabou por impulsionar o dólar ante as demais divisas.
No Brasil, o dólar à vista bateu a cotação máxima de 4,9372 reais (+0,58%) às 11h28, já após o payroll.
Operador ouvido pela Reuters chamou atenção, no entanto, para o fato de a moeda norte-americana, apesar do payroll, ter oscilado em margens relativamente estreitas durante a sessão, sem força para altas ou baixas mais intensas.
No fim da tarde, o dólar se mantinha em alta ante uma cesta de moedas fortes no exterior e também subia ante a maior parte das divisas de emergentes e exportadores de commodities.
Às 17:15 (de Brasília), o índice do dólar --que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas-- subia 0,31%, a 104,000.
Pela manhã, o BC vendeu todos os 16.000 contratos de swap cambial tradicional ofertados na rolagem dos vencimentos de fevereiro.
O Ibovespa fechou em alta nesta sexta-feira, após um pregão volátil, com o avanço da Petrobras (BVMF:PETR4) assegurando o desfecho positivo, em sessão também marcada por realização de lucros e dados mais fortes do que o esperado sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,93%, a 127.183,11 pontos, de acordo com dados preliminares. Na máxima do dia, chegou a 127.289,43 pontos. Na mínima, a 125.562,34 pontos. Na semana, porém, acumulou queda de 0,78%. O volume financeiro desta sexta-feira somava 19 bilhões de reais antes dos ajustes finais.
O encerramento da sessão nas bolsas de Nova York hoje (8) foi marcado por uma oscilação significativa, impulsionada pelo relatório de emprego (payroll) e dados sobre expectativas de inflação nos EUA. Os investidores avaliaram, com expectativa, a possibilidade de um suave ajuste econômico nos EUA, mas também permaneceram atentos aos riscos de uma postura mais cautelosa por parte do Federal Reserve (Fed) em relação aos cortes de juros em 2024.
Dow Jones: registrou um avanço de 0,36%, atingindo 36.247,87 pontos;
S&P 500: subiu 0,41%, alcançando 4.604,37 pontos;
Nasdaq: valorizou-se em 0,45%, atingindo 14.403,97 pontos.
Comparando com os números da última sexta-feira (1), os ganhos foram de 0,01%, 0,21% e 0,69%, respectivamente. O S&P 500 atingiu o seu nível máximo este ano e teve sua sexta semana consecutiva de alta, marcando a mais longa sequência semanal positiva desde novembro de 2019, de acordo com dados da Dow Jones Market Data.
As bolsas da Europa encerraram o pregão em território positivo, com destaque para o DAX, que alcançou um novo patamar histórico. A queda no Índice de Preços ao Consumidor (CPI) da Alemanha reforçou a expectativa de manutenção nas taxas de juros do Banco Central Europeu (BCE). Além disso, o relatório de empregos (payroll) dos Estados Unidos consolidou a perspectiva de uma pausa no aperto monetário.
FTSE 100 (Londres): avançou 0,54%, atingindo 7.554,47 pontos;
DAX (Frankfurt): encerrou o dia com um avanço de 0,78%, atingindo 16.759,22 pontos;
CAC 40 (Paris): registrou alta de 1,32%, chegando a 7.526,55 pontos;
FTSE MIB (Milão): teve um acréscimo de 0,94%, alcançando 30.403,90 pontos;
Ibex 35 (Madri): apresentou uma elevação de 0,79%, atingindo 10.226,20 pontos;
PSI 20 (Lisboa): valorizou 0,58%, chegando a 6.567,11 pontos.
Este fechamento marca a sexta semana consecutiva de ganhos para o DAX, que também renovou seu recorde, alcançando uma máxima intraday de 16.782,72 pontos, conforme análise da CMC Markets.
Os mercados acionários da Ásia não tiveram direção única nesta sexta-feira (8). Houve ganho contido em Xangai, mas Tóquio caiu mais de 1,5%, com a força do iene pesando sobre exportadoras do país, em meio a especulações sobre eventual aperto adiante na política monetária do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês).
A Bolsa de Xangai fechou em alta de 0,11%, em 2.969,56 pontos, e a de Shenzhen, de menor abrangência, caiu 0,13%, a 1.932,99 pontos. Entre ações em foco, as de semicondutores avançaram, com Cambricon Technologies Corp. e VeriSilicon Microelectronics Shanghai subindo 7,4% e 6,0%, respectivamente. Por outro lado, o setor imobiliário teve perdas, com Cinda Real Estate em baixa de 3,3% e Beijing Urban Construction Investment & Development, de 3,1%.
O índice Nikkei, da Bolsa de Tóquio, fechou em queda de 1,68%, em 32.307,86 pontos. O fortalecimento do iene penalizou ações de exportadoras japonesas. Além disso, dado oficial mostrou que a contração econômica do país foi maior que a antes estimada no terceiro trimestre, com baixa anualizada de 2,9%. Entre ações mais pressionadas, Toyota Industries caiu 5,4%, Toyota Tsusho recuou 4,9% e Ajinomoto, 4.8%.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 0,07%, a 16.334,37 pontos. Ações do setor imobiliário também ficaram sob pressão nesse mercado, com Sunac recuando 19%, China Resources Land em baixa de 4,6% e China Overseas Land & Investment, de 3,9%.
Por outro lado, o índice Kospi, da Bolsa de Seul, registrou alta de 1,03%, a 2.517,85 pontos. Papéis de empresas de semicondutores e de biotecnologia estiveram entre os destaques. O Kospi subiu 0,5% na semana, a sexta consecutiva de ganhos para o índice. Fabricantes de chips, Samsung Electronics e SK Hynix subiram 1,54% e 1,51%, respectivamente.
Em Taiwan, o índice Taiex subiu 0,61%, para 17.383,99 pontos.
Na Oceania, em Sydney o índice S&P/ASX 200 teve ganho de 0,30%, a 7.194,90 pontos. O mercado acionário australiano chegou a cair, mas retomou fôlego e terminou na máxima do dia com ganhos semanais. Expectativas crescentes de que o pico nos juros locais já foi atingido ajudaram o índice a marcar seu fechamento mais alto desde 19 de setembro, com ganho na semana.
Ações ligadas a commodities estiveram entre os destaques, com Santos em alta de 6,1%, em meio a conversas sobre eventual fusão com a Woodside, enquanto entre os bancos houve movimentos modestos.
Fontes: Reuters,Dow Jones Newswires,Broadcast.


